segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ORA TOMA


O empresário Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de "defender os portugueses", nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve "pedir a resignação" do cargo.
"O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora", disse o comendador à Lusa, acrescentando: "Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação".
"O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima", acrescentou Joe Berardo.
O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está "relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses", e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um "amigo de longa data e homem do fisco do tempo" dos seus governos.
"Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu", referiu ainda o comendador.
Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas de Portugal e "agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar".
Por isso, considera que Cavaco Silva é também responsável por "uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos que pagar esta dívida".
"Se alguém é responsável pelas coisas com as quais os portugueses estão a ser penalizados, não tem outro caminho senão pedir a resignação", argumenta, realçando que "uma coisa é ser economista e outra é ser dirigente".
E sustenta que Cavaco Silva, que garante que "defende os portugueses", podia começar por dar o exemplo, instando: "Senhor Presidente da República, vá ao país diga que não quer continuar aqui, arranje uma eleição, arranje alguém. Faça como a Itália, onde foram buscar profissionais para reger o país".
O empresário critica ainda Cavaco Silva, sendo "uma pessoa culta", por nunca ter visitado o Museu Berardo, uma referência nacional e internacional.

In DN

A POLÉMICA


Para além de outras funções previstas na Lei ou no Contrato de Sociedade, compete ao Conselho Geral e de Supervisão:

> Acompanhar em permanência a actividade da administração da EDP e das sociedades dominadas e prestar a respeito dela aconselhamento e assistência ao Conselho de Administração Executivo, designadamente no que concerne à estratégia, consecução de objectivos e cumprimento de normas legais aplicáveis;

> Emitir parecer sobre o relatório de gestão e contas do exercício;

> Proceder ao acompanhamento permanente da actividade do Revisor Oficial de Contas e do auditor externo da EDP e pronunciar-se, no que ao primeiro respeita, sobre a respectiva eleição ou designação, sobre a sua exoneração e sobre as suas condições de independência e outras relações com a EDP;

> Acompanhar de forma permanente e avaliar os procedimentos internos relativos a matérias contabilísticas e auditoria, bem como a eficácia do sistema de gestão de risco, do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna, incluindo a recepção e tratamento de queixas e dúvidas relacionadas, oriundas ou não de colaboradores;

> Propor à Assembleia Geral a destituição de qualquer membro do Conselho de Administração Executivo;

> Acompanhar a definição de critérios e competências necessárias nas estruturas e órgãos internos da EDP ou do grupo ou convenientes a observar e suas repercussões na respectiva composição, bem como a elaboração de planos de sucessão;

> Providenciar, nos termos da Lei, a substituição de membros do Conselho de Administração Executivo em caso de falta definitiva ou impedimento temporário;

> Emitir, por sua iniciativa ou quando lhe seja solicitado pelo Presidente do Conselho de Administração Executivo, parecer sobre o voto anual de confiança em administradores a que se refere o artigo 455.º do Código das Sociedades Comerciais;

> Acompanhar e apreciar questões relativas a governo societário, sustentabilidade, códigos internos de ética e conduta e respectivo cumprimento e sistemas de avaliação e resolução de conflitos de interesses, incluindo no que respeita a relações da EDP com accionistas e emitir pareceres sobre estas matérias;

> Obter os meios, financeiros ou de outra natureza, que razoavelmente entender necessários à sua actividade e solicitar ao Conselho de Administração Executivo a adopção das medidas ou correcções que entenda pertinentes, podendo proceder a contratação dos meios necessários ao seu próprio aconselhamento independente, se necessário;

> Receber do Conselho de Administração Executivo informação periódica sobre relações comerciais significativas da EDP ou sociedades dominadas com accionistas com participação qualificada e pessoas com eles relacionadas;

> Nomear a Comissão de Vencimentos e a Comissão de Auditoria;

> Representar a EDP nas relações com os administradores

> Fiscalizar as actividades do Conselho de Administração Executivo

> Vigiar pela observância da Lei e do Contrato de Sociedade

> Seleccionar e substituir o auditor externo da EDP, dando ao Conselho de Administração Executivo indicações para este proceder à sua contratação e exoneração

