domingo, 13 de novembro de 2011

CUIDADO


Los acuerdos alcanzados por la UE el 26 de octubre nuevamente han probado ser insuficientes. A pesar de la anunciada quita del 50% de la deuda griega en manos del sector privado, persisten las dudas sobre su sostenibilidad dada la fatiga reformadora en ese país. Por otro lado, el apalancamiento del EFSF como un seguro para alcanzar el tamaño que le permita servir de cortafuegos al resto de Europa se ve amenazado por la propia intensificación de la crisis. Además, la falta de acuerdo en el G-20 para aumentar los recursos disponibles para Europa deja claro que los países fuera de la región quieren que esta demuestre que tiene la crisis bajo control político antes de comprometer recursos adicionales, directamente o a través del FMI.
A pesar de todo, existe aún una posibilidad de ganar tiempo para acometer las reformas fiscales y estructurales que muchos países necesitan para crecer y evitar que unproblema persistente de liquidez termine convenciendo a los mercados de que se han vuelto insolventes. Tiempo, además, para tener listos los cortafuegos que eviten el contagio de una implosión de Grecia al resto de países y al sistema financiero europeo en general. Tiempo, por último, para acordar y presentar una hoja de ruta hacia la unión fiscal y los eurobonos que hagan creíble a la unión monetaria.
Afortunadamente, los acuerdos de octubre no han cerrado definitivamente la puerta a que el BCE pueda actuar como prestamista soberano de última instancia. Ahora mismo es la única institución que puede detener el pánico en los mercados de deuda soberana periférica, a través de mayores compras de bonos en el mercado secundario. Mucho mejor aún sería que accediera a apalancar el EFSF para que este pueda introducir explícitamente la condicionalidad que, en términos de reformas, debe acompañar a este apoyo. Pero lo que resulta esencial es que el BCE otorgue este apoyo de forma decidida y explícita, prometiendo hacer uso de sus recursos casi ilimitados. Mientras su apoyo siga siendo anunciado como "limitado" y "temporal" carecerá de la fuerza necesaria para eliminar los ataques especulativos.
Por supuesto, esta decisión trae consigo la posibilidad de riesgo moral por parte de los rescatados. Pero, ¿queremos focalizar la atención en el riesgo moral en momentos de crisis intensa? Además, la provisión ilimitada de liquidez a través de un EFSF apalancado en el BCE vendría acompañado de estricta condicionalidad. Otro riesgo es el posible efecto inflacionario de esta medida, pero es difícil destacarlo en momentos en que la zona euro corre el riesgo de caer en recesión. Además, si la intervención del BCE es decidida y explícita, bastaría la amenaza para reducir las tensiones, por lo que no se terminaría produciendo un fuerte incremento de la base monetaria.
En suma, y como el escaso resultado de la reunión del G-20 dejó claro, la solución a la crisis de Europa debe empezar desde Europa, y solo el BCE puede en este momento ganar el tiempo necesario para implementarla.
Juan M. Ruiz es economista jefe de Escenarios Económicos de BBVA Research.

hoje en El País

sábado, 12 de novembro de 2011

CUIDADO


A protest against unprecedented cuts in the pay and benefits of members of the military has been staged in Portugal's capital Lisbon.
But there were no shouted slogans at this rare military rally - that is prohibited by law, as is wearing uniforms at such events.
The armed forces are among many groups in society affected by a EU-mandated austerity programme plan.
It includes some of the harshest measures in Portugal's modern history.
Saturday also saw the latest of a series of anti-austerity protests by public sector workers in the centre of the capital.
Special role
At the army protest, there was anger at government proposals to decimate armed forces numbers and cut back wages and promotions.
Antonio Lima Coelho, one of the organisers, said servicemen and women were willing to make their share of sacrifices, but the government was taking a big risk in rushing through measures that were not properly thought through.
"A military institution is organised in a pyramid way. If we start stopping this pyramid to be well formed, we will endanger discipline, cohesion and the mission of the armed forces," he said.
The military has a special place in society - and in Portuguese hearts.
In 1974, a group of officers ended decades of dictatorship with a coup that ushered in democracy.
But the military gradually withdrew from politics.
So, many people were taken aback when one of the leading conspirators of 1974 said in a recent interview that another coup would be in order if the government went too far in curbing the military's rights.
Military associations were quick to dismiss the comment from a man known for his radical views, stressing their commitment to the constitution.
For now at least, this is just one more group in society angered by policies being implemented under Portugal's bailout.
By Alison Roberts BBC

MNE

Afinal Paulo Portas não fez nada de surpreendente e novo na nomeação do Secretário geral , que a CACINE previu ser Ana Martinho , vinda de Viena.

