Pois é. Fazemos 4 anos hoje, e estamos a navegar com nortada de proa, perto da Berlenga.
Queremos agradecer a todos os que nos visitam, a todos os que nos comentam (nunca foi cortado um comentário!!!!) e a todos que falam de nós.
Sobretudo a quem nos visita diariamente queremos agradecer muitíssimo ( mais de 120000 visitantes)
Estamos convencidos que somos um pouquinho úteis à nossa Marinha e até à nossa Sociedade e por isso lutamos.
Pedimos desculpa se ofendemos alguém nos seus Valores , se dissemos inverdades ou, sobretudo, se prejudicamos quem quer que fosse .
Somos da Marinha, desta Marinha Portuguesa de séculos, de heróico sacrifício pela Pátria, que combate no mar e em terra , e por isso, com esta insignificante arma a CACINE quer-se juntar a quem se não cala, pelo mal que nos querem fazer.
Peças de BB fogo.........
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
UM SUCESSO
o livro "O quarto da alva",do Comandante Patrício Leitão, foi com enorme êxito hoje lançado no magnífico Pavilhão das Galeotas do nosso Museu, conforme atempadamente a CACINE informou.
Mas foi um êxito, e raramente aquele espaço, para fim idêntico, teve tantos assistentes.Ficou metade sentado metade em pé.
o Vice Almirante Villas-Boas Tavares a representar o Almirante CEMA ;3 Ex- CEMA´s (Almirantes Fuzeta da Ponte, Nuno Matias e Melo Gomes) ,O Vice Almirante Ramos da Silva , director do IH ,O Contra Almirante Bossa Dionísio ,director do Museu, O C/Almirante Picciochi dos Fuzileiros e mais ilustres Oficiais generais da Armada e outras Armas e imensos mais convidados, sobressaindo , obviamente, os Senhores Oficiais do Curso Oliveira e Carmo.
Apresentação brilhante do Contra Almirante José Luiz Gonçalves Cardoso e um improviso , inesperado, do autor. marcaram este importante dia para as recordações da marinha e dos seus feitos.
Bravo Zulu
Mas foi um êxito, e raramente aquele espaço, para fim idêntico, teve tantos assistentes.Ficou metade sentado metade em pé.
o Vice Almirante Villas-Boas Tavares a representar o Almirante CEMA ;3 Ex- CEMA´s (Almirantes Fuzeta da Ponte, Nuno Matias e Melo Gomes) ,O Vice Almirante Ramos da Silva , director do IH ,O Contra Almirante Bossa Dionísio ,director do Museu, O C/Almirante Picciochi dos Fuzileiros e mais ilustres Oficiais generais da Armada e outras Armas e imensos mais convidados, sobressaindo , obviamente, os Senhores Oficiais do Curso Oliveira e Carmo.
Apresentação brilhante do Contra Almirante José Luiz Gonçalves Cardoso e um improviso , inesperado, do autor. marcaram este importante dia para as recordações da marinha e dos seus feitos.
Bravo Zulu
BRAVO
Bibliotecários de Munique encontraram um mapa mundial do século XVI que primeiro nomeou o continente americano. O documento esteve escondido entre livros de geometria desde a Segunda Guerra Mundial.
O mapa mundial com cerca de 500 anos estava esquecido numa caixa, na biblioteca da Universidade Ludwig-Maximilian.
Duas funcionárias estavam a fazer a correção do catálogo, quando viram um mapa entalado entre dois livros de geometria.
O mapa foi feito pelo cartógrafo alemão Martin Waldseemüller, que foi o primeiro a representar o continente americano separado dos restantes.
O cartógrafo foi, também, responsável por batizar o novo continente de América, em honra de um contemporâneo de Cristóvão Colombo, o explorador italiano Amerigo Vespucci, que havia descrito a costa da América do Sul nos seus diários.
Os livros que escondiam o mapa haviam sido guardados por bibliotecários vienenses em 1871, que aparentemente não se aperceberam da importância do mapa. Quando a biblioteca foi incendiada durante a Segunda Guerra Mundial, já os livros se encontravam em segurança numa caixa enviada para outra cidade.