> Verificar, quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada, a regularidade dos livros, registos contabilísticos e documentos que lhes servem de suporte, assim como a situação de quaisquer bens ou valores possuídos pela EDP a qualquer título

> Fiscalizar o processo de preparação e divulgação de informação financeira

> Convocar a Assembleia Geral quando o entenda conveniente

domingo, 15 de janeiro de 2012

ORA BEM


Navios da "Classe Concordia"
ano de
construção
nome do
navio
operador tonalagem
bruta
bandeira
2006 Costa Concordia Costa Cruises 114 500  Itália
2007 Costa Serena Costa Cruises 114 500  Itália
2008 Carnival Splendor Carnival Cruises 113 300  Panamá
2009 Costa Pacifica Costa Cruises 112 000  Portugal
2011 Costa Favolosa[21] Costa Cruises 114 200  Itália
2012 Costa Fascinosa[21] Costa Cruises 114 200  Itália

ALERTA

Ontem o Instituto de Odivelas perfez 112 anos.

O Colégio Militar tem 209 anos e os Pupilos do Exercito 101.

Tudo tem corrido muito bem,e a prova é terem ultrapassado o centenário.

Mas não sei porquê cheira-me a que este Ministro, só para mostrar serviço certamente , anda a preparar-se para juntar os três estabelecimentos de ensino militar, pôr amigos a estudar o assunto e , naturalmente depois, pôr mais amigos a chefiar.

Penso que nos devemos unir, para evitar mais essa machadada

sábado, 14 de janeiro de 2012

ENCALHE

Esta noite, ao largo da região Toscana e em frente da Ilha de Giglio, encalhou um Barco de Cruzeiro com cerca de 4000 pessoas a bordo. Ao encalhamento seguiu-se o afundamento e, ao que parece, algumas pessoas perderam a vida, sendo que os restantes passaram uma noite de enorme susto e desconforto albergados em Igrejas e Escolas, casas particulares e outros lugares. 

OS TAIS


Governador. É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

Foi nomeado Governador em 7 de Junho de 2010.
Vice-Governador Pedro Duarte Neves
Vice-Governador. Licenciado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa e doutorado em Economia pela Université Catholique de Louvain. 

Foi nomeado Vice-Governador em Maio de 2006, tendo sido reconduzido no cargo em Setembro de 2011.

Curriculum vitae
Vice-Governador José Joaquim Berberan e Santos Ramalho
Vice-Governador. Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa. 
Foi nomeado Vice-Governador em Setembro de 2011.
Administrador José Silveira Godinho
Administrador. Licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (actual ISEG).

Foi nomeado Administrador em Maio de 2004, tendo sido reconduzido no cargo em Maio de 2009.

Curriculum vitae
Administradora Maria Teodora Cardoso
Administradora. É licenciada em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (actual ISEG).
Foi nomeada Administradora em Junho de 2008.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

BRAVÔ


AGENDA CULTURAL DA MARINHA JANEIRO – ABRIL 2012 DISPONÍVEL EM: http://www.marinha.pt/Conteudos_Externos/Cultura/agenda_cultural_completa.pdf

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

ATÉ QUANDO?

Pelo rumo que a barca leva, e pelas asneiras de outros....duvidamos que este Cavalheiro se aguente lá muito tempo

RAZÕES HISTÓRICAS PARA MOTINS MILITARES



9/1/12

Com a devida vénia, transcrevemos;

“Tinham-nos dito, no momento em que deixámos a terra natal, que partíamos em defesa dos direitos sagrados que nos são conferidos por tantos cidadãos instalados lá longe, tantos anos de presença, tantos benefícios concedidos às populações que têm necessidade do nosso auxílio e da nossa civilização”. “Pudemos verificar que tudo isso era verdade e, visto que era verdade, não hesitámos em derramar o imposto de sangue, em sacrificar a nossa juventude, as nossas esperanças. Não lamentamos nada, mas enquanto aqui este estado de espírito nos anima, dizem-me que em Roma se sucedem as intrigas e as conspirações, se desenvolve a traição e que muitos, hesitantes, perturbados, cedem com facilidade às tentações do abandono e aviltam a nossa acção”. “Suplico-te, tranquiliza-me o mais breve possível e diz-me que os nossos concidadãos nos compreendem, nos defendem, nos protegem como nós próprios protegemos a grandeza do império”. “Se tudo fosse diferente, se tivéssemos de deixar em vão os nossos ossos embranquecidos sobre as pistas do deserto, então, cuidado com a cólera das Legiões.”

