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quinta-feira, 30 de julho de 2009

SÓ CÁ


Querem acabar com os ricos!!!!!!!!!!!!!!!!
Eh , mesmo. Na Europa do sec XXI , cá , neste canto , querem acabar com os ricos.
Não é acabar com os pobres . É acabar com os ricos.
Só por mero exemplo. Se não fossem os ricos este Cavalheiro vivia de quê?

segunda-feira, 27 de julho de 2009

20000


Com grandes dificuldades de comunicações , mesmo com o grande telegrafista que temos , aqui vai um grande obrigado aos visitantes.

20000 milhas é obra , para os pequenos

quinta-feira, 23 de julho de 2009

CRUZEIRO SUL

A Cacine foi mandada navegar para fiscalização no cruzeiro sul por período pequeno mas confidencial.

Só excepcionalmente poderá ser quebrado o "silêncio radio" , mas a escuta será mantida H24.

NO COMMENTS

E para onde foram?

NO COMMENTS

Palma Inácio.

faleceu , infelizmente , mais um cidadão.

Só o lembro aqui , para poder recordar outros , que tendo lutado como este , mas em sinal contrário , são permanentemente , e deliberadamente , esquecidos.

E o objectivo , a liberdade , era o mesmo

quarta-feira, 22 de julho de 2009

PARABENS


"Foi o Rei D. Luís, o único monarca português que comandou navios, quem começou por escrever a história do Museu de Marinha. A 22 de Julho de 1863, decreta a constituição de uma colecção de testemunhos relacionados com a actividade marítima portuguesa. Este museu nasce da vontade manifestada por este monarca, de enorme sensibilidade artística e cultural, em conservar um passado histórico, tão presente, ainda, na memória colectiva nacional.

Mas o Museu também reflecte o louvável esforço de preservação, que se observou durante os séculos XVI e XVII. Foi o caso da Rainha D. Maria II, que em muito contribuiu para a constituição do núcleo de peças inicial deste museu, ao oferecer à
Real Academia dos Guardas-Marinha - predecessora da Escola Naval - os modelos de navios existentes no Palácio da Ajuda.

Antiga Escola Naval
A Escola Naval, então situada nas instalações do Antigo Arsenal da Marinha, surge como o local possível para albergar este tesouro histórico que, entretanto, começou a ser alvo de um interessante trabalho de pesquisa e musealização, liderado pelo seu Director Comandante Joaquim Pedro Celestino Soares.
Entretanto, inúmeras diligências são efectuadas, desde a concentração e conservação da colecção junto da Biblioteca de Marinha, até à tentativa de criação e instalação de um Museu Nacional de Marinha, entregue à direcção da Liga Naval Portuguesa, em 1909. Tal instalação nunca chegou a efectuar-se.
Em 1916, um incêndio de grandes proporções, destrói grande parte da colecção entretanto reunida.
O Museu Naval Português assume-se como projecto museológico decorrente da antiga colecção, começada a reunir desde o século XVIII, tomando forma a partir de 1934, albergado provisoriamente na Escola Naval, torna-se uma componente activa de formação. É, também, neste mesmo ano que se cria uma comissão instaladora para conceber o ante-projecto e o programa de obras do edifício anexo ao Mosteiro dos Jerónimos.
Falar da história do Museu de Marinha significa, também, falar do seu grande benemérito Henrique Maufroy de Seixas. Assume uma importância vital para esta instituição, ao legar em testamento, em 1948, a sua vasta e valiosa colecção particular, a que chamou de Museu Naval.

Palácio dos Condes de Farrobo
O clausulado do testamento, obrigava a que fosse encontrado um imóvel suficientemente digno e preparado para receber e exibir esta colecção, para o qual o Mosteiro dos Jerónimos, por todo o seu carácter histórico e simbólico, se propôs como opção ideal. Contudo, este acervo museológico acabou por ser instalado na Biblioteca e Museu de Marinha tendo sido, posteriormente, transferido para o Palácio dos Condes de Farrobo (Palácio das Laranjeiras) onde permaneceu, provisoriamente, entre 1949 e 1962.
Após promulgação e reestruturação orgânica do museu e seu regulamento, em 1959, estavam reunidas as condições para iniciar uma nova e derradeira etapa na vida desta instituição.


Foi, pois, a 15 de Agosto de 1962 que o Museu de Marinha abriu oficialmente as suas portas, nas alas norte e poente do Mosteiro dos Jerónimos, junto do qual se construiu, mais tarde, um amplo pavilhão para exposição das galeotas e um complexo destinado à direcção e serviços."
Faz hoje 146 anos de existencia.

Esperemos que lhe dê sorte esta efeméride, para este governo , finalmente , resolver o assunto , ou a teimosia do Director , do museu de Arqueologia , e assim permitir a tão desejada e necessária ampliação.

