quarta-feira, 19 de maio de 2010

LÁ VAI ELE

O Secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar intervém na Conferência dos Grupos de Interesse do Dia Europeu do Mar, em Gijón, Espanha


 O Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, fará uma intervenção no dia 20 de Maio, a partir das 11h00, em Gijón (Espanha), na sessão plenária subordinada ao tema “Inovação para o Crescimento e o Emprego”, integrada na Conferência dos Grupos de Interesse do Dia Europeu do Mar.

Esta conferência é organizada pela Comissão Europeia, pela Presidência Espanhola da União Europeia e pelo Governo do Principado das Astúrias e versará temas como o crescimento económico sustentado, o emprego e a inovação, as políticas transversais, e a sustentabilidade e gestão das bacias marinhas.


terça-feira, 18 de maio de 2010

POIS....

Caros Amigos
>
> Ouvi há pouco a comunicação ao País do Sr. Presidente da República, informando que promulgou o diploma da Assembleia da República que aprovara o casamento homossexual.
>
> Tirei várias conclusões, em face das quais irei tomar as posições pessoais que acho mais adequadas.
>
> A primeira conclusao é que o Prof. Cavaco Silva perdeu hoje a reeleição para o 2.º mandato como PR, pois vai perder muitas dezenas de milhar de votos de pessoas que nele confiavam, principalmente na esperança de um novo mandato mais actuante, como foram os seus antecessores no cargo.
>
>
> A segunda é que os argumentos que fundamentaram a sua decisão são muito débeis; de facto, a situação do País, por mais grave que seja, não justifica que o mais alto magistrado da Nação tenha abdicado dos seus princípios - religiosos, éticos e morais - numa decisão desta natureza.
>
>
> A terceira é que ofendeu muitos milhares de portugueses, que repudiam o chamado "casamento homossexual"; acho que pouca gente é radicalmente contra a união entre pessoas do mesmo sexo, só não admitem que lhe chamem casamento. É também essa a minha opinião.
>
>
> A quarta é que também ofendeu a Humanidade em geral e a Europa em particular. De facto, quando só 7 (sete) países em todo o mundo aprovaram até agora o "casamento homossexual" (quatro na Europa) é lamentável que o Presidente da República de um País - que recebeu o Papa da forma que nós fizemos - tenha feito tábua rasa dos sentimentos de tantos milhões de pessoas, e não apenas dos católicos.
>
>
> A quinta conclusão tem a ver com a triste imagem que deu, de aceitação de derrota antecipada quanto aos efeitos do seu veto político. Costuma dizer-se que até ao lavar dos cestos é vindima e nada nos diz que, precisamente devido à grave situação do País, não pudesse haver alguma possibilidade de acordo político sobre a transformação do "casamento homossexual" num acordo civil que a generalidade das pessoas aceitaria com naturalidade.
>
>
> A sexta é que o Prof. Cavaco Silva mostrou, neste caso, muita falta de sentido de Estado e de avaliação da importância da sua posição pública nesta matéria. A recusa em promulgar teria reforçado o seu capital de influência futura nos destino do País e a possível derrota em nova votação na AR em nada iria afectar o seu prestígio - antels pelo contrário.
>
>
> A sétima conclusão é que, se não houver qualquer cataclismo político, Manuel Alegre irá ser o próximo PR.
>
> ---
>
> Quanto às minhas posições pessoais no futuro, elas serão para já duas: não irei votar em Cavaco Silva em qualquer eleição em que futuramente seja candidato; e, muito provavelmente, não votarei nas próximas eleições para PR, bem como em quaisquer eleições (legislativas, autárquicas, europeias ou até para o Condomínio do meu prédio) que aconteçam enquanto me lembrar do dia de hoje.
>
>
> Caros Amigos, desculpem toda esta amargura, mas tinha de desabafar.
>
> Um abraço Amigo do
>
> Ribeiro Soares
>

BOA POLíTICA

O ritmo de fuga dos certificados de aforro acelerou, em Abril. Em apenas um mês, os portugueses retiraram deste produto de poupança do Estado um total de 128 milhões de euros, sendo que as novas subscrições ficaram-se pelos 46 milhões, de acordo com os dados do IGCP.

