"Caros camaradas e amigos:
Hoje da parte da tarde, peguei no meu veleiro Cor Leonis e saí da marina de
Portimão, a caminho do estaleiro da marina, para efectuar a limpeza do fundo e
manutenção anual. A meio caminho, devido à forte nortada e ao facto de ter o
hélice muito sujo, comecei a perder o governo; o motor, com os seus 14 HP, não
ajudou, pelo que solicitei ajuda à marina, que me mandou um semi-rígido e
procedeu ao reboque de regresso ao meu finger. Fui informado que o reboque teria
de ser participado à Polícia Marítima. Mal atraquei na marina, surgiu um agente
da PM que me solicitou os documentos todos a inquiriu sobre a natureza da
"avaria" que me tinha forçado a pedir reboque. Estava tudo em ordem.
Apreendeu-me o livrete e informou que, para o reaver, teria de solicitar à
Capitania uma inspecção para garantir que a "avaria" tinha sido reparada e a
embarcação estava em condições de navegar. Pergunto: este procedimento é normal?
Será legítimo?
Abraços e cumprimentos a todos
Raul Sousa Machado
PS. O agente da PM insistiu em tratar-me por "Sr. Raul". Quando lhe disse
que gostaria de ser tratado pelo posto e apelido -- afinal, ainda pertenço aos
Quadros Permanentes, se é que isto ainda tem algum significado para além do
legal, --, lá condescendeu em tratar-me por sr. Machado, mas recusou tratar-me
pelo posto. Contudo, exigiu ser tratado por "sr. Agente"."
Com a devida vénia
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
JÁ NÃO SOMOS NADA
AGUENTA MARUJO
Antes, no belo antanho, a ADMA , só nossa, funcionava maravilhosamente. Nós, Marinheiros, até tínhamos (e temos, mas muito mau agora, já que foi detectada a nossa fragilidade) um seguro da Multicare que pagamos e que nos complementava a comparticipação do sistema oficial.
Todo o problema que surgisse custava-nos um telefonema ou uma deslocação à Rua do Arsenal, e em conversa com os nossos Camaradas ou com as Funcionárias civis do ADMA , logo tudo se resolvia.
Além disso nas instituições de saúde que mantinham acordos com a Marinha , eramos mui´tissimo bem acolhidos .
Hoje em dia, e graças a mais uma intervenção de aguiar hifen branco , com a junção dos sistemas na ADM e com um Amigo civil a dirigir , os sarilhos são mais que muitos, as instituições fogem aos acordos (a ADM não paga desde Agosto de 2011, se não estou errado), não há ninguém a quem reclamar.
Mais um degrau descido na escada para as profundezas da ignomínia e da humilhação a que os Militares e Famílias vão dia a dia sendo sujeitos por este ministro.
E nós aqui, que sempre defendemos os nossos Chefes hierárquicos , começamos a ter dúvidas e a ouvir demasiado alto os seus silêncios.
Todo o problema que surgisse custava-nos um telefonema ou uma deslocação à Rua do Arsenal, e em conversa com os nossos Camaradas ou com as Funcionárias civis do ADMA , logo tudo se resolvia.
Além disso nas instituições de saúde que mantinham acordos com a Marinha , eramos mui´tissimo bem acolhidos .
Hoje em dia, e graças a mais uma intervenção de aguiar hifen branco , com a junção dos sistemas na ADM e com um Amigo civil a dirigir , os sarilhos são mais que muitos, as instituições fogem aos acordos (a ADM não paga desde Agosto de 2011, se não estou errado), não há ninguém a quem reclamar.
Mais um degrau descido na escada para as profundezas da ignomínia e da humilhação a que os Militares e Famílias vão dia a dia sendo sujeitos por este ministro.
E nós aqui, que sempre defendemos os nossos Chefes hierárquicos , começamos a ter dúvidas e a ouvir demasiado alto os seus silêncios.
THE DESTROYER
"Situação do IASFA e da ADM
As APM promovem, a 30 de Maio,
uma concentração contra a destruição do
IASFA e da ADM
As APM promovem
essa concentração, de grande simbolismo, junto ao
IASFA (Rua Pedro Nunes, em
Lisboa), em 30 de Maio, a partir das 17H30,
contra a degradação dos serviços
prestados quer no âmbito da Acção
Social Complementar quer no que respeita à
ADM, como é patente para
todos os beneficiários, e de oposição ao acentuar
dessa situação no
futuro, como se torna claro da evolução dos problemas que
se vão
verificando
Na realidade, têm vindo a acumular-se as notícias sobre
a degradação
das condições proporcionadas para o funcionamento do Instituto
de
Acção Social das Forças Armadas. A falta de pessoal de toda a
natureza
(médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, auxiliares, etc.)
vem
provocando uma notória diminuição da capacidade de resposta do
IASFA
(o que inclui o colapso da plena utilização dos equipamentos
sociais),
com uma acentuada degradação na qualidade do serviço prestado.
Mais:
as dificuldades orçamentais que vão constando determinam a fixação
de
preços acima de organizações congéneres e, até, por exemplo,
como
acontece com as refeições, superiores aos de restaurantes
das
redondezas equivalentes no tipo de oferta.
Por outro lado, a ADM,
colocada na dependência do IASFA, vem
acentuando a tendência para atrasar os
pagamentos e vai evoluindo num
sentido que indicia o agravamento do
desrespeito pelos normativos da
Lei nº 11/89, de 1 de Junho, “Bases gerais do
estatuto da condição
militar”. Por exemplo: a emissão dos chamados cartões
“protocolados”,
foi suspensa e a respectiva renovação, para os que vigoravam
do
antecedente, aponta para um prazo de validade (31 de Dezembro
próximo)
que nada augura de bom; as propostas para diminuir os
convencionados
deixam os militares perplexos; etc. Tudo isto quando se
anuncia, ainda
por cima, um novo aumento para o desconto dos militares
destinado à
ADM.
