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sábado, 30 de junho de 2012

BOA

A Brigada Mecanizada do Exército Português, recebeu um simulador de treinamento da torre do carro de combate Leopard 2A6. O sistema chegou às instalações da BrigMec em 29 de junho proveniente da Holanda.

O sistema servirá para treinar as tripulações dos carros de combate Leopard 2A6 da BrigMec.

O simulador, será usado em simultâneo pelo comandante do carro de combate, artilheiro e carregador para treino e actividades de formação de combate.


Isto deve ter sido em troca dos helis que o ministro aguiar ifen branco cancelou

HIPO...quê!!!!!


Presidente da República presidiu ao 50º aniversário dos Comandos e ao dia do CTC
O Presidente da República presidiu às cerimónias comemorativas do 50º aniversário dos Comandos e do dia do Centro de Tropas Comandos (CTC).
Na presença do Ministro da Defesa Nacional e dos Generais Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e Chefe do Estado-Maior do Exército, o Presidente Aníbal Cavaco Silva participou nas várias cerimónias militares, condecorou com a Cruz de Guerra 1ª Classe várias Unidades Comando que se distinguiram por feitos praticados em campanha e proferiu uma intervenção, na qual sublinhou os valorosos atos de bravura e coragem ao serviço da Pátria, na defesa dos valores da liberdade e da democracia.
Salientou o desempenho notável dos militares “Comando” nos vários teatros de operações de Angola, Moçambique e Guiné, cujo nível de atuação e determinação se mantém agora em missões de apoio à paz e em ações no âmbito da Cooperação Técnico-Militar.
O Comandante Supremo das Forças Armadas referiu que a manutenção deste nível de desempenho se deve à existência de um rigoroso treino e a uma identidade única, alicerçados numa disciplina e em códigos de conduta fortes, onde o recurso humano se assume como o elemento mais precioso.
Manifestando reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos pela Associação de Comandos no apoio aos seus associados, o Presidente da República sublinhou o papel fundamental que o Centro de Tropas Comandos assume na formação dos militares “Comando” e na preservação dos valores e tradições desta força especial.
Após o desfile militar, o Presidente descerrou uma placa comemorativa do 50º aniversário dos Comandos e assinou o livro de honra do CTC.

Nota:Mas porque é que convidam o senhor?????
29.06.2012

ONE MORE


Carta do TCOR Banazol ao 1º Ministro

Exmº Senhor 1º Ministro de Portugal
Permita que me apresente ? Paulo Manuel Madeira de Athayde Banazol, TCorCavª Reformado NMec 61729674 - e agradeça o tempo que eventualmente me dispense.
Li nos jornais que, mais uma vez, Pilotos e os Controladores Aéreos ameaçam entrar em greve ? a somar às já anunciadas greves na CP e Metro.
Não imagina a repulsa e a indignação que sinto por constatar que estas criaturas ? Pilotos e Controladores - com vencimentos e mordomias MUITO acima do comum dos portugueses se dão ao luxo de ?parar? o país com exigências absolutamente inacreditáveis.
Ouvi que a greve dos Controladores foi cancelada ? o Governo CEDEU !!!
Como português, a quem o Seu Governo reduziu (e continua a reduzir !!) a pensão, cortou os 2 subsídios e aumentou impostos, pergunto ao Senhor 1º Ministro de Portugal quando é que ENFRENTA esta gente e começa a combater de forma DECIDIDA estas e outras situações inaceitáveis e de moralidade duvidosa ?
Quando é que o Senhor 1º Ministro de Portugal vem a terreiro dizer aos milhares de portugueses que, de forma patriótica e corajosa O ajudam a levar Portugal por diante, que estas criaturas (Pilotos, Metro, Carris, Controladores Aéreos, hospedeiro(a)s e quejandos) NÃO são excepção (que parecem ser !), serão postos ?na ordem? e levados a trabalhar contribuindo ? como os demais portugueses ? para a solução dos problemas ?
Quando é que que o Senhor 1º Ministro de Portugal diz aos portugueses o que ganham e quais as mordomias absolutamente escandalosas e imorais destas criaturas que custam milhões ao Estado e que são pagas com os impostos de todos nós ?
Quando é que o Senhor 1º Ministro de Portugal se LEVANTA e DEFENDE os fracos ? os muitos que de forma abnegada O ajudam ? e COMBATE estes privilegiados e estes privilégios absolutamente imorais ?
Quando é que o Senhor 1º Ministro de Portugal ATACA FORTE e DECIDIDAMENTE o escândalo que são as PPP, as reformas douradas, os privilégios dos Deputados e seus séquitos, as Fundações, os dinheiros pagos a ex-governantes, etc, etc, e que custam milhares, aliviando um pouco de sacrifícios a Sua VERDADEIRA Gente ?
Já agora ? isto não é conversa de comunista e muito menos de socialistazinho - LONGE disso !
Sou português, militar, tenho aversão à política e políticos e não faço parte de associações militares - das quais discordo em absoluto porque acredito (ainda !) na Hierarquia.
Sabe Senhor 1º Ministro de Portugal ? já começa a cansar constatar tanta determinação para pôr em prática tanta medida que tanto dói ao comum dos portugueses e tanta falta dela para enfrentar esta gentalha que se julga superior e se põe fora do ?saco dos sacrifícios?.
No caso de persistência das greves ? pagas com os meus impostos ? será que vou ouvir e ver o Senhor 1º Ministro de Portugal a anunciar a Requisição Civil destas criaturas ?
Será que vou ouvir e ver o Senhor 1º Ministro de Portugal a dizer aos portugueses que vai acabar com a pouca vergonha que são os tempos de trabalho na CP, Metro e outras empresas alimentadas com os impostos de todos nós, bem como com os muitos e injustificados subsídios e mordomias atribuídos aos seus ?trabalhadores? ??
Será que vou ouvir e ver o Senhor 1º Ministro de Portugal a indignar-se com os prejuízos causados ao país e às pessoas por 6% de votantes não defendendo os outros ? muitos ! - que assim não votaram ??
Se assim não for Senhor 1º Ministro de Portugal, permita que comece a pôr em causa a sua coragem e a sua determinação ? é fácil atacar o fraco, gostaria muito e terá a minha simpatia e o meu apoio, se O vir a atacar os que se julgam ?fortes?.