O saldo entre resgates e novas subscrições foi, assim, negativo em 82 milhões de euros. Há mais de um ano e meio que não se observava um balanço líquido tão negativo, que é explicado não só pelo elevado volume de resgates, mas também pela reduzida entrada de novo capital neste produto.

O baixo nível da remuneração dos certificados continua a justificar a saída de investidores. Em Abril, a taxa aplicada a este produto de poupança foi a mais baixa de sempre, fixando-se nos 0,794%, um reflexo da queda da Euribor a três meses, que serve de indexante à remuneração dos certificados.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

LA VAI ELE




 O Ministro da Defesa Nacional, Augusto Santos Silva, empossa, no dia 18 de Maio, pelas 12h00, os membros do Conselho do Ensino Superior Militar (CESM).

Local: Ministério da Defesa Nacional, Salão Nobre.

O CESM é um órgão colegial, criado por Despacho Conjunto do Ministro da Defesa Nacional, do Ministro da Administração Interna e do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que assegura a concepção e coordenação e acompanha a execução das políticas que, no domínio do ensino superior militar, cabem ao Ministério da Defesa Nacional.

Composição do CESM: Vice-Almirante Álvaro Sabino Guerreiro, representante do Ministro da Defesa Nacional, que preside; Dr. Alberto Rodrigues Coelho, representante da Direcção-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar do Ministério da Defesa Nacional; Vice-Almirante Luís Manuel Fourneaux Macieira Fragoso, representante do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas; Contra-Almirante José Luís Branco Seabra de Melo, representante do Chefe do Estado-Maior da Armada; Tenente -General Fernando Manuel Paiva Monteiro, representante do Chefe do Estado-Maior do Exército; Major -General PILAV José Manuel Pinheiro Serôdio Fernandes, representante do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea; Major -General João Manuel Peixoto Apolónia, representante do comandante-geral da Guarda Nacional Republicana; Dr. Afonso Carlos da Silva Costa, representante do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; e três individualidades de reconhecido mérito e competência no âmbito do ensino superior militar, designadas pelo Ministro da Defesa Nacional: Prof.ª Doutora Maria Helena Chaves Carreiras, Sub -Directora do Instituto da Defesa Nacional; Profª. Doutora Maria Francisca Saraiva, Professora Auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa; e Prof. Doutor Luís Manuel Moita, Professor Catedrático da Universidade Autónoma de Lisboa.
Nota: Olha, não há ninguém do MNE!!!!!! 
E O MAI  assina só porque lá tem o Major General Apolónia?

A FÉ

Mesmo contra a vontade do Dr. Sousa Tavares , os Portugueses responderam assim em Fátima, com chuva e frio , para estarem com Bento XVI

domingo, 16 de maio de 2010

DELETE

Vão acabar os Adidos Militares.

Prosseguindo a missão de esmagamento dos militares perante os civis e considerando que existem os funcionários do MNE que já provaram saber desempenhar exemplarmente funções na Defesa Nacional , o governo PS vai substituir os militares por diplomatas, nos sítios onde não haja perigo.

sábado, 15 de maio de 2010

CÃES Á CHUVA

Esta Senhora deixou de rir, já repararam?

