quinta-feira, 30 de junho de 2011

WHO´s WHO

"God and Soldier we adore
In time of danger but not before
And when danger is gone and all is righted
God is forgotten and soldier slighted"


Isto foi colocado como comentário ao post "Who´s Who" pelo sr. Comandante Trigo Allen.

Por considerarmos agora, ao jantar , que é fabuloso, com a devida vénia ao Sr. Comandante e com os agradecimentos , republicamos aqui

quarta-feira, 29 de junho de 2011

NÃO GOSTO DISTO

carlos chaves, o major que chegou a general , voltou agora , e na reserva....

e para adjunto, ou o que seja, do 1º ministro.




Esta notícia está toda em letra pequena , e preta, pois não augura nada de bom....



 

terça-feira, 28 de junho de 2011

WHO´s WHO

It is the Soldier, not the minister
Who has given us freedom of religion.

It is the Soldier, not the reporter
Who has given us freedom of the press.

It is the Soldier, not the poet
Who has given us freedom of speech.

It is the Soldier, not the campus organizer
Who has given us freedom to protest.

It is the Soldier, not the lawyer
Who has given us the right to a fair trial.

It is the Soldier, not the politician
Who has given us the right to vote.

It is the Soldier who salutes the flag,
Who serves beneath the flag,
And whose coffin is draped by the flag,
Who allows the protester to burn the flag.

Charles M. Province


Nota:Só agora reparamos que o "Voz da Abita" tinha já publicado este poema magnífico e cheio de oportunidade.Mas quanto mais se repetir melhor.
De qualquer maneira uma desculpa .

A PROPOSTA DO CDS

Na dependência do Primeiro-Ministro:
            - Secretaria de Estado da Cultura

1. Política e meios para a política

Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares
            - Secretaria de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
            - Secretaria de Estado da Modernização Administrativa
            - Secretaria de Estado da Reforma do Poder Local
            - Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto

Ministério das Finanças
            - Secretaria de Estado do Tesouro e Finanças
            - Secretaria de Estado do Orçamento e dos Assuntos Fiscais
            - Secretaria de Estado da Administração Pública
            - Secretaria de Estado das Obras Públicas

2. Funções de soberania

Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Internacionalização e da Lusofonia
             - Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, Lusofonia, Cooperação e Comunidades
             - Secretaria de Estado dos Assuntos Europeus
(AICEP passa a estar no MNE)

Ministério da Defesa e dos Antigos Combatentes

Ministério da Administração Interna
            - Secretaria de Estado da Segurança Interna
            - Secretaria de Estado da Prevenção Interna

Ministério da Justiça
            - Secretaria de Estado da Reforma da Justiça

3. Funções de fomento da economia produtiva através dos setores estratégicos

Ministério do Turismo, da Industria e da Inovação
            - Secretaria de Estado do Turismo, do Comércio e dos Serviços
            - Secretaria de Estado da Indústria e da Inovação

Ministério da Agricultura e do Mar
            - Secretaria de Estado da Agricultura e da Floresta
            - Secretaria de Estado do Mar

Ministério do Ambiente, da Energia e do Ordenamento do Território
            - Secretaria de Estado do Ambiente, da Energia e do Clima
            - Secretaria de Estado do Ordenamento do Território, das Cidades, da Habitação e da Mobilidade

 4. Funções relativas aos recursos humanos e à política social

Ministério do Ensino e da Ciência
            - Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário
            - Secretaria de Estado do Ensino Superior e da Ciência

Ministério da Saúde
            - Secretaria de Estado da Saúde

Ministério da Segurança Social e do Trabalho
            - Secretaria de Estado da Segurança Social e da Reabilitação
            - Secretaria de Estado do Trabalho

segunda-feira, 27 de junho de 2011

BRAVO ZULU

Finalmente um Militar foi escolhido para desempenhar um cargo relevante no País (o que aconteceu desde sempre na história e deixou de acontecer quando PS e PSD passaram a mandar neste pobre País)

Manuel Pinto de Abreu, Oficial da Armada, actualmente Chefe de Missão dos Assuntos do Mar , tomará amanhã posse como Secretário de Estado do Mar.

