É chocante. Mas deve-se ter conhecimento, para ver se , no seculo XXI , e depois da descolonização exemplar, os políticos começam a olhar doutra maneira para alguns Países quetme 500 anos de cultura lusitana.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
HONNY SOIT....
Este Homem é o lider da oposição timorense e já foi Primeiro Ministro.É o enviado especial do Presidente da Republica de Timor Leste para o caso da Guiné-Bissau e a sua estabilidade democrática.
É uma pessoa importante.E passou por este país.
Sabem por quem foi cá recebido e discutiu o problema de Bissau? IMAGINEM!!!!!!
Pelo diplomata que nos anda a lixar.
É claro que em Dili estão chateados. Pudera!!!
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escarnio e maldizer
quarta-feira, 15 de abril de 2009
NO REINO de SEVERIANO

Parece que o senhor mais baixinho partiu hoje em visita ao.....Urzebeijão!!!!!!!!!!!!!!!!!
Procurei nos orgãos da comunicação dita social e , claro , nenhum ligou pevas a este ridiculo.
Mas se fôr verdade dava amêndoas para saber o que raio vai lá o senhor fazer , além de gastar o nosso dinheiro , que tão preciso é para outras coisas
terça-feira, 14 de abril de 2009
DIVINO
1912
CRUZEIRO SUL
A Cacine foi enviada estes dias passados para o cruzeiro sul , de urgência , pelo que ninguém pôde ser avisado.Peço desculpa aos visitantes que a procuraram e nada viram de novo.
A razão do cruzeiro não foi para procurar um candidato do PSD ás europeias , nem para terminar com a segada da pirataria somali, mas antes para desligar os equipamentos audio e video durante 7 dias e tentar esquecer este País , esta gente , estes políticos e este governo , em especial.
Regressamos hoje , com Vossa licença
segunda-feira, 6 de abril de 2009
ABANDONADA
Caro amigo:Três quilómetros de comprimento e 300 a 400 metros de largura. É isto a Ilha de Moçambique, uma língua de terra a rebentar de gente, onde as praias são as casas de banho e onde quase todos os edifícios ameaçam ruína. Não se percebe onde está o encanto. Mas está.À ilha, património mundial desde 1991, primeira capital de Moçambique (até 1898), chegou Vasco da Gama em 1498, na rota da Índia, e nove anos depois os portugueses ocuparam-na. É um pedaço de terra riquíssimo em história, a desmoronar-se, pedra a pedra, todos os dias mais um bocadinho.Hoje chega-se a ela por uma ponte, construída na década de 60, também a pedir reforma. E faz calor, pelo que me disseram sempre muito calor. E são casas e casas, ruas inteiras, de ruínas. E são restos da presença portuguesa em cada canto. E é a fortaleza de São Sebastião, agora a ser restaurada, depois de as figueiras bravas quase a terem consumido por inteiro, apesar de ser a maior da África Austral.Estive lá nem chegou a 24 horas, o suficiente para querer lá voltar, com mais tempo. Porque se está bem na ilha. Caminha-se sem medo nas ruas, mesmo de noite, onde as pessoas ficam à soleira da porta, nos bancos dos jardins, conversando, crianças brincando na praia ao fim do dia, quando as casas da ilha ficam amarelas, fazendo lembrar a luz de Lisboa.Vive-se devagar ali, sem medos. Quando há tempos um português foi questionar a polícia sobre um possível assalto foi preso. Acusado de espalhar boatos. É talvez, também, pela falta dele que as pessoas são excepcionalmente simpáticas e prestáveis, até com os estrangeiros, a troco de um sorriso e um obrigado.Vive-se devagar a olhar o mar calmo, a ilha de Goa ao fundo, o continente do outro lado, e dorme-se cedo, porque a vida começa ainda mais. Na manhã que me vim embora visitei a fortaleza às sete da manhã, o sol impiedoso por volta das oito, os alunos já com duas horas de classe.Conheci alguns, durante a tarde, o Diogo, de 12 anos, o Cláudio, de 13, que passam o tempo livre à cata de turistas, para os convencer a comprar uma visita guiada aos principais monumentos. Feita obviamente por eles, prometendo mais de 500 anos de história mas tropeçando depois nos factos, porque por 100 ou 200 meticais, cinco ou seis euros, não podes querer um José Hermano Saraiva.O Diogo e o Cláudio, de famílias pobres, são dois dos cerca de 15.000 habitantes, o triplo da capacidade, a maior parte em casas de colmo, a pesca por profissão e uma ilha que é um museu abandonado.Mas encanta. As pessoas. A arquitectura. As cores. O mar. A ilha.Um abraçoFernando Peixeiro
“Esta Ilha pequena, que habitamos,
“Esta Ilha pequena, que habitamos,
É em toda esta terra certa escala
De todos os que as ondas navegamos,
De Quíloa, de Mombaça e de Sofala
E, por ser necessária, procuramos,
Como próprios da terra, de habitá-la;
E por que tudo enfim vos notifique,
Chama-se a pequena Ilha - Moçambique”.(Camões)
Com a devida vénia. Texto de Fernando Peixeiro
sábado, 4 de abril de 2009
SURPRESA?
quinta-feira, 2 de abril de 2009
PARTIU
CHAPELADAS
Eu aceito que a Comunicação dita social tem exagerado , direi até , escandalosamente este caso do Freeport em relação ao 1º Ministro , e utilizdo impunemente uma linguagem grosseira que não será devida a um Chefe de Governo.E penso que essa mesma Comunicação , ou os jornalistas , deveriam era de se atirar aos Juizes , Magistrados , Tribunais e tudo o que cheire a justiça , porque esses sim ,são certamente os culpados das anomalias que se registam.
Mas já agora , que vejo figuras publicas levantar a voz contra esta cabala , não me lembro de as ter ouvido quando o jornal socialista Portugal Hoje e o comunista Diário fizeram o mesmo contra Sá Carneiro.
Coerencias.......
quarta-feira, 1 de abril de 2009
NO REINO de SEVERIANO
Os 3 Ramos das Forças Armadas , expontâneamente , realizaram uma gigantesca parada militar , com o brio que é peculiar , em frente ao monumento dos Jerónimos , para agradecerem ao ministro e ao secretario de estado da Defesa Nacional tudo o que têm feito pelos militares , sobretudo a sua dignificação perante a opinião publica , a sua reabilitação na história , a equiparação , que foi perdida , a outras classes , nomeadamente os magistrados e professores , e todas as mais benesses concedidas.De facto , estas duas singulares e únicas figuras públicas , já com conspícuos créditos concedidos à sociedade e ao País , bem mereceram esta gratidão que os militares quiseram mostrar, pois o exemplo vem sempre de cima.
É pena que , vindas as eleições , eventualmente sejam retiradas da pasta da defesa nacional , e das Forças Armadas de que se auto-intitulam.
Milhares de populares , interessados e radiantes , assistiram à garbosa parada dos militares, e aplaudiram frenéticamente os homenageados
1 de ABRIL
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