terça-feira, 31 de julho de 2012

HAVERÁ QUEM REPITA???


No d

ia 15 d

e Agosto de 1925, a guarnição militar de Lisboa foi ao Terreiro do Paço, com o General Gomes da Costa à frente, apresentar cumprimentos ao novo ministro da Guerra, Sr. General Vieira da Rocha. Reunidos os oficiais superiores no gabinete do ministro, pronunciou o general Gomes da Costa o seguinte discurso:






“Sr. Ministro: - Impõe-me a minha graduação o dever de dirigir a V. Ex.ª algumas palavras em nome dos oficiais aqui presentes e se presume representarem todo o Exército.


Não tendo, porém, conversado previamente com eles, eu desconheço o que eles pensam acerca desta convocação que a repartição do gabinete se não esquece de fazer sempre que um novo ministro toma posse do cargo e que pela sua frequência e imposição não tem outro significado mais que o simples cumprimento duma ordem banal.


Creio bem que, por isso mesmo, deve V. Ex.ª, que sempre tem sido um soldado, sentir como todos nós a inutilidade e até mesmo o ridículo de uma cerimónia que só se justificaria, pelo entusiasmo suscitado após um alto feito militar, mas que em circunstâncias normais tão vexatória é para V. Ex.ª como para nós.


V. Ex.ª, que não é a primeira vez que exerce o cargo de ministro da Guerra, deve saber do miserável estado do Exército, desprovido de organização, desprovido de instrução, desprovido de material, absolutamente incapaz de oferecer uma resistência séria.


V. Ex.ª deve conhecer como nós a impossibilidade de mobilização imediata de uma simples divisão e da carência de armas, munições, cavalos, viaturas, etc. Deve V. Ex.ª conhecer a desorganização dos diversos serviços militares e o desleixo que para aí vai.


Não me proponho detalhar agora toda a nossa miséria; mas, convém acentuar que não a desconhecem as nações que têm representantes em Lisboa, representantes que não são cegos nem tolos e têm por dever informar-se para saber informar os seus governos. Para lamentar é que sejamos nós, os que do Exército fazemos parte, quem menos conhece a verdadeira situação militar de Portugal, devido à norma das repartições superiores que envolvem tudo num véu de mistério, a coberto do qual nada fazem e gozam duma reputação nebulosa de saber e austeridade.


Não há muito que achando-me à testa da 4ª Divisão do Exército e querendo inteirar-me do problema da defesa do território que comandava, eu pedi à estação competente para me confiar o plano de mobilização e defesa para o estudar: responderam-me que os planos de defesa eram secretos e portanto me não podiam ser enviados!


Pasmei, e considerei esta resposta tão ridícula que preferi crer que não passava de uma simples forma de encobrir a ausência de qualquer plano; e até hoje continuo com a mesma convicção.


Cito apenas este caso, entre muitos outros assaz curiosos, para demonstrar a V. Ex.ª a necessidade de alterar todo este estado de coisas, introduzindo uma reforma radical nos usos e costumes do Exército, por forma a acabar com a mentira que nele reina e faz a fortuna a muita gente. E é destas e doutras causas análogas que vem a indisciplina provocada pelos de cima também com as suas faltas de tacto, de saber e de critério e, sobretudo, pela sua ausência de espírito militar. Escuso de acentuar a necessidade de preparação, pois hoje com a complicada ciência que é a guerra, não se improvisam exércitos e quem os não possuir bem preparados e organizados desde o tempo de paz será irremediavelmente batido ao entrar nela.


Poderá parecer estranho que tendo nós recebido ordem para apresentar cumprimentos a V. Ex.ª, cumprimentos que a tradição impôs como afirmação da passividade imbecil e conformação com o estado de inércia mental a que nos têm reduzido, eu quebre essa norma chamando a atenção de V. Ex.ª para a falta de preparação militar do País; mas, senhor ministro, eu entendo que o meu dever como soldado, que me orgulho de ser, consiste precisamente em dizer o que penso, para que ao derrocar-se esta nacionalidade se não diga que tendo uma oportunidade de chamar a atenção do Governo para a miséria militar da Nação eu a deixei escapar por comodismo ou cobardia. Fazendo justiça às qualidades militares de V. Ex.ª, a quem conheço há cerca de 30 anos, desde que servimos sob as ordens desse grande soldado chamado Mouzinho de Albuquerque, que teve a coragem de se meter na sepultura quando começou a derrocada que conheceu e não pôde suster, fazendo justiça a V. Ex.ª, repito, eu convenço-me de que V. Ex.ª saberá preparar o Exército por forma a que ele ocupe o lugar de honra que na nacionalidade lhe pertence, e sirva efectivamente para a defesa da Pátria.


