Mostrar mensagens com a etiqueta politica internacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta politica internacional. Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de janeiro de 2015

AFINAL AS LAJES ......


«A imagem que me ocorre é a de uma monumental bofetada na cara do Estado português. Por todo o esforço diplomático que foi colocado neste processo, por todo o empenho que aos mais variados níveis do Estado português foi colocado neste assunto, por tudo aquilo que foi feito, pela contínua disponibilidade manifestada ainda há dois dias pelo senhor ministro dos Negócios Estrangeiros para trabalhar com os Estados Unidos quanto a um bom desfecho sobre este assunto», disse Vasco Cordeiro aos jornalistas, em Ponta Delgada.

O presidente do executivo açoriano disse que ainda hoje vai pedir audiências com caráter de urgência ao Presidente da República, Cavaco Silva, e ao primeiro-ministro, Passos Coelho, «uma vez que a palavra está agora do lado do Estado português».

Vasco Cordeiro lembrou que «ainda há dois dias» o ministro Rui Machete afirmou que «o desfecho» do processo das Lajes poderia ter «um impacto nas relações bilaterais entre Portugal e os Estados Unidos da América [EUA]».

«Pois muito bem, o desfecho é conhecido e importa agora passar das palavras aos atos», afirmou.

Também o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Alimentação, Bebidas e Similares, Comercio, Escritórios e Serviços dos Açores (SABCES) considerou  que o Estado português não se soube impor na negociação com os Estados Unidos sobre a Base das Lajes.

«O que nos preocupa, tratando-se de uma negociação, é a fragilidade do Estado português», salientou, em declarações à Lusa, Vítor Silva, considerando que Portugal «devia impor como condição a manutenção do atual número dos trabalhadores portugueses».

Os Estados Unidos anunciaram hoje uma redução gradual dos trabalhadores portugueses da Base das Lajes, nos Açores, de 900 para 400 pessoas, ao longo deste ano. Os civis e militares norte-americanos passarão de 650 para 165.

A informação foi dada pelo embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Robert Sherman, numa conferência de imprensa.

Para o dirigente do SABCES, um dos sindicatos que representam os trabalhadores portugueses da Base das Lajes, esta decisão pode ter «consequências nefastas» na região do ponto de vista económico e social.

«Esta situação é lamentável. Todo este processo tem sido lamentável», frisou, alegando que a redução «já vem sendo posta em prática há muito tempo», com impacto na economia local, nomeadamente na restauração e no mercado imobiliário.

Vítor Silva considerou que a postura dos norte-americanos exige uma «posição diferente do Estado português», porque Portugal não está a retirar contrapartidas da utilização da Base das Lajes.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, concelho onde está situada a Base das Lajes, remeteu declarações para mais tarde, tendo em conta que ainda não teve conhecimento oficial do que foi transmitido pelos Estados Unidos ao ministro da Defesa português.

Também o presidente da Comissão Representativa dos Trabalhadores portugueses na Base das Lajes recusou prestar declarações até reunir toda a informação sobre esta matéria. "
 
Nota: Pensava-mos que um País livre não queria ter bases estrangeiras, até porque , e esta em particular, se torna num alvo conspícuo evidente.
A FAP é que devia lá ter muito mais aviões e militares

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

DÁ QUE PENSAR


Em cumprimento de ordens das Forças Americanas ( ainda ocupantes da Alemanha) criou-se agora na RFA uma força de 3.500 homens ( requisitados à BUNDESWEHR da RFA) denominada “ CROWD RIOT CONTROLE” (CRC) . Fizeram manobras que mostram que estão muito bem equipados. Sabe-se que se prevê a sua utilização ( com dever de atirar sobre a população) caso haja “ distúrbios da ordem pública”.

Uma versão US-ALEMÃ da “ EUROGENDFOR”.

http://www.mzw-widerstand.de/blog/MZWTV/bundeswehr_probt_einsatz_gegen_volksaufstand-484332.html

sábado, 22 de novembro de 2014

NAO ACABOU ?


Le mandat de la force européenne Atalanta de lutte contre la piraterie vient d'être prolongé de deux ans, jusqu'au 12 décembre 2016. Une décision du Conseil européen officialisée le vendredi 21 novembre par un communiqué publié sur le site de l'opération Eunavfor Atalanta. Elle répond à une demande forte exprimée notamment par les armateurs européens.

Depuis 2008, la force Atalanta protège les navires de commerce transitant dans l'océan Indien des attaques de pirates venues de Somalie. Initialement, son mandat devait s'achever en décembre 2014.

