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terça-feira, 30 de junho de 2009

9 a 1

Parece que alguém meteu água

TÂNTALO

Devia ser decretado pelos deuses , ou pelos Portugueses de boa memória e costumes , um suplício prolongado para esta senhora , pelo mal,muito MAL, que provocou na educação dos jovens e nas terríveis sequelas que lhes trará o futuro.
Não imagino quais foram os maquiavélicos planos da senhora, mas deixar milhares, senão milhões , de jovens ignaros, incultos,de raciocinio pouco ginasticado ,de errónea interpretação da história da Pátria(acho que este terno glorioso se não usa mais) é um crime hediondo.
Deveria de haver uma providência que acautelasse estes crimes e depois que os punisse , sem remissão , ad perpetuam.
Se não acreditam vejam os exames , vejam o desinteresse dos Professores , vejam na televisão os jovens a falar , vejam a revolta dos Pais , vejam a confusão entre educação e ensino , vejam tudo ...porra

segunda-feira, 29 de junho de 2009

MADOFF

Bernard Madoff foi hoje condenado a .....150 anos de prisão , e terá de entregar milhões que lhe irão descobrir ao inferno.

Rápida justiça , esta americana. Melhor só cá.

Então não prenderam o Sr. Cebola , do Norte , por não entregar o IVA? Querem mais e melhor?
E o nosso ministro? Da maior qualidade , exemplo de vida e serviço ao País

MISSÃO


O agravamento das condições meteorológicas durante a madrugada de domingo fez com que a lancha "NRP Escorpião" atrasasse a sua chegada ao Funchal, onde vai ficar nos próximos tempos, em reforço da fiscalização e serviço SAR . Comandada pelo 2º Tenente Paciência da Silva, a lancha teve de fazer inversão no rumo e está agora abrigada em Portimão. A ida deste navio para o Funchal foi prometida durante o ano passado pelo CEMA.

domingo, 28 de junho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

ENCONTRO


Aconteceu , finalmente , ontem , no Club Militar Naval.
Morto , durante uns tempos , parece que o CMN acordou para dar alma aos seus associados , e iniciou um ciclo de conferências com temas que parecem muito interessantes e actuais e oportunos.
Lembra tempos de outrora.
Quem lá foi disse a um elemento da guarnição da Cacine que o Comandante Gouveia Melo, Comandante da Esquadrilha de Submarinos , foi excelente na sua explicação e clarissimo na sua opinião sobre o que se passa e vai passar com os dois novos submarinos (Subdente e Subpão) , integrados na nossa Armada.
Soube-se tudo , menos quem sugeriu e convidou a madrinha do Arpão (Subpão!!!)...a esposa do Dr. Mário Soares(que sempre detestou os militares e a Marinha)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Os 230

Uma vez mais vão entrar de longas férias.
Como é Bruxelas que cá manda eles pouco tem que fazer
Assim enchem o tempo com minudencias que pouco interessarão à Republica.
Ao País (não sei se à Republica também) bastariam 30 individuos , mas são 230.
Mas como para os reduzir a 30 só há 2 hipoteses:
1-Eles proprios espremerem-se
2-Intervenção de Cavalaria 7
e, como nenhuma é possível(apesar de ser essa a vontade da maioria da população), nada feito
Bons banhos