A CACINE espera que com esta escolha, as coisas comecem a voltar aos sítios onde devem estar , pois gente competente foi fazer este quarto de leme

domingo, 26 de junho de 2011

PONHA-SE A PAU

A Senhora Ministra tem agora os assuntos da agricultura, do mar, do ambiente e do ordenamento do território.
Há coisas em outros Ministérios, que o pessoal não vai querer largar, mas que pertencem, ou devem pertencer , ao MAR:
1-Defesa:
Sistema de Busca e Salvamento Marítimo(ou ao mar ou à Marinha)
Autoridade Marítima Nacional
Estrutura de Missão de Assuntos do Mar
Polícia Marítima
2-Obras publicas, Transportes e Comunicações:
Instituto dos portos e transportes marítimos
Autoridade nacional controlo de trafego maritimo
Autoridade para protecção dos portos e transporte marítimo
Sistema de controlo do trafego marítimo
Administração dos Portos
3-MAI
Unidade de controlo costeiro (GNR)
Sistema integrado de vigilância(SIVICC)
4-Ambiente
Administração dos recursos hidricos
Plano de ordenamento dos espaços marítimos
Domínio público marítimo
5-Pescas
tudo

Nota:1-Obrigado ma
         2-Como já tiraram tudo à Marinha(falta pouca coisa)...mais vale que fique no Mar do que em outro local menos recomendável

LÁ FOI ELE

Mais um de má memória. Um desastre este consulado!
    Cortes em cima de cortes; desconsideração permanente; piadas e informalidades de mau gosto; infeliz despedida do anterior Cemgfa; chuva de demagogia bem articulada; enfim, uma desgraça completa.
    Brindou-nos com o “granel” na saúde militar; a vergonha dos congelamentos nas promoções e a inenarrável e achincalhante, inspecção das Finanças, aos Ramos.
    Finou-se com a degradação da categoria do Comando da NATO, em Oeiras, para uma função inexpressiva – uma derrota inquestionável do Estado Português.
    Saiu, assim, de sendeiro depois de ter dado umas quantas facadas na Instituição Militar (IM). Um “práfrentex”que se prazia de tratar generais por tu (e eles deixavam), e de tecer alegorias de gosto duvidoso. Passamos a vida a aturar politicos absolutamente impreparados para os cargos que lhes são atribuídos, vá-se lá saber porque bulas, e ninguém lhes assenta as costuras.
    O homem saiu em beleza:
    Chamou os quatro chefes militares, na véspera de ir pregar para outra freguesia (o chefe do Exército não estava tendo enviado o chefe de gabinete) e, depois de mais uma tentativa alegórica (será que ele lê a bíblia?), entre chefes militares e instrumentistas de uma orquestra sinfónica, abriu uma gaveta donde retirou quatro medalhas de ouro de serviços distintos (vá lá que foi sem palma, mas ele também não saberia a diferença), e entregou-as a cada um dos quatro estrelados, cujo “fácies” gostaria de ter visionado, na altura. E eles aceitaram…
    A menina que ele escolheu para chefe de gabinete, em vez do major general que sempre assessorou o MDN, certamente não estará por dentro dos meandros do Regulamento da Medalha Militar, nem das regras da instituição, para poder alertar a “malhadora personagem”de que não se distribuem condecorações, nas FAs, como beijos e abraços nas campanhas eleitorais. A ignorância sempre foi atrevida, mas deve haver limites para a imbecilidade.
    Mais grave, porém, é a herança que vai deixar para o próximo ministro (é curioso que ambos foram escolhidos para irem à reunião do Grupo de Bildeberg, em 1996) – já aí está outro que não fez recruta e a quem vai ser preciso ensinar tudo – a questão da devolução de dinheiro, que o Ministério das Finanças - mancomunado com o seu colega da Defesa - quer que se faça, referente a promoções ocorridas em 2010, e que consideram ilegais.
    As promoções fazem-se, há décadas, segundo regras fixadas em leis e regulamentos e a competência para as fazer também está devidamente legislada – e parece ser isto que está verdadeiramente em causa…
    As FAs limitaram-se a cumprir o estatuído do anterior e que se explica em termos simples:
    Quando um militar sai do respectivo Ramo para ir prestar serviço fora do mesmo – e há muitas situações destas – dá vaga a qual é preenchida por quem está imediatamente à sua esquerda na lista de antiguidade. O sistema é equilibrado quando os referidos militares voltam ao Ramo e quando não existe vaga, ficam supranumerários, ocupando a vaga logo que esta ocorra. O sistema é bom, está testado pelo tempo e é adequado à expedita gestão de pessoal, os quais estão condicionados pelas imposições da condição militar – não tem paralelo em nenhuma outra profissão.
    Ora tudo isto foi posto em causa por um qualquer adiantado mental das Finanças que deve julgar que pode gerir a IM do mesmo modo que os partidos políticos. Ainda por cima querendo passar para a opinião pública o ónus da desconfiança, incompetência e irresponsabilidade. O que representa mais uma agressão gratuita a juntar à desconsideração e desvalorização das FAs consubstanciada na outorga medalhistica ministerial.
    Já assisti a um golpe de estado e à queda de um regime politico, por muito menos do que isto. Repito, por muito menos do que isto.

