segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

AINDA EM MISSÃO


O representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto recebeu, hoje, o comandante do navio NRP Cacine, o primeiro-tenente Baptista Ventura, para apresentação de cumprimentos. A conversa entre os dois durou mais de trinta minutos no Palácio de São Lourenço. Após este diálogo, o comandante falou à comuniação social sobre os objectivos desta missão do navio-patrulha costeiro, cuja missão na região Autónoma da Madeira (RAM) começou no passado dia 17 de Novembro.
                «A missão está a correr bem. Cumprimos todas as missões que já nos foram solicitadas e o navio está disponível para dar o apoio necessário para patrulhamento da Região Autónoma da Madeira. Já tivemos duas acções de busca e salvamento. A primeira foi logo no dia a seguir à nossa chegada, na Ponta de São Lourenço, e agora, neste fim-de-semana, tivemos outro pedido», expressou o comandante, que tem à sua disposição uma tripulação de 33 elementos, que irá patrulhar as águas da Madeira até ao final de Janeiro, sendo depois rendido por uma embarcação da mesma classe.
                Sobre esta unidade da Marinha Portuguesa, o comandante do NRP Cacine destacou que este já tem 42 anos e que é o primeiro da sua classe, mas «que continua a desempenhar as suas funções sem qualquer limitação ou problema», assegurou o primeiro-tenente Baptista Ventura.
                O Cacine já desempenhou várias missões na Madeira. Uma das mais mediáticas aconteceu em 1990, com a ajuda prestada no derramamento de crude nas águas circundantes de Porto Santo.


  tirou esta  foto fantástica

SANTA BÁRBARA


O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, visita os Meios de Search and Rescue, amanhã, dia 6 de Dezembro, na Base Aérea Nº6, no Montijo.
 Presidirá ainda à Cerimónia de Encerramento da Actividade Operacional do C-212 “AVIOCAR”.
PROGRAMA 
14h20 - Início da Cerimónia de Encerramento da Actividade Operacional do C-212 “AVIOCAR”
14h50 - Apresentação do Livro “C-212 AVIOCAR”
15h20 - Visita aos meios aéreos SAR
                 - Agusta-Westland EH-101 Merlin
                 - Lockheed P-3 ORION
                 - EADS C-295M
                 - Sudaviation – SE 3160 Alouette III
16h00 - Fim da Visita

domingo, 4 de dezembro de 2011

FÁBULA ?


*VERSION FRANCAISE*


  La fourmi travaille dur tout l'été dans la canicule.
 
  
Elle construit sa maison et prépare ses provisions pour l'hiver.

 
La cigale pense que la fourmi est stupide, elle rit, danse et joue tout l'été. 
 
Une fois l'hiver venu, la fourmi est au chaud et bien nourrie. 
 
  
La cigale grelottante de froid organise une conférence de presse et demande pourquoi la fourmi a le droit d'être au chaud et bien nourrie tandis que les autres, moins chanceux comme elle, ont froid et faim. 

 
La télévision organise des émissions en direct qui montrent la cigale grelottante de froid et qui passent des extraits vidéo de la fourmi bien au chaud dans sa maison confortable avec une table pleine de provisions.
  
Les Français sont frappés que, dans un pays si riche, on laisse souffrir cette pauvre cigale tandis que d'autres vivent dans l'abondance.
  
Les associations contre la pauvreté manifestent devant la maison de la fourmi. 
 
  
Les journalistes organisent des interviews, demandant pourquoi la fourmi est devenue riche sur le dos de la cigale et interpellent le gouvernement pour augmenter les impôts de la fourmi afin qu'elle paie 'sa juste part'.


La CGT , Le Parti Communiste, la Ligue Communiste Révolutionnaire, les Verts, le Modem, la Nouvelle Gauche, la Nouvelle Droite, le Juste Centre, organisent seat-in et manifestations devant la maison de la fourmi. 

 
Les fonctionnaires décident de faire une grève de solidarité de 59 minutes par jour pour une durée illimitée.


