sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

JUSTÍSSIMO


A diretora do Palácio Nacional da Ajuda, Isabel Silveira Godinho, quer que o corpo da Rainha Maria Pia venha para Portugal "e seja sepultado junto da sua família, o marido e os filhos", afirmou em entrevista à Lusa.
"Maria Pia é a única Rainha que está sepultada no estrangeiro. Ela era uma grande patriota, uma grande portuguesa por isso é que a quero trazer para Portugal", disse a responsável que já em 2005 encetou contactos para a trasladação.
A Rainha Maria Pia, falecida 05 de julho de 1911 em Stupinigi (arredores da cidade italiana de Turim), encontra-se sepultada no panteão dos Sabóia na Basílica de Superga, em Itália.
"Gostaria muito que o Governo me ajudasse, pois só o Governo pode fazer um funeral de Estado que é devido a uma Rainha por protocolo", esclareceu.
"Gostava - prosseguiu - que o Governo se sensibilizasse para o centenário da morte de uma grande portuguesa que está enterrada em Soperga e que pediu que a enterrassem com a cabeça virada para Portugal, isto quer dizer alguma coisa, os seu estão cá".
Para a diretora do Palácio, "Maria Pia preferia morrer ou sofrer na pele a República do que ir para o exílio. Se lhe tivessem dito isso, teria recusado. A Rainha embarcou na Ericeira convencida que ia para o Porto".
A data de julho seria a ideal, "gostaria que o corpo da Rainha chegasse e pudesse ir para São Vicente de Fora, fosse rezada uma missa bonita com Te Deum, e com tudo a que ela tem direito".
Esta não é a primeira vez que Isabel Silveira Godinho faz esforços para trazer o corpo da soberana, mas em janeiro irá reunir-se com a Presidência da República para que se reiniciem as diligências.
Em 2005 foi tentado e "tudo ia nesse sentido, o chefe da Casa Real portuguesa, D. Duarte de Bragança escreveu as cartas necessárias, a família Sabóia autorizou a trasladação, estava tudo tratado, havia até um orçamento que não era nada exagerado", contou.
"Gostava que pudesse vir de barco pois foi de barco que viajou de Itália para casar em Portugal com o Rei D. Luís", acrescentou.
Para Isabel Silveira Godinho não se justifica quaisquer fantasmas à centenária República.
"Já passou tempo suficiente para a República estar bem consolidada e não haver qualquer medo, [não há receio] pelo facto da Rainha vir para Portugal poder abalar o quer que for na sociedade portuguesa", sublinhou.
Um sentimento bem diverso daquele que a Rainha suscitou quando chegou a Portugal em 1862. "Ela chegou e marcou logo uma posição. Qualquer pessoa que sai da normalidade ou se gosta muito ou se detesta", disse.
Maria Pia de Sabóia chegou a Portugal com 14 anos, "vinda de uma corte onde se vivia a glória da vitória, pois o seu pai [Victor Manuel II] foi o unificador da Itália".
A jovem princesa "vinha com uma alegria e maneira de viver que contrastava com a corte portuguesa que estava enlutada pela morte de D. Pedro V no ano anterior".
NL.

REUNIÃO


O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, participará na VII Reunião de Ministros da Defesa da “Iniciativa 5+5”, que terá lugar nos dias 10 e 11 de Dezembro, na Mauritânia.

Programa

10 de Dezembro
17h30    Chegada à Mauritânia
20h00    Jantar Oficial das Delegações
11 de Dezembro
09h30    Cerimónia de Abertura
             Reunião de Delegações
11h00     Fotografia oficial
11h30     Debate do Plano de Acções de 2011
12h30     Assinatura da Declaração Conjunta
13h00     Conferência de Imprensa
13h30     Almoço
15h00     Fim da Reunião


A «Iniciativa 5+5» reúne, no plano europeu, Portugal, Espanha, Itália, França e Malta, e cinco países do norte de África: Marrocos, Líbia, Argélia, Mauritânia e Tunísia.

ENCONTROS


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

OUTRO MUNDO

O novo planeta, Kepler 22-b, é maior do que a Terra, mas desconhece-se ainda a sua composição.

Será que foi aqui que o engº Socrates disse que as dívidas são eternas?