La présence de navires militaires mais aussi, et peut-être surtout, de gardes armés privés à bord des navires de commerce a permis de faire baisser spectaculairement le nombre d'attaques de pirates somaliens. Depuis 2008, le nombre d’attaques est passé de 168 (dont 43 réussies) à 3 en 2014 (dont aucune n’a réussie), selon des chiffres communiqués par la Marine nationale. Mais ces résultats positifs restent fragiles, et chacun a conscience que le phénomène n'est pas éradiqué. Malgré le succès de l’opération, le risque demeure, notamment pour les navires de plaisance.

Le mandat de la force Atalanta a été prolongé mais également modifié. Elle devra désormais contribuer aux efforts de la communauté internationale pour s'attaquer aux causes profondes du mal. Ainsi, Atalanta pourra, par exemple, apporter un "soutien logistique, d'expertise ou d'entraînement" à d'autres acteurs européens, en particulier la mission Eucap Nestor.

Eucap Nestor est une mission civile de l'Union européenne lancée en 2012 pour renforcer les capacités de sécurité maritime de cinq pays de la Corne de l'Afrique et de l'océan Indien occidental : Djibouti, le Kenya, la Somalie, les Seychelles et la Tanzan

 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

JÁ NO IRAQUE

AFP
Suchoi Su-30 MK (Archivbild): Die irakische Regierung hat mehrere russische Kampfjets gekauft
Über dem Irak kreisen US-amerikanische und iranische Drohnen - und demnächst wohl auch russische Kampfjets. Die Regierung in Bagdad soll Militärtechnik für rund 365 Millionen Euro eingekauft haben.

terça-feira, 10 de junho de 2014

SEGURANÇA

Em directo de Caracas,

Afinal parece que se pode andar tranquilo na venezuela.

Isto recorda-me o nosso passado recente , onde as autarquias comunistas tinham à entrada uma ridícula placa que dizia "ZLAN" (zona livre de armas nucleares).

quarta-feira, 4 de junho de 2014

ANGOLA UÉ


http://www.civ.uevora.pt/var/event/storage/images/media/images/logo_ar/3929-1-eng-GB/logo_AR_medium.png

Maria João Sande Lemos
Maria Antónia Palla
Margarida Mayer
e o deputado
João Soares
Convidam-no (a) a estar presente, no próximo dia 5 de Junho pelas 17 horas – Auditório do Edifício Novo da Assembleia da Republica, na Conferencia:
" Angola: Os Desafios da Democratização".

Serão oradores: Raúl Manuel Danda - Deputado, Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA,
Alcides Sakala Simões - Deputado, Porta-voz e Secretário para as Relações Exteriores da UNITA,
Clarice Munga Kaputo - Deputada, Presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar na Assembleia Nacional de Angola, Rafael Massanga Sakaita Savimbi - Secretário para a Mobilização da UNITA.

No final da Conferencia os oradores responderão a questões da assistência.




segunda-feira, 2 de junho de 2014

sexta-feira, 30 de maio de 2014

CUIDADO!

"Os líderes da Rússia, Cazaquistão e Bielorrússia assinaram um tratado para a criação da União Económica Euro-Asiática (EES), liderada pela Rússia. O acordo – assinado, em Astana, por Vladimir Putine (Rússia), Nursultan Nazarbayev ( Cazaquistão) e  Alyaksandr Lukashenko (Bielorrússia) – cria formalmente uma pauta aduaneira unificada entre os países aderentes, a partir de 1 de Janeiro de 2015."
Speaking after the signing ceremony, Nazarbaev said allegations that the EES is nothing more than a re-establishment of the Soviet Union are not true, adding that the new bloc is purely economic and will play a key role in the world’s economic development.

Nazarbaev said the new pact is based on consensus.
“The agreement is well-balanced and thorough, taking into accounts the interests of all its members,” he said.
He voiced hope that the new alliance “will become a powerful incentive for modernizing our economies and helping make them global leaders.”
For his part, Putin said that key global economies have expressed interest in the EES, which he described as the major economic formation in the post-Soviet space, serving a market of 170 million people.
Putin said the EES takes cooperation to a “new level,” while respecting the sovereignty of member states.
Meanwhile, Belarusian President Alyaksandr Lukashenka — before signing the document — said that he was not fully happy with the deal but praised it as a mutually acceptable compromise.
Lukashenka added that the path toward the treaty was long and difficult, noting that some countries, such as Ukraine, had left the working group, while others, such as Armenia and Kyrgyzstan, have expressed interest in joining the bloc.
He said the EES will gradually turn into a foundation for political, military, and humanitarian cooperation.
Armenian President Serzh Sarkisian and Kyrgyz President Almazbek Atambaev attended the gathering in Astana on May 29 to discuss future membership.
Sarkisian said his nation will be ready to join the bloc as early as next month after completing final preparations.
After the ceremony, Putin and Atambaev signed a road map for Kyrgyzstan to join a Customs Union of Russia, Kazakhstan, and Belarus — a precursor to Kyrgyzstan joining the EES.
Lukashenka said he believes that Ukraine will join the EES “sooner or later.”
Russia tried to interest Ukraine in joining the Customs Union rather than sign an Association Agreement with the European Union. But Ukraine’s then pro-Russia president, Viktor Yanukovych, who spurned the deal with the EU in favor of closer ties with Moscow, was chased from power in February following months of protests.
Putin and Nazarbaev also met separately and signed a memorandum on the construction of Kazakhstan’s first nuclear power plant.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