Agradeço o tempo que me dispensa.
Às Ordens !
Paulo Banazol

BOA COMPRA


Biblioteca CACINE

quinta-feira, 28 de junho de 2012

ADEUS AMIGO

Soube agora mesmo, Luís , que resolveste ir embora.

Assim  de repente, pois ainda faz pouco tempo que nos vimos.

Bem sei que sofreste muito e estavas cansado, mas mesmo assim foi muito cedo.

Recordo os tempos fantásticos que estivemos juntos a servir a nossa Marinha.

Descansa , Luís, descansa agora

AGUENTA MARUJO

O IPTM (Instituto Portuário dos Transportes Marítimos) resolveu que a validade constante nas cartas de navegadores não interessa, e estas terão obrigatóriamente de ser revalidadas aquando os seus possuidores atingirem os 50,60 e a partir daqui de 5 em 5 anos.

Mais uma proibição





terça-feira, 26 de junho de 2012

ANGOLA UÉ


Por António Capalandanda:
Ex-agentes dos Serviços Segurança de Estado (MINSE) têm estado a preparar manifestações de protesto, na província de Benguela, para reivindicarem a sua reintegração social e pensões, que aguardam há 20 anos.
Cerca de três mil antigos agentes da segurança de Estado foram desmobilizados, em Benguela, no âmbito dos acordos de paz de 1992 e votados ao abandono.
O movimento de protesto dos desmobilizados da secreta procura ganhar corpo nas ruas de Benguela, influenciado pelas recentes manifestações dos ex-militares ocorridas em Luanda, a 7 e 20 de Junho.
Um dos ex-agentes, sob anonimato, disse ao Maka Angola que, caso, as suas reivindicações não sejam satisfeitas, poderão sair, brevemente às ruas. Sobre o acto de protesto, o ex-agente garante que o mesmo “não tem data, nem hora, nem um líder” para evitar que sejam impedidos. “A nossa condição de vida é lastimável, muitos caíram em frustração, outros acabaram por morrer por nunca terem sido assistidos pelas autoridades”, disse o interlocutor.
Vários ex-agentes, contactados por Maka Angola, manifestaram ter sacrificado toda a sua juventude, em defesa da pátria e do partido no poder.
“O governo prometeu que, após a nossa passagem à desmobilização, seríamos reintegrados na sociedade, tendo sido garantido o nosso enquadramento na função pública, mas isso não aconteceu”, referiu outra fonte dos ex-agentes.
Fonte policial em Benguela, garantiu a este portal a intervenção da Polícia Nacional, para impedir o protesto, caso não seja comunicado ao governo provincial e, por este, devidamente autorizado.

 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

BOA

Cascais aposta no turismo de cruzeiros com serviço inovador no país
A partir do próximo mês de Agosto, Cascais vai passar a poder receber navios de cruzeiro, uma novidade que resulta de uma parceria estabelecida entre a autarquia e a empresa King’s Coast, que prevê o desembarque dos passageiros e respectivo transfere para terra em lanchas, dispensando assim a existência de um porto ou de uma marina.
De acordo com a Lusa, o primeiro navio a adoptar este novo serviço é o The World, que deve chegar já em Agosto, mas estão previstos seis navios para este ano, num total de 1592 passageiros, número que, segundo previsões da autarquia, deve somar outros cinco navios e 1706 passageiros em 2013.
“Este serviço vai trazer vantagens brutais, já que estamos a falar de pessoas com grande poder económico e esta é uma aposta indirecta na requalificação e regeneração urbana a nível do comércio de proximidade que, acreditamos, terá uma melhoria substancial”, considerou Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, acrescentando que “um cliente específico deste tipo de cruzeiros gasta, em média, 200 euros por escala em serviços”.
E, segundo o autarca, esta aposta não fará qualquer concorrência a Lisboa, que é um dos principais portos nacionais para o turismo de cruzeiros, afirmando que os navios que estão a ser atraídos para Cascais não tinham qualquer escala prevista no país.
“Cascais não fará concorrência a Lisboa nem a qualquer outra cidade. O que o operador está a fazer é a angariar para Cascais cruzeiros que tinham interesse mas não tinham qualquer possibilidade de fazer escala no país”, explica Carlos Carreiras, frisando que se tratam de navios de luxo, diferentes dos que normalmente escalam em Lisboa.
Recorde-se que, em 2011, Portugal recebeu 1,2 milhões de turistas em navios de cruzeiro, com destaque para Lisboa e para o Funchal, os dois portos nacionais que maior número de navios recebem por ano, com a liderança a pertencer ao porto madeirense.
SSSSSSI.M.

