Mostrar mensagens com a etiqueta economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta economia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A IR

CONFERÊNCIA ISG: “PROBLEMAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA”
O Instituto Superior de Gestão (ISG), realiza-se amanhã, pelas 18.30 horas, nas suas instalações e com entrada livre, uma Conferência
com o tema: “Problemas de Internacionalização da Economia Portuguesa”.
1. Introdução
Professor Doutor Miguel Varela – Director ISG
2. A captação de Investimento Estrangeiro e a importância dos Países Lusófonos
Professor Doutor Tito de Carvalho – Professor Associado ISG
3. A importância do Brasil
Dr. Humberto Freire – Administrador Geral Banco do Brasil (Portugal)
4. A importância de Angola
Dr. Hélder de Oliveira – Presidente Conselho de Administração S.P.E, SA
5. A importância de Moçambique
Dr. João Navega – Presidente da Câmara de Comércio Portugal Moçambique
6. Debate final

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

QUE FALTA DE PUDOR

Se trata, según la Junta, de luchar contra el fraude fiscal, pero en la práctica quiere impedir que los andaluces que vayan a morir "previsiblemente" en el plazo de un año dispongan del dinero de sus cuentas bancarias. El nuevo proyecto de Ley fue admitido ayer a trámite por el Consejo de Gobierno que preside Susana Díaz y dice pretender que se impida eludir el pago del impuesto de Sucesiones en los casos de "fallecimiento previsible con anterioridad".



Según la consejera de Hacienda y Administraciones Públicas, María Jesús Montero, se han detectado situaciones en las que se han hecho "operaciones en los depósitos bancarios" de la persona a punto de morir hacia "las cuentas de sus familiares" con objeto de "evitar el pago de dicho impuesto". Dicha medida imposibilitará, por tanto, realizar operaciones en los depósitos bancarios que puedan ser señal de un desvío del dinero para eludir la tasa fiscal.

En la referencia oficial, la Junta lo explica de este modo: "En la modalidad de Sucesiones, se incrementa la capacidad de la administración para acceder a los movimientos bancarios de los herederos ya que, en casos de fallecimiento previsible con anterioridad, se han detectado operaciones o movimientos en los depósitos bancarios con objeto de eludir el pago de ese impuesto. Ahora, la persona beneficiaria tendrá que aportar una acreditación emitida por la entidad financiera en la que aparezca el saldo en el momento de fallecimiento, pero también los movimientos efectuados en el plazo de un año previo a esta situación, así como el número de titulares de la cuenta."

quarta-feira, 5 de junho de 2013

AS CAVERNAS

Eu julgava que estas coisas deviam ser muito discretas, para não dizer Secretas

terça-feira, 4 de junho de 2013

OS JORNALISTAS SÓ OLHAM PARA UM LADO

1. Soube-se, na última 5ª Feira (Boletim Estatístico do BdeP, Maio), que a Balança Corrente com o exterior no 1º trimestre de 2013 fechou virtualmente em equilíbrio (défice de € 22 milhões), que compara a um défice de € 1.780 milhões no período homólogo de 2012 e a défices muitíssimos mais elevados que este último no 1º trimestre de 2011 ou de 2010.

