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segunda-feira, 6 de maio de 2013
44 ANOS
NRP CACINE aumentado ao efectivo da Armada em 6 de Maio de 1969 e concedido o Comando, pelo Vice Almirante Francisco Ferrer Caeiro ao 1º ten.Ernesto Correia dos Santos, tendo como Imediato 2º Ten. José Casado Parreira e Oficial o Asp.RN José Nobre Franco .
Esta em curso, com enorme esforço do GAMMA (Grupo de Amigos do Museu de Marinha) a sua museolisação , visto que foi a 1ª da Classe e será a última a ser abatida.
Já percorreu todos os mares do Continente e Madeira , tocou as Canárias, São Vicente de Cabo Verde , São Tomé, Príncipe, Cabinda e todo o restante mar Angolano.
Viva a CACINE
segunda-feira, 2 de abril de 2012
NAVEGAR É PRECISO
Para cumprir a sustentabilidade das Forças Armadas, recebemos o ORDMOVE para navegar a Sul e com grande afastamento da costa, por vezes.
Mas vamos dando notícias e brevemente regressaremos
Mas vamos dando notícias e brevemente regressaremos
sábado, 30 de julho de 2011
NAVEGAR
Por causa da crise , e da canícula, vamos navegar com maquinas AV devagar durante uns tempos , e com recepção radio duvidosa.
Mas não deixem de nos fazer o tracking pois estaremos atentos.
Mas não deixem de nos fazer o tracking pois estaremos atentos.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
EM HONRA
Voz amiga informou-nos que ontem se reuniram no Club Militar Naval os primeiros 3 Comandantes da CACINE , ou seja os únicos que estiveram com o navio em águas do sul , nomeadamente em Angola.
O encontro foi proporcionado pelo Presidente do Grupo de Amigos do Museu de Marinha, não se sabendo ainda a razão, embora já se confirme que haverá novo encontro no fim da primavera
O encontro foi proporcionado pelo Presidente do Grupo de Amigos do Museu de Marinha, não se sabendo ainda a razão, embora já se confirme que haverá novo encontro no fim da primavera
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
NÓS
NRP Cacine
O N.R.P. "Cacine" (P 1140) foi construído no Arsenal do Alfeite e aumentado
ao Efectivo dos Navios da Armada em 6 de Maio de 1969. A cerimónia de entrega à
Marinha, teve lugar naquele Arsenal e foi presidida pelo CALM Francisco Ferrer
Caeiro, Comandante Naval do Continente, em representação do Ministro da Marinha.
Foi o primeiro dos dez navios, e, por este motivo é o navio que dá o nome à
classe "Cacine". O seu nome, tem origem no rio mais a sul da Guiné, na altura
província portuguesa.
A guarnição foi sempre constituída por 3 oficiais, 6 sargentos e 24 praças e teve como primeiro comandante, o primeiro-tenente Correia dos Santos. Construído para operações de patrulha costeira e dos rios de Portugal em África, viria a efectuar, concomitantemente, um conjunto de missões genericamente designadas de "serviço público," que compreendiam a fiscalização da pesca, a repressão do contrabando, a busca e salvamento, o controlo da poluição no mar e o apoio às populações e organismos civis.
Em 29 de Maio, tendo atracado ao molhe exterior da doca da Marinha, embarcaram o Presidente da República, o ministro da Marinha, o CEMA, o comandante naval do Continente, o comandante do COMFLOTPAT, o ajudante de campo do Presidente da Republica e o oficial às ordens do ministro da Marinha. Na curta viagem realizada, o navio saiu do Tejo pela barra Sul, indo atracar ao mesmo molhe donde partira.
Entre 6 e 21 de Junho, o navio efectuou o serviço de fiscalização da pesca na Zona do Centro, além de ter dado a patrões de alto mar, ao largo da baía de Cascais e apoio à regata oceânica de vela Lisboa - Sines - Sesimbra - Cascais, de 12 a 15, após o que regressou à BNL.
Em 2 de Agosto, tendo formado uma TU com o N.R.P. "Cunene", largou da BNL com destino a Luanda, tendo atracado no dia 25 de Agosto em Luanda no cais das INIC.
A prolongada comissão em Angola, país que então integrava o ex-ultramar português, constitui-se como uma das páginas mais brilhantes da sua vida. Em teatro de guerra, sempre a sua guarnição soube resolver com coragem e inteligência as adversidades e as saudades próprias da grande distância da pátria e dos seus entes queridos.
