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quinta-feira, 30 de abril de 2009

AO MENOS UM


Bispo das Forças Armadas aproveitou a missa pascal do sector, que se realizou em Viseu, para apelar ao entendimento entre os protagonistas da justiça.
D. Januário Torgal atacou ainda os "ladrões" que originaram a crise económica.
O bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, está "envergonhado" com o comportamento da justiça, que acusa de "dar um triste espectáculo" e pede aos seus protagonistas que se entendam. D. Januário aproveitou a homília pascal das Forças Armadas e de segurança, a que ontem presidiu em Viseu, para criticar duramente a justiça da qual "se tem medo de falar".
Perante uma sé catedral cheia de altos responsáveis militares e policiais, o bispo enveredou por um dos mais duros ataques à justiça portuguesa de que há memória. D. Januário Torgal questionou se "vamos permitir este espectáculo degradante a que estamos a assistir em Portugal, na forma como a justiça está a ser vivenciada com discussões publicas, antagonismos, oposições na alta hierarquia do mundo da justiça".
De seguida mostrou-se indignado ao afirmar que "quem souber um mínimo do direito, do seu exercício e aplicação, sente-se envergonhado com a permanente discussão na praça pública daquilo que é segredo de justiça". E elencou "conspirações, calúnias, erros, investigação mal conduzida, as maldades" para de seguida pedir um acordo entre os diversos protagonistas da justiça. "E nós não chegaremos a um entendimento, nestas coisas do mundo em que tantas mãos se sujam, para vermos aquilo que os italianos chamam mãos limpas?" Num discurso carregado de metáforas, Januário Torgal aludiu ao lavar das mãos. "É simbólico mas eu não queria apenas as mãos limpas, eu queria a consciência humana com critérios de gente honrada e limpa de virtude."
Antes, o bispo lembrou que "estamos a viver com violência, entre nós, uma crise que é fundamentalmente uma crise de ética". O bispo pediu "honestidade e gente de cara lavada conforme o disse a maior autoridade do País no Parlamento". O prelado evocou então Cavaco Silva, e o seu discurso no 25 de Abril, para pedir "liberdade na honra, na justiça e no direito, uma virtude da qual se tem muito medo de falar porque conforme afirmou o Presidente da República a crise mundial que estamos a viver é fundamentalmente uma crise de comportamento imoral". E considerou que a crise financeira foi originada por "alguns que supuseram que no tratamento do dinheiro valia tudo e as poupanças dos ricos, e sobretudo dos pobres, foram perfeitamente desviadas por quem supôs que os seus bolsos eram mais largos que os bolsos da gente simples e humilde". D. Januário alertou para "aquilo a que assistimos, cujas consequências se estenderão por muito tempo. Do ponto de vista jurídico chama-se um desvio de bens, porque o tratamento do dinheiro foi feito não por gente honesta mas por aves de rapina, que no vocabulário português - e a palavra é dura - têm o nome de ladrão".
Na homilia, o bispo alertou ainda para as dificuldades por que passam as famílias e pediu para que haja "ainda gente em Portugal a defender a família".
Ao menos um Oficial General tem coragem de falar Loud and Clear

BOA

Equador.

Importante encontro

NO REINO de SEVERIANO



Comissão representativa de sargentos reclama cumprimento de lei com doze anos
Fuzileiros deficientes querem promoçãoA Comissão Representativa dos Sargentos Fuzileiros Deficientes das Forças Armadas vai apelar hoje ao PS que intervenha junto do Governo, em concreto do Ministério da Defesa, no sentido de ser garantida a passagem da graduação à promoção de sargento-mor de várias dezenas de ex-combatentes das Forças Armadas.
Ao fim de 12 anos da publicação do decreto-lei 134/97, que prevê a passagem da graduação à promoção dos militares nessa condição, a Comissão, liderada pelos sargentos Mealha da Ponte, João Correia, Lucas de Oliveira e Emídio Ribeiro, exige o cumprimento daquele diploma. Por isso, a comissão reúne hoje no Parlamento com Marques Júnior, deputado do PS e ex-militar, a quem apresenta as reivindicações de mais de 60 militares.
Para a comissão, a Marinha, após ter aprovado a passagem de graduação a promoção de vários militares, criou uma "situação de desigualdade que precisa de ser resolvida."
A.S.A.
Pois é , senhor Severiano , quem mija ás pinguinhas ......

