Google+ Followers

Google+ Followers

sábado, 29 de março de 2014

NO COMMENTS


O NAUFRÁGIO do BOLAMA




4 de Dezembro de 1991

O senhor Prof. Marcelo Rebelo de Sousa no comentário político feito no domingo 23 de Março de 2014 , na parte em que divulga obras literárias, referiu-se à novidade de haver um livro recente sobre “ O Mistério do Bolama—ACIDENTE ou SABOTAGEM” da autoria de Jorge Almeida da  “Gradiva”. ( ver fig 2).
O signatário foi ler o livro e ficou surpreendido por ser prácticamente o mesmo texto editado pelo mesmo autor em  2007 pela Primebooks em Fevereiro de 2007. ( ver fig 1)
Sobre o que é divulgado nos dois livros o signatário nada tem a comentar, mas já agora e porque pode vir a haver uma nova edição sugiro melhorar/ precisar   o descrito no Cap III ou 3,  com uma adaptação pelo autor ao que a seguir se detalha:
O desaparecimento ocorreu a 4 de dezembro de 1991. Nos 4 dias anteriores e 15 dias seguintes o vento na nossa costa foi quase sempre dos sectores LESTE e  SUESTE
Conforme  imagem publicada  pelo “ Expresso” em 11 de Janeiro de 1992,  o corpo do Guineense Isaias Bailó, natural de Bolama, apanhado pelo pesqueiro Estarola a 10 de Janeiro, foi colocado na posição 1, porque o Mestre deste pesqueiro , descreveu ao signatário o percurso seguido desde o Cabo da Roca até ter levantado a rede. Este infeliz guineense tinha no pulso um relógio analógico que marcava quase uma hora e pelo estado dos olhos e outras partes do corpo,  evidenciava que tinha estado os 37 dias à deriva no fundo e sido atacado por animais marinhos tipo caranguejos. Mais tarde, cerca de 4/5 dias depois, o Instituto de Medicina Legal, que reportava à Polícia Marítima e que por sua vez reportava ao signatário informou que o corpo tinha o estômago sem indícios de ter almoçado, o que permitiu deduzir que o naufrágio teria ocorrido repentinamente à uma da tarde.
Esta conjectura, associada ao conhecimento da deriva da corrente perto do fundo junto da Bóia de Espera ( somatório vectorial da forte corrente da cunha salina de vazante  e enchente provocada pela maré no estuário do Tejo) ,  que baliza a entrada da Barra Sul de acesso ao Porto de Lisboa, medida por correntógrafos fundeados 2 anos antes do desaparecimento do navio, pela Divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico , e que é para NW e da ordem de 1cm/s, ( ao invés da corrente perto da  superfície), permitiu avançar para uma nova área de busca a Sonar Lateral sobre a batimétrica dos 120 m, com inicio perto da Boia de Espera, pois as 888 horas de deriva dum corpo inerte junto do fundo, assim obrigava o senso comum a ter em consideração.
Devido ao estado do mar e à necessidade de instalar o sistema de posicionamento Trisponder nos Faróis do Bugio, Cabo da Roca e Cabo Espichel, esta nova missão de busca só foi possível ter inicio a 3 de Fevereiro de 1992 pelo NRP Auriga.
Conforme está descrito no livro , Cap III, o aparecimento do eco muito forte obtido pelo sonar lateral é  reconfirmado pelo navio com vários rumos cruzados e determinada  a sua posição rigorosa com 3 linhas de posição e com  erro menor que 2 metros, ( a 116 m de profundidade) pelo NRP Auriga, que  recebe instruções do IH,  para regressar à Doca da Marinha para embarcar o Sistema de Visualização com Operação Remota ( acrónimo  ROV em inglês) cujo cabo de manobra “ umbilical” só tinha 200 metros.
Esta realidade levou a preparar no IH um sistema de amarração com 3 espias de 350 metros a fundear com POITAS feitas com Bidons cheias de Betão que só ficaram prontas cerca das 4 da manhã do dia 5 de Fevereiro, de modo a fundear a Auriga na vertical do Eco obtido a Sonar lateral., numa zona da nossa costa com muito forte corrente de maé. O NRP Auriga saiu da Doca da Marinha pelas 9h e entre as 1030 e as 1400 andou-se em manobras para fundear as poitas e colocar o navio na vertical do referido eco.
ÁS  05 Fev 14 41 12 de  1992 identificou-se o eco com a imagem da capa dos referidos livros –BOLAMA.

Cascais 29 de Março de 2014
José Luís Gonçalves Cardoso
CAlm EHO ref
( Ex- Chefe da Divisão de Oceanografia Física do Instituto Hidrográfico e nomeado por ordem superior como o Coordenador de toda a informação que permitisse descobrir o DESAPARECIMENTO do BOLAMA