terça-feira, 21 de julho de 2009

DE VOLTA


Quase 30 anos depois de ter sido transferido para a ilha Terceira, nos Açores, o Farol de Cacilhas, Almada, voltou às origens e já ilumina o rio Tejo. Com 12 metros de altura, a torre vermelha foi recebida com entusiasmo pela população.
Centenas de pessoas marcaram presença, anteontem, na cerimónia oficial de recolocação do farol em Cacilhas, perto do local onde foi instalado pela primeira vez em 1885. Para muitos, aquele património traz recordações do antigamente.
"O farol marca Cacilhas. Quem é de cá fica contente. Pode não ser nada para as outras pessoas, mas para nós significa muito", diz Vítor Costa, de 80 anos, que ainda se lembra de atravessar o Tejo vindo de Lisboa e ouvir o sinal sonoro que o farol emitia.
A extremidade de Cacilhas, junto ao cais de embarque da Transtejo, é agora um miradouro com vista sobre o rio e Lisboa. "À roda do Farol tem uns bancos para as pessoas se sentarem. É um local aprazível para se estar a desfrutar do rio e do farol", considera António Correia, de 73 anos, dizendo que a peça lhe faz recordar a infância.
O momento foi também de nostalgia para o chefe do Estado-Maior da Armada, Fernando Melo Gomes. "Este farol acompanhou-me na vida de mar durante muito tempo. É com grande prazer que o revejo aqui", referiu.
Extinto em Maio de 1978, devido à falta de utilidade para os navegantes e às obras de construção do novo terminal fluvial de Cacilhas, o farol, com 1,70 metros de diâmetro, foi instalado em 1983 na Ponta do Queimado, na ilha Terceira, nos Açores, após um sismo ter destruído parcialmente o antigo farol da Serreta.
Para voltar a casa, o Farol de Cacilhas teve de ser restaurado. As obras custaram 40 mil euros e foram suportadas pela Câmara de Almada, no âmbito de um protocolo com a Marinha Portuguesa. "Não encandeia, não vai comandar a navegação e o tráfego marítimo, mas tem uma luz especial que ilumina futuros. Um futuro de modernidade que respeita o passado", realça o vereador da Cultura, António Matos.

Fonte JN

"Sobre o Farol de Cacilhas:
Esta peça de sinalização funcionou em Cacilhas entre 31 de Dezembro de 1885 e 18 de Maio de 1978, tendo depois sido desmantelado e deslocado para a Ponta do Queimado, na freguesia da Serreta, na ilha Terceira (Açores). Com a modernização dos sistemas de sinalização marítima, o Farol foi depois definitivamente desmantelado. A pedido da Câmara Municipal de Almada, a Marinha Portuguesa concordou na cedência desta emblemática peça patrimonial ao concelho.Iniciou-se então o processo de restauro do Farol, composto por uma torre cilíndrica de ferro, com 12m de altura e 1,70m de diâmetro. As obras foram executadas pelas oficinas da Direcção-geral de Faróis, em Paço de Arcos, e foram suportadas pela Câmara Municipal de Almada, em 40 mil euros, na sequência de um protocolo entre a Marinha e o Município.PRINCIPAIS DATAS31 DEZ 1885 – Um aviso aos navegantes dava conta da entrada em funcionamento de um novo farol no Pontal de Cacilhas, cujo objectivo era delimitar o limite sul da zona de fundeadouro.O farol consistia numa torre cilíndrica vermelha, emitindo uma luz fixa branca num sector de 342º, com um alcance nominal de 11,5 milhas.18 MAI 1886 – Instalado sinal sonoro constituído por um sino e um aparelho de relojoaria.01 JAN 1905 – Colocado um dispositivo destinado a encobrir a lanterna durante cinco segundos por minuto, conferindo-lhe uma característica que o distinguisse das luzes de alguns paquetes que frequentavam o Tejo.1918 – Foi desligado devido à 1ª Guerra Mundial.01 MAR 1927 - Passou a funcionar a gás acetileno e válvula solar. Foram-lhe colocados painéis de plástico azul que lhe conferiram uma luz verde a fim de estar conforme o estabelecido para as luzes de portos pela Comissão Internacional de Farolagem.26 JAN 1931 – Instalado um sinal sonoro pneumático em substituição do Sino e aparelho de relojoaria, que foram cedidos ao Instituto de Socorros a Náufragos para instalação na Praia da Ericeira servindo de chamamento dos pescadores em situação de nevoeiro.01MAR 1957 – Foi electrificado, sendo ligado à rede pública e instalada uma lâmpada de 500 W, passando a emitir um relâmpago verde de 0,3 segundos, seguido de uma ocultação de um segundo, com um alcance de 17 milhas.18 MAI 1978 – Extinguido por falta de utilidade para os navegantes e por motivo das obras de construção do novo Terminal de Passageiros de Cacilhas. Foi desmantelado e seguiu para os Açores.29 DEZ 1983 – Demolição antigo farol da Serreta, parcialmente destruído por um sismo, e instalada a torre metálica e lanterna do extinto Farol de Cacilhas"

Fonte Terra Portuguesa

domingo, 19 de julho de 2009

COITADA

Mas que enorme sacrificio que ela fez em ir na lista de Antonio Costa para a Câmara de Lisboa , e com lugar elegível.
Um sacrificio por amor a Lisboa , aos lisboetas , aos portugueses . à Pátria ,à Europa e aos PALOP.
Um sacrificio que merece que a sua posse seja nos Jerónimos.
E a quem será a continência que ela está a fazer?

