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domingo, 30 de novembro de 2008

AGUENTA MARUJO, mais uma

Arrazada. Já está.
Casernas , salas de aula , anfiteatro , campos jogos , piscina de treino . alojamentos individuais , torre de comando , comunicações.....
Tudo novo , ou com pouco ano.
Acusada de quê? Estava sobre o Tejo e era linda.
Vendida à Fundação Champalimaud (havia montes de outros sítios , Óbviamente!)
E , dizem para aí , que faltam Escolas , Equipamentos de ensino .... enfim
Quem serviu nesta Escola de Pescas , como docente ou discente ou funcionário , ou director ou o que tenha sido , deve estar , hoje , muito triste, porque o que fizeram foi um CRIME

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

BARCOS EM TERRA



Oh Comendador José Manuel , desta vez estamos a 100%.
Concordo consigo , e de que maneira.

Então se o Estado (e duas (2) vezes-pois é ele a dar aval e a Caixa a dar a massa) conforme vocemeçê diz com os dedos, engordam o Rendeiro , porque raio não o ajudam também a si? e ao compadre Americo?
E , humildemente claro , já agora também podiam ajudar um pouquinho a mim.
Mas eu não quero dinheiro do Governo.
Quero é que mandem embora o diplomata que nos anda a lixar.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

SÓ Para ter uma ideia

APOSENTAÇÃO-Acto ou efeito de aposentar.Situação dos funcionários civis do Estado, quando fora do serviço activo, a qual se designa JUBILAÇÃO no caso dos Professores Universitários e REFORMA no caso dos militares
Dicionário Porto-Editora 7ª edição
Só que:
1-A Jubilação implica conservar todos os direitos da situação anterior.
2-Agora também já são Jubilados os Prof. Catedráticos, os Juizes Conselheiros e Desembargadores(?), os Embaixadores e os Marechais (Almirantes da Armada)
3-Quantos há em cada classe? Na nossa, ZERO
É mesmo só para gozar, né?



HÁ algo que me escapa


Este Senhor , no parlamento , seria suposto defender os interesses de quem?
Pois parece que até faz o contrário. Ao que dizem.......
Mas não estou certo

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

NO REINO de SEVERIANO

Pois. O Arsenal do Alfeite já está. O ministro tirou-o à Marinha.
Amanhã sentar-se- ao 2(dois) socialistas na administração , os primeiros de uma serie imensa que para lá irá.
Mas parece que o ministro , e o diplomata que o acompanha , já viram o Palácio do Alfeite , do sec XV , a casa do Infantado , e parece que ficaram fascinados.
Será que o Comandante naval poderá ser um civil? Não deve faltar muito

SILENCIO

O 25 de Novembro foi feito para acabar com esta bagunça , travar a ditadura que aí vinha e dar a liberdade aos Portugueses.
Não foi tão fundo como devia , mas deu a liberdade aos Portugueses.
Hoje , faz 33 anos , que se deu essa contra revolução.
SILÊNCIO , por todo o País.
SILÊNCIO , por todos os quarteis (excepto os Comandos).
SILÊNCIO GERAL

domingo, 23 de novembro de 2008

GENTE QUE ME ENERVA


"Desculpem lá , mas sou mais inteligente que as demais pessoas....."

DEPOIS QUEIXAM-SE

Eu não fui convidado , mas mesmo que fosse não aparecia.
Pelo que este senhor nos anda a fazer certamente que mereceria , se ouvesse os ditos no sítio , que nenhum militar lá fosse.
Eis uma acção de classe que não ofendia a disciplina nem as leis da Republica.
Mas como já se sabe do que a "casa" gasta , aquilo vai estar cheio como um ovo , e os cumprimentos e sorrisos então nem se fala.
E o "diplomata" também lá estará a receber mil cumprimentos....

sábado, 22 de novembro de 2008

O DIPLOMATA QUE NOS ANDA A LIXAR 3


Porque não vendem também a Giribita
(aliás Nª Sª de Porto Salvo) ?
Pertençe à Marinha , mas imagino quem daria imenso dinheiro por ele.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

WE CAN......

























Agora que o nosso Chefe foi reconduzido , estou crente que novos ventos soprarão e que o leme se manterá firme , num rumo de honra e diginidade para a Marinha e suas gentes.
Penso que os tempos de humilhação e vergonha passarão , com o nosso Timoneiro mais experiente e seguro , e sabendo que tem a guarnição unida à sua volta.
Yes , we can....