Só não sei é se foi pelo barrete que nos enfiou a todos na assinatura do acordo com os sindicatos (e que é impossível os restantes membros do governo lhe perdoarem) ou então pelas constantes broncas que o seu ministério dá , como por exemplo as actuais provas de avaliação para as classes mais pequenas

ANGOLA, UÉ

Understanding and Combating Corruption in Africa
Council on Foreign Relations
Washington DC, April 16 2010
When Corruption in Angola is Easier than in Nigeria
Rafael Marques de Morais
It is an honor for me to be here. I thank Ambassador Lyman and the Council on Foreign Relations for the opportunity to address you this morning. 1
During our civil wars, the government of Angola consistently pointed to corruption as the second major destructive force in the country after the civil war. Ironically, in times of peace, corruption has become the most defining issue in governing the nation. It is a common part of business and government relationships. It has taken root throughout our social fabric. It is so pervasive that by the end of 2009 President José Eduardo dos Santos declared a zero tolerance policy against the scourge – a sinister attempt to deflect attention to the problem and to appease his detractors.
Since October last year, I set up a website to monitor corruption in government in the context of the country’s legal framework, and in order to examine how it is affecting the functionality of the state.2 I have identified four major areas of corruption. These are: the transfer of state assets to top government officials, through privatization; the assignment of public contracts to companies owned and often managed by top government officials; joint-ventures between
1 At the Council on Foreign Relations roundtable discussion, I had the privilege to share the panel with Mallan Nuhu Ribadu, a fellow at the Center for Global Development, and Raymond Baker, director of Global Financial Integrity. Ambassador Princeton Lyman presided over the proceedings. I have added footnotes to this presentation to clarify certain points to the reader.
2 See www.makaangola.com
2
multinationals, top government officials and generals as an imperative of foreign investment; and the multi-billion dollar loans coming from China.
President Dos Santos, who has been in power for 30 years, has been commonly viewed as the epicentre of corruption in government. His recent declaration of a zero tolerance policy does not outline any concrete steps to combat corruption, notwithstanding the approval of a new law on public probity, whose articles already exist in other legal documents.
Furthermore, the new constitution, which came into effect on February 3 2010, also ends the role of the parliament to monitor the executive, and the power to call on the government for hearings.3 Thus, the Angolan political system of ‘checks and balances’ under the new constitution has been severely curtailed as the result of lack of accountability to parliament.
The new constitution concentrates far more powers in the hands of the president than during the Marxist-Leninist dictatorship (1975-91), and ends presidential elections.4 In September 2008, the ruling MPLA5 party won the second legislative elections by a landslide, with 81.64 % of the total votes, thus enabling it to change the constitution at will. So, the new constitution signals the return of a one-party state in the country with a veneer of democratic legitimacy.
It is in this political context that the country needs to address the paradox of having one of the fastest-growing economies in the world and the worsening of its human development index. From 1998 to 2007, the country experienced an annual GDP growth of 10.2%, while poverty
3 See art. 162 of the current Constitution, on the parliament’s oversight of the government, which annuls any reference to the power of parliament to call on the executive to answer questions and reply to requests for clarification (arts. 83 and 99, 2, of the previous Constitutional Law); to vote motions of or no confidence in the government (art. 88, n, idem) to table motions of censure of the government (art. 103, f, ibid.). In the previous system of government (semi-presidential) the parliament had the constitutional ability to table motions of censure or votes of no confidence that could bring down the government, and consequently cause early elections, as part of the check and balances among sovereign institutions.
The current hybrid and unique system, does not have any similar mechanisms of checks and balances. Furthermore, the parliament’s attributes for the oversight of the government have been pre-emptied to the extent that the Constitution omits the ability of the parliament to call on members of the executive for hearings, by its own initiative, on matters concerning the ruling of the country. The president holds full powers and merely has the National Assembly as a consultative body, except for the enactment of laws, which are traditionally submitted by the executive.
4 See Article 109 (1, 2) of the current Angolan Constitution. It establishes that the first name on the list submitted by the winning party, for the legislative elections, automatically becomes the President of the Republic.
5 MPLA is the Portuguese acronym for the Popular Movement for the Liberation of Angola.
3
and income inequality steadily worsened, with 70% of the population living on less than two dollars a day, for the period of 2000-2007.6 Meanwhile public spending increased tenfold between 2002, the year the war finally ended, and 2007,, from US$7.4 billion to US$43 billion.7 Angola’s economy continues to be almost exclusively dependent on oil, with exports reaching a record of 62 billion dollars in 2008, thus representing 97.7% of the total exports, according to World Bank figures.
