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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CRUZEIRO PARA A D. BERTHA

INTERESSANTE

"António Soares Carneiro morreu na terça-feira passada com 86 anos. Pouca gente o conhecia fora dos meios militares, e em particular do exército, apesar de uma candidatura à presidência da República, que a Aliança Democrática promoveu e apoiou.
Conheci o general Soares Carneiro num almoço discreto em 1980. Duas coisas ficaram logo claras. Primeira, que se tratava de um homem inteligente, sereno e bem-educado. Segunda, que não tinha nada de político e não faria um bom candidato. Foi isso mesmo que eu disse ao primeiro-ministro e a meia dúzia de amigos comuns. Mas Sá Carneiro queria meter a tropa nos quartéis o mais depressa possível, acabar com o Conselho da Revolução (uma espécie tosca de Tribunal Constitucional) e pôr fim à sua própria dependência política de Eanes. Soares Carneiro parecia o homem indicado para esta revolução.
Para seu mal, o general não trouxe para a comissão política da candidatura gente da sua confiança. Talvez não conhecesse civis com o prestígio necessário, e não queria com certeza aparecer ao país como o chefe de uma facção militar. Aceitou por isso as criaturas que lhe mandaram o CDS e o PSD, que mal se conheciam entre si, não compreendiam o sentido daquela aventura e só pensavam nas vantagens que ela eventualmente lhes traria. As sessões da comissão política eram um pandemónio; e logo se percebeu que parte dos seus membros trabalhava para a derrota de Soares Carneiro. Ele, para falar com franqueza, também não ajudava. Assistia à desordem estabelecida com uma extraordinária tolerância e nunca tentou impor a sua autoridade.
Isto sempre me intrigou, até perceber que ele se não sentia com o direito de mandar em civis, como presumivelmente mandava nos militares. A esquerda (ou seja, o PS e o PC) berrava a cada canto que ele era um embrião de ditador “fascista”, enquanto ele respeitava meticulosamente as mais simples normas da democracia, sem que ninguém desse por isso e menos se interessasse. Nos comícios, não permitiu que se criasse a gritaria do costume e falava devagar, sem uma única palavra demagógica. Quando perdeu, saiu da vida pública sem um lamento e sem uma ameaça. Uma vez em que por acaso nos vimos, não me disse nada sobre a campanha a que o tinham exposto. Nem sequer guardava um resquício de malícia contra os políticos da AD e afins, que o haviam levado a uma humilhação irresponsável e gratuita. Voltou ao exército, calado, e calado morreu."

Com a devida vénia

AQUI D ´EL REI

Deve ter dado hoje mil voltas ao túmulo.

Criadora da Escola Naval nunca deve ter imaginado que um habitante medíocre fosse alterar  as razões e os alicerces do "talant de bien faire"

ALERTA

."......Dentro da mesma lógica de pensamento, impõe-se que o Encontro de Oficiais, que se realizará no dia 22 de Fevereiro, a partir das 15H00 (inicio da sessão 15H30) e até cerca das 20H00, quase certamente num auditório do ISCTE com capacidade para algumas centenas de camaradas, tenha o número de presenças que merece. O Encontro será, mesmo, só para oficiais dos três Ramos das Forças Armadas, nas diversas situações/vínculos (activo, reserva, reforma, RV e RC) e a comunicação social não poderá estar presente, sendo-lhe facultada, apenas, a recolha de informação antes e depois dos trabalhos (normalmente, junto de dirigentes da AOFA). As decisões que aí forem tomadas reflectir-se-ão, certamente, no futuro de todos nós e, até, no equilíbrio de que Portugal tanto precisa.
Na altura, já terão tomado posse os novos Órgãos Sociais da AOFA (as eleições decorrem no próximo dia 1 de Fevereiro, sábado), que continuarão com o mesmo Presidente (COR Pereira Cracel), mas apresentarão boas novidades, de que se salientam uma muito maior participação de camaradas no activo (detendo postos que estão no “centro do furacão” estatutário que se avizinha), entre eles o futuro Vice-Presidente, MAJ INF Comando Musa Paulino e a assumpção da Presidência da Mesa da Assembleia-Geral por parte do TGEN Formeiro Monteiro (passando o ALM Castanho Paes a integrar o Conselho Deontológico), tendo como Vice o MGEN Ferreira da Cunha."

Parte de um texto da AOFA.