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA


NO REINO de SEVERIANO


Lisboa, 19 Nov (Lusa) -" A missão aeronaval da União Europeia de combate à pirataria ao largo da Somália, que começa no início de Dezembro, vai contar com a participação de um oficial português, disse hoje à Lusa fonte oficial do ministério da Defesa.
"Portugal contribui desde já com um oficial de Estado-Maior ao nível das operações na missão europeia na Somália", revelou a fonte ministerial.
Devido ao carácter da missão [aeronaval], o oficial português deverá ser da Força Aérea ou da Marinha Portuguesa. "
Repare-se na inteligência e subtileza da "fonte ministerial"..se a operação é aero-naval, o Oficial deve ser aereo ou naval!!!!
Nem o Eistein ou o Saramago

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O DIPLOMATA QUE NOS ANDA A LIXAR 2

Houve vários (24, pelas minhas contas) militares que , na Republica, tiveram responsabilidades no MNE.
Só de Marinha :
Alm,.Xavier de Brito Alm.Canto e Castro Com. Azevedo Coutinho Com.Portugal Durão Alm.Mendes Cabeçadas Com. Quintão Meireles Com. Mesquita Guimarães Com.Jaime Monteiro Com. Magalhães Corrêa Com.Aguiar Branco Com.Azevedo Soares(como S.Estado)
Que se saiba nunca nenhum actuou , ou mandou actuar , contra o estatuto , a carreira , os beneficios , o bem estar , as facilidades , os regimes de saúde ou outros , dos diplomatas.
Limitaram-se a gerir a política.
Agora está um diplomata a "mandar" (gaba-se o próprio) nos militares.
Só nos tem feito mal , só nos tem achincalhado , só nos tem tirado e nada dado , só nos tem humilhado.
A única desculpa que o homem tem , é que faz isso tudo PORQUE NÓS O DEIXAMOS

terça-feira, 18 de novembro de 2008

ONDE JÁ VI ESTE FILME?

" Militares!
Estou aqui , a fazer um grande frete , mas a pedido dum senhor que não sabe bem o que anda a fazer e de um outro que se entretem , enquanto não é embaixador , a coleccionar automoveis e a fazer mal aos militares , mas não volto outra vez.
Pessoal ouvinte!
Sabem bem que vos detesto e tentei tudo fazer para vos lixar totalmente , começando logo pela nomeação deste tipo ao meu lado , e do outro , que quer vencer os seus complexos.
Mas não contava que o xaxas do Loureiro viesse para aí mandar bocas em vez de deixar as queixas na AOFA por não ser ouvida nem recebida.Também não contava que vocês viessem a descobrir os salários e as regalias dos Juizes, pois era segredo .
Esses Senhores aí!
"Venho dizer-vos que não tenho medo. "A verdade é mais forte que as algemas" , como dizia o Alegre , nem de vocês nem de ninguem nem de nada.
Ouviram ? Eu não tenho medo de nada , nem de ninguem e por isso vos aviso. Cuidado comigo , pá."Vejam se se calam.A vossa sorte é o vosso Chefe principal estar ao meu lado , senão já tinha sido uma razia que nem sonham.
Olhem que eu lixo-vos.
Texto do menino Esequiel Silva , de 8 anos , numa prova de comportamento educacional , na Escola de S. Miguel de Barromeu

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ANTIGOS PADRÕES



Foi agora descoberto um armazem , perto da cidade da Beira , cheio de estatuas e outras obras de arte públicas, atiradas para o chão e abandonadas , ou melhor , proscritas.
É claro que o Sr. Amado deve-se estar absolutamente ginjando para isso.
Mas caso o homem se interesse pelo nosso passado, e se isso não ofender a nomenclatura dos novos Países , aqui vai uma pequena lista de "Padrões" por nós colocados, e que seria interessante saber se ainda lá estão ou se" deram ás de vila diogo".
S.Jorge........ foz do Zaire..... Diogo Cão
Sto.Agostinho cabo Sta Maria Diogo Cão
Cruz cabo negro B.Dias
S.Filipe Ilheu da cruz B.Dias
cabo boa esperança Vasco da Gama
S.Rafael angra de S.Brás Vasco da Gama
nota:Mas isto não é para vender!!!!!

domingo, 16 de novembro de 2008

NO REINO de SEVERIANO


IGREJA DA MEMÓRIA

Pertence ao EMGFA.
Descansa lá eternamente o velho Marquês de Pombal.

Deve valer umas massas valentes.