PARABENS

Farias hoje 75 anos , se estivesses comnosco , como deverias de estar.
Muita coisa , senão quase tudo , seria diferente.
Lá onde descansas , pega este abraço , que vem de muito tempo e de muito longe

sexta-feira, 17 de julho de 2009

BRAVO ZULU


No passado dia 23 de Junho, no início dos trabalhos de uma sessão pública da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa, foi apresentada uma moção de apoio à guarnição da fragata "Corte Real". Foi proponente desta moção o sr. Cte. Joaquim Ferreira da Silva, oficial da Marinha Mercante, membro activo da Sociedade de Geografia e nosso estimado colaborador e amigo. Pelo seu interesse e oportunidade, devidamente autorizados pelo autor a quem vivamente felicitamos, transcrevemos abaixo o teor da moção :"Que seja enviada à guarnição da fragata Corte Real, uma mensagem, que expresse o nosso maior apreço pelo êxito da acção desenvolvida no combate à pirataria no Golfo de Aden.A Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa não pode deixar de registar a sua satisfação pelas actividades dos nossos marinheiros naquelas águas, que muito contribuiram para a segurança do transporte marítimo e das guarnições dos navios que por elas cruzam. A comissão daquele navio da nossa Armada, que decorreu numa zona de clima agreste, com temperaturas médias de 40º, humidade advinda das monções que entorpece os ossos e condições de mar difíceis para a intervenção de pequenas embarcações, constituiu um excelente contributo para o colapso de varios ataques piratas, sem causar vítimas, e teve um recebimento muito expressivo em várias partes do mundo.Por tal, a guarnição da "Corte Real" não pode ficar isenta do agradecimento da sociedade civil, que deve orgulhar-se daqueles portugueses, que lá longe de suas terras e famílias, muito dignificaram Portugal e contribuíram para o sucesso do objectivo que lhes foi atribuído: a segurança da navegação naquelas águas."Esta moção foi escutada com atenção pelos muitos presentes, tendo sido, no final, calorosamente aplaudida.
Fonte:Revista de Marinha

quarta-feira, 15 de julho de 2009

USS EISENHOWER


Em Lisboa , frente a São José de Ribamar .
O curioso é que tem um navio grande da Coast Guard ao lado , pairando por perto.
Será que é já para treinar a GNR?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

REGISTO


As Forças Armadas e Cruz Vermelha Portuguesa assinaram hoje um acordo de cooperação para "responder aos desafios do século XXI", que permite o intercâmbio na formação de quadros especializados, a cedência de equipamentos e colaboração em situações de catástrofe.
Durante a assinatura do protocolo entre os três ramos das Forças Armadas e a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), realizada no palácio Conde d'Óbidos, em Lisboa, o presidente da instituição, Luís Silva Barbosa, destacou "a aproximação" entre militares e as "missões humanitárias e civis" nos últimos anos e a importância deste género de acordos, num mundo onde "as populações civis têm sido uma grande parte dos alvos escolhidos" em diversos tipos de ataques.
O novo acordo permite um intercâmbio na área da formação entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea - que passam a poder ministrar sete cursos para equipas de emergência da CVP - e a Escola de Socorrismo, a Escola Superior de Saúde, a Escola Superior de Enfermagem e o Departamento de Relações Internacionais da CVP - que disponibilizam quase duas dezenas de licenciaturas, pós-licenciaturas e cursos de formação para os militares.
O Presidente da CVP, Luis Barbosa, é um cidadão altamente responsável e considerado. Mas será que alguém que anda por lá bem perto o será também?
Porque não perguntam a uma ministra?
Só mais um ponto. Porque se assinou o protocolo na sede da CV e não no EMGFA?

SÓ CÁ FALTAVA ESTA


"O ministro da defesa, o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas e o chefe de Estado-Maior da Armada visitam terça-feira a fragata Côrte-Real, de regresso após quatro meses a combater a pirataria na Somália.
nuno severiano teixeira, o general Valença Pinto e o almirante Melo Gomes fazem terça-feira de manhã uma visita à tripulação do navio da Marinha Portuguesa, estacionado na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, e que comanda a Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1), a força da Aliança Atlântica que esteve até Junho a fazer a protecção de vários cargueiros e petroleiros ao largo da costa da Somália, uma zona muito afectada por ataques de pirataria nos útlimos meses.
Segundo o ministério da Defesa, o Comando da SNMG1 está a cargo de Portugal desde Janeiro deste ano e deverá prolongar-se até Janeiro de 2010.

Nota:Levam a nova lei? Ou vão comprar Whiskey mais barato

PIRATARIA


A Marinha lá anda e cá.....nada fazem na lei que justifique lá estarem

MAR

TVI. Ontem . Assunção Cristas
Discursou 2 minutos sobre o MAR e o designio de Portugal.

Muita gente de Marinha , e não só , fala disto faz tempo.

Mas só esta Mulher ,universitária , e ligada a causas sociais , vem agora , e com visibilidade , falar disto.
Temos de aprender , não?


domingo, 12 de julho de 2009

PÔR do SOL

São José de Ribamar

Isto já foi um fundeadouro.E já foi da Marinha.

sábado, 11 de julho de 2009

BRAVÔ



Câmara Municipal do Barreiro (CMB) emitiu um parecer favorável à concessão da Declaração de Utilidade Pública à Associação de Fuzileiros.
«Situada em Vale de Zebro, entre o Rio Coina e a Mata Nacional da Machada, a Escola de Fuzileiros reúne um conjunto de condições favoráveis à instrução e treino do Corpo de Fuzileiros”, refere a deliberação.
“A Associação de Fuzileiros tem como principal missão manter os laços e os contactos entre o Corpo de Fuzileiros, perpetuando os valores da coragem, lealdade e camaradagem.
A Associação de Fuzileiros desenvolve várias acções de âmbito cultural, artístico, desportivo e recreativo, manifestando inteira disponibilidade e abertura para colaborar com a comunidade onde se insere.
A Câmara Municipal do Barreiro certifica que a Associação de Fuzileiros mantém o seu regular funcionamento, está legalmente constituída, cumprindo os requisitos necessários para a concessão da Declaração de Utilidade Pública», conclui o texto.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