Marcus Flavinius, Centurião da 2ª Coorte da Legião Augusta, a seu primo Tertulius


            Da análise da História Militar sabe-se que desde os Assírios, os Persas, os Egípcios, os Macedónios, os Gregos, os Romanos, etc., que os motins militares têm origem, fundamentalmente, em três coisas: o não pagamento atempado do soldo (donde deriva a palavra soldado) devido; quando se interfere aleatoriamente na carreira (sobretudo na Idade Moderna) e quando os militares se sentem atraiçoados por quem os tutela.
            Foi sempre assim e não se vislumbra (dada a natureza humana), que possa mudar.
            Acontece que as numerosas malfeitorias que têm sido feitas à Instituição Militar (IM) e aos militares, por parte de sucessivos governos nos últimos vinte e tal anos - o que representa um passivo de problemas acumulado, único em quase 900 anos - vieram, por sorte vária, confluir no actual governo e chefias militares, em que:
     - Relativamente ao soldo ainda não deixaram de pagar (embora já tenha havido um atraso de um dia, no ano passado, no Exército), e há mais de 10 anos que a rubrica de “pessoal” é sistematicamente sub - orçamentada, mas fizeram pior, fizeram regredir cerca de 4000 militares à tabela remuneratória de 31/12/2009. Uma coisa inaudita, que certamente nunca ocorreu em nenhum país, nem na “América Latrina”! E tudo depois de um conjunto de episódios pouco dignificantes cuja origem primeira, foi terem querido meter os militares na tabela salarial da função pública. O que à partida nunca devia passar pela cabeça de ninguém, já que um militar jamais poderá ter um estatuto de funcionário público!
            Relativamente à “carreira” - que nos militares adquire uma importância que não tem paralelo em qualquer outra profissão - o actual congelamento das promoções faz com que o decreto-lei 373/73 (que deu origem ao 25 de Abril), pareça uma brincadeira de crianças. Julgo que não preciso de dizer mais nada.
            E quanto ao facto dos militares se sentirem atraiçoados, ainda se pode distinguir três vertentes: o “Comandante Supremo” (que aliás não manda nada), que desapareceu, aparentemente, em combate; os governantes que não sabem o que querem, não têm política para coisa alguma, a não ser para os 3Rs - reduzir, reduzir e reduzir - não cumprem leis que aprovam, mudam regras a meio do jogo e têm, numa palavra, destruído paulatinamente uma Instituição sem a qual o País não se sustém; e sentem-se também atraiçoados pelas chefias militares, pois não têm ninguém que os defenda.
            Não contentes, porém, em deixar medrar uma das razões que historicamente levam a motins nas forças militares, juntaram-nas todas três, em simultâneo. Convenhamos que era difícil fazer pior em qualquer parte do mundo!
            Ora tal só é possível com enorme irresponsabilidade, incompetência, arrogância e muita falta de prudência.
            E por terem encontrado pela frente muita gente capaz, disciplinada, com espírito de serviço e de missão, que anda há 20 anos (muito tempo antes da crise) a dar exemplo de contenção de despesas, reorganização e redução que, sem estar isento de erros ou críticas, não tem paralelo em mais nenhuma área do Estado. Mais ainda, apesar dos cortes constantes em tudo, ainda não se deixou de bem cumprir nenhuma missão atribuída, nem se envergonhou (antes pelo contrário) as armas lusas e o País, nos numerosos teatros de operações espalhados pelo mundo, onde marcou presença nos últimos 25 anos.
            Não vai ser possível aguentar mais este estado de coisas.
            Os contemporâneos julgam, quase sempre, que determinados eventos pertencem ao passado ou só acontecem aos outros.
            E, por norma, só descobrem que estão enganados demasiadamente tarde.


                                                                                  João José Brandão Ferreira
                                                                                              TCor/Pilav(Ref.)