While billions of dollars are pouring through the hands and accounts of corrupt officials, ordinary Angolans are living in extreme poverty. They are hungry, without decent education jobs, or health care. Mass evictions from poor dwellings and relocation to tented camps with worse conditions have also become a regular feature in main cities, to make land available for private development projects by the ruling elite.
What is extraordinary in Angola is the open way in which government officials loot the state. For instance, from 1992 to 2008, through the Council of Ministers Resolution 4/91, the management of the national oil company Sonangol transferred 10% of the shares of its wholly owned research and production unit, Sonangol P&P to a group of senior public officials. This unit holds shares in the oil blocks for the illicit enrichment of a few members of the ruling elite. This group, which has collected hundreds of millions of dollars, from the 10% shares, was represented by the then chairman of Sonangol, Ms. Albina Assis. She became minister of Petroleum, from 1992 to 1999, and last Tuesday she was appointed to the board of Sonangol. By July 2008, the Chairman and CEO of Sonangol, Mr. Manuel Vicente, reshuffled the company to illegally award himself one percent of Sonangol.8
Most recently, the government privatized the publicly owned mobile phone operator Movicel without any public bid, to a group of private companies, some created overnight, that belong to ministers and other members of the ruling elite. There is no record that the companies that benefited paid the state a penny so far.
6 United Nations Development Programme (2009:177).
7 Economist Intelligence Unit (2008:12).
8See detailed article on the subject at http://makaangola.com/wp-content/uploads/Raid-on-Sonangol.pdf
4
These cases highlight a deep contradiction in what is happening in reality and what the foreign partners of the government of Angola, like the United States, are publicly stating. While looting of state assets has increased, the US keeps reiterating publicly that the country is moving towards transparency and democracy. US officials support this view by noting that the Ministry of Finance of Angola discloses on its website the oil revenues and, that an officer of the US Treasury is assisting the Angolan Central Bank to organize its book keeping system. And, it is being viewed that elections were a positive development, in spite of a new constitution that sends us back to the dark days of a one-party state.
However, this contradiction reflects a clear attitude to grant legitimacy to the regime. As I heard from a Washington risk analyst, two days ago, corruption in Angola is easier to deal with because it is centralized while in Nigeria, for instance, it is decentralized, and many more demand their share. Furthermore, he argued that it is common view in Washington that the Angolan regime has a tighter grip on power, thus guaranteeing political stability by sheer force, unlike in Nigeria.
My view is that Nigeria, with all its problems, is building state institutions that can survive presidents. A case in point is the way in which state institutions guaranteed the naming of Mr. Goodluck Jonathan as acting president, while President Yar Adua battles ill-health. In the case of Angola the only guarantee of stability seems to be the person of President Dos Santos. A cult of personality has replaced state-building.
What can be done to combat corruption?
First, Angolans need full information to be able to be able to respond to this problem. The state controls the media with its nationwide outreach. The private media sector is now mainly in the hands of leading members of the regime. Any attempts by the private media to resist the status quo could seriously threaten their survival because the regime could interfere with their advertising revenue. It is only if Angolan people have adequate access to information will they
5
be able to respond, to act as watchdogs over the state, and to take constructive actions to protect and advance their own interests.
First, Angolans need full information to be able to craft responses to this problem. The state controls the media with nationwide outreach while the relevant private media sector is now in the hands of leading members of the regime. Those private media outlets that resist the status quo either face the prospect of bankruptcy or have to compromise for survival, for the regime tampers with the flow of ad revenues. Only with increased and reliable information will Angolans l be able to respond, to watchdog, and take action and in an orderly and constructive fashion.
Second, what could the US government do? The US has far more leverage in Angola than it may think it has. It is one of the main oil importers. Oil drives the US policy towards Angola, as it embodies Angola’s foreign policy. The Government of Angola cares what the US thinks of it.
The US could help support the need for full information, and the independent voices trying to strengthen our chance at democracy by holding the government accountable to the laws of the land to combat corruption. Ultimately, only Angolans can effectively establish whether the country is moving towards transparency and democracy or not.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

