quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CUIDADO

Cuidado com estes dois.

no dia 8 de Novembro, reuniram-se pelas 15h30, para iniciar um grupo de trabalho destinado a apresentar uma proposta de utilização das Bases Áreas por companhias de aviação civil.
Pretende-se, com esta iniciativa, um maior aproveitamento da infraestruturas existentes e uma melhoria dos recursos disponíveis, potenciando assim o investimento económico.

ELES COMEM TUDO

Já estão nas Bases aéreas , para entregar à "easy jet"

Não tarda chegam ás navais.

E não é para rir.Já houve um Ministro que perguntou ao CEMA se o Alfeite não se podia desactivar.....e o CEMA perguntou se os navios iriam para a Serra da Estrela

terça-feira, 8 de novembro de 2011

SERÁ UM PAÍS EUROPEU?

1 - Em 1930, um lago na Grécia secou, mas o Estado Social grego
mantem o Instituto para a Protecção do Lago Kopais, que,
embora tenha secado em 1930, ainda tem, em 2011, dezenas de funcionários
dedicados à sua conservação.


2 -
Na Grécia, as filhas solteiras dos funcionários públicos têm
direito a uma pensão vitalícia, após a morte do
mãe/pai-funcionário público.
Recebem 1000 euros mensais - para toda a vida - só pelo facto de
serem filhas de funcionários públicos falecidos.
Há 40 mil mulheres neste registo que custam ao erário publico 550
milhoes de euros por ano.
Depois de um ano de caos, o governo grego ainda não acabou com isto
completamente.
O que pretende é dar este subsidio só até fazerem 18 anos ...


3 -
Num hospital público, existe um jardim com quatro (4) arbustos.
Ora, para cuidar desses arbustos o hospital contratou quarenta e
cinco (45) jardineiros.


4 -
Num acto de gestão muito "social" (para com o fornecedor), os
hospitais gregos compram pace-makers quatrocentas
vezes (400) mais caros do que aqueles que são adquiridos no SNS britânico.


5 -
Existem seiscentas (600) profissões que podem pedir a reforma
aos 50 anos (mulheres) e aos 55 (homens).
pelo estatuto de profissões de alto desgaste.
Dentro deste rol, temos cabeleireiras, apresentadores de TV, músicos de instrumentos de sopro ...


6 - Paga-se 15º mês a toda a classe trabalhadora.

7 -
As Pensões de Reforma de 4.500 funcionários, no montante de 16  milhões euros por ano, continuavam a ser depositadas,
mesmo depois dos idosos falecerem, porque os familiares não davam baixa e não devia haver meios de se averiguar a inexactidão
dessa atribuição.


8 -
Chegava-se ao ponto de só se pagarem os prémios de alguns
seguros quando fosse preciso usufruir deles !


9 -
A Grécia é o País da União Europeia que mais gasta, em termos
militares, em relação ao PIB (dados de 2009).
O triplo de Portugal !


10 -
Há viaturas oficiais da administração do Estado que têm 50
condutores.
Cada novo nomeado para um cargo nomeia três ou quatro condutores da
sua confiança, mas como não são permitidos
despedimentos na função pública os anteriores vão mantendo o salário.


11 -C
erca de 90% da terra não tem cadastro.
i.e. os proprietários não pagam impostos.
Ora, a grande receita do Estado provém dos impostos.
Isto quer dizer que o erário publico do Estado grego esta vazio,
totalmente vazio.
Quer dizer, os milhões da UE é que serviram, durante todos estes
anos, para manter o nível de vida atingido dos gregos.
Não admira que já tenham estoirado 115 mil milhões e agora precisem
de mais 108 mil milhões.

A IR

EUROPA???

Segundo um estudo apresentado hoje pelos economistas chefes do BBVA, Juan Ruiz e Miguel Jiménez, as soluções propostas pela União Europeia para resolver a crise da dívida estão "na direcção certa", apesar de algumas não serem eficientes e deixarem questões por resolver.