DARWIN


O rapaz da foto descobriu este "tubo".Conseguidas as fotos aqui vai a interpretação de um grande especialista:


"Trata-se de um berço ligeiro, DE TIPO PORTUGUÊS, por nós usado nos bateis no século XVI.
Tubos desses foram por nós fundidos em bronze, não apenas em Lisboa, mas também em diversas das nossas fortalezas na Àsia.
Chegaram a ser copiados nas Ìndias Orientais por fundidores ambulantes, que ofereciam seus serviços a quem os precisasse.
Assim houve diversos locais em Java, Sumatra e Malaca onde também os fundiram, mesmo em épocas bastante posteriores.
As últimas datam do século XIX , já não eram usadas como peças de fogo mas apenas como moeda de troca internacionalmente
hoje chamado "cannon money". Fazem parte do grupo de peças de artilharia denominadas "LANTAKAS" embora que estas na sua quase totalidade eram
apenas de carregar pela boca. Há porém algumas de carregamento pela culatra.
Para datar mais precisamente este achado, torna-se necessário examinar a peça cuidadosamente.
Coube-me a tarefa de classificar a colecção de "canhões" do Sultão do Brunai, que tem cerca de 900 tubos em bronze (dos quais meia dúzia de carregar pela culatra).
Ficou desgosto em saber, que apenas cerca de 30 eram peças de fogo, todas as restantes apenas foram fundidas para sua utilização
como dinheiro ( rebentariam se alguém tentasse utilizá-las).
Comparando com as peças semelhantes, que tenho no Museu-Luso-Alemã, inclino para a hipótese do achado ser do século XVI ou XVII; de se
tratar de uma verdadeira peça de fogo, e de ter sido fundida nas Índias Orientais, como interpretação local, de um berço manuelino.
Mais apenas poderia dizer em tendo a peça na mão e examinando a parede interior na alma do tubo.
Rainer Daehnhardt"

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

RIDICULUM


MP investiga declarações de Otelo                                                                                                                                            
                O MINISTÉRIO Público abriu um inquérito às declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, que admitiu a possibilidade de haver um golpe militar no País «para derrubar o Governo», caso fossem «ultrapassados os limites». A investigação surgiu na sequência de uma queixa de um grupo de cidadãos indignados com declarações do Capitão de Abril.
                Numa entrevista à agência Lusa a propósito de uma manifestação de militares no dia 12 de Novembro de 2011,0 coronel na reserva defendeu ser contra estas manifestações, mas admitia que, se fossem ultrapassados os limites, os militares deveriam «fazer uma operação militar e derrubar o Governo». «Estou convicto  que, em qualquer altura, se os militares estiverem dispostos a isso, podem avançar sempre para uma tomada de poder», explicou, adiantado que uma revolta como a de Abril de 1974 seria agora mais fácil. «Bastam 800 homens».
                As declarações foram recebidas com preocupação por alguns antigos responsáveis militares, que as classificaram como um «incitamento à alteração violenta d  Estado de Direito», crime punível no Código Penal com um a oito anos de prisão. Confrontado com a abertura do inquérito, Otelo Saraiva de Carvalho desdramatizou: «Limitei-me a emitir uma opinião e esta não pode ser crime nenhum».


Nota:As palavras poderão (se foi exactamente o que o Coronel disse) ser ridículas, mas a investigação do MP é muito mais

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

POIS


O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo, adiantou hoje que cerca de 4000 militares vão voltar a ganhar o salário de 2009 e disse estar satisfeito com a solução encontrada pelo Governo.

"O senhor ministro da Defesa Nacional convocou o CEMGFA e os chefes dos ramos para nos dar a conhecer, já o tinha feito, mas, de uma forma gentil, nos dar a conhecer o despacho que proferiu", afirmou Luís Araújo aos jornalistas, no final de uma reunião entre as chefias militares e José Pedro Aguiar-Branco.

O principal chefe militar disse achar que não vai haver mal-estar nas Forças Armadas com o despacho do ministério da Defesa e das Finanças proferido na sexta-feira passada, que estabelece a recolocação na posição salarial de 2009 dos militares cujas promoções tenham sido consideradas "ilegais" pelas Finanças. 

Questionado sobre se não considera que os militares estão a ser penalizados por um erro que lhes foi alheio, Luís Evangelista Araújo respondeu: "Os militares cumprem os despachos e os militares vão com certeza, como sempre fizeram, cumprir com o que foi estabelecido". 

