AGENDA CULTURAL DA
MARINHA JANEIRO – ABRIL 2012
DISPONÍVEL EM: http://www.marinha.pt/Conteudos_Externos/Cultura/agenda_cultural_completa.pdf
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
ATÉ QUANDO?
Pelo rumo que a barca leva, e pelas asneiras de outros....duvidamos que este Cavalheiro se aguente lá muito tempo
RAZÕES HISTÓRICAS PARA MOTINS MILITARES
9/1/12
Com a devida vénia, transcrevemos;
“Tinham-nos
dito, no momento em que deixámos a terra natal, que partíamos em defesa dos
direitos sagrados que nos são conferidos por tantos cidadãos instalados lá
longe, tantos anos de presença, tantos benefícios concedidos às populações que
têm necessidade do nosso auxílio e da nossa civilização”. “Pudemos verificar
que tudo isso era verdade e, visto que era verdade, não hesitámos em derramar o
imposto de sangue, em sacrificar a nossa juventude, as nossas esperanças. Não
lamentamos nada, mas enquanto aqui este estado de espírito nos anima, dizem-me
que em Roma se sucedem as intrigas e as conspirações, se desenvolve a traição e
que muitos, hesitantes, perturbados, cedem com facilidade às tentações do
abandono e aviltam a nossa acção”. “Suplico-te, tranquiliza-me o mais breve
possível e diz-me que os nossos concidadãos nos compreendem, nos defendem, nos
protegem como nós próprios protegemos a grandeza do império”. “Se tudo fosse
diferente, se tivéssemos de deixar em vão os nossos ossos embranquecidos sobre
as pistas do deserto, então, cuidado com a cólera das Legiões.”
Marcus
Flavinius, Centurião da 2ª Coorte da Legião Augusta, a seu primo Tertulius
Da
análise da História Militar sabe-se que desde os Assírios, os Persas, os
Egípcios, os Macedónios, os Gregos, os Romanos, etc., que os motins militares
têm origem, fundamentalmente, em três coisas: o não pagamento atempado do soldo
(donde deriva a palavra soldado) devido; quando se interfere aleatoriamente na
carreira (sobretudo na Idade Moderna) e quando os militares se sentem
atraiçoados por quem os tutela.
Foi
sempre assim e não se vislumbra (dada a natureza humana), que possa mudar.
Acontece
que as numerosas malfeitorias que têm sido feitas à Instituição Militar (IM) e aos
militares, por parte de sucessivos governos nos últimos vinte e tal anos - o
que representa um passivo de problemas acumulado, único em quase 900 anos -
vieram, por sorte vária, confluir no actual governo e chefias militares, em
que:
- Relativamente
ao soldo ainda não deixaram de pagar (embora já tenha havido um atraso de um
dia, no ano passado, no Exército), e há mais de 10 anos que a rubrica de
“pessoal” é sistematicamente sub - orçamentada, mas fizeram pior, fizeram
regredir cerca de 4000 militares à tabela remuneratória de 31/12/2009. Uma
coisa inaudita, que certamente nunca ocorreu em nenhum país, nem na “América
Latrina”! E tudo depois de um conjunto de episódios pouco dignificantes cuja
origem primeira, foi terem querido meter os militares na tabela salarial da
função pública. O que à partida nunca devia passar pela cabeça de ninguém, já
que um militar jamais poderá ter um estatuto de funcionário público!
Relativamente
à “carreira” - que nos militares adquire uma importância que não tem paralelo
em qualquer outra profissão - o actual congelamento das promoções faz com que o
decreto-lei 373/73 (que deu origem ao 25 de Abril), pareça uma brincadeira de
crianças. Julgo que não preciso de dizer mais nada.
E
quanto ao facto dos militares se sentirem atraiçoados, ainda se pode distinguir
três vertentes: o “Comandante Supremo” (que aliás não manda nada), que
desapareceu, aparentemente, em combate; os governantes que não sabem o que
querem, não têm política para coisa alguma, a não ser para os 3Rs - reduzir,
reduzir e reduzir - não cumprem leis que aprovam, mudam regras a meio do jogo e
têm, numa palavra, destruído paulatinamente uma Instituição sem a qual o País
não se sustém; e sentem-se também atraiçoados pelas chefias militares, pois não
têm ninguém que os defenda.