As queixas são muitas e têm chegado, inclusivamente, ao
MDN, cujo
Chefe de Gabinete se limita a relatar, em resposta desde há meses,
a
“atenção” do governante, sem que, entretanto, se verifique
qualquer
alteração.
Por outro lado, as alterações ao enquadramento legal
do IASFA, sem que
as APM fossem chamadas fazer a respectiva apreciação como
se encontra
estabelecido na Lei Orgânica nº 3/2001 de 29 de Agosto, aumentam
as
nossas preocupações. Neste momento, foram proibidas colocações
de
militares na estrutura do IASFA, passando a fazer-se o
preenchimento
dos quadros mediante concurso público. Dir-se-á que se trata de
um
instituo público e que, como tal…Sucede, entretanto, que o
património
do IASFA, que é imenso, foi maioritariamente erigido à custa
do
esforço dos militares e vão ser outros que não estes a tomar
decisões
sobre a sua gestão. Como se apresentará o próximo
capítulo?...
Longe vão os tempos em que um MDN prometeu que o futuro do
IASFA
estaria salvaguardado e que os militares iriam pagar para a ADM
o
correspondente aos 0,8% com que contribuíam para a Acção
Social
Complementar do IASFA, responsabilizando-se o Ministério
pelas
necessidades desta que anteriormente eram cobertas pelas quotas
dos
beneficiários… A palavra vale o que vale e as promessas, pelos
vistos,
também. Os militares é que não estavam habituados a este tipo
de
comportamentos e, em consequência, a confiança esvai-se.
Não se pode
estranhar, portanto, que dêem pública mostra da sua indignação."
Comunicado da AOFA
OBRIGADO, SENHOR
Nós aqui na CACINE pensávamos, até ontem, que as promoções dos Militares no activo eram uma indispensabilidade na carreira, i.e. faziam parte integrante da vida militar. A uns postos tinha-se acesso por antiguidade e a outros por escolha.
Um indivíduo para ser Mestre do navio teria de ser Sargento de manobra, para comandar uma fragata teria de ser Capitão de Fragata, para ser Director do Instituto Hidrográfico deveria de ser Contra Almirante.E assim se vai rodando, exactamente com as "promoções", com a subida dos mais novos e mais competentes na escada dos postos militares.
E tudo isto naturalmente, com a carreira, pois dela faz parte.
Mas ontem soubemos que afinal as promoções são "um favor pessoal e devem-se a um grande esforço ..." do ministro aguiar hifen branco, que perante a crise conseguiu arrancar as danadas das promoções ao Governo.
Triste País este.....
Um indivíduo para ser Mestre do navio teria de ser Sargento de manobra, para comandar uma fragata teria de ser Capitão de Fragata, para ser Director do Instituto Hidrográfico deveria de ser Contra Almirante.E assim se vai rodando, exactamente com as "promoções", com a subida dos mais novos e mais competentes na escada dos postos militares.
E tudo isto naturalmente, com a carreira, pois dela faz parte.
Mas ontem soubemos que afinal as promoções são "um favor pessoal e devem-se a um grande esforço ..." do ministro aguiar hifen branco, que perante a crise conseguiu arrancar as danadas das promoções ao Governo.
Triste País este.....
FABULOSO
AGENDA
PATRIÓTICA
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Sábado, 1 de
Junho-
Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1547 do Batalhão de Caçadores 1887, Guiné, na Quinta da Ponte da Pedra, Entroncamento, Estrada Nacional 110 (Vila Nova da Barquinha).
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29º Encontro-convívio e 48º Aniversário do embarque para Angola Militares do Batalhão de Cavalaria 782, 1965/1967, em Fátima.
-
13º Convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Cavalaria 8420, Moçambique 1972/1974. 10h00 Concentração no Largo da Refer, em Leiria; 11h00 Deslocação ao Monumento dos Combatentes da Grande Guerra para colocação de uma coroa de flores.
-
7º Convívio dos Combatentes Vilalvenses, em Vila Alva, Beja.
-
24º Convívio dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 770 (CCS, CCac767, CCac768 e CCac769) Angola 1965/1967, na Quinta dos Compadres, em Viseu.
-
XV Encontro dos Combatentes da 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4212/73, Angola 1973/1975, no Regimento de Artilharia 5 (Serra do Pilar), em Vila Nova de Gaia.
-
Almoço de Confraternização dos Combatentes da Companhia de Artilharia 3572, Moçambique 1972/1974, no restaurante "Ipiranga", Vale do Grou, Aguada de Cima, Águeda.
-
XXV Convívio dos Combatentes do Batalhão de Artilharia 1893, "Bravos e Sempre Leais", Moçambique 1966/1968, na Ermida de Nossa Senhora do Castelo, em Mangualde.
-
XI Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 4244, "Alea Jacta Est", Moçambique (Km19, Tete, Cabora Bassa) 1973/1974, na Pensão "Ferro", em Aveiro.
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XXVII Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Cavalaria 8320, Guiné (Bula) 1972/1974, na Quinta do "Ti Lucas", em Pombal.
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36º Almoço-convívio dos Combatentes e Amigos da Companhia de Caçadores 3396, "Lenços Negros", do Batalhão de Caçadores 3851, Moçambique 1971/1973. Missa na Igreja Matriz e Mosteiro de Santo Tirso; romagem ao Monumento dos Combatentes e almoço no restaurante Tirsense, em Santo Tirso.
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Confraternização e celebração do 40º Aniversário do regresso dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 3842, Moçambique 1971/1973, na Expotorres, em Torres Vedras.