Não quererão vender também????

sábado, 15 de novembro de 2008

NO REINO de SEVERIANO


É isso mesmo.
De pernas para o ar.
Como nós.
1979-Major 103.25€
Prof. Auxiliar 95.27€
2008-Major 2160.64€
Prof. Auxiliar 3101.88

SERÁ QUE OS LOBOS AINDA UIVAM?


Com a devida vénia



Entre Junho de 1991 e Setembro de 1994, quando era ministro da Defesa do governo do Prof. Cavaco Silva o Dr. Fernando Nogueira, as Forças Armadas foram objecto de uma profunda reforma, que, entre outras vertentes, incidiu drasticamente na redução do número de oficiais e sargentos do QP. Nessa época, vivendo-se um período que hoje podemos classificar de “vacas gordas”, não se invocava, como agora, qualquer crise em curso, mas tão-só a indispensável racionalização dos meios e o necessário redimensionamento das FA. Parecia, portanto, que o poder político achava que ainda se justificava a existência de FA.
Todavia, enquanto para a opinião pública se fazia passar esta compreensível mensagem,
no mesmo cenário de abundância que então se vivia, havia já alguns anos que o poder político
iniciara os cortes na retribuição dos militares das FA. No quadro que se segue, comparando a
evolução dos vencimentos-base de quatro categorias de servidores do Estado, poderá constatarse como o tratamento de desfavor ia já bem lançado.
Enquanto isto se passava, a Instituição Militar tinha um comportamento sereno e os Chefes militares não podiam queixar-se do ruído produzido por associações profissionais de militares (APM), porque elas ainda não existiam. A tropa estava disciplinada e muda e os Chefes, provavelmente, estariam a desenvolver o melhor dos seus esforços no sentido de obter para os seus subordinados as recompensas que a mais elementar justiça impunha – isto, claro, sempre no pressuposto de que se justificava a existência de FA em Portugal. Todavia, o resultado estava à vista. No meio da maior serenidade, o estatuto retributivo dos militares continuava em queda.
Perante a mais que patente incapacidade das chefias militares para resolver o problema,
foram-se afirmando as APM, as quais, obviamente, não podiam desempenhar as suas missões
nos mesmos moldes cordatos e submissos dos CEM’s. Parece que ainda há quem não entenda
esta verdade elementar: no preciso momento em que se constituíram as APM, ruiu uma parte
substancial do prestígio dos chefes, os quais deixaram de representar os militares junto do
poder político, passando a ser vistos como representantes do poder político junto dos militares.
Não se questiona, evidentemente, a representatividade que mantêm no tocante às FA enquanto
Instituição que cumpre missões.
A última década foi já bastante marcada pela crescente visibilidade das APM. Mas essa
visibilidade tem sido, mesmo assim, de frequência muito moderada. Quer isto dizer que
chegam a decorrer vários meses entre duas “campanhas” consecutivas. No intervalo dessas
“campanhas”, o país e o poder político esquecem os militares. Ninguém se lembra de
aproveitar esses tempos de acalmia para discutir serenamente a situação das FA, dos militares
e, até – PORQUE NÃO? – se se justifica a existência das próprias FA. Ora, uma tal atitude –
do governo, da sociedade, dos media – só vêm demonstrar que, em Portugal, se não se “agitar”
de algum modo o cenário castrense, ninguém quer saber da sua existência. O pior é que,
quando esses momentos de agitação ocorrem, a discussão que se segue não é feita sobre as
razões da mesma, mas sim sobre a sua forma. Analisando este estranho fenómeno, somos
obrigados a concluir que a questão já não é apenas a de “ninguém querer saber”, passando a ser
também a de não quererem que se saiba.
Diga-se, em abono da verdade, que esta postura nem é apanágio exclusivo da sociedade
civil. Também se manifesta entre número apreciável de militares. Só que, neste caso –
exemplificando muito bem as contradições existentes em muitos espíritos –, mesmo entre os
militares que se sentem claramente abandonados pela nação, verificamos que predominam as
censuras à forma como as questões da retribuição são expostas na praça pública, acabando,
invariavelmente, por se desligarem do debate sobre o conteúdo. Ando há vários anos à espera
que algum destes devotados camaradas se digne sugerir um método que, no maior respeito pela
democracia e pela melhor tradição militar, resolva o delicado problema que resulta do poder
político pretender ter militares simultaneamente baratos e mansos.
Assim, não faz sentido que se critique a «mediatização» dos problemas militares,
porque a ausência dessa mediatização constituiu uma das traves mestras do esquecimento a que
as Forças Armadas têm sido votadas. Não faz sentido que se defenda publicamente, como há
anos fez um CEM, que «aqueles que na procura da dignidade e prestígio esquecem a sua
condição militar não são dignos do prestígio que pretendem alcançar», porque,
manifestamente, o «esquecimento da condição militar» não foi obra desses militares mas sim
do poder político, com o qual a maioria dos chefes militares têm convivido com a duvidosa
«serenidade» que tanto gostam de recomendar aos seus subordinados.
Deve reconhecer-se que, relativamente às FA e aos militares, a cegueira da sociedade
não é total. Aqui e além, fazem-se ouvir vozes atentas e sensíveis que descodificam muito bem
os pecados que o poder político vem cometendo. E não precisamos de lançar mão de exemplos
recentes, porque os problemas vêm de longe e perdem-se no tempo. Em editorial do
«Expresso», de 30 de Março de 1997, escrevia, a propósito, o seu director: «Constituindo,
durante décadas, um dos pilares da Pátria, a tropa tem vindo a tornar-se uma instituição
periférica, inteiramente subordinada ao poder civil, aparentemente destituída de voz própria. A
perda de importância dos militares é tão notória que se torna mesmo legítimo perguntar se o
seu descontentamento valerá uma manchete.» Na mesma data, escrevia Diogo Pires Aurélio,
no Diário de Notícias: «Salvo raras e honrosas excepções, a cultura que tem predominado entre
a classe política a respeito das questões militares resume-se a dois objectivos «estratégicos»:
manter em sossego as casernas; gastar com elas o estritamente necessário (...) desde que se deu
o «regresso aos quartéis» as questões militares dir-se-ia terem sido reduzidas, na melhor das
hipóteses, a um «mal necessário», do qual se fala apenas uma vez por ano e a título de alínea
penosa e prosaicamente inscrita no Orçamento de Estado.»
Vejamos, agora, em que cenário se encontravam os militares portugueses nas vésperas
da entrada em funções do governo presidido pelo 1.º ministro José Sócrates.

