sábado, 9 de maio de 2009

OPERAÇÃO PIRATAS


Why We Don’t Condemn Our Pirates
By K’naan
Can anyone ever really be for piracy?
Outside of sea bandits, and young girls fantasizing of Johnny Depp, would anyone with an honest regard for good human conduct really say that they are in support of Sea Robbery? Well in Somalia, the answer is: it's complicated. The news media these days has been covering piracy in the Somali coast, with such lop-sided journalism, that it's lucky they're not on a ship themselves. It's true that the constant hijacking of vessels in the Gulf of Aden is a major threat to the vibrant trade rouet between Asia and Europe. It is also true that for most of the pirates operating in this vast shoreline, money is the primary objective. But according to so many Somalis, the disruption of Europe's darling of a trade rout, is just Karmabiting a perpetrator in the butt. And if you don't believe in Karma,maybe you believe in recent history. Here is why we Somalis find ourselves slightly shy of condemning our pirates. Somalia has been without any form of a functioning governmentsince 1991. And although its failures, like many other toddler governments in Africa, sprung from the wells of post colonialindependence, bad governance and development loan sharks,the specific problem of piracy was put in motion in 1992. Afterthe overthrow of Siyad Barre, our charmless dictator of twenty some odd years, two major forces of the Hawiye Clan came topower. At the time, Ali Mahdi, and General Mohamed Farah Aidid, the two leaders of the Hawiye rebels were largely considered liberators. But the unity of the two men and their respective sub-clans was very short-lived. It's as if they were dumbstruck at the advent of ousting thedictator, or that they just forgot to discuss who will be the leader of thecountry once they defeated their common foe. A disagreementof who will upgrade from militia leader to Mr. President broke uptheir honeymoon. It's because of this disagreement that we've seen oneof the most decomposing wars in Somalia's history, leading to millionsdisplaced and hundreds of thousands dead. But war is expensive and militias need food for their families, and Jaad (an amphetamine-based stimulant) to stay awake for the fighting. Therefore a good clan based Warlord must look out for his own fighters. Aidid's men turned to robbing Aid trucks carrying food to the starving masses, and reselling it to continue their war. But Ali Mahdi had his sights set on a larger and more unexploited resource, namely: the Indian Ocean. Already by this time, local fishermen in the coastline of Somaliahave been complaining of illegal vessels coming to Somaliwaters and stealing all the fish. And since there was no government toreport it to, and since the severity of the violence clumsily overshadowedevery other problem, the fishermen went completely unheard. But itwas around this same time that a more sinister, a more patronizing practicewas being put in motion. A Swiss firm called Achair Parterns, and an Italian waste company called Progresso, made a deal with Ali Mahdi, that they were to dump containers of waste material in Somali waters. These European companies were said to be paying Warlords about $3 a ton, where asin to properly dispose of waste in Europe costs about $1000 a ton. In 2004, after Tsunami washed ashore several leaking containers, thousand of locals in the Puntland region of Somalia started to complain of severe and previously unreported ailments, such as abdominal bleeding, skin melting off and a lot of immediate cancer-like symptoms. Nick Nuttall, a spokesman for the United Nations Environmental Program, says that the containers had many different kinds of waste, including "Uranium, radioactive waste, lead, cadmium, mercury and chemical waste." But this wasn't just a passing evil from one or two groups taking advantage of our unprotected waters, the UN Convoy for Somalia, Ahmedou Ould-Abdallah, says that the practice still continues to this day. It was months after those initial reports that local fishermen mobilized themselves, along with street militias, to go into the waters and deter the Westerners from having a free pass at completely destroying Somalia's aquatic life. Now years later, the deterring has become less noble, and the ex-fishermen with their militias have begun to develop a taste for ransom at sea. This form of piracy is now a major contributor to the Somali economy, especially in the very region that private toxic waste companies first began to burry our nation's death trap. Now Somalia has upped the world's pirate attacks by over21 percent in one year, and while NATO and the EU are both sending forces to the Somali coast to try and slow down the attacks, Black Water and all kinds of private security firms are intent on cashing in. But while Europeans are well in their right to protect their trade interest in the region, our pirates were the only deterrent we had from an externally imposed environmental disaster. No one can say for sure that some of the ships they are now holding for ransom were not involved in illegal activity in our waters. The truth is, if you ask any Somali, if getting rid of the pirates only means the continuous rape of our coast by unmonitored Western Vessels, and the producing of a new cancerous generation, we would all fly our pirate flags high. It is time that the world gave the Somali people some assurance that these Western illegal activities will end, if our pirates are to seize their operations. We do not want the EU and NATO serving as a shield for these nuclear waste-dumping hoodlums. It seems to me that this new modern crises, is truly a question of justice, but also a question of who's justice. As is apparent these days, one man's pirate, is another man's coast guard.
Courrier international