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10º Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 356, Guiné 1962/1964, no restaurante "São Sebastião", Travasso, Pombal.
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Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Cavalaria 8421, "Uma Lança em África", Moçambique (Mocimboa do Rovuma e Ribaué) 1973/1974, no restaurante "Mira Freita", Lugar de Felgueira, Arões, Vale de Cambra.
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Almoço-convívio e Comemoração do 40º Aniversário do regresso de Angola dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 3847, Angola 1971/1973, no restaurante "Pérola do Fetal", Reguengo de Fetal, Batalha.
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Encontro Anual dos Combatentes da Companhia de Cavalaria 1510, "A Sorte Protege os Valentes", Moçambique (Mueda, Muidumbe, Mabo-Tacuane) 1966/1968, no restaurante "Casalinho Farto", Casal Farto, em Fátima.
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XX Encontro Nacional comemorativo dos 40 anos do regresso de Angola dos Combatentes da Companhia de Caçadores 2775, "Os Raposas", em Santarém.
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Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2733, Moçambique (Niassa, Cantina Dias) 1970/1972, no restaurante "Estância", em Oliveira do Bairro.
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Convívio dos Combatentes do Batalhão de Cavalaria 8423, Angola (Quitexe) 1974/1975, em Santo Tirso.
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18º Almoço-convívio dos Combatentes do Pelotão de Morteiros 4582, Angola (Cuimba) 1973/1975, no restaurante "Quinta Nova", Comeiras de Baixo, São Vicente do Paul, Santarém.
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10º Almoço-convívio dos Combatentes da 2ª Companhia de Engenharia de Moçambique, "Com Jeito Vai", Moçambique (Niassa) 1967/1974, no restaurante "1715", Picoto, Argoncilhe, Santa Maria da Feira.
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Almoço da "Velha Guarda dos Dragões de Angola", Angola 1959/1962, no restaurante "O Retornado", no Entroncamento. Contacto José Leitão 914 849 431.
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XX Convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Caçadores 2912, Guiné (Galomaro) 1970/1972, em Esposende.
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10º Convívio dos Combatentes da 11ª Companhia de CaçEv./RINL, Angola 1961/1963, em Oeiras.
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Almoço dos Combatentes da Companhia de Artilharia 7257, Moçambique (Mueda, António Enes) 1974/1975, em Leiria.
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Convívio dos Combatentes da Companhia de Engenharia 1575, Moçambique (Mueda) 1966/1968, no restaurante "D. Nuno", em Fátima.
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43º Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Engenharia 2376, Moçambique 1970/1972, no restaurante "Estrela do Mar", em Ribamar, Ericeira.
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Almoço de confraternização dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2385, Moçambique 1968/1970, no restaurante "O Teimoso", Casal do Forno, Marteleira.
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XV Encontro dos Combatentes do Batalhão de Batalhão de Caçadores 4510, Guiné 1972/1974, nas Caldas da Rainha.
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Encontro-convívio da 6ª Companhia de Comandos, Moçambique 1972/1974, em Lisboa.
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20º Convívio dos Militares do Comando de Agrupamento 2960, Angola (nova Lisboa) 1969/1971. Ponto de encontro no Santuário do Cristo-Rei, almoço no restaurante da Quinta das Casas Velhas, em Almada.
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Encontro-convívio de Comemoração do 52º Aniversário do embarque (15Jun1961) e dos 50 anos do regresso dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 141, "Honra e Glória", Angola Jun1961/Out1963, em Riachos, Entroncamento. (Contactos Furriel Teixeira (CC143) 968 021 129, 1º Cabo Rodrigo (CCS) 919 474 069 e Furriel Vilaça (CCS) 964 027 425).
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Encontro-convívio comemorativo dos 50 anos da Companhia de Engenharia 447, Guiné, no restaurante "Chimarrão" da Expo, junto ao Oceanário, Lisboa. (Marcações: Vítor Lopes 917240375).
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14º Convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 2532, "Para o Dever e para a Glória", Angola (Luso) 1969/1971. 11h15 Celebração de missa na Igreja Paroquial de Pindelo; 13h00 almoço no restaurante "Montebelo", em Nogueira do Cravo, Oliveira de Azeméis.
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7º Encontro dos Militares da 2ª Companhia do Batalhão de Caçadores 5017/74, "Sempre Excelentes e Valorosos", Angola 1974/1975, no restaurante "5 Amigos", em Pedroso, Vila Nova de Gaia.
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Almoço-convívio dos Combatentes do Esquadrão de Cavalaria 1, "Fé, Nobreza e Decisão, Moçambique, na Quinta das Oliveiras, Alferrarede, Abrantes.
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4º Encontro dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) e 10º Encontro da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 5010/74, Angola 1974/1975, no restaurante "O Mano", em Parceiros, Leiria.
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Almoço de Confraternização dos Combatentes da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4515/73, Angola 1973/1975, no restaurante "Quinta das Laranjeiras", em Borba de Godim, Amarante.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 715 do Batalhão de Caçadores 717, comemorativo do 49º aniversário, Norte e Leste de Angola Out1964/Jan1967, na Casa São Nuno, em Fátima.
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18º Almoço-convívio dos Combatentes da 3ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4212/73, Leste de Angola (Massibi, Cavungo, Jimbe) 1973/1975. Ponto de encontro no Santuário do Cristo-Rei às 11h00; 12h00 Missa em Memória dos Camaradas já falecidos na "Ermida do Pragal"; 13h00 almoço na Tenda Panorâmica da "Quinta das Casas Velhas", em Almada.