ENCONTROS


12 de Dezembro de 2011 – Zona do Entroncamento – 20H30Vila Nova da BarquinhaAuditório do Centro Cultural de Vila Nova de Barquinha
13 de Dezembro de 2011 – Zona de Leiria – 20H00LeiriaAuditório do Instituto Português da Juventude, Av. 25 de Abril, junto ao Estádio Municipal
14 de Dezembro de 2011Beja - Por definir o local e a hora
15 de Dezembro de 2011 - Zona Norte – 21H00BragaAuditório do Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários
 Os Encontros cumprem o anunciado pelo Presidente da AOFA na Vigília do passado dia 30 de Novembro e visam proporcionar a troca de informação e de opiniões entre as APM e os militares da zona, perto das suas residências ou das unidades onde prestam serviço, tendo como pano de fundo, nomeadamente:
  • A descaracterização e desarticulação da Instituição Militar;
  • Os cortes indevidos nas remunerações e nas pensões;
  • O congelamento das promoções;
  • A degradação da Saúde Militar;
  • O incumprimento das regras da reserva e da reforma.

LET´s SEE



                Os ministros das Finanças e da Defesa reuniram-se ontem com os quatro chefes militares para analisar os problemas do sector.
                O encontro realizou-se no Ministério da Defesa ao fim da tarde, a pedido de José Pedro Aguiar--Branco .
                Os pontos em agenda foram muitos: 
-desbloquear as promoções numa estrutura hierárquica como a militar, em que as funções estão associadas aos postos;
 conhecer os diversos tipos de missões quotidianas das Forças Armadas e as exigências financeiras necessárias ao seu cumprimento, bem como ao treino e formação dos militares que as executam;
 resolver os problemas criados pelo novo sistema remuneratório e dos que já existiam; 
ultrapassar divergências sobre os critérios alegadamente ilegais - e o montante das verbas pagas em excesso, que as Finanças estimam em 26 milhões de euros e a Defesa entende serem significativamente inferiores- usados pelas Forças Armadas aquando da integração dos militares na tabela salarial única da função pública;
 actualizar os suplementos remuneratórios; 
efeitos do novo corte de 30% nas verbas afectas ao regime de Assistência na Doença aos militares; 
redução de 60% das verbas destinadas à modernização dos três ramos ou obrigações financeiras do Fundo de Pensões dos militares.
                Como orçamento da Defesa a ser reduzido em 3,9% em 2012, José Pedro Aguiar-Branco já afirmou que as soluções a encontrar não implicarão qualquer acréscimo de verbas -pelo que a reestruturação do sector (para o qual foi criado recentemente um grupo de trabalho) pressupõe também uma redução significativa dos quadros permanentes das Forças Armadas.
                

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

REGISTO


Especialistas ingleses e norte-americanos estudaram comparativamente o esforço das Nações envolvidas em vários conflitos em simultâneo, principalmente no que respeita à gestão desses mesmos conflitos, nos campos da logística geral, do pessoal, das economias que os suportam e dos resultados obtidos.
Assim, chegaram à conclusão que em todo a Mundo só havia 2 Países que mantiveram 3 Teatros de Operações em simultâneo: a poderosa Grã-Bretanha, com frentes na Malásia (a 9.300 km, de 1948 a 1960), no Quénia (a 5.700 km, de 1952 a 1956) e em Chipre (a 3.000 km, de 1954 a 1959) e o pequenino Portugal, com frentes na Guiné (a 3.400 km), Angola (a 7.300 km ) e Moçambique (a 10.300 km, de 1961 a 1974) 13 anos seguidos. Estes especialistas chegaram à conclusão que Portugal, dadas as premissas económicas, as dificuldades logísticas para abastecer as 3 frentes, bem como a sua distância, a vastidão dos territórios em causa e a enormidade das suas fronteiras, foi aquele que melhores resultados obteve.
Consideraram por último, que as performances obtidas por Portugal, se devem sobretudo á capacidade de adaptação e sofrimento dos seus recursos humanos e à sobrecarga exigida a um grupo reduzido de quadros dos 3 Ramos das Forças Armadas, comissão atrás de comissão, com intervalos exíguos de recuperação física e psicológica. Isto são observadores internacionais a afirmá-lo.
Conheci em Lisboa oficiais americanos com duas comissões no Vietname. Só que ambos com 3 meses em cada comissão, intervalados por períodos de descanso de outros 3 meses no Havai.
Todos os que serviram a Pátria e principalmente as gerações de Oficiais, Sargentos e Praças dos 3 Ramos das Forças Armadas que serviram durante 13 anos na Guerra do Ultramar, nos 3 Teatros de Operações, só pelo facto de aguentarem este esforço sobre-humano que se reflectiu necessariamente em debilidades de saúde precoces, mazelas para toda a vida, invalidez total ou parcial, e morte, tudo ao serviço da Pátria, merecem o reconhecimento da Nação, que jamais lhes foi dado.