MUDA O PODER.......
Plusieurs mesures d'ordre individuel ont été prises hier en conseil des ministre. Le vice-amiral Christophe Prazuck, actuel commandant de la force des fusiliers-marins et commandos, est nommé sous-chef d'état-major « ressources humaines » de l'état-major de la marine et directeur du personnel militaire de la marine à compter du 1er septembre. Il est élevé aux rang et appellation de vice-amiral d'escadre.
Le vice-amiral Eric Chaplet est nommé sous-chef d'état-major soutien de l'état-major des armées et commandant interarmées du soutien à compter du 1er septembre. Il est élevé aux rang et appellation de vice-amiral d'escadre.
Le vice-amiral Christian Canova est nommé commandant adjoint du commandement de composante maritime de Northwood à compter du 1er septembre. Il est élevé aux rang et appellation de vice-amiral d'escadre.
Será que algum Camarada conhece estes novos Almirantes????
Le vice-amiral Eric Chaplet est nommé sous-chef d'état-major soutien de l'état-major des armées et commandant interarmées du soutien à compter du 1er septembre. Il est élevé aux rang et appellation de vice-amiral d'escadre.
Le vice-amiral Christian Canova est nommé commandant adjoint du commandement de composante maritime de Northwood à compter du 1er septembre. Il est élevé aux rang et appellation de vice-amiral d'escadre.
Será que algum Camarada conhece estes novos Almirantes????
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marinha estrangeira
INTERFERÊNCIAS
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GIVING BACK
National Defense Headquarters
M Gen George R. Pearkes Bldg., 15 NT
101 Colonel By Drive
Ottawa , ON K1A 0K2
Canada
Dear Concerned Citizen,
Thank you for your recent letter expressing your profound concern of treatment of the Taliban and Al Qaeda terrorists captured by Canadian Forces who were subsequently transferred to the Afghanistan Government and are currently being held by Afghan officials in Afghanistan National Correctional System facilities.
Our administration takes these matters seriously and your opinions were heard loud and clear here in Ottawa. You will be pleased to learn, thanks to the concerns of citizens like yourself, we are creating a new department here at the Department of National Defense, to be called 'Liberals Accept Responsibility for Killers' program, or L.A.R.K. for short.
In accordance with the guidelines of this new program, we have decided to divert one terrorist and place him in your personal care.
Your personal detainee has been selected and is scheduled for transportation under heavily armed guard to your residence in Toronto next Monday.
Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (you can just call him Ahmed) is to be cared for pursuant to the standards you personally demanded in your letter of complaint!
It will likely be necessary for you to hire some assistant caretakers. We will conduct weekly inspections to ensure that your standards of care for Ahmed are commensurate with those you so strongly recommended in your letter.
Although Ahmed is a sociopath and extremely violent, we hope that your sensitivity to what you described as his 'attitudinal problem' will help him overcome these character flaws.
Perhaps you are correct in describing these problems as mere cultural differences.
We understand that you plan to offer counseling and home schooling. Your adopted terrorist is extremely proficient in hand-to-hand combat and can extinguish human life with such simple items as a pencil or nail clippers. We advise that you do not ask him to demonstrate these skills at your next yoga group. Please advise any Jewish friends, neighbours or relatives about your house guest, as he might get agitated or even violent, but we are sure you can reason with him. He is also expert at making a wide variety of explosive devices from common household products, so you may wish to keep those items locked up, unless (in your opinion) this might offend him.
Ahmed will not wish to interact with you or your daughters (except sexually) since he views females as a subhuman form of property thereby having no rights, including refusal of his sexual demands. This is a particularly sensitive subject for him and he has been known to show violent tendencies around women who fail to comply with the new dress code that he will "recommend" as more appropriate attire.
I'm sure you will come to enjoy the anonymity offered by the burka over time. Just remember that it is all part of 'respecting his culture and religious beliefs' as described in your letter.
Thanks again for your concern.
We truly appreciate it when folks like you keep us informed of the proper way to do our job and care for our fellow man.
You take good care of Ahmed and remember we'll be watching.