COMUNICADO
(2014JAN29)
2014: O ANO EM QUE EXPRIMIR A INDIGNAÇÃO JÁ NÃO É SUFICIENTE 

As direcções das ANS, AOFA e AP, reunidas para analisarem as consequências das gravosas medidas constantes da Lei do Orçamento do Estado de 2014 (OE/2014) e de diplomas com matriz em tudo semelhante, alguns ainda por publicar, cientes do sentimento de crescente e irreprimível indignação que se tem vindo a apoderar da generalidade dos militares, que, pese embora o que vem sendo transmitido para a opinião pública, não sentem, como a esmagadora maioria dos seus concidadãos, qualquer melhoria nas suas condições ou perspectivas de vida, concluíram o seguinte:
Para além dos injustos e dramáticos cortes nas remunerações dos que servem o Estado (o que inclui os militares) e nas funções sociais que constituem responsabilidade daquele (saúde, educação e prestações sociais), com particular relevo nos que incidem violentamente sobre os pensionistas e reformados (o que inclui, igualmente, os militares, bem como os respectivos cônjuges sobrevivos), também as funções de Soberania (muito especialmente nos casos da defesa e da segurança interna) têm sido alvo de perigosas reduções orçamentais, com reflexos muito negativos no treino, na motivação e, consequentemente, na capacidade de resposta operacional indispensável ao cumprimento das missões constitucionalmente consagradas.
Saliente-se que a maioria dos restantes nossos concidadãos, aos quais envolvemos em toda a nossa fraterna solidariedade, também é sujeita a penosos sacrifícios, embora a partir de outros processos que vão desde o gravíssimo flagelo do desemprego até à objectiva redução de salários, para não falar do enorme aumento de impostos (de que os militares são igualmente vítimas).
Tudo isto sem que se apure verdadeiramente como é que foi possível chegar à dramática situação que o País vive e às nebulosas dependências associadas, e consequentemente, sejam efectivamente responsabilizados e penalizados os que a ela nos conduziram, o que não tem acontecido.
Como associações socioprofissionais que somos, não podemos aceitar que o Governo trate os militares sem olhar aos riscos que correm e às restrições e deveres a que estão sujeitos e sem cumprir os direitos que lhes deviam servir de contrapartida, conforme estabelecido na Lei nº 11/89, de 1 de Junho.
Embora os pesados sacrifícios a que têm sido sujeitos os militares se tenham vindo a acentuar desde 2011, com o OE/2014 e os diplomas que se encontram pendentes agravam-se, ainda mais, as medidas que nos são ou vão ser impostas:
-      A redução das remunerações e o congelamento das progressões;
-      As condições em que se processam as promoções, situação agravada com o que se antevê quanto às carreiras;
-      A revisão do Estatuto dos Militares, decidida em segredo;
-      A suspensão de passagem à situação de reserva;
-      A redução de efectivos;
-      A situação dos militares em Regime de Voluntariado e Contrato;
-      A alteração às regras do Suplemento de Residência, antevendo-se confiscos da mesma natureza decorrentes da revisão de outros suplementos remuneratórios e da aprovação da “tabela única”, que o Governo tem em carteira;
-      As sucessivas alterações à Assistência na Doença aos Militares (ADM);
-      A profunda degradação da saúde hospitalar;
-      A degradação da situação da Acção Social Complementar a cargo do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA);
-      A extinção do Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas (FPMFA;
-      O tratamento dado aos militares no âmbito da Reforma, mais penalizados, em muitos casos, do que qualquer outro cidadão;
-      O corte de pensões de sobrevivência de viúvas de camaradas nossos, naquilo que configura o inaceitável confisco do resultado dos descontos de quem já morreu, num desprezo total pela memória dos que deram o seu melhor ao serviço da Pátria.
Por estas e outras razões, as APM, que elegeram 2014 como o ano em que exprimir a indignação já não é suficiente, resolveram levar a cabo uma “Iniciativa Pública” no próximo dia 13 de Fevereiro, quinta-feira, pelas 18H00, no Largo Camões, em Lisboa.
As APM’s (ANS, AOFA, AP)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

QUÉ DELE?

Se bem me recordo, vai para um tempo, uma empresa canadiana anunciou que havia ouro com fartura ,  em grau impressionante,e perto da superfície,na Freguesia da Boa-Fé , Concelho de Évora.
E depois????

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

FALA QUEM SABE

O ex-chefe de Estado-Maior da Armada (CEMA) é crítico em relação ao que se passa com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENCV).

Em declarações ao PÚBLICO, o almirante Melo Gomes vê na interferência de interesses políticos na gestão a origem dos males que afectaram durante décadas os estaleiros. E que, finalmente, desembocaram no contrato de subconcessão à West Sea, empresa do grupo Martifer, assinado em 10 de Janeiro com a Emporderf.
“Criou-se uma promiscuidade entre a política, de todos os partidos do arco governamental, e a gestão. Da política a nível nacional e local, dada a importância dos estaleiros”, refere. A relevância advém, logicamente, da capacidade empregadora para a cidade e concelho de Viana de Castelo, e de estes serem um centro industrial importante no norte litoral. Assim se foi fraguando uma mistura que, progressivamente, oxidou a capacidade dos ENVC.
“O resultado desta promiscuidade é que nos estaleiros ninguém era responsável, as lideranças não tinham capacidade de se afirmar, já que interesses vários, partidários e locais, entravam em jogo”, acentua. Uma análise que desenha um quadro de um barco à deriva. Com singularidades que punham irremediavelmente em causa a operacionalidade da unidade produtiva.
O almirante Melo Gomes aborda um aspecto concreto. “Os ENVC não tinham engenharia mas, sim, excelentes artífices que precisavam de balizas para trabalhar”, exemplifica. O ex-CEMA sintetiza a situação numa espécie de fórmula de descalabro: “Os estaleiros não tinham engenharia, tinham pouca gestão e quase nenhum comando.” A consequência era óbvia: “uma produtividade inferior.”
Não se trata de uma mera opinião pessoal. “O último estudo apresentado ao Governo, em Janeiro de 2011, feito por uma empresa de auditoria, a At Kearny, revelava que faltava engenharia e gestão, havia excesso de pessoal e inexistência de liderança intermédia”.

"O mal já vinha de trás"
Uma situação que não é recente. “O mal já vinha de trás, mas então não representava o que hoje representa, pois a sofisticação dos navios é, agora, muito maior”, adverte o militar. “Os estaleiros cumpriram mas não evoluíram”, diagnostica. Um mal que se arrastou. “Nenhuma das reestruturações se concretizou”, aponta.