2. Trata-se da confirmação da mais importante viragem estrutural no desempenho da economia portuguesa, que em pouco mais de 2 anos consegue passar de défices correntes anuais superiores a 10% do PIB para uma situação de mais do que provável superavit em 2013.
3. E uma viragem cujo ritmo ultrapassa mesmo as previsões oficiais: basta recordar que no Documento de Estratégia Orçamental, recentemente divulgado, era ainda assumido um défice corrente de 0,3% do PIB (qualquer coisa como € 500 milhões) para 2013 quando, pelo valor registado no 1º trimestre, em 2013 se deverá registar já um superavit apreciável...
4. Adicionalmente, este dado reforça a probabilidade de acerto da última previsão do BdeP que apontava para superavits de 2,8% e de 3,6% do PIB, respectivamente, para as Balanças de Bens + Serviços e para as Balanças Corrente+Capital, em 2013.
5. Uma análise da reputada empresa de informação económica Capital Economics, divulgada na semana passada, mostrava que o ajustamento das contas externas nos três países do Euro sujeitos a programas de resgate financeiro, tinha a seguinte explicação (dados até final de 2012): caso da Irlanda, 100% em resultado do aumento das exportações; Portugal, 50% em resultado do aumento das exportações e 50% da queda das importações; Grécia, 100% pela queda das importações.
6. Como já aqui tenho referido, esta mudança radical de desempenho da economia portuguesa tem de ser levada fundamentalmente a crédito de um extraordinário esforço de reconversão do sector empresarial privado – empresários e trabalhadores – que não têm poupado esforços e sacrifícios para conseguir sobreviver e ultrapassar as imensas dificuldades para que o País foi arrastado fruto, não exclusivamente mas em 1º lugar, do horrível "trabalho" de uma classe política irresponsável e incompetente...
7. ...e deveria constituir um formidável exemplo para o imenso exército de comentadores encartados que, com pouquíssimas excepções, não fazem outra coisa que não seja entregar-se a jogos florais deletérios, intoxicando a opinião pública e lançando a mais completa confusão um País à beira de um ataque de nervos...
8. E deveria ser também um enorme exemplo para uma grande parte da classe política que continua obstinadamente empenhada num exercício de baixa política, contribuindo para a infecção da opinião pública e para dificultar a vida aos que continuam a apostar no trabalho...e para os profissionais da greve que, em atitude diametralmente oposta, acaham que a melhor forma de enfrentar as dificuldades consiste em baixar, deliberadamente, os braços...
9. ...e até, como o devido respeito, para os senhores juízes do TC, que ainda não conseguiram entender o que verdadeiramente se passa na economia portuguesa, aplicando princípios constitucionais com base numa avaliação inteiramente fictícia da economia do País (a começar na subsistência do Escudo)...
10. Resta dizer, para terminar, que esta importante notícia...nem foi notícia, não tendo merecido a mais leve atenção dos esplendorosos media...sem qq surpresa, claro, no estado a que chegamos!
Publicada por Tavares Moreira

quarta-feira, 24 de abril de 2013

NEM TUDO É MAU


Billionaire Targets Portuguese Property Turnaround


Billionaire Nicolas Berggruen and two Portuguese partners plan to spend as much as 1 billion euros ($1.3 billion) on real estate in the country, though they’re not expecting to make a quick return.
Berggruen, Jose Luis Pinto Basto and Miguel Pais do Amaral will target assets such as office buildings, hotels and parking lots, Pinto Basto said in an interview in Lisbon. The properties may take as long as 10 years to sell at a profit, he said.


Billionaire Nicolas Berggruen

Billionaire Nicolas Berggruen
Michele Tantussi/Bloomberg
Nicolas Berggruen, billionaire investor and founder of Berggruen Holdings Inc., travels the world in a Gulfstream IV jet while living in five-star hotels. He owns 50 percent of Edge Berggruen Investments
.
Nicolas Berggruen, billionaire investor and founder of Berggruen Holdings Inc., travels the world in a Gulfstream IV jet while living in five-star hotels. He owns 50 percent of Edge Berggruen Investments. Photographer: Michele Tantussi/Bloomberg
“We’re not in a hurry,” said Pinto Basto, who formed Edge Berggruen Investments with his partners to make acquisitions.“The thing about Nicolas is that he’s a marathon runner, not a sprinter.”
Prices for the best Portuguese properties should stabilize this year after falling as much as 15 percent in 2012, according to Walter Fabrega, broker Jones Lang LaSalle Inc.’s head ofcapital markets in Portugal. The government has forecast that the economy will grow in 2014 for the first time in four years.
Berggruen, a German-American who travels the world in a Gulfstream IV jet while living in five-star hotels, owns 50 percent of Edge Berggruen Investments. Vanessa Osorio, a spokeswoman for Edge Group and Edge Berggruen Investments, said he wasn’t immediately available for comment.
Portuguese banks are among those looking to sell assets.Banco Espirito Santo SA (BES), the country’s biggest publicly traded bank, is selling some loans made to distressed companies in the real estate and tourism industries to private-equity funds, Antonio Souto, a board member at Espirito Santo said on Feb. 20.Banco Comercial Portugues SA (BCP), a Portuguese lender, is selling more than 700 repossessed properties, including offices and warehouses with discounts of as much as 12 percent, according to the bank’s website.