Como pano de fundo, dominava a questão de uma prometida reaproximação das
retribuições dos militares às categorias de referência (V. Quadro). Essa promessa, nunca
cumprida, fora adiantada, em 1999, pelo então ministro da Defesa Dr. Jaime Gama,
curiosamente no seguimento de uma bem sucedida acção de mediatização das questões
militares, levada a cabo pelas APM. Estava-se, repito, num cenário de promessa de melhoria de
condições, o que equivale a dizer que o poder político reconheceu a situação de desfavor em
que os militares se encontravam. Com a chegada do governo actual, entrou um novo cenário –
o da crise declarada e o da necessidade de “apertar o cinto”. Este “aperto”, para haver moral,
teria que ser sentido por todos. Vai daí, os militares também o iam sentir, e de que maneira.
Mas é precisamente aqui que entra em cena uma falsa questão moral, isto é, no período
de “vacas gordas”, enquanto os demais engordavam, os militares emagreciam...porque sim! No
período de “vacas magras”, os militares devem sujeitar-se às consequentes restrições, porque
não são mais do que os restantes cidadãos!
Para agravar tudo isto – não execução da promessa de melhoria e perda de benefícios
devidos à crise –, o poder político deu em não cumprir leis por ele próprio produzidas e nem
aquilo que a lei estipula paga aos militares. Uma dívida de milhões de euros em diversas
vertentes das retribuições, reembolsos de despesas com a saúde, subsídios de reinserção ao
pessoal não permanente, etc., não parecem perturbar minimamente o poder político, tão-pouco
merecendo uma reprovação que de longe se assemelhe às que são feitas à forma como os
militares se manifestam. Resumindo, o descalabro moral que se abateu sobre os militares das
FA teve, em sucessão, estas cinco fases:
1. Queda no estatuto retributivo face aos outros servidores do Estado
2. Promessa de melhoria não cumprida
3. Perda de direitos e níveis de retribuição
4. Não cumprimento de leis – dívida pecuniária
5. Recusa do direito à indignação
Uma nação que trata assim os seus militares tem de perguntar-se para que é que precisa
de Forças Armadas. Se já não se coloca a necessidade de alguém morrer pela pátria, então
deixa de se justificar a existência de Forças Armadas. Ainda recentemente, em artigo no
Público de 7 de Novembro, o Dr. José Miguel Júdice falava de «tropas ociosas» e aflorava uma
tese sua, segundo a qual «o Exército e a Força Aérea seriam dispensáveis, mantendo-se apenas
uma guarda costeira, uma força de intervenção rápida, forças militarizadas e de segurança e
meia dúzia de oficiais generais». Eis aqui uma proposta que, num esforço de boa-vontade,
vamos admitir ser tão sensata como o alerta protagonizado há poucas semanas pelo general
Loureiro dos Santos. Entre uma e outro, importa encontrar uma saída para este momentoso
problema. O estado de desmoralização das FA fere-as de morte e torna-as impróprias para as
missões que lhe estão constitucionalmente impostas. Urge, por conseguinte, acabar com esta
situação imoral.
Será um exagero comparar a situação actual com a que se viveu nas vésperas do 28 de
Maio de 1926. Ainda bem! O perigo está quando os alertas deixam de parecer despropositados.
Nessas alturas, normalmente, já não resolvem nada.
David Martelo
Coronel Ref.º