Acredita, por isso, que há uma desadequação da actual tutela da Emporderf. “A arquitectura da Emporderf não faz sentido numa holding do Estado, não devia estar no ministério da Defesa mas na Economia ou na Indústria”, observa o almirante Melo Gomes. “A Defesa não tem a ver com a eficiência mas com a eficácia, a eficiência tem a ver com os resultados dos recursos investidos, na relação custo/benefício, a eficácia com o resultado”, comenta.
Melo Gomes recorda que as encomendas da Marinha aos estaleiros de Viana, canceladas devido aos cortes orçamentais decretados pelo actual ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, eram de 300 milhões de euros. Em causa estavam seis patrulhões da classe Viana do Castelo, até oito lanchas de desembarque e um navio polivalente logístico com projecto alemão no pacote das contrapartidas à aquisição por Portugal dos dois submarinos da classe Trident.
“Os navios patrulha da Marinha podiam vir a ser feitos em série e serem vendidos para o estrangeiro”, revela. Deste modo, seria inaugurada uma nova linha de produtos que, logicamente, teriam custos mais contidos. “Foram apresentadas propostas a Angola, Marrocos e Nigéria”, recorda o ex-CEMA.
Sobre a opção de subconcessão finalmente decidida pelo executivo, o militar equaciona: “Havia duas opções, seguir o estudo e manter os estaleiros no sector público ou optar pelo liberalismo destrutivo deste Governo.” Neste ponto, não tem certezas. “O Governo fez esta subconcessão, não sei se é bom negócio para o Estado, não sei se a subconcessão garante a necessidade de manter a construção naval no país”, refere. E subsiste uma interrogação: “Quem paga os 271 milhões de euros do passivo dos estaleiros, mais os 31 milhões de euros das rescisões dos contractos de trabalho? Sobre quem vão recair estes custos?”
As dúvidas desaparecem quanto à importância que atribui à manutenção de estaleiros em Portugal. “Considero a construção naval como um activo estratégico do país, ainda mais se o desígnio é o regresso ao mar”, destaca. “O regresso ao mar não se faz sem navios e os estaleiros de Viana do Castelo têm a dimensão para a construção”, conclui.

UM MILITAR

MAMA SUME

Adeus, Senhor General.

Os nossos profundos respeitos


ONDE JÀ SE CHEGOU

Exmo Sr Man.....
Face ao exposto informa-se que deve contactar a D. ........ uma vez que foi quem fez a devolução da referida comparticipação.
Com os melhores cumprimentos,
Jorge

De: Fulano
Para: 'ADM Benefeciarios'
Assunto: contacto
Ex. mos senhores
Já tentei telefonar um numero indeterminado de vezes para a D. ..... com o nº que vem anunciado . Impossível
Já tentei telefonar um numero indeterminado de vezes para a central 214 540 700 . Impossível
Recebi ...........
Cumprimentos
Fulano  ( nº identificação MM)


Esta troca de correspondência entre um Camarada nosso (Oficial Superior da Armada) e a ADM , demonstra bem o estado a que se chegou.

Os Militares são tratados como podem ver. 

Além do mais, se lermos a reclamação do Oficial/Utente e a resposta do sr. Jorge vê-se que esta é completamente estrambólica.

Foi esta "obra de classe", para que todos descontamos e dirigida por um civil amigo do ministro, que veio substituir o que tão bem funcionava e tão bem tratava os Militares e civis seus utentes.

Daqui a breve tempo a resposta já será se calhar ainda pior senão mesmo insultuosa e isso é se a houver.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ESPIAÇOS

Snowden: la NSA sert aussi des intérêts économiques

 – Publié le 25/01/2014 à 21:30
L’Agence nationale de sécurité américaine (NSA) utilise parfois des informations collectées à des fins économiques, a affirmé son ancien consultant Edward Snowden, selon un extrait, diffusé samedi, d’un entretien à une chaîne de télévision allemande, programmé dimanche soir en intégralité.
“S’il y a des informations, par exemple sur Siemens, qui soient dans l’intérêt national, mais qui n’ont rien à voir avec la sécurité nationale, et bien ils prendront cette information quand même”, a expliqué M. Snowden, selon la traduction en allemand d’un extrait diffusé au journal de 20H00 (19H00 GMT) de la chaîne de télévision publique ARD.
L’entretien a été réalisé par un journaliste de NDR, une chaîne régionale qui appartient au réseau d’ARD et qui a beaucoup travaillé sur les documents secrets livrés par Snowden aux journalistes. Il a tourné cette semaine à Moscou et dans le plus grand secret, la première interview filmée de l’ancien consultant depuis qu’il a quitté Hong Kong en juin 2013 pour se réfugier dans la capitale russe, où il vit actuellement.
Quelque 30 minutes d’entretien doivent être diffusées dimanche soir à 22H00 GMT sur la chaîne publique allemande ARD. De premiers extraits doivent être diffusés à 20H45 GMT dans l’émission de débat du présentateur vedette Günther Jauch, toujours sur l’ARD.
Sur son site internet, NDR explique que Snowden affirme ne plus être en possession d’aucun document confidentiel car ils ont tous été donnés à des journalistes qu’il a choisis. Il affirme ne pas vouloir et ne pas pouvoir anticiper sur d’éventuelles nouvelles révélations à l’avenir.
Outre ses révélations passées et leurs conséquences, Snowden “aborde également son parcours personnel de sentinelle à lanceur d’alertes”, ajoute NDR sur son site internet.
L’ex-consultant du renseignement américain est inculpé aux Etats-Unis d’espionnage et de vol de documents appartenant à l’Etat, depuis qu’il a fait des révélations fracassantes sur la surveillance électronique conduite par les autorités américaines.
Des révélations sur l’espionnage d’un téléphone portable de la chancelière allemande Angela Merkel par les services secrets américains ont suscité des tensions diplomatiques entre Berlin et Washington.
Jeudi, lors d’une discussion avec des internautes sur le site animé par ses soutiensfreesnowden.is, il avait récusé toute idée de retourner dans son pays, jugeant qu’il ne pourrait y avoir un procès équitable.
Récemment, le ministre américain de la Justice, Eric Holder, avait indiqué qu’il était opposé à une grâce pour Edward Snowden mais ouvert à une “conversation” dans le cas où ce dernier était prêt à assumer sa responsabilité dans les fuites.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