Aljubarrota, Exmo. Sr., não é um facto isolado na História de Portugal e pode repetir-se sempre que haja um Governo consciente da sua missão e saiba pôr acima dos interesses particulares o interesse nacional e não faça da cobardia uma virtude cívica.


Organize V. Ex.ª, como é seu dever, os serviços militares, influa, como é também seu dever, para que o Governo de que faz parte ponha em ordem a administração civil e financeira, cortando as cabeças a todos os chefes das quadrilhas que com a maior desvergonha e impunidade andam há anos a esta parte comprometendo a honra da Nação, e pode V. Ex.ª estar certo que todo o Exército o apoiará entusiasticamente nesse trabalho.


Tem V. Ex.ª o coração colocado bem no seu lugar e de forma a poder encarregar-se dum tal papel?


É o que resta ver”.




Nota da CACINE




GerEErnesto Maria Vieira da Rocha, tomou posse em 1 de Agosto de 1925 acabando o Governo (chefiado por Domingos Leite Pereira) em 17 de Dezembro de 1925.


sábado, 28 de julho de 2012

NO COMMENTS

Abertura dos Jogos Olímpicos de Londres

quinta-feira, 26 de julho de 2012

BRAVO


JODY LOT . É o  português  campeão do mundo de pesca submarina. A competição aconteceu no início deste mês, em Espanha, e o atleta nacional foi o melhor entre os concorrentes de 19 países.

terça-feira, 24 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

LÍNGUA PORTUGUESA

Na próxima 2ª feira assinarei um acordo com o Sindicato dos Professores no Estrangeiro, membro da FENPROF, relativamente à revisão do Decreto Lei nº 165-C/2009, que regula o regime jurídico do Ensino Português no Estrangeiro.
Será um acordo parcial, tendo em conta que uma das questões em causa, a nova propina, não reuniu consenso. Mas cumpre que se diga que se trata de um momento muito especial para todos os que se envolveram nas negociações, considerando que damos uma nova dinâmica a esta modalidade de ensino tão importante para os Portugueses residentes no estrangeiro.
Será a garantia que o Ensino Português no Estrangeiro tem continuidade apesar de todas as dificuldades que temos passado.
Seguidamente assinaremos outros acordos com os restantes sindicatos do sector, a FNE, o Sindicato dos Professores das Comunidades Lusíadas, o SINDEP e o SINAP. 
No conjunto tenho de agradecer aos representantes dos professores a postura construtiva que manifestaram em todo este processo, dando um contributo extraordinário para um resultado que será muito positivo para as nossas crianças e jovens.