O relatório aponta para que os países emergentes continuem a prosperar a um ritmo superior ao crescimento mundial, o qual avançará 3,9% este ano e 4,1% em 2012. Os países emergentes serão responsáveis por 75% a 80% deste crescimento.

O BBVA adverte que estas previsões podem ser revistas em baixa dada a incerteza sobre a crise da dívida na Europa, de acordo com o "Cinco Dias".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

JUIZ INCITA À DESOBEDIÊNCIA

http://www.inverbis.net/juizes/estado-nao-tem-direito-pagar-uns-nao-outros.html
“O Estado não tem o direito de pagar a uns e não a outros”
29-Out-2011
Antes de embarcar num avião para os Açores, onde vai estar este fim de semana no congresso dos juízes portugueses, o
magistrado António Martins teve tempo de explicar ao Expresso porque é que o corte dos subsídios de férias e Natal é ilegal -
não devendo ser cumprido mesmo que aprovado pelo Parlamento - e como é inadmissível que o Estado trate os seus credores
de forma diferente. Porque os funcionários públicos são tão credores como os donos da dívida pública.
- Porque é que o corte dos subsídios de férias e de Natal é ilegal?
- O património das pessoas só pode ser objecto de incorporação no património do Estado por vias legais. E elas são o imposto,
a nacionalização ou a expropriação. Não é possível ao Estado dizer: vou deixar de pagar a este meu servidor ou funcionário. O
que o Estado está a fazer desta forma é a confiscar o crédito daquela pessoa. Por força de uma relação de emprego público,
aquela pessoa tem um crédito em relação ao Estado, que é resultado do seu trabalho. Há aqui uma apropriação desse
dinheiro, que configura um confisco: isso é ilegal e inconstitucional.
- Mas não há excepções que tornem o corte legítimo?
- Há o estado de emergência e o estado de sítio, em que os direitos das pessoas podem ser comprimidos ou suspensos
durante algum tempo. Mas não foi decretado o estado de sítio ou o estado de emergência. E não o tendo sido decretado, o
Estado continua sujeito ao respeito dos direitos dos cidadãos. Pode-se dizer, e nós já o afirmámos, que vivemos um momento
difícil, em que é necessário salvar o país. E todos devemos ser mobilizados para essa salvação. Mas de forma adequada,
precisamente pela via do imposto.
- Quer dizer que a redução para metade do subsídio de Natal deste ano já não é ilegal?
- Não é um corte. É um imposto. O imposto é lançado sobre todos, ou seja, tem carácter universal, abrangendo todos aqueles
que têm capacidade contributiva, que advém dos rendimentos do trabalho mas também dos rendimentos do capital. E tem
ainda carácter progressivo, em que quem mais ganha mais paga. Essa é a via justa e equitativa que respeita o direito. É a via
adequada para salvar o país. Há um erro profundo na forma como se está a enquadrar esta questão. Porque há uma pergunta
que subsiste: onde pára o limite disto? Qualquer dia o Governo lembra-se de decidir que as famílias com dois carros vão ter de
entregar um. A situação é a mesma. Ficar com um carro de um cidadão ou ficar com o seu dinheiro é igual.
- E o que vai fazer para combater essa decisão?
- Da parte dos juízes, achamos que temos uma responsabilidade de cidadania e um imperativo de transmitir aos cidadãos
portugueses que esta medida, ainda que venha a ser aprovada pelo Parlamento e ainda que venha a ser lei, não é uma lei
conforme ao direito e à justiça.
- Será, portanto, uma lei ilegal?
- É uma lei ilegal e que não deve ser cumprida. Os cidadãos podem recorrer aos tribunais para salvaguardarem os seus
direitos. E no espaço dos tribunais, por enquanto, num Estado de direito, que se deve equacionar a legalidade das leis e o seu
cumprimento ou não. Cabe aos tribunais dizer se elas são conformes ao direito, à justiça e à constituição. Essa é a nossa
grande preocupação neste momento.
- Está a apelar para que se recorra em massa aos tribunais?
- Não se trata de um apelo. Caberá a cada cidadão fazer a sua opção. Não estamos a apelar a uma intervenção maciça das
pessoas juntos dos tribunais. Temos é um dever de fazer ouvir a voz dos juízes para que os cidadãos não se sintam
completamente desprotegidos e abandonados perante este poder fáctico do Estado e que tem apoio em comentadores e
opinion makers
que aparentemente caucionam toda esta actuação.
- Mas, se a decisão é aprovada pela maioria do Parlamento, ir contra ela não é, de certa forma, um ato de
desobediência civil?
- Não se trata de desobediência civil. É um exercício de um direito. Mas queremos, antes que venha a ser lei, que os
parlamentares não sejam apenas deputados eleitos na lista de um partido. Queremos que debatam, como representantes das
pessoas que os elegeram, se esta é a forma de um Estado ser um Estado de bem. Porque é que o Estado opta por dizer que
não paga a estas pessoas e, em vez disso, não opta por dizer que não paga às entidades com as quais fez negócios ruinosos
nos últimos anos, celebrando parcerias público-privadas com contratos leoninos?
- Há cláusulas nesses contratos que obrigam, certamente, a pagamentos de multas pesadas…
- E para os trabalhadores públicos não há cláusulas? É obrigação do Estado pagar-lhes os vencimentos, incluindo o 13.º e o
14.º meses. Está na lei.
- Acharia mais legítimo não pagar parte das parcerias público-privadas?
- Um Estado de bem tem a obrigação de pagar a todos os seus credores. Se não tiver possibilidade de pagar a todos, também
não tem o direito de dizer que paga a uns e não paga a outros. Esta é a questão. O Estado não tem direito de dizer que paga
aos seus credores internacionais, aos seus credores das parcerias público-privadas, aos credores que defraudaram os
depositantes no BPN e no BPP, mas não paga às pessoas que trabalham no sector público.
Micael Pereira | Expresso | 29-10-2011