 Un philosophe à  la mode écrit un livre démontrant les liens de la fourmi avec les tortionnaires d'Auschwitz. 
 
 
En réponse aux sondages, le gouvernement rédige une loi sur l'égalité économique et une loi (rétroactive à  l'été) d'anti-discrimination.
 
  
Les impôts de la fourmi sont augmentés et la fourmi reçoit aussi une amende pour ne pas avoir embauché la cigale comme aide. 
  
La maison de la fourmi est préemptée par les autorités car la fourmi n'a pas assez d'argent pour payer son amende et ses impôts. 
 
  
La fourmi quitte la France pour s'installer en Suisse où elle contribue à  la richesse économique. 

  
La télévision fait un reportage sur la cigale maintenant engraissée.


  Elle est en train de finir les dernières provisions de la fourmi bien que le printemps soit encore loin. 

  
Des rassemblements d'artistes et d'écrivains de gauche, se tiennent régulièrement dans la maison de la fourmi. 
 

 Le chanteur Renaud compose la chanson 'Fourmi, barre-toi!'... 
 
  
L'ancienne maison de la fourmi, devenue logement social pour la cigale, se détériore car cette dernière n'a rien fait pour l'entretenir.
 
  
Des reproches sont faits au gouvernement pour le manque de moyens. 
  
Une commission d'enquête est mise en place, ce qui coûtera 10 millions d'euros. 
 
 
La cigale meurt d'une overdose.

  Libération et L'Humanité commentent l'échec du gouvernement à redresser sérieusement le problème des inégalités sociales et à lutter contre la détresse de la cigale.

  La maison est squattée par un gang de cafards immigrés.


Les cafards organisent un trafic de marijuana et terrorisent la communauté...


Le gouvernement se félicite de la diversité multiculturelle de la France.


FIN 
 


 
 


 
   

 
   

UNFORGETTABLE


TALVEZ MUDAR,NÃO?

Assobios, vaias, e até a exibição de cartazes com críticas. A tudo isto recorreram os participantes no XIII Congresso Nacional de Freguesias para receberem o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Quando o governante, que tem a pasta do poder local, começou a discursar, uma boa parte dos congressistas abandonou a sala. Os que ficaram a assistir obrigaram Relvas a parar de falar, diversas vezes, devido às vaias.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

AS USUAL

O governador do Banco de Portugal (BdP) dirigiu hoje palavras muito ríspidas ao deputado João Galamba, e ignorou o pedido de desculpas que o parlamentar socialista lhe exigiu.
Carlos Costa estava a ser ouvido nas comissões parlamentares do Orçamento, Finanças e Administração Pública sobre a proposta de lei de recapitalização da banca.
Numa discussão relativa à exposição da banca à dívida soberana portuguesa, o governador do BdP irritou-se com o deputado do PS, acusando-o de «má fé intelectual» num registo pouco habitual em audiências nas comissões parlamentares.
«Se não sabe o que é o 'crowding out', vá aprender!», disse o governador do BdP, num tom alterado, a Galamba.
Após as declarações de Carlos Costa, o presidente da comissão de Orçamento e Finanças, Eduardo Cabrita, notou que na discussão parlamentar «há regras de serenidade que a todos se aplicam e que espero sejam seguidas por todos».

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

POIS


O ministro da Defesa desvalorizou, esta quarta-feira, os protestos de «um grupo de militares», dizendo que é preciso não confundir «uma parte com o todo» das Forças Armadas, embora ressalvando que a contestação «é aceitável», desde que cumpra a lei.

Em declarações à Lusa, em São Vicente, Cabo Verde, durante uma visita que realiza ao país, José Pedro Aguiar-Branco começou por dizer que «tudo o que é o exercício do direito à crítica num enquadramento democrático é legítimo».

«Só nas ditaduras é que o direito à crítica é silenciado. Tudo o que se encerra num respeito pelas regras da Constituição e do ordenamento jurídico é legítimo e compreensível», afirmou.