O CEMGFA assinalou que os três pontos que considerava fundamentais foram "perfeitamente acomodados no despacho conjunto": Não haver despromoções, não haver ressarcimento de salários e respeito pela antiguidade no posto. 

Luís Araújo adiantou ainda que haverá "à volta de" 4000 militares recolocados, entre 2500 no Exército, 800 na Marinha e 700 na Força Aérea. 

"Nesta questão não há vencidos, nem vencedores, entendemos é que o ministro de Estado e das Finanças e o ministro da Defesa Nacional tiveram o empenhamento e a sensibilidade para resolver este problema, que é muito complexo e que, como sabem, foi causado por razões que todos nós conhecemos e que não quero estar aqui a invocar", salientou. 

O CEMGFA referiu que a terminologia utilizada no relatório da Inspecção-geral de Finanças (IGF) - ilegal - "não tem o sentido que tem na instituição militar". 

"Na linguagem militar são termos muito graves, mas em termos da linguagem jurídica, quando se anda a mais de cento e vinte quilómetros por hora numa autoestrada é uma ilegalidade", notou. 

Na reunião participaram, para além do ministro e do CEMGFA, o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Saldanha Lopes, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general José Pinheiro, e o tenente-general Vaz Antunes (Inspetor-Geral do Exército), que representou o chefe do ramo, general Pina Monteiro. 


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CÁ NÃO HÁ DISTO

Cá temos um envergonhado 10 de Junho, onde ninguém do Governo, e muito menos do Comandante Supremo, põe os pés, com vergonha não se sabe de quê.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

MISÉRIA

Era uma vez uma lei, a 25/2000 de 23 de Agosto, que foi aprovada no Parlamento , por unanimidade.
O então Ministro da Defesa Nacional, Dr.Júlio Castro Caldas, entendeu ginjar-se na lei e não a cumpriu.
A Comissão parlamentar de defesa nacional não se deu ao trabalho de fiscalizar as atitudes do Governo, como lhe compete, e também se marimbou.
Aliás para os militares toda a gente se está nas malvas.
Vai daí houve quem se não ficasse e foi para tribunal, que também se está um pouco borrifando para o assunto.
Mas eis a situação actual, anos e anos volvidos:
1-Acção administrativa declarativa ordinária, que corr seus termos junto da 4ª unidade orgânica do Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa, sob o nº 2311/08.88BELSB.
Ainda não foi proferida qualquer decisão pelo Juiz.Após a apresentação da Petição Inicial pelos Militares, o Réu(MDN) contestou a acção.Na sequência das contestações foi apresentada resposta em nome destes.
2-Acção administrativa declarativa ordinária que corre seus termos junto da 1ª unidade orgânica do mesmo tribunal sob nº 1752/08.5BELSB
Após a apresentação da petição inicial pelos militares o Réu (ou os Réus, pois podem ser os Ramos)contestou, tendo sido apresentado em nome dos Militares resposta. Em 17.11.2010 o tribunal proferiu sentença, absolvendo os Réus.
Foi entreposto recurso para o Tribunal central Administrativo do Sul(TCAS) invocando o mais recente(e mais favorável) Acórdão sobre esta matéria,o TCAS de 23.09.2010.
O recurso ainda não foi apreciado
3-Tudo igual , mas correndo na 3ª unidade orgânica, sob nº 2637/07.8BELSB
A Juiza fez uma audiência preliminar(21.01.2010), tentando o acordo , que foi recusado pelo MDN.A Juiza proferiu então despacho para os Militares dizerem quanto era (em €€€€) que deveriam receber a título de complemento de pensão de reforma.Em 23.02.2010 foi entregue.
Desde aí pevas.

E é assim a vida. Como se vê o MDN sempre contra os Militares, e a justiça a ver se prescreve!!!!!

domingo, 1 de janeiro de 2012

SERÁ?

Dizem para aí que num Tribunal perto do Porto, o colectivo é constituído pelo Juiz Presidente e duas Juízas.

Neste momento está parado por licença de parto das meretíssimas .

E imaginam quem é o Pai das nascituras??????????

Em tempo:14 de Janeiro: Afinal é só 1 Juíza. A outra é Procuradora do MP