VOU LER


A biografia de Henrique Tenreiro, patrão dos mares e do bacalhau português, que fugiu pelo Largo do Carmo no 25 de Abril disfarçado de "ceguinho" e foi enterrado em 1994 com a farda da armada brasileira, é hoje apresentada em Lisboa.
Numa altura em que a crise leva muitos a afirmar que "nos tempos do Salazar é que era", o investigador da Universidade de Coimbra Álvaro Garrido dá hoje a conhecer a rocambolesca vida de um dos mais controversos oligarcas do "antigamente".
A história da vida do "patrão" dos mares ou das pescas, como lhe queiram chamar, da autoria de Álvaro Garrido, deixa a nu a estrutura eminentemente oligárquica do regime salazarista, a coberto do sistema corporativista que Henrique Tenreiro usou a seu favor com uma mestria que não deixa de impressionar.
Editado pelo Círculo de Leitores e pela Temas e Debates, o livro "Henrique Tenreiro - Um biografia política" é apresentado hoje em Lisboa, na Fundação Mário Soares, pelo historiador Fernando Rosas e deixará o seu autor, Álvaro Garrido, "fisicamente feliz se contribuir para mostrar como o regime de Salazar foi vincadamente autoritário, numa altura em que surgem muitas declarações públicas a tentar dar uma visão diferente desta realidade".
"Este livro não se destina a julgar mas sim a mostrar essa realidade. Considero que nele fica bem provado que o Estado Novo foi de um autoritarismo feroz com alguns traços repressivos e que algumas figuras que o povoaram, sendo fascinantes, mostraram que se tratava de um sistema oligárquico", referiu.
Para Álvaro Garrido, "a biografia deste homem de má memória para a maioria da esquerda em Portugal e mesmo para muito boa gente do centro ideológico pode também elucidar fenómenos estruturantes da sociedade portuguesa relacionada com práticas oligárquicas interligadas com os vários regimes políticos, não só do Estado Novo mas da Monarquia Liberal, da I República e mesmo do regime saído do 25 de Abril de 1974".
Formalmente, Henrique Tenreiro começa por ser, ainda em 1936, apenas delegado do governo junto do Grémio dos Armadores de Navios de Pesca do Bacalhau. Um cargo burocrático típico num regime corporativista. Muitos ficariam por aí. Não o nosso herói, que, demonstrando um vincado espírito aventureiro, cria em seu redor, como disse Álvaro Garrido à Lusa, "um poder fáctico, um polvo com longos braços, que incluiam a Legião Portuguesa, que chefiou, a comunicação social - era praticamente dono do Diário da Manhã -, a Fundação Salazar, a Liga dos Amigos dos Hospitais..."
A lista foi longa e de todo o seu conteúdo Henrique Tenreiro retirou poder e protagonismo, tornando-se mais poderoso do que muitos bons ministros, mas, como recorda o investigador, o oligarca era antes de mais um salazarista convicto (classificou o marcelismo como "um delírio imprudente") que acreditava piamente no papel do regime para a história e salvação de Portugal, e tudo fez para retribuir o que foi dele recebendo.
Foi por isso que ajudou a criar a imagem daquele que seria um dos principais temas de propaganda do Estado Novo: o regresso de Portugal à sua vocação marítima, esquecida pelos sucessivos regimes desde pelo menos a Monarquia Constitucional.
Para essa imagem é fundamental uma das suas criações mais geniais: a bênção dos bacalhoeiros, uma cerimónia anual na partida dos lugres para os mares do Norte que entre 1936 e 1942 se revestiu, segundo o investigador da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, de características vincadamente fascistas.
Esta cerimónia, em que o sagrado e o profano se misturavam numa exaltação do espírito nacional, serviu para Portugal como a recuperação do touro, congeminada por Fraga Iribarne nos tempos do ditador Franco, funcionou para Espanha: foi um importante factor de identidade e de mobilização da nação e do seu espírito, particularmente quando funcionando em conjunto com outras medidas do Estado Novo, como a "política do espírito" levada a cabo por António Ferro.
Essa força simbólica parece ter marcado toda a vida de Henrique Tenreiro e até mesmo a sua morte: zangado com uma Armada que nunca lhe restituiu o posto de almirante, amargurado pelo longo exílio no Brasil, onde morreu em 1994, Henrique Tenreiro fez questão de ser enterrado em Portugal, no Cemitério dos Prazeres, mas envergando a farda da Marinha brasileira e ostentando no caixão as bandeiras dos dois países.
A forma como lidou com a Revolução dos Cravos esteve também, no mínimo, à altura dos seus pergaminhos de extravagância.
O 25 de Abril apanha-o no Quartel do Carmo - é praticamente a única personalidade sem cargo ministerial no local e, ao seu estilo, tenta uma "fuga recambolesca" saindo do quartel por uma porta secreta e atravessando a multidão disfarçado de invisual.
Opta por se entregar a Costa Gomes, cumpre 20 meses de prisão e acaba por evadir-se, aparentemente com a conivência do Conselho da Revolução, que não sabia o que fazer com uma "encomenda" tão controversa.
"Como se disse na altura, Henrique Tenreiro não fugiu, fugiram-no", disse Álvaro Garrido, para quem, a partir daí, o tão poderoso "patrão" das pescas vive "politicamente morto" e amargurado, tentando insistentemente recuperar prestígio e o seu posto na Armada - que esta recusará até ao fim, em parte pelo papel repressivo que, ainda mero primeiro-tenente, teve em 1936 na revolução da ORA, uma sedição de marinheiros influenciada pela guerra civil espanhola.
Ao "reprimir colegas de armas hostis à 'situação', como diz Álvaro Garrido, Tenreiro mostrou a Salazar que podia contar com ele para garantir a obediência e lealdade de todo o subsistema do mar. A partir daí, foi o que se sabe e que o livro conta em pormenor.
O autor da obra, Álvaro Garrido, é professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde coordena o Grupo de História Económica e Social.
É também investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra e director do Museu Marítimo de Ílhavo.

24 de JUNHO

A partir deste ano 2 Santos da Igreja fazem anos neste dia.

O Porto já comemora S. João, Baptista , e quem se abalançará com S. Nuno de Santa Maria?

Se calhar deveria de ser o País inteiro , não?

terça-feira, 23 de junho de 2009

QUE CHATICE


" O haxixe apreendido hoje de manhã pela Marinha Portuguesa num veleiro de nacionalidade alemã ao largo de Armação de Pêra, numa operação em que foram detidos os dois tripulantes, ascende a "mais de cinco toneladas", segundo fonte da Armada.
Lusa "


Eh , pá , que chatice , disse o , ainda ,ministro da administração interna.

Então não devia ser a GNR a apanhar a droga em vez da "Sagitário"?
Aplaudido pelos Drs. Cadilhe e Judice .