2.
Em todo o Mundo civilizado, e não só, em Países ricos, cidadãos protagonistas dos grandes conflitos e catástrofes com eles relacionados, vencedores ou vencidos, receberam e recebem por parte dos seus Governos, tratamentos diferenciados do comum dos cidadãos, sobretudo nos capítulos sociais da assistência na doença, na educação, na velhice e na morte, como preito de homenagem da Nação àqueles que lutaram pela Pátria, com exposição da própria vida.
Todos os que vestiram a farda da Grã-Bretanha, França, Rússia, Alemanha, Itália e Japão têm tratamento diferenciado; idem para a Polónia e Europa de Leste, bem como para os Brasileiros que constituíram o Corpo Expedicionário destacado na Europa.
Idem para os Malaios, Australianos, Filipinos, Neo-zelandeses e soldados profissionais indianos.
Nos EUA a sua poderosíssima "Veterans War " não depende de nenhum Secretário de Estado, nem do Congresso, depende directamente do Presidente dos EUA, com quem despacha quinzenalmente. Esta prerrogativa referendada por toda uma Nação, permite que todos aqueles que deram a vida pela Pátria repousem em cemitérios espalhados por todo o Mundo, duma grandiosidade, beleza e arranjo ímpares, ou todos aqueles que a serviram, tenham assistência médica e medicamentosa para eles e família, condições especiais de acesso às Universidades, bolsas de estudo, e outros benefícios sociais durante toda a vida.
Esta excepção que o povo americano concedeu a este tipo de cidadãos é motivo de orgulho de todos os americanos.
O tratamento privilegiado que todo o Mundo concedeu aos cidadãos que serviram a Pátria em combates onde a mesma esteve representada, é sufragado por leis normalmente votadas por unanimidade.
Também os civis que ficaram sujeitos aos bombardeamentos, quer em Inglaterra, quer em Dresden, quer em Hiroshima e Nagasaki, têm tratamento diferenciado.
Conheço de perto o Irão. Até o Irão dá tratamento autónomo e especifico aos cidadãos que combateram na recente Guerra Irão-Iraque, onde morreram 1 milhão de iranianos.
Até Países da África terceiro-mundista e subdesenvolvida, como o Quénia, atribuiu aos ex-maus-maus, esquemas de protecção social diferentes dos outros cidadãos.
Em todo o Mundo, menos em Portugal.
No meu País, os Talhões de Combatentes dos vários cemitérios, estão abandonados, as centenas de cemitérios espalhados pela Guiné, Angola, Moçambique, Índia e Timor, abandonados estão, quando não, profanados. É simplesmente confrangedor ver o estado de degradação onde se chegou. Parece que a única coisa que está apresentável é o monumento do Bom Sucesso - Torre de Belém, possivelmente porque está à vista e porque é limpo uma vez por ano para a cerimónia publica que lá se realiza. Até grande parte dos monumentos municipais aos Mortos da Guerra do Ultramar vão ficando abandonados.
No meu País, a pouco e pouco, foi-se retirando a dignidade devida aos que combateram pela Pátria, abandonando os seus mortos, e retirando as poucas “migalhas” que ainda tinham diferentes do comum dos cidadãos, a assistência médica e medicamentosa, para ele e cônjuge, alinhando-os “devidamente” por baixo.
ATÉ NISTO CONSEGUIMOS SER DIFERENTES DE TODOS OS OUTROS.
No meu País, os políticos confundem dum modo ignorante ou acintoso, militares com polícias e funcionários públicos (sem desprimor para as profissões de polícias e funcionários públicos, bem entendido).
Por ignorância ou leviandade os políticos permanentemente esquecem que o estatuto dos militares não lhes permite, nem o direito de manifestação, nem de associação sindical, além de ser o único que obriga o cidadão a dar a vida pela Pátria.
Até na 1a República, onde grassava a indisciplina generalizada, a falta de autoridade, o parlamentarismo balofo, as permanentes dificuldades financeiras e as constantes crises económicas, não foram esquecidos todos aqueles que foram mandados combater pela Pátria na 1a Guerra Mundial (1914-18), decisão política muito difícil, mas patriótica, pois tinha a ver com a defesa estratégica das possessões ultramarinas.
Foram escassos 18 meses o tempo que durou a Guerra para os portugueses, mas todos aqueles que foram mobilizados e honraram Portugal, tiveram medidas de apoio social suplementares diferentes de todos os outros cidadãos portugueses, além duma recepção ímpar por todo o Governo da Nação em ambiente de Grande Festividade Nacional.
Naquela altura os políticos portugueses dignificaram a sua função e daqueles que combateram pela Pária.
Foram criados Talhões de Combatentes em vários cemitérios públicos, à custa e manutenção do Estado, foram construídos monumentos grandiosos em memória dos que deram a vida pela Pátria, foi concebido um Panteão Nacional para o Soldado Desconhecido na Sala do Capítulo do Mosteiro da Batalha, com Guarda de Honra permanente, 24 sobre 24 horas, foram criadas pensões especiais para os mutilados, doentes e gaseados, foram criadas condições especiais de assistência médica e medicamentosa para os militares e famílias, nos Hospitais Militares, numa altura em que ainda não havia assistência social generalizada como há hoje, foi criado um Lar especifico para acolher a terceira idade destes militares em Runa (é importante relembrar que, em 1918, se decidiu receber e tratar os jovens com 20 anos em 1918, quando estes tivessem mais de 65 anos de idade) e, por último foi criada a Liga dos Combatentes que, de certo modo, corporizava todo este apoio especial aos combatentes, diferente de todos os outros cidadãos, e era o seu porta-voz junto das instâncias governamentais. (Uma espécie de “Veteran’s War” à portuguesa.)
Foi toda uma Nação, com os políticos à frente, que deu tudo o que tinha àqueles que combateram pela Pátria, apesar da situação económica desesperada e de quase bancarrota.
Na altura seguimos naturalmente o exemplo das demais nações.
Agora somos os cínicos que não seguem os exemplos generalizados do tratamento diferenciado aos que serviram a Pátria em combate.
Haveria muito mais para dizer para chamar a atenção deste Ministro da Defesa e deste Primeiro-Ministro, ambos possivelmente com carências de referências desta índole nos meios onde se costumam movimentar, sobretudo no que respeita à comparação dos vencimentos, regalias e mordomias dos que expuseram ou deram a vida pela Pátria e aqueles, que antes pelo contrário, sempre fugiram a essa obrigação.