INTERESSANTE


Apresentamos aqui a lista dos convidados para a reunião do Grupo Bilderberg deste ano (3 Portugueses, bem bom)

Presidente
FRA, Henri de Castries, Presidente e CEO do Grupo AXA

ALE, Paul M. Achleitner, Presidente do Conselho Fiscal do Deutsche Bank AG
ALE, Josef Ackermann, Ex-CEO do Banco Alemão AG
GBR, Marcus Agius, presidente não-executivo  do PA Consulting Group
FIN, Matti Alahuhta, membro do Conselho KONE, Presidente da Fundação da Universidade Aalto
GBR, Helen Alexander, Presidente da UBM plc
EUA, Keith B. Alexander,  Ex-comandante, Comandante cibernético dos EUA; Ex-Diretor da NSA
EUA,  Roger C. Altman, Presidente executivo da Evercore
FIN,  Matti Apunen, Diretor finlandês da Business and Policy Forum EVA
ALE, Jörg Asmussen, Secretário de Estado do Trabalho e dos Assuntos Sociais
HUN, Gordon Bajnai, ex-Primeiro-Ministro e Líder do Grupo Together 2014
GBR, Edward M. Balls, Chanceler do Tesouro
POR, Francisco Pinto Balsemão, Presidente da Impresa SGPS
FRA, François Baroin, Membro do Parlamento (UMP) e Prefeito de Troyes
FRA, Nicolas Partner Baverez, sócio da Gibson, Dunn & Crutcher LLP
EUA, Nicolas Berggruen,  Presidente do Instituto Berggruen sobre Governança
ITA, Franco Bernabè,  Presidente do FB Group SRL
DIN, Flemming Besenbacher, Presidente do Grupo Carlsberg
HOL, Ben van Beurden, CEO da Royal Dutch Shell plc
SUE, Carl Bildt, Ministro dos Negócios Estrangeiros
NOR, Svein Richard Brandtzæg, presidente e CEO da Norsk Hydro ASA
INT, Philip M. Breedlove, Comandante Supremo Aliado da Europa
AUS, Oscar Bronner, chefe da Verlagsgesellschaft mbH
SUE, Håkan Buskhe, Presidente e CEO da Saab AB
TUR, Cengiz Candar, Colunista Sênior da Al Monitorar e Radikal
ESP, Juan Luis Cebrián, Presidente Executivo do Grupo PRISA
FRA, Pierre-André de Chalendar, Presidente e CEO da Saint-Gobain
CAN, W. Edmund Clark,  Presidente e CEO do Bank Group TD
INT, Benoît Coeuré, Membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu
IRL, Simon Coveney, Ministro da Agricultura da Alimentação e da Marinha
GBR, Cowper-Coles, Conselheiro Sênior da Sherard do Grupo Presidente CEO do grupo HSBC Holdings plc
BEL, Etienne Davignon, Ministro de Estado