AINDA LÁ ESTÁ


Diz o Provedor de Justiça ....porque o governador , que já ninguém ouve , não lhe facultou informação

domingo, 21 de junho de 2009

INVESTIMENTO

Grande euforia do governo , do povo , dos trabalhadores contratados , dos bancos , de todo o mundo , pelo vultoso investimento da Pescanova em Mira.
Pode representar 800 postos de trabalho e ser um importante acrescimo à exportação.
Mas cuidado....vejam o que tem acontecido aos investidores estrangeiros neste País!!!!!
Recordem as fabricas de calçado do norte , a GM , agora a Auto Europa e lembrem-se que o "tubarão" que provoca a tempestade e depois a ruína é bem conhecido e é sempre o mesmo.
Fica este registo hoje , para ver o que acontecerá , ou pode aconteçer , ou não.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

SENA

Parte do espólio que foi doado pela família de Jorge de Sena já está na Biblioteca Nacional de Portugal. Em Setembro, os restos mortais do escritor, que há 50 anos partiu para o exílio no Brasil e nos Estados Unidos, serão transladados para o cemitério dos Prazeres em Lisboa.Agora os estudiosos de Jorge de Sena (1919-1978) podem ter acesso ao espólio do escritor sem terem que se deslocar a Santa Barbara, na Califórnia onde o escritor esteve exilado e morreu.A família e a viúva Mécia de Sena doou o espólio do escritor – de que fazem parte manuscritos, objectos pessoais, obras de arte e a biblioteca do autor – à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP). E o ministro da Cultura disse na cerimónia de apresentação e depósito do espólio, que decorreu hoje à tarde na BNP, que em Setembro os restos mortais do poeta, ficcionista, dramaturgo e professor universitário vão ser transladados dos Estados Unidos para um jazigo “condigno” no cemitério dos Prazeres, em Lisboa. “O meu pai tinha o desejo de ser enterrado aqui um dia e de ter aqui os seus papéis”, afirmou Maria José de Sena, filha do escritor, que considera estar assim cumprido o que desejava o autor de “Sinais de Fogo”.“Isto é um gesto extraordinário depois do que se passou”, defendeu o ministro da Cultura. “É um gesto de civismo e de apaziguamento”. José António Pinto Ribeiro considera que a zanga entre Jorge de Sena e a sua pátria foi “muito para além daquilo que era permitido”. E recordou: “Houve pessoas que se esforçaram por o trazer de volta, mas a verdade tem que ser dita: a seguir ao 25 de Abril poucas se empenharam nisso”.Na sala encontravam-se o general Ramalho Eanes e sua mulher. O ministro agradeceu àqueles que ajudaram o país a fazer justiça a Jorge de Sena e a que se devolvesse Sena aos portugueses através da Biblioteca Nacional.Jorge de Sena é um extraordinário escritor de língua portuguesa, sublinhou. “Quando conhecemos a obra e a vida de Sena só podemos agradecer-lhe pelo que ele escreveu e por ele ter sido quem foi.”O espólio ainda não está completo Alguns dos papéis que fazem agora parte do espólio já tinham sido enviados ao longo de anos dentro de malas para Portugal. Esse era o conteúdo das cerca de sessenta caixas que se encontravam em depósito na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A essa parte do espólio do autor de “Sinais de Fogo” juntaram-se quatro caixas que vieram agora dos Estados Unidos e nos próximos meses mais chegarão a Lisboa.Da biblioteca do escritor já se encontram em Lisboa os títulos de literatura brasileira e africana de expressão portuguesa, embora não estejam expostos na mostra bibliográfica, que até 31 Julho estará na sala de referência da Biblioteca Nacional.Um barco de metal que inspirou o poema com o mesmo título é um dos objectos que já podem ser vistos nas vitrinas da exposição na Biblioteca Nacional. Deverá ter sido comprado em Santos onde o escritor esteve entre 22 e 28 de Novembro de 1937 durante uma viagem do Navio- Escola Sagres. Estão lá também a sua espada de cadete de Marinha e a carta em que prepara a família para a sua demissão da Marinha de Guerra, as alianças de casamento, treze cadernos que incluem poemas (que escrevia com caneta de tinta permanente e cujos títulos ele sublinhava a vermelho), contos, uma peça de teatro e outros textos. Também lá estão os “Diários e recordações da vida literária”, o manuscrito dactilografado de “Sinais de Fogo” e a edição do livro “Coroa da Terra – poemas de Jorge de Sena” com a dedicatória “À Mécia de todo o coração” junto a uma rosa seca que se encontrava dentro do livro e ainda muitas cartas, conferências, comentários a filmes, postais com imagens de artistas de cinema que serviam de ficha para os filmes que Jorge de Sena via.Do espólio fazem ainda parte o passaporte, fotografias de família, uma alfineteira de penas que comprou para Mécia em Dundee, um postal com a imagem do quadro de Goya que enviou para a “filhotada Sena” e onde escrevia “.... este quadro... serviu para una poesia que eu escrevi há anos pensando em vós”. E, por fim, uma caixa de chocolates e rebuçados que foi dada a Mécia de Sena nas vésperas da partida para o Brasil. “Dentro levei, no meu saco de mão, uma carta escrita e que me foi entregue pelo Dr. Bandeira de Lima, para o general Delgado, no qual lhe dizia que não era oportuna qualquer tentativa de regresso a Portugal...”, explica junto ao objecto uma legenda. Para completar o espólio doado à BNP, falta ainda chegar a Lisboa um grupo de obras pertencentes à sua colecção de arte privada. Aí se incluem obras de Dominguez Alvarez, António Dacosta, Vespeira e Bartolomeu Cid dos Santos, (datadas de 1940, 1950 e 1960) e uma pintura de José Augusto França."