sábado, 23 de junho de 2012

OBRIGATÓRIO

Faltam cerca de 12 dias , para termos o prazer de começar a ler esta obra de vida do Comandante Raúl Patrício Leitão.

A sua experiência em África, no mato e no combate e na hidrografia, e depois, já no Continente Português, em diversas situações concernentes aos Portos e à navegação e ao mar, ligado à forma tão agradável como escreve, à sua perspicácia e esperteza e invejada memória, fazem deste livro algo de muito desejado, sobretudo para quem, como ele, viveu a Marinha e o País.

MUSEU DE MARINHA , 5 DE JULHO ÁS 1800.

Ninguém vai faltar


Apresentação do Senhor C/Almirante José Luís Gonçalves Cardoso


clic na foto para aumentar

ALEGRIA

Com que alegria observei agora a sair o Tejo 2 Draga Minas germânicos, o Endsdorf e um gémeo.

Grandes saudades destes navios, mas sobretudo da maravilhosa Escola de Draga-Minas que nós tivemos e "as cartas " que dávamos a nível internacional.

Mais uma coisa que morreu no nosso País, e de morte matada, e que não volta a haver

sexta-feira, 22 de junho de 2012

E CÁ???

Lan y Tam se fusionan en Latam, la mayor aerolínea de Latinoamérica


La unión de la compañía chilena y la brasileña copará el 15% del mercado regional. La empresa tiene más de 51000 empleados

quinta-feira, 21 de junho de 2012

JANTAR

Parece que há por aí quem queira juntar numa mesa, ao jantar, todos aqueles que terminaram o curso superior com este sujeito.

Mas a coisa não está fácil!!!!!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

HORROR


Teolinda Gersão
Escritora
Tempo de exames no secundário, os meus netos pedem-me ajuda para estudar português. Divertimo-nos imenso, confesso. E eu acabei por escrever a redacção que eles gostariam de escrever. As palavras são minhas, mas as ideias são todas deles.
Aqui ficam, e espero que vocês também se divirtam. E depois de rirmos espero que nós, adultos, façamos alguma coisa para libertar as crianças disto.
Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa
Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito. “O Quim está na retrete” : “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.
No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum,o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento,e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados, almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, ”algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.
No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.
No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?
A professora também anda aflita. Pelo vistos no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer. Dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)
Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou : a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.
E pronto, que se lixe, acabei a redacção – agora parece que se escreve redação. O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impôr a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.
E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.
João Abelhudo, 8º ano, turma C (c de c…r…o, setôra, sem ofensa para si, 

BRAVÔ

A nova (e primeira e única) embarcação da Câmara Municipal de Lisboa.

Lindíssima,e foi oferta. A Câmara tem de ter uma forte ligação ao rio.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A LER????

Não sei

METRO de LISBOA


Estes são os salários dos funcionários do metro:

Secretaria de Administração 3.753,59

Mestre Serralheiro 2.969,30

Maquinista de manobras 2.785,17

Maquinista 2.587,25

Fiscal 2.020,66

Motorista 1.939,09

Enfermeiro 1.892,65

Agente trafego 1.642,41

Desenhador 1.547,09

Auxiliar 1.476,86


Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.

domingo, 17 de junho de 2012

A RESPONDER???


Qualquer um de nós tem a noção de que, à semelhança de outras éreas, a Saúde Militar tem vindo a ser menosprezada, em idêntica postura dos responsáveis políticos perante outras matérias relevantes para os militares, em claro desrespeito dos “especiais direitos” consagrados na Lei nº 11/89, de 1 de Junho, “Bases gerais do estatuto da condição militar” que deviam servir de contrapartida ao leque vastíssimo de restrições e deveres a que estamos sujeitos.
Conhecemos, para já, um drástico corte nas verbas destinadas a suportar os encargos com a ADM: 30% em 2012, 20% em 2013, e com cortes sucessivos até ao seu autofinanciamento em 2016, não se sabendo com que custos para cada militar.  
Por outro lado, num processo que se vem arrastando desde há bastante tempo, encontra-se na agenda, como todos saberão, a criação do Hospital das Forças Armadas, situação que, independentemente da razoabilidade que, em abstracto, poderá justificar tal objectivo, nos deixa deveras apreensivos pelas consequências que daí poderão advir, quando confrontados com os resultados proporcionados aos militares e suas famílias.
Por isso, no intuito de, no terreno, colher a opinião dos camaradas sobre a vivência de cada um relativamente a questões relacionadas com a Saúde, solicitamos que tirem um pouco do vosso tempo para preencher o inquérito que poderá ser acedido através do link referido abaixo. Dessa maneira proporcionar-nos-ão elementos que, convenientemente tratados, certamente, nos ajudarão a ajuizar do estado da Saúde Militar.
Cordialmente
O Presidente da AOFA
Manuel Martins Pereira Cracel
COR TPAA