Good luck and God bless you.
Cordially,
Gordon O'Connor
Minister of National Defense
M Gen George R. Pearkes Bldg., 15 NT
101 Colonel By Drive
Ottawa , ON K1A 0K2
Canada
Dear Concerned Citizen,
Thank you for your recent letter expressing your profound concern of treatment of the Taliban and Al Qaeda terrorists captured by Canadian Forces who were subsequently transferred to the Afghanistan Government and are currently being held by Afghan officials in Afghanistan National Correctional System facilities.
Our administration takes these matters seriously and your opinions were heard loud and clear here in Ottawa. You will be pleased to learn, thanks to the concerns of citizens like yourself, we are creating a new department here at the Department of National Defense, to be called 'Liberals Accept Responsibility for Killers' program, or L.A.R.K. for short.
In accordance with the guidelines of this new program, we have decided to divert one terrorist and place him in your personal care.
Your personal detainee has been selected and is scheduled for transportation under heavily armed guard to your residence in Toronto next Monday.
Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (you can just call him Ahmed) is to be cared for pursuant to the standards you personally demanded in your letter of complaint!
It will likely be necessary for you to hire some assistant caretakers. We will conduct weekly inspections to ensure that your standards of care for Ahmed are commensurate with those you so strongly recommended in your letter.
Although Ahmed is a sociopath and extremely violent, we hope that your sensitivity to what you described as his 'attitudinal problem' will help him overcome these character flaws.
Perhaps you are correct in describing these problems as mere cultural differences.
We understand that you plan to offer counseling and home schooling. Your adopted terrorist is extremely proficient in hand-to-hand combat and can extinguish human life with such simple items as a pencil or nail clippers. We advise that you do not ask him to demonstrate these skills at your next yoga group. Please advise any Jewish friends, neighbours or relatives about your house guest, as he might get agitated or even violent, but we are sure you can reason with him. He is also expert at making a wide variety of explosive devices from common household products, so you may wish to keep those items locked up, unless (in your opinion) this might offend him.
Ahmed will not wish to interact with you or your daughters (except sexually) since he views females as a subhuman form of property thereby having no rights, including refusal of his sexual demands. This is a particularly sensitive subject for him and he has been known to show violent tendencies around women who fail to comply with the new dress code that he will "recommend" as more appropriate attire.
I'm sure you will come to enjoy the anonymity offered by the burka over time. Just remember that it is all part of 'respecting his culture and religious beliefs' as described in your letter.
Thanks again for your concern.
We truly appreciate it when folks like you keep us informed of the proper way to do our job and care for our fellow man.
You take good care of Ahmed and remember we'll be watching.
Good luck and God bless you.
Cordially,
Gordon O'Connor
Minister of National Defense
quarta-feira, 4 de julho de 2012
UM RE- LAPSO!!!!!!!
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares admitiu à TVI que foi «um lapso» ter declarado à Assembleia da República, por duas vezes, que frequentava o 2º ano do curso de Direito.
«Reconheço ter-se tratado de um lapso, de tal forma que o corrigi há 21 anos», respondeu Miguel Relvas, em resposta por e-mail.
Conforme consta do registo biográfico dos deputados, consultado pelo tvi24.pt, tanto em 1985 como em 1987, nas IV e V legislaturas, Relvas informou a Assembleia da República que frequentava o 2º ano de Direito.
De acordo com as explicações dadas pelo seu adjunto, António Valle, nesta altura o governante tinha completado apenas a cadeira de Ciência Política e Direito Constitucional, na qual obteve 10 valores.
O «lapso» que o ministro agora reconhece foi corrigido em 1991, quando foi eleito deputado para a VI legislatura e declarou a frequência dos cursos de Direito e História. Em setembro de 1985, Miguel Relvas tinha pedido a transferência para o curso de História, dentro da Universidade Livre (que daria origem à Universidade Lusíada). No entanto, essa informação não consta do registo biográfico de 1987.
Ainda de acordo com as informações veiculadas por António Valle, no ano letivo de 1995/1996, o ministro reingressou na Lusíada, desta vez no curso de Relações Internacionais. Tanto em História como neste último curso, não completou nenhuma disciplina.