José Cesário


Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

domingo, 22 de julho de 2012

LARGADA DO TEJO


Que bonito que foi o nosso desfile!
Bom, estou ainda com as pernas a tremer! Mas foi lindo de morrer o NOSSO DESFILE . Ao longo da minha vida assisti a tantos eventos destes que nem sou capaz de me lembrar quantos.
O de N. Y. por exemplo, foi, embora com mais barcos que aqui, Tall Ships ( ai se o meu marido me apanha a dizer estrangeirices!!!) Veleiros Grandes em Lisboa foram 49 e em N.Y foram muito mais, além disso contaram com a Pinta e Niña, com a presença do Príncipe Filipe de Espanha , mas o desfile deles não foi, nem de longe, tão bonito quanto o nosso.
O de Quebec foi muito emocionante porque entre os navios apareceram canoas de Índios, a protestar, e os comandantes suaram as estopinhas para não os afundarem.
O de Amesterdão foi talvez o mais animado de todos a que até hoje assisti e o de Bremhaven foi muito organizado e lindo....Mas nada que ver com o nosso de hoje.
O nosso estuário é absolutamente ideal para um evento destes. O vento proporcionou , mesmo aos grandes veleiros , navegarem à bolina, e o facto de não terem imposto regras, permitiu que a frota de iates acompanhantes se misturasse com os grandes veleiros sem aquela paranóia que aconteceu em 92 em que a polícia Marítima entrou forte, a esbravejar, e claro, cortou a graça ao desfile.
Sendo a Sagres o navio anfitrião foi-lhe dada a dianteira. Parabéns ao Comte Sardinha que mandou içar o pano todo, incluíndo os sobres, o que foi uma temeridade , mas que resultou de uma beleza ímpar.
O Sebastian El Cano que a seguiu, não querendo ficar atrás, fez o mesmo e antes da zona do quebra - mastros , viu-se grego para conseguir ferrar pano. Nós estávamos mesmo ao lado deles e foi muito impressionante, com rajadas de 30 nós, ver os moços lá no alto das vergas a lutar com pano que insistia em lhes fugir das mãos e que os fustigava sem remorços. Receei muito que algum viesse parar cá abaixo. Se eu ainda estou de pernas a termrer imagino esses gageiros.
A bordo do navio Polaco as coisas íam dando para o torto. Inclinou-se tanto, que eu dei logo ínicio a uma novena!!!
Vi um dos iates acompanhantes rasgar uma vela, vi muitos quase a fazer da quilha portaló .
A bordo do Madrugada levei os três netos mais novos que quase íam voando com o vento. Tinha também uns amigos , ele almirante de Cadiz , e que desde aí velejou chegando ontem , com o veleiro dele absolutamente batido pelo vento. No Espichel acabou por perder duas velas devido à violência da nortada. Mas estas minhas visitas espanholas não pouparam elogios a tudo o que hoje no Tejo viram.
A imponência destes grandes veleiros, especialmente quando vistos de bordo de um iate, ou seja, olhados de quase do nível do mar, é de tirar a respiração. São de uma grandeza que nos esmaga.
Foi um dia fenomenal no nosso Tejo , foi um evento de que muito nos podemos orgulhar.
O nosso povo compareceu em peso o que por certo deu muita alegria a quem do rio os osbservou.
Parabéns a todos os organizadores.
E embora eu tenha adorada cada minuto, dou graças a Deus por já estar em casa, quase a ir para uma cama que não balança, numa casa onde quase não oiço os uivos do vento. Coitados dos garotos que vão passar a noite na demanda de Sagres, depois a velejar todo o restante dia para só na madrugada seguinte chegarem a Cadiz. Votos de Bons Ventos e mar chão. Voltem sempre.

Não resistimos , com a devida vénia, a transcrever a excelente, mas sintética , crónica que a Ex.ma Sra D. Cristina Malhão Pereira publicou hoje no Facebook.
Acompanhando de muito perto as manobras dos Tall Ships, consegue dar esta excelente panorâmica
Ver publicação no Facebook ·

ANGOLA.UÉ


A PEN , PLEASE!!!

http://www.peticaopublica.com/?pi=InstOdiv 

O ministro aguiar ifen branco , quer à viva força deixar uma marca sua  na passagem pelo Governo e , para nossa infelicidade, pela defesa nacional e Forças Armadas.

Não contente com os Hospitais , agora quer acabar com o Instituto de Odivelas!!!!!

sábado, 21 de julho de 2012

CARTA

Senhor D. Januário Torgal Ferreira,

Se o dever de um bispo é «falar de tudo»* o senhor perdeu agora uma oportunidade tão boa de estar calado quanto de falar foram muitas e boas as que, durante o consulado do Partido Socialista de Sócrates e - pelos vistos - seu, deliberadamente perdeu. Se entende a sua missão de Bispo como dever de intercessão pelos «mais frágeis»* porque não falou contra Sócrates, o sanguinário, que tentou e conseguiu esmagar precisamente os mais frágeis de todos com a sua iníqua lei do aborto?  Não, o senhor não actua como um verdadeiro Bispo católico unido a Roma. Um "Episcopo", em obediência ao mandamento de Cristo "Vigiai!", olha em todas as direcções e adverte para os males que se aproximam, venham eles de onde vierem. O Senhor, pela maneira como há anos se posiciona, das duas uma: ou só tem olhos e ouvidos para o que lhe vem da direita - e é um mau vigilante - ou então vê e ouve à direita e à esquerda... mas cala-se selectivamente. Nesse caso, abusa gravemente da paciência e benevolência do povo cristão em nome do qual, querendo ou não, fala ou cala. Nós, cristãos, compreendemos que certos Bispos prefiram falar por palavras e outros por gestos; que uns se sintam mais à vontade no areópago e outros diante do Crucifixo. O que não podemos aceitar é que alguém prostitua a dignidade episcopal, a missão profética que lhe foi confiada... colocando-a não ao serviço do Evangelho ou da própria consciência, como pretende fazer crer, mas de agendas e solidariedades políticas de que um Bispo se deve manter livre.