Não
contentes, porém, em deixar medrar uma das razões que historicamente levam a
motins nas forças militares, juntaram-nas todas três, em simultâneo.
Convenhamos que era difícil fazer pior em qualquer parte do mundo!
Ora
tal só é possível com enorme irresponsabilidade, incompetência, arrogância e
muita falta de prudência.
E
por terem encontrado pela frente muita gente capaz, disciplinada, com espírito
de serviço e de missão, que anda há 20 anos (muito tempo antes da crise) a dar
exemplo de contenção de despesas, reorganização e redução que, sem estar isento
de erros ou críticas, não tem paralelo em mais nenhuma área do Estado. Mais
ainda, apesar dos cortes constantes em tudo, ainda não se deixou de bem cumprir
nenhuma missão atribuída, nem se envergonhou (antes pelo contrário) as armas
lusas e o País, nos numerosos teatros de operações espalhados pelo mundo, onde
marcou presença nos últimos 25 anos.
Não
vai ser possível aguentar mais este estado de coisas.
Os
contemporâneos julgam, quase sempre, que determinados eventos pertencem ao
passado ou só acontecem aos outros.
E,
por norma, só descobrem que estão enganados demasiadamente tarde.
João
José Brandão Ferreira
TCor/Pilav(Ref.)
DARWIN
O rapaz da foto descobriu este "tubo".Conseguidas as fotos aqui vai a interpretação de um grande especialista:
"Trata-se de um berço ligeiro, DE TIPO PORTUGUÊS, por
nós usado nos bateis no século XVI.
Tubos desses foram por nós fundidos em bronze, não
apenas em Lisboa, mas também em diversas das nossas fortalezas na
Àsia.
Chegaram a ser copiados nas Ìndias Orientais por
fundidores ambulantes, que ofereciam seus serviços a quem os
precisasse.
Assim houve diversos locais em Java, Sumatra e Malaca
onde também os fundiram, mesmo em épocas bastante
posteriores.
As últimas datam do século XIX , já não eram usadas
como peças de fogo mas apenas como moeda de troca
internacionalmente
hoje chamado "cannon money". Fazem parte do grupo de
peças de artilharia denominadas "LANTAKAS" embora que estas na sua quase
totalidade eram
apenas de carregar pela boca. Há porém algumas de
carregamento pela culatra.
Para datar mais precisamente este achado, torna-se
necessário examinar a peça cuidadosamente.
Coube-me a tarefa de classificar a colecção de
"canhões" do Sultão do Brunai, que tem cerca de 900 tubos em bronze (dos quais
meia dúzia de carregar pela culatra).
Ficou desgosto em saber, que apenas cerca de 30 eram
peças de fogo, todas as restantes apenas foram fundidas para sua
utilização
como dinheiro ( rebentariam se alguém tentasse
utilizá-las).
Comparando com as peças semelhantes, que tenho no
Museu-Luso-Alemã, inclino para a hipótese do achado ser do século XVI ou XVII;
de se
tratar de uma verdadeira peça de fogo, e de ter sido
fundida nas Índias Orientais, como interpretação local, de um berço
manuelino.
Mais apenas poderia dizer em tendo a peça na mão e
examinando a parede interior na alma do tubo.
Rainer Daehnhardt"
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
RIDICULUM
MP investiga declarações de Otelo
O MINISTÉRIO Público abriu um inquérito às
declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, que admitiu a possibilidade de haver
um golpe militar no País «para derrubar o Governo», caso fossem
«ultrapassados os limites». A investigação surgiu na sequência de uma queixa de
um grupo de cidadãos indignados com declarações do Capitão de Abril.