No entanto, o ministro fez um apelo: «Não confundamos uma parte com o todo. E o todo são as Forças Armadas (FA), que tem a sua representatividade nas chefias, e que tem uma expressão, inclusivamente numérica - são 40 mil os efectivos das FA -, significa e bem que não é um pequeno grupo que põe em causa o princípio de coesão, sentido de unidade e patriótico ».

Questionado se teme que estes protestos destabilizem as Forças Armadas, o ministro respondeu negativamente. «Estou tranquilo porque nem por um milímetro duvido do sentido de coesão, unidade e sentido patriótico das Forças Armadas», disse.

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, qualificou o Orçamento do Estado de 2012 como «o mais difícil» da democracia nacional, não apenas na elaboração, mas também na execução. «Este orçamento foi o mais difícil da nossa democracia, em elaborá-lo e também vai ser em executá-lo. Mas o que hoje Portugal exige é que se faça tudo para salvar o país e a contenção das despesas é um problema que não é só da Defesa, é uma resposta solidária de todos os setores, da Saúde, Educação, a Defesa, e diferente do que aconteceu até hoje: agora não se pode gastar o que se quer, mas o que se pode», disse, questionado pela agência Lusa


COLUNEX

A TSF , radio ouvível, tem agora um novo programa denominado "Pares da República".

Creio que são Daniel Proença de Carvalho, Nogueira de Brito, Luis Amado e.....imagine-se esta Senhora da foto.

Como é possível que uma criatura que tão mal fez ao País (veja-se o estado em que ficou a Educação , o desânimo dos Professores, a rebaldaria e iliteracia dos alunos) se sente numa mesa com os outros ilustres mencionados e nos venha agora dar palpites.

Por favor deixe-se estar no tacho que lhe arranjaram (e que se recusa a dizer o vencimento) e demita-se passado o tempo de um mandato normal.

COLUNEX é o patrocinador do programa, para ver se ainda dobramos mais a nossa coluna

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

VIGILIA


As associações de militares nunca foram recebidas pelo actual Presidente da República (PR), mas esperam, com a vigília de hoje junto ao Palácio de Belém para que Cavaco Silva actue para preservar a família militar" dos cortes impostos pelo Orçamento do Estado de 2012.
                "Esperamos fazer que o PR, como Comandante Supremo das Forças Armadas, fique mais sensível aos problemas dos militares e possa exercer a sua influência, não promulgando o orçamento ou pedindo a sua fiscalização preventiva" pelo Tribunal Constitucional, afirmou ontem ao DN o presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), Manuel Cracel.
                Para o presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, "não se trata apenas das associações, mas do universo da família militar" - em nome da qual foi feita uma manifestação no passado dia 12, em Lisboa, que terminou com os milhares de participantes a assobiarem fortemente Cavaco Silva.
               
                Uma semana depois desse protesto e no dia seguinte ao seu regresso dos EUA, Cavaco Silva recebeu em Belém o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo - numa audiência divulgada publicamente, o que causou uma dupla surpresa em diferentes fontes ouvidas pelo DN: o anúncio em si mesmo e o facto de essa ser a primeira vez que Cavaco Silva recebia o seu principal chefe militar, a quem deu posse em Fevereiro passado.
                Como "o Presidente tem tido tanta preocupação em convidar a família militar para cerimónias públicas como o 10 de Junho, dando visibilidade aos ex combatentes e aos deficientes das Forças Armadas, agora não faz sentido que fique insensível aos apelos desse universo a que dá atenção nos dias festivos", sustentou o sargento-chefe Lima Coelho.
                Segundo o coronel Manuel Cracel, o facto de Cavaco Silva nunca ter recebido os dirigentes associativos reflecte "a postura de alguma ausência do PR face à realidade militar em geral. No caso das associações, olha-as como um elemento que julga desnecessário ouvir"; acrescentou.
                Lima Coelho mostrou-se mais cáustico perante a recusa de Cavaco Silva em ouvir as associações, frisando que há "uma leitura com várias vertentes" para uma atitude que rompe totalmente com a prática dos antecessores - particularmente de Jorge Sampaio - e dos restantes órgãos de soberania.
                De acordo com o líder dos sargentos, "ou o Presidente está mal informado ou está mal assessorado sobre as associações" e os seus objectivos. Outra hipótese, admitiu Lima Coelho, é Cavaco Silva "ter um qualquer preconceito que não faz sentido, pois há uma lei que suporta a existência das associações e o PR sabe que  a legislação deve ser cumprida". Note-se que nem o chefe da Casa Militar do Presidente ouviu as associações sobre os problemas socioprofissionais dos militares.