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XVI Convívio dos Militares da Companhia de Caçadores 1590, "Os Gazelas", do Batalhão de Caçadores 1894, Guiné 1966/1968. 11h00 Missa na Capela do Cortiçal; 13h00 Almoço no restaurante "A Gralha", junto ás Grutas de Santo António, Cortiçal, Abrã.
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XX Encontro dos Combatentes da Companhia de Caçadores 2775 do Batalhão de Caçadores 2925, "A Outros Não Tememos", Angola 1970/1972, no restaurante "Quinta Nova", Comeiras de Baixo, São Vicente do Paúl, Santarém.
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Encontro de Expedicionários a Timor, Companhia de Artilharia 6556, no Centro Hípico "Irmão Pedro Coelho", Areias de Vilar, Barcelos.
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Almoço-convívio dos Militares do Batalhão de Caçadores 503, Angola Set1963/Dez1965, no Núcleo de Coimbra da Liga dos Combatentes, Coimbra.
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Almoço de Confraternização dos Combatentes da Companhia de Caçadores 550, Moçambique 1963/1966, no restaurante "Casa do Paço", Bordonhos, São Pedro do Sul.
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4º Encontro-convívio dos Combatentes da 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4616, Guiné (Mansambo), em Viseu. (Contactos: Alf. Aido 962 603 114, Fur.Mil. Isabelinho 917 848 483).
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Convívio dos Militares da Companhia de Transmissões/STM, Guiné 1969/1971, no restaurante "Manjar dos Lobos", em Vermelha, Bombarral. (Contacto: Albino Rocha 929 069 200).
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Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Cavalaria 2902, "Xeque-Mate", (CCS, CCav2649, CCav2650 e CCav2651), Angola 1970/1972, nos Serviços Sociais da Fonte Boa, Estação Zootécnica Nacional, Vale de Santarém.
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Convívio anual dos Combatentes Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 4610, Guiné (Bissorã), em Altura, Castro Marim.
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XX Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 2912/CCS, Guiné (Galomaro) 1970/1972. 10h30 Concentração em Fão, junto às Torres; 11h30 Partida em caravana automóvel, para o restaurante; 12h00 Missa na Capela da Sª da Saúde (junto ao Restaurante); almoço no restaurante "Bem Estar", Outeiro, Marinhas, Esposende.
Domingo, 2 de
Junho-
Almoço-convívio dos Combatentes do Pelotão de Apoio Directo 2148, Angola (Luso) 1969/1971, no restaurante "O Cesteiro", Luso, Mealhada.
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38º Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 3482, Angola, no restaurante "Arquinho do Castelo", em Leça da Palmeira.
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Almoço-convívio dos Militares das Companhias de Transportes 653, 654, 655, Angola 1964/1966, em Boleiros, Fátima.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1672 do Batalhão de Caçadores 1908, Angola (Mussenga) 1967/1969, em Boleiros, Fátima. (Contacto: A. Santos 965158683).
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Almoço anual dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1430, "Morra quem se Negue", Angola 1965/1967, na Quinta das Carrascas (EN8), Cela, Alcobaça.
Quarta-feira, 5 de
Junho-
10º Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2386, Moçambique 1968/1970, em Fátima.
Sábado, 8 de
Junho-
25º Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Caçadores 3851, Moçambique (Niassa, Macaloge e Cabo Delgado, Montepuez) 1971/1973, no Regimento de Infantaria 15, Tomar. Almoço na Quinta da Gracinda, em Tomar.
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Convívio anual dos Combatentes da Companhia de Caçadores 2680, Guiné 1970/1971, no "Restaurante dos Amigos", em Ponta do Sol, Madeira.
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Almoço dos Combatentes da Companhia de Artilharia 1561, na "Adega Regional do Rodrigo", em Lamelas, Santo Tirso.
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Almoço-convívio comemorativo dos 45 anos do regresso dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1569, Moçambique (Cabo Delgado e Tete) 1966/1968, no restaurante "Quinta de Santo Estevão", em Aguiar da Beira.
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Convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1787 do Batalhão de Caçadores 1932, "Vontade e Valor", Guiné 1967/1969, em Santa Maria da Feira.
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46º Almoço dos Combatentes da Companhia de Caçadores 795, Angola 1965/1967, no restaurante "Cortiço", Caldas da Rainha.
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16º Encontro dos Combatentes da 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores 5010, Angola 1974/1975, no salão de Festas do restaurante "Citânia", em Paços de Ferreira.
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30º Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 2317, "Nas Armas Singulares", Guiné 1968/1969, no restaurante "Zagalo", em Espinho.
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10º Convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2731, Angola 1970/1972, no Machico, Ilha da Madeira.
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19º Convívio dos Militares da Companhia de Artilharia 3416 e 42º Aniversário da partida para Angola (Lumbala Velha) 1971/1973, no Hotel Restaurante "Jardins da Ria" (Quinta do Cochel), Muranzel, Torreira, Murtosa.
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Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 1866, Angola Nov1965/Fev1968, no restaurante "Dom Rogério", Mealhada.
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"Mega-Encontro" dos Combatentes do Batalhão de Artilharia 3881 (CCS, CArt3538, CArt3539 e CArt3540), Angola 1972/1974, no Quartel do Regimento de Artilharia 5 (ex-RAP2), Vila Nova de Gaia.
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Convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 169, Angola Jul1961/Nov1963, em Montemor-o-Velho.
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Encontro comemorativo do 47º aniversário da Companhia de Artilharia 1613, Guiné 1966/1968, em Santo Tirso. (Contactos 917297948).
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 3306, "Os Fidalgos de Jol", do Batalhão de Caçadores 3833, Guiné 1970/1972, no restaurante "Girassol", Celeirós, Braga.
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22º Convívio dos Militares do Batalhão de Artilharia 1864 (CCS, CArt1452, CArt1453, CArt1454) e Pelotão de Morteiros 1034, Angola 1965/1967, no restaurante "ViraBrasa", em Coimbra.