Na VII legislatura, entre 1995 e 1999, lê-se que Relvas estudava Direito e Relações Internacionais. Já na VIII e na IX, entre 1999 e 2005, declarou a frequência universitária unicamente do curso de Direito. Quando foi eleito para a X legislatura, declarou apenas a frequência num «curso superior». Só quando regressou ao Parlamento por um dia, antes de assumir a pasta dos Assuntos Parlamentares, em 2011, Miguel Relvas descreveu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Lusófona de Lisboa, curso que completou entre setembro de 2006 e dezembro de 2007, com uma classificação final de 11 valores.
A Universidade Lusófona não respondeu às perguntas colocadas pela TVI, sobre a equivalência dada em nome do «currículo profissional» de Relvas, que já tinha sido várias vezes deputado e secretário de Estado do XV Governo Constitucional, nem acedeu ao pedido de quantos casos do género foram aceites.
Segundo o Decreto-Lei 74, de março de 2006, as universidades e os politécnicos podem reconhecer, «através da atribuição de créditos, a experiência profissional» de ex-alunos do ensino superior que desejem regressar aos estudos. No entanto, segundo o presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, João Redondo, casos como o de Miguel Relvas não são comuns.
Os registos biográficos do Parlamento contêm os dados que todos os deputados declaram quando são eleitos. A Assembleia da República não confirma a veracidade das informações que «não influenciam o mandato» dos deputados, conforme explicou fonte parlamentar.
«Reconheço ter-se tratado de um lapso, de tal forma que o corrigi há 21 anos», respondeu Miguel Relvas, em resposta por e-mail.
Conforme consta do registo biográfico dos deputados, consultado pelo tvi24.pt, tanto em 1985 como em 1987, nas IV e V legislaturas, Relvas informou a Assembleia da República que frequentava o 2º ano de Direito.
De acordo com as explicações dadas pelo seu adjunto, António Valle, nesta altura o governante tinha completado apenas a cadeira de Ciência Política e Direito Constitucional, na qual obteve 10 valores.
O «lapso» que o ministro agora reconhece foi corrigido em 1991, quando foi eleito deputado para a VI legislatura e declarou a frequência dos cursos de Direito e História. Em setembro de 1985, Miguel Relvas tinha pedido a transferência para o curso de História, dentro da Universidade Livre (que daria origem à Universidade Lusíada). No entanto, essa informação não consta do registo biográfico de 1987.
Ainda de acordo com as informações veiculadas por António Valle, no ano letivo de 1995/1996, o ministro reingressou na Lusíada, desta vez no curso de Relações Internacionais. Tanto em História como neste último curso, não completou nenhuma disciplina.
Na VII legislatura, entre 1995 e 1999, lê-se que Relvas estudava Direito e Relações Internacionais. Já na VIII e na IX, entre 1999 e 2005, declarou a frequência universitária unicamente do curso de Direito. Quando foi eleito para a X legislatura, declarou apenas a frequência num «curso superior». Só quando regressou ao Parlamento por um dia, antes de assumir a pasta dos Assuntos Parlamentares, em 2011, Miguel Relvas descreveu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Lusófona de Lisboa, curso que completou entre setembro de 2006 e dezembro de 2007, com uma classificação final de 11 valores.
A Universidade Lusófona não respondeu às perguntas colocadas pela TVI, sobre a equivalência dada em nome do «currículo profissional» de Relvas, que já tinha sido várias vezes deputado e secretário de Estado do XV Governo Constitucional, nem acedeu ao pedido de quantos casos do género foram aceites.
Segundo o Decreto-Lei 74, de março de 2006, as universidades e os politécnicos podem reconhecer, «através da atribuição de créditos, a experiência profissional» de ex-alunos do ensino superior que desejem regressar aos estudos. No entanto, segundo o presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado, João Redondo, casos como o de Miguel Relvas não são comuns.
Os registos biográficos do Parlamento contêm os dados que todos os deputados declaram quando são eleitos. A Assembleia da República não confirma a veracidade das informações que «não influenciam o mandato» dos deputados, conforme explicou fonte parlamentar.