J.Brandão Ferreira

25/06/2011

Com a devida vénia

sábado, 25 de junho de 2011

MINISTRO /MARÉGRAFO

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ECCE HOMO

João Teotónio Pereira

Chefe de Gabinete do Ministro dos Negócios Estrangeiros

É diplomata , licenciado em direito ante-Bolonha , já esteve na Defesa Nacional

ECCE HOMO

José Pedro Aguiar Branco
Nasceu em 18 de Julho de 1957

Formação Profissional:Licenciatura em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (Novembro, 1980)
Frequência do curso “Ciências Políticas”, pelo Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Bordéus, França (1975/76)
Experiência Profissional:
Na área do direito:

  • Consultor jurídico de várias empresas privadas
  • Árbitro no Centro de Conciliação e Mediação de Conflitos - Concórdia
  • Árbitro no Centro de Arbitragem da Câmara de Comércio de Indústria Portuguesa / Associação Comercial de Lisboa
  • Árbitro no Instituto de Arbitragem Comercial da Associação Comercial do Porto
  • Presidente da Ordem dos Advogados Portugueses - Conselho Distrital do Porto, no triénio 2002/2004
  • Membro do Conselho Superior da Magistratura, eleito, pela Assembleia da República, em Janeiro de 2000
  • Membro Convidado do Júri das Provas Finais de Agregação de acesso à Ordem dos Advogados Portugueses
  • Vogal da Ordem dos Advogados Portugueses - Conselho Distrital do Porto, no triénio 1992/1995
  • Presidente do Conselho Fiscal da A.P.J.A. - Associação Portuguesa dos Jovens Advogados, no triénio 1991/1994
  • Formador convidado do I Curso de Estágio, pela Ordem dos Advogados Portugueses - Conselho Distrital do Porto, no ano de 1991
  • Vice-Presidente da Direcção Nacional da A.P.J.A. - Associação Portuguesa dos Jovens Advogados, de 1988 a 1991
  • Vogal da Direcção Nacional da A.P.J.A. - Associação Portuguesa dos Jovens Advogados, de 1987 a 1989
Na área Empresarial:
  • Sócio de capital fundador e membro do Conselho de Administração da JPAB – José Pedro Aguiar-Branco & Associados, Sociedade de Advogados, R.L., de Julho de 2003 a Agosto de 2004, e desde Junho de 2005
  • Membro do Conselho de Administração da ÁREAS PORTUGAL – Restauração e Distribuição, S.A., desde 2009
  • Presidente da Mesa da Assembleia Geral das sociedades:
    • CGC - Centro de Genética Clínica e Patologia, S.A., desde Outubro de 2007
    • SEMAPA – Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A., desde Março de 2007
    • PORTUCEL – Empresa Produtora de Pasta de Papel, S.A., desde Março de 2007
    • IMPRESA – Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A., desde Abril de 2006
    • ROPAR – Fabrico de Calçado Ortopédico, S.A., desde 2007
    • NTM – Comunicação e Publicidade, S.A., desde 2007
    • VILA CAMILO – Gestão e Administração de Bens, S.A., desde 2005
    • SÁ ROSAS, S.A., até 2004
    • SERUNION – Restaurantes de Portugal, S.A., até 2004
  • Presidente da Mesa da Assembleia Geral das sociedades de todas as sociedades portuguesas integradas no grupo de distribuição internacional sob a insígnia E.LECLERC, desde 2005
  • Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral das sociedades:
    • CONSTRUÇÕES VEIGA DE MACEDO, S.A., até 2004
    • J.A. VEIGA DE MACEDO, S.A., até 2004
  • Gerente das sociedades:
    • PORTOCOVI – Organização e Gestão de Escritórios, Lda., desde a sua constituição até 2004 e desde 2005
    • VISIVA – Consultadoria e Gestão de Empreendimentos, Lda., desde a sua constituição até 2004
Cargos Políticos:Membro do Conselho Superior de Segurança Interna, desde 23 de Abril de 2010
Deputado à Assembleia da República desde 2005 (X e XI Legislaturas)
Presidente da Comissão de Revisão do Programa do PSD