BRAVO

António Raposo, 62 anos, sempre disse que, quando chegasse à reforma, ia retribuir o que a vida lhe deu. Foi oficial da marinha de guerra portuguesa e acha que agora é que tem tempo para poder dar aos outros. Foi por isso que ´.
Em 2011, pôs-se a enviar emails para organizações nacionais e internacionais de voluntariado. Finalmente soube do projecto Mais Valia da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), um programa de voluntariado para maiores de 55 anos nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Foi escolhido para ir para Luanda: durante cerca de um mês, trabalhou com a Fundação Fé e Cooperação, a fazer um levantamento das organizações sociais angolanas e das necessidades que têm ao nível da formação.
De acordo com a coordenadora da implementação do projecto, Elisa Santos, à excepção de algumas ordens religiosas, não haverá em Portugal muitas iniciativas vocacionadas para o voluntariado além-fronteiras para pessoas nesta faixa etária. A ideia é conciliar o voluntariado com o envelhecimento activo e potenciar “os conhecimentos profissionais, práticos, académicos e também a experiência de vida desta franja da população”.
O limite máximo das missões é de dois meses, uma vez que não se pretende “substituir os recursos locais” nem “criar dependências dos voluntários”. A ideia também não é ocupar potenciais empregos: as missões são curtas e têm objectivos “muito definidos, tendo quase um carácter cirúrgico”
A selecção dos candidatos foi acompanhada por uma psicóloga e os voluntários ainda passam por uma fase de formação, na qual se abordam, entre outras, questões ligadas à cooperação e desenvolvimento, às relações interpessoais, à gestão de expectativas e à inserção em contextos diferentes. A bolsa já conta com 60 pessoas prontas para partir.
A directora do programa Parcerias para o Desenvolvimento da FCG, no qual está inserido o projecto Mais Valia, Maria Hermínia Cabral, diz que os voluntários com mais 55 anos têm “pujança”, “saber acumulado” e “um gosto imenso pela descoberta”: “Estão a devolver aquilo que a sociedade lhes deu”, diz.
É o caso de António Raposo: “Sempre tive como objectivo chegar à idade da reforma fisicamente em bom estado e dar o que a vida me proporcionou. Tive uma vida privilegiada, nada de especial, uma boa carreira profissional, que me realizou. Não tenho razão de queixa, tenho é razões para poder dar mais aos outros que eventualmente tenham menos”, nota.
Apesar de ter ficado em Luanda, conta que chegou “a fazer a barba com água que tirava do depósito da sanita”: “Foi uma enormíssima lição e experiência de vida. Para dar mais valor àquilo que temos.


 

POSSE

O bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Manuel Linda, tomou hoje posse do cargo para o qual foi nomeado pelo Papa Francisco a 10 de outubro de 2013, sucedendo a D. Januário Torgal Ferreira.

A tomada de posse canónica aconteceu durante a reunião geral de capelães militares que decorreu em Fátima, mas o prelado admitiu dificuldades no que diz respeito à definição da sua situação com capelão-chefe no Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas e das Forças de Segurança.

“Os militares reclamam a minha entrada, não só os capelães, mas militares católicos, alguns dos quais já conheci há 30 anos, quando também prestei assistência religiosa no Exército, e outros que fui conhecendo”, disse D. Manuel Linda à Agência ECCLESIA.

“De facto, alguns interrogam-se: Porque é que o poder político não desbloqueia a situação? Não sei responder, mas estou convencido de que haverá boa vontade da parte de todos”, acrescentou.

O Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas e das Forças de Segurança foi regulamentado em 2009, na sequência da Concordata assinada entre Portugal e a Santa Sé em 2004, sendo constituído pela Capelania Mor e pelos centros de assistência religiosa da Armada, do Exército, da Força Aérea, da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública.

“Se não me derem os instrumentos indispensáveis para exercer o meu ministério, não o posso exercer, é tão simples quanto isso. Como é que eu de Braga posso prestar assistência, por hipótese, à GNR de Vila Real de Santo António?”, questiona D. Manuel Linda.

O responsável mostra-se “convencido” de que os responsáveis do Estado estão a “trabalhar com empenho” para tentar “desbloquear qualquer coisa que a lei poderia ter de menos preciso”.

D. Manuel Linda, de 57 anos, era bispo auxiliar da Diocese de Braga desde junho de 2009, tendo sido ordenado em setembro do mesmo ano, na Catedral de Vila Real.

Do ponto de vista do Direito Canónico, a tomada de posse deveria ter acontecido até dois meses após a nomeação do Papa como ordinário castrense e foi necessário pedir ao Vaticano um adiamento, que foi concedido “até final de janeiro”.

“Outra coisa é o estatuto que o Estado conceda para que eu possa desempenhar funções dentro das Forças Armadas e de Segurança, que são realidades distintas”, acrescenta o prelado.

A Capelania Mor, de acordo com as disposições do artigo 5.º do Decreto-Lei 251/2009, é um órgão de natureza inter-religiosa integrado no Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas e das Forças de Segurança, que assegura o regular funcionamento da assistência e compreende na sua composição um capelão-chefe, por cada confissão professada, que coordena a respetiva assistência religiosa.

A Igreja Católica coloca sob a jurisdição do Ordinariato Castrense todos os fiéis militares e também aqueles que, por vínculo da lei civil, se encontram ao serviço das Forças Armadas; são também setores integrantes as Forças de Segurança, ou seja, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública.

D. Manuel Linda diz ter como projeto estar junto dos “homens e mulheres que servem as Forças Armadas e de Segurança”, com base em quatro “pilares”: formação, acompanhamento espiritual, evangelização e atenção à piedade popular.

POR LÁ AS COISAS ESTÃO BRAVAS

Voici la lettre ouverte de Liu Xia, épouse du Prix Nobel de la Paix emprisonné Liu Xiaobo, au président Xi Jinping.
Il n'est point besoin de la commenter.