Numa entrevista à agência Lusa a propósito
de uma manifestação de militares no dia 12 de Novembro de 2011,0 coronel na
reserva defendeu ser contra estas manifestações, mas admitia que, se fossem
ultrapassados os limites, os militares deveriam «fazer uma operação militar e
derrubar o Governo». «Estou convicto que, em qualquer altura, se os militares
estiverem dispostos a isso, podem avançar sempre para uma tomada de poder»,
explicou, adiantado que uma revolta como a de Abril de 1974 seria agora mais
fácil. «Bastam 800 homens».
As declarações foram recebidas com
preocupação por alguns antigos responsáveis militares, que as classificaram
como um «incitamento à alteração violenta d Estado de Direito», crime punível no Código
Penal com um a oito anos de prisão. Confrontado com a abertura do inquérito,
Otelo Saraiva de Carvalho desdramatizou: «Limitei-me a emitir uma
opinião e esta não pode ser crime nenhum».
Nota:As palavras poderão (se foi exactamente o que o Coronel disse) ser ridículas, mas a investigação do MP é muito mais
Nota:As palavras poderão (se foi exactamente o que o Coronel disse) ser ridículas, mas a investigação do MP é muito mais
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
POIS
O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas
(CEMGFA), general Luís Araújo, adiantou hoje que cerca de 4000 militares vão
voltar a ganhar o salário de 2009 e disse estar satisfeito com a solução
encontrada pelo Governo.
"O senhor
ministro da Defesa Nacional convocou o CEMGFA e os chefes dos ramos para nos dar
a conhecer, já o tinha feito, mas, de uma forma gentil, nos dar a conhecer o
despacho que proferiu", afirmou Luís Araújo aos jornalistas, no final de uma
reunião entre as chefias militares e José Pedro
Aguiar-Branco.
O principal chefe militar disse achar
que não vai haver mal-estar nas Forças Armadas com o despacho do ministério da
Defesa e das Finanças proferido na sexta-feira passada, que estabelece a
recolocação na posição salarial de 2009 dos militares cujas promoções tenham
sido consideradas "ilegais" pelas Finanças.
Questionado sobre se não
considera que os militares estão a ser penalizados por um erro que lhes foi
alheio, Luís Evangelista Araújo respondeu: "Os militares cumprem os despachos e
os militares vão com certeza, como sempre fizeram, cumprir com o que foi
estabelecido".
O CEMGFA assinalou que os três pontos que considerava
fundamentais foram "perfeitamente acomodados no despacho conjunto": Não haver
despromoções, não haver ressarcimento de salários e respeito pela antiguidade no
posto.
Luís Araújo adiantou ainda que haverá "à volta de" 4000 militares
recolocados, entre 2500 no Exército, 800 na Marinha e 700 na Força Aérea.
"Nesta questão não há vencidos, nem vencedores, entendemos é que o
ministro de Estado e das Finanças e o ministro da Defesa Nacional tiveram o
empenhamento e a sensibilidade para resolver este problema, que é muito complexo
e que, como sabem, foi causado por razões que todos nós conhecemos e que não
quero estar aqui a invocar", salientou.
O CEMGFA referiu que a
terminologia utilizada no relatório da Inspecção-geral de Finanças (IGF) -
ilegal - "não tem o sentido que tem na instituição militar".
"Na
linguagem militar são termos muito graves, mas em termos da linguagem jurídica,
quando se anda a mais de cento e vinte quilómetros por hora numa autoestrada é
uma ilegalidade", notou.
Na reunião participaram, para além do ministro
e do CEMGFA, o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Saldanha Lopes,
o chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general José Pinheiro, e o
tenente-general Vaz Antunes (Inspetor-Geral do Exército), que representou o
chefe do ramo, general Pina Monteiro.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
CÁ NÃO HÁ DISTO
Cá temos um envergonhado 10 de Junho, onde ninguém do Governo, e muito menos do Comandante Supremo, põe os pés, com vergonha não se sabe de quê.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
MISÉRIA
Era uma vez uma lei, a 25/2000 de 23 de Agosto, que foi aprovada no Parlamento , por unanimidade.