Inquérito sobre a Saúde Militar – para aceder e responder basta utilizar o seguinte link:


sexta-feira, 15 de junho de 2012

FUZOS


BANDA


 Parque Palmela, em Cascais 
Na sexta-feira, 15 de junho, às 21h30, a Banda da Armada atua sob a direção do Maestro Vitorino de Almeida. Integrado na iniciativa Grande Orquestra de Verão, que se prolonga até 30 de setembro, com um programa de 21 concertos sinfónicos de norte a sul do país, neste espetáculo escutar-se-ão obras de Vasili Sergeievich Kalinnikov, Dmitri Chostakovitch e Arturu Marquez.

A Orquestra Nova de Guitarras sobe ao palco no sábado, dia 16, também às 21h30. Criada em 2006, esta orquestra está sediada na Sociedade Filarmónica União Agrícola de Pinhal Novo e na Ensemble Monte Mor Associação Cultural de Montemor-o-Novo. É atualmente composta por cerca de 40 instrumentos da família da guitarra.

No domingo, dia 17, a partir das 15h00, o auditório abre espaço às entidades locais, num espetáculo que contará com a participação de diversos grupos corais e cénicos do concelho: Vox Maris, Discantus, Coro ESSA, Coro de Câmara de Cascais, Projeto Magnólia, Vox Laci (Pequenininhos, Coros Infantil, Juvenil, Adulto e Voxemble), Coro Juvenil de Carcavelos, Vozes do Estoril e Estrelas do Guadiana, bem como dos grupos cénicos da Sociedade Musical de Cascais e da Associação Humanitária dos Bombeiros

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A LER


Forças Armadas portuguesas em debate. Um processo pedagógico
Jorge Sêrro M. Prazeres[1]
O século XXI tem trazido em Portugal uma motivação crescente para o debate acerca do papel das Forças Armadas, considerando uma perspetiva de legitimidade e de utilidade, tendo em conta as alterações da conjuntura político-estratégica internacional.
Portugal terminou a sua guerra colonial, a URSS e ao Pacto de Varsóvia desfizeram-se, a NATO ajustou os seus conceitos estratégicos para outras realidades que não de guerra-fria possibilitando parcerias alargadas e atuações fora da área transatlântica. Enquanto isto, os EUA fizeram deslizar o centro de gravidade dos seus interesses estratégicos para a Ásia e para o Pacífico, assim como a Europa tenta conduzir uma política de segurança e defesa desejavelmente comum, sendo-lhe difícil falar a uma só voz.
Neste cenário questiona-se o propósito da estrutura militar portuguesa e o nível de apoio que o poder político e a sociedade têm dispensado às Forças Armadas. Provas desta propensão interrogativa acerca da situação da defesa militar nacional que tem ocorrido em Portugal nestes tempos de crise são, entre outros eventos, o lançamento recente do livro do Gen Loureiro dos Santos, Forças Armadas em Portugal, bem como o programa do XIX Encontro Nacional de Combatentes que incluiu um painel de palestras subordinadas ao tema Combates em Portugal. Na atividade até agora realizada, na tentativa de explicar ao poder político, e talvez à sociedade civil, a justeza e a imprescindibilidade da existência das Forças Armadas, tem-se constatado um discurso apoiado fundamentalmente na perspetiva da necessidade de se dispor de umas Forças Armadas capazes de fazer face a qualquer ameaça externa que ponha em causa a segurança e o bem-estar da população portuguesa e que possam assegurar o livre funcionamento das instituições democráticas. Pelo lado do poder político, têm-se verificado uma sujeição marcada às limitações orçamentais fruto da crise económica e financeira que tem afetado Portugal de forma particular.
Analisando o discurso político do Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, percebe-se que a sua atuação governativa não se subordina a conceitos ideológicos, mas sim à execução prioritária de uma tentada consolidação orçamental do país. Portugal tem apresentado uma determinada ambição em termos de política externa e de segurança e defesa, tendo sido afirmado publicamente que existe estabilidade nas Forças Armadas e que, apesar dos cortes nos recursos, a instituição militar continua em condições para cumprir as tarefas essenciais para assegurar a sua missão. Por seu lado, o discurso militar continua a afirmar a sua capacidade para o cumprimento dos mínimos imprescindíveis para a missão de defesa nacional, sendo difícil quantificar o que se entende por mínimos.
No que concerne à sociedade civil, vivendo momentos de austeridade e de preocupação, sobretudo em termos de segurança humana, dificilmente entende os gastos com a defesa, sobretudo se a imagem política que passa ao nível da Lei de Programação Militar é que é possível fazer cortes sem afetar o produto operacional. Será que se a Lei de Programação Militar fosse cumprida contribuiria para um excesso para além das necessidades para o cumprimento da missão de defesa? Será também que as Forças Armadas, sem afetações de soberania nacional, estão a pôr em prática, de forma interna, tudo o que seria possível em termos de uma “smart defence” doméstica e de “pool and sharing” dos recursos militares nacionais?
Face ao exposto e ao discurso generalizado de que é urgente modernizar e revitalizar as Forças Armadas, poder-se-á pressupor uma situação de impasse, caracterizada pela intransigência autoritária do governo em gerir o seu aparelho militar, utilizando uma política apelativa a um esforço orçamental mínimo com vista a uma exigência de produtividade máxima, por um lado, e pela incapacidade militar em encontrar soluções credíveis que não se baseiem exclusivamente numa postura transcendental quanto ao papel da sua Instituição.
Aparentemente está instalado em Portugal e também no espaço transatlântico, um ambiente de desconfiança político-social que tem levado, a coberto da crise económica e financeira e de políticas de austeridade, a que se tenham adotado posturas de segurança e defesa tendencialmente mais frágeis, face a ameaças difusas e à necessidade de materializar um inimigo ameaçador que leve a sociedade a manifestar vontade em contribuir para os processos político-estratégico-militares globais em curso.
No caso português, talvez faça falta neste momento de debate, também, a contribuição esclarecida das gerações que já não viveram ativamente a guerra de África e que têm perante os olhos a realidade da gestão de crises, em que uma das questões centrais será o dilema entre “combater, pronto para contribuir para a paz”, ou “fazer a paz, pronto para combater”. Faltará também esclarecer conceitos e discernir entre relações civis-militares e controlo político sobre as Forças Armadas. Fará falta, certamente, a apresentação de outras soluções desconflituantes que se ajustem aos contornos inultrapassáveis da realidade e que possam fazer convergir os interesses políticos, as prerrogativas éticas e deontológicas da Instituição Militar e as aspirações de segurança e de bem-estar da sociedade civil.