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

NO REINO de SEVERIANO


The future?

AS REGALIAS dos MILITARES


Subsídio de renda de casa , mesmo reformado ,
militar tem? Não , mas Juiz tem.
Transportes públicos gratuitos , mesmo reformado,
militar tem?Não , mas Juiz tem.
Salários.Há 15 anos era igual. Agora Juiz com 15 anos ganha como almirante.
1979-Coronel 113.23€
Juiz de circulo 124.70€
2008-Coronel 2811.79€
Juiz de circulo 5451.69€
Eh, voilá. É a Justiça

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

É FARTAR VILANAGEM

O que nos tiram:

PM 20/Abrantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Edifício da Rua de Angola, 5.
PM 01/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bateria da Raposeira.
PM 10/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Moradia para oficial na Trafaria.
PM 13/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Plano inclinado da Trafaria.
PM 14/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estrada de serventia das baterias da Raposeira e Alpenas.
PM 17/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estrada militar da Raposa.
PM 19/Almada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bateria da Raposa.
PM 135/Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Antigo hospital militar de Angra.
Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 531 — depósito de combustível.
PM 1/Aveiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Carreira de tiro de Esgueira.
Azambuja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 421 — Vila Nova da Rainha (rádio farol).
PM 2/Barreiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quartel de Coina (terrenos).
Beja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 582 — Beja (bairro residencial de Beja, parte dos terrenos a sul da antiga variante).
Benavente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Terreno com 45 ha a norte do Campo de Tiro de Alcochete.
PM 17/Braga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Terrenos a oeste da Rua do Regimento de Infantaria n.º 8.
PM 06/Cascais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quartel da bateria da Parede.
PM 33/Cascais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Posto de Observ. Bateria de Alcabideche.
Cadaval . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 171 — serra de Montejunto — Aquartelamento da Estação de Radar n.º 3.
Caminha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Capitania do Porto de Caminha: Posto da Valinha e Posto de São Pedro da Torre.
Castanheira de Pêra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 458 — Cavalete/Lousã — instalações no Cavalete.
PM 1/Castelo Branco (parte) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quartel Convento de Santo António.
PM 3/Chaves . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Forte de São Neutel.
PM 04/Coimbra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estrada militar de Santa Clara.
PM 7/Coimbra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Convento de Santa Clara.
PM 12/Coimbra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Posto de rádio militar.
PM 13/Coimbra (parte) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quartel da Graça ou da Sofia.
PM 2/Constância . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Central elevatória e poços de captação de água.
PM 3/Constância . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estação elevatória e reelevatória do CIM, poços de captação e canalização.
Covilhã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . UI 312 — instalações na Serra Estrela.
Se fosse aos Espanhois começava já a comprar

O DIPLOMATA QUE NOS ANDA A LIXAR

O "português do decreto é de primeira" .!!!!

As razões são "de arrazar" !!!!


MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
Decreto-Lei n.º 219/2008
de 12 de Novembro
O Programa do Governo consagra, no capítulo V, parte II,
«Defesa Nacional», n.º 5, o objectivo de proceder à «requalificação
das infra -estruturas, de modo a assegurar o
cumprimento das missões das Forças Armadas, nomeadamente
a sua presença em missões militares conjuntas no
quadro da OTAN e da União Europeia», prevendo, para o
efeito, a «aprovação de uma Lei de Programação de Infra-
-Estruturas Militares».
Tal desiderato foi concretizado com a aprovação da
Lei Orgânica n.º 3/2008, de 8 de Setembro, sendo agora
necessário, pelo presente decreto -lei, definir o universo
de imóveis que são disponibilizados para rentabilização,
nos termos previstos na Lei de Programação das Infra-
-Estruturas Militares.
O mencionado universo foi definido em articulação estreita
com os órgãos próprios das Forças Armadas, tendo presente
a necessária adequação do parque imobiliário e de infra-
-estruturas militares às transformações ditadas, entre outros,
pela profissionalização e pela adopção de um novo modelo
de organização da estrutura superior das Forças Armadas.
Num contexto de adaptação das Forças Armadas aos
novos tempos e aos novos desafios, não pôde, ainda, deixar
de ser tido em conta que a aquisição de novos equipamentos,
mais apropriados a uma lógica de projecção de forças,
determina também a adequação das infra -estruturas que
os devem suportar.
Em suma, e em articulação com os investimento previstos
na Lei Orgânica n.º 3/2008, de 8 de Setembro, a rentabilização
dos imóveis ora identificados permite encetar um
processo que conforme as infra -estruturas militares ao novo
paradigma das Forças Armadas, às necessidades do sistema
de forças e do dispositivo aprovados e às prioridades de
investimento da Lei de Programação Militar (LPM).
É, deste modo, assegurado que o investimento em infra-
-estruturas militares no âmbito da Lei de Programação
das Infra -Estruturas Militares será financiado através da
rentabilização do património actualmente afecto à Defesa
Nacional, bem como, garantido o cumprimento das obrigações
assumidas pelo Estado relativas a fundos, nomeadamente
a capitalização do fundo de pensões dos militares
das Forças Armadas.
Foram ouvidos, a título facultativo, os órgãos próprios
das Forças Armadas
.
Assim:
No desenvolvimento do regime estabelecido pelo n.º 2
do artigo 1.º da Lei Orgânica n.º 3/2008, de 8 de Setembro,
e nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 198.º da
Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Artigo único
Os imóveis abrangidos pelo disposto na Lei Orgânica
n.º 3/2008, de 8 de Setembro, são os constantes do anexo
do presente decreto -lei, do qual faz parte integrante.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 25 de
Setembro de 2008. — José Sócrates Carvalho Pinto de
Sousa — Carlos Manuel Costa Pina — João António da
Costa Mira Gomes.
Promulgado em 29 de Outubro de 2008.
Publique -se.
O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.
Referendado em 31 de Outubro de 2008.
O Primeiro -

terça-feira, 11 de novembro de 2008

SIC



Ainda não percebi bem se o povo( a gente) elege os deputados
para eles falarem no Parlamento , ou no "frente-a-frente" da
SIC

ARMISTÍCIO



Em toda a parte onde se sentiu a guerra se venera e guarda esta data (menos em Portugal, talvez porque cheire a militares)
Ainda por cima este ano , que se comemora o 90º aniversário.
Tivemos milhares de mortos , sobretudo em África .
O 1º soldado Português a falecer nesta WWII foi o Sargento H(enfermeiro) de Marinha Eduardo Rodrigues da Costa ,em 24 de Agosto de 1914 no ataque alemão a Mazuía , perto do Rovuma.

domingo, 9 de novembro de 2008

CATILINÁRIA




Quasque tandem abutere Sev....patientia nostra?

Quamdiu etiam furor iste tuus nos eludet?









A 1ª catilinária é de Novembro de 63.Faz agora 1945 anos.Mas ainda há gente igual a Catilina , e a voz de Cícero tem sempre de ser ouvida

AD PRINCIPIUM ERAT VERBO:::

E as coisas começaram a correr mal..........

Vem , de muito atrás , o ódio visceral do PS aos Militares , aliás consignado no seu programa.
Depois veio a Constituição , a dizer que os Militares defendem a Republica , e não a Pátria.
Vem , também , de muito atrás , um complexo "rosa", e não só , em relação aos Militares , sobretudo dos que se diziam novos fazedores da Nação.

Depois houve uma mão solícita, com 3 estrelas no punho , a pegar num guarda sol resguardando o PR numa cerimónia(que todo o País assistiu atónito)

Depois houve o Dr. Mário Soares a insultar um militar da GNR , que nada mais fazia do que cumprir a missão que lhe destinaram. Todo o País viu e ouviu . Mas ninguém ouviu o Comandante da GNR , os Chefes Militares , o CEMGFA......Nem ninguém , também , ouviu desculpas do Dr. Soares.

Depois houve o episódio PR(Dr. Sampaio)/CEMGFA(Alm. Fuzeta) , onde tudo o mundo se calou , mais uma vez , e um muro se ergueu contra nós.