quinta-feira, 18 de junho de 2009

NO REINO de SEVERIANO


DEVEM ANDAR A BRINCAR

"O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, assistiu hoje, em Kiel, Alemanha, ao baptismo e lançamento à água do submarino "Arpão", encomendado por Portugal em 2004.
O "Arpão" é um dos dois novos submarinos do tipo U-209/PN encomendados pela Marinha Portuguesa ao German Submarine Consortium, empresa do grupo Thyssen Krupp.
No total, os dois submersíveis, considerados dos mais modernos do mundo, custarão mil milhões de euros.
A compra integra-se no programa de renovação da frota da Armada, que deverá estar concluída em 2012.
O outro submarino, o "Tridente", foi baptizado em Kiel a 15 de Julho de 2008, será entregue a Portugal em 2010, e o "Arpão no ano seguinte. Depois das fases de testes e de instrução das respectivas tripulações, já em alto mar.
A cerimónia de baptismo do "Arpão" decorreu de manhã no estaleiro alemão Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW), em Kiel, e nela participaram, além de Severiano Teixeira, o chefe do Estado Maior da Armada, Almirante Melo Gomes, o chefe da Esquadra Portuguesa de Submarinos, capitão de mar e guerra Gouveia e Melo, e os deputados da comissão de assuntos parlamentares de defesa Agostinho Gonçalves (PS), Henrique Freitas (PSD) e João Rebelo (CDS-PP).
A madrinha do "Tridente" será a antiga primeira dama, Maria Barroso.
Portugal encomendou, em 2004, os dois submarinos alemães ao HDW, maior fabricante mundial de submarinos não nucleares, após rejeitar a proposta francesa do Scorpéne, dos estaleiros DCNI.
O "Tridente" e o "Arpão", com 68 metros de comprimento e uma tripulação de 32 efectivos, atingem avelocidade máxima de 20 nós e têm autonomia de 45 dias.
Os motores são movidos a "fuel cell", o que os torna particularmente silenciosos e sem combustão, dificultando o reconhecimento por forças inimigas.
A sua aquisição, decidida pelo anterior ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, destinou-se a substituir os únicos submersíveis da classe Albacora que a Armada actualmente possui, o "Barracuda" e o "Delfim", ambos em fim de vida.
O "Barracuda" é o único sobmarino português no activo, e já navega há 41 anos.
FA."Lusa


A madrinha de outro navio foi a esposa do Dr. Gama.

Os socialistas detestam os militares e estes , com Masoch no pensamento , convidam as mulheres para madrinhas dos vasos de guerra

NO COMMENTS


Equipa de Saúde Militar dos três ramos das Forças Armadas vai cumprir missão de um ano ao serviço da NATO no Afeganistão, sendo os efectivos substituídos de quatro em quatro meses.
Uma oficial médica da Força Aérea Portuguesa (FAP) deixou recentemente o ramo, pagando uma indemnização superior a 100 mil euros, para não ir para o Afeganistão, soube o DN junto de fontes militares.
Mais dois clínicos militares da FAP já "manifestaram a intenção" de pedir o abate aos quadros, para também não prestarem serviço no Afeganistão, adiantaram as fontes. Estes dois casos, que ainda não terão sido formalizados junto do ramo, são dados como saídas certas nos bastidores da Força Aérea.
A FAP, questionada terça-feira sobre o assunto pelo DN, não respondeu. Fontes da Armada e do Exército, que também participam na missão, asseguraram não haver qualquer caso do género.
Este novo contributo militar português para a força da NATO no Afeganistão terá a duração mínima de um ano e será formada por 15 efectivos dos três ramos das Forças Armadas, cabendo à FAP o comando da missão. A rotação dos efectivos ocorrerá a cada período de quatro meses, partindo o primeiro grupo no próximo dia 1 de Julho, a bordo de um avião da Força Aérea, disse ontem ao DN o porta-voz do Estado-Maior General das Forças Armadas, comandante Ramos de Oliveira.
Quanto à portaria do Ministério da Defesa Nacional que vai enquadrar a missão, o presidente da Associação de Sargentos, Lima Coelho, afirmou ao DN que "continua por publicar". "Dizem que está a ser feita. Há quanto tempo [é que o Ministério o repete]?", questionou o sargento-ajudante.
Dentro da FAP, o caso é semelhante ao dos pilotos - pelo menos mais três oficiais decidiram sair nos últimos dias, para companhias aéreas privadas, de acordo com algumas fontes - que, há anos, deixam o ramo.
No caso dos médicos, assinalou uma das fontes, um eventual alastramento dos pedidos de abate aos quadros terá repercussões a dois níveis: ao nível das missões operacionais no estrangeiro (dentro de um ramo que se assume como expedicionário) e, depois, no plano do apoio hospitalar de rectaguarda ao universo dos militares, que inclui os da reserva e reforma e, em certas situações, os familiares.
A dificuldade da Força Aérea em conseguir nomear médicos para a missão da NATO no Afeganistão é apenas a última expressão de problemas com que os ramos têm lidado ao longo dos anos, tanto a nível operacional como de treino e no próprio dia a dia dos hospitais.
A título de exemplo, é frequente lembrar-se a história - ocorrida há alguns anos - de um director do hospital de Marinha que, segundo a expressão de caserna usada por uma das fontes, "acabou enconstado à parede" por tentar que os médicos militares cumprissem um horário mínimo naquela unidade.
A verdade é que, como enfatizou outra fonte, o universo militar é insuficiente para garantir aos médicos o treino e o número de actos clínicos suficientes para ganhar e manter competências clínicas e técnicas (como é o caso dos cirurgiões, por exemplo). Daí que muitos desses profissionais optem por trabalhar em hospitais civis e tenham consultórios particulares (também por questões salariais) -, algo que deveria ser adequadamente "tratado no âmbito da reforma da Saúde Militar"