domingo, 6 de novembro de 2011

NÃO PERCEBEM

Supressão total ou quase total de comboios:
  • 8 de Novembro – não se prevê a realização de comboios durante todo o dia;
  • 11 de Novembro – perturbações durante o início da manhã e supressão de comboios a partir das 10h00 até ao final do dia.
Atrasos e supressões:
  • 7 de Novembro – final do dia;
  • 9 de Novembro – período da manhã;
  • 10 de Novembro – pequenas perturbações;
  • 12 de Novembro – perturbações pontuais no período da manhã

sábado, 5 de novembro de 2011

O QUE É ISTO?


Amigo;
Escrevo-lhe para lhe comunicar que hoje de manhã ouvi na nossa rádio local que regressou a Beja uma embaixada de militares sul-coreanos que já cá tinham estado no passado dia 11 de Julho.
Visitaram ontem a Base Aérea nº 11 (Beja) porque estão interessados em estacionar aqui em regime de permanência duas esquadras; estas negociações decorrem do fracasso que ocorreu com o governo espanhol, pois os coreanos queriam instalar-se em Talavera La Real, distrito de Badajoz.
Ontem a embaixada coreana além de ter visitado a Base, visitou também o bairro residencial da Força Aérea (vulgo bairro alemão, em virtude de terem sido os alemães que o construíram) com especial interesse na “torre”, o seu edifício mais alto, a reservar já para oficiais em trânsito.
Eu ouvi a notícia e fiquei intrigado, pois a Base de Beja é uma base NATO e não me surpreenderia que ao saírem os alemães viessem ingleses, holandeses, belgas, ou mesmo americanos, enfim, qualquer país da NATO. Agora… coreanos?! Soa-me a gato escondido com o rabo de fora. Na rádio frisaram que os EUA são os maiores aliados dos coreanos pelo que é importante que tenham bases próximas umas das outras (Lajes, Beja…).
Deixo-lhe a informação e pergunto o que lhe parece tudo isto?...
Um abraço