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4º Grande Encontro de Polícia Aérea a Norte, no RI10 (antigo BA7), S. Jacinto, Aveiro. 10h00 Entrada na Base e homenagem aos militares da PA que voaram mais alto; 12h30 almoço-convívio.
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XX Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços e da Companhia de Caçadores 3552 do Batalhão de Caçadores 3885, "Trinca Minas", Moçambique (Fingoé, Tete) 1972/1974, em Ferreira do Alentejo.
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19º Convívio dos Combatentes da 2ª Companhia do Batalhão de Artilharia 6521/74, Moçambique 1974/1975. A concentração terá lugar junto da Igreja de Cristo Rei da Vergada, em Argoncilhe, Santa Maria da Feira, pelas 10h30; 11h00 missa em honra de todos os Combatentes mortos no Ultramar; 13h00 almoço no restaurante "Salgueirinhos Classic", em Seixezelo, Grijó, na EN 1.
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21º Convívio dos Militares que pertenceram à Companhia de Caçadores 1567, "No Exemplo Estará Nossa Glória", Guiné 1966/1968, em Seia. (Contato: Carlos Caria 965404467).
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XIX Encontro-convívio dos "Piratas de Guileje", Companhia de Cavalaria 8350, Guiné 1972/1974. 11h00 Missa no Seminário do Verbo Divino; 13h00 almoço no restaurante "O Pastilha", em Fátima.
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Confraternização dos Combatentes da 2ª Companhia do Batalhão de Caçadores 5011, Moçambique 1972/1974, no restaurante "A Milita", em Proença-a-Nova.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Artilharia 786, Angola (Quitexe) 1965/1967, no restaurante "Nova Casa dos Leitões", Peneireiro, Aguim, Anadia.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 1701, "Um por Todos", Angola 1967/1969. 11h00 Celebração da eucaristia, na Igreja Senhor da Cruz; 13h00 Almoço na Quinta da Granja, situada na freguesia de Alheira, Barcelos.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2626, "Ranger's", Angola 1969/1972, em Alpendorada, Marco de Canaveses.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 2871, Angola 1969/1971. Concentração às 11h00 no Monumento aos Combatentes do Ultramar (junto à Torre de Belém), em Belém, Lisboa.
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Almoço anual dos Combatentes da Companhia de Artilharia 1743, Guiné (Tite, Nova Sintra, Bissassema, Enxudé, Jabadá) 1967/1969, no restaurante "Solar da Pedra", em Arnoso de Santa Eulália, Vila Nova de Famalicão.
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Convívio anual dos Combatentes do Comando de Agrupamento 1985, Moçambique (Quelimane e Porto Amélia) 1967/1969. 14h30, concentração junto ao edifício da Câmara Municipal de Paredes.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Artilharia 6223, Moçambique 1974/1975, no restaurante "Mira Sintra", ao lado do Campo do União Sintrense, Sintra.
Dias 8, 9 e 10 de
Junho-
44º Encontro Nacional de Expedicionários de Timor, na Escola EB1 de Santa Luziz, Azurém, Guimarães.
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Convívio dos Combatentes da Companhia Caçadores 3, Guiné (Guidage, Barro), em Quarteira, Vilamoura, Loulé.
Domingo, 9 de
Junho-
Encontro-convívio Comemorativo dos 40 anos do regresso dos Combatentes do Batalhão de Cavalaria 3845 (CCS, CCav3361, CCav3362, CCav3363) Angola 1971/1973, na Quinta das Oliveiras (ex-Quinta do Lago), em Abrantes.
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17º Convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 240, Guiné, em Torres Novas.
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25º Encontro-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Caçadores 3851, Moçambique (Niassa: Macaloge e Cabo Delgado: Montepuez) 1971/1973, no Regimento de Infantaria 15 de Tomar. Almoço na Quinta da Gracinda, Tomar.
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31º Convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1804 do Batalhão de Caçadores 1937, Moçambique 1967/1969, em Mateus, Vila Real.
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6º Encontro dos Veteranos da Companhia de Caçadores 1101, do RI 20 Luanda, Angola 1970/1972, na Quinta Dona Adelaide Simões, em Valpaços.
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Encontro comemorativo do 43º Aniversário do regresso dos Combatentes das 12ª e 14ª Companhias de Comandos, Angola 1967/1970. 11h00 Missa na Igreja de S. João Baptista; 12h30 almoço no restaurante "Aquárioeventos" (Sala Ouro), Azurara, Vila do Conde.
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XV Convívio da Companhia de Polícia Militar 1664, Pelotão de Polícia Militar 1158, no restaurante "Litoral", em Pombal.
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Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Cavalaria 2903, Moçambique (Furancungo, Vuende e Casula) Jan1970/Mar1972, no restaurante "D. Nuno" (estrada Fátima > Minde), Fátima.
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Convívio dos Combatentes da Companhia de Caçadores 117 do Batalhão de Caçadores 114, Angola 1961/1963. 10h00 concentração junto ao Mosteiro de Águas Santas, Alto da Maia; almoço no restaurante "Casa do Victor", em Milheirós, Maia.
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Convívio da Companhia de Policia Militar 2490 e Pelotão de Policia Militar 2094, no restaurante "RetiroGeste Lda", em Ancas, Anadia.
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Convívio Anual dos Combatentes da Companhia de Engenharia 1709, Angola 1967/1969, na Escola Secundária do Cerco, Porto.
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Almoço-convívio dos Combatentes do Batalhão de Caçadores 3872, Guiné 1971/1974, na Marinha Grande.