SAGRES


"BOSTON - A distinta Cruz de Cristo das velas das caravelas portuguesas serão um ponto de referência no Porto de Boston este fim-de-semana. O Navio Escola Sagres , que ostenta o símbolo evocativo dos Descobrimentos nas suas velas, chegou quarta-feira passada a Massachusetts para participar no Sail Boston 2009. O evento, que decorre até ao dia 13 de Julho, apresenta uma frota de 49 veleiros norte-americanos e internacionais e deverá atrair milhares de visitantes ao cais de Boston. O veleiro estará aberto ao público, no Fish Pier (Lado Ocidental) no sábado e domingo, das 2 às 7 p.m. e das 8 às 10 p.m, respectivamente. A Sagres é comandada pelo Capitão-de-Fragata Luís Pedro Pinto Proença Mendes e conta para esta missão com uma guarnição de 191 militares, incluindo 60 jovens marinheiros, 35 cadetes da Escola Naval, e ainda 2 cadetes de marinhas deEspanha e Turquia. Outros 11 veleiros - incluindo o Cisne Branco do Brasil - também estarão abertos ao público, em Charlestown Navy Yard, Boston Fish Pier e Seaport World Trade Center. Sail Boston apresentará ainda uma variedade de eventos públicos durante o fim-de-semana, incluindo "Seaport Music in the Park," nos dias 11 e 12 de Julho, entre o meio-dia e as 4 p.m., no South Boston Maritime Park, e a "Liberty Party," sexta-feira, entre as 8 e 10:45 p.m., no Bank of America Pavilion. Há nove anos que os veleiros não visitavam Boston. Todavia, o evento foi quase cancelado devido à crise económica que está a assolar o estado. O Mayor de Boston, Thomas Menino, e o Gov. Deval Patrick conseguiram eventualmente travar um acordo com a Massachusetts Convention Center Authority, em que a mesma se comprometeu a contribuir com $1 milhão para cobrir as despesas relacionadas com medidas de segurança. A iniciativa faz parte da regata internacional Tall Ships Atlantic Challenge, que teve início na Espanha e deverá terminar na Irlanda. O regresso do navio Sagres a Portugal está previsto para o próximo dia 23 de Agosto".
Nota: Vá lá que não foi nenhum contingente da GNR embarcado

AINDA LÁ ESTÁ

Então não é que , depois do PS ter feito a vergonha que fez em usar a maioria numa comissão de inquérito para aprovar um relatório mais que omisso nos erros da supervisão, esta criatura vem dizer que o relatório está mal feito?
Até para quem o ampara o homem é ingrato.
Se não fosse a massa que gastamos em o ter lá , e onde já ninguém o ouve, eu diria...bemfeita!!!

ESTÃO A BRINCAR ....

A nova Lei Orgânica com o Estatuto da GNR(diferente em estilo de progulgação que as anteriores) dá poderes à guarda que entram , escandalosamente(digo eu) no âmbito de outras organizações e corporações , nomeadamente nas Forças Armadas e na Marinha particularmente e com especial relevância na Autoridade Marítima.
Este diploma é uma lei , votada e aprovada na Assembleia da Republica.
A guarnição da Cacine , estupefacta , pergunta:
Qual foi o papel da Comissão Parlamentar de Defesa?
Qual foi o papel do ministro da defesa?
Porque é que o Comandante Supremo das Forças Armadas, e Presidente da Republica , promulgou a lei?
Muito cá no fundo , e baixinho , pergunto eu: E a Marinha?

QUARENTENA


"Militar infectado foi evacuado para o hospital Royal Albert, em Devonport, Plymouth, soube o JN.
A tripulação da fragata portuguesa Bartolomeu Dias está em quarentena no porto de Plymouth, no Sul do Reino Unido, por se ter detectado a bordo um caso de gripe A.
O ministério da Defesa confirmou esse facto ao JN e adiantou que o militar infectado foi evacuado para o hospital Royal Albert, em Devonport, Plymouth. Mal foi conhecida a existência de gripe A bordo da mais recente embarcação da marinha de guerra portuguesa, a restante tripulação, composta por 180 marinheiros, foi obrigada a um isolamento e tratamento preventivo com anti-virais.
O Ministério da Defesa refere que foram cumpridas todas as normas militares referentes ao protocolo para este tipo de doença, adiantando ainda que o regresso do navio de guerra a Portugal está previsto para o dia 1 de Agosto. A Bartolomeu Dias está em manobras nas águas territoriais inglesas desde o dia 16 do mês passado."

NOTA:Com o ministro que temos , mais o seu ajudante , mais valia era os navios entrarem todos de quarentena

quinta-feira, 9 de julho de 2009

NO COMMENTS


O custo da MONARQUIA em ESPANHA é 0,19 € por espanhol.
O custo da REPUBLICA em PORTUGAL é 1,58 € por português.
Governo espanhol transfere para a CASA REAL ESPANHOLA 9.000.000 €.
Governo português transfere para a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA 16.000.000 €.
Falta dizer o tamanho de Espanha e o nosso
http://www.youtube.com/watch?v=34hdr-0zdK8