ET VOILÁ

"La Libye a été élue jeudi au Conseil des droits de l’homme de l’ONU, malgré les efforts de nombreuses ONG qui la jugent indigne d’y siéger. Un groupe de 37 organisations de défense des droits de l’homme a adressé jeudi matin aux 192 Etats membres de l’ONU un appel de dernière minute pour qu’ils ne donnent pas à la Libye un siège au Conseil, principal organe de l’ONU pour les droits de l’homme basé à Genève. Cet appel est resté sans écho et la Jamahiriya libyenne du bouillant colonel Mouammar Kadhafi a recueilli 155 voix à l’Assemblée générale des Nations unies, largement plus que la majorité absolue (97) nécessaire pour être élu, lors d’un vote à bulletins secrets." 


Não dá para crer.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

ÁS ARMAS


Resumo do Projecto
1-    O MC pretende criar um novo museu, dedicado à Expansão da Cultura Portuguesa no Mundo, através da Viagem e das Descobertas Marítimas, o qual incorporá o actual Museu de Marinha.
2-    As instalações do novo museu corresponderão às instalações ocupadas pelo actual Museu de Marinha, acrescidas das instalações do actual MNA, cedidas, entretanto ao Ministério da Defesa Nacional.
3-    Será criada uma Comissão Técnica, com o objectivo de conceber o projecto museológico, constituída por um coordenador e por uma equipa pluridisciplinar nas áreas da investigação e da museologia, a qual incluirá, obrigatoriamente, o Director do actual Museu de Marinha, para além da participação de outras individualidades indicadas pela Marinha.
4-    A Comissão Técnica será encarregada da concepção do projecto museológico do novo museu, devendo ainda propor o nome, o modelo de gestão,  as modalidades de financiamento do novo museu e a produção de conteúdos e a identificação do respectivo acervo

NO REINO de SEVERIANO


Ministro da Defesa Nacional empossa Director-Geral de Política de Defesa Nacional


 O Ministro da Defesa Nacional, Augusto Santos Silva, acompanhado pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, empossa, no dia 17 de Maio, pelas 17h00, o Director-Geral de Política de Defesa Nacional, Luís Filipe Melo e Faro Ramos.
Este cavalheiro é mais um que vem do Ministério dos Negocios Estrangeiros , moda que agora pegou.
Aliás , se bem me recordo, foi chefe de gabinete do inefável e mal recordado "diplomata que nos anda a lixar" e que o NRP CACINE tantas vezes mencionou.

Mas a "cunhas" valem e o pessoal só tem que se curvar
Ainda navegamos , pelos vistos , no "reino de severiano"

NÃO FOI CÁ!


Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.

O QUE É ISTO?

Esta Senhora, de seu nome Teresa Toldi , é Doutorada em teologia  e especialistas em questões religiosas ligadas ao post colonialismo e femenismo.

Pois não é que hoje, 13 de Maio , pelas 1300 horas , em directo na TSF escandalizou-se por Sua Santidade  Bento XVI ter cumprimentado o Senhor D. Duarte e abençoado sua família ,  e considerado isso um grande equívoco , porque.......estamos no ano do centenário da República.

Vejam só onde isto chegou. O navio até deu uma guinada quando na ponte ouvimos isto!!!!!


.

HÁ QUEM O DIGA

Não tarda aparece por aí!!!!!

HABEMUS PAPA

Apesar de tudo.......não se consegue esquecer