NO REINO de SEVERIANO

AS VITÓRIAS
Portugal divide no Comando de Oeiras, posições no vice-comando e chefia de Estado-Maior com Espanha
O Comando Conjunto da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) em Oeiras vai ter uma liderança alternada entre a França e Itália, e Portugal repartirá com Espanha o vice-comando e chefia de Estado-Maior, revelou o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).
Num comunicado divulgado à imprensa, o EMGFA refere que o Comité Militar da NATO aprovou, quinta-feira, "a nova repartição dos cargos de oficiais generais da Aliança Atlântica" e que Portugal "ocupará em rotação alternada com a Espanha os cargos de 2º Comandante e chefe de Estado-Maior do 'Joint Forces Command'" de Lisboa. O Comando de Oeiras, actualmente chefiado por um almirante da marinha norte-americana, passará a ter também uma liderança alternada entre a França (que regressa à estrutura militar da NATO 43 anos depois de a ter abandonado) e a Itália. Portugal passa assim a dividir com Espanha o vice-comando do Comando Conjunto de Oeiras, que já possuía, e a ter a chefia de Estado-Maior, também em alternância com o país-vizinho. O comunicado revela ainda que Portugal ficará "em permanência" no cargo de director no "Joint Logistics Sub Group" do "Force Command [Comando de Forças]" de Madrid. O chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, esteve esta semana em Bruxelas para participar nas negociações finais para a alteração à estrutura de comandos da NATO. Contactado pela Lusa, o gabinete do CEMGFA acrescentou que, em termos de representatividade na NATO, Portugal tinha anteriormente uma presença de 4,7 (de acordo com a escala de pontos, que está ligada ao número de estrelas de generais que cada país possui na estrutura militar da organização), que passa agora a 3,5 devido ao regresso da França e à entrada da Albânia e da Croácia como países-membros.
Lusa
PS: Só agora reparei que esta noticia também vem no prestigiado e amigo "Voz da Abita" , mas já que aqui está fica, com desculpas ao referio blog e aos leitores que a leram 2 vezes.
Asneirada do cabo sinaleiro

sexta-feira, 8 de maio de 2009

NO REINO de SEVERIANO



Fuzos embarcados na Corte Real , na sua grande operação, que depois o governo português , por falhas na legislação inenarráveis e não explicadas e mesmo silenciadas , mandou abortar

SANTA IGNORÂNCIA

Revista SABADO
A jornalista afirma que o "telegrafo" (imagem acima) serviu para comunicar a trajédia.
Só que , como de imediato se vê, trata-se , na foto , do telegrafo da ponte que dá indicações à maquina e nada tem com o chamado telégrafo da TSF.
Mas , e já agora , conta-se (mas penso ser só lenda) que o sinal SOS (...---...) significaria as iniciais de "save our souls", enviada pelo telegrafista do Titanic , mas com uma chave morse e não com o aparelho que a jornalista afirma.

domingo, 3 de maio de 2009

NO REINO de SEVERIANO

A Cacine vai parar as máquinas , enquanto não fôr publicamente dada uma explicação sobre a vergonha do que se passou no Golfo de Aden e que até a nossa comunicação , dita, social esconde , certamente pressionada ou convencida.
Alguém tem de se acusar como responsável por esta ridicula situação, mas ninguém aparece.
Acabará por ser o cabo telegrafista.