EUA, Thomas E. Donilon, sócio sênior da  O'Melveny and Myers e ex-conselheiro da Segurança Nacional dos EUA
ALE, Mathias Döpfner, CEO da Axel Springer SE
GBR, Robert Dudley Chefe do Grupo Executivo do BP plc
FIN, Henrik Ehrnrooth, Presidente da Caverion Corporation, Otava e Pöyry PLC
ITA, John Elkann, Presidente da Fiat SpA
ALE, Thomas Enders, CEO do Grupo Airbus 
DIN,  Ulrik Federspiel, Vice-Presidente Executivo da Haldor Topsoe SA
EUA, Martin S. Feldstein, Professor de Economia da Universidade de Harvard e Presidente Emérito da NBER
CAN, Brian Ferguson, Presidente e CEO da Cenovus Energy Inc.
GBR, Douglas J. Flint, presidente do Grupo HSBC Holdings plc
ESP, José Manuel García-Margallo, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação
EUA, Michael Gfoeller, Consultor Independente
TUR, Nilüfer Göle, Professor de Sociologia da École des Hautes Études en Sciences Sociales
EUA, Evan G. Greenberg, Presidente e CEO do grupo ACE 
GBR, Justine Greening, Secretária de Estado para o Desenvolvimento Internacional
HOL, Victor Halberstadt,  Professor de Economia da Universidade de Leiden
EUA, Susan Hockfield presidente Emérita do Instituto de Tecnologia de Massachusetts
NOR, Leif O. Høegh Presidente do Höegh Autoliners AS
NOR, Westye Høegh Conselheiro Sênior do Höegh Autoliners AS
EUA, Reid Hoffman, Co-Fundador e Presidente Executivo do LinkedIn
CHI, Yiping Huang,  Professor de Economia da Escola Nacional de Desenvolvimento e da Universidade de Pequim
EUA, Shirley Ann Jackson, Presidente do Rensselaer Polytechnic Institute
EUA, Kenneth M. Jacobs, Presidente e CEO da Lazard
EUA, James A. Johnson, Presidente da Johnson Capital Partners
EUA, Alex Karp, CEO da Palantir Technologies
EUA, Bruce J. Katz, vice Presidente e Co-Diretor do Programa de Política Metropolitana da The Brookings Institution
CAN, Jason T. Kenney, Ministro do Trabalho e Desenvolvimento Social
GBR, John Kerr, Vice-Presidente da Scottish Power
EUA, Henry A. Kissinger, Presidente da Kissinger Associates, Inc.
EUA, Klaus Kleinfeld, Presidente e CEO da Alcoa
TUR, Mustafa Koç, Presidente da Koç Holding AS
DIN, Steffen Kragh, Presidente e CEO da Egmont
EUA, Henry R. Kravis, Co-Presidente e Co-CEO da Kohlberg Kravis Roberts & Co.
EUA, Marie-Josée Kravis, Membro Sênior  e Vice-Presidente do Instituto Hudson
SUI, André Kudelski, Presidente e CEO do Grupo Kudelski
INT, Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional
BEL, Thomas Leysen, Presidente do Conselho de Administração do Grupo KBC
EUA, Cheng Li, diretor da John L. Thornton China Center e The Brookings Institution
SUE, Tove Lifvendahl, Editora chefe de Política da Svenska Dagbladet
CHI, He Liu,  Ministro do Gabinete do Central Leading Group de Assuntos Econômicos e Financeiros
POR, Paulo Macedo, Ministro da Saúde
FRA, Emmanuel Macron, secretário-geral adjunto da presidência
ITA, Monica Maggioni, Editora chefe da Rainews24, RAI TV
GBR, Peter Mandelson, Presidente da Global Counsel LLP
EUA, Andrew McAfee, principal cientista pesquisaador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts
POR, Inês de Medeiros, membro do Parlamento do Partido Socialista
GBR, John Micklethwait, Editor chefe do The Economist
GRE, Alexandra Mitsotaki,  presidente da ActionAid Hellas
ITA, Mario Monti, senador vitalício e presidente da Universidade Bocconi 
EUA, Craig J. Mundie, Conselheiro Sênior do CEO da Microsoft Corporation
CAN, Heather Munroe-Blum, Professora de Medicina e Diretora (Presidente) Emérita da Universidade de McGill
EUA, Charles Murray, AWH Brady Scholar,  Instituto American Enterprise de Pesquisa de políticas Públicas
HOL, Princesa Beatriz da Holanda
ESP, Juan María Nin Génova,Vice-Presidente e CEO da CaixaBank
FRA, Natalie Nougayrède, Diretora e Editora Executiva da Le Monde
DIN, Søren-Peter Olesen, Professor e Membro do Conselho de Administração da Fundação Carlsberg
FIN, Jorma Ollila, Presidente da Royal Dutch Shell plc e Presidente da Outokumpu Plc
TUR, Umut Oran, Vice-Presidente do Partido Republicano do Povo (CHP)
GBR, George Osborne, Chanceler do Tesouro
FRA, Fleur Pellerin, secretária de Estado para o Comércio Exterior
EUA, Richard N. Perle, membro residente do American Enterprise Institute
EUA, David H. Petraeus, Presidente do KKR Global Institute
CAN, Stephen S. Poloz, diretor do Banco do Canadá
INT, Anders Fogh Rasmussen, secretário-geral da OTAN
DIN, Jørgen Huno Rasmussen, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Lundbeck
INT, Viviane Reding, Vice-Presidente e Comissária para a Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania da Comissão Europeia
EUA, Kasim Reed, prefeito de Atlanta
CAN, Heather M. Reisman, Presidente e CEO da Indigo Books & Music Inc.
NOR, Eivind Reiten, Presidente, Klaveness Marine Holding AS
ALE, Norbert Röttgen, Presidente da Comissão dos Assuntos Externos, da German Bundestag
EUA, Robert E. Rubin, Co-Presidente do Conselho de Relações Exteriores; Ex-secretário do Tesouro 
EUA, Eugene Rumer, Associado Sênior e Diretor do Russia and Eurasia Program, Carnegie Endowment for International Peace
NOR, Christian Rynning-Tønnesen, Presidente e CEO da Statkraft AS
HOL, Diederik M.Samsom, Líder Parlamentar PvdA (Partido Trabalhista)
GBR, John Sawers, Chefe do Serviço Secreto de Inteligência
HOL, Paul J. Scheffer, Autor e Professor de Estudos Europeus da Universidade Tilburg
HOL, Edith Schippers,  ministra da Saúde, Bem-Estar e Esporte
EUA, Eric E. Schmidt presidente executivo do Google Inc.
AUS, Rudolf Scholten, CEO da Oesterreichische Kontrollbank AG
EUA, Clara Shih, CEO e fundadora da Hearsay Social
FIN, Risto K. Siilasmaa, Presidente do Conselho de Administração e CEO interino da Nokia Corporation
ESP  Rainha da Espanha
EUA, Michael Spence, Professor de Economia da Universidade de Nova York
FIN, Kari Stadigh, Presidente e CEO da Sampo plc
EUA, Lawrence Summers, Professor da  Universidade H. Charles W. Eliot e Universidade de Harvard
IRL, Peter D. Sutherland, Presidente da Goldman Sachs International e Representante Especial da ONU para as Migrações
SUE, Carl-Henric Svanberg, Presidente da Volvo AB e BP plc
TUR , A. Ümit Taftalı, Membro do Conselho da Suna e Inan Kiraç Foundation
EUA Peter A. Thiel,  Presidente da Thiel Capital
DIN Henrik Topsoe,  Presidente da Haldor Topsoe SA
GRE Loukas Tsoukalis, Presidente, Fundação Hellenic for European and Foreign Policy
NOR Jens Ulltveit-Moe, Fundador e CEO da Umoe SA
INT Ahmet Üzümcü, Diretor-Geral da Organização para a Proibição de Armas Químicas
SUI Daniel L.Vasella,  Presidente Honorário da Novartis Internacional
FIN Björn Wahlroos,  Presidente da Sampo plc
SUE Jacob Wallenberg,  Presidente e Investor da AB
SUE, Marcus Wallenberg, Presidente do Conselho de Administração da Skandinaviska Enskilda Banken AB
EUA Kevin M. Warsh,  Distinguished Visiting Fellow e Professor da Universidade Stanford 
GBR Martin H. Wolf,  comentarista chefe de economia do The Financial Times
EUA James D. Wolfensohn, Presidente e CEO da Wolfensohn & Company
HOL Gerrit Zalm, Presidente do Conselho de Administração da ABN-AMRO Bank NV
GRE George Zanias,  Presidente do Conselho do Banco Nacional da Grécia
EUA Robert B. Zoellick,  Presidente do Conselho de Assessores Internacionais do The Goldman Sachs Group