O então Ministro da Defesa Nacional, Dr.Júlio Castro Caldas, entendeu ginjar-se na lei e não a cumpriu.
A Comissão parlamentar de defesa nacional não se deu ao trabalho de fiscalizar as atitudes do Governo, como lhe compete, e também se marimbou.
Aliás para os militares toda a gente se está nas malvas.
Vai daí houve quem se não ficasse e foi para tribunal, que também se está um pouco borrifando para o assunto.
Mas eis a situação actual, anos e anos volvidos:
1-Acção administrativa declarativa ordinária, que corr seus termos junto da 4ª unidade orgânica do Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa, sob o nº 2311/08.88BELSB.
Ainda não foi proferida qualquer decisão pelo Juiz.Após a apresentação da Petição Inicial pelos Militares, o Réu(MDN) contestou a acção.Na sequência das contestações foi apresentada resposta em nome destes.
2-Acção administrativa declarativa ordinária que corre seus termos junto da 1ª unidade orgânica do mesmo tribunal sob nº 1752/08.5BELSB
Após a apresentação da petição inicial pelos militares o Réu (ou os Réus, pois podem ser os Ramos)contestou, tendo sido apresentado em nome dos Militares resposta. Em 17.11.2010 o tribunal proferiu sentença, absolvendo os Réus.
Foi entreposto recurso para o Tribunal central Administrativo do Sul(TCAS) invocando o mais recente(e mais favorável) Acórdão sobre esta matéria,o TCAS de 23.09.2010.
O recurso ainda não foi apreciado
3-Tudo igual , mas correndo na 3ª unidade orgânica, sob nº 2637/07.8BELSB
A Juiza fez uma audiência preliminar(21.01.2010), tentando o acordo , que foi recusado pelo MDN.A Juiza proferiu então despacho para os Militares dizerem quanto era (em €€€€) que deveriam receber a título de complemento de pensão de reforma.Em 23.02.2010 foi entregue.
Desde aí pevas.
E é assim a vida. Como se vê o MDN sempre contra os Militares, e a justiça a ver se prescreve!!!!!
O então Ministro da Defesa Nacional, Dr.Júlio Castro Caldas, entendeu ginjar-se na lei e não a cumpriu.
A Comissão parlamentar de defesa nacional não se deu ao trabalho de fiscalizar as atitudes do Governo, como lhe compete, e também se marimbou.
Aliás para os militares toda a gente se está nas malvas.
Vai daí houve quem se não ficasse e foi para tribunal, que também se está um pouco borrifando para o assunto.
Mas eis a situação actual, anos e anos volvidos:
1-Acção administrativa declarativa ordinária, que corr seus termos junto da 4ª unidade orgânica do Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa, sob o nº 2311/08.88BELSB.
Ainda não foi proferida qualquer decisão pelo Juiz.Após a apresentação da Petição Inicial pelos Militares, o Réu(MDN) contestou a acção.Na sequência das contestações foi apresentada resposta em nome destes.
2-Acção administrativa declarativa ordinária que corre seus termos junto da 1ª unidade orgânica do mesmo tribunal sob nº 1752/08.5BELSB
Após a apresentação da petição inicial pelos militares o Réu (ou os Réus, pois podem ser os Ramos)contestou, tendo sido apresentado em nome dos Militares resposta. Em 17.11.2010 o tribunal proferiu sentença, absolvendo os Réus.
Foi entreposto recurso para o Tribunal central Administrativo do Sul(TCAS) invocando o mais recente(e mais favorável) Acórdão sobre esta matéria,o TCAS de 23.09.2010.
O recurso ainda não foi apreciado
3-Tudo igual , mas correndo na 3ª unidade orgânica, sob nº 2637/07.8BELSB
A Juiza fez uma audiência preliminar(21.01.2010), tentando o acordo , que foi recusado pelo MDN.A Juiza proferiu então despacho para os Militares dizerem quanto era (em €€€€) que deveriam receber a título de complemento de pensão de reforma.Em 23.02.2010 foi entregue.
Desde aí pevas.