Depois houve o dar regalias , e lugares públicos, a Juizes e outros e a tirar direitos aos Militares.E tudo se calou.Mas aí já se não podia falar.
E o denegrir na "tropa" , o chamar-nos inuteis , o esquecer e ignorar as nossas missões , o dispensar os nossos serviços , o não nos dar meios , o tratar-nos como xulos e parasitas da sociedade , o termos de ouvir a ignomínia......
Depois houve este Ministro. E este Secretário de Estado , vindo lá dos diplomatas (a ver crescer os benefits na sua carreira e a lixar a nossa).

E , agora, as coisas continuam a correr, mas muito mal....Só que já há quem vá falando

sábado, 8 de novembro de 2008

RECUERDOS



Só para coleccionadores
NR:Está no prelo uma segunda edição

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

JÁ CHEGÁMOS À MADEIRA? JÁ , SIM

A Assembleia Regional da Madeira, entendeu suspender ou acabar as suas sessões plenárias. Encontra-se em greve.
Isto não será um pronunciamento público? Que tem de ser imediatamente estrangulado?
E o Ministro Rui Pereira (essa figura que temos de gramar no nosso quotidiano ) afirmando que a PSP não impediu o deputado de entrar, quando o que devia ter feito era garantir mesmo a sua entrada ?

CONCESSION SPEECH

My friends, we have -- we have come to the end of a long journey. The American people have spoken, and they have spoken clearly.
A little while ago, I had the honor of calling Senator Barack Obama to congratulate him. [BOOING]
Please. To congratulate him on being elected the next president of the country that we both love. [Complete text of President-elect Obama's speech is available here.]
In a contest as long and difficult as this campaign has been, his success alone commands my respect for his ability and perseverance. But that he managed to do so by inspiring the hopes of so many millions of Americans who had once wrongly believed that they had little at stake or little influence in the election of an American president is something I deeply admire and commend him for achieving.
This is an historic election, and I recognize the special significance it has for African Americans and for the special pride that must be theirs tonight.
I've always believed that America offers opportunities to all who have the industry and will to seize it. Sen. Obama believes that, too.
But we both recognize that, though we have come a long way from the old injustices that once stained our nation's reputation and denied some Americans the full blessings of American citizenship, the memory of them still had the power to wound.
A century ago, President Theodore Roosevelt's invitation of Booker T. Washington to dine....
... at the White House was taken as an outrage in many quarters.
America today is a world away from the cruel and frightful bigotry of that time. There is no better evidence of this than the election of an African-American to the presidency of the United States.
Let there be no reason now...[APPLAUSE]
Let there be no reason now for any American to fail to cherish their citizenship in this, the greatest nation on Earth. [APPLAUSE]
Sen. Obama has achieved a great thing for himself and for his country. I applaud him for it, and offer him my sincere sympathy that his beloved grandmother did not live to see this day. Though our faith assures us she is at rest in the presence of her creator and so very proud of the good man she helped raise.
Sen. Obama and I have had and argued our differences, and he has prevailed. No doubt many of those differences remain.
These are difficult times for our country. And I pledge to him tonight to do all in my power to help him lead us through the many challenges we face.
I urge all Americans...[APPLAUSE]
I urge all Americans who supported me to join me in not just congratulating him, but offering our next president our good will and earnest effort to find ways to come together to find the necessary compromises to bridge our differences and help restore our prosperity, defend our security in a dangerous world, and leave our children and grandchildren a stronger, better country than we inherited.
Whatever our differences, we are fellow Americans. And please believe me when I say no association has ever meant more to me than that. [APPLAUSE]
It is natural. It's natural, tonight, to feel some disappointment. But tomorrow, we must move beyond it and work together to get our country moving again.
We fought -- we fought as hard as we could. And though we feel short, the failure is mine, not yours.
[AUDIENCE: No!]
I am so...
I am so deeply grateful to all of you for the great honor of your support and for all you have done for me. I wish the outcome had been different, my friends.
[AUDIENCE MEMBER, OFF-MIKE: We do, too]
The road was a difficult one from the outset, but your support and friendship never wavered. I cannot adequately express how deeply indebted I am to you.
I'm especially grateful to my wife, Cindy, my children, my dear mother... [APPLAUSE]
... my dear mother and all my family, and to the many old and dear friends who have stood by my side through the many ups and downs of this long campaign.
I have always been a fortunate man, and never more so for the love and encouragement you have given me.
You know, campaigns are often harder on a candidate's family than on the candidate, and that's been true in this campaign.
All I can offer in compensation is my love and gratitude and the promise of more peaceful years ahead.
I am also -- I am also, of course, very thankful to Governor Sarah Palin, one of the best campaigners I've ever seen...[APPLAUSE]
... one of the best campaigners I have ever seen, and an impressive new voice in our party for reform and the principles that have always been our greatest strength... [APPLAUSE]
... her husband Todd and their five beautiful children... [APPLAUSE]
... for their tireless dedication to our cause, and the courage and grace they showed in the rough and tumble of a presidential campaign.
We can all look forward with great interest to her future service to Alaska, the Republican Party and our country. [APPLAUSE]
To all my campaign comrades, from Rick Davis and Steve Schmidt and Mark Salter, to every last volunteer who fought so hard and valiantly, month after month, in what at times seemed to be the most challenged campaign in modern times, thank you so much. A lost election will never mean more to me than the privilege of your faith and friendship.
I don't know -- I don't know what more we could have done to try to win this election. I'll leave that to others to determine. Every candidate makes mistakes, and I'm sure I made my share of them. But I won't spend a moment of the future regretting what might have been.
This campaign was and will remain the great honor of my life, and my heart is filled with nothing but gratitude for the experience and to the American people for giving me a fair hearing before deciding that Sen. Obama and my old friend Sen. Joe Biden should have the honor of leading us for the next four years.
[BOOING] Please. Please.
I would not -- I would not be an American worthy of the name should I regret a fate that has allowed me the extraordinary privilege of serving this country for a half a century.
Today, I was a candidate for the highest office in the country I love so much. And tonight, I remain her servant. That is blessing enough for anyone, and I thank the people of Arizona for it.
[APPLAUSE]