quinta-feira, 22 de maio de 2014

sábado, 5 de abril de 2014

ATENÇÃO,ATENÇÃO


uyutyut
"Candidatura do General Heleno à presidência já tem mais de 5,7 milhões de apoiadores
Movimento surgido na caserna e que já conta com o apoio de mais de cinco milhões de pessoas quer lançar o general Augusto Heleno, chefe da missão brasileira no Haiti, para concorrer à presidência da República.

Aos 66 anos, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira é um fenômeno que não aparece nas pesquisas de intenção de voto nem frequenta as análises políticas convencionais. Na internet, porém, sua eventual candidatura à Presidência da República tem feito sucesso.
Conforme dirigentes de 68 associações de militares da reserva, que costumam refletir o pensamento de boa parte da caserna, o movimento “general Heleno presidente” alcançou nas últimas semanas o apoio de 5,7 milhões de eleitores.
Uma ordem de grandeza respeitável em qualquer circunstância. Apesar desses números, o general Heleno, que foi comandante militar da Amazônia, e também esteve à frente das tropas da ONU que mantêm a ordem no Haiti, construindo uma rara liderança fardada nascida após a democratização do País, tem tudo para se transformar na principal estrela de um movimento de caráter simbólico.
Oficial da reserva desde maio de 2011, ele teria de ter preenchido alguma ficha de filiação partidária até outubro do ano passado para poder disputar a eleição e até agora não se posicionou sobre isso. Seus aliados não confirmam nenhuma vinculação partidária do general, embora também não descartem a possibilidade de este ser um segredo estratégico. O certo é que, com o apoio que tem recebido, o general não será um eleitor qualquer.