Nota:Excelente trabalho do Senhor Almirante Gonçalves Cardoso e os nossos penhorados agradecimentos

sexta-feira, 28 de março de 2014

MAIS UMA

“As sinergias e o governo comum no futuro Instituto Universitário Militar permitirão às Escolas de Ensino Superior Militar (EESM) ganharem a dimensão e a escala que precisam para afirmarem como instituições de ensino superior de referência”, defendeu Berta Cabral, esta terça-feira, no final de uma vista à Escola Naval, no Alfeite.
Para esta afirmação, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional considerou essenciais “os projetos de investigação que estão a decorrer em todas as academias militares, incluindo a Escola Naval. São projetos importantes para as Forças Armadas mas também para indústria. Daí que as parcerias entre as academias a as empresas desta área sejam essenciais para podermos desenvolver capacidade científica e aplicá-la às necessidades da comunidade em geral”, acrescentou a governante, sublinhando “a importância da Escola Naval para o futuro da Marinha e da Autoridade Marítima, tendo em vista a extensão da plataforma continental e multidisciplinaridade e complementaridade que terá de existir entre os Ramos das Forças Armadas”.
Berta Cabral sintetizou na criação do Instituto Universitário Militar e na “capacitação para termos vigilância e segurança numa área muito mais vasta, que decorrerá da extensão da plataforma continental” como sendo “os desafios para o futuro próximo, que a Escola Naval está pronta a enfrentar”.
A Escola Naval, Estabelecimento de Ensino Superior Público Universitário Militar que forma os oficiais da Marinha Portuguesa, assumiu a atual designação em 1845 mas tem a sua génese na Escola de Sagres, onde o Infante D. Henrique criou as condições para os Descobrimentos, tendo sido criado em 1782 como Academia Real de Guardas Marinhas.
Com 194 alunos, dos quais 15 internacionais, nos cursos de mestrado integrado (19 por cento dos quais femininos), 14 nos cursos de licenciatura e 49 nos cursos pós-graduados, a Escola Naval abarca também o Centro de Investigação Naval (CINAV), responsável por 35 projetos de investigação, em parcerias com diversas universidades, empresas e instituições internacionais.
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional foi recebida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso, e pelo Comandante da Escola Naval, Contra-Almirante Bastos Ribeiro, que fez a apresentação da Escola Naval logo após a visita à ponte alta, onde foi apreciada a vista panorâmica do Campus Universitário, e antes de uma ronda pelas diferentes valências, incluindo museu, biblioteca, camarata, laboratórios e ginásio.
No simulador de navegação, Berta Cabral assistiu a uma demonstração prática das capacidades que são utilizadas para formação. Os cadetes do 4.º Ano fazem, cada um, pelo menos 100 horas de navegação simulada.

AVANT LA CRISE

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Gabinete da Ministra
Despacho n.º 4211/2014
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro,
determinou o processo de criação da Instituição Financeira
de Desenvolvimento (IFD), que tem como objetivos contribuir para
a concretização das políticas públicas de promoção do crescimento e
emprego, visando o desenvolvimento inteligente, sustentável e inclusivo,
melhorar as condições de financiamento da economia, e aperfeiçoar a
arquitetura institucional dos instrumentos financeiros, através do aumento
de eficácia dos instrumentos de financiamento da economia e
da realização plena dos princípios da boa governação.
A referida resolução determinou a criação da estrutura de missão designada
por Comissão Instaladora da IFD, constituída por um presidente
e três vogais, os quais foram designados pelo Despacho n.º 870/2014,
de 13 de janeiro, do Primeiro-Ministro.
Nos termos do n.º 10 da Resolução do Conselho de Ministros
n.º 73/2013, de 14 de novembro, ficou estabelecido que o presidente e
os vogais da comissão instaladora são equiparados para efeitos remuneratórios,
respetivamente, a presidente e a vogal de conselho de administração
das empresas classificadas no grupo A, nos termos da Resolução
do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, podendo
exercer o direito de opção referido na 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do
Estatuto do Gestor Público, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 71/2007, de
27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro e pelo
Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro e retificado pela Declaração de
Retificação n.º 2/2012, de 25 de janeiro (Estatuto do Gestor Público).
Nos termos da 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor Público,
os gestores podem optar por valor de remuneração que tem como limite
a remuneração média dos últimos três anos auferida do lugar de origem,
aplicado o coeficiente de atualização das correspondentes taxas de variação
média anual do índice de preços no consumidor. Essa opção carece de autorização
expressa do membro do Governo responsável pela área das finanças,
devidamente fundamentada e objeto de publicação no Diário da República.
Considerando que os membros da Comissão Instaladora do IFD infra
identificados efetuaram pedidos de opção e juntaram aos mesmos a
documentação necessária à respetiva instrução.
Assim, ao abrigo do disposto no n.º 10 da Resolução do Conselho de
Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro determino o seguinte:
1— É autorizada a opção pelo valor correspondente à remuneração
média dos últimos três anos do lugar de origem para:
a) O Presidente da comissão instaladora, Paulo Azevedo Pereira da
Silva, com limite de 13.500,00 € mensais;
b) A Vogal, Carla Maria de Castro Chousal, que fica a auferir uma
remuneração mensal no valor de 12.515,44€;
c) O Vogal, Nuno Miguel de Ferreira Soares, que fica a auferir uma
remuneração mensal no valor de 8.034,98€.
2 – Não são devidas despesas de representação aos membros da
comissão instaladora supra identificados.
3 — O presente despacho produz efeitos desde 8 de janeiro de 2014.
14 de março de 2014. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria

Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque

UKRANIA


Ucrânia. A guerra das sanções

Alexandre Reis Rodrigues
Vice Almirante

Publicado em JDRI, com a devida vénia

Quando há mais de trinta anos, os EUA iniciaram um programa de sanções contra o
Irão não havia a experiência nem os métodos que existem hoje para as tornar suficientemente eficazes. A prática começou a evoluir apenas depois do 11 de setembro quando a administração Bush a
inclui no combate ao terrorismo para atingir as suas redes de financiamento. Só, há menos de quatro anos, a partir de 2010, é que começaram a ter um impacto prático relevante na economia iraniana. Mesmo assim, foram precisos mais trêsanos para levar Teerão a mostrar-se disponível para iniciar as conversações que estão presentemente em curso.
Que esperanças podemos depositar no seu desfecho é uma incógnita ainda em
aberto. Em qualquer caso, ninguém espera, pelo menos de momento, que
consigam fazer Teerão desistir do seu programa nuclear, o objetivo inicial do
Ocidente. Para garantir esse fim seria com certeza incontornável recorrer aquilo
que Robert Kaplan chama as “virtudes do hard power”, mas essa é uma hipótese
que deixou de estar em voga, principalmente, à luz da dolorosa experiência de
intervenção militar no Iraque.
Nas declarações que fez recentemente em Bruxelas, o Presidente Obama deixou
perfeitamente claro que não haverá recurso a uma resposta militar para fazer
Moscovo voltar atrás na invasão da Crimeia. Aliás, no discurso feito a 26 de março,
no Palais dês Beaux-Arts, não só deixou isso perfeitamente explícito como pôs um
ponto final na questão que tem estado em aberto sobre a possível entrada da
Ucrânia na NATO:
«Of course, Ukraine is not a member of NATO – in part, because of its close and 
complex history with Russia. Nor will Russia be dislodged from Crimea or deterred 
from further escalation by military force». 

É uma alteração radical da postura adotada pela administração Bush e, em 
oposição frontal ao comunicado final da Cimeira da NATO de Bucareste, que deixou 
aberta a porta para a adesão da Ucrânia. Na minha perspetiva, é, finalmente, 
também a chegada do bom senso que faltou ao Presidente Bush ao insistir com a 
admissão da Geórgia e Ucrânia, o que esteve perto de acontecer, em 2008, quatro 
meses antes da Rússia invadir a Geórgia. Pena é que esta correção de rumo surja 
apenas como que despoletada pela crise. Fica sujeita à interpretação de que se 
trata sobretudo de uma iniciativa para tentar reduzir as tensões. Dá a Moscovo a 
ideia que até por isso já valeu a pena ter optado por uma postura agressiva. 

No entanto, a ansiedade que a ação russa na Crimeia provocou entre as antigas 
repúblicas da URSS, hoje membros da NATO, precisa de bastante mais do que as 
atrás referidas tentativas de despoletar a crise. Necessita de demonstrações 
práticas das garantias políticas de que os compromissos da segurança coletiva 
continuam a ser a base da existência da NATO. Algumas medidas simbólicas estão 
já a ser tomadas, aumentando a presença militar (alguns aviões para controlo do 
espaço aéreo) mas resta saber se vão chegar para demonstrar que os EUA estão 
firmes em manterem a NATO como uma Aliança militar relevante. 

Perante prioridades noutras zonas do mundo, hoje, os EUA apostam sobretudo em 
insistir com os europeus para que assumam as suas responsabilidades (expressing 
concern about reduced defense spending, President Obama «called on european 
Allies to “chip in” for mutual defense»). Obviamente, trata-se de uma questão 
crucial. Se for permitido concluir, aos aliados mais diretamente confrontados com a 
agressividade russa, que não lhes resta senão acomodarem-se à hegemonia de 
Moscovo, mesmo contra a sua vontade, então estaremos perante um retrocesso 
grave de todo o esforço que a NATO tem feito desde que foi criada. 

Como poderá funcionar a imposição de sanções que os EUA tentam concretizar, à 
vista da indispensabilidade de mostrar a Moscovo que o caminho não está livre para 
continuar a ignorar elementares preceitos de Direito Internacional, é uma questão 
essencial. Até que ponto é realista manter expectativas otimistas de que o desfecho 
de sanções poderá ser semelhante ao conseguido com o Irão e que Moscovo vai 
reconhecer que afinal cometeu um erro que lhe vai custar caro? 
 Ao contrário do que se poderá imaginar, o sucesso do uso de sanções não depende 
apenas do maior ou menor domínio das técnicas e metodologias de as aplicar. À 
medida que estas evoluem, também se vão sofisticando as formas de as 
ultrapassar, nomeadamente em “jogadas de antecipação”, como fez, neste caso 
Moscovo, ao retirar os investimentos feitos nos EUA (100 mil milhões de dólares) 
antes da crise se desencadear. O seu sucesso depende de variadas circunstâncias 
que, frequentemente, são conjunturais e escapam ao controlo dos que as aplicam. 

É o caso, por exemplo, de conseguir uma larga frente unida de participação 
internacional, o que tem sido a principal fraqueza do sistema e tudo indica que 
volte a ser neste caso. Invariavelmente, os Países decidem a sua participação 
apenas em função dos seus interesses diretos e não em ligação da sua proximidade 
e alinhamento político, mesmo quando estes são estreitos. 