Afinal é  António Almeida Ribeiro , 56 anos, que desempenhou  funções de Embaixador em Buenos Aires, Cairo e foi número dois na Representação de Portugal junto da União Europeia.

Para tão importante cargo parece pequeno curriculum, ......

FANTÁSTICO


 Decorre hoje, em Lisboa, uma sessão de apresentação dos quatro Evangelhos da Bíblia que foram traduzidos para mirandês pelo escritor e investigador Amadeu Ferreira.
A introdução da obra «Ls Quatro Eibangeilhos», está a cargo de Aires Nascimento, membro da Academia das Ciências de Lisboa, na Livraria Ferin, indica um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Amadeu Ferreira é mestre em Direito e um dos “maiores impulsionadores da língua mirandesa” e a obra é o resultado de uma “tradução realizada entre 2001 e 2004 a partir do latim”, frisa a nota da Sociedade Bíblica, da Aliança Evangélica Portuguesa, que publica a obra.
Revista por duas vezes desde então, a tradução foi dada como concluída em 2010 e chega agora às livrarias. 
A língua mirandesa, cujas origens são anteriores à nacionalidade, foi reconhecida como língua oficial de Portugal em 1999 e é falada por cerca de 15 000 pessoas no concelho de Miranda do Douro.
Atualmente, a Bíblia “já se encontra traduzida em 469 línguas e o Novo Testamento em 1231; o mirandês ainda só se insere na categoria das 2527 línguas que têm somente parte das Escrituras traduzidas”, refere a Sociedade Bíblica.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

TRÊS EM UM

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, presidiu às Cerimónias de Aniversário do Dia do Armistício, da Liga dos Combatentes e do Fim da Guerra do Ultramar, que se realizaram hoje, dia 11 de Novembro, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém.

Do programa, onde também estiveram presentes o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Luís Araújo, o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Paulo Braga Lino, e outras entidades civis e militares, portuguesas e estrangeiras, foram proferidas alocuções alusivas ao acto pelo Tenente General Chito Rodrigues, Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente General Newton Parreira, Comandante Geral da GNR e pelo Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco.
No prosseguimento da cerimónia, em honra aos mortos em campanha, iniciado por uma invocação religiosa, seguido de deposição de coroas de flores e dos toques alusivos.
A cerimónia terminou com o desfile da Força constituída por pelotões dos três ramos das Forças Armadas.

HELLO

WHAT A DAY

11-11-2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CUIDADO

Cuidado com estes dois.

no dia 8 de Novembro, reuniram-se pelas 15h30, para iniciar um grupo de trabalho destinado a apresentar uma proposta de utilização das Bases Áreas por companhias de aviação civil.
Pretende-se, com esta iniciativa, um maior aproveitamento da infraestruturas existentes e uma melhoria dos recursos disponíveis, potenciando assim o investimento económico.

ELES COMEM TUDO

Já estão nas Bases aéreas , para entregar à "easy jet"

Não tarda chegam ás navais.

E não é para rir.Já houve um Ministro que perguntou ao CEMA se o Alfeite não se podia desactivar.....e o CEMA perguntou se os navios iriam para a Serra da Estrela

terça-feira, 8 de novembro de 2011

SERÁ UM PAÍS EUROPEU?

1 - Em 1930, um lago na Grécia secou, mas o Estado Social grego
mantem o Instituto para a Protecção do Lago Kopais, que,
embora tenha secado em 1930, ainda tem, em 2011, dezenas de funcionários
dedicados à sua conservação.


2 -
Na Grécia, as filhas solteiras dos funcionários públicos têm
direito a uma pensão vitalícia, após a morte do
mãe/pai-funcionário público.
Recebem 1000 euros mensais - para toda a vida - só pelo facto de
serem filhas de funcionários públicos falecidos.
Há 40 mil mulheres neste registo que custam ao erário publico 550
milhoes de euros por ano.
Depois de um ano de caos, o governo grego ainda não acabou com isto
completamente.
O que pretende é dar este subsidio só até fazerem 18 anos ...