PANDEMIA

As farmácias militares estão a oferecer máscaras
É verdade mesmo , e ainda bem.

TINHA DE SER

Só poderia ser este a dizer estas barbaridades

"O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) defendeu hoje o profissionalismo e dedicação de Pepe e remeteu qualquer decisão sobre futuras convocatórias para o selecionador, sublinhando que os problemas disciplinares do defesa são "um problema espanhol".
O central do Real de Madrid foi suspenso na passada semana por 10 jogos pela Comissão de Competições da Real Federação Espanhola de Futebol por ter agredido dois jogadores do Getafe e insultado a equipa de arbitragem em jogo da 32.ª jornada da Liga espanhola.
"Isso é um assunto interno do futebol espanhol, que não extravasou as suas fronteiras. Não houve qualquer intervenção por parte da FIFA ou da UEFA. Ele estará naturalmente disponível para a Seleção Nacional se o selecionador assim entender", disse Gilberto Madail, em declarações à Agência Lusa.
As ações de Pepe deixaram Madail "muito surpreendido", embora o líder da FPF admita que, "por vezes na vida, passam coisas pela cabeça das pessoas que depois elas nem sabem bem o que aconteceu".
"Pepe tem sido um exemplo como profissional, como colega, em termos de solidariedade, e um grande exemplo de dedicação à Selecção Nacional. O que se passou com ele é um problema espanhol. Já foi sancionado e nós não vamos interferir em nada. Se fosse ao serviço da seleção, seria certamente diferente. Agora, o clube dele é que saberá o que deve fazer", conclui.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

NO COMMENTS


Tudo o que é com a Marinha de Guerra é muito complicado de resolver», é sempre uma confusão»


disse o presidente do Governo Regional, reagindo à demora de seis anos que as duas embarcações de socorro Arun, do SANAS, estão a ter para obterem a necessária autorização para ir para o mar.
«Crítico em relação ao comportamento da Marinha portuguesa, Alberto João Jardim recuperou a actuação desta na Revolução dos Cravos para sustentar a sua posição.«Quando foi o 25 de Abril, eles só saíram depois do golpe ter triunfado. Até havia uma corveta comandada por um senhor, pai hoje de um líder nacional de partido, que queria bombardear o Terreiro do Paço, as forças do 25 de Abril, e que só não bombardeou porque os outros oficiais deram-lhe voz de prisão.

Que é hoje um deputado dito progressista».

Sobre o processo de licenciamento dos Arun, Jardim reiterou que o assunto não é da competência do Governo Regional, limitando-se este a «insistir para que isto seja resolvido. Mas tudo o que é com a Marinha de Guerra é muito complicado de resolver», disse.Mas, depois de seis anos com as embarcações varadas - há algum tempo que se encontram debaixo da pista do Aeroporto da Madeira -, parece que agora o processo tem fim à vista.Os Arun são embarcações consideradas por Paulo Rosa Gomes «os “Rolls-Royce” do socorro» no mares. Operam em Inglaterra muito eficazmente. Não são rápidas mas são capazes de «aguentar o pior mar que se possa imaginar», segundo disse. Comprados há quase seis anos, os dois Aruns custaram, cada um, cerca de 20 mil contos (100 mil euros), sendo que a sua aquisição resultou de uma disputa entre o SANAS e alguns países. A opção recaiu sobre a organização madeirense porque estrategicamente as embarcações passariam a servir a rota entre os EUA e a Europa.

domingo, 26 de abril de 2009

NO REINO de SEVERIANO

O cavalheiro mais baixinho agora está na Tunísia , a assinar um protocolo militar.

Não se sabe bem o que será , mas é militar , mete continências e desfile , e o homem gosta.
E vejam por quem vai acompanhado....para fazer acordos militares.