Suzanne Maloney,1
 numa análise recente sobre as perspetivas de funcionarem bem 
as sanções aplicáveis à Rússia, lembrava como o Japão, em 1979,2
 não tinha hesitado em preencher o vazio deixado pela decisão de embargo às importações de 
petróleo iranianao e de congelar os seus bens no exterior. Não faltariam muitos 
outros exemplos se fosse necessário demonstrar melhor esta realidade. A Europa, 
malgrado a condenação de Moscovo e esforços feitos de alinhamento com os EUA, 
terá dificuldades em mostrar-se unida dadas as reservas das suas comunidades 
empresariais sobre a aplicação de sanções que inibirão os negócios que estão em 
curso ou programados. 

Não obstante Angela Merckel se ter mostrado não inclinada em contemporizar com 
Putin, não se espera que a Alemanha venha a impor as sanções que a situação 
exigiria. Nas suas últimas declarações, Merckel afirma que a Alemanha está a 
trabalhar numa “solução política” (!) para a resolução da crise. Em termos de 
política interna alemã, compreendem-se estes cuidados: dois-terços da população 
declara-se contra a ideia de sanções e cerca de 55% simpatiza com a ideia de que 
a Ucrânia é área de influência russa. 

Para que as sanções sejam eficazes é necessário que atinjam os setores vitais da 
economia do País visado e que não se repercutam por áreas do interesse de quem 
as aplica, como receiam os europeus. No caso da Rússia, como no do Irão, os 

1
 “Why “Iran style” sanctions worked against Tehran (and why they might not succed with Moscow)”. 
2
 Por ocasião do incidente na Embaixada dos EUA em Teerão que foi tomada pelos revolucionários. 
 setores a atingir seriam, à cabeça, o bancário e o energético mas o que foi possível 
fazer no Irão, neste segundo setor, não é aplicável ao caso russo dada a grande
dependência energética da Europa em relação ao gás e petróleo russo. No gás, a
Finlândia depende a 100%, a República Checa 80%, a Eslováquia mais de 60%, a
Polónia, Grécia, Turquia, Austria e Hungria à volta de 50% e, finalmente, a
Alemanha e Bélgica acima dos 40%. A promessa de Obama de que irá ajudar os
europeus nas suas políticas de diversificação das fontes de abastecimento de gás,
assegurando a satisfação de pelo menos parte das suas atuais necessidades, será
algo que não se concretizará de um momento para o outro.
Também não é realista esperar que as sanções conduzam a alterações da política
russa como seria desejado. É o que nos mostra a evolução do diálogo com Teerão,
que nada indica poder ter como desfecho o abandono do seu programa nuclear. Em
primeiro lugar, porque as sanções levam sempre muito tempo a começar a produzir
efeitos e, com o passar do tempo, cada vez se torna mais improvável levarem a um
voltar atrás. Em segundo lugar, porque tratando-se de uma questão vital, os
visados encontram sempre formas de resistir, “encaixando” os correspondentes
sacrifícios.
Não obstante todo este ceticismo, neste momento e para o caso da Rússia, sanções
são o único instrumento com que se pode contar para fazer pressão sobre Moscovo.
Se forem minimamente coerentes, poderão, indiretamente, ajudar a criar um clima
de incerteza a atuais e futuros investidores externos sobre a margem de segurança
com que poderão contar. Obviamente, os oligarcas russos, mesmo os que apoiam e
dependem de Putin, reagirão negativamente se tiverem que se confrontar com
restrições aos seus negócios e isso pode ser o início de divisões que será útil
explorar.

quinta-feira, 27 de março de 2014

COBRO OU COBRE?

               2013………                   55 PT´s…….. valor das reposições  480000 euros

               2014 ( até ontem)….15  PT’s………..valor ………   ,, ……….. 94000 euros*

*Isto parece que foi só no Distrito de Portalegre

Mas o que se passa no nosso País, que ninguém põe cobro a isto?

Sim, ninguém põe cobro ao cobre. É fartar vilanagem e a coisa continua a a céu aberto. Os indivíduos chegam , sobem ao poste, cortam a alta tensão, empurram o transformador para o chão, abrem-no e toca a andar com o cobre.

quarta-feira, 26 de março de 2014

QUEM QUER?

O CNOCA irá proceder à alienação de um conjunto de embarcações (a avaliar nas instalações do clube).
Convidam-se os interessados a enviar as respetivas propostas de oferta para o clube de acordo com as seguintes regras:
1. Só serão aceites propostas em carta fechada recebidas até 4 de abril de 2014;
2. Não existirá base de licitação, no entanto, a Direção reserva-se no direito de recusar ofertas que não atinjam um mínimo considerado adequado;
3. A escolha da proposta vencedora recairá sobre a melhor oferta, devendo o sócio/interessado providenciar o transporte da embarcação até final de abril.”


A Direção

terça-feira, 25 de março de 2014

RECUPERAÇÃO

A Casa dos Estudantes do Império  na Avenida Duque d'Ávila, 23, ao Arco do Cego.
A UCCLA tem projectos sobre este assunto , servindo de património histórico , depois de realizar um grande encontro de Personalidades agora de outros Países que frequentaram esta casa.
Lembramos Manuel Pinto da Costa, Joaquim Chissano,Marcelino dos santos, Amilcar cabral, Agostinho Neto,Van Dunem, Lucio Lara,Manuel Pinto de Andrade , Pedro Pires, etc
A "Casa" , com sede em Lisboa e 2 delegações em Coimbra , funcionou entre 1943 e 1965 (data em que foi encerrada pelo regime).