Presidente do Grupo Parlamentar do PSD na XI Legislatura (22 de Outubro de 2009 a 15 de Abril de 2010)
Candidato à liderança do PSD nas Eleições Directas de 26 de Março de 2010
Coordenador do “Fórum Portugal de Verdade – Das Ideias às Políticas”, promovido pelo PSD de Fevereiro a Maio de 2009
Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, de Abril de 2008 a Março de 2010
Membro da Comissão de Inquérito Parlamentar sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a supervisão bancária inerente, na X Legislatura
Membro da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na X Legislatura
Presidente da Assembleia Municipal do Porto no mandato 2005/2009
Cabeça de lista do PSD - Partido Social Democrata, pelo círculo do Porto, às eleições legislativas de 20 de Fevereiro de 2005
Ministro da Justiça do XVI Governo Constitucional
Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD - Partido Social Democrata, no biénio 2000/2002
Vice-Presidente do Conselho de Administração do Instituto Francisco Sá Carneiro de 1999 a 2002
Membro da Comissão de Honra de Candidatura do Senhor Dr. Rui Rio à Presidência da Câmara Municipal do Porto, nas eleições de 2001
Membro do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD - Partido Social Democrata, de 1995 a 2001
Membro do Gabinete Sombra do PSD - Partido Social Democrata, como Porta-Voz para a área da Justiça, em 2000
Secretário-Geral da Assembleia Magna da Social Democracia, de que foi Presidente o Sr. Dr. Francisco Pinto Balsemão, em 1997/1999
Membro do Conselho de Administração do Instituto Francisco Sá Carneiro de 1996 a 1999
Vogal da Comissão Política Nacional do PSD - Partido Social Democrata, no biénio 1996/1998
Membro da Assembleia Distrital do Porto do PSD - Partido Social Democrata, de 1980 a 1992 e desde 1998
Membro do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD - Partido Social Democrata, no biénio 1995/1997
Membro da Comissão de Honra de Candidatura do Prof. Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República, nas eleições de 1995
Membro do Conselho Nacional do PSD - Partido Social Democrata, nos triénios 1982/1984 e 1988/1990
Membro do Conselho Nacional da JSD - Juventude Social Democrata, de 1977 a 1984
Vogal da Comissão Política Distrital do Porto do PSD - Partido Social Democrata, em 1983
Vogal do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD - Partido Social Democrata, em 1976

sexta-feira, 24 de junho de 2011

SECRETÁRIOS

Se é verdade que Marco António vai para Secretário de Estado da Segurança Social , não auguro rosas de cheiro.

Marco é Vice (e importante) do PSD e foi uma figura indispensável na vitória de Passos Coelho....Vê Paula, e os Migueis irem a Ministro e ele ficar-se em secretário e , ainda por cima , de um Ministro do CDS , bastante tranquilo.

Receio isto...já para não falar em Feliciano Barreiras Duarte  nos Estrangeiros!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

POIS É

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Pagos 165 mil euros em subsídios a magistrados já falecidos
Por Redacção

Uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF) às despesas da Justiça detectou o pagamento de 165 mil euros em excesso de subsídio de compensação a magistrados jubilados já falecidos, isto por falta de comunicação do óbito pelo Instituto do Regimento e Notariado.

De acordo com o relatório da auditoria, o Ministério da Justiça efectuou também pagamentos em excesso de 28,8 mil euros (de 208 a Março de 2010) do suplemento remuneratório para compensação do trabalho para recuperação dos atrasos processuais a oficiais de justiça cuja classificação foi interior a «Bom», isto apesar de ser contrário à lei».