[1] Coronel Paraquedista na situação de Reserva.

In Jornal de defesa

A QUEM INTERESSAR




quarta-feira, 13 de junho de 2012

BRAVO ZULU


Progressos científicos, investigações, descobertas, protótipos e muitos mais eteceteras com a marca da inovação made in Universidade de Aveiro (UA). A montra tecnológica de luxo que a academia de Aveiro vai desvendar hoje, 13 de junho, um dia batizado justamente de Research Day, resume alguns dos mais assinaláveis e recentes progressos científicos alcançados pelos múltiplos grupos de investigadores da UA.

No programa do Research Day da UA destaca-se a apresentação nacional do projeto NAPIS - Navy Positioning and Identification Systems, um sistema de localização único no mundo e que resulta de uma parceria entre o Instituto de Telecomunicações (IT) da UA e a Marinha Portuguesa. 
Do projeto, ainda no segredo dos laboratórios do IT e dos gabinetes da Marinha, pode já desvendar-se que é um sistema de localização em ambientes interiores e exteriores. A Marinha nacional vai utilizá-lo como peça fundamental no apoio a missões de ajuda humanitária. «O sistema tem como objetivo ter uma localização precisa e constante dos homens destacados nestas missões e sua subsequente georreferenciação. Espera-se conseguir maximizar e otimizar a logística deste tipo de atividade de uma forma muito eficiente», adianta o investigador Nuno Borges Carvalho, coordenador do projeto no IT.

O sistema propriamente dito tem duas vertentes, uma em ambientes exteriores, que recorrendo a sinais GPS permite a rápida localização das equipas e ainda o retorno de mensagens sobre as condições do terreno e, ainda, um sub-sistema de localização que permite identificar e localizar pessoas em ambientes interiores, nomeadamente dentro de edifícios em ruínas.


terça-feira, 12 de junho de 2012

A LER


Uso e abuso do 'duplo uso'