Turnaround Plans

Edge Berggruen is focusing on deals of 200 million euros to 300 million euros and is talking to banks and state-owned institutions with large real estate holdings, said Pinto Basto, who is also a commercial airline pilot. “The goal is to focus on indebted assets, pay off some of the debt and turn around these businesses,” he said.
Tim Seconde, associate director of capital markets at property broker CBRE Group Inc. in Portugal, said investment levels in the country’s commercial real estate “hit rock bottom” in 2012 as investors watched the euro-zone crisis unfold and speculation about countries exiting the currency increased.

‘Doubts Continue’

“So far in 2013, we have seen doubts continue and investment volumes will remain relatively low,” Seconde said by e-mail. “However, there had been a notable increase in interest from new investors and some of them will be able to take advantage of the lack of competition and highly readjusted pricing.”
Portuguese real estate investment declined by 38 percent in 2012 to 125 million euros, the lowest in the last decade, according to Jones Lang. Investment in commercial property dropped by 50 percent from the previous year, Cushman & Wakefield Inc. Managing Partner Eric van Leuven said in January.
Political and economic uncertainty in Portugal, meanwhile, hasn’t abated and unemployment is the highest since at least 1998. The southern European nation was the third euro member to seek an emergency bailout when it got 78 billion euros in 2011 following Greece and Ireland.
The country is facing new barriers to meeting aid requirements and is promising further budget cuts after itsConstitutional Court last week blocked a proposal to suspend a payment to state workers and pensioners. That risks delaying completion of the seventh aid-plan review and reducing the chance of international partners giving the nation more time to pay back rescue loans.
“This is the right time to act” because valuations have been adjusted, Jones Lang’s Fabrega said by e-mail. “Owners are more evidently accepting the depreciation of their assets” and that “presents excellent business opportunities.” 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MUST BE GOOD

The Conference will take place at:

University of Beira Interior, POLO III
(building of the Faculdade de Ciências da Saúde)
8th-9th of July 2013

Avenida Infante D. Henrique, s/n
6200-506 Covilhã
Portugal

GPS: N – 40º16´03.27´´; W – 7º29´42.13´´
E-Mail : pej2013@ubi.pt

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O MAL QUE NOS FAZEM

OMUNICADO DAS ASSOCIAÇÕES DE EMPREGADORES
GREVES NO SECTOR MARÍTIMO-PORTUÁRIO

Como é do conhecimento geral, encontra-se em discussão pública a Proposta de Lei n.º 99/XII, relativa ao regime jurídico do trabalho portuário, que está na base das sucessivas greves que o Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal e o Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro têm vindo a decretar para os portos de Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro e Setúbal.
Estas greves que duram há cerca de 3 meses e que têm acarretado enormes prejuízos, de largos milhões de euros, não só para as empresas de estiva dos portos envolvidos (que estão a trabalhar a menos de 50% nos dias de greve e não trabalham nos dias de plenário, sem esquecer o impacto da taxa de absentismo dos trabalhadores que ronda os 30%) mas também para todos os restantes operadores económicos cujas actividades estão directamente relacionadas com os portos em questão (armadores, transitários, agentes de navegação e carregadores).
Pese embora o esforço unilateral aportado pelas associações das empresas de estiva de Lisboa, Figueira da Foz e Setúbal, que com o intuito de conseguir a solução do problema das greves - a decorrer e anunciadas - têm apresentado algumas propostas ao Sindicato, foi impossível alterar as decisões dos dirigentes sindicais interlocutores em todo este processo.
De facto, e tendo presente a imperatividade das alterações ao regime jurídico do trabalho portuário que se avizinham, as referidas associações apresentaram proposta que se traduziam no seguinte:
A. Manutenção do quadro de trabalhadores portuários;
B. Ocupação efectiva do actual quadro de trabalhadores portuários;
C. Definição de limites anuais de trabalho suplementar, uma vez que o Sindicato não se revê no limite imposto pela nova lei;
D. Compromisso de apresentação de uma proposta de CCT até final de Março, que deveria ser discutido de forma a estar concluído antes de 30 de Junho de 2013.
Ora, como é fácil constatar, com as propostas apresentadas pelas associações de empregadores, os actuais trabalhadores de cada porto em nada sairiam prejudicados, uma vez que não viriam os seus postos de trabalho reduzidos e a todos seria garantida a ocupação efectiva.
Mais, as associações de empresas de estiva defendem que, ao contrário do que é apregoado pelo Sindicato, ao invés de despedirem trabalhadores as empresas iriam necessitar de contratar novos trabalhadores, o que, considerando a taxa de desemprego a nível nacional, sempre seria uma medida a saudar.
Pese embora todos os esforçosdesenvolvidos pelas Associações de empresas de estiva, o Sindicato foi inflexível “rejeitando rotundamente o diploma em formação” exigindo dos operadores e do Governo que travem a aprovação da nova proposta de lei.
Face ao exposto e considerando o pré-aviso de novas greves para o período de 15 a 28 de Novembro, as Associações continuam a considerar incompreensível a corrente estratégia do Sindicato e por esse motivoentendem impor-se, desde já, a redefinição dos serviços mínimos propostos, os quais, tal como estão definidos, começam a prejudicar gravemente as populações das regiões autónomas.
Lisboa, 09 de Novembro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