Vítor Santos
Coronel (R)
4 Comissões de Serviço no Ultramar
10 anos de Trópicos
Deficiente das Forças Armadas por doença adquirida e agravada em Campanha
Quase 70 anos de idade
Sem acumulação de cargos
Sem Seguro de Saúde pago pelo Estado ou EP
Sem direito a Subsidio de Reinserção
Sem cartão de crédito dourado sem limite de despesas a expensas do Estado Sem filhos empregados no Estado por conhecimentos pessoais
Sem o direito a reformas precoces de deputado ou autarca
Sem reformas precoces e escandalosas estilo Banco de Portugal ou CGD
Sem contratos que prevêem indemnizações chorudas
Sem direito a ficar, de borla, com os carros que o Estado pagou em Leasing
Sem fazer contratos chorudos de avenças como os que se fazem com Gabinetes de Advogados e Economistas
Sem Pensão de Reforma acima do ordenado do Presidente da República
Com Filhos desempregados

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

AINDA EM MISSÃO


O representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto recebeu, hoje, o comandante do navio NRP Cacine, o primeiro-tenente Baptista Ventura, para apresentação de cumprimentos. A conversa entre os dois durou mais de trinta minutos no Palácio de São Lourenço. Após este diálogo, o comandante falou à comuniação social sobre os objectivos desta missão do navio-patrulha costeiro, cuja missão na região Autónoma da Madeira (RAM) começou no passado dia 17 de Novembro.
                «A missão está a correr bem. Cumprimos todas as missões que já nos foram solicitadas e o navio está disponível para dar o apoio necessário para patrulhamento da Região Autónoma da Madeira. Já tivemos duas acções de busca e salvamento. A primeira foi logo no dia a seguir à nossa chegada, na Ponta de São Lourenço, e agora, neste fim-de-semana, tivemos outro pedido», expressou o comandante, que tem à sua disposição uma tripulação de 33 elementos, que irá patrulhar as águas da Madeira até ao final de Janeiro, sendo depois rendido por uma embarcação da mesma classe.
                Sobre esta unidade da Marinha Portuguesa, o comandante do NRP Cacine destacou que este já tem 42 anos e que é o primeiro da sua classe, mas «que continua a desempenhar as suas funções sem qualquer limitação ou problema», assegurou o primeiro-tenente Baptista Ventura.
                O Cacine já desempenhou várias missões na Madeira. Uma das mais mediáticas aconteceu em 1990, com a ajuda prestada no derramamento de crude nas águas circundantes de Porto Santo.