O sucesso do general na internet tem explicação. Num universo político em que os principais candidatos têm uma postura que admite apenas mudanças de tonalidades cinzentas entre o centro e o centro-esquerda, com receio de descontentar eleitores desconfiados da propaganda eleitoral, o general apresenta um discurso conservador que um bom número de eleitores gosta de ouvir.
Ele tornou-se uma celebridade instantânea ao dizer que a política indigenista do governo Luiz Inácio Lula da Silva era “lamentável, para não dizer caótica,” afirmação que lhe custou o comando militar da Amazônia.
De lá para cá, ironizou o “passado ilibado” de Renan Calheiros, criticou a política econômica do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e chamou o acordo do Mercosul de um “mero tratado bolivariano”.
Heleno já definiu o ex-ministro José Dirceu como o “maior colecionador de rabos presos” da República. Aliados e amigos do general afirmam que, ainda que a legislação impeça uma candidatura própria, irão entrar na campanha como parte de um “movimento anti-PT.”
O capitão Augusto Rosa, um dos mais ativos aliados do general, faz críticas ao programa Bolsa-Família que a oposição civil abandonou há muitos anos. “Estamos criando uma geração de pais vagabundos que não servem de referência para os filhos.”
O discurso conservador não faz do general Heleno um defensor do golpe militar de 1964, mas aos mais próximos ele gosta de repetir uma afirmação pouco convicta sobre os valores democráticos.
“Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim”, diz, citando uma frase cubana.
A boa notícia em torno da liderança do general é que, desde a redemocratização do País, é a primeira vez que se consolida entre as Forças Armadas um movimento que pretende se valer do voto e das vias democráticas para colocar suas posições. Os militares que se articulam em volta de Heleno pretendem formar o Partido Militar Brasileiro, PMB, que anuncia ter conseguido filiar 490 mil eleitores para obter registro no TSE – se todas as fichas forem regulares, faltarão 80 mil para que possa chegar ao registro definitivo.
Por enquanto, a exemplo do que acontece com os simpatizantes da Rede, de Marina Silva, os candidatos que apoiam a criação do PMB estão espalhados por outros partidos ou usando o PRTB como “sigla franqueada” para disputar as eleições de 2014.
O deputado comunista Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), delegado da Polícia Federal que fez fama na Operação Satiagraha, já assinou sua ficha de apoio e milita pela criação do partido. Através de seu site, Protógenes costuma pedir aos eleitores que façam o mesmo.
Outro aliado seguro é o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que se dedica a organizar o partido no Rio de Janeiro e é um nostálgico assumido da ditadura.
Longe da política, mas famoso no meio militar, o primeiro astronauta brasileiro, o coronel da Aeronáutica Marcos Pontes, também fará parte do diretório de São Paulo.


O vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, Eliezer Rizzo, analisa a emergência do descontentamento militar como parte do descontentamento geral do funcionalismo com os salários. No governo Lula, relembra, o Planalto investiu em plano de recuperação salarial do funcionalismo e ganhou a simpatia geral, inclusive dos fardados.
Mas essa política foi abandonada no governo Dilma, levando a uma reação previsível nas repartições e na caserna. Para Eliezer Rizzo um movimento dessa natureza faz parte natural dos regimes democráticos. “É preferível ter um partido pró-militares disputando eleições a ter grupos em atitude de confronto com o sistema democrático.
Grande parte da população considera a democracia como frágil, corrupta, inoperante, como se um regime forte e antidemocrático não padecesse de situação similar.

Mas o regime democrático pode perfeitamente incorporar essa iniciativa.”
Os militares estão misturados à política brasileira desde a Proclamação da República, que foi obra de um golpe militar. Depois de Deodoro e Floriano, os dois primeiros presidentes, o Brasil teve um terceiro general presidente, Eurico Dutra. Além deles, no pós-guerra surgiram três candidatos competitivos, ainda que derrotados nas urnas, o brigadeiro Eduardo Gomes, o General Juarez Távora e o general Henrique Lott.
Uma diferença é que esses candidatos nasceram no interior de partidos civis, enquanto o movimento que carrega o general Heleno nasceu no universo militar, em suas famílias e associações de reservistas. Os militares têm causas que seduzem muitos eleitores, como o combate às cotas raciais e também ao casamento entre homossexuais. Sua agenda, no entanto, tem vários elementos típicos da caserna.
O Partido Militar Brasileiro denuncia a investigação conduzida pela Comissão da Verdade em torno dos crimes do regime como uma forma de revanchismo.