AINDA POR CÁ SE GRITA

As proximas medidas que vai propor o governo grego a Troika. Isto e por cima dos recortes que ja fizeram ate agora:

Of the €10.5bn in spending cuts, €6.5bn is coming from cuts to wages, pensions and benefits. The rest is due from savings produced by structural reforms. Up to €8bn of measures are due to be implemented next year.
·         Retirees will lose roughly a month’s worth of payments. Any pensions between €1000 and €1500 will be cut by 2%. Those between €1500 and €2000 will be reduced by 5% and any above €2000 reduced by 10%.
·         Extra holiday payments for pensioners and for civil servants will be abolished.
·         The increase in the retirement age from 65 to 67 is due to be implemented from next year.
·         Civil servants salaries will be cut by up to 10%, those working at public enterprises will see reductions of between 20% and 30%.
·         Self-employed will lose their tax-free threshold of €5000 (although it will remain in place for salaried) and be taxed on the whole of their income at a rate of 30% or 35%.
·         Some 300,000 farmers who are currently not obliged to keep records of what they sell will have to do so and will be taxed at a similar rate to other self-employed Greeks.

Como dizem em espanhol: "Cuando veas las barbas de tu vecino quemar, por las tuyas a remojar".


 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

QUEM FOI ?

Os Estaleiros de Viana , que já foram grandes e bons, estão arruinados, hipotecados, destroçados , arrasados.....

Dizem-me que até as gruas e outro ferramental estão hipotecados......

E de quem foi a culpa?????

De ninguém , claro. Estamos em Portugal

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

TSU-LUCRO EM 7 EMPRESAS


EDP

Colaboradores em Portugal – 12292 – dados do relatório e contas
Salário médio mensal em 2009 – 2608 € - dados publicados na proteste investe em 2011
Poupança mensal – 1.843.308,32 €
Poupança Anual – 25.806.316,48 €

BES

Colaboradores em Portugal – 7557 – dados do relatório e contas
Salário médio mensal em 2009 – 3063€
Poupança mensal – 1.330.938,84 €
Poupança Anual – 18.633.143,76 €

GALP

Colaboradores em Portugal – cerca de 4354 dados do relatório e contas
Salário médio mensal em 2009 – 2062 €
Poupança mensal – 516.210,24 €
Poupança Anual – 7.226.943,36 €

BCP

Colaboradores em Portugal – 9917 dados do relatório e contas
Salário médio mensal em 2009 – 1913 €
Poupança mensal – 1.090.770,83 €
Poupança Anual – 15.270.791,62

PT

Colaboradores em Portugal – 11176
Salário médio mensal em 2009 – 1022 €
Poupança mensal – 656.701,76 €
Poupança anual – 9.193.824,64 €

SONAE

Colaboradores em Portugal – 39372
Salário médio mensal em 2009 – 946 €
Poupança mensal – 214.1443,08 €
Poupança mensal – 29.980.203,12 €