Ao menos está longe daqui , e assim fará menos asneiras , para alívio de todos nós e do próprio 1º Ministro , ao que parece.
"O ministro da Defesa considerou nesta segunda-feira a Tunísia e o Norte de África como zonas prioritárias para a política da defesa portuguesa, tanto na cooperação militar como na indústria deste sector, refere a Lusa.
«Abrimos um novo capítulo que é o das indústrias da Defesa, um sector que começa a dar os primeiros passos para encontrar as áreas ao nível económico onde possa vir a haver cooperação», afirmou o ministro português.
Nuno Severiano Teixeira encontra-se na Tunísia, onde assinou um plano de cooperação militar com este país, válido por três anos, em áreas como a economia e as indústrias de defesa, a formação, ensino, treino e a medicina militar.
«Estamos a fazer contactos exploratórios e do ponto de vista político, há abertura. Há indicações sobre áreas já identificadas e muito em breve estaremos em condições de as anunciar», avançou Severiano Teixeira.
O responsável governamental especificou que aquilo que foi assinado no plano indicativo «é um conjunto de vários programas nas áreas de formação e treino, na Marinha, Exército e Força Aérea».
Outros intreresses
Severiano Teixeira sublinhou também a importância da Tunísia é um mercado interessante para a indústria da Defesa portuguesa, acrescentando que «toda a zona do norte de África corresponde a uma prioridade da política externa portuguesa, não só na Defesa, mas também em geral».
«A cooperação tem sido feita com diversos ramos das Forças Armadas. Com este programa indicativo, o que fizemos foi sistematizar e dar um quadro institucional único a essas várias cooperações», afirmou o ministro.
O acordo permite ainda aos dois países ter uma cooperação na área da defesa com «uma perspectiva estratégica a médio prazo. A partir de agora, a cooperação passa a ter um programa plurianual, a três anos. Será revisto anualmente e pode ser acompanhado pela comissão mista que vai seguir a cooperação».
«Trata-se de fazer para a Tunísia e para toda esta região do norte de África o mesmo modelo de cooperação que temos com os países africanos de expressão portuguesa», referiu ainda o ministro da Defesa. O Plano Indicativo enquadra a cooperação entre os dois países na área da Defesa, sendo, segundo o Ministério da Defesa Nacional, a «primeira vez que se faz um guião a três anos».
Na deslocação à Tunísia, Nuno Severiano Teixeira, está acompanhado por representantes da Direcção-Geral de Armamento e Equipamento do Ministério da Defesa, do Estado-Maior do Exército, bem como por Jorge Rolo, presidente da Holding das Indústrias de Defesa Portuguesas, a EMPORDEF.
Na comitiva estará também o director do Instituto de Defesa Nacional, António Telo.
A visita oficial de Severiano Teixeira à Tunísia insere-se numa estratégia de cooperação bilateral na área de Defesa para o norte de África. Em Março o ministro da Defesa já tinha visitado a Líbia."

NAO DÁ P´RA CRER

Inteligente . Lúcido e observador atento.
Excelente historiador e homem de cultura.
Gosto de o ler...mais do que de o ouvir.
Mas ontem fiquei estupefacto quando o ouvi dizer que o 1º Ministro não pode processar jornalistas. Tem de ouvir e calar.
Eles estão a fazer o seu trabalho , dizem e escrevem o que lhes vai na gana , perguntam ou não aos dois lados em causa se assim o quiserem , pesquizam até ao fundo ou limitam-se ao que superficialmente ouviram , confiam no anonimato da fonte e...nada lhes acontece se tramaram a vida a um cidadão , mesmo que 1º Ministro do seu País , eleito pelo povo e que , por isso merece um certo respeito.
O senhor, VPV , passou-se de todo, ou estava num mau momento