terça-feira, 16 de junho de 2009

AINDA LÁ ESTÁ

Cita , muitas vezes , os seus colegas estrangeiros ...mas certamente nenhum deles se atreve a ser indelicado , convencido de não se aguentar, e para não dizer malcriado, numa Comissão Parlamentar.
Só neste Zimbabwé, é que uma criatura destas , protegido pelas maiorias , depois de ter atravessado os maiores "tachos" nacionais (Caixa e há longos anos no Banco de Portugal)-já por ele passaram 5 ministros-e mostrando agora as suas fragilidades , se atreve a , sem nada lhe acontecer , tomar as desabridas atitudes de hoje.
Se a dita Comissão nada fizer , então é porque merece este comportamento dos inquiridos e , espero , que registe estes momentos para o futuro.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

REFORMAS MNE



ALBERTINO FREITAS FARIA CHANCELER SECRETARIA -GERAL € 2 103,80
ANTÓNIO EDUARDO VASCONCELOS CALADO LOPES ASSESSOR PRINCIPAL SECRETARIA -GERAL € 2 172,04
EDUARDO JOSÉ SALCHER FERNANDES OLIVEIRA MINISTRO PLENIPOTENCIÁRIO 1.ª CLAS SE SECRETARIA -GERAL € 3 615,66
ERMEZINDA FÁTIMA JESUS LUÍS BASTOS ALMEIDA VICE -CÔNSUL SECRETARIA -GERAL € 8 058,67
JOSÉ JORGE PIRES AUXILIAR ADMINISTRATIVO SECRETARIA -GERAL € 791,98
MARIA LOURDES BORGES SOUSA ROSA CHANCELER (CONSULADO EM PARIS) SECRETARIA -GERAL € 1 078,07
MARIA RITA PARADA REIS ASSISTENTE ADMIN. ESPECIALISTA SECRETARIA -GERAL € 937,23

domingo, 14 de junho de 2009

NO REINO de SEVERIANO



Exº Sr Dr Nuno Sá Costa:
reproduzo a carta hoje recebida do Gabinete de S Exª o Primeiro Ministro, onde se retoma que a questão da execução do acórdão do STJ foi remetida a S Exª o Ministro da Defesa, donde continua a não nos chegar qualquer sinal positivo (nem negativo) , como S. Ex.ª o PM bem sabe e com obrigação de saber. Como daqui também se extrai que S. Ex.ª o Primeiro Ministro e Chefe do Governo está perfeitamente ao corrente do impasse em que se arrasta um acórdão do STJ perfeitamente inequívoco, cuja análise não parece envolver matéria para tão prolongada reflexão, peço-lhe que mantenha como bem a eleger à penhora, e salvo melhor opinião, também a viatura de S. Exª o Primeiro Ministro, e/ou Presidente do Conselho de Ministros, enquanto solidariamente responsável, atento o disposto no nº 2 do artº 191º da Constituição da República.
Entretanto sugiro que pondere a oportunidade de qualquer apoio no terreno, por parte do Gabinete jurídico da Associação de Oficiais das Forças Armadas, da qual sou associado, e que estará, naturalmente, em melhores condições para referenciar, localmente, os bens a designar à penhora, caso continuemos até ao final da presente semana, sem um claro e célere desbloqueamento do assunto.
Com os melhores cumprimentos

Artur Teófilo da Fonseca Freitas. Cor Refª

From: Artur Freitas
To: Primeiro ministro
Cc: Dr Nuno Sá Costa ; gabinete do CEME ; gabinete de Relações Públicas do EMGFA
Sent: Tuesday, June 02, 2009 2:20 PM
Subject: execução de sentença

Sr. Primeiro Ministro
Excelência
sem qualquer reacção, dentro do prazo, mais que razoável, sugerido pelo meu advogado (Dr. Nuno Sá Costa com escritórios na Rua de Camões, 378, 1º, 4640 147 Baião), sobre o email em que solicitava a execução do douto acórdão do STJ em que o Estado sai condenado no processo que me diz respeito e que se arrastou penosamente durante oito anos, resta-nos avançar, in extremis, com uma acção executiva, em cujo contexto iremos eleger como bens a penhorar, as viaturas de representação de V. Exª e de S Exª o Ministro da Defesa, com a efectiva apreensão das mesmas e entrega dos documentos e chaves, logo que referenciarmos as respectivas matrículas, a menos que até lá nos chegue indicação do pronto acatamento da sentença, o que poderá ser coordenado com aquele ilustre causídico.
A bem da Nação
Artur Teófilo da Fonseca Freitas
R.5 de Outubro, 63-2º
4600 044 Amarante