JERÓNIMO MARTINS

Colaboradores em Portugal – 29092
Salário médio mensal em 2009 – 637 €
Poupança mensal – 1.065.349,04 €
Poupança Anual – 14.914.886,56 €

terça-feira, 4 de setembro de 2012

SETEMBRO

Um mês e pêras.......estejam atentos em terra

in:Orey finance

segunda-feira, 11 de junho de 2012

PINGA


 'Shanghai Prime Wines', é a mais recente empresa criada pelo grupo Enoport para a distribuição de vinhos portugueses no continente chinês.
EnoportA nova empresa, que funcionará como complemento à importação directa, inicia operação ainda este mês nos escritórios da representação da Enoport em Xangai.
No continente chinês a aposta passará por vinhos de gama média e alta, cujos valores rondam os 10 e 15 euros. A China é o segundo maior mercado da Enoport, tendo no último ano sido responsável por 13.8 milhões de euros no sector da exportação dos vinhos da Enoport.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

COMPRE PORTUGUÊS

56 para Portugûes

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

FORÇA,FORÇA COMPANHEIRO


A conceituada revista britânica «The Economist» alerta este fim-de-semana que «o risco de a moeda única se desintegrar dentro de semanas é altamente alarmante».

Num artigo intitulado «É realmente o fim», a publicação escreve que «a crise na zona euro está a provocar o pânico» e lembra que «mês após mês», esta crise alastrou «da periferia vulnerável da zona euro», como Grécia, Irlanda e Portugal, «para os países do núcleo», como a Espanha e a Itália.

A juntar às dificuldades internas de cada país, somam-se as evidências de que a economia da zona euro está «a caminhar para uma recessão, se é que já não está nessa situação».

«Agora, é provável uma calamidade ainda maior. A intensificação das pressões financeiras aumenta as probabilidades de um default desordeiro de um país, uma corrida aos depósitos dos bancos ou uma revolta contra a austeridade, que marcaria o início do fim da zona euro», conclui.

Nota:Os senhores dos sindicatos que façam mais greves, para isto acabar mais depressa ainda

sábado, 19 de novembro de 2011

ATENÇÃO


 Auditório do Porto de Sines recebeu esta segunda-feira a 1.ª Conferência da Comunidade Portuária de Sines, subordinada ao tema “O impacto do novo canal do Panamá nos Portos Portugueses”.
O evento contou com intervenções de vários oradores ligados ao sector marítimo-portuário e ainda com a participação de Carlos Pais Montes, professor do Instituto Universitário de Estudos Marítimos da Universidade da Corunha e de Federico Richa Humbert, Embaixador do Panamá.
Carlos Vasconcelos, presidente da CPSI, classificou o novo Canal do Panamá como «uma oportunidade de particular importância para o desenvolvimento e crescimento dos Portos portugueses», opinião partilhada por todos os oradores.
Lídia Sequeira, presidente do porto de Sines, que acolheu o evento, destacou a posição geoestratégica dos portos portugueses, sublinhou que todos vão beneficiar "das mudanças nas rotas marítimas mundiais" e salientou que "o Porto de Sines, pelas suas características, tem aqui uma oportunidade única".
A presidente da Administração do Porto de Lisboa, Natércia Cabral, também realçou a "oportunidade para os portos portugueses, em particular para Sines que tem vantagens competitivas que lhe permitem lutar com principais portos do sul da Europa".
Por seu lado, Amadeu Rocha, da Administração do Porto de Leixões, declarou que "a APDL vê o Canal do Panamá como uma grande oportunidade".
Já Francisco Sá, presidente-executivo da aicep Global Parques, identificou as oportunidades que o novo Canal do Panamá abre aos Portos Portugueses e sublinhou que, “neste momento, o mais importante é definir que produto os portos nacionais e os stakeholders da logística querem vender e quem são os parceiros indicados”.
Carlos Pais Montes, da Universidade da Corunha, apresentou um estudo onde divulga o crescimento revelado pelo Porto de Sines no tráfego contentorizado comparativamente com os restantes Portos Ibéricos e a taxa de conectividade dos Portos mundiais onde Sines tem vindo a destacar-se. Enquanto o Embaixador do Panamá em Portugal se focou na importância das obras que estão a decorrer no Canal do Panamá para a economia mundial.
 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