sábado, 25 de abril de 2009

NO REINO de SEVERIANO

Este cavalheiro(?) foi directamente acusado ontem , na TVI 24 , pelo Coronel Vasco Lourenço e hoje , indirectamente , pelo Coronel-deputado Marques Junior no seu , aliás bom , discurso na sessão das comemorações do 25 Abril no Parlamento, de estar a perturbar sériamente as fileiras com o chamado processo de avaliação das carreiras.
E o homem lá continua , ali sentado , na ridicula pose que tem e nos inenarráveis disparates que faz , prejudicando militares , alienando património histórico, reformando o que não deve e deixando estar o que devia reformar.....
Eo militar , coitado , lá tem de fazer a continência a este sujeito , tocar o clarim , recebe-lo sem o convidar....
Já nem dá para crer

sexta-feira, 24 de abril de 2009

NO REINO de SEVERIANO

"O ministro da Defesa já andava a irritar profundamente José Sócrates por causa das inúmeras trapalhadas provocadas pela sua gestão dos dossiês das Forças Armadas. Mas o falhanço na construção de um barco encomendado pelo Governo Regional dos Açores aos estaleiros de Viana do Castelo deixou o primeiro-ministro verdadeiramente possesso. E isto porque é uma vergonha para a indústria naval um falhanço desta dimensão. E, ainda por cima, o cliente era o Governo Regional dos Açores, comandado por Carlos César, grande amigo de Sócrates.
É evidente que os estaleiros de Viana vão pagar muitos milhões de euros de indemnização, numa altura em que a empresa apresenta milhões e milhões em prejuízos. E tudo isto é imputado directamente à forma como Severiano Teixeira tem gerido a Empordef, a holding das indústrias de Defesa. Mexeu nas administrações, lançou a maior das confusões no sector e os resultados são desastrosos.
Quando Carlos César, furioso, rompeu o contrato e fez queixas a Sócrates, a resposta não podia ser mais devastadora para o ainda ministro da Defesa. Na prática, sabe o ‘Correio Indiscreto’, Sócrates prometeu a César entregar-lhe a cabeça do ministro numa bandeja de prata em forma de navio".

Da JOANA

Perigosa via que o Predidente da Republica cria , ao receber o sindicato dos magistrados do Ministério Público.
Amanhã recebe o inefável da Fenprof , depois o dos metalurgicos de serrelharia leve , depois o dos jardineiros de plantas tropicais , depois o das lavadeiras dos ranchos do minho........
Muito mal.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

VERGONHA

Depois do que fez no jogo Real Madrid-Getafe este senhor não poderá jogar , digo eu , por um largo tempo na seleção nacional.
Penso que a dignidade nacional e os poucos valores que nos restam não permitem que um profissional de futebol que faz o que este fez envergue a camisola das quinas.
Mas já sei que nada vai acontecer . Este tiro da Cacine será exemplar único

ASSALTO


De: DECO [mailto:decolx@deco.pt] Enviada: quarta-feira, 22 de Abril de 2009 8:53


Para: Maria Rosário LimaAssunto: RE: Pedido esclarecimento / EDP
Adicionar vídeo
Exmo(a) Senhor(a),

Acusamos a recepção da sua reclamação cujo conteúdo mereceu a nossa melhor atenção.

Sobre o assunto exposto cumpre-nos informar que, com a contribuição/taxa em apreço, prevista na Lei n.º 30/2003, de 22/08 (alterada pelo Decreto-Lei n.º 169-A/2005, de 3/10) se pretende assegurar o financiamento do serviço público de radiodifusão (anteriormente efectuado pela “taxa de radiodifusão” – RDP, Antena 1 e Antena 2) e, simultaneamente, assegurar o financiamento do serviço público de televisão (RTP 1 e CANAL 2).

Esta contribuição audiovisual incide sobre o fornecimento/consumo de energia eléctrica, sendo o seu pagamento mensalmente devido e cobrado na factura da empresa distribuidora de energia eléctrica. O seu valor é anualmente actualizado à taxa de inflação e encontra-se unicamente contemplada a isenção do seu pagamento para os consumos anuais que não excedam os 400kWs.