«Dada a ausência de despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Justiça, afigura-se questionável a atribuição de abonos para falhas a um número variável entre 337 e 346 secretários de Justiça (ou substitutos) após 01 de Janeiro de 2009, num total pago de 349 mil euros», refere o relatório.

Além disso, o subsídio de fixação atribuído aos magistrados judiciais e do Ministério Público e o suplemento de fixação dos funcionários judiciais que trabalham em comarcas periféricas deveriam ter pago IRS como trabalho dependente. A falha do imposto, relativo ao ano de 2009, estima-se em 4,9 milhões.

No final de 2009, o Ministério da Justiça foi ainda condenado a pagar 40,5 mil euros de juros de mora a três magistrados que reclamaram pelo atraso no pagamento da remuneração por acumulação de funções, atraso que ocorreu devido ao conhecimento tardio dos pareceres dos Conselhos de Magistraturas e da decisão da tutela.

A auditoria detectou, ainda, vários «pontos fracos» ao sistema de controlo interno, nomeadamente pelo facto de o Ministério da Justiça não dispor de informação actualizada sobre os trabalhadores a quem processou remunerações e suplementos sobre assiduidade. Refere, ainda, que não houve um controlo prévio das folhas de vencimento e comparações frequentes entre os valores pagos e as retenções na fonte e que foram detectados erros de cálculo de ajudas de custo.

A aplicação inadequada da despesa com ajudas de custo e transporte, suplemento de fixação e trabalho extraordinário levou, ainda, à falta de poupanças orçamentais de cerca de 745 mil euros, diz o relatório.
16:52 - 22-06-2011
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terça-feira, 21 de junho de 2011

ATTENZIONE

  • Sempre que exista grande intensidade de trânsito, o condutor deve circular com velocidade especialmente moderada. Caso não o faça cometerá uma contra-ordenação grave. ( Art.ºs 25.º e 145.º )
  • A velocidade mínima nas auto-estradas passa de 40 para 50 km/h . (Art.º 27.º )
  • A sanção pelo excesso de velocidade é agravada e distinta quando ocorra dentro ou fora da localidade.
  • Assim:
Automóveis ligeiros, motociclos
    
 
Excesso de velocidade
Coima
Contra-Ordenação
    
Dentro
das
Localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
    
Fora 
das
Localidades
Até 30 km/h60 a 300 eurosLeve
30 a 60 km/h120 a 600 eurosGrave
60 a 80 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 80 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave

Automóveis pesados
    
 
Excesso de velocidade
Coima
Contra-Ordenação
    
Dentro 
das
 
Localidades
Até 10 km/h60 a 300 eurosLeve
10 a 20 km/h120 a 600 eurosGrave
20 a 40 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 40 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
    
Fora
das
Localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave


MAIS UMA

Em Maio, os portugueses voltaram a retirar um montante recorde dos Certificados de Aforro.
Foram amortizados 566 milhões de euros, o segundo valor mais alto de sempre, só ultrapassado pela fuga de 737 milhões de euros no mês anterior.
Em contrapartida, este produto de poupança do Estado só conseguiu captar 30 milhões de euros em Maio, valor que iguala o mínimo histórico registado em Fevereiro deste ano.
Os Certificados da série C, a única actualmente em comercialização, pagam em Junho 1,467% brutos, o que ajuda a explicar a fuga dos investidores, já que existem alternativas no mercado com taxas bastante mais atractivas. A taxa média dos depósitos a prazo é actualmente de 3,3%.
Além disso, os Certificados de Aforro enfrentam ainda a concorrência do mais recente produto de poupança do Estado. Os Certificados do Tesouro continuam a registar em Maio um saldo positivo entre emissões e amortizações, de 77 milhões de euros.
Foram emitidos 101 milhões de euros e amortizados 24 milhões. Embora congeladas desde Abril, as taxas oferecidas neste produto continuam a conquistar adeptos entre os aforradores portugueses.
A partir do quinto ano de investimento, os Certificados do Tesouro oferecem 6,8% brutos, e no décimo ano a taxa bruta chega aos 7,1%. Nos primeiros quatro anos de investimento, os juros são de 1,95%.




NO COMMENTS

O FC Porto recebeu hoje um fax em nome de André  Villas-Boas, em que o treinador de futebol anuncia que rescinde o contrato  com o clube, pagando a cláusula de rescisão, disse à Agência Lusa fonte  oficial dos portistas.