  tirou esta  foto fantástica

SANTA BÁRBARA


O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, visita os Meios de Search and Rescue, amanhã, dia 6 de Dezembro, na Base Aérea Nº6, no Montijo.
 Presidirá ainda à Cerimónia de Encerramento da Actividade Operacional do C-212 “AVIOCAR”.
PROGRAMA 
14h20 - Início da Cerimónia de Encerramento da Actividade Operacional do C-212 “AVIOCAR”
14h50 - Apresentação do Livro “C-212 AVIOCAR”
15h20 - Visita aos meios aéreos SAR
                 - Agusta-Westland EH-101 Merlin
                 - Lockheed P-3 ORION
                 - EADS C-295M
                 - Sudaviation – SE 3160 Alouette III
16h00 - Fim da Visita

domingo, 4 de dezembro de 2011

FÁBULA ?


*VERSION FRANCAISE*


  La fourmi travaille dur tout l'été dans la canicule.
 
  
Elle construit sa maison et prépare ses provisions pour l'hiver.

 
La cigale pense que la fourmi est stupide, elle rit, danse et joue tout l'été. 
 
Une fois l'hiver venu, la fourmi est au chaud et bien nourrie. 
 
  
La cigale grelottante de froid organise une conférence de presse et demande pourquoi la fourmi a le droit d'être au chaud et bien nourrie tandis que les autres, moins chanceux comme elle, ont froid et faim. 

 
La télévision organise des émissions en direct qui montrent la cigale grelottante de froid et qui passent des extraits vidéo de la fourmi bien au chaud dans sa maison confortable avec une table pleine de provisions.
  
Les Français sont frappés que, dans un pays si riche, on laisse souffrir cette pauvre cigale tandis que d'autres vivent dans l'abondance.
  
Les associations contre la pauvreté manifestent devant la maison de la fourmi. 
 
  
Les journalistes organisent des interviews, demandant pourquoi la fourmi est devenue riche sur le dos de la cigale et interpellent le gouvernement pour augmenter les impôts de la fourmi afin qu'elle paie 'sa juste part'.


La CGT , Le Parti Communiste, la Ligue Communiste Révolutionnaire, les Verts, le Modem, la Nouvelle Gauche, la Nouvelle Droite, le Juste Centre, organisent seat-in et manifestations devant la maison de la fourmi. 

 
Les fonctionnaires décident de faire une grève de solidarité de 59 minutes par jour pour une durée illimitée.


 Un philosophe à  la mode écrit un livre démontrant les liens de la fourmi avec les tortionnaires d'Auschwitz. 
 
 
En réponse aux sondages, le gouvernement rédige une loi sur l'égalité économique et une loi (rétroactive à  l'été) d'anti-discrimination.
 
  
Les impôts de la fourmi sont augmentés et la fourmi reçoit aussi une amende pour ne pas avoir embauché la cigale comme aide. 
  
La maison de la fourmi est préemptée par les autorités car la fourmi n'a pas assez d'argent pour payer son amende et ses impôts. 
 
  
La fourmi quitte la France pour s'installer en Suisse où elle contribue à  la richesse économique. 

  
La télévision fait un reportage sur la cigale maintenant engraissée.


  Elle est en train de finir les dernières provisions de la fourmi bien que le printemps soit encore loin. 

  
Des rassemblements d'artistes et d'écrivains de gauche, se tiennent régulièrement dans la maison de la fourmi. 
 

 Le chanteur Renaud compose la chanson 'Fourmi, barre-toi!'... 
 
  
L'ancienne maison de la fourmi, devenue logement social pour la cigale, se détériore car cette dernière n'a rien fait pour l'entretenir.
 
  
Des reproches sont faits au gouvernement pour le manque de moyens. 
  
Une commission d'enquête est mise en place, ce qui coûtera 10 millions d'euros. 
 
 
La cigale meurt d'une overdose.