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18º Almoço-convívio dos Combatentes da Companhia de Artilharia 2644, Angola (Nambuangongo) 1970/1972, na Quinta das Oliveiras (ex-Quinta do Lago), Alferrarede, Abrantes.
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2º Encontro dos Combatentes da Companhia de Caçadores 1204, Angola 1970/1972, no restaurante "Albatroz", Fornos, Coimbra.
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Combatentes do Ultramar convivem em Valado dos Frades. 09h30 Concentração na Praça 25 de Abril; 10h30 romagem ao cemitério da vila e homenagem aos militares falecidos; 12h00 Missa; 13h00 almoço-convívio no pavilhão dos Dadores de Sangue. (Contacto: Júlio Ruivo Marques 965 192 404).
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
SERÁ QUE?
O Presidente , com a D. Maria claro, vai a Estrasburgo (e depois Bruxelas) de 11 a 13 de Junho .
Certamente que discursará no Parlamento europeu.
Uma coisa que seria extremamente corajosa e justa o Senhor lá dizer , é o escândalo das reuniões mensais nesta cidade Francesa, por um capricho que ninguém já entende e custa milhões.
Há contas feitas de quanto custa essa semana! É só alguém falar alto.
Se ele tivesse esse gesto subiria bastante , nas tão fracas e originais sondagens
Certamente que discursará no Parlamento europeu.
Uma coisa que seria extremamente corajosa e justa o Senhor lá dizer , é o escândalo das reuniões mensais nesta cidade Francesa, por um capricho que ninguém já entende e custa milhões.
Há contas feitas de quanto custa essa semana! É só alguém falar alto.
Se ele tivesse esse gesto subiria bastante , nas tão fracas e originais sondagens
FAR WEST
Fui dizer aquilo no Parlamento porque acho chato andarem a dizer que é só o CDS que destabiliza o Governo.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
UMA RÉPLICA
Sábado, 18 de Maio de 2013
SAUDADES DO CONSELHO DA REVOLUÇÃO (RÉPLICA)
“As FA dispõem de três impressionantes vantagens políticas sobre as organizações civis: marcada superioridade de organização. Um status altamente emocional e o monopólio das armas; que perante tudo isto o surpreendente é que obedeçam aos seus chefes políticos”.
Samuel Finer (1976)
O c.m.g. Silva Paulo (SP) garantiu, de há uns tempos para cá, uma espécie de “coluna semanal” nas páginas do Diário de Notícias. Ele e eles, lá saberão porquê.
Com falas mansas, mascaradas de correcção democrática e politicamente correcta q.b. vem, sub-repticiamente, a minar os fundamentos da “condição Militar” e a tentar subverter a postura e importância da Instituição Militar no seio do Estado e da Nação.
Evidencia uma avantajada falta de “espírito militar” e inépcia para ter entendido o que é a nobre “profissão das armas”.
Não é o único, conheci alguns com décadas de serviço e que parecia que nunca tinham passado pelas fileiras…
Há gente assim, enganam-se (ou são enganados) na vocação e depois passam a vida em passo trocado e zangados com a bílis. Tenho até, dúvidas, que SP, quando se alistou na Armada, não pensaria estar a entrar para alguma marinha de recreio.
O último artigo dado à estampa, com o mesmo título que encima este, não foge à regra. Já é tempo de o começar a rebater.
Nele insinua que “muitos” andam com “saudades do Conselho da Revolução” (CR); defendem “ modelos de actuação das FA desviantes da Constituição” e do “controlo civil”; “discutem a legitimidade do poder político”; existem “apelos à intervenção das FA na governação”; etc.
Nunca, porém, concretiza, ou explicita, nada do que deixa no ar.
Chega a invocar o “revivalismo da Carta de Mouzinho de Albuquerque ao Príncipe”, como prova do que afirma.[1]
O rosário de barbaridades é extenso e passa ainda pela defesa da “supremacia civil sobre as FA”; a falta de “sorriso” com que, a maioria dos militares, “como os burocráticos públicos” aceitam “a retracção a que as FA têm sido sujeitas desde 1982”.
E acaba fazendo incursões no que apelida de “ausência do estado de direito democrático, na formação básica dos militares”, chegando à deselegância de propor que as FA sejam “afastados de cenários domésticos” dado que as oportunidades (de intervenção) podem surgir, pois a “carne é fraca”. Gostaram desta pérola? Será que S. Exª ainda se atreve um dia destes a proibir as mulheres de irem de bikini para a praia – “just in case”?
E deixa um apelo pungente, depois de criticar o “Conceito da Marinha de duplo uso” – que é das coisas mais bem elaboradas pela Armada (para além do elementar bom senso em que se baseia):
Aproveitar esse espanto de projecto apelidado de” Defesa 2020” para “tornar a formação básica dos militares e sobretudo dos oficiais, capaz de garantir que eles sabem o que é o Estado de direito democrático que juraram defender e que o defendem com convicção”.
Antes de entrarmos na análise de algumas das contradições e na refutação de ideias veiculadas ficámos com esta curiosidade quase mórbida: onde será que este cidadão que cursou a Escola Naval e mais uns quantos cursos técnicos e de promoção (e não parece haver ofício em que os seus profissionais passem mais tempo em formação), terá conseguido aprender o que é essa coisa de “estado de direito democrático”, que nega aos outros saberem?
E só nos espanta como é que não propôs, desde logo, a criação de uma “campo de reeducação” – de que ele seria um putativo director – onde os relapsos detectados nas formaturas e conversas de bar (como fazem falta os comissários políticos!), logo fossem internados!
Infere-se até, que os seus camaradas foram promovidos a oficiais e andaram a jurar coisas sem saber ao que iam...