New One

D. Francisco de Almeida
A "outra"(F479) era uma bela Fragata construída em estaleiros ingleses e lançada à água em 1944, com o nome de "HMS Morecambe bay", entrando ao serviço apenas em 1949 devido ao esforço de guerra.
Passou para a gloriosa armada(classe Álvares Cabral) , juntamente com a Vasco da Gama, entrando em Lisboa em 20 -11-1961 com uma multidão de gente nas margens e embarcações no rio a aplaudir e festejar(não sei se os Drs Cadilhe e Judice lá estariam).
Andou por África e outras terras , por lá passaram muitos marinheiros, e deu muitas historias para contar, deixando de navegar em 1970.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

DEFESA NACIONAL

Reúne hoje , 9 de Julho

Conselho Superior de Defesa Nacional
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) é o órgão específico de consulta do Presidente da República para os assuntos relativos à Defesa Nacional e à organização, funcionamento e disciplina das Forças Armadas.
Composição
Primeiro-Ministro;
Vice-Primeiro-Ministros, se houver;
Ministros responsáveis pelos sectores da Defesa Nacional, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações;
Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas;
Representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira;
Presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira;
Presidente da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República;
Chefes de Estado-Maior dos Ramos das Forças Armadas;
Dois Deputados da Assembleia da República. Por sua iniciativa ou a pedido do Primeiro-Ministro, o Presidente da República pode convidar quaisquer outras entidades a participar, sem direito de voto, em determinadas reuniões do Conselho.
O Conselho reúne, ordinariamente, de 3 em 3 meses e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo Presidente da República, por sua iniciativa, ou a pedido do Primeiro-Ministro.
CompetênciasCompete ao Conselho Superior de Defesa Nacional emitir parecer sobre:
Política de Defesa Nacional;
Grandes opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional;
Conceito Estratégico de Defesa Nacional;
Legislação relativa à organização da Defesa Nacional, definição dos deveres dela decorrentes e bases gerais da organização, funcionamento, reequipamento e disciplina das Forças Armadas. E ainda às condições de emprego das Forças Armadas no estado de sítio e no estado de emergência;
Aprovação de convenções internacionais de carácter militar;
Envolvimento de contingentes militares no estrangeiro, no quadro dos compromissos internacionais do Estado Português, em missões não decorrentes do estado de guerra;
Organização da protecção civil, da assistência às populações e da salvaguarda dos bens públicos e particulares, em caso de guerra;
Leis de Programação Militar;
Infra-estruturas fundamentais de Defesa;
Declaração da guerra e feitura da paz;
Outros assuntos relativos à Defesa Nacional ou às Forças Armadas, que lhe sejam apresentados pelo Presidente da República ou por qualquer dos seus membros
Compete ainda ao Conselho Superior de Defesa Nacional, no exercício das suas funções administrativas:
Confirmar o Conceito Estratégico Militar e aprovar as missões das Forças Armadas e os sistemas de forças necessárias ao seu cumprimento, após proposta do Ministro da Defesa Nacional;
Definir as medidas a tomar em caso de alerta, de mobilização e de guerra;
Orientar a execução da mobilização, geral ou parcial;
Aprovar as propostas de nomeação e exoneração de oficiais generais, a submeter ao Presidente da República, referentes aos cargos de Presidente do Supremo Tribunal Militar, Comandantes-Chefes, Comandantes ou representantes militares junto da organização de qualquer aliança de que Portugal seja membro, bem como comandantes de força naval, brigada ou divisão destinada ao cumprimento de missões naquele quadro;
Exercer, em tempo de guerra, as seguintes funções: - Definir e activar os Teatros e Zonas de Operações;
- Aprovar as cartas de comando destinadas aos Comandantes-Chefes;
- Aprovar a orientação geral das operações;
- Aprovar os planos de guerra;
- Estudar e adoptar ou propor as medidas adequadas à satisfação das necessidades das Forças Armadas e da vida colectiva.
Saiba mais:Lei Orgânica nº 2/2007, de 16 de Abril (PDF, 2 páginas, 93 KB)

AINDA LÁ ESTÁ


Uma vergonha , o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito.
Depois de um excelente trabalho (e parece que de uma boa Presidência de Maria de Belém) eis a borrada total , bem caracteristica do PS.
Mas depois do relatório , do programa hoje da SIC noticias , do que os Portugueses viram , ouviram e leram , o Homem continuar lá é de vómito.
É preciso ter muita lata.
Lembrei-me da "ala liberal" de Sá Carneiro , que nada podiam fazer na Assembleia Nacional , pois a maioria nunca deixava fazer nada

NO REINO de SEVERIANO



O general Pina Monteiro é o principal candidato à nomeação para representante militar português junto da NATO, mesmo depois de o chefe de gabinete de Severiano Teixeira ter andado em movimentações para ocupar o lugar. O general Rodrigues Viana terá visto mesmo o ministro da Defesa mexer alguns cordelinhos nesse sentido.