NAO DÁ P´RA CRER

A PROSEGUR defende a GNR em Armação de Pera

sábado, 13 de junho de 2009

NAO DÁ P´RA CRER



"Del fado se dice que es el más tradicional de los estilos musicales portugueses, que se canta en el idioma del país vecino y con el simple acompañamiento de la guitarra portuguesa. Hasta que llegó María Berasarte. "Quería hacer un disco de fados tradicionales, en castellano y sin guitarra portuguesa. ¡A quien se lo cuentes no se lo cree! ¡Es de locos!". Pero ahí está: 'Todas las horas son viejas' reúne 11 fados tradicionales de Lisboa, pero cantados en español y acompañados de una guitarra clásica.
Y como no fuese suficiente atrevimiento, el próximo día 13 —día de San Antonio, patrono de la capital portuguesa— María presenta el disco en Lisboa, en el simbólico Castillo de São Jorge, en las fiestas de la ciudad. "Me da un poco de vértigo pero me apetece muchísimo. Lo tengo visualizado ya: estar ahí arriba, la vista sobre el Tajo... no hay muchos sitios así. Es el lugar y la fecha ideal para presentarlo".
María Berasarte canta el fado como lo siente. No se paró a pensar si lo que hacía era nuevo o arriesgado, o lo que pensaría la gente. "¿Arriesgado? En esta profesión todo es arriesgado. Yo fui al fado tradicional, donde las letras pueden ser cambiadas y fui siendo española, defendiendo mi realidad y mi manera de ser, mi verdad y mi idioma que es en el que voy a decir mejor las cosas. Es verdad que en español no suena igual, pero también era un reto."
El resultado es sorprendentemente bonito. En el disco no hay guitarras portuguesas pero hay el mismo sentimiento. Las frases se dicen en español pero cantan el mar, el desamor, la añoranza o la morriña. Y hay flamenco y un poco de jazz. Pero todo tiene una unidad y una coherencia que hace posible escuchar el disco del inicio al final sin que este fado en español suene a sacrilegio.
Colaboraciones portuguesas
El álbum se hizo realidad en nueve meses de ideas y tres de grabaciones en Oporto. El portugués José Peixoto le prestó la guitarra clásica, Tiago Torres da Silva escribió las letras en español y María Berasarte puso la voz. Además, está el contrabajo de Carlos Bica, el acordeón de Filipe Raposo y guitarra flamenca. "Quería hacer un disco desde fuera, sin meterme en la parte más fadista, que se vea que era de otro sitio, dando la cara, de manera natural, pero trabajando con portugueses para que hubiera un filtro".

El disco de María Berasarte.
Aún no ha presentado el disco pero ya se ha ganado a Portugal, consiguiendo la admiración de algunos de los más antiguos cantantes de fado, como Carlos do Carmo. "Le enseñé el disco, tardó un poco en contestar pero luego entendió lo que hice". No sólo lo entendió sino que le gustó y la apadrinó desde el primer momento. "Cuando me di cuenta estaba cantando en el Pabellón Atlántico en el 45 aniversario de Carlos do Carmo".
La conexión de María Berasarte con Portugal viene de lejos: "Mi madre es gallega y siempre he tenido mucho contacto con Portugal, tengo la sensación de que es una segunda casa". Y, en determinado momento el fado la cautivó. "Un día estaba viendo un reportaje de televisión y lo escuché. Era Amália, cantando 'Estranha forma de vida' y de repente sentí algo".
Pero se resistió. Tanto que este álbum casi no existe. "Ya tenía todo el repertorio elegido cuando mi madre me dijo: 'María, yo creo que deberías hacer un disco de fados'. ¡No veas la discusión que fue aquello! Pero la verdad es que me dio donde más me dolía", cuenta.
Sensible pero no triste
Del género musical que abraza en este disco destaca la sensibilidad y la fuerza con la expresa los sentimientos, pero rechaza que siempre se le asocie con la tristeza: "Lo que me encanta es que dice todas las cosas, alegres o tristes, pero elevadas a la máxima belleza. Emociona, sus historias envuelven a las personas, pero sienta bien, no entristece. Tiene una elegancia, una dulzura especial. Y luego, cantar a partir del silencio, que eso es algo que el fado lo respeta mucho. Le da un lugar. La luz se apaga, se cierra la puerta... no sé, se crea algo más."
"Siempre he tenido una conexión con el fado, pero con mucho respeto y miedo también"
Se nota que el fado es algo que lleva dentro, que no ha aparecido de casualidad pero que siempre ha sido parte de su crecimiento como artista: "Uno de los géneros más clave en mi vida fue el fado. Estudié ocho años en la escuela clásica de canto en Madrid, pero sabía que necesitaba que algo pasara en mí, para que pudiera salir yo en el escenario y ser yo la que cantaba realmente".
Pero a la vez que le cautivaba, también le imponía mucho. "Siempre he tenido una conexión con el fado, pero con mucho respeto y miedo también. Para mí, este disco ha sido avanzar conmigo misma. Apoyarme, no como fadista pero como cantante, cantante vasca que canta fados".
Su identidad es algo que reafirma en cada canción. "Mi fado tiene un poco más de luz, como si abriera una ventana y me liberara". Ahora, María espera que España reciba su trabajo tan bien como Portugal. "Yo creo que hay mercado para un disco de fados aquí. A la gente le gusta mucho el fado. ¡Demasiado! Pero no se atreven, no saben ni uno por el idioma. Ahora espero ayudar a destapar esa relación que está un poco escondida".
Pasado el vértigo inicial, María Berasarte asume el fado como suyo. A su manera, pero sin quitarle la esencia. Y el 13 de junio, con el Tajo al fondo, las luces se apagarán y será su voz la que romperá el silencio. "