por JORGE SILVA PAULO, CAPITÃO DE MAR E GUERRA (R)Ontem18 comentários

Quando pessoas muito diversas começam a usar a mesma expressão é sinal de confusão. É o que está a passar-se com as eurobonds - e com o "duplo uso".
O slogan "duplo uso" surgiu no contexto do comércio internacional de armas para designar bens e tecnologias declarados para fins civis mas que se destinam ao fabrico de armas. Há poucos anos, a Administração da Marinha de Guerra criou uma doutrina do "duplo uso", para justificar a integração de serviços públicos não--militares, como a Autoridade Marítima, nesse ramo militar. A Autoridade Marítima é totalmente operada por pessoal dos quadros da Marinha. A Polícia Marítima é o instrumento operacional da Autoridade Marítima Nacional, subordinada ao ministro da Defesa Nacional, e tem quadros e estatutos próprios. A Administração da Marinha tem feito uma gestão global da Marinha, do Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SBSM), da Autoridade Marítima e da Polícia Marítima (em que os três últimos dependem do ministro da Defesa Nacional), dando a prioridade à Marinha de combate oceânica.
Essa prioridade tem colocado a proteção das nossas águas em segundo plano, como se vê pela falta de navios-patrulha, que não é compensada por fragatas e submarinos, cuja obtenção a Administração da Marinha considerou um desígnio superior, mas muitíssimo mais caros de operar e inadequados para as missões correntes. Quando aponto as contradições a esta doutrina observo o incómodo e as reações ilegítimas dos que a apoiam. Ela põe em causa a separação constitucional e legal entre as Forças Armadas e a segurança interna. Conscientes deste facto, há militares, nos ramos e suas extensões, que defendem uma revisão da Constituição para que esta se adapte à doutrina do "duplo uso". Temendo não o conseguir, vai-se preparando uma alternativa através de um novo conceito de segurança e defesa.
A participação de pessoal e meios da Marinha em tarefas de natureza não-militar tem séculos e nunca suscitou dúvidas, até que alguém se lembrou de elevar uma expressão ilustrativa (duplo uso) a doutrina, desvalorizando a Constituição e a lei, que se chegou a chamar "corrosiva". A Força Aérea é pelo menos tão importante como a Marinha na realização e eficácia de missões de busca e salvamento marítimo, mas não criou uma doutrina de "duplo uso" e não reivindica em vídeos e declarações públicas que é um serviço seu - o SBSM depende, por lei, do ministro da Defesa e é executado pelos meios e pessoal dos ramos e doutros serviços do Estado.
A Administração da Marinha está de parabéns por ter conseguido a adesão de pessoas muito variadas a um slogan que tem uma origem distante do sentido que lhe deu, e cuja sonoridade encaixa bem nestes tempos de chavões e ideias simples. Está por ver se essa vitória mediática passa de pírrica à realização dos seus fins, apesar da bem cristalizada interpretação da Constituição e da lei. Quando os portugueses estão a ser informados com horror de inúmeros abusos individuais e corporativistas, para obtenção de "quintas" e benefícios, cujos efeitos nefastos e custos são deixados para os contribuintes, o "duplo uso" só pode significar o apoio das Forças Armadas a missões de natureza não-militar, subordinados às autoridades civis competentes, nos termos da lei. E quem não cumpre a lei, que (se) mude!

A IR


segunda-feira, 11 de junho de 2012

NO PEITO


O Presidente da República condecorou hoje mais de três dezenas de personalidades e instituições por ocasião do 10 de Junho, entre os quais o sociólogo António Barreto, o historiado José Hermano Saraiva e o general Pinto Ramalho.
Numa cerimónia integrada na sessão solene do 10 de Junho, que este ano decorreu em Lisboa, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, o sociólogo António Barreto e o antigo chefe do Estado-Maior do Exército Pinto Ramalho foram condecorados com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.
O vice-almirante José Augusto Vilas Boas Tavares, o tenente-general António Carlos de Sá Campos Gil e o tenente-general Victor Manuel Lourenço Morato foram agraciados com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Aviz.
A título póstumo foi atribuída a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique ao antigo presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações Diogo Vasconcelos.
A mesma distinção foi atribuída ao historiador José Hermano Saraiva, ao antigo presidente do Supremo Tribunal Administrativo juiz conselheiro Lúcio de Assunção Barbosa, ao ex-reitor da Universidade de Évora Manuel Ferreira Patrício e ao presidente do conselho de administração da Fundação Passos Canavarro Arte, Ciência e Democracia, Pedro Passos Canavarro.
Como Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique serão condecorados o advogado António Lobo Xavier, o artista plástico Eduardo Nery, o antigo diretor da PSP superintendente chefe Francisco Oliveira Pereira, o escritor Gonçalo Manuel Tavares, o ensaísta José Afonso Furtado e o pintor, cineasta e arquiteto Luís Noronha da Costa.
A fadista Celeste Rodrigues, o diretor do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, João Fernandes, e o artista plástico Pedro Calapez foram agraciados como comendadores da Ordem do Infante D. Henrique.
A pintora Emília Nadar foi condecorada como Grande Oficial da Ordem de Mérito, enquanto a irmã Ana Maria de Sousa Vieira, diretora da Associação Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos foi agraciada com a comenda da mesma ordem.
Foram igualmente distinguidos como comendadores da Ordem de Mérito a pintora Armanda Passos, a presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, Elza Chambel, o guitarrista João Manuel Pina, a diretora do Museu da Criança Margarida Lancastre, o guitarrista Raul Nery, e o presidente do conselho geral do Grupo Auto Sueco, Tomaz Jervell.
O fundador da Associação Salvador, Salvador Mendes de Almeida, e a judoca Telma Monteiro foram condecorados como oficiais da Ordem de Mérito.
Como membros honorários da Ordem de Mérito foram agraciados a Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa, a ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários e a Elo Social - Associação para a Integração e Apoio ao Deficiente Mental Jovem e Adulto.
Na classe de mérito do agrícola da Ordem do Mérito Empresarial foram distinguidos como comendadores o presidente da direção da Associação de Agricultores do Ribatejo, António Gonçalves Ferreira, e o presidente da CONFAGRI - Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, Manuel dos Santos Gomes.
Na classe do Mérito Industrial foi condecorado como Grande Oficial o presidente da CIN - Corporação Industrial do Norte, João Serrenho, e a presidente da APSOPPE - Associação Portuguesa de Saúde Oral para Pacientes Portadores de Patologias Especiais, Purificação Tavares.