E é assim a vida. Como se vê o MDN sempre contra os Militares, e a justiça a ver se prescreve!!!!!
domingo, 1 de janeiro de 2012
SERÁ?
Dizem para aí que num Tribunal perto do Porto, o colectivo é constituído pelo Juiz Presidente e duas Juízas.
Neste momento está parado por licença de parto das meretíssimas .
E imaginam quem é o Pai das nascituras??????????
Em tempo:14 de Janeiro: Afinal é só 1 Juíza. A outra é Procuradora do MP
Neste momento está parado por licença de parto das meretíssimas .
E imaginam quem é o Pai das nascituras??????????
Em tempo:14 de Janeiro: Afinal é só 1 Juíza. A outra é Procuradora do MP
sábado, 31 de dezembro de 2011
BOM ANO
A guarnição da CACINE deseja a todos os visitantes e comentadores e aos distintos Militares das gloriosas Forças Armadas Portuguesas um Bom próximo Ano , mesmo com o País no estado em que o deixaram cair e as FA na ignomínia do desprezo .
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
ORA ESSA
Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República afirmou à Rádio Renascença (RR) que os deputados estão de férias e que o Parlamento suspendeu a sua actividade entre 22 de Dezembro e 3 de Janeiro.
Sem querer entrar no campo da «demagogia» e questionada sobre o facto da Assembleia estar «parada» numa altura em que se discute o aumento do horário de trabalho e a supressão de dias de férias para todos os portugueses, Assunção Esteve explica que é para «compensar o tempo que não tiveram no Verão»
«Neste caso, era claro que os deputados teriam que aproveitar o tempo de Natal para compensar o tempo que não tiveram no Verão - e é justo que assim seja. Este tempo de descanso, somado ao escasso tempo de descanso que os deputados tiveram no Verão, ainda não perfaz um tempo anual normal de descanso. Foi só por isso que o Parlamento parou: todos estávamos a precisar de descansar um pouco. Não vamos estar com demagogias e dizer que fomos fazer outras coisas. Fomos descansar e usar o descanso a que temos direito», afirmou à RR.
Nota:O que seria verdadeiramente interessante é que tivessem "férias de parir leis" e se mantivessem lá , a discutir certamente, mas sobretudo a pensar.E poderiam ir pensando em haver menos deputados e mais e rígidas incompatibilidades
Sem querer entrar no campo da «demagogia» e questionada sobre o facto da Assembleia estar «parada» numa altura em que se discute o aumento do horário de trabalho e a supressão de dias de férias para todos os portugueses, Assunção Esteve explica que é para «compensar o tempo que não tiveram no Verão»
«Neste caso, era claro que os deputados teriam que aproveitar o tempo de Natal para compensar o tempo que não tiveram no Verão - e é justo que assim seja. Este tempo de descanso, somado ao escasso tempo de descanso que os deputados tiveram no Verão, ainda não perfaz um tempo anual normal de descanso. Foi só por isso que o Parlamento parou: todos estávamos a precisar de descansar um pouco. Não vamos estar com demagogias e dizer que fomos fazer outras coisas. Fomos descansar e usar o descanso a que temos direito», afirmou à RR.
Nota:O que seria verdadeiramente interessante é que tivessem "férias de parir leis" e se mantivessem lá , a discutir certamente, mas sobretudo a pensar.E poderiam ir pensando em haver menos deputados e mais e rígidas incompatibilidades
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
AOS INTERESSADOS
1. A nova lei do arrendamento prevê uma atualização das rendas congeladas, num espaço de cinco anos. Os que beneficiem de rendas antigas e não provarem a sua incapacidade financeira, vão ter em breve a sua renda atualizada.
2. Este mecanismo de negociação vai implicar que o senhorio proponha ao inquilino o valor que considera ajustado. O inquilino pode, depois, sugerir um novo valor.