    

A IR


VER A LUZ


A Marinha - Autoridade Marítima Nacional abre ao público vários faróis às quartas-feiras, das 14H00 às 17H00, de forma grátis, numa iniciativa destinada a dar a conhecer a missão dos faróis e as funções dos faroleiros. 
Esta iniciativa, que se iniciou no Dia Nacional do Mar, comemorado a 16 de Novembro, permite ao público visitar a mítica torre do farol e observar o mar de uma perspectiva única, em três visitas guiadas pelos respectivos faroleiros, que ocorrem às 14H00,15H00 e 16H00, sem necessidade de marcação prévia. 
na foto o original Farol de cacilhas

CPLP


Mais do mesmo" significa para os presentes na reunião de Santa Maria, na ilha cabo-verdiana do Sal, a manutenção da cooperação técnico-militar tradicional: exercícios conjuntos, formação e cooperação institucional.
"Para fazer mais com menos" sustenta-se na criação de centros de excelência para formação de formadores em Luanda (Força Aérea e Operações Especiais), Maputo (Fuzileiros) e Cidade da Praia (Polícia Militar) e na escolha de um responsável para presidir o Centro de Análise Estratégica (CAE).
A racionalização dos custos, disse o porta-voz da 13.ª reunião dos ministros da Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o tenente-coronel cabo-verdiano Pedro Brito, é a palavra de ordem, em que a mensagem de solidariedade para com a Guiné-Bissau surge também como reflexo da crise.
Segundo Pedro Brito, também diretor de Política de Defesa do ministério homónimo de Cabo Verde, o pedido de ajuda financeira da Guiné-Bissau, para cobrir as despesas de reforma da Defesa e da Segurança não tiveram qualquer correspondência concreta na reunião.
A "forte mensagem política" que a CPLP pretendia dar, deu-a, mas sem qualquer Estado avançar com ajuda para o fundo de pensões (são necessários 63 milhões de dólares), limitando-se, todos, a reiterar a continuação de esforços internacionais para que outros Estados e organizações contribuam.
"Tem de se pôr cobro ao círculo vicioso que empata a reforma: não há reforma sem ajuda e sem ajuda não há reforma" - a frase foi unânime e repetida pelos sete ministros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe) e um secretário de Estado (Timor-Leste) presentes na reunião de Santa Maria.
Sobre a cooperação militar entre os "Oito", são muitas as recomendações, mas o essencial, apesar de preservado - mantém-se a periodicidade anual dos exercícios Felino -, acabou por ser adiado para "uma fase posterior", sem data anunciada, tal como a criação do Centro de Saúde Militar.
É o caso do CAE, o centro que tem estado na origem do reivindicado "excelente nível de cooperação" existente na área da Defesa, que, criado há vários anos em Maputo, só agora deverá ser assumido como elemento estratégico nas relações entre os "Oito".
A única candidatura ao cargo foi apresentada por Portugal, mas os ministros decidiram "prorrogar o prazo" até 31 de janeiro de 2012, para que outros países possam, se assim o entenderem, concorrerem à chefia do CAE.
Os oito titulares da pasta da Defesa da CPLP decidiram marcar a 14.ª reunião para novembro de 2012 na Guiné-Bissau, onde decorrerão, também, os próximos exercícios militares conjuntos integrados no Programa Felino.
Outra questão que ficou definitivamente adiada foi a possibilidade de criação de uma força de manutenção de paz conjunta, com todos a seguirem as teses brasileira - melhorar, primeiro, e ao longo de vários anos, a eficiência e eficácia dos exercícios - e portuguesa - caminhar, progressivamente, para a assistência militar de cariz humanitário.