NOTA:Por engano publicamos a relação do ano passado (no fundo, no fundo , vem tudo a dar à mesma), mas fomos alertados pelo nosso amigo e leitor atento JRP a quem muito agradeçemos.


Já agora , e com óculos, não vemos um único Militar operacional, daqueles que andam por Timor(GNR) , Afeganistão, Líbano, Kosovo e outras zonas de perigo....como o gabinete do ministro aguiar ifen branco 

COM DEVIDA VÉNIA


AS ÚLTIMAS DA DEFESA (II)           
                                                                                                                                    09/06/12
    A Comunicação Social relatou, com cópia de pormenores, o concurso público para uma qualquer empresa vir a fornecer as refeições a serem servidas no dia – a - dia da Assembleia da República.
    Dadas as exigentes especificações do caderno de encargos (em termos militares dir-se-ia “requisitos operacionais”), dignas de um “Pied de Cochon” parisiense ou, para não ir tão longe, do antigo “Tavares Rico”, existe a possibilidade do concurso ficar deserto, dado ser difícil encontrar firmas à altura de tão exigente gabarito. Mesmo aquelas que estão habituadas a servir os finíssimos escritórios de advogados especializados em “Parcerias Público – Privadas”.
    Disso se terá apercebido o presciente Ministro da Defesa Nacional (MDN) que, na esteira dos melhores estrategistas, delineou a seguinte operação, após o novel “Observatório para a Defesa dos Infras”[1], lhe ter feito chegar um trabalho elaborado por um destes, intitulado “O emprego das armas de tiro tenso na conquista de pontos de cota mais elevada”.
    Pedindo emprestado à Armada o conceito de “duplo uso” – a caminhar rápido para se transformar em “uno/zero uso” – resolveu fazê-lo migrar para o Exército, dando instruções para que a decrépita “Manutenção Militar” (MM) – que já em tempos, não muito recuados, abasteceu, sem grandes razões de queixa (a não ser pelo desvio, menos lícito, de umas arrobas de batatas, em Angola, por parte de um capitão, mais tarde popularucho autarca e dirigente desportivo), mais de 200.000 homens (leram bem?), em quatro continentes – fosse à dobra do concurso salvando, desse modo, os representantes do povo de terem de recorrer à sopa dos pobres.
    E, estou em crer que, desta vez, São Nuno de Santa Maria que a inventou (à sopa), sepultado ali tão perto (embora em condições indignas de tão excelsa personagem e sem que 99,9% dos portugueses saibam onde), não iria mandar nenhum carmelita levá-la a S. Bento…
    Ser a MM a fazer este serviço só acarreta vantagens: primeiro porque se lhe dava utilidade, pois há anos e anos que ninguém sabe o que se lhe há - de fazer; depois porque iria manter o “batalhão” de deputados e o “regimento” de assessores, devidamente escorreitos e em boa forma física. E, claro, melhor preparados para os rigores da luta política!
    Além disso poderia levar S. Exs. a pensarem duas vezes antes de enviarem tropas para lugares inóspitos (mas de grande “interesse nacional”), como sejam o Kosovo, a Bósnia, o Líbano ou o Afeganistão, pois permitia que tivessem um cheirinho a campanha.
    Finalmente, através dos antigos fornos de Vale do Zebro, que forneciam o biscoito para as armadas de antanho, manter – se – ia um “stock” adequado daquele produto o que permitiria à “Casa da Democracia” sustentar, por longos períodos, qualquer cerco como aquele ocorrido em 1975 – uma verdadeira epopeia revolucionária!
    O cardápio seria simples: às 2ªs, 4ªs e 6ªs, ração de combate; às 3ªs e 5ªs, refeição quente, alternando entre o “amarelo de carne” e o “rancho”, que dá “sustância”.
    Nos dias de debate com o Governo a refeição seria reforçada com uma entrada de “punheta de bacalhau”, que é especialmente recomendada para uma reflexão sobre a existência do “eu” e a fecundação dos povos.
    Ora sabendo-se que as rações de combate passaram a vir de uma qualquer região autonómica espanhola, mais pertinente se torna servi-las no seio de onde partiu o brado iberista “Espanha, Espanha, Espanha”! Digam lá se isto não é visão?
    Como, porém, estamos (finalmente!) na Europa da União – onde, por acaso, nunca deixou de funcionar a hierarquia das potências – a MM seria ordenada de dar uma nota de requinte servindo especialidades comunitárias, em dias diferentes, tais como azeitonas da Dinamarca; arenque em salmoura, de Creta; fish and chips, da Côte D’Azur; salchichas da Sicília; bochechas de burro da Andaluzia; esparguete à moda das Terras Altas Escocesas, e assim por diante.
    Para beber, água, por favor, água e sem álcool, por razões óbvias. Fica apenas a opção por uma das águas minerais das 33 termas existentes na lusa terra, após a criminosa intenção de privatizar a água, ter feito vencimento. Aí já deve compensar.
    Para os dias de festa, enfim, permitir-se-ia um vinhito daqueles que a MM nos habituou e que faz ter saudades do “Camilo Alves”. Recomendo o “Encostas do Trancão”, cujo ar puro e águas cristalinas daquele rio, tornou famoso em toda a África Sub - Sahariana.
    Para evitar qualquer “levantamento de rancho”, que a conhecida relapsia dos senhores deputados à disciplina partidária poderia, eventualmente, provocar, S. Exª o MDN também aponta uma solução.
     De facto, um dos muitos motoristas ao serviço dos gabinetes dos senhores ministros - que podem auferir muito mais do que qualquer oficial superior das tropas de terra, mar e ar – transportaria, diariamente, uma amostra da comida a fim de ser provada pelo “pelotão” de betinhos que gravitam no gabinete do MDN (para o que se publicaria uma escala semanal).
    Tal garantiria, seguramente, qualquer “derrapagem” na confecção e qualidade dos géneros.
    E será assim, caros concidadãos, que as nossas FAs, num supremo esforço antes da sua exaustão e extinção, irão, mais uma vez, resgatar a República!
    Ora digam lá, se tudo isto não é uma boa ideia, inteligente e patriótica?
    Viva o MDN! Força Portugal![2]