NO REINO de SEVERIANO


Mas o que é isto? Ninguém berra , grita , insulta , clama...sobre o que se passou , e pelos vistos contiua a passar-se com a nossa Fragata e com os nosso Marinheiros e Fuzileiros?
Então se não podemos prender os "piratas" , muito menos os poderemos atacar , e assim pergunto:
O que estamos lá a fazer?
Porque fomos sequer até lá?
Alguem se preocupou em estudar a lei?
Se assim é porque não mandam regressar o navio?
Mas que vergonha , caramba. Para o País...porque a "briosa" cumpriu , e bem , a sua missão.

sábado, 2 de maio de 2009

NO REINO de SEVERIANO


Uma equipa de fuzileiros portugueses a bordo da fragata portuguesa Corte-Real - que lidera a esquadra de 5 navios da NATO em viagem pela Ásia - impediu ontem o ataque de piratas somalis a um petroleiro com bandeira das Bahamas no Golfo de Adén, perto da Somália.
“O helicóptero Linx da fragata estava a fazer uma missão de patrulha quando recebemos o alerta para um ataque de piratas a bordo de uma pequena embarcação. Deslocámos de imediato para o local uma equipa de Fuzileiros, que seguiram o bote até à embarcação mãe”, disse ao CM o comandante João Barbosa, das Relações Públicas da Marinha. Os militares portugueses usaram um semi-rígido para chegar ao navio, onde estavam 19 piratas. Interrogaram os suspeitos e retiraram-lhes as armas, mas foram libertados: “a lei portuguesa não prevê o crime de pirataria, pelo que não os podemos deter”, explica João Barbosa.


Nada mais ridiculo e que deve ter posto a rir milhões de cidadãos.Os do mundo civilisado pela Republica das bananas que ferz figura de urso e os do mundo não civilisado e da pirataria e do terrorismo que encontraram o inimigo ideal.
Agora não venham dizer que o governo , este malfadado governo que temos , não tem culpas, principalmente no adenotário dos ministros da justiça e da defesa.
Mas o grave é que poderiam muito bem ter morrido homens , incluindo os nossos bravos Fuzos.
Como se dirá Papalvos em somali?

PREC

Isto se não está lá , está quase.
A agressão a Vital Moreira , as desculpas esfarrapadas de Carvalho da Silva, o comunicado do PCP.......

sexta-feira, 1 de maio de 2009

15 Anos


Nunca mais me interessei pela Formula 1

OUR TIME


quinta-feira, 30 de abril de 2009

AO MENOS UM


Bispo das Forças Armadas aproveitou a missa pascal do sector, que se realizou em Viseu, para apelar ao entendimento entre os protagonistas da justiça.
D. Januário Torgal atacou ainda os "ladrões" que originaram a crise económica.
O bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, está "envergonhado" com o comportamento da justiça, que acusa de "dar um triste espectáculo" e pede aos seus protagonistas que se entendam. D. Januário aproveitou a homília pascal das Forças Armadas e de segurança, a que ontem presidiu em Viseu, para criticar duramente a justiça da qual "se tem medo de falar".
Perante uma sé catedral cheia de altos responsáveis militares e policiais, o bispo enveredou por um dos mais duros ataques à justiça portuguesa de que há memória. D. Januário Torgal questionou se "vamos permitir este espectáculo degradante a que estamos a assistir em Portugal, na forma como a justiça está a ser vivenciada com discussões publicas, antagonismos, oposições na alta hierarquia do mundo da justiça".
De seguida mostrou-se indignado ao afirmar que "quem souber um mínimo do direito, do seu exercício e aplicação, sente-se envergonhado com a permanente discussão na praça pública daquilo que é segredo de justiça". E elencou "conspirações, calúnias, erros, investigação mal conduzida, as maldades" para de seguida pedir um acordo entre os diversos protagonistas da justiça. "E nós não chegaremos a um entendimento, nestas coisas do mundo em que tantas mãos se sujam, para vermos aquilo que os italianos chamam mãos limpas?" Num discurso carregado de metáforas, Januário Torgal aludiu ao lavar das mãos. "É simbólico mas eu não queria apenas as mãos limpas, eu queria a consciência humana com critérios de gente honrada e limpa de virtude."
Antes, o bispo lembrou que "estamos a viver com violência, entre nós, uma crise que é fundamentalmente uma crise de ética". O bispo pediu "honestidade e gente de cara lavada conforme o disse a maior autoridade do País no Parlamento". O prelado evocou então Cavaco Silva, e o seu discurso no 25 de Abril, para pedir "liberdade na honra, na justiça e no direito, uma virtude da qual se tem muito medo de falar porque conforme afirmou o Presidente da República a crise mundial que estamos a viver é fundamentalmente uma crise de comportamento imoral". E considerou que a crise financeira foi originada por "alguns que supuseram que no tratamento do dinheiro valia tudo e as poupanças dos ricos, e sobretudo dos pobres, foram perfeitamente desviadas por quem supôs que os seus bolsos eram mais largos que os bolsos da gente simples e humilde". D. Januário alertou para "aquilo a que assistimos, cujas consequências se estenderão por muito tempo. Do ponto de vista jurídico chama-se um desvio de bens, porque o tratamento do dinheiro foi feito não por gente honesta mas por aves de rapina, que no vocabulário português - e a palavra é dura - têm o nome de ladrão".
Na homilia, o bispo alertou ainda para as dificuldades por que passam as famílias e pediu para que haja "ainda gente em Portugal a defender a família".
Ao menos um Oficial General tem coragem de falar Loud and Clear