sexta-feira, 28 de março de 2014

UKRANIA


Ucrânia. A guerra das sanções

Alexandre Reis Rodrigues
Vice Almirante

Publicado em JDRI, com a devida vénia

Quando há mais de trinta anos, os EUA iniciaram um programa de sanções contra o
Irão não havia a experiência nem os métodos que existem hoje para as tornar suficientemente eficazes. A prática começou a evoluir apenas depois do 11 de setembro quando a administração Bush a
inclui no combate ao terrorismo para atingir as suas redes de financiamento. Só, há menos de quatro anos, a partir de 2010, é que começaram a ter um impacto prático relevante na economia iraniana. Mesmo assim, foram precisos mais trêsanos para levar Teerão a mostrar-se disponível para iniciar as conversações que estão presentemente em curso.
Que esperanças podemos depositar no seu desfecho é uma incógnita ainda em
aberto. Em qualquer caso, ninguém espera, pelo menos de momento, que
consigam fazer Teerão desistir do seu programa nuclear, o objetivo inicial do
Ocidente. Para garantir esse fim seria com certeza incontornável recorrer aquilo
que Robert Kaplan chama as “virtudes do hard power”, mas essa é uma hipótese
que deixou de estar em voga, principalmente, à luz da dolorosa experiência de
intervenção militar no Iraque.
Nas declarações que fez recentemente em Bruxelas, o Presidente Obama deixou
perfeitamente claro que não haverá recurso a uma resposta militar para fazer
Moscovo voltar atrás na invasão da Crimeia. Aliás, no discurso feito a 26 de março,
no Palais dês Beaux-Arts, não só deixou isso perfeitamente explícito como pôs um
ponto final na questão que tem estado em aberto sobre a possível entrada da
Ucrânia na NATO:
«Of course, Ukraine is not a member of NATO – in part, because of its close and 
complex history with Russia. Nor will Russia be dislodged from Crimea or deterred 
from further escalation by military force». 

É uma alteração radical da postura adotada pela administração Bush e, em 
oposição frontal ao comunicado final da Cimeira da NATO de Bucareste, que deixou 
aberta a porta para a adesão da Ucrânia. Na minha perspetiva, é, finalmente, 
também a chegada do bom senso que faltou ao Presidente Bush ao insistir com a 
admissão da Geórgia e Ucrânia, o que esteve perto de acontecer, em 2008, quatro 
meses antes da Rússia invadir a Geórgia. Pena é que esta correção de rumo surja 
apenas como que despoletada pela crise. Fica sujeita à interpretação de que se 
trata sobretudo de uma iniciativa para tentar reduzir as tensões. Dá a Moscovo a 
ideia que até por isso já valeu a pena ter optado por uma postura agressiva. 

No entanto, a ansiedade que a ação russa na Crimeia provocou entre as antigas 
repúblicas da URSS, hoje membros da NATO, precisa de bastante mais do que as 
atrás referidas tentativas de despoletar a crise. Necessita de demonstrações 
práticas das garantias políticas de que os compromissos da segurança coletiva 
continuam a ser a base da existência da NATO. Algumas medidas simbólicas estão 
já a ser tomadas, aumentando a presença militar (alguns aviões para controlo do 
espaço aéreo) mas resta saber se vão chegar para demonstrar que os EUA estão 
firmes em manterem a NATO como uma Aliança militar relevante. 

Perante prioridades noutras zonas do mundo, hoje, os EUA apostam sobretudo em 
insistir com os europeus para que assumam as suas responsabilidades (expressing 
concern about reduced defense spending, President Obama «called on european 
Allies to “chip in” for mutual defense»). Obviamente, trata-se de uma questão 
crucial. Se for permitido concluir, aos aliados mais diretamente confrontados com a 
agressividade russa, que não lhes resta senão acomodarem-se à hegemonia de 
Moscovo, mesmo contra a sua vontade, então estaremos perante um retrocesso 
grave de todo o esforço que a NATO tem feito desde que foi criada. 

Como poderá funcionar a imposição de sanções que os EUA tentam concretizar, à 
vista da indispensabilidade de mostrar a Moscovo que o caminho não está livre para 
continuar a ignorar elementares preceitos de Direito Internacional, é uma questão 
essencial. Até que ponto é realista manter expectativas otimistas de que o desfecho 
de sanções poderá ser semelhante ao conseguido com o Irão e que Moscovo vai 
reconhecer que afinal cometeu um erro que lhe vai custar caro? 
 Ao contrário do que se poderá imaginar, o sucesso do uso de sanções não depende 
apenas do maior ou menor domínio das técnicas e metodologias de as aplicar. À 
medida que estas evoluem, também se vão sofisticando as formas de as 
ultrapassar, nomeadamente em “jogadas de antecipação”, como fez, neste caso 
Moscovo, ao retirar os investimentos feitos nos EUA (100 mil milhões de dólares) 
antes da crise se desencadear. O seu sucesso depende de variadas circunstâncias 
que, frequentemente, são conjunturais e escapam ao controlo dos que as aplicam. 