Têm circulado na Internet alguns emails que põem em causa a legalidade desta “taxa”, ou questionando se o facto de se ser subscritor de um serviço de televisão por cabo levaria, na prática, ao pagamento em duplicado de tal “taxa”, designadamente, nas facturas da EDP e da operadora de televisão por cabo.

Ora, tal não corresponde à verdade. Para além da cobrança desta taxa ser perfeitamente legal, só as entidades concessionárias do serviço de fornecimento de energia eléctrica, designadamente, a EDP Distribuição Energia SA (a qual cobra o valor e, de seguida, entrega-o ao Estado), se encontram obrigadas a cobrar, na sua factura, o pagamento da contribuição para o audiovisual, até por se tratar de “taxa” que incide unicamente sobre os utentes do serviço de fornecimento de electricidade.

O pagamento mensal efectuado pelos assinantes de um serviço de televisão por cabo respeita a um contrato de prestação desse próprio serviço, isto é, ao acesso a um determinado pacote de canais, no qual apenas se incluem os quatro canais genéricos nacionais por imposição de lei e na defesa dos interesses dos consumidores. Não fora esta imposição legal e as empresas operadoras de televisão por cabo certamente não incluiriam tais canais, por motivos óbvios que se prendem com a concorrência comercial entre os canais ditos públicos (generalistas) e os canais de acesso condicionado (assinatura por cabo).


Sem prejuízo da sua legalidade, tem no entanto esta associação tentado, através de iniciativas várias, que o leque de isenções ao pagamento desta contribuição seja alargado, de forma a contemplar outras situações e sujeitos que, por razões sociais ou de mero bom senso prático, deveriam também ser objecto de isenção.

Não queremos ainda deixar de alertar V. Exa. para as dúvidas que nos suscita o envio destes emails, designadamente quanto ao facto de podermos estar perante uma rede organizada de prática de spam, uma vez que o seu reencaminhamento para todo o universo dos nossos contactos, permite ao remetente originário, através de um software intrusivo, aceder a todos esses endereços electrónicos, para posterior constituição de base de dados destinada ao envio de mensagens não solicitadas.

Finalmente, muito embora o seu pagamento seja obrigatório, no caso do utente do serviço de fornecimento de energia eléctrica não pretender liquidar o seu valor, deverá a empresa distribuidora facultar-lhe o direito de pagar unicamente o valor do fornecimento de energia eléctrica, sem prejuízo, obviamente, da aplicação das consequências legais do não pagamento de uma taxa (vencimento imediato dos restantes duodécimos e a sua exigibilidade em dobro, bem como pagamento dos respectivos juros de mora), através de processo de execução tributária.

Com os melhores cumprimentos,


O DEPARTAMENTO DE APOIO AO CONSUMIDOR

Ana Cristina Tapadinhas

terça-feira, 21 de abril de 2009

AGUENTA MARUJO, mais uma

O CASÃO .

Foi à viola por decisão , muito reservada do ministro ridiculo , certamente avisado pelo diplomata que nos anda a lixar.

Realmente aquilo não servia para coisa nenhuma , havia 5 empregadas para cada cliente , os preços e artigos eram modestos e parecia mais uma das imensas regalias dos militares.
Ainda por cima as empregadas , muitas primas , filhas , tias , avós umas das outras (coisa que já vinha de longe) , parece que pediam a uma perna para mexer a outra e quando entrava um cliente faziam um inestimável favor em o atender , pois o homem veio interromper a conversa com a parceira.
Aquilo serviria , quando muito , para os militares do quadro e da reserva poderem pagar os artigos a prestações que seriam descontadas no vencimento.
Enfim era um Flop e totalmente despropositado, com gastos incríveis.
Mas o que gostaria de saber era :
1º Porque não foi o Exercito a acabar com a "coisa" ?
2º O despacho , nomeadamente no que se refere ao património, é muito estranho...
Aquilo não poderá servir para muita coisa militar , nomeadamente ao "nosso" HM, por exemplo?
De qualquer modo , com proveitos ou não , excelente ou medíocre , é mais uma "regalia" que nos tiram , sem nenhuma contrapartida

segunda-feira, 20 de abril de 2009

ENGANO


DIÁLOGO QUE PRESENCIEI entre o almirante Silva Horta e o coronel Aventino Teixeira, há uns anos, no final duma cerimónia oficial.