Uma derradeira achega: aos militares não é importante como diz, aprender o tal conceito que para si aparenta ser o “supra sumo da essência do sublime”. Meia dúzia de aulas de Ciência Política chegam para isso e muito mais. O que é verdadeiramente importante é a aprendizagem e interiorização da Ética e da Deontologia Militar. São elas que vão determinar o bom ou mau uso que os conceitos, técnicas, tácticas, doutrina, etc., possam vir a ter.
E se aceita um conselho, devia preocupar-se mais em que os políticos aprendessem Ética e Deontologia do que os militares soubessem de estado de direito democrático…
Os políticos nem sempre cumprem as leis que elaboram; tão pouco as promessas que fazem; mentem despudoradamente, quase por compulsão (democrática, obviamente); dão azo a que a corrupção campeie; andam a destruir as instituições do país e o próprio país e acabaram por bloquear o próprio sistema político onde se enredaram e SP acha que isto representa o “Estado de direito democrático”!?
E aqui passamos à Constituição (CR). Acusa militares (mais uma vez sem identificar ninguém) de se quererem desviar dela, mas ainda não demos conta de ninguém o ter feito; ao contrário, parece que a actuação das forças políticas é que não pára de incorrer em tal prática como, de resto, o Tribunal Constitucional (TC) vem afiançando.
E aqui é que o texto do autor nos baralha: por um lado os militares juraram defender a CR (e segundo SP até o devem fazer com convicção), mas por outro lado o mesmo SP fica com erupções de pele só de pensar que algum fardado possa intervir seja no que for. Então em que ficamos?
Aqui para nós, eu nem sei porque é que o TC (e as restantes forças políticas) se preocupam com essa coisa da CR. Então, na última revisão constitucional não mudaram, quase à socapa, o articulado da dita cuja, no sentido de subalternizar todo o edifício legal nacional, face às leis que se produzem em Bruxelas? Nesse caso o que é que venha de lá (Troika incluída) pode ser considerado inconstitucional?
E poderá o eminente escriba esclarecer o que entende por “supremacia civil”?
Eu julgava que o termo era subordinação (não submissão) das FA ao poder legitimamente constituído, o que deve ocorrer, outrossim, com os restantes corpos especiais, ou não, do Estado, como os diplomatas, os serviços de informações, as direcções gerais, etc. e as polícias – a propósito não há nenhum militar a comandar polícias, o que há é oficiais de Exército que, transitoriamente, dada a realidade histórica, integram a GNR que presumo, deve saber, ser uma força de segurança com estatuto militar.
Entenderá que os civis devem andar contra os militares ou estes contra aqueles? Que os políticos possam fazer da IM “gato – sapato” e ninguém tem direito a protestar? Que os militares são seres descartáveis? Que a sua opinião não deve contar?
O quê?
Não lhe chega as limitações constitucionais existentes? Os cidadãos militares na reserva e reforma são assexuados e apolíticos? Os políticos estão acima de crítica? Por acaso perpassa-lhe pela mente que as chefias militares não devem apenas lealdade ao governo, mas também ao PR, aos seus pares, aos Ramos que comandam e à Nação de onde emanam e, prioritariamente defendem?
O Senhor atreve-se a chamar o Mouzinho – cuja carta, que evocou, devia ser lida todos os anos nas escolas do país – que é um exemplo de virtudes militares, à colação, para insinuar semelhanças com eventuais atitudes menos próprias, logo ele, que teve a coragem de se meter na campa por já não suportar as perfídias dos políticos e da política?
De facto fazem falta outros “Mouzinhos” que escrevam ao 1º Ministro, como ele o fez, dizendo a dado passo, “Todos sabem os apuros financeiros do país e sabem por igual que, para segurar o poder por mais 2 ou 3 anos, V. Exª e o gabinete a que preside não hesitarão em sacrificar o futuro”.[2]
Espero que quando da próxima vez que balbuciar o nome do herói de Chaimite o faça respeitosamente e na posição de sentido e, se armado, apresente armas!
Quanto ao CR, foi um órgão que resultou das sequelas do 25 de Abril – seguramente uma das intervenções que aos militares está interdita, a avaliar pelo que exprimiu. O CR, de facto, não deixou grandes recordações, mas tem que se lhe fazer a justiça de ter entregado o poder, conforme o acordado entre a maioria das forças políticas emergentes e uma nova CR aprovada.
Não consta que mais ninguém o tenha reivindicado a não ser por dedução do disco riscado do camarada Otelo.
Medite antes na citação do Samuel Finer. Se perceber a sua dúvida, talvez consiga pôr em ordem a baralhação que lhe vai na cabecinha.
Concedo, todavia, que numa área as FA têm sido condescendentes: nos exames psicotécnicos.
A malha tem de ser apertada.
Artigo publicado no blogue Adamastor. Com a devida vénia
UMA OPINIÃO
Saudades do Conselho da Revolução
por Jorge Silva Paulo, capitão de mar e guerra
(reserva)16 maio 2013
O Conselho da Revolução foi uma curta exceção à supremacia civil adotada pelo
Estado Novo e no pós-1982, mas parece que deixou saudades da tutela política e
autonomia das Forças Armadas (FA) entre muitos militares, até no ativo.
Expressão das saudades: as frequentes declarações de militares no espaço
público a defender modelos de atuação das FA desviantes da Constituição (CRP)
pós-1982 e do controlo civil; as que discutem a legitimidade do poder político,
ou de "os políticos" em geral, para dirigir superiormente as FA e até governar o
País (vide o revivalismo da "Carta de Mouzinho ao Príncipe", apelos a limites
extraconstitucionais à ação governativa ou a pretensão de vetar governantes);
apelos à intervenção das FA na governação (ignoradas em geral - um subtil sinal
de maturidade democrática); ou a elaboração de cenários cuja exoticidade revela
desejo de mais recursos para as FA.