"

TENSÃO

"As autoridades dos EUA acham que a Rússia obteve recentemente a capacidade de escapar ao radar dos equipamentos de espionagem norte-americanos, durante as movimentações militares na Crimeia e perto da fronteira da Ucrânia. Um revelação terá deixado a Casa Branca “muito nervosa”, especialmente porque não é clara a forma como o Kremlin conseguiu esconder os seus planos das monitorizações de comunicações digitais e eletrónicas pela Agência Nacional de Segurança (NSA) . Um factor interessante para este contexto é a presença de Edward Snowden na Rússia, onde tem vivido desde 23 de junho…"

Russia’s New Ability To Evade NSA Surveillance Is Either A Crazy Coincidence Or Something Much Worse

sábado, 22 de março de 2014

SAÚDE MILITAR

"1. Por todo o respeito que os nossos camaradas DFA`s nos merecem, os encargos com os justos cuidados de saúde especializados (e por vezes muito onerosos) que lhes são devidos deveriam ser um encargo de toda a Nação, isto é, do Orçamento do Estado, e não de um sub-sistema específico que se pretende tornar auto.sustentável só à custa das contribuições dos seus beneficiários. Em 2012, por exemplo, os encargos com os DFA´s ascenderam a 12 milhões de euros e o Estado não quer compensar a ADM dessa despesa.
2. Além disto, a actual geração de militares reformados, devido às condições normalmente mais duras da vida militar, a que acresceram as comissões no Ultramar, tendem a ter obviamente condições de saúde mais delicadas do que a generalidade dos funcionários públicos reformados, o que implica maiores encargos com a sua saúde.
3. Por outro lado, através de uma indecente (para não lhe chamar coisa pior) habilidade financeira, a ADM está a suportar a globalidade das consultas, exames e tratamentos do HFAR respeitantes a todos os militares (incluindo os do activo!), ainda por cima, segundo consta, a custos mais altos do que os praticados pelo SNS. Quer isto dizer que os militares estão a suportar à sua própria custa uma substancial parte do funcionamento do HFAR, nela incluída a saúde operacional!
Nestas condições, não admira pois que o sistema não seja auto-sustentável, aliás nem nunca o deveria ser, porque então afinal onde estão os especiais benefícios na saúde de que os militares e seus familiares deveriam usufruir, conforme consta na Lei de Bases da Condição Militar?"

JMCPaes

Nota: Com a devida vénia não resistimos a publicar esta pequena nota escrita pelo Senhor Almirante castanho Paes

INTERESSANTE


ESTA É DE CALIBRE ALTO

Parece que a "última" do ministro aguiar hifen branco é querer que os Militares que tenham qualquer cargo político, provisório necessáriamente, não poderão voltar às Forças Armadas.(DN)

Então e os Juízes? E os Polícias? e os Magistrados ? E o SEF?

Há aqui na CACINE quem bem se tramou por causa disso, mas , mesmo nesse tempo , nunca ninguém se atreveu a ir tão longe.

E , atenção aos Políticos, porque quem mexe nisto terá, certamente dizemos nós, de mexer também nas incompatibilidades dos Ministros, Deputados e outros que tais.

Pode-se ser Deputado e Director de um banco? Pode

Pode-se ser ministro e ter escritório de advocacia aberto? Pode

Sobre a foto......

sexta-feira, 21 de março de 2014

A NOSSA JUSTIÇA

A Ministra da Justiça nomeou um diretor para um cargo que faz a gestão financeira do Ministério da Justiça sabendo que este estava envolvido num processo de… má gestão financeira.
A Câmara Municipal de Lisboa encomendou um estudo no valor de 27 mil euros, estudo esse que não se encontra na Câmara Municipal de Lisboa.
A situação foi investigada pela Unidade Nacional de Corrupção, deduzindo acusação contra Rui Pereira.
Na altura, foi atribuído o estudo a uma sociedade de advogados da qual Rui Pereira tinha ligações familiares com, pelo menos, uma das sócias da referida sociedade.
Embora Rui Pereira tenha indicado, em interrogatório, que tinha deixado “o estudo em cima da mesa”, tal facto não convenceu a procuradora do Ministério Público, que enviou o caso para julgamento.
Actualmente, o director do IGFEJ  está acusado de participação económica em negócio e falsificação de documentos

paulateixeiradacruz1 Nomeou para director de Instituto de Gestão Financeira um arguido em proceso de má gestão financeira Paula Teixeira da Cruz, Ministra da Justiça @ Diário Digital

Mas, enquanto todo este processo decorria, e depois de sair da Câmara Municipal de Lisboa, a Ministra da Justiça nomeou-o para um cargo de gestão financeira ao mesmo tempo que era arguido num processo de má gestão financeira.
“Eu quando fui chamado para prestar declarações (…) isto não me pareceu incómodo”, diz Rui Pereira quando questionado, em fase de interrogatório, sobre se esta nomeação lhe parecia incómoda.
Sobre a sua nomeação, indicando que “eu sempre defendi que titulares de lugares público, políticos, ou de alta administração pública, desde que seja feita a acusação, deve de imediato cessar funções, sempre defendi isso e sempre defenderei”.
Questionado de seguida “porque é que não se demitiu?”, Rui Pereira disse, naturalmente, que “porque eu acredito que vou ficar inocente“.