Almirante:- Vou vestir-me à civil e mandar engomar este uniforme. Só volto a usá-lo na urna.

Aventino:- O sr. Almirante vai fardado?

Almirante:- E com condecorações! O Aventino não vai?!

Aventino:- Como dizem que é o sono eterno, penso ir de pijama, para ficar mais confortável...

Não foste de pijama, mas foste bem, Aventino. Ias de fato escuro, como pedem nos convites, preparado para enfrentares - com compostura, como se exige a um homem de bem, para mais, oficial do Exército - quem quer que nos receba.Pergunta ao Silva Horta se precisa de alguma coisa e avisa, que um dia destes posso levar-vos uma muda de roupa.
«24 Horas» de 13 de Abril de 2009
Penso que felizmente o Joaquim Letria estará enganado , pois o nosso Almirante Horta ainda nos faz companhia

EX-Catedra


"Os novos caminhos de Macau e das relações Portugal-China vão estar em debate em Lisboa, num seminário que poderá ser o embrião de um processo regular de debate e investigação sobre o relacionamento luso-chinês.O seminário 'Rumos de Macau e das Relações Portugal-China', no Centro Científico e Cultural de Macau (CCCM) entre 21 e 23 de Abril, em Lisboa, 'será provavelmente o primeiro de uma série de seminários para debater as relações contemporâneas entre Portugal e a China e a questão do estatuto de Macau. Reunindo os vários intervenientes nas questões de Macau e do relacionamento com a China, como por exemplo quadros superiores da (antiga) administração portuguesa do território e também representantes do lado chinês
.O seminário contará com contribuições de quatro ex-governadores de Macau - general Garcia Leandro (1974-1979), Joaquim Pinto Machado (1986-1987), Carlos Melancia (1987-1990) e general Rocha Vieira (1991-1999) -; dois ex-ministros dos Negócios Estrangeiros - Pires de Miranda e José Medeiros Ferreira -; Pedro Catarino - que foi cônsul-geral em Hong Kong, chefe do Grupo de Ligação Conjunto Luso-Chinês e embaixador em Pequim -; e Luis Filipe Barreto e Moisés Silva Fernandes, director do Instituto Confúcio, para 'fomentar o debate entre quem esteve no terreno e investigadores"

domingo, 19 de abril de 2009

ADIVINHA

Não ficou nas listas do CDS para o Parlamento Europeu.
Que irá fazer????
1-esperar , em silencio e disciplinadamente , que o seu partido o recompense?
2-Sair do CDS e arranjar um emprego lá fora (ou cá dentro)
3-Sair do CDS e dar luta a Portas?

sábado, 18 de abril de 2009

SILENCIO

Fazia hoje 66 anos de idade

Faz cada vez mais falta

sexta-feira, 17 de abril de 2009

MY WAY


O "barco do aborto" ou "navio da morte" , pertença da , então , organização Women on waves , foi impedido de entrar em águas portuguesas, em pleno consulado do Governo AD (PSD+CDS) , e esta operação movimentou as altas esferas políticas(5 Ministros + o 1º Ministro) e militares (com especial relevo para o CEMA.
O empenhamento destas autoridades era , penso eu , muito sincero , pois além de cumprirem a lei da república cumpriam , também , os seus proprios sentimentos. Todos , ou quase , vá lá.
Agora um tribunal internacional condenou o Estado Português a uma coima ou multa , por esse facto.
Ora Paulo Portas , o Ministro da defesa nacional de então , e grande protagonista deste caso , deveria agora, penso eu, exigir que Portugal recorra desta sentença.A verdade é que muita coisa se empenhou por uma causa e é preciso provar que essa causa era a justa e era a lei.
Caso o governo de agora não o queira fazer(o que é mau) , Portas deveria oferecer-se para pagar a multa(2000€) e envergonhar o governo para enaltecer o Estado.