Mr. President Xi Jinping, 

I'm Liu Xia, citizen of the People's Republic of China. I have been placed under house arrest in my own home since October, 2010. That deprives me of my personal freedom. However, no one has told me why I have been subjected to house arrest. Thinking about it over and over again, I conclude that, in this country, it must be a "crime" to be the wife of Liu Xiaobo. 

I believe the sentence handed down to my brother Liu Hui on June 9th, 2013, is completely unjust. I question whether the judiciary, even the entire apparatus of state power, is being misused.

With the rule of law of our time, the state ought to be working to deliver justice, not to ruthlessly suppress people with the aid of violence. Any incident in which individual rights are denied can lead to tragedy, casting a dark shadow over the legitimacy of state power. Criminal justice can be manifest only through individual cases. I cannot imagine how we can expect justice when the rights of a defendant are circumvented, or disregarded altogether, in any given case. 

Mr. President, the Chinese dream you have proclaimed has to be a dream for each and every Chinese citizen to seek and to realize. I hope it will not turn into a "Chinese nightmare" for some citizens like myself. 

Today is the traditional Dragon Boat Festival. Can you envision how my family feels as we spend this Chinese holiday? 

Citizen Liu Xia 

ADIVINHA

Alguém acertará  se lhe perguntarem , assim de repente, de onde é esta bandeira e este brazão?????

Nós aqui, ao almoço na Câmara , respondemos todos o mesmo. Bandeira de Lisboa e o nosso querido brazão das quinas.

E estará certo ????

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

SEMPRE A RECORDAR

FUNDADORES DA JUVENTUDE CENTRISTA

Homenagem a Adelino Amaro da Costa no sábado



A homenagem decorrerá junto ao busto de Adelino Amaro da Costa no Palácio de Cristal, onde decorreu o primeiro congresso dos centristas, cujo cerco pela extrema-esquerda no "verão quente' de 1975 os promotores pretendem assim evocar.

"Adelino Amaro da Costa foi vice-presidente do CDS, sempre muito ligado à JC. A JC tinha por ele um particular carinho, foi patrono e presidente honorário da JC. É natural que façamos homenagem", expôs.
Suleiman Seidi.
Esta homenagem, Sabado, dia 25 ,pelas 17:00, seguida de um jantar, é o quarto de uma série de encontros que começaram no ano passado, com o reencontro dos fundadores da Juventude Centrista, recordou Ribeiro e Castro.
"Temos associado estes encontros a datas, quer datas do PREC [Processo Revolucionário em Curso]- o 28 de setembro, o 11 de março - e que marcaram as vagas da formação da JC e datas privativas do CDS e da JC - o 4 de novembro, que foi o grande comício da JC e que resultou no primeiro assalto e destruição da sede do CDS, e o congresso do Palácio de Cristal"

IMPORTANTE

Padre Manuel Saturino é novo prelado auditor da Rota Romana

D.R.
 "O Papa Francisco nomeou hoje o religioso dehoniano Manuel Saturino da Costa Gomes para o cargo de prelado auditor do Tribunal da Rota Romana, da Santa Sé.
O sacerdote madeirense era professor de Direito Canónico na Universidade Católica Portuguesa e juiz do Tribunal Patriarcal de Lisboa e passa a fazer parte do colégio de juízes da Rota, com residência em Roma.
A tomada de posse está marcada para esta sexta-feira, no Vaticano, com o juramento perante o Secretário de Estado da Santa Sé, seguindo-se a audiência anual do Papa ao tribunal.
A Rota Romana é o tribunal ordinário da Santa Sé para julgar processos de apelo (segunda instância) ao Papa; julga também em terceira e última instância as causas julgadas por ele próprio e por outros tribunais eclesiásticos.
A instituição tem ainda a seu cargo o julgamento de causas reservadas ao Romano Pontífice (Papa), relativas a chefes de Estado, cardeais, bispos, dioceses e outras pessoas jurídicas.
O padre Manuel Saturino da Costa Gomes nasceu a 29 de novembro de 1952, em Machico, Madeira; a sua ordenação sacerdotal aconteceu a 14 de agosto de 1983, na Sé do Funchal.
De 1982 a 1987 frequentou o Instituto ‘Utriusque Iuris’ da Universidade Pontifícia Lateranense, em Roma, onde obteve a Licenciatura e o Doutoramento em Direito Canónico; desempenhou o cargo de diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa de 1996 a 2002.
O membro da congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos) foi também o primeiro diretor do Centro de Estudos de Direito Canónico, substituído pelo atual Instituto Superior de Direito Canónico da UCP, do qual foi também diretor de Janeiro de 2005 a julho de 2011; é membro da delegação da Santa Sé na Comissão Paritária para aplicação da Concordata e da Comissão da Liberdade Religiosa."

OC


   

TOCA A REUNIR

A Associação de Oficiais de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) anunciou esta quinta-feira que convocou um encontro para o próximo dia 22 de fevereiro, para discutir "a calamitosa situação" que os militares estão a viver.
"Tudo será feito para que efectivamente façamos reverter o caminho para que vão conduzindo o País", afirmou o presidente da AOFA, Manuel Cracel, após ler uma declaração aos jornalistas em que acabou a relembrar Salgueiro Maia para "pôr fim ao estado a que chegámos".
"Este não é o destino que os portugueses escolheram nem o que os militares juraram defender!", sustentou Manuel Cracel.
"Estamos fartos!", exclamou o presidente da AOFA, a terminar a leitura de uma declaração onde foram elencadas as medidas consideradas "injustas, iníquas, inadequadas e desproporcionadas" e que revelam "desrespeito pelo quadro legal em que se inserem" os militares.
Questionado sobre a indignação poder evoluir para outras formas de protesto, a propósito das alusões a Salgueiro Maia, o presidente da AOFA respondeu: "Revoluções não se anunciam, fazem-se e fazem-se de muitas maneiras", estando "mais próxima" a sua eclosão.
Manuel Cracel insurgiu-se contra "as mentiras" do Governo, argumentando que "esta gente já não tem escrúpulos".
Sobre a proposta do general Pina Monteiro para chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Manuel Cracel disse esperar dele, como dos restantes chefes militares, "é que exerça o seu dever de tutela e olhe com outros olhos para aquilo que vai acontecendo nas FA e aos militares".