BOA

Equador.

Importante encontro

NO REINO de SEVERIANO



Comissão representativa de sargentos reclama cumprimento de lei com doze anos
Fuzileiros deficientes querem promoçãoA Comissão Representativa dos Sargentos Fuzileiros Deficientes das Forças Armadas vai apelar hoje ao PS que intervenha junto do Governo, em concreto do Ministério da Defesa, no sentido de ser garantida a passagem da graduação à promoção de sargento-mor de várias dezenas de ex-combatentes das Forças Armadas.
Ao fim de 12 anos da publicação do decreto-lei 134/97, que prevê a passagem da graduação à promoção dos militares nessa condição, a Comissão, liderada pelos sargentos Mealha da Ponte, João Correia, Lucas de Oliveira e Emídio Ribeiro, exige o cumprimento daquele diploma. Por isso, a comissão reúne hoje no Parlamento com Marques Júnior, deputado do PS e ex-militar, a quem apresenta as reivindicações de mais de 60 militares.
Para a comissão, a Marinha, após ter aprovado a passagem de graduação a promoção de vários militares, criou uma "situação de desigualdade que precisa de ser resolvida."
A.S.A.
Pois é , senhor Severiano , quem mija ás pinguinhas ......

PANDEMIA

As farmácias militares estão a oferecer máscaras
É verdade mesmo , e ainda bem.

TINHA DE SER

Só poderia ser este a dizer estas barbaridades

"O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) defendeu hoje o profissionalismo e dedicação de Pepe e remeteu qualquer decisão sobre futuras convocatórias para o selecionador, sublinhando que os problemas disciplinares do defesa são "um problema espanhol".
O central do Real de Madrid foi suspenso na passada semana por 10 jogos pela Comissão de Competições da Real Federação Espanhola de Futebol por ter agredido dois jogadores do Getafe e insultado a equipa de arbitragem em jogo da 32.ª jornada da Liga espanhola.
"Isso é um assunto interno do futebol espanhol, que não extravasou as suas fronteiras. Não houve qualquer intervenção por parte da FIFA ou da UEFA. Ele estará naturalmente disponível para a Seleção Nacional se o selecionador assim entender", disse Gilberto Madail, em declarações à Agência Lusa.
As ações de Pepe deixaram Madail "muito surpreendido", embora o líder da FPF admita que, "por vezes na vida, passam coisas pela cabeça das pessoas que depois elas nem sabem bem o que aconteceu".
"Pepe tem sido um exemplo como profissional, como colega, em termos de solidariedade, e um grande exemplo de dedicação à Selecção Nacional. O que se passou com ele é um problema espanhol. Já foi sancionado e nós não vamos interferir em nada. Se fosse ao serviço da seleção, seria certamente diferente. Agora, o clube dele é que saberá o que deve fazer", conclui.