CUIDADO


Los acuerdos alcanzados por la UE el 26 de octubre nuevamente han probado ser insuficientes. A pesar de la anunciada quita del 50% de la deuda griega en manos del sector privado, persisten las dudas sobre su sostenibilidad dada la fatiga reformadora en ese país. Por otro lado, el apalancamiento del EFSF como un seguro para alcanzar el tamaño que le permita servir de cortafuegos al resto de Europa se ve amenazado por la propia intensificación de la crisis. Además, la falta de acuerdo en el G-20 para aumentar los recursos disponibles para Europa deja claro que los países fuera de la región quieren que esta demuestre que tiene la crisis bajo control político antes de comprometer recursos adicionales, directamente o a través del FMI.
A pesar de todo, existe aún una posibilidad de ganar tiempo para acometer las reformas fiscales y estructurales que muchos países necesitan para crecer y evitar que unproblema persistente de liquidez termine convenciendo a los mercados de que se han vuelto insolventes. Tiempo, además, para tener listos los cortafuegos que eviten el contagio de una implosión de Grecia al resto de países y al sistema financiero europeo en general. Tiempo, por último, para acordar y presentar una hoja de ruta hacia la unión fiscal y los eurobonos que hagan creíble a la unión monetaria.
Afortunadamente, los acuerdos de octubre no han cerrado definitivamente la puerta a que el BCE pueda actuar como prestamista soberano de última instancia. Ahora mismo es la única institución que puede detener el pánico en los mercados de deuda soberana periférica, a través de mayores compras de bonos en el mercado secundario. Mucho mejor aún sería que accediera a apalancar el EFSF para que este pueda introducir explícitamente la condicionalidad que, en términos de reformas, debe acompañar a este apoyo. Pero lo que resulta esencial es que el BCE otorgue este apoyo de forma decidida y explícita, prometiendo hacer uso de sus recursos casi ilimitados. Mientras su apoyo siga siendo anunciado como "limitado" y "temporal" carecerá de la fuerza necesaria para eliminar los ataques especulativos.
Por supuesto, esta decisión trae consigo la posibilidad de riesgo moral por parte de los rescatados. Pero, ¿queremos focalizar la atención en el riesgo moral en momentos de crisis intensa? Además, la provisión ilimitada de liquidez a través de un EFSF apalancado en el BCE vendría acompañado de estricta condicionalidad. Otro riesgo es el posible efecto inflacionario de esta medida, pero es difícil destacarlo en momentos en que la zona euro corre el riesgo de caer en recesión. Además, si la intervención del BCE es decidida y explícita, bastaría la amenaza para reducir las tensiones, por lo que no se terminaría produciendo un fuerte incremento de la base monetaria.
En suma, y como el escaso resultado de la reunión del G-20 dejó claro, la solución a la crisis de Europa debe empezar desde Europa, y solo el BCE puede en este momento ganar el tiempo necesario para implementarla.
Juan M. Ruiz es economista jefe de Escenarios Económicos de BBVA Research.

hoje en El País

terça-feira, 8 de novembro de 2011

EUROPA???

Segundo um estudo apresentado hoje pelos economistas chefes do BBVA, Juan Ruiz e Miguel Jiménez, as soluções propostas pela União Europeia para resolver a crise da dívida estão "na direcção certa", apesar de algumas não serem eficientes e deixarem questões por resolver.

O relatório aponta para que os países emergentes continuem a prosperar a um ritmo superior ao crescimento mundial, o qual avançará 3,9% este ano e 4,1% em 2012. Os países emergentes serão responsáveis por 75% a 80% deste crescimento.

O BBVA adverte que estas previsões podem ser revistas em baixa dada a incerteza sobre a crise da dívida na Europa, de acordo com o "Cinco Dias".

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

LOGO SE VÊ


A CPSI organiza, a 14 de Novembro, a 1.ª Conferência da Comunidade Portuária de Sines tendo por tema aquele que é já um dos mais relevantes assuntos para o sector marítimo-portuário: “O impacto do novo canal do Panamá nos Portos Portugueses”.A decorrer no Auditório do Porto de Sines, a partir das 10.30h, será debatida a questão do alargamento do Canal do Panamá e as oportunidades que o novo Canal irá proporcionar aos portos nacionais.

sábado, 22 de outubro de 2011

O BURACO



O navio alemão Bremen efectuou esta sexta-feira um turnaround no Porto do Funchal, tendo desembarcado 102 passageiros e 26 tripulantes e embarcado 85 passageiros e 25 tripulantes, num cruzeiro designado de "Madeira-Dakar" que se iniciou no Funchal e que inclui uma paragem nas ilhas Selvagens.


Por onde andará a crise?