O empenhamento variou entre o patrulhamento da costa, a vigilância e escolta avançada a vários navios de transporte de tropas como o "Pátria", o "Uige", o "Vera Cruz" e o "Timor", o apoio a pequenas e grandes lanchas de desembarque, passando pelo transporte de pessoal e material assim como missões conjuntas com os outros ramos das Forças Armadas.
Durante este Período esteve em diversos sítios como Luanda, Lobito, Chapéu Armado, Moçâmedes, Lucira, Matilhas, Catara, Quincombo, Cabinda, Musserra, Porto Aboim, Quissanga e Benguela.
Em 3 de Janeiro de 1975, tendo sido dada por finda comissão de serviço, largou com destino à Metrópole, tendo feito escala em S. Tomé, S. Vicente, Gran Canária e Madeira, navegando na companhia do N.R.P. "Mandovi".
Com o terminus desta comissão, iniciou um período de intensa actividade operacional, destacando-se as enumeras comissões na Zona Marítima da Madeira, os cruzeiros ao longo de toda a costa continental e vários exercícios conjuntos com outras unidades navais e aéreas. No entanto, apesar da intensa taxa de operacionalidade, o N.R.P. "Cacine" continua a navegar sobre os mares deste Portugal, enriquecendo a sua história nas várias acções de salvamento de vidas no mar, que tem vindo a efectuar, algumas delas em situações dramáticas e envoltas em inequívoca bravura dos seus marinheiros, no apoio às populações, nomeadamente na Zona Marítima da Madeira, na fiscalização da pesca e no combate à poluição, como foram os casos mais recentes do derrame em Porto Santo e do afundamento do navio "Prestige".
A guarnição foi sempre constituída por 3 oficiais, 6 sargentos e 24 praças e teve como primeiro comandante, o primeiro-tenente Correia dos Santos. Construído para operações de patrulha costeira e dos rios de Portugal em África, viria a efectuar, concomitantemente, um conjunto de missões genericamente designadas de "serviço público," que compreendiam a fiscalização da pesca, a repressão do contrabando, a busca e salvamento, o controlo da poluição no mar e o apoio às populações e organismos civis.
Em 29 de Maio, tendo atracado ao molhe exterior da doca da Marinha, embarcaram o Presidente da República, o ministro da Marinha, o CEMA, o comandante naval do Continente, o comandante do COMFLOTPAT, o ajudante de campo do Presidente da Republica e o oficial às ordens do ministro da Marinha. Na curta viagem realizada, o navio saiu do Tejo pela barra Sul, indo atracar ao mesmo molhe donde partira.
Entre 6 e 21 de Junho, o navio efectuou o serviço de fiscalização da pesca na Zona do Centro, além de ter dado a patrões de alto mar, ao largo da baía de Cascais e apoio à regata oceânica de vela Lisboa - Sines - Sesimbra - Cascais, de 12 a 15, após o que regressou à BNL.
Em 2 de Agosto, tendo formado uma TU com o N.R.P. "Cunene", largou da BNL com destino a Luanda, tendo atracado no dia 25 de Agosto em Luanda no cais das INIC.
A prolongada comissão em Angola, país que então integrava o ex-ultramar português, constitui-se como uma das páginas mais brilhantes da sua vida. Em teatro de guerra, sempre a sua guarnição soube resolver com coragem e inteligência as adversidades e as saudades próprias da grande distância da pátria e dos seus entes queridos.
O empenhamento variou entre o patrulhamento da costa, a vigilância e escolta avançada a vários navios de transporte de tropas como o "Pátria", o "Uige", o "Vera Cruz" e o "Timor", o apoio a pequenas e grandes lanchas de desembarque, passando pelo transporte de pessoal e material assim como missões conjuntas com os outros ramos das Forças Armadas.
Durante este Período esteve em diversos sítios como Luanda, Lobito, Chapéu Armado, Moçâmedes, Lucira, Matilhas, Catara, Quincombo, Cabinda, Musserra, Porto Aboim, Quissanga e Benguela.
Em 3 de Janeiro de 1975, tendo sido dada por finda comissão de serviço, largou com destino à Metrópole, tendo feito escala em S. Tomé, S. Vicente, Gran Canária e Madeira, navegando na companhia do N.R.P. "Mandovi".