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ACUDEM




Vivemos tempos muito difíceis, mas também de grandes oportunidades. Muito mau seria não as aproveitar para corrigir o que pode funcionar com menos custos para o Estado e melhor. Evitando redundâncias que não se justificam, duplicações de recursos que não fazem sentido e organizações que podem ser simplificadas e sobretudo tornadas mais claras e lineares.
Falo de uma situação concreta; da forma como Portugal está organizado para exercer as funções de Autoridade do Estado no Mar. Não é, evidentemente, um modelo próprio de um País que está a passar por uma gravíssima crise financeira e que tem pela frente um caminho cheio de difíceis desafios para percorrer, sob as mais variadas vertentes. Nem, muito menos, de um País que terá que mostrar maior empenho em optimizar os poucos recursos que tem para controlo de uma enorme área marítima, onde se concentram interesses estratégicos que têm que ser acautelados.
Aliás, com crise ou sem crise, tendo em conta a caracterização do País, o modelo que a GNR defende, e para que, há quatro anos atrás, o Governo de então, decidiu dar alguns passos, nunca fez sentido em Portugal. Corresponde a uma prática reconhecida como inviável há mais de um século, quando depois de uma tentativa semelhante à criação da actual Unidade de Controlo Costeiro da GNR, (a criação da Esquadrilha de Fiscalização da Costa da então designada Guarda Fiscal), se decidiu fazer reverter para a Marinha, seis anos depois, todos os seus meios. O argumento usado para esta decisão foi muito simples e não perdeu qualquer actualidade: é preciso «usar o pouco que há como a base do muito que há a fazer, aproveitando a execução dos serviços que podem praticar-se ao mesmo tempo e com a mesma despesa».
Não serão precisas soluções complexas para corrigir a actual situação, retomando a orientação que acabo de referir, então classificada como “obrigação indeclinável”. Bastará ser-se racional, colocando as “pedras certas nos sítios certos”, ou seja, resumidamente, organizando os recursos em função de prioridades e das suas aptidões principais. Com o propósito de garantir a melhor relação custo/eficácia para os investimentos feitos e unidade de esforço na execução das tarefas.
O que deve significar isso na prática? Primeiro, que a Marinha deve concentrar todas as actividades no mar, aliás como faz regularmente, e que é o que, melhor do que qualquer outra organização, sempre soube fazer; que lhe seja disponibilizada uma organização que proporcione o melhor emprego dos meios e evite a dispersão de esforços.
Segundo, que a GNR se deve limitar à segurança em terra, onde aliás, como qualquer cidadão sente todos os dias, a falta de recursos humanos é patente por quase todo o País. A crise que se vive presentemente, como nos mostram os noticiários diários, é também de segurança; se não tratada correctamente e com rigor, pode pôr em causa todo o enorme esforço que está a ser pedido aos portugueses e atrasar a retoma da economia.
Terceiro, que a Marinha e a GNR devem ter uma plataforma comum de colaboração prática onde, a nível institucional, se faça a coordenação do esforço que cada uma desenvolve na sua área de actuação primária, tendo presente que existe uma relação de interdependência entre segurança em terra e segurança no mar.


Alexandre Reis Rodrigues

V/Alm

ÁS ARMAS

«Salvemos A Escola Alunos Marinheiros e Grupo nº1 »
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N16062


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ZORBA

A regressar à base , depois de um cruzeriro em silêncio radio.

O que fez hoje o governo grego, demitindo as Chefias Militares , ao mesmo tempo que atirava o próprio País para as chamas do inferno, é muito mau sinal. Mesmo muito mau.