ONE MORE
Exmo. Senhor Tenente-General Carvalho dos
Reis
Digníssimo Chefe da Casa Militar de
Sua Excelência o Presidente da República
Sou militar, Vice-Almirante na situação de
reforma, oficial das Forças
Armadas Portuguesas que servi com orgulho,
honrando o juramento que prestei,
ao serviço da Pátria que fui incumbido de
defender.
Como militar que sou e educado que fui na
adesão a Valores como a honra, a
lealdade, a ética, a servir os interesses
que jurei e não outros, acreditará
que, porventura, mais que outros cidadãos,
estou disponível para
sacrificar-me pelo bem comum desde que
esteja em causa a sua prossecução,
como o atesta a concreta sujeição que a
minha condição me impõe,
nomeadamente quando me predispus a aceitar
disponibilidade permanente para
defender a Pátria se necessário com o
sacrifício da própria vida!
Não está pois, nem poderia estar em causa,
pretender eximir-me a sacrifícios
que vão sendo impostos à generalidade dos
cidadãos.
No entanto, verifico que, aos militares,
aos funcionários públicos, aos
elementos das forças e serviços de
segurança, reformados e pensionistas,
foram impostas as medidas de austeridade
mais gravosas.
Como servidor do Estado, à semelhança de
todos os meus concidadãos que o são
também, e como cidadão fardado, sujeito à
condição militar que me impôs
particulares deveres e me restringiu
direitos de cidadania, sinto-me
injustiçado e discriminado pela forma como
tenho vindo a ser penalizado a
pretexto do saneamento da dívida e do
défice públicos.
Recuando apenas ao ano de 2005, as
condições com que os militares se vêm
confrontando, têm vindo a ser continua e
violentamente deterioradas, ao
arrepio, inclusive, do que é acautelado
pela Lei das Bases gerais do
estatuto da condição militar a qual, para
compensar os militares dos
especiais deveres e restrições a que estão
sujeitos, consagra “especiais
direitos, compensações e regalias,
designadamente nos campos da segurança
social, assistência, remunerações,
cobertura de riscos, carreiras e
formação”. Subsidiariamente o mesmo
estatuto “garante aos militares e suas
famílias, de acordo com as condições
legalmente estabelecidas, um sistema de
assistência e proteção, abrangendo,
designadamente, pensões de reforma, de
sobrevivência e de pensões de preço de
sangue e subsídios de invalidez e
outras formas de segurança, incluindo
assistência sanitária e apoio social”.
Nada disso tem sido levado na devida conta.
Bem pelo contrário! Têm vindo a
ser implementadas sucessivas medidas,
tratando por igual quem manifestamente
deve ser tratado de forma diferente porque,
diferentes, são também as
condições em que servem ou serviram, em
circunstâncias sem paralelo na
sociedade.
E, a culminar a desconsideração a que eu e
todos os militares temos sido
sujeitos, tiveram por bem os responsáveis
pela governação, proceder ao corte
dos subsídios de férias e de natal em 2012
e anos seguintes, sem
previsibilidade do seu restabelecimento, a
juntar às reduções remuneratórias
operadas a partir de 2011 para os que se
encontram nas situações de ativo e
de reserva.
Medidas eivadas de evidente falta de
justiça e equidade, com contornos que
considero aproximarem-se da imoralidade.
Porque me questiono quanto à razão ou
razões que determinam que a um
universo de cidadãos (aos que servem a
coisa pública), seja conferido um
tratamento diferenciado, desigual e
particularmente penalizador
relativamente aos restantes cidadãos!
Onde está a equidade quando, aos que
exercem atividades na esfera do Estado,
relacionadas, por conseguinte, com serviços
prestados à comunidade, perante
uma divida pública e um défice considerados
excessivos, são imputadas
particulares responsabilidades para as
quais, tal como a maioria dos
restantes cidadãos, em nada concorreram?