Com o terminus desta comissão, iniciou um período de intensa actividade operacional, destacando-se as enumeras comissões na Zona Marítima da Madeira, os cruzeiros ao longo de toda a costa continental e vários exercícios conjuntos com outras unidades navais e aéreas. No entanto, apesar da intensa taxa de operacionalidade, o N.R.P. "Cacine" continua a navegar sobre os mares deste Portugal, enriquecendo a sua história nas várias acções de salvamento de vidas no mar, que tem vindo a efectuar, algumas delas em situações dramáticas e envoltas em inequívoca bravura dos seus marinheiros, no apoio às populações, nomeadamente na Zona Marítima da Madeira, na fiscalização da pesca e no combate à poluição, como foram os casos mais recentes do derrame em Porto Santo e do afundamento do navio "Prestige".
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
PARABENS
Faz hoje anos , este belo navio, entregue à Marinha em 1969
P1140
P1140
Construída
em 1967, no Arsenal do Alfeite ,(provas de recepção em 24-03-1969 até
às de mar em Abril) foi aumentada ao efectivo em 6 de Maio de 1969(Comandante
1º ten.Ernesto Correia dos Santos;Imediato 2º Ten. José Casado Parreira
e Asp.RN José Nobre Franco) , de 292.5
tons,48.10 mts, cala 2.05 mts,vel.20.4 nós,autonomia 4400milhas a 12
nós, foi armada com 2 peças Bofors de 40mm, 1 lançador multiplo de 32
foguetes de 37 mm.
Em 29 de Maio embarcou o Presidente da República, Alm.Américo Thomaz, o CEMA, Alm. Armando de Reboredo ,o Comandante Naval, Alm. Ferrer Caeiro num dia de navegação até Sesimbra.
Guarnição 3 oficiais, 6 sargentos, 24 praças.
Em 2 de Agosto de 1969 partiu, juntamente com o NRP CUNENE, para comissão em Angola(entrou em Luanda em 25 de Agosto) onde permaneceu até 2 de Fevereiro de 1975 (passando 3 meses em S.Tomé e Principe nos finais de 1973) onde mudou de guarniçao em 1971( Comandante 1º Ten. Carlos Garoupa; Imediato 2º Ten. Dores Costa e 2º Ten.RN Mendes Alves) e em 1973 (Comandante 1º Ten. Manuel Pinto Machado;Imediato 2º Ten. Arménio Cunha e Asp.RN Prazeres Machado depois rendido pelo Asp.RN João Malheiro de Távora), regressando a Lisboa , com o NRP MANDOVI , numa viagem de 21 dias , com escalas em Água Grande (S.Tomé) , Mindelo-S. Vicente(Cabo Verde), Las Palmas , Funchal, e chegando a 25 de Fevereiro a S.José de Ribamar
Continua ao serviço e será a última da sua classe a ser abatida , tendo sido a primeira a entrar.
Em 29 de Maio embarcou o Presidente da República, Alm.Américo Thomaz, o CEMA, Alm. Armando de Reboredo ,o Comandante Naval, Alm. Ferrer Caeiro num dia de navegação até Sesimbra.
Guarnição 3 oficiais, 6 sargentos, 24 praças.
Em 2 de Agosto de 1969 partiu, juntamente com o NRP CUNENE, para comissão em Angola(entrou em Luanda em 25 de Agosto) onde permaneceu até 2 de Fevereiro de 1975 (passando 3 meses em S.Tomé e Principe nos finais de 1973) onde mudou de guarniçao em 1971( Comandante 1º Ten. Carlos Garoupa; Imediato 2º Ten. Dores Costa e 2º Ten.RN Mendes Alves) e em 1973 (Comandante 1º Ten. Manuel Pinto Machado;Imediato 2º Ten. Arménio Cunha e Asp.RN Prazeres Machado depois rendido pelo Asp.RN João Malheiro de Távora), regressando a Lisboa , com o NRP MANDOVI , numa viagem de 21 dias , com escalas em Água Grande (S.Tomé) , Mindelo-S. Vicente(Cabo Verde), Las Palmas , Funchal, e chegando a 25 de Fevereiro a S.José de Ribamar
Continua ao serviço e será a última da sua classe a ser abatida , tendo sido a primeira a entrar.
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