Severiano quererá dar-lhe um 'prémio'.
Segundo fontes militares ouvidas pelo DN nas últimas semanas, o próprio ministro abordou o caso com o chefe do Estado--Maior do Exército, pois Rodrigues Viana teria de ser promovido primeiro - ultrapassando quase uma dezena de oficiais mais antigos ou, em alternativa, com a maioria deles a ser promovida - a general de três estrelas.
"O ministro da Defesa tem de lhe dar um prémio", observou uma fonte, numa altura em que já começaram a ser publicados os louvores dados por Nuno Severiano Teixeira a membros do seu gabinete. "Nenhuma decisão oficial está tomada, mas é praticamente certo que o escolhido vai ser Pina Monteiro", sublinhou outro oficial, um dos três a dizer que Rodrigues Viana "já está fora da corrida".
Portugal tem de dar à NATO, nos próximos dias, o nome do sucessor do actual MILREP, vice-almirante Lima Bacelar, que cessa funções no fim do ano. Olhando para o calendário, esta saída praticamente coincide com o fim da actividade do actual Governo - uma aparentemente feliz conjugação astral para Rodrigues Viana, cuja ida para o estrangeiro o afastaria do meio onde criou grandes anticorpos.
Porém, a escolha final é do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto - e é conhecida a pouca simpatia existente entre este chefe militar e Rodrigues Viana, apontado até há meses como um homem ligado ao actual comandante do Exército (que, em 1995, o indicou para chefe de gabinete do então ministro Luís Amado, via Jaime Gama, assegurou uma das fontes). Acresce que Pina Monteiro, actual comandante operacional do Exército, foi durante anos chefe de gabinete do CEMGFA.
Por outro lado, "não há vagas para promoções a três estrelas" no Exército, tendo a última ocorrido "há mais de um ano", frisaram várias fontes, lembrando que só a recente passagem à reserva do Inspector-Geral do ramo abriu uma, insuficiente para dar já a terceira estrela a Rodrigues Viana (que, há quase três anos, recusou ser director-geral de Política de Defesa Nacional).
As queixas relativas a Rodrigues Viana, comuns a oficiais generais dos três ramos militares, são várias. A primeira é inevitável e decorre do próprio exercício de um cargo difícil. Depois, a forma centralizadora como geriu um gabinete - num Ministério repleto de dossiers complexos e decisões para tomar - donde se ausentava quase sempre que Severiano Teixeira ia a algum lado; por fim, ao "meter na gaveta" papéis, pareceres e pedidos, até urgentes, que exigiam a decisão do ministro.
Esta acusação foi repetida há dias por um oficial superior, ao recordar o episódio em que o ministro "pediu informações" ao chefe de um dos ramos sobre um assunto que depois se confirmou já ter sido enviado há muito para o Ministério. Há ainda, nalguns círculos militares, o desencanto com as diferenças entre o que Rodrigues Viana (antigo professor de Estratégia) defendeu para a reforma das Forças Armadas, como assessor do então Presidente Jorge Sampaio - que o elogiou, até por escrito - e as leis que acabaram por ser aprovadas pelo Governo.

M.C.Freire

NO REINO de SEVERIANO

Os 230 vão de férias.

E o governo não legislou, nem pediu ao Parlamento para o fazer, sobre a "pirataria" internacional , que deixou Portugal envergonhado mesmo nas barbas dos seus parceiros da NATO.

Não se compreeende ....e , sendo assim , o que está lá o navio ainda a fazer?

9 a 1


DR 119 de 23 de Junho

terça-feira, 7 de julho de 2009

DIÁRIO do que se não percebe

VERGONHA
11 anos de prisão para Wellington Nazaré, um estrangeiro que veio para matar.
8 anos para um Oficial da Armada, que ainda se não sabe bem o que fez , mas certamente não magoou ninguém, não matou ninguém , não assustou ninguém....Só por ser Oficial das Forças Armadas e para ser exemplo.
Esta justiça e maneira de pensar, só mesmo no Zimbabwé

LEX


Libertado?
Pois acho muito bem.
Então os outros não andam por aí , a comer e beber do bom?

NO COMMENTS


Ora aí está. O Colégio Militar na revista côr de rosa e de "socialite" "O Caras" , a proposito do baile de finalistas , cujos protagonistas deverão ser estes, os finalistas , como seria natural.
Mas não. Só saiu uma foto do Comandante do Batalhão a dançar com a sua Mãe.
O resto foi......o que se imagina
Não era de admirar

segunda-feira, 6 de julho de 2009

LA MARRAINE


Tudo indica que seja a "madrinha" do proximo navio de guerra, depois das esposas dos Drs Mario Soares e Jaime Gama

1 ANO


18667 visitantes e Amigos , depois de 6 de Julho de 2008, um Domingo de calor
Nunca acreditei ser possível ter tantos acompanhantes e Amigos ,(cerca de 51 por dia)
Continuarei , assim , como até aqui, com o vosso apoio.
Só espero , com franqueza , mais comentários.
E, já agora , deixo a minha homenagem ao comentador anónimo(que respeito) dos posts etiquetados de "zimbabwé", que nunca falha.
Um dia nos conheceremos , Amigo.
OBRIGADO a todos
Podem ver o 1ª, clikando ao lado em "inicio"

domingo, 5 de julho de 2009

LISBOA

Acrescentar p Partido da Terra e o PPM (ainda por cima com aquele senhor Câmara Pereira) à coligação é um perfeito disparate e nem um banco dá , quanto mais cadeiras na Assembleia Municipal.
Mas mostra uma coisa , e importante , que é a fidelidade de Santana aos Amigos.
Outros , ou melhor a maioria , não sabe o que isto é

sábado, 4 de julho de 2009

COLÉGIO MILITAR

Alguém me disse , quase em surdina , que os uniformes de serviço interno , centenários , do Colégio Militar , vão ser mudados e já no Vale do Ave se trabalha árduamente para fabricar os novos modelos.
Com este Director do Colégio não me admira nada , inclusivé que haja uma passagem de modelos televisionada pela SIC e depois reportada no "Caras"(como foi o baile de finalistas com o mediatico em grande plano).
Se fôr só o uniforme interno e consultada alguma gente , não? talvez não seja grave , mas todos sabemos como funciona o nosso País e depois deste vem outro e lá se vai a bi-centenária farda côr de pinhão.
Pelo menos até este senhor não ter a estrela ...acredito em tudo.
Mas , se calhar , isto é mentira de caserna. Espero que seja!!!!!!