Com franqueza e desgosto lhe digo aqui publicamente e direi pessoalmente se vier a ter o desprazer de o encontrar - não o procurarei, descanse! - que o considero mau Bispo e mau Militar, ao aventurar-se de forma tão desajuizada no terreno do comentário político. Estou à vontade relativamente ao actual governo cujos ministros tenho publicamente criticado por escrito de forma, penso eu, fundamentada. Mas se para o Senhor Bispo o anterior governo era de anjos, comparados com os "diabinhos negros" do actual, o Senhor D. Januário só pode estar fora da comunhão com o Papa Bento XVI para quem “os seres humanos mais pobres [ou frágeis] são as crianças ainda não nascidas”**, ou seja os tais seres cuja total total exploração, desconsideração e morte violentíssima, perante o seu silêncio e, por vezes, até com a ajuda da sua palavra cúmplice***, o PS de Sócrates promoveu.

Dito isto, termino com a única consequência positiva que se pode salvar de mais esta intempestiva intervenção sua. Eis que, à vista de todos, caiem por terra as desculpas de alguns Senhores Padres e Bispos que, hesitantes quanto a colaborar com a causa da Vida, a apodam de "política" e passam de largo sentenciando que "a religião não se mistura com a política". (Como se não conhecêssemos a Bíblia, como se nunca tivéssemos lido Jeremias...) O seu mérito involuntário, D. Januário, foi o de ter demonstrado à saciedade e até que ponto, sem complexos, a missão do homem Religioso pode - e porventura deve - levá-lo a atravessar áridos territórios da "política", na defesa da Justiça, da Verdade e da Vida. Com o filósofo, pode o religioso também dizer «nada do que é humano me é estranho». Se no resto o não posso louvar, nisto o louvarei esperando que o exemplo encoraje os grandes homens (e mulheres) que também temos na Igreja portuguesa e na Comunicação católica a tomar uma posição cada vez mais clara e desassombrada pro referendo Vida, a favor da Causa da Vida cujo Senhor prometeram servir.

Luís Botelho
Guimarães, 19 de Julho de 2012

POIS É

Um hospital único para as Forças Armadas, só por capricho do ministro?

Será que muitos dos recados que tenho recebido, dizendo que não vai haver grande economia, antes pelo contrário , e que ano após ano , as despesas crescerão exponencialmente?

Será que vai haver enorme baixa de qualidade técnica, cientifica e dedicação dos profissionais de saúde , agora de cada ramo , mas posteriormente juntos?

Será que a comissão de civis (incluindo familiares e amigos) que o ministro nomeou , terá sido a mais correcta?

Será que os Militares, a sua maioria , concordará com isto?

E, afinal, vai-se fazer isto para quê? Para o ministro mostrar serviço ?

Olhem.   Sabem que mais!!! Se calhar não assino!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CURIOSO

Realizou-se no dia 15 de Julho, no Axis Golfe de Ponte Lima, o II Torneio de golfe do Regimento de Cavalaria Nº 6 (RC6), inserido nas comemorações dos 303 anos do dia do RC6 - Dragões D`Entre Douro e Minho.

Este torneio iniciou-se às 09H30, saídas em shotgun, jogada na modalidade Stableford, e pontuável para a Ordem de Mérito do Clube de Golfe do Exército e para o e IV Open da Brigada de Intervenção.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