NO REINO de SEVERIANO

Estes sujeitos , ávidos de protagonismo e passeatas , ainda não perceberam que os militares dos PALOP querem ver lá MILITARES(se possível os que combateram) e não políticos que nem sabem o que é um obus, um PALOP , e África.
Mas insistem!!!!!!
"O secretário de Estado da Defesa, João Mira Gomes, prometeu hoje em Maputo que Portugal vai continuar a apoiar a reestruturação das Forças Armadas de Moçambique, com apoio técnico e atribuição de bolsas de estudo.Mira Gomes visitou hoje a Escola de Sargentos das Forças Armadas de Moçambique, localizada em Boane, perto de Maputo, e que Portugal apoia em permanência com um director técnico de formação, além de outros formadores que pontualmente trabalham no local.O secretário de Estado, que está em Moçambique para participar nas comemorações do 10 de Junho, tem encontros ainda hoje com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Henrique Banze, e com o Ministro da Defesa de Moçambique, Filipe Nyussi.“A escola de sargentos é um projecto muito importante para a reestruturação das Forças Armadas, juntamente com a Academia Samora Machel”, salientou Mira Gomes, depois de uma visita ao local.A escola, disse à Lusa o Brigadeiro Victor Muirequetule (responsável do estabelecimento), abriu em Março do ano passado e tem actualmente mais de 150 alunos a frequentar o curso de Sargentos, tendo Portugal “apoiado a concepção curricular”. “Esperamos agora avançar para áreas como a da biblioteca”, acrescentou.Além da escola de Boane, Portugal dá apoio à Academia Militar, situada em Nampula, norte do país, e à Escola de Fuzileiros, perto de Maputo.Em Nampula estão em permanência três oficiais e um sargento, “além de assessorias temporárias, de seis meses”, explicou à Lusa o oficial Matos Luís, em permanência em Nampula, onde os portugueses “apoiam o funcionamento e organização da Academia”.“Damos apoio nas três áreas da academia: direcção pedagógica, alunos e comando e apoio de serviços”, disse o responsável, explicando que a Academia forma oficiais para a Marinha, Exército e Força Aérea, com Portugal a fazer aconselhamento pedagógico e a dar apoio técnico aos professores dos três ramos.A Academia foi criada em 2005 e tem quase 500 estudantes, os primeiros a serem graduados em Outubro próximo. “O modelo de formação é o nosso modelo. Não é cópia directa porque não podia ser mas é muito semelhante ao nosso”, disse Matos Luís.Além do apoio de técnicos, Portugal ofereceu à Academia um simulador de navegação marítima e outro de navegação aérea, e está também a apoiar a biblioteca do Centro de Medicina.Além da Escola de Sargentos e da Academia, Portugal apoia ainda com técnicos a Escola de Fuzileiros de Catemba, igualmente nos arredores de Maputo.Mira Gomes participa hoje numa recepção oferecida à comunidade portuguesa pela Embaixada de Portugal e termina a visita na manhã de quinta-feira."

quarta-feira, 10 de junho de 2009

10 de JUNHO


Mas afinal , agora , comemoramos o quê?
A raça? O Império? O Combatente? os valores?
Só de nos verem reunidos junto ao monumento os dirigentes fogem como pardais , com medo que se pegue a peçonha .

terça-feira, 9 de junho de 2009

NO COMMENTS

CRISE socialista

NAO DÁ P´RA CRER


Não tem bens!!!!!!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ELEIÇÕES

Com nulidades destas não admira que percam

HOJE

PARABENS ao Vencedor das eleições para o Parlamento Europeu
Mas não se esqueça , amigo , que quem o elegeu foram sómente 26% de 38% dos Portugueses , e só os recenceados.Porque há mais!!!!!
Faça lá as contas que eu não estou para isso e nem sei bem fazer
Mas de 100 Portugueses só votaram 39 e destes só 12 votaram em si. Acha bem? ou melhor , e sinceramente , acha que representa quem?

sábado, 6 de junho de 2009

VERGONHA

Uma vergonha fazer jogar PEPE na seleção de Portugal depois de este jogador ter feito o que fez no Real Madrid.
Isto é contra o "fair play" que a FIFA prega , contra a ética , contra o brio nacional , enfim UMA VERGONHA.
E esta vergonha , que o selecionador faz para tentar fugir à incompetência que revela , também só é possível com a vergonha de presidente da feredação que ainda temos e que , como o governador do banco central , tem as solas das botas coladas

sexta-feira, 5 de junho de 2009

DOMINGO

A Cacine vai fundear cedo para permitir que a guarnição vá exercer o direito de voto.
A esmagadora maioria dos embarcados é a favor da obrigatoriedade do voto , o que seria justo no sistema democrático que o povo Português escolheu , em devido tempo.
Mas como os 230 nao querem , e lá saberão porquê , estamos assim , sendo que qualquer dia o Governo da Nação representa 51% de 20% de portugueses.
Não sei em quem o pessoal vai votar , mas sei duas coisas muito importantes:
1-Vai votar
2-Não vota "nulo"
Eu sei bem a quem vou dar o meu precioso voto

ESTÃO A BRINCAR ....