MAIS UMA


MAI tinha adjudicado o novo sistema de vigilância da costa a empresa espanhola, mas o tribunal administrativo deu provimento às reclamações das empresas que ficaram de fora. O ministério está proibido de prosseguir com o negócio
O Tribunal Administrativo de Lisboa mandou suspender, por suspeita de irregularidades, todos os procedimentos relativos ao concurso do Sistema Integrado de Vigilância e Controlo Costeiro (SIVICC) que há uma semana foi adjudicado a uma empresa espanhola pelo Ministério da Administração Interna .
A compra deste sistema, que consiste na distribuição pela costa portuguesa de um conjunto de radares de alta tecnologia como capacidade para identificar a 30 quilómetros no mar pequenas embarcações (geralmente usadas por traficantes e terroristas) foi sujeita a um concurso que já sofreu vários atrasos. A empresa escolhida, a Indra, está referenciada num relatório internacional como suspeita de corrupção .
Um dos motivos que causou o desagrado das empresas preteridas foi o facto de o júri do concurso, presidido por João Carlos Silva, ter considerado uma vantagem a oferta, por parte desta empresa, da ligação dos radares portugueses ao sistema de vigilância espanhol, sem qualquer encargo adicional.
Para as outras empresas, a Thales, a maior da indústria de segurança e defesa francesa e empresa de 'bandeira' de Nicholas Sarkozi, e a Globaleda, um consórcio dos Açores com a maior da indústria israelita de vigilância da orla marítima, a Elta, tratou-se de uma violação das leis da concorrência.
Esta condição - de ligar os sistemas espanhol e português - não estava no caderno de encargos e por isso não podia ser cumprida em condições de igualdade pelos outros concorrentes.
Outro motivo de descontentamento foi não terem sido feitos testes ao principal equipamento em concurso que são os radares, mas apenas às câmaras de visão nocturna que fazem parte do SIVICC.
O porta-voz do MAI remete o comentário sobre esta decisão judicial para o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Magalhães, a quem o ministro Rui Pereira delegou esta competência. José Magalhães responde será dado estrito cumprimento às normas legais aplicáveis, por forma a clarificar todos os fundamentos da decisão de adjudicação tomada". O ministério tem sete dias, a contar desde quarta-feira, para esclarecer o juiz.
A aquisição deste sistema de radares arrasta-se há dois anos, como sucessivos atrasos e incumprimentos de datas anunciadas. Em 2007 a GNR assumiu oficialmente que os radares que tinha a vigiar a costa há 20 anos estavam "obsoletos" e a urgência na aquisição de novos equipamentos foi considerada muito urgente pelo Governo.
Entretanto, com o passar do tempo, os sete radares de vigilância que a GNR tem ao longo da costa foram avariando e ficando inoperacionais. Embora quer a GNR quer o MAI, tivessem garantido que não estava em causa a segurança da costa portuguesa - considerada em relatórios oficiais como estratégica para passagem da criminalidade organizada transnacional sobretudo do tráfico de droga - o secretário-geral de Segurança Interna, Mário Mendes, pediu esclarecimentos sobre a situação.
O relatório que lhe chegou à secretária, que dava conta dos problemas reais existentes, levou Mário Mendes a iniciar contactos com a Marinha para fazer um levantamento dos apoios que podiam ser dados à GNR no controlo costeiro.
A Guarda chegou a negar a necessidade de apoio para a vigilância costeira, mas acabou por aceitar o ajuda dos meios da Marinha para efectuar o controlo na costa portuguesa.
Fonte:DN

A CRISE


Há quem diga que isto foi do melhor que ele fez em 4 anos

sexta-feira, 3 de julho de 2009

NO REINO de SEVERIANO

Hoje , em " A quadratura do circulo" , falando em "erros do governo" , em PRIMEIRO LUGAR mencionou ..."As Forças Armadas"
Mais que isto não se pode dizer, para o ministro e o seu ridiculo ajudante .

quinta-feira, 2 de julho de 2009

E AGORA?

Este cavalheiro esteve 4 anos , carregando com a Vitorina , a pagar estudos sobre as suas inenarráveis descobertas:
O TGV para o Norte
O TGV para Madrid
A nova ponte sobre o Tejo
O aeroporto da OTA , seguido do "Jamais" Alcochete
A 3ª auto estrada para o Porto
Nomear comissões e administrações
Acabar a linha do Norte para o "Alfa Pendular".

Feito isto , ou melhor nada feito , e gastos 4 anos e milhões de euro , pergunta-se:

Será que este cavalheiro não deve explicações , e até honorários , ao País?
Então está 4 anos com ordenado , telemovel , carro , motorista , almoços e jantares , viagens e estadias , ajudas de custo, tachos aos amigalhaços...nada faz e vai embora sem devolver?