Ministra da Justiça conivente com nomeação

Rui Ferreira, actual director do IGFEJ com funções suspensas, diz que combinou com a Ministra da Justiça que, pontualmente irá verificar se a sua ausência do seu cargo prejudicada o IGFEJ.
O agora acusado, suspendeu funções e não se demitiu. Questionado sobre esse facto, afirmou que “existe uma conversa entre mim e a Ministra da Justiça (…) onde eu estabeleci um tempo, e estabeleci também, que se a Sra Ministra da Justiça ou eu acharmos que está prejudicada a gestão do IGFEJ, serei exonerado ou pedirei a exoneração“, ou seja, mesmo sabendo tendo informação de que a investigação ter dado numa acusação, a Ministra da Justiça continuou e confirmou a confiança política em Rui Pereira.
Sobre este facto, o Gabinete de Imprensa da Ministra da Justiça não pretendeu fazer comentários.

quinta-feira, 20 de março de 2014

THE DESTROYER

O ministro da Defesa Nacional sustentou hoje que o Governo tem feito uma "discriminação positiva" e reconhece a "especificidade" das Forças Armadas, considerando que o descontentamento manifestado pelos militares decorre dos "sacrifícios" pedidos a todos os portugueses.
Em resposta ao deputado do PCP Jorge Machado, na comissão parlamentar de Defesa, Aguiar-Branco considerou que o "descontentamento" manifestado pelos militares "não é diferente, em algumas áreas daquele que acontece pelos sacrifícios que foram pedidos a todas as pessoas para ultrapassar a crise difícil que o anterior governo deixou".
Aguiar-Branco recusou que exista "uma focalização nos militares" ou alguma "atitude discriminatória", sustentando que "pelo contrário" há, da parte do Governo, uma atitude "discriminatória positiva, reconhecendo uma especificidade das Forças Armadas".
Como exemplo, o ministro da Defesa Nacional disse que o Governo PSD/CDS-PP "descongelou as promoções que estavam congeladas pelo anterior governo" porque "reconhece uma especificidade própria das Forças Armadas" que "não tem comparação com a dimensão civil".
José Pedro Aguiar-Branco apontou o "tratamento aos deficientes das Forças Armadas", o "apoio social e hospitalar que é diferente" e a "própria existência de um hospital para a família militar, que é uma realidade distintiva", como exemplos de "situações onde as Forças Armadas" beneficiam de "uma discriminação positiva justificada".
"Na parte que é igual, deve ter tratamento igual, na parte que é diferente deve ter tratamento diferente. E já citei três situações em que as Forças Armadas têm uma discriminação positiva justificada",




Ler Artigo Completo(Pág.1/2)

ÁS ARMAS

Serviços civis integrados nas Forças Armadas
Por Redação

Uma proposta de diploma que integra serviços civis nas Forças Armadas foi aprovada esta quinta-feira por unanimidade por chefias militares e pelo ministro da Defesa, Aguiar-Branco.

Aprovada em Conselho Superior Militar, em causa está a proposta de Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas, que segundo o DN tem ainda de ser analisada pelo Conselho Superior de Defesa Nacional.

Afetados são serviços civis que utilizam meios militares da Armada e da Força Aérea, como o Serviço de Busca e Salvamento Aéreo, o Serviço de Busca e Salvamento Marítimo ou o Instituto Hidrográfico.

21:01 - 20-03-2014
Imprimir esta notícia

ADEUS,AMIGO

Partiu hoje, após uma luta inteligente e humana , contra o destino mau , o engº e nosso camarada Fernando Ribeiro e Castro.

Homem bom, culto, muito inteligente e devotado a causas importantes para todos nós, é uma perda grande para a marinha e para o País.

Pena que não pudesse ter sido reintegrado (será que ainda o poderá ser?) , pois é , foi e será um Homem nosso, um Marinheiro.

Até sempre, Amigo

Nota:amanha missa as 21 h na igreija de S,Domingos de rana vai para lá apartir das 14 h e funeral no sabado de manha

Nota: Com agrado reparámos que o nosso Camarada estava com a gloriosa farda do botão de âncora , o que tem um especial e muito grande significado