                                           João J. Brandão Ferreira
                                                  TCorPilAv. (Ref.)




[1] Infra, nome pelo qual são conhecidos os caloiros da Academia Militar e cuja definição me dispenso de explicitar em honra aos bons costumes.
[2] Se necessário a MM também irá servir as refeições à selecção nacional de futebol, na Polónia!

WELCOME

 Presidente de Cabo Verde começa hoje em Portugal a sua primeira visita de Estado ao estrangeiro, e, durante dois dias, terá encontros com as entidades portuguesas, participa em seminários e em encontros com estudantes cabo-verdianos.
Em Lisboa desde sexta-feira, onde desde então cumpriu um programa extra-oficial, que será retomado na quarta-feira, Jorge Carlos Fonseca é ainda homenageado num certame cultural como presidente Honorário do Festival Sete Sóis Sete Luas.
A convite do homólogo português, Aníbal Cavaco Silva, o chefe de Estado cabo-verdiano, empossado há nove meses, começa hoje o programa oficial da visita com uma cerimónia de deposição de coroa de flores no túmulo de Luís Vaz de Camões e com uma visita aos claustros do Mosteiro dos Jerónimos.

À tarde, visita a Câmara Municipal de Lisboa e, acompanhado pelo respectivo presidente, António Costa, desloca-se à sede da União das Capitais das Cidades de Língua Portuguesa (UCCLA), terminando o dia com um jantar oferecido por Cavaco Silva, no Palácio de Queluz.
Na terça-feira, a manhã de Jorge Carlos Fonseca começa com uma visita ao Instituto de Altos Estudos Militares, após o que participa num seminário económico organizado pela AICEP e efectua uma visita de cortesia ao Presidente do Tribunal Constitucional, Rui Moura Ramos.
Após um almoço de trabalho com Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro português, Jorge Carlos Fonseca segue para a Assembleia da República para um encontro com a presidente Assunção Esteves e com os líderes parlamentares.
Logo depois, participa numa sessão solene do Conselho Científico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, após o que terá um encontro com estudantes de Cabo Verde a residir em Portugal.
Após assistir a uma homenagem ao músico português José Barros, líder do grupo Navegante, Jorge Carlos Fonseca condecora o cantor cabo-verdiano Bana com a Medalha de 1.ª Classe da Ordem do Dragoeiro, ficando assim encerrada a visita de Estado.
Quarta-feira, último dia da estada em Portugal, Jorge Carlos Fonseca retoma o programa extra-oficial com uma visita ao concelho da Moita, arredores de Lisboa, deslocando-se à Escola EB 1/ J.I, pertencente ao Agrupamento Vertical de Escolas do Vale da Amoreira (Agrupamento TEIP - Território Educativo de Intervenção da Moita).
Depois, desloca-se à Associação de Solidariedade Cabo-Verdiana dos Amigos da Margem Sul do Tejo, no Vale das Amoreiras, e visita o Estádio do Bonfim, onde cumpre a promessa feita na tomada de posse como chefe de Estado de Cabo Verde: conhecer as instalações do Vitória de Setúbal, clube de que é adepto.
À tarde, Jorge Carlos Fonseca e mulher partem de regresso a Cabo Verde.

PINGA


 'Shanghai Prime Wines', é a mais recente empresa criada pelo grupo Enoport para a distribuição de vinhos portugueses no continente chinês.
EnoportA nova empresa, que funcionará como complemento à importação directa, inicia operação ainda este mês nos escritórios da representação da Enoport em Xangai.
No continente chinês a aposta passará por vinhos de gama média e alta, cujos valores rondam os 10 e 15 euros. A China é o segundo maior mercado da Enoport, tendo no último ano sido responsável por 13.8 milhões de euros no sector da exportação dos vinhos da Enoport.

PASSAMOS

Cavaco Silva presta homenagem às Forças Armadas


Por nós, dispensamos