  Libération et L'Humanité commentent l'échec du gouvernement à redresser sérieusement le problème des inégalités sociales et à lutter contre la détresse de la cigale.

  La maison est squattée par un gang de cafards immigrés.


Les cafards organisent un trafic de marijuana et terrorisent la communauté...


Le gouvernement se félicite de la diversité multiculturelle de la France.


FIN 
 


 
 


 
   

 
   

UNFORGETTABLE


TALVEZ MUDAR,NÃO?

Assobios, vaias, e até a exibição de cartazes com críticas. A tudo isto recorreram os participantes no XIII Congresso Nacional de Freguesias para receberem o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Quando o governante, que tem a pasta do poder local, começou a discursar, uma boa parte dos congressistas abandonou a sala. Os que ficaram a assistir obrigaram Relvas a parar de falar, diversas vezes, devido às vaias.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

AS USUAL

O governador do Banco de Portugal (BdP) dirigiu hoje palavras muito ríspidas ao deputado João Galamba, e ignorou o pedido de desculpas que o parlamentar socialista lhe exigiu.
Carlos Costa estava a ser ouvido nas comissões parlamentares do Orçamento, Finanças e Administração Pública sobre a proposta de lei de recapitalização da banca.
Numa discussão relativa à exposição da banca à dívida soberana portuguesa, o governador do BdP irritou-se com o deputado do PS, acusando-o de «má fé intelectual» num registo pouco habitual em audiências nas comissões parlamentares.
«Se não sabe o que é o 'crowding out', vá aprender!», disse o governador do BdP, num tom alterado, a Galamba.
Após as declarações de Carlos Costa, o presidente da comissão de Orçamento e Finanças, Eduardo Cabrita, notou que na discussão parlamentar «há regras de serenidade que a todos se aplicam e que espero sejam seguidas por todos».

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

POIS


O ministro da Defesa desvalorizou, esta quarta-feira, os protestos de «um grupo de militares», dizendo que é preciso não confundir «uma parte com o todo» das Forças Armadas, embora ressalvando que a contestação «é aceitável», desde que cumpra a lei.

Em declarações à Lusa, em São Vicente, Cabo Verde, durante uma visita que realiza ao país, José Pedro Aguiar-Branco começou por dizer que «tudo o que é o exercício do direito à crítica num enquadramento democrático é legítimo».

«Só nas ditaduras é que o direito à crítica é silenciado. Tudo o que se encerra num respeito pelas regras da Constituição e do ordenamento jurídico é legítimo e compreensível», afirmou.

No entanto, o ministro fez um apelo: «Não confundamos uma parte com o todo. E o todo são as Forças Armadas (FA), que tem a sua representatividade nas chefias, e que tem uma expressão, inclusivamente numérica - são 40 mil os efectivos das FA -, significa e bem que não é um pequeno grupo que põe em causa o princípio de coesão, sentido de unidade e patriótico ».

Questionado se teme que estes protestos destabilizem as Forças Armadas, o ministro respondeu negativamente. «Estou tranquilo porque nem por um milímetro duvido do sentido de coesão, unidade e sentido patriótico das Forças Armadas», disse.

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, qualificou o Orçamento do Estado de 2012 como «o mais difícil» da democracia nacional, não apenas na elaboração, mas também na execução. «Este orçamento foi o mais difícil da nossa democracia, em elaborá-lo e também vai ser em executá-lo. Mas o que hoje Portugal exige é que se faça tudo para salvar o país e a contenção das despesas é um problema que não é só da Defesa, é uma resposta solidária de todos os setores, da Saúde, Educação, a Defesa, e diferente do que aconteceu até hoje: agora não se pode gastar o que se quer, mas o que se pode», disse, questionado pela agência Lusa


COLUNEX

A TSF , radio ouvível, tem agora um novo programa denominado "Pares da República".

Creio que são Daniel Proença de Carvalho, Nogueira de Brito, Luis Amado e.....imagine-se esta Senhora da foto.

Como é possível que uma criatura que tão mal fez ao País (veja-se o estado em que ficou a Educação , o desânimo dos Professores, a rebaldaria e iliteracia dos alunos) se sente numa mesa com os outros ilustres mencionados e nos venha agora dar palpites.

Por favor deixe-se estar no tacho que lhe arranjaram (e que se recusa a dizer o vencimento) e demita-se passado o tempo de um mandato normal.

COLUNEX é o patrocinador do programa, para ver se ainda dobramos mais a nossa coluna