ÁS ARMAS

Vou escrever algo que tenho dito recentemente em meios navais restritos, e que sendo dito por um CAlm reformado é MUITO GRAVE!
A concretizar-se o que esta noticia anuncia, PORTUGAL deve declarar solenemente ao Mundo que vai a partir de …diria 2020, deixar de ter FORÇAS ARMADAS.
A actual Marinha sem SAM , IH , Instituto de Socorros a Náufragos, Direção de Farois, Estações Radio Navais , Policia Marítima , AA ( que já não tem) passará só a ser ARMADA , e de facto fica o nome a condizer com o Chefe,….mas como o País não tem um Aparelho Militar Industrial estabelecido em PORTUGAL, NÃO CONSEGUE JUSTIFICAR , NEM TEM RECURSOS FINANCEIROS para um contributo activo para uma NATO ou UEO.
Faço votos que a GNR tome conta da Fiscalização e da Salvaguarda da Vida Humana no Mar. Recordo que PORTUGAL é um Pais Arquipelágico Triangular com 96% de zonas oceânicas( prof entre os 3500 e os 5500 m) e com um mar de ATLAS. Recordo que a Fiscalização do mar de faz de fora para dentro. Recordo que no interior do mar só o som se propaga , daí ser preciso que operem sistemas fixos ou móveis submarinos , com capacidades de escutarem os sons que se propagam no mar. Recordo que quando… quem manda/ controla os GPS mudar os códigos… temos de comunicar em ondas Médias e Curtas a partir de Estações Radionavais.
Recordo que conseguir ter a CULTURA e a SABEDORIA da actual MARINHA demora pelo menos duzentos anos.
A aceitação da impossibilidade das Forças Armadas actuarem em missões de Segurança Interna é um princípio adequado a Países de grande dimensão , ricos e poderosos.
PORTUGAL não faz parte desse grupo, pelo que o senso comum leva a ter FA’s com duplo USO , logo há que manter as actuais responsabilidades da Marinha e Força Aérea ( atribuir rapidamente a responsabilidade de combate aos incêndios florestais) e dinamizar outras missões para o Exército dentro do nosso País, onde há muito para melhorar.
José Luís Gonçalves Cardoso


CAlm EHO reformado

O FUNDO DE PENSÕES

O BPI Vida e Pensões, a companhia de seguros que responde pela gestão do extinto do Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas (FPMFA), está a enviar cartas aos subscritores já reformados nas quais omite a possibilidade de continuarem a receber os complementos de pensão. Aos antigos militares apenas é dada como alternativa a devolução das contribuições ou o seu reinvestimento noutro fundo de pensões, à escolha.
Na carta a que o Expresso teve acesso, o BPI começa por informar, citando um decreto-lei (166-A/2013, de 27 de dezembro) e uma portaria (33-A/2014, de 16 de janeiro) relativas à extinção do fundo, que irá "proceder à devolução de todas as contribuições devidamente atualizadas" a qual poderá ser efetuada "por uma de duas formas: a) Em dinheiro, por transferência bancária; b) Pela constituição de uma adesão individual num fundo de pensões aberto", sendo enviada uma lista de 13 entidades gestoras de 43 fundos, de bancos a companhias de seguros.
Informa ainda o BPI que, "se passados 30 dias (calendário) após a data de emissão desta carta, não tivermos recebido o pedido de transferência para um fundo de pensões aberto, procederemos à transferência do valor". Ou seja, não é considerada a hipótese do militar reformado recusar a devolução das contribuições e continuar a receber o complemento de pensão a que tenha direito.
De acordo com o decreto-lei 166-A/2013, o reembolso das contribuições efetuadas "determina a cessação do direito ao complemento de pensão".
Num dos casos que chegou ao conhecimento do Expresso, um militar reformado, de 72 anos, receberá até à sua morte 300 euros mensais de complemento de pensão e o BPI pretende devolver-lhe 800 euros de contribuições.
Em comunicado enviado esta quinta-feira, a Associação Nacional de Sargentos (ANS) apela a todos os "camaradas que não caiam no logro, que não se deixem iludir pela eventual devolução de um magro pecúlio, que não se deixem deslumbrar pela extensa lista dos ditos fundos abertos e que exijam o cumprimento das obrigações previstas para com aqueles que optem pela manutenção da sua situação como beneficiário titular ou como herdeiro hábil".
Para a ANS, "é aviltante esta forma grosseira da entidade gestora do FPMFA, com a cobertura e conivência da tutela política, procurar eximir-se de responsabilidades para com aqueles que optem por manter a sua situação até ao fim da vida, estando devidamente legitimados para assumirem tal opção. Esta atitude tem na língua portuguesa uma designação que a caracteriza: Embuste!"


quarta-feira, 19 de março de 2014

INCRÍVEL

ATENÇÃO PESSOAL

Members

Observers


Isto é a SCO (Shanghai Cooperation Organization ) cujas línguas oficiais são o Chinês e o Russo , apesar de Putin e o Presidente Chinês falarem entre os dois alemão, quando querem dispensar os interpretes.
Os seus estatutos são muito parecidos com os do extinto Pacto de Varsóvia (e, assim ,também com os da NATO).
Mas o que agora importa é que os Observadores querem ser membros permanentes e, parece, que rápidamente, nomeadamente o Paquistão e o Irão.