CUIDADO

"O chefe do clã espanhol dos Bourbons luta com todas as forças para que não se concretize o seu badalado afastamento e substituição pelo filho mais velho. Com a casa monárquica a viver o seu maior descalabro desde a morte de Franco, Juan Carlos percebeu onde residiam as suas vantagens comparativas e onde podia ir buscar alguma da força que, no resto, lhe falha: o domínio da informação. 
Para isso, criou e desenvolveu uma relação pessoal muito especial com o general Félix Sanz Roldán, ‘patrão’ do Centro Nacional de Inteligencia (CNI) e tornou-se assim o homem mais bem informado de Espanha. Juan Carlos é quem mais sabe de tudo o que se passa, tanto nos seus círculos mais próximos como fora deles. Não quer manter-se à margem de nada e não quer que nada lhe escape… Para ter acesso directo a tudo, muito contribuem os encontros regulares de fim de semana com o ‘patrão’ do CNI, numa relação muito informal. “Juanito”, como era conhecido em Lisboa nos seus largos anos de vida no Estoril, parece empenhado em derrotar todos os que apostaram num seu afastamento em “slow motion” como solução para a crise da monarquia espanhola.
O grande confidente de Juan Carlos, general Félix Sanz Roldán, tem 69 anos, foi chefe do Estado Mayor de la Defensa (2004–2008), Subdirector General de Planes y Relaciones Internacionales en la Dirección General de Política de Defensa (DIGENPOL) del Ministerio de Defensa, fez o curso do Colegio de Defesa da NATO (NADEFCOL), em Roma, é diplomado em “Cuestiones Internacionales, del Instituto de Cuestiones Internacionales” e foi auditor dos cursos do CESEDEN, o equivalente ao nosso Instituo da Defesa Nacional. "

in I.E.

É BOM...

Dizem-nos que no Clube Militar Naval tem havido interessantíssimas reuniões , em almoços bem nutridos, de personalidades relevantes.

Parece que lá têm aparecido ex- CEMA ´s  ,Generais e também ex- CEME´s , Presidentes de Associações de Militares , muitos sócios mais interessados do que habitualmente...enfim.

O Clube já foi muito importante e muito interessante. Será bom que volte a ser

Mas , convém que se relembre, é só para sócios...ou convidados com a presença destes.

We say again...para SÓCIOS

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ACERTÁMOS

O general Pina Monteiro, CEME, vai suceder ao general Luís Araújo ,CEMGFA 

"A escolha tem a concordância do Presidente da República, a quem cabe nomear os chefes militares, e foi objecto de audição pelo Conselho de Chefes na segunda-feira, de acordo com várias fontes, tendo o Exército sido representado pelo vice-chefe do Estado-Maior, general Campos Gil.
Esta escolha do poder político - o ministério escusou-se a confirmar a informação - põe fim à regra militar não escrita e iniciada em 1994, com a nomeação do almirante António Fuzeta da Ponte , de fazer rodar o cargo de CEMGFA pelos três ramos das Forças Armadas - uma lógica monárquica e que objectivamente tem condicionado a liberdade de escolha do poder político.
Nessa sequência, seria agora a vez da Armada voltar a ocupar um cargo por onde só passaram ainda dois almirantes, Fuzeta da Ponte (1994/1998) e Mendes Cabeçadas (2002/2006)."

Nota: E ainda mais "coisas" aí virão......


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A SABER

  • 20-21 janeiro: chefes de Governo da UE  em Bruxelas.
  • 21 de janeiro: a Sérvia  vai iniciar negociações de adesão com a UE
  • 22 de janeiro: O Conselho de Governadores do Banco Central Europeu vai reunir-se em Frankfurt.
  • 22 de janeiro: Em Bruxelas se espera que a Comissão Europeia para discutir os seus planos para fortalecer a base industrial da Europa.
  • 22 de janeiro: A conferência de paz na Síria terá lugar na Suíça.
  • 22-25 janeiro: O World Econômic Forum começa em Davos, Suíça.
  • 23-24 janeiro: Os ministros da UE para a Justiça e Assuntos Internos terá uma reunião informal em Atenas.
  • 23-24 janeiro: diretores da política de defesa da UE vão reunir-se em Atenas para uma reunião informal.
  • 24 de janeiro: O presidente francês François Hollande  reunirá com o Papa Francisco no Vaticano.
  • 26 de janeiro: Uma delegação empresarial do Zimbabwe deve viajar a Bruxelas, para discutir novas oportunidades de negócios.

OBRIGADO

Duzentos mil que nos visitaram.

Duzentos mil "obrigados" e duzentos mil abraços desta guarnição que navega com muito amor à Marinha e aos seus Marinheiros.

Peças de Bombordo fogo........

UMA SENHORA

Deve rir como uma perdida, com o devido respeito

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

HELP ME

Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas (FPMFA)
A pedido de vários camaradas, fornecemos o e-mail e a morada do BPI - Pensões, entidade gestora do FPMFA, não proporcionando o número do telefone, pois desaconselhamos muito vivamente um contacto de que não restem memórias escritas. Mais: a forma de contacto ideal será sempre a do correio registado com aviso de recepção.
BPI – Pensões:
Morada – Rua Braancamp, nº 11, 1250-049 LISBOA (retirada do respectivo site)
Porque não devemos deixar os Ramos fora deste processo (o Dever de Tutela continua a fazer parte do EMFAR), recomendamos que, para além de outras eventuais informações, o histórico dos descontos efectuados para o FPMFA (necessário em muitas das situações que decorrem quer do DL quer da Portaria, uma vez que, mesmo que se conformem com os respectivos normativos, é melhor verificarem!) seja requerido ao CEM respectivo, requerimento a entregar em mão contra recibo ou a enviar pelo correio, igualmente em carta registada com aviso de recepção. O pedido fica salvaguardado, pois se os Ramos não quiserem prestar a informação (exigir despacho escrito, com identificação de quem o profere) terão que encaminhar os requerimento (ou outro pedido) para quem de direito, nos termos do Código do Procedimento Administrativo.