Nota:O que nasce torto dificilmente se endireita




terça-feira, 29 de novembro de 2011

ESTREIA


Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional participa no Conselho dos Negócios Estrangeiros – Defesa da UE que se realiza amanhã, dia 30 de Novembro, em Bruxelas.

Programa

14h30 Comité Director da Agência Europeia de Defesa
16h00 Sessão Formal: Operações
18h00 Sessão Formal: Parcerias
19h00 Jantar de trabalho: Capacidades e Operações

Jantarada

Nota:Talvez outro fatito ficasse melhor, não???

E o MDN? Esse estará no Parlamento .....

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TRANSPORTES


José Pedro Aguiar-Branco confirmou ontem a intenção do Ministério da Defesa de rever os acordos celebrados com os governos das Regiões Autónomas, no
                sentido de estes ajudarem a suportar as despesas resultantes do transporte de emergência e de doentes entre as ilhas, efectuado pelos aparelhos da Força Aérea.
               
                "Quer nos Açores, quer em relação à Madeira, vão ser avaliados todos os protocolos existentes, de modo a podermos verificar de que forma é possível
                continuar a prestar missões com partilha de encargos", afirmou ontem Aguiar-Branco. O ministro da Defesa entende que a medida impõe-se, face ao momento
                 de "contenção, austeridade e emergência social, em que é necessário termos um grande espírito de solidariedade, também na partilha dos encargos".
                Aguiar-Branco não quantificou valores, nem especificou os termos da provável futura comparticipação nas despesas por parte dos governos regionais.
                Salientou que o assunto está a ser analisado.
                Confrontado sobre o assunto, o Governo dos Açores não faz comentários para já. Fonte da Secretaria Regional da Saúde adianta que esta só tomará posição
                quando souber formalmente de que forma o ministério pretende rever o acordo actualmente em vigor.
                Aposição do ministro da Defesa, convergente com a do general José Pinheiro, contraria os objectivos de um protocolo assinado no ano passado entre a Força
                Aérea (FA) e a tutela da Saúde nos Açores. Ao abrigo desse protocolo, com os novos helicópteros Merlin, as evacuações médicas e de emergência por via aérea
                 entre as ilhas seriam gratuitas. Em contrapartida, as unidades de saúde dos Açores prestariam assistência aos militares, sem custos acrescidos para o subsistema
                de saúde da FA.
                Conforme já noticiou o DN, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea defendeu que estes custos sejam repartidos, justificando com as dificuldades financeiras
                da FA e a redução de 30% nas horas de voo impostas pelo Orçamento de Estado 2012.

SERÁ QUE TEM RAZÃO?



O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) recusou hoje a ideia de que se possa promover militares sem actualizar o respectivo vencimento, advertindo que no Estatuto dos Militares (EMFAR) "um posto corresponde a um vencimento".
Em declarações aos jornalistas à saída do Instituto de Defesa Nacional (IDN), onde participou numa conferência sobre partilha de equipamento militar na Europa, o general Luís Araújo disse que "só transitoriamente" é que as Forças Armadas se poderão adaptar ao congelamento das promoções que vigora actualmente.
O CEMGFA assinalou que o EMFAR "é lei" e não apenas um decreto e que, por isso, sem que seja alterado, promover militares sem actualizar o vencimento não é possível.
"A um posto corresponde um vencimento", notou, reforçando que as Forças Armadas se baseiam "na hierarquia" e que os postos têm "conteúdo funcional". 
Questionado sobre até quando é que os ramos poderão assegurar esta situação, o CEMGFA disse não saber, mas lembrou que nas suas declarações, o ministro da Defesa se referiu a uma solução a ser encontrada durante o mandato do Governo PSD/CDS-PP.