É o caso, por exemplo, de conseguir uma larga frente unida de participação 
internacional, o que tem sido a principal fraqueza do sistema e tudo indica que 
volte a ser neste caso. Invariavelmente, os Países decidem a sua participação 
apenas em função dos seus interesses diretos e não em ligação da sua proximidade 
e alinhamento político, mesmo quando estes são estreitos. 

Suzanne Maloney,1
 numa análise recente sobre as perspetivas de funcionarem bem 
as sanções aplicáveis à Rússia, lembrava como o Japão, em 1979,2
 não tinha hesitado em preencher o vazio deixado pela decisão de embargo às importações de 
petróleo iranianao e de congelar os seus bens no exterior. Não faltariam muitos 
outros exemplos se fosse necessário demonstrar melhor esta realidade. A Europa, 
malgrado a condenação de Moscovo e esforços feitos de alinhamento com os EUA, 
terá dificuldades em mostrar-se unida dadas as reservas das suas comunidades 
empresariais sobre a aplicação de sanções que inibirão os negócios que estão em 
curso ou programados. 

Não obstante Angela Merckel se ter mostrado não inclinada em contemporizar com 
Putin, não se espera que a Alemanha venha a impor as sanções que a situação 
exigiria. Nas suas últimas declarações, Merckel afirma que a Alemanha está a 
trabalhar numa “solução política” (!) para a resolução da crise. Em termos de 
política interna alemã, compreendem-se estes cuidados: dois-terços da população 
declara-se contra a ideia de sanções e cerca de 55% simpatiza com a ideia de que 
a Ucrânia é área de influência russa. 

Para que as sanções sejam eficazes é necessário que atinjam os setores vitais da 
economia do País visado e que não se repercutam por áreas do interesse de quem 
as aplica, como receiam os europeus. No caso da Rússia, como no do Irão, os 

1
 “Why “Iran style” sanctions worked against Tehran (and why they might not succed with Moscow)”. 
2
 Por ocasião do incidente na Embaixada dos EUA em Teerão que foi tomada pelos revolucionários. 
 setores a atingir seriam, à cabeça, o bancário e o energético mas o que foi possível 
fazer no Irão, neste segundo setor, não é aplicável ao caso russo dada a grande
dependência energética da Europa em relação ao gás e petróleo russo. No gás, a
Finlândia depende a 100%, a República Checa 80%, a Eslováquia mais de 60%, a
Polónia, Grécia, Turquia, Austria e Hungria à volta de 50% e, finalmente, a
Alemanha e Bélgica acima dos 40%. A promessa de Obama de que irá ajudar os
europeus nas suas políticas de diversificação das fontes de abastecimento de gás,
assegurando a satisfação de pelo menos parte das suas atuais necessidades, será
algo que não se concretizará de um momento para o outro.
Também não é realista esperar que as sanções conduzam a alterações da política
russa como seria desejado. É o que nos mostra a evolução do diálogo com Teerão,
que nada indica poder ter como desfecho o abandono do seu programa nuclear. Em
primeiro lugar, porque as sanções levam sempre muito tempo a começar a produzir
efeitos e, com o passar do tempo, cada vez se torna mais improvável levarem a um
voltar atrás. Em segundo lugar, porque tratando-se de uma questão vital, os
visados encontram sempre formas de resistir, “encaixando” os correspondentes
sacrifícios.
Não obstante todo este ceticismo, neste momento e para o caso da Rússia, sanções
são o único instrumento com que se pode contar para fazer pressão sobre Moscovo.
Se forem minimamente coerentes, poderão, indiretamente, ajudar a criar um clima
de incerteza a atuais e futuros investidores externos sobre a margem de segurança
com que poderão contar. Obviamente, os oligarcas russos, mesmo os que apoiam e
dependem de Putin, reagirão negativamente se tiverem que se confrontar com
restrições aos seus negócios e isso pode ser o início de divisões que será útil
explorar.

terça-feira, 25 de março de 2014

TENSÃO

"As autoridades dos EUA acham que a Rússia obteve recentemente a capacidade de escapar ao radar dos equipamentos de espionagem norte-americanos, durante as movimentações militares na Crimeia e perto da fronteira da Ucrânia. Um revelação terá deixado a Casa Branca “muito nervosa”, especialmente porque não é clara a forma como o Kremlin conseguiu esconder os seus planos das monitorizações de comunicações digitais e eletrónicas pela Agência Nacional de Segurança (NSA) . Um factor interessante para este contexto é a presença de Edward Snowden na Rússia, onde tem vivido desde 23 de junho…"

Russia’s New Ability To Evade NSA Surveillance Is Either A Crazy Coincidence Or Something Much Worse