Permitimo-nos solicitar que a informação colhida por cada camarada, na sequência das suas diligências, seja remetida para este e-mail da AOFA, preferencialmente através do reencaminhamento dos correspondentes documentos.

A BOA PINGA

Joshua Greene elege 50 grandes vinhos portugueses para os EUA
17-01-2014
Joshua Greene, editor da prestigiada revista norte-americana "Wine & Spirits", elegeu quinta-feira, na Biblioteca de Nova Iorque, nos EUA, os 50 melhores vinhos portugueses para aquele mercado. 


Lista dos 50 grandes vinhos para os EUA

Adriano Ramos Pinto, Collection 2009, tinto, Douro
Aliança, Quinta da Dôna 2009, tinto, Bairrada
Anselmo Mendes Vinhos, Contacto 2012, branco, Vinho Verde
Casa de Mouraz, Encruzado 2012, branco, Dão
Casa de Mouraz, Elfa 2010, tinto, Dão
Casca Wines, Monte Cascas Malvasia 2011, Branco, Colares
Duorum Vinhos, Reserva Vinhas Velhas 2009, tinto, Douro
Enoport United Wines, Quinta do Boição Reserva 2012, branco, Bucelas
Folias de Baco, Olho no Pé Grande Reserva 2008, tinto, Douro
Fonseca Porto Vintage 2011
FTP Vinhos, Quinta do Serrado Reserva 2009, tinto, Dão
Herdade de Vale Barqueiros Reserva 2008, tinto, Alentejo
Herdade do Esporão Reserva 2010, tinto, Alentejo
Herdade do Esporão Verdelho 2012, Alentejo
IdealDrinks, Eminência 2010, branco, Vinho Verde
João Brito e Cunha, Quinta de S. José Touriga Nacional 2011, tinto, Douro
Jorge Moreira, Poeira 2010, tinto, Douro
Jose Maria da Fonseca, Domingo Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 2012, P. de Setúbal
Luís Pato, Vinha Pan, 2009, Bairrada
Lusovini, Pedra Cancela Seleção do Énologo 2010, tinto, Dão
Madeira Wine Company, Blandy’s Colheita Bual 1996, Madeira
Monte da Ravasqueira, Vinha das Romãs 2010, tinto, Alentejo
Muxagat 2011, tinto, Douro
Niepoort Vinhos, Batuta 2010, tinto, Douro
Niepoort Vinhos, Porto Vintage 2011, Douro
Quinta da Alorna, Portal da Águia 2009, tinto, Tejo
Quinta da Lixa, Aromas das Castas Alvarinho Trajadura 2012, branco, Vinho Verde
Quinta da Plansel, Marquês de Montemor Colheita Seleccionada Touriga Franca 2010, tinto, Alentejo
Quinta da Ponte Pedrinha Vinhas Velhas 2007, tinto, Dão
Quinta da Sequeira Reserva 2008, tinto, Douro
Quinta das Bágeiras Garrafeira 2009, tinto, Bairrada
Quinta das Bágeiras Garrafeira 2004, branco, Bairrada
Quinta de Chocapalha Arinto 2011, branco, Lisboa
Quinta de Chocapalha 2008, tinto, Lisboa

Quinta de Gomariz Avesso 2012, branco, Vinho Verde
Quinta de Paços Casa do Capitão-mor 2011, branco, Vinho Verde
Quinta do Noval 2008, tinto, Douro
Quinta do Pinto Estate Collection 2011, tinto, Alenquer
Quinta do Portal Reserva 2008, tinto, Douro
Quinta do Sagrado, Mutante 2007, tinto, Douro
Quinta Seara d'Ordens TalentVs Grande Escolha 2010, tinto, Douro
Rui Reguinga Enologia, Terrenus 2011, Alentejo
Secret Spot Wines, Vale da Poupa Moscatel Galego 2012, branco, Douro
Soalheiro Alvarinho 2012, branco, Vinho Verde
Soalheiro Primeiras Vinhas 2012, branco, Vinho Verde
Sogevinus Fine Wines, Burmester Tordiz 40 anos, Porto Tawny
Solar das Bouças Loureiro 2012, branco, Vinho Verde
Symington Family Estates, Graham's Single Harvest 1969, Porto Tawny
Vidigal Wines, Brutalis 2010,tinto, Lisboa
Wine & Soul, Quinta da Manoella Vinhas Velhas 2010, tinto, Douro


De realçar os 2 vinhos da Quinta da Chocapalha, propriedade de um distinto Oficial da Armada