RECUERDOS


Só para colecionadores

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

JÁ CHEGÁMOS À MADEIRA? JÁ , SIM


Uma vergonha.
E , ainda por cima , uma vergonha anticonstitucional.
E , além do mais , uma vergonha antidemocrática

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

PARABENS



Pois . Parabens , minha Senhora.
Já que todos os dão a seu Marido , eu dou-os a si, pois creio que muito contribuiu para a vitória.
Ouvi uma entrevista inteira e gostei.
Não "votei" em vocês , mas a ver vamos como lhes correrá , e sinceramente, para bem de todos nós, espero que seja pelo melhor

terça-feira, 4 de novembro de 2008

MY CHOICE


Exactamente, e já aqui o tinha dito.

Eu "voto" neste Camarada de armas , neste Homem que esteve em muitas e dificeis batalhas (para além das reais , na do reconhecimento do Vietnahm pelos EUA ,contra a vontade do seu Partido , contra Bush, nas primárias ..) , que se recusou a ser libertado fora da "ordem" dos seus companheiros de infortúnio , que passou as passas do Algarve no Vietcong.....

Eu "voto" na coerencia , experiencia(sobretudo internacional) , amor à Pátria e aos valores do Homem.
Todos dizem, porém, que ganha o senador Obama.

Pudera , com o apoio da TSF , da SIC , de todos os jornalistas , dos comentadores e políticos....até o Sr. Rogeiro "vota" nele!!!!!E o sr. Judice!!!!
Mas se assim fôr parabens.

O ÓDIO VISCERAL

O artigo que este senhor publica hoje no "Público" é um insulto aos militares e á memória do Povo Português.
Eu não aceito lições deste senhor de democracia , de ética , de coerência , para só dizer 3 coisas.
Mas é que nem eu nem os Portugueses , nomeadamente os que se lembram dos seus discursos e das suas acções no tempo do PREC e mesmo depois , pois a memória não pode ser tão curta como isso.
E , já agora , seria bom que este senhor se lembrasse, que se não fossem os militares democratas que "fizeram um acto de indisciplina" , no 25 de novembro de 1975 , ele , e os seus parceiros , tinham posto o País com as algemas da ditadura.
E , quanto ao Colégio Militar , o que diz , mostra bem o que lhe vai na alma.
Perigoso , este cavalheiro.
Eu nem percebo como se tem "cara" para escrever isto.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

ORIGINAL ????


Quem , na TVI , segue a novela "A Outra" , que segundo lá reza é "Um original de Tó Zé Martinho" , talvez se lembre desta série de 3 ou 4 capítulos , australiana , que passou creio que em 1984.
Depois de reverem....cada um que fique com a sua opinião

NO REINO de SEVERIANO



Nada se passa nas Forças Armadas?
Todos dizem que sim , mas o Ministro diz que não.
Então é porque não se passa nada ,
Digo eu , que já acredito em tudo , até no Pinóquio

domingo, 2 de novembro de 2008

TARTARUGA



Sempre atrasado , este nosso "velho" conhecido.
Um bom especialista a "chutar para canto" , pois nunca é nada
com ele . Faz muito tempo.....