3. Se o inquilino ou senhorio não chegarem a acordo, é acertado um valor médio entre as duas propostas. Esse valor médio, multiplicado por 60 (cinco anos) será o valor da renda se o senhorio quiser que o inquilino abandone o imóvel
4. A prevista atualização das rendas antigas vai ter em conta os recursos económicos dos inquilinos e será gradual. Quem tiver + 65 anos, invalidez acima de 60% ou não tiver condições económicas terá salvaguardas. Haverá um período de cinco anos de transição para estes casos. No final deste período, a renda é atualizada e o Estado pode subsidiar a diferença.
5. Nesse período de cinco anos de transição, o ajustamento anual nunca poderá ser superior a 25% do rendimento dos inquilinos. Para quem ganha até 500 euros mensais, a taxa de esforço fica limitada a 10%.
6. Os inquilinos que falharem o pagamento de duas rendas seguidas. O Ministério ainda não definiu o critério para as rendas que não forem pagas intervaladas (com meses pagos pelo meio).
7. Será criado um balcão de arrendamento, onde os senhorios se podem dirigir quando considerarem que têm razões para terminar o contrato com o inquilino. Será esse balcão que informará o inquilino, que pode recusar sair. Nesse caso, o processo é resolvido em tribunal
8. A lei, apesar de facilitar os despejos, continua a dificultar a resolução de conflitos, permitindo que a solução para os conflitos se arrastem em tribunal. A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, bateu o pé e não quis que os despejos ficassem de fora dos tribunais, contrariando assim a celeridade desejada pela troika.
9. Os princípios gerais do novo diploma de arrendamento deverão ser aprovados nos próximos 90 dias. A actualização das rendas está presa por outro processo que corre em paralelo: a actualização do valor patrimonial dos imóveis antigos para efeitos de IMI.
10. O Governo quer aproximar o regime fiscal dos rendimentos prediais aos impostos cobrados ao capital. Na prática, isto pode implicar uma taxa liberatória mais baixa para quem arrende casas.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
HISTORY
USS BIRMINGHAM, cruzador lançado à água em 25 de Maio de 1907.
à proa tinha uma rampa de lançamento onde o piloto civil Eugene Ely lançou o seu Curtiss modelo D em 14 de Novembro de 1910 aterrando numa praia a pouca distancia.
Foi o inicio dos Porta -aviões.
Este navio, que navegou por quase todo o mundo , foi para a sucata em 13 de maio de 1930
à proa tinha uma rampa de lançamento onde o piloto civil Eugene Ely lançou o seu Curtiss modelo D em 14 de Novembro de 1910 aterrando numa praia a pouca distancia.
Foi o inicio dos Porta -aviões.
Este navio, que navegou por quase todo o mundo , foi para a sucata em 13 de maio de 1930
FORA DE CASA
Nos dias 24, 25 e 26 de Dezembro, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco visitou os teatros de operações do Líbano, Afeganistão e Kosovo, com o objectivo de celebrar solidariamente o Natal com os Militares das Forças Nacionais Destacadas.
No Líbano iniciou o dia com uma reuniao com o Deputy Commander da UNIFIL – Brigadier General Santi Bonfanti, após a qual seguiu para Ubique Camp, onde as Forças Militares Portuguesas se encontram estacionadas. Aí teve oportunidade de visitar a Unidade de Engenharia e almoçar com os cerca de 150 Militares .
Almoçou, no dia de Natal, com os mais de 200 militares do contingente nacional que estão destacados no Afeganistão.
Após o almoço o Ministro reuniu ainda com o Deputy Commander da ISAF - Lt. General Bradshaw e com o Deputy Civilian Representative - Sr. Steinfeld.
No regresso a Cabul, Aguiar-Branco teve também um encontro com o seu homólogo Afegão – Abdul Rahim Wardak.
No último de viagem, deslocou-se ao Kosovo para estar com os cerca de 160 militares portugueses, que aqui cumprem a sua missão.
Após este encontro e ainda durante a tarde, de regresso a Pristina, o Ministro da Defesa Nacional reuniu também com a Presidente da República do Kosovo para apresentar cumprimentos.
E , como leu o CACINE, não foi ridiculamente fardado de camuflado
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
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