domingo, 19 de janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

A FIXAR

"O Tenente-General, Luís Manuel dos Santos Newton Parreira, nasceu em 20 de Abril de 1952, no concelho de Lisboa. Tem 59 anos de idade e 41 anos de serviço. Foi promovido ao actual posto em 10 de Fevereiro de 2010.
Está habilitado com o Curso de Cavalaria da Academia Militar, Curso de Promoção a Capitão, Curso Geral de Estado-Maior e Curso Superior de Comando e Direcção. Possui ainda mais quatro cursos realizados em países estrangeiros, dos quais se destaca o Curso de Estado-Maior do Exército Espanhol.
Ao longo da sua carreira prestou serviço em diversas Unidades, estabelecimentos e orgãos do Exército e da Guarda Nacional Republicana e no Ministério da Defesa Nacional.
Como Oficial subalterno (1975 a 1979) foi Comandante de Pelotão e Comandante de Esquadrão na Escola Prática de Cavalaria. Após a promoção a Capitão exerceu as funções de Instrutor do Corpo de Alunos na Academia Militar, de Comandante de Esquadrão de Instrução no Centro de Instrução de Polícia do Exército e de Comandante de Esquadrão Operacional no Regimento de Lanceiros.
Promovido a Major em 1986 desempenhou as funções de Adjunto do General Chefe do Estado-Maior do Exército, de Ajudante de Campo do Ministro da Defesa Nacional e posteriormente de Adjunto.
Como Tenente-Coronel, posto a que foi promovido em 1994, desempenhou funções no Gabinete do General Chefe do Estado-Maior do Exército como Chefe do Gabinete de Documentação, Informação e Relações Públicas e mais tarde como Chefe do Serviço de Informação e Relações Públicas. Em 1996 foi nomeado 2º Comandante da Escola Prática de Cavalaria tendo, desde 1998, tomado parte no grupo de trabalho sobre o Grupo de Aviação Ligeira do Exército.
Promovido em 1999 ao posto de Coronel comandou o Regimento de Cavalaria nº3, em Estremoz, e mais tarde o Grupo de Aviação Ligeira do Exército.
Com a sua promoção a Major-General em 2005 foi colocado na Guarda Nacional Republicana onde, até 31 de Dezembro de 2008, comandou a Brigada Territorial nº2 (cuja área de responsabilidade abrangia os distritos de Setúbal, Lisboa, Leiria e Santarém). Após a reestruturação da GNR, que ocorreu em 1 de Janeiro de 2009, passou a comandar a Unidade de Intervenção, cargo que desempenhou até Março de 2010 quando foi nomeado Inspector da Guarda.
Tomou posse como Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana em 11 de Janeiro de 2011.
Da sua folha de serviços constam doze louvores, um conferido pelo Ministro da Defesa Nacional, um pelo Ministro da Administração Interna, quatro pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, quatro por Oficiais Generais e dois por outras entidades.
Tem como condecorações mais importantes quatro Medalhas de Serviços Distintos, uma de grau ouro e três de grau prata, duas Medalhas de Mérito Militar, uma de 1ª classe e outra de 3ª classe, duas medalhas D. Afonso Henriques, uma de 1ª classe e outra de 2ª classe, duas Medalhas de Comportamento exemplar, uma Ouro e outra de Prata e a Medalha de Mérito Militar do Exército de Espanha."

Está em curso a substituição do General CEMGFA. ´´E já notório e quase sabido que o ministro aguiar hifen branco não quer lá um Marinheiro, não está para perder outra vez e quer mostrar que é ele que manda.
Assim muita coisa andará no ar e muita gente se vai tramar....e calar, como vem sendo costume. 
Nós aqui vamos preenchendo as linhas, esperando um dia acordar com a notícia da Alegria infunda do habitante estar demitido

IMPORTANTÍSSIMO

"As nossas abelhas estão a morrer por falta de alimentação e, portanto, não produzem mel e não procedem à polinização de árvores, arbustos, legumes e flores. Tudo por culpa da invasão fatal das enormes vespas chinesas que fazem das nossas abelhas o seu principal alimento.
O método de ataque da vespa chinesa (Vespavelutina nigotorax) é simples, traiçoeiro, parasitário e eficaz: esperam junto das colmeias que as abelhas cheguem carregadas de pólen, capturam-nas, cortam-lhes a cabeça, as patas e o ferrão e transportam-nas para os seus próprios ninhos que constroem no topo das árvores. Aí, comem-nas. Aterrorizadas as abelhas não saem das colmeias e acabam por morrer de fome.
Como o investigador zootécnico da Universidade de Trás-os-Montes, Paulo Russo, explicou há meses no DN, sem a polinização realizada pelas abelhas, “as frutas seriam as primeiras a desaparecer. No caso das amêndoas, elas desapareceriam quase por completo, enquanto as maçãs e os pêssegos veriam uma redução na casa dos oitenta por cento. Citrinos como a laranja, o limão e a tangerina teriam uma redução de produção para menos de metade. Os frutos exóticos desapareceriam, as peras passariam a ser um produto de luxo. Depois, nas hortícolas, a extinção seria quase total. Sobreviveriam os cereais, cuja maior parte da polinização é feita pelo vento. Os legumes, esses, estavam condenados”.
Um cenário de extinção das nossas abelhas alteraria toda a cadeia alimentar pois o desaparecimento das frutas, dos legumes e das flores silvestres liquidaria aves e herbívoros. Consequentemente, os carnívoros não teriam o que caçar e o homem perderia a maior parte dos seus recursos alimentares.” Albert Einstein bem tinha avisado: “Quatro anos depois de se extinguirem as abelhas, extingue-se a humanidade.” As nossas abelhas não estão a lutar apenas pela sua sobrevivência. Estão também a lutar pela nossa.
Dentro de dez anos, a vespa chinesa terá colonizado todo o nosso País e aniquilado a sua biodiversidade, tornando-o desértico e irreconhecível e criando a maior crise alimentar de sempre (mais de setenta por cento dos produtos frutícolas e hortícolas que a humanidade consome precisam das abelhas para o processo de polinização).
Já nos anos 90, tinha desembarcado na Europa um ácaro asiático, a varroa, que tem infligido uma altíssima mortalidade às nossas abelhas. O novo invasor ameaça acabar com o que resta delas… As abelhas da Ásia desenvolveram ao longo dos séculos capacidades de resistência e de luta contra estas vespas, mas as nossas precisarão de décadas para o conseguir e, se não forem muito ajudadas de formas inteligentes e eficazes, não terão possibilidades de sobreviver o tempo necessário para aprenderem a defender-se e resistir a estes mortais invasores."