3 -
Num hospital público, existe um jardim com quatro (4) arbustos.
Ora, para cuidar desses arbustos o hospital contratou quarenta e
cinco (45) jardineiros.


4 -
Num acto de gestão muito "social" (para com o fornecedor), os
hospitais gregos compram pace-makers quatrocentas
vezes (400) mais caros do que aqueles que são adquiridos no SNS britânico.


5 -
Existem seiscentas (600) profissões que podem pedir a reforma
aos 50 anos (mulheres) e aos 55 (homens).
pelo estatuto de profissões de alto desgaste.
Dentro deste rol, temos cabeleireiras, apresentadores de TV, músicos de instrumentos de sopro ...


6 - Paga-se 15º mês a toda a classe trabalhadora.

7 -
As Pensões de Reforma de 4.500 funcionários, no montante de 16  milhões euros por ano, continuavam a ser depositadas,
mesmo depois dos idosos falecerem, porque os familiares não davam baixa e não devia haver meios de se averiguar a inexactidão
dessa atribuição.


8 -
Chegava-se ao ponto de só se pagarem os prémios de alguns
seguros quando fosse preciso usufruir deles !


9 -
A Grécia é o País da União Europeia que mais gasta, em termos
militares, em relação ao PIB (dados de 2009).
O triplo de Portugal !


10 -
Há viaturas oficiais da administração do Estado que têm 50
condutores.
Cada novo nomeado para um cargo nomeia três ou quatro condutores da
sua confiança, mas como não são permitidos
despedimentos na função pública os anteriores vão mantendo o salário.


11 -C
erca de 90% da terra não tem cadastro.
i.e. os proprietários não pagam impostos.
Ora, a grande receita do Estado provém dos impostos.
Isto quer dizer que o erário publico do Estado grego esta vazio,
totalmente vazio.
Quer dizer, os milhões da UE é que serviram, durante todos estes
anos, para manter o nível de vida atingido dos gregos.
Não admira que já tenham estoirado 115 mil milhões e agora precisem
de mais 108 mil milhões.

A IR

EUROPA???

Segundo um estudo apresentado hoje pelos economistas chefes do BBVA, Juan Ruiz e Miguel Jiménez, as soluções propostas pela União Europeia para resolver a crise da dívida estão "na direcção certa", apesar de algumas não serem eficientes e deixarem questões por resolver.

O relatório aponta para que os países emergentes continuem a prosperar a um ritmo superior ao crescimento mundial, o qual avançará 3,9% este ano e 4,1% em 2012. Os países emergentes serão responsáveis por 75% a 80% deste crescimento.

O BBVA adverte que estas previsões podem ser revistas em baixa dada a incerteza sobre a crise da dívida na Europa, de acordo com o "Cinco Dias".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