DEMOCRATIC SECRET

North Korean state media on July 16 announced the dismissal of Ri Yong Ho, vice chairman of the Central Military Commission, from all of his posts. The announcement came a day after an organizational meeting of the Politburo of the Central Committee of the ruling Workers’ Party of Korea. Ri’s dismissal ostensibly was due to health reasons, though it is highly unusual for the North Koreans to dismiss senior officials so quickly even if they have fallen ill or had a stroke or another debilitating condition. Rather, the North Koreans often simply allow such individuals to slip from public sight for months and quietly reveal a new person in the position. No successor to Ri has been named. The very public and perfunctory dismissal is seen as a reflection of a rebalancing of power between the North Korean military and the civilian Workers’ Party but may also reflect a potential opening for renewed dialogue between Pyongyang and Seoul.  AnalysisRi rose to power through the early 2000s under then North Korean leader Kim Jong Il and was promoted to two-star general in 2002 and three-star general a year later. Ri became chief of the military General Staff in 2009 and in 2010 was appointed as vice chairman of the Central Military Commission along with current North Korean leader Kim Jong Un. Ri’s role as a second-generation leader, his connections with Kim Jong Il and in particular Kim Jong Un’s uncle Jang Sung Taek (who has played a critical role in North Korea‘s political balancing since Kim Jong Il fell ill a few years before his death), made Ri an important figure in the transition to Kim Jong Un and helped to solidify the military’s support behind the young leader.  His removal, then, came as a surprise to North Korean observers in South Korea and elsewhere. Although Kim Jong Un has been expected to reshape the ranks of the political elite as he solidifies his rule, high-level changes were not expected so soon. In part, the dismissal may reflect a further transition of the core power base for Kim Jong Un from the military his father relied on to the civilian Workers’ Party of Korea — a process Kim Jong Il set in motion before his death. The dismissal may also be a warning to the military that Kim Jong Un is confident in his position and that the military should not consider countering or challenging some of the domestic social and economic changes under way.  But the dismissal may also be a way for Kim Jong Un to pave the way for a resumption of talks with South Korea or to even clear the path for a summit with outgoing South Korean President Lee Myung Bak. North Korean and South Korean relations were significantly strained by the 2010 sinking of the South Korean navy ship Cheonan and by the North Korean shelling of the South’s positions on Yeonpyeong later the same year. One of the preconditions Seoul has made for a resumption of dialogue with the North (and the potential for resumed aid and investment) is that North Korea should identify and punish those responsible for the attacks on the South. Removing Ri could be a signal to the South that this has been done and a way to distance Kim Jong Un from complicity in the actions.  In most situations, it is difficult to gain a clear understanding of what is going on in North Korea‘s closed political system, but Kim Jong Un is certainly seeking to change his image domestically, loosen up social and economic restrictions and direct envoys to promote greater international economic and political connections. Ri’s dismissal may just be part of a power struggle or a rebalancing of influence between the Workers’ Party and the military. However, it could also be a strong indication from the new regime that Kim Jong Un is both in charge and ready to embark on his own foreign policy initiatives, and a summit with South Korea would both strengthen his domestic and international claim to authority and potentially open the way for renewed economic assistance. 


Nota:Talvez o lider parlamentar do PCP nos possa explicar o que se passa neste país democrático


Fonte: IE

ECCE HOMO

Aguiar Branco não é meu superior , nem meu Ministro

BIZARRO


Ikaria, a 250 square mile island, wants to leave Greece and join Austria which is 1242 miles away from the small Greek island, Italian daily "Libero" reported.
The roots behind such a bizarre decision dated back to 1912 in the midst of the Turkish-Italian War. The islanders made advantage of that historical moment and declared their independence from the Ottoman Empire. In the same year, they signed a 100 year agreement to join Greece which is set to expire this week.
Now as the crisis takes its toll on the islanders, they think to join another European state for a better future.
"To remain independent is difficult for us; we want to connect to another state. Of course, we won't ask Turkey; we prefer to join Austria," said an Ikaria resident according to the report.
In the meantime, the islanders have some basic demands from Athens should they agree to renew their agreement.
"If they can't assure us now new roads and a new hospital, we may decide to break away from Athens," the report quoted another Ikaria resident as saying.
Nota: Pode ser que alguém queira a Madeira, mas com o D. Alberto João!!!!!

terça-feira, 17 de julho de 2012

FANTÁSTICO

Embora a “sede” do projecto seja na Academia da Força Aérea em Sintra é no Centro de Formação Militar e Técnica, na Ota, que militares da FAP e civis da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, passam 15 dias por mês a testar o que vêm desenvolvendo. Dos programas informáticos, às plataformas (os UAV já construídos) e seus diversos componentes, passando pelas comunicações ar-terra, aos sistemas de GPS ou a vários tipos de consolas que são utilizadas, tudo ali é posto em funcionamento, testado e avaliado. Pretende-se “desenvolver a tecnologia mas também os conceitos de operação“, ou seja, simplificando, não interessa ter apenas uma máquina voadora não tripulada com determinadas capacidades, mas também saber como a utilizar e aquilo que ela pode realmente fazer, testar afinal aplicações reais para estes veículos aéreos. Nesse sentido não têm aliás faltado entidades interessadas em saber o que a Força Aérea está a fazer e as visitas de informação e mesmo algumas com a realização de testes práticos já têm sido feitas, nomeadamente por serviços que actuam na área da segurança.