Esta nota da CACINE é só para alertar , se é que somos alguém para isso, que o pessoal lá do Oriente não anda a dormir

terça-feira, 18 de março de 2014

A IR

Próximas actividades da Sociedade Histórica da Independência de Portugal
SEGUNDA QUINZENA DE MARÇO:
CONFERÊNCIAS
Quinta-feira, 20 de Março, às 18h00 – Conferência “As Comunidades Portuguesas na Europa”, pelo Dr. Victor Lopes Gil, com a moderação do Embaixador Eurico Paes, Presidente do Instituto Almeida Garrett, no âmbito do Ciclo de Conferências sobre as Comunidades Portuguesas;
Quinta-feira, 27 de Março, às 18h00 – Conferência “Portugal: Vida, Morte e Ressureição”, pelo Escritor Miguel Real, integrada no Ciclo de Conferências “Portugal: (RE) Fundações 2014-2015”, promovido pelo Instituto Fernando Pessoa - Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas.
LANÇAMENTOS DE LIVROS
Domingo, 23 de Março, às 17h00 – Lançamento da Nova Águia, nº 13 (O Balanço de Abril quarenta anos depois − Nos 20 anos depois da morte de Agostinho da Silva − Cartas para António Telmo & outras obras de relevância lusófona), promovido pelo MIL − Movimento Internacional Lusófono (alteração de data, anteriormente previsto para o dia 18 de Março).
ENCONTROS CULTURAIS
Quinta-feira, 20 de Março, às 17h00 – Encontro na Biblioteca “O Mosteiro de Alcobaça em Século e Meio de Fotografia”, pelo Eng.º Pedro Duarte Tavares;
Sexta-feira, 21 de Março, às 16h00 Encontro Musical Boas-Vindas à Primavera: Fados e Cantigas. Músicas contadas e cantadas sobre a Primavera, a cargo de Pedro Pyrrait”. Lanche ao som de Fados com Luciana Pitta, Maria Silva, Manuel Gomes e Fernando Gomes (inscrições na secretaria da SHIP).
VISITAS CULTURAIS
Terça-feira, 25 de Março (todo o dia) Visita Cultural a Arraiolos (Aldeia da Terra e Jardim de Esculturas, Igreja da Misericórdia e Salão Nobre da Câmara Municipal de Arraiolos e Herdade da Ravasqueira) – Inscrições na Secretaria da SHIP (Tel. 213241470).
PRIMEIRA QUINZENA DE ABRIL
CONFERÊNCIAS
Quarta-feira, 8 de Abril, às 18h00 – Conferência “Futuro de Portugal na Europa”, pelo Dr. Rui Carp, no âmbito do Ciclo de Conferências promovido pelo Conselho Supremo.
VISITAS CULTURAIS
Quarta-feira, 09 de Abril (todo o dia) Passeio Cultural Evocativo do Centenário da I Grande Guerra (1914-18), sob a coordenação do Ten-Coronel João José Brandão Ferreira (“A Trincheira – Uma Viagem no Tempo”) – Inscrições na Secretaria da SHIP (Tel. 213241470).
Terça-feira, 15 de Abril (todo o dia) Visita Cultural a Sintra (Palácio do Monteiro dos Milhões, (Quinta da Regaleira), Museu do Brinquedo e Adega Regional de Colares) – Inscrições na Secretaria da SHIP (Tel. 213241470).
LANÇAMENTOS DE LIVROS


Quarta-feira, 09 de Abril, Às 18h00 – Lançamento da obra "Da Guiné Portuguesa à Guiné-Bissau - Um Roteiro", co-autoria do Embaixador Francisco Henriques da Silva e do Dr. Mário Beja Santos.

NEW BOMB

O novo bombardeiro da Força Aérea dos EUA, o LRS-B, promete proporcionar mais opções de ataque de longo alcance em áreas disputadas, presumivelmente contra as redes de defesa aérea altamente avançadas. O adversário potencial mais óbvio é a China, que continua em processo de desenvolvimento de um sofisticado sistema integrado anti-acesso.
O novo bombardeiro também poderá substituir os bombardeiros Legacy,  incluindo o B-52, B-2 e B-1B, nas várias missões que realizam actualmente : ataque marítimo, interdição, apoio aéreo de proximidade, a dissuasão nuclear, e manobras de intimidação em geral.

AGUENTA MARUJO


Extinção do Fundo de Pensões

AOFA requer a intervenção do
Provedor de Justiça para a verificação da constitucionalidade
Resumo
Não se conformando com a extinção do Fundo de Pensões dos Militares das
Forças Armadas, a AOFA requereu a intervenção do Provedor de Justiça para
que este promova, junto do Tribunal Constitucional, a fiscalização da
constitucionalidade do diploma que a levou a cabo.
Notícia
Tendo como pano de fundo a enorme degradação das pensões de reforma sofrida
pelas gerações de militares que os antecederam e, principalmente,
considerando as garantias consubstanciadas não só no Decreto-Lei nº 269/90,
que criou o FPMFA, com particular realce para o facto do nº 5 do seu artigo
1º dizer, com toda a clareza, que "o Fundo tem duração ilimitada", como
também pela campanha conduzida pelo Ministério da Defesa Nacional (carta de
Sua Exa. o Ministro e desdobrável sensibilizando à adesão, que juntamos),
milhares de militares optaram por esta solução para uma velhice com
dignidade, passando a contribuir para isso, como lhes era exigido.
Ora, se os militares cumpriram escrupulosamente a sua parte do contrato, tal
não aconteceu com o MDN, uma vez que não procedeu à adequada capitalização,
findo agora alegar a falta de sustentabilidade do Fundo.
Ao extingui-lo, o Governo lesou gravemente o princípio da confiança e deixou
sem defesa os que tinham acreditado na solução para que foram aliciados pelo
MDN.
Ver ofício da AOFA para o Provedor de Justiça
Ver carta do MDN (1990)-publicado aqui
Ver desdobrável do MDN (1990)-idem