O que faço amanhã?
Então ás 8 vou ao meu SPA , depois tomo o pequeno almoço na Garrett enquanto a minha criada me compra os jornais ingleses , depois o meu motorista leva-me no Mercedes S 300, deste ano , almoçar ao Porto de Santa Maria, depois......
Os depositantes do BPP? Oh , amigos , não falo de minudências

quinta-feira, 4 de junho de 2009

NO REINO de SEVERIANO



Se o Exército acumula problemas com os atrasos na entrega do blindados Pandur, na Marinha a situação é mais negra e os Fuzileiros nem um único têm, dos 20 previstos. Dos nove para este ano, a entrega encolheu para quatro.
A informação foi recolhida pelo JN na sequência do exercício que ontem decorreu nas imediações da cadeia de Pinheiro da Cruz, com o desembarque de uma força anfíbia, protegida por meios navais, entre os quais a nova fragata "Bartolomeu Dias", das duas a entregar pela Holanda. O exercício, designado Contex/Fibex, onde esteve presente o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, previa um cenário de intervenção de uma força de fuzileiros num cenário de conflito, com recurso a armas pesadas.
Mas se o exercício deu bons resultados, era bem visível que os fuzileiros criaram uma testa de ponte, progrediram na zona de costa para enfrentar um inimigo fictício, mas nem sequer dispunham de um único blindado para dar protecção aos homens ou proteger o movimento pelo fogo.
E o escalão de forças empenhadas era o mais alto do Corpo de Fuzileiros, ou seja, pressupunha o emprego do Batalhão Ligeiro de Desembarque (BLD) - no exercício era de 340 homens, mas que pode crescer até 800 -, o que normalmente faria supor já o emprego de meios blindados.
Foi, aliás, neste sentido que a Marinha quis entrar no programa de aquisição do Pandur, ao lado do Exército, em benefício dos Fuzileiros, para aquisição de um total de 20 viaturas blindadas. Para este ano estava prevista a entrega de nove blindados, mas os últimos dados dão conta de que, afinal, só chegarão quatro e em Dezembro.
Nota:entretanto o navio de apoio francês nestes exercícios já ontem zarpou para ajudar nas pesquisas da trajédia do voo da Air France

quarta-feira, 3 de junho de 2009

OUTRORA

Sim , eu já fui Português.
Já tive um Império , já toquei no oiro , já cheirei a mirra.
Agora resta-me , que eu saiba, poder gritar.
Mas isso pouco me apetece e já nem posso
Foto , espantosa , de Isabel Salazar

NO REINO de SEVERIANO

Mudar Alfeite para SA põe em causa a indústria naval, avisa Ilda Figueiredo
Ao transformar o arsenal do Alfeite numa SA - sociedade anónima já em Setembro, o Governo está a atacar a soberania nacional sobre o seu território marítimo e também as condições de vida de pelo menos 400 trabalhadores, acusa Ilda Figueiredo.
Na visita que fez esta manhã ao arsenal, Ilda Figueiredo ficou a saber que no processo de transferência da Marinha para o ministério da Defesa, a empresa passará a chamar-se Arsenal SA, ficando dependente de uma holding que agregará também os estaleiros de Viana do Castelo.
Esta é uma estratégia que "põe em causa a própria indústria naval portuguesa", avisa a candidata. Dos actuais 1200 trabalhadores, "pelo menos 400 irão transitar para a bolsa de mobilidade, com redução de salário". Nesta lista não estarão, segundo a candidata da CDU apenas trabalhadores indiferenciados ou com idade mais avançada, mas "trabalhadores especializados, com conhecimentos adquiridos, e também muitos jovens". Os trabalhadores já começaram a ser contactados.
PS:Mas sabemos que isto é só conversa eleitoralista , pois toda a gente sabe que a decisão do ministro é de uma inteligência superior e que o Arsenal do Alfeite vai certamente atingir os elevadissimos niveis de produção , a eficiência e a credibilidade internacional que , já sob a égide do ministro e do seu ajudante, têm conseguido os estaleiros de Viana do Castelo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A BEM DA CIÊNCIA

Uma hora depois de os corpos chegarem à base Dover da força aérea norte-americana, em caixões envoltos pela bandeira dos Estados Unidos, eles passam por um processo que jamais havia sido utilizado para com as baixas fatais de guerras anteriores.
Ttodos os militares mortos em serviço no Iraque e no Afeganistão passam por tomografias computadorizadas e autópsias, executadas por patologistas do Sistema de Legistas Médicos das Forças Armadas. .
Os procedimentos combinados resultaram em grande riqueza de detalhes sobre ferimentos causados por balas, explosões, estilhaços e queimaduras -e essas informações revelaram deficiências em blindagem corporal e proteção de veículos, e levaram a melhorias nos capacetes e nos equipamento médicos utilizados no campo de batalha.
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The New York Times