JUIZ INCITA À DESOBEDIÊNCIA

http://www.inverbis.net/juizes/estado-nao-tem-direito-pagar-uns-nao-outros.html
“O Estado não tem o direito de pagar a uns e não a outros”
29-Out-2011
Antes de embarcar num avião para os Açores, onde vai estar este fim de semana no congresso dos juízes portugueses, o
magistrado António Martins teve tempo de explicar ao Expresso porque é que o corte dos subsídios de férias e Natal é ilegal -
não devendo ser cumprido mesmo que aprovado pelo Parlamento - e como é inadmissível que o Estado trate os seus credores
de forma diferente. Porque os funcionários públicos são tão credores como os donos da dívida pública.
- Porque é que o corte dos subsídios de férias e de Natal é ilegal?
- O património das pessoas só pode ser objecto de incorporação no património do Estado por vias legais. E elas são o imposto,
a nacionalização ou a expropriação. Não é possível ao Estado dizer: vou deixar de pagar a este meu servidor ou funcionário. O
que o Estado está a fazer desta forma é a confiscar o crédito daquela pessoa. Por força de uma relação de emprego público,
aquela pessoa tem um crédito em relação ao Estado, que é resultado do seu trabalho. Há aqui uma apropriação desse
dinheiro, que configura um confisco: isso é ilegal e inconstitucional.
- Mas não há excepções que tornem o corte legítimo?
- Há o estado de emergência e o estado de sítio, em que os direitos das pessoas podem ser comprimidos ou suspensos
durante algum tempo. Mas não foi decretado o estado de sítio ou o estado de emergência. E não o tendo sido decretado, o
Estado continua sujeito ao respeito dos direitos dos cidadãos. Pode-se dizer, e nós já o afirmámos, que vivemos um momento
difícil, em que é necessário salvar o país. E todos devemos ser mobilizados para essa salvação. Mas de forma adequada,
precisamente pela via do imposto.
- Quer dizer que a redução para metade do subsídio de Natal deste ano já não é ilegal?
- Não é um corte. É um imposto. O imposto é lançado sobre todos, ou seja, tem carácter universal, abrangendo todos aqueles
que têm capacidade contributiva, que advém dos rendimentos do trabalho mas também dos rendimentos do capital. E tem
ainda carácter progressivo, em que quem mais ganha mais paga. Essa é a via justa e equitativa que respeita o direito. É a via
adequada para salvar o país. Há um erro profundo na forma como se está a enquadrar esta questão. Porque há uma pergunta
que subsiste: onde pára o limite disto? Qualquer dia o Governo lembra-se de decidir que as famílias com dois carros vão ter de
entregar um. A situação é a mesma. Ficar com um carro de um cidadão ou ficar com o seu dinheiro é igual.
- E o que vai fazer para combater essa decisão?
- Da parte dos juízes, achamos que temos uma responsabilidade de cidadania e um imperativo de transmitir aos cidadãos
portugueses que esta medida, ainda que venha a ser aprovada pelo Parlamento e ainda que venha a ser lei, não é uma lei
conforme ao direito e à justiça.
- Será, portanto, uma lei ilegal?
- É uma lei ilegal e que não deve ser cumprida. Os cidadãos podem recorrer aos tribunais para salvaguardarem os seus
direitos. E no espaço dos tribunais, por enquanto, num Estado de direito, que se deve equacionar a legalidade das leis e o seu
cumprimento ou não. Cabe aos tribunais dizer se elas são conformes ao direito, à justiça e à constituição. Essa é a nossa
grande preocupação neste momento.
- Está a apelar para que se recorra em massa aos tribunais?
- Não se trata de um apelo. Caberá a cada cidadão fazer a sua opção. Não estamos a apelar a uma intervenção maciça das
pessoas juntos dos tribunais. Temos é um dever de fazer ouvir a voz dos juízes para que os cidadãos não se sintam
completamente desprotegidos e abandonados perante este poder fáctico do Estado e que tem apoio em comentadores e
opinion makers
que aparentemente caucionam toda esta actuação.
- Mas, se a decisão é aprovada pela maioria do Parlamento, ir contra ela não é, de certa forma, um ato de
desobediência civil?
- Não se trata de desobediência civil. É um exercício de um direito. Mas queremos, antes que venha a ser lei, que os
parlamentares não sejam apenas deputados eleitos na lista de um partido. Queremos que debatam, como representantes das
pessoas que os elegeram, se esta é a forma de um Estado ser um Estado de bem. Porque é que o Estado opta por dizer que
não paga a estas pessoas e, em vez disso, não opta por dizer que não paga às entidades com as quais fez negócios ruinosos
nos últimos anos, celebrando parcerias público-privadas com contratos leoninos?
- Há cláusulas nesses contratos que obrigam, certamente, a pagamentos de multas pesadas…
- E para os trabalhadores públicos não há cláusulas? É obrigação do Estado pagar-lhes os vencimentos, incluindo o 13.º e o
14.º meses. Está na lei.
- Acharia mais legítimo não pagar parte das parcerias público-privadas?
- Um Estado de bem tem a obrigação de pagar a todos os seus credores. Se não tiver possibilidade de pagar a todos, também
não tem o direito de dizer que paga a uns e não paga a outros. Esta é a questão. O Estado não tem direito de dizer que paga
aos seus credores internacionais, aos seus credores das parcerias público-privadas, aos credores que defraudaram os
depositantes no BPN e no BPP, mas não paga às pessoas que trabalham no sector público.
Micael Pereira | Expresso | 29-10-2011

domingo, 6 de novembro de 2011

NÃO PERCEBEM

Supressão total ou quase total de comboios:
  • 8 de Novembro – não se prevê a realização de comboios durante todo o dia;
  • 11 de Novembro – perturbações durante o início da manhã e supressão de comboios a partir das 10h00 até ao final do dia.
Atrasos e supressões:
  • 7 de Novembro – final do dia;
  • 9 de Novembro – período da manhã;
  • 10 de Novembro – pequenas perturbações;
  • 12 de Novembro – perturbações pontuais no período da manhã