NINO


É chocante. Mas deve-se ter conhecimento, para ver se , no seculo XXI , e depois da descolonização exemplar, os políticos começam a olhar doutra maneira para alguns Países quetme 500 anos de cultura lusitana.

A PROVA


HONNY SOIT....

Este Homem é o lider da oposição timorense e já foi Primeiro Ministro.

É o enviado especial do Presidente da Republica de Timor Leste para o caso da Guiné-Bissau e a sua estabilidade democrática.

É uma pessoa importante.E passou por este país.

Sabem por quem foi cá recebido e discutiu o problema de Bissau? IMAGINEM!!!!!!

Pelo diplomata que nos anda a lixar.

É claro que em Dili estão chateados. Pudera!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

NO REINO de SEVERIANO


Parece que o senhor mais baixinho partiu hoje em visita ao.....Urzebeijão!!!!!!!!!!!!!!!!!
Procurei nos orgãos da comunicação dita social e , claro , nenhum ligou pevas a este ridiculo.
Mas se fôr verdade dava amêndoas para saber o que raio vai lá o senhor fazer , além de gastar o nosso dinheiro , que tão preciso é para outras coisas

terça-feira, 14 de abril de 2009

DIVINO


Seja o Messias ou o que fôr é sempre divino.
Este alemão , feito italiano e depois , definitivamente inglês, é demais.
250 anos.

1912


Lá se foi , enquanto os passageiros de 1ª classe dançavam a Ramona.
E toda a gente dizia que era impossível.
Pois , mas aconteceu.
Também toda a gente diz que há coisas impossíveis de acontecer aqui neste cantinho , mas pode ser que aconteçam , quem sabe?

CRUZEIRO SUL

A Cacine foi enviada estes dias passados para o cruzeiro sul , de urgência , pelo que ninguém pôde ser avisado.
Peço desculpa aos visitantes que a procuraram e nada viram de novo.
A razão do cruzeiro não foi para procurar um candidato do PSD ás europeias , nem para terminar com a segada da pirataria somali, mas antes para desligar os equipamentos audio e video durante 7 dias e tentar esquecer este País , esta gente , estes políticos e este governo , em especial.
Regressamos hoje , com Vossa licença

segunda-feira, 6 de abril de 2009

GENTE QUE ME ENERVA



ABANDONADA

Caro amigo:
Três quilómetros de comprimento e 300 a 400 metros de largura. É isto a Ilha de Moçambique, uma língua de terra a rebentar de gente, onde as praias são as casas de banho e onde quase todos os edifícios ameaçam ruína. Não se percebe onde está o encanto. Mas está.À ilha, património mundial desde 1991, primeira capital de Moçambique (até 1898), chegou Vasco da Gama em 1498, na rota da Índia, e nove anos depois os portugueses ocuparam-na. É um pedaço de terra riquíssimo em história, a desmoronar-se, pedra a pedra, todos os dias mais um bocadinho.Hoje chega-se a ela por uma ponte, construída na década de 60, também a pedir reforma. E faz calor, pelo que me disseram sempre muito calor. E são casas e casas, ruas inteiras, de ruínas. E são restos da presença portuguesa em cada canto. E é a fortaleza de São Sebastião, agora a ser restaurada, depois de as figueiras bravas quase a terem consumido por inteiro, apesar de ser a maior da África Austral.Estive lá nem chegou a 24 horas, o suficiente para querer lá voltar, com mais tempo. Porque se está bem na ilha. Caminha-se sem medo nas ruas, mesmo de noite, onde as pessoas ficam à soleira da porta, nos bancos dos jardins, conversando, crianças brincando na praia ao fim do dia, quando as casas da ilha ficam amarelas, fazendo lembrar a luz de Lisboa.Vive-se devagar ali, sem medos. Quando há tempos um português foi questionar a polícia sobre um possível assalto foi preso. Acusado de espalhar boatos. É talvez, também, pela falta dele que as pessoas são excepcionalmente simpáticas e prestáveis, até com os estrangeiros, a troco de um sorriso e um obrigado.Vive-se devagar a olhar o mar calmo, a ilha de Goa ao fundo, o continente do outro lado, e dorme-se cedo, porque a vida começa ainda mais. Na manhã que me vim embora visitei a fortaleza às sete da manhã, o sol impiedoso por volta das oito, os alunos já com duas horas de classe.Conheci alguns, durante a tarde, o Diogo, de 12 anos, o Cláudio, de 13, que passam o tempo livre à cata de turistas, para os convencer a comprar uma visita guiada aos principais monumentos. Feita obviamente por eles, prometendo mais de 500 anos de história mas tropeçando depois nos factos, porque por 100 ou 200 meticais, cinco ou seis euros, não podes querer um José Hermano Saraiva.O Diogo e o Cláudio, de famílias pobres, são dois dos cerca de 15.000 habitantes, o triplo da capacidade, a maior parte em casas de colmo, a pesca por profissão e uma ilha que é um museu abandonado.Mas encanta. As pessoas. A arquitectura. As cores. O mar. A ilha.Um abraçoFernando Peixeiro
“Esta Ilha pequena, que habitamos,
É em toda esta terra certa escala
De todos os que as ondas navegamos,
De Quíloa, de Mombaça e de Sofala
E, por ser necessária, procuramos,
Como próprios da terra, de habitá-la;
E por que tudo enfim vos notifique,
Chama-se a pequena Ilha - Moçambique”.(Camões)