Trata-se de uma situação objetivamente
desprovida de qualquer sentido e
arredada de equivalente noção de senso de
justiça já que, admitindo-se a
necessidade de solucionar o problema
relacionado com o equilíbrio das contas
públicas, não é admissível que seja
imputada a uma parcela da comunidade
(aos que prestam serviço no Estado) de que
todos fazemos parte, a singular
responsabilidade de suportar os custos
decorrentes de gastos excessivos da
responsabilidade de sucessivos governos.
Cujos governantes, um dia, essa
mesma comunidade, por inteiro, encarregou
de zelar, ao que se supunha, pelo
bem público, ao serviço de todos e não
exclusivamente ao serviço dos que
agora são particularmente
responsabilizados, como a discriminação das
medidas adotadas parece fazer crer.
E, permitindo-se-me o pleonasmo, injustiça
exacerbada quando, tais medidas,
são do mesmo modo extensivas aos cidadãos
fardados, cuja condição militar
lhes impõe deveres, ao mesmo tempo que os
arreda de muitos dos direitos,
liberdades e garantias consignados na
Constituição, consagrados para a
generalidade dos cidadãos.
Injustiça e discriminação tanto maior
quando se assiste à cadenciada
dispensa do corte dos subsídios em questão
a alguns grupos de profissionais,
no contexto do universo dos que estão
subordinados à tutela do Estado,
transmitindo-se a ideia de que “se uns são
filhos outros serão enteados”.
Injustiça que sinto ainda mais
profundamente quando sou confrontado com
dúvidas, por parte da tutela, sobre a
sustentabilidade do Fundo de Pensões
dos Militares (FPM) e, para já, com a
suspensão do pagamento do respetivo
complemento de reforma, por os sucessivos
Governos não o terem atempadamente
capitalizado como legalmente estabelecido.
FPM para o qual, aliás,
escrupulosamente contribuí na esperança de
assegurar a dignidade de uma
velhice mais tranquila, como merecido por
quem deu o seu melhor na defesa
dos Superiores Interesses da Pátria.
Face ao que precede, em que relato as
razões que me levam a considerar
iníquo o corte dos subsídios de férias e
natal e inaceitável a suspensão do
pagamento do complemento da pensão de
reforma, solicito a V. Ex.ª, Sr.
General, que leve ao conhecimento de Sua
Excelência o Presidente da
República as razões que me assistem, acima
aduzidas, na esperança de que o
seu sentido de justiça e equidade já
publicamente manifestado relativamente
a opções de idêntico teor, penalizadoras
para os cidadãos, possa fazer com
que utilize o seu magistério de influência
no sentido de que seja dada
diferente orientação a medidas que,
sacrificando os cidadãos, transportam
consigo uma forte carga de injustiça,
atenta a forma discriminatória como
são aplicadas.
Com os melhores cumprimentos
Data 31 de Maio de 2012
José Manuel Botelho Leal
(Vice-Almirante Ref)
NIM 31959 Marinha
terça-feira, 3 de julho de 2012
ESTÁ QUASE
A CACINE pediu autorização superior, e foi autorizado, para entrar a barra e fundear em S. José de Ribamar ,na próxima 5ª feira , afim de permitir a quem o deseje da guarnição que esteja presente no lançamento do livro "O quarto da alva" da autoria do Sr. Comandante Raul Patrício Leitão.
O evento iniciar-se-á ás 1800 horas no Museu de Marinha, o s´tio bem escolhido para se trazer a obra a público e que já dá para ler no próximo fim de semana.
Felicidades, Sr. Comandante , e temos a certeza que será um grande êxito
O evento iniciar-se-á ás 1800 horas no Museu de Marinha, o s´tio bem escolhido para se trazer a obra a público e que já dá para ler no próximo fim de semana.
Felicidades, Sr. Comandante , e temos a certeza que será um grande êxito
AFINAL É.....
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.
Pois, afinal parece que é DR. Mas continua a não ser possível encontrar gente para o jantar de finalistas
PARABENS
Pelas minhas contas a Escola de Fuzileiros faz hoje 51 anos de existência operacional.
Alguns elementos da CACINE tiraram lá o curso de Fuzileiro Especial , estiveram em Unidades operacionais nos teatros de guerra, foram lá instrutores.