NO REINO de SEVERIANO


COM A DEVIDA VÉNIA


Eleições Europeias, dia seguinte: o governo congela totalmente a Lei de Programação Militar. Nada transpira,ninguém se incomoda. Como vai ser?
Resumindo e concluindo,o partido que forma o governo perde as eleições – do que só se pode queixar de si próprio – e quem paga as favas (mais uma vez...) é a Instituição Militar. Até quando?
Aliàs as Forças Armadas não param de ser desagregadas e demolidas. As leis sobre a nova organização são uma perda de tempo,pois para além de não resolverem nenhum dos muitos e prementes problemas que afligem o meio militar,ainda vão abrir mais brechas na coesão das forças. È um acto falhado por escusado. Com o RDM ainda é pior: depois das forças politicas terem acabado com a Justiça Militar,vão subverter a disciplina. É dificil fazer pior em qualquer parte do mundo. Só pode haver uma razão; ser de propósito!
A fragata Corte Real e todos os que nela navegam, andam a fazer figura de “ursos”. Perseguem piratas, prendem-nos, arriscam-se a levar uns tiros e depois soltam-nos. O comandante da Armada já disse que era preciso criar leis apropriadas (deveria ter sido o Conselho de Chefes a fazê-lo...). Do Governo,Parlamento e PR,nem pio. “No passa nada”!
O segundo submarino (“Arpão”) foi lançado à àgua em Kiel. O Sr. ministro da Defesa foi lá incógnito. No portal do ministério nem uma linha. Para a comunicação social idem. Isto é, o governo assume um compromisso importante relativo à Defesa Nacional, mas tem vergonha de o assumir e defender. Alguns ministros são até contra. Publicamente. Muito edificante.
Que se passará no Instituto de Defesa Nacional? Quase todas as semanas há um quadro da casa que pede para abandonar funções. O último foi o próprio sub- director, que nem aqueceu o lugar.
O senhor ministro já descobriu a raiz do problema, assobia para o lado ou vai insistir que as coisas continuem a quebrar pelo lado mais fraco? O IDN já não faz falta e também é para acabar?
Pressionam constantemente o Exército (sobretudo o Exército) para alienar património à sua guarda, normalmente a fundo perdido. A apetência autárquica e regional por estes “bens” não conhece peias e a ganancia da especulação imobiliària parece não ter limites. Vá-se lá saber porque bulas, as FAs e sobretudo o Exército vai dando, tudo de mão beijada,sem ser resarcido de quase nada e sem um ... ai.
Depois passa-se um pouco de tudo, por exemplo as instalações da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém foram libertadas pelo Exército no prazo combinado – a tropa cumpre. Como não apareceu ninguém para ficar com as chaves, o Exército ficou com elas – sempre pronto a cumprir a missão e a carregar com os sacrifícios ! – e ainda manteve sentinelas. Até que um general mais avisado e corajoso, entendeu (e bem) que a situação já tinha ultrapassado o que permitia o regulamento e retirou a guarda. Foi um ver se te avias, as instalações foram assaltadas diversas vezes e tudo roubado. Parece que nalguns casos acoisa tomou foros de organização em forma. Falta agora proceder de igual forma para com as ex- instalações militares de Elvas (que deviam ser um museu vivo, à falta de melhor sorte), para cuja segurança o Regimento de Cavalaria de Estremoz, tem que destacar permanentemente um pelotão. Doce país.
Ali para os lados de Alfragide o Comando da Força Aérea está, por seu lado, à beira de um ataque de nervos. Então não é que mais três coronéis pilotos aviadores vão passar à reserva, justamente agora que iriam comandar bases aéreas? E eram dos mais resistentes. O que fará um oficial de carreira querer trocar um comando de base por umas funções menores, desfazadas em grande parte daquilo a que estão habituados e se preparam durante tanto tempo? Toda a gente sabe estas respostas, mas ninguém as diz oficialmente. E não se consegue enviar um médico para o Afeganistão. O primeiro, isto é a primeira a ser nomeada, arranjou maneira de concorrer às próximas eleições e passou à reserva. As duas seguintes pediram abate ao quadro e têm que pagar cerca de 100.000 euros cada, de indemnização. Consta nos mentideros que quem vai pagar a conta, vão ser os hospitais onde as duas oficiais médicas (ou será que se julgam só médicas?), estão a tirar a especialidade à custa da FA (!) pois pretendem que elas fiquem a trabalhar para eles. Conhecem algum adjectivo para qualificar este “negócio”?
E para quando, a AR vai mudar a lei que obriga os militares a passar à reserva para poderem concorrer a eleições que tem sido usada para vigarices do foro pessoal e profissional, ao passo que é uma lei discriminatória para os militares já que são a única classe profissional em que os seus servidores são obrigados a abandonar a carreira para se dedicarem à política. Será que também é de propósito? À atenção, outrosim, das Associações de Militares.
Enquanto tudo isto se passa o que faz o senhor pequenino que ostenta o título de Ministro da Defesa? Pois olhem, foi recentemente em visita oficial a Luanda com meia dúzia de acompanhantes num Falcon da FA. Pararam, à ida, em Accra para pernoita, presumo que o Falcon não faz directo a Luanda, só pode. Pediu em seguida uma audiência ao Presidente angolano, uma audiência que este não lhe concedeu, não interessa para o caso as razões (ou será que interessa?). Sabe-se que a comitiva decidiu antecipar a vinda para Lisboa, mas em vez de voarem de Falcon, meteram-se num avião da South Africa Airways, quero crer que em turística. O Falcon, esse pernoitou em Luanda e veio no dia seguinte … vazio.
Eu por mim não quero ajudar a pagar esta viagem do senhor ministro, e vocês ó contribuintes?
Será que é por estas e por outras que os nossos queridos representantes parlamentares querem diminuir as competências do PR em matéria militar? [1]
João José Brandão Ferreira
TCOR/Pilav (Ref)
[1] Será que o consignado na nova proposta de RDM, prevendo a punição de militares na reserva e reforma se destina também a impedir textos com este de serem publicados?