Com a devida vénia. Texto de Fernando Peixeiro




BOA

Mário Soares diz que Durão Barroso ".... é um rosto do passado"

sábado, 4 de abril de 2009

SURPRESA?


Corre aí que , por proposta do Conselho de CEM´s , o nosso Amigo será promovido a Major General.
Corre também aí que o Coronel Vasco Lourenço está contra , e acha um escândalo.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

PARTIU

Fez hoje , ás 2037 horas , anos que nos deixou.

Não o esqueço, nem creio que ninguém o possa esquecer.

CHAPELADAS

Eu aceito que a Comunicação dita social tem exagerado , direi até , escandalosamente este caso do Freeport em relação ao 1º Ministro , e utilizdo impunemente uma linguagem grosseira que não será devida a um Chefe de Governo.
E penso que essa mesma Comunicação , ou os jornalistas , deveriam era de se atirar aos Juizes , Magistrados , Tribunais e tudo o que cheire a justiça , porque esses sim ,são certamente os culpados das anomalias que se registam.
Mas já agora , que vejo figuras publicas levantar a voz contra esta cabala , não me lembro de as ter ouvido quando o jornal socialista Portugal Hoje e o comunista Diário fizeram o mesmo contra Sá Carneiro.
Coerencias.......

quarta-feira, 1 de abril de 2009

NO REINO de SEVERIANO

Os 3 Ramos das Forças Armadas , expontâneamente , realizaram uma gigantesca parada militar , com o brio que é peculiar , em frente ao monumento dos Jerónimos , para agradecerem ao ministro e ao secretario de estado da Defesa Nacional tudo o que têm feito pelos militares , sobretudo a sua dignificação perante a opinião publica , a sua reabilitação na história , a equiparação , que foi perdida , a outras classes , nomeadamente os magistrados e professores , e todas as mais benesses concedidas.
De facto , estas duas singulares e únicas figuras públicas , já com conspícuos créditos concedidos à sociedade e ao País , bem mereceram esta gratidão que os militares quiseram mostrar, pois o exemplo vem sempre de cima.
É pena que , vindas as eleições , eventualmente sejam retiradas da pasta da defesa nacional , e das Forças Armadas de que se auto-intitulam.
Milhares de populares , interessados e radiantes , assistiram à garbosa parada dos militares, e aplaudiram frenéticamente os homenageados

1 de ABRIL

Dizem que esta criatura real, Charles IX de França, filho de Herrique II e Catarina de Medicis , promulgou em 1564(teria ele 14 anos!!!) este dia como o Dia das Mentiras.

Em Portugal , ou "neste País" , o dia é todos os dias, desde sobretudo que este Governo entrou em funções