Ainda hoje guardam a boina ( e ás vezes usam-na ainda, à socapa, aqui a bordo).
É um orgulho muito grande. "Fuzileiro uma vez, Fuzileiro para sempre"
Alguns elementos da CACINE tiraram lá o curso de Fuzileiro Especial , estiveram em Unidades operacionais nos teatros de guerra, foram lá instrutores.
Ainda hoje guardam a boina ( e ás vezes usam-na ainda, à socapa, aqui a bordo).
É um orgulho muito grande. "Fuzileiro uma vez, Fuzileiro para sempre"
segunda-feira, 2 de julho de 2012
POIS
José Luís Arnaut gosta de estar em todo o lado: na advocacia, na política, no futebol e agora na administração da empresa que distribui energia e gás natural ao mercado nacional. A capacidade multidisciplinar do dr. Arnaut não causaria nenhum mal ao país se a mesma não transformasse a fronteira entre o público e o privado numa nebulosa perigosa onde a subjugação do interesse público às necessidades dos privados é uma variável a ter em conta.
Passada quase uma semana após o i ter noticiado que o escritório CSM Rui Pena Arnaut tem a REN como cliente e produziu boa parte da legislação estruturante do gás natural e do restante sector energético, levantou-se um coro de críticas mas o assunto caiu no esquecimento.
A Ordem dos Advogados, em vez de tentar perceber se existe alguma incompatibilidade, ficou calada – como é costume quando está em causa algum dos cinco grandes escritórios. Enquanto a Ordem de Marinho Pinto nada faz, e o executivo de Passos Coelho permite, há um escritório de advogados que faz a legislação de um sector e aconselha empresas sobre essa mesma norma.
Refira-se que a situação do escritório do dr. Arnaut não é, de todo, caso único. Desde há muito que os sucessivos governos deixam que os grandes escritórios, por onde membros desses mesmos executivos passam, tenham acesso a informação privilegiada – mas sem que ninguém verifique eventuais incompatibilidades.
Nesse autêntico reino dos consultores jurídicos tudo é possível. Ainda no sector energético, o governo de Durão Barroso contratou em 2003 o escritório PLMJ (do qual Morais Sarmento, então ministro da Presidência do Conselho de Ministros, é sócio) para o aconselhar, juntamente com a Goldman Sachs de António Borges, na reestruturação do sector energético – mais uma. Uma das operações acompanhadas foi o acordo estabelecido entre o Estado e a ENI para a compra 34,3% do capital da Galp. A sócia que liderou a equipa jurídica da PLMJ era advogada de longa data de Américo Amorim. Quando este empresário quis entrar na Galp, em 2005, a mesma jurista deixou de representar o Estado para assessorar Amorim.
Outros exemplos podiam ser dados numa área onde os sucessivos governos têm facilitado muito. Um Estado forte não se entrega desta forma tão infantil a interesses privados. É necessário um escrutínio e uma regulação muito mais intensa para defesa do interesse público. Este não pode ser a vítima habitual dos negócios.
COMISSÃO DE DEFESA
Reunirá dia 3 de Julho , para aprovar actas e recomendar ao Governo que tome medidas a favor dos direitos dos trabalhadores portugueses da base das Lages.....
Nota: Isto não cheira nada bem e acaba por tramar os trabalhadores
E lá se perde uma tarde
Nota: Isto não cheira nada bem e acaba por tramar os trabalhadores
E lá se perde uma tarde
domingo, 1 de julho de 2012
QUÉ PASSA???
Não percebi bem o que se passou, mas boa coisa não foi e, sobretudo, deu azo aos Jornalistas para porem os Militares outra vez na berlinda.
Um Chefe tem mais cuidado co estas coisas. Agora, sempre que falar(se alguém mais o convidar para isso ) , já ninguém o ouve a sério, mesmo que tenha mil razões
Um Chefe tem mais cuidado co estas coisas. Agora, sempre que falar(se alguém mais o convidar para isso ) , já ninguém o ouve a sério, mesmo que tenha mil razões
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