É bom recordar Churchill: "A democracia é a pior forma de governo imaginável,
à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Um dia poderá surgir um
regime melhor do que a democracia. Mas aquelas saudades sugerem desejos de
regimes indesejáveis, embora maquilhados com fins louváveis.
As chefias militares têm-se demarcado formalmente, e bem, das saudades (salvo
a "Marinha de duplo uso"). Não passarão de "ar quente" ou retórica de grupos de
pressão, num regime livre e dinâmico, e refletirão as "dores" de adaptação à
supremacia civil e à retração a que as FA têm sido sujeitas desde 1982 - que
poucos militares, como os burocratas públicos, aceitam a sorrir.
Uma análise mais profunda revelará a ausência do Estado de direito
democrático na formação básica dos militares. Não se trata dos militares serem
juristas; mas todos têm de interiorizar o imperativo da supremacia civil e saber
o que prescrevem e como se interpretam a CRP e as leis que regulam a defesa (e a
segurança interna, na qual vários militares servem o País), pois juraram
cumpri-las e guardá--las - "a força pública é obediente; nenhum corpo armado
pode deliberar". Tal formação é decisiva no caso dos oficiais: são os dirigentes
e é inconcebível dar-lhes assessoria jurídica para fundamentar cada uma das suas
decisões, pelo menos quanto à legalidade. Sim: a lei é para cumprir sem
enviesamentos e não é "corrosiva" nem um menu.
Poucos contestarão que a supremacia civil, inerente ao Estado de direito
democrático, visa garantir que quem tem as armas não as usa para mudar o poder
político contra a vontade soberana do povo (que não se avalia em sondagens) nem
para extrair benefícios corporativos; até porque os militares são preparados
para usar a força até à destruição, se for preciso. Mas as oportunidades podem
surgir e "a carne é fraca", pelo que é melhor afastar as FA de cenários
domésticos; podem apoiar autoridades civis, mas não podem ter competências
próprias no interior e muito menos dirigir polícias.
Desde 1982, a implementação da supremacia civil sobre as FA cingiu-se a
controlo: promulgação de leis e afetação global dos recursos, lentamente e com
incongruências e lacunas; esqueceu o conteúdo da formação básica dos militares e
a devida doutrinação no regime de que são um pilar. Sem surpresa, o
corporativismo militar expandiu-se e preencheu esse vazio, como se viu com a
"Marinha de duplo uso".
É essencial aproveitar a reforma "Defesa 2020", centrada na (necessária)
racionalização de recursos e estruturas, e tornar a formação básica dos
militares, e sobretudo dos oficiais, capaz de garantir que eles sabem o que é o
Estado de direito democrático que juram defender, e que o defendem .
Artigo publicado no DN. Com a devida vénia
BOA SORTE
Novo assessor militar é da
Marinha
"O
contra-almirante Tavares de Almeida é o novo assessor militar do
primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, soube esta quarta-feira o DN.
Tavares de
Almeida, militar da reserva na efetividade de serviço, vai substituir o
major-general Carlos Chaves (Exército), agora presidente da Comissão de
Acompanhamento para a Reforma da Defesa Nacional (CARDN) criada no Ministério da
Defesa para "acompanhar e monitorizar" a reforma do setor (cujo despacho de
criação foi publicado esta quarta-feira em Diário da República).
O oficial general da Marinha, entre outros cargos e funções que desempenhou, foi comandante de um patrulha da classe Cacine e da fragata Hermenegildo Capelo. Passou à reserva por limite de idade como segundo comandante naval da Armada.
Tavares de Almeida é o primeiro oficial da Marinha a ocupar o cargo de assessor militar do chefe do Governo nas últimas décadas, o que ocorre nas vésperas da cerimónia final das comemorações do Dia da Marinha (domingo, no Barreiro).
A nomeação coincide também com o prolongar da insistência, pela Marinha, em declarar que exerce competências e tem poderes de autoridade no cumprimento das missões de interesse público não militar que lhe estão vedadas pela Constituição e pela lei (fiscalização e policiamento, por exemplo)."
MCF in DN
O oficial general da Marinha, entre outros cargos e funções que desempenhou, foi comandante de um patrulha da classe Cacine e da fragata Hermenegildo Capelo. Passou à reserva por limite de idade como segundo comandante naval da Armada.
Tavares de Almeida é o primeiro oficial da Marinha a ocupar o cargo de assessor militar do chefe do Governo nas últimas décadas, o que ocorre nas vésperas da cerimónia final das comemorações do Dia da Marinha (domingo, no Barreiro).
A nomeação coincide também com o prolongar da insistência, pela Marinha, em declarar que exerce competências e tem poderes de autoridade no cumprimento das missões de interesse público não militar que lhe estão vedadas pela Constituição e pela lei (fiscalização e policiamento, por exemplo)."
MCF in DN
Etiquetas:
oficiais de marinha
IS IT A JOKE ?
Sent: Wednesday, May 22, 2013 1:26 PM
Subject: RE: Mesmo Despacho com números diferentes em 2 DRs
diferentes
Boa
tarde
Ex.mo
Senhor
A J
M Nunes da Silva
|
Por
indicação do Sr. Chefe do Gabinete de SEXA o Ministro da Defesa Nacional informo
V. Exa que estamos a proceder à correção do sucedido.
|
|
Com os melhores
cumprimentos,
Maria
José Lourenço
Gabinete do Ministro da Defesa Nacional
Nota: 1- Reparem como o gabinete do ministro se dirige a um Almirante
2-Reparem que nem sequer agradecem o facto de de o Senhor Almirante ter detectado o erro e os ter avisado
|
Etiquetas:
defesa nacional,
escarnio e maldizer
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