domingo, 11 de maio de 2014
SÃO ELES QUE DIZEM....
terça-feira, 26 de novembro de 2013
PORQUÊ?
quarta-feira, 16 de maio de 2012
BRAVO ZULU
quinta-feira, 1 de março de 2012
VERGONHA
Vítor Ferreira, dirigente da APG, foi um dos que tentou acalmar os ânimos e diz que “é natural que, às vezes, haja algum ânimo mais exaltado”, porque o descontentamento e a desmotivação são grandes.
É o caso de um militar, que pediu o anonimato, que está na GNR há 14 anos a ganhar913 euros, "praticamente o mesmo de camaradas que estão na Guarda há três anos", situação que cria "mal-estar".
Nota:Como se pode ter respeito por este tipo de gente, quando nos mandam parar ou quando lhes solicitamos protecção????
segunda-feira, 21 de março de 2011
E VIVA O SOCIALISMO
sábado, 13 de novembro de 2010
VEM AÍ O LOBO
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
ANGOLA, UÉ
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
QUE SE FAZ AOS SONHOS?
por Cecílio Gomes da Silva(*)
Traumatizado pelo estado de desertificação das serras do interior da Ilha da Madeira, muito especialmente da região a Norte do Funchal e que constitui as bacias hidrográficas das três ribeiras que confluem para o Funchal, dando-lhe aquela fisiografia de perfeito anfiteatro, aliado a recordações da infância passada junto à margem de uma das mais torrenciais dessas ribeiras – a de Santa Luzia – o mundo dos meus sonhos é frequentemente tomado por pesadelos sempre ligados às enxurradas invernais e infernais dessa ribeira. Tive um sonho.
Adormecendo ao som do vento e da chuva fustigando o arvoredo do exemplar Bairro dos Olivais Sul onde resido, subia a escadaria do Pico das Pedras, sobranceiro ao Funchal. Nuvens negras apareceram a Sudoeste da cidade, fazendo desaparecer o largo e profundo horizonte, ligando o mar ao céu. Acompanhavam-me dois dos meus irmãos – memórias do tempo da Juventude – em que nós, depois do almoço, íamos a pé, subindo a Ribeira de Santa Luzia e trepando até à Alegria por alturas da Fundoa, até ao Pico das Pedras, Esteias e Pico Escalvado. Mas no sonho, a meio da escadaria de lascas de pedra, o vento fez-nos parar, obrigando-nos a agarrarmo-nos a uns pinheiros que ladeavam a pequena levada que corria ao lado da escadaria. Lembro-me que corria água em supetões, devido ao grande declive, como nesses velhos tempos. De repente, tudo escureceu. Cordas de água desabaram sobre toda a paisagem que desaparecia rapidamente à nossa volta. O tempo passava e um ruído ensurdecedor, semelhante a uma trovoada, enchia todo o espaço. Quanto durou, é difícil calcular em sonhos. Repentinamente, como começou, tudo parou; as nuvens dissiparam-se, o vento amainou e a luz voltou. Só o ruído continuava cada vez mais cavo e assustador. Olhei para o Sul e qualquer coisa de terrível, dantesco e caótico se me deparou. A Ribeira de Santa Luzia, a Ribeira de S. João e a Ribeira de João Gomes eram três grandes rios, monstruosamente caudalosos e arrasadores. De onde me encontrava via-os transformarem-se numa só torrente de lama, pedras e detritos de toda a ordem. A Ribeira de Santa Luzia, bloqueada por alturas da Ponte Nova – um elevado monturo de pedras, plantas, arames e toda a ordem de entulho fez de tampão ao reduzido canal formado pelas muralhas da Rua 31 de Janeiro e da Rua 5 de Outubro – galgou para um e outro lado em ondas alterosas vermelho acastanhadas, arrasando todos os quarteirões entre a Rua dos Ferreiros na margem direita e a Rua das Hortas na margem esquerda. As águas efervescentes, engrossando cada vez mais em montanhas de vagas espessas, tudo cobriram até à Sé – único edifício de pé. Toda a velha baixa tinha desaparecido debaixo de um fervedouro de água e lama. A Ribeira de João Gomes quase não saiu do seu leito até alturas do Campo da Barca; aí, porém, chocando com as águas vindas da Ribeira de Santa Luzia, soltou pela margem esquerda formando um vasto leito que ia desaguar no Campo Almirante Reis junto ao Forte de S. Tiago. A Ribeira de S. João, interrompida por alturas da Cabouqueira fez da Rua da Carreira o seu novo leito que, transbordando, tudo arrasou até à Avenida Arriaga. Um tumultuoso lençol espumante de lama ia dos pés do Infante D. Henrique à muralha do Forte de S. Tiago. O mar em fúria disputava a terra com as ribeiras. Recordo-me de ver três ilhas no meio daquele turbilhão imenso: o Palácio de S. Lourenço, A torre da Sé e a fortaleza de S. Tiago. Tudo o mais tinha desaparecido – só água lamacenta em turbilhões devastadores.
Acordei encharcado. Não era água, mas suor. Não consegui voltar a adormecer. Acordado o resto da noite por tremenda insónia, resolvi arborizar toda a serra que forma as bacias dessas ribeiras. Continuei a sonhar, desta vez acordado. Quase materializei a imaginação; via-me por aquelas chapas nuas e erosionadas, com batalhões de homens, mulheres e máquinas, semeando urze e louro, plantando castanheiros, nogueiras, pau-branco e vinháticos; corrigindo as barrocas com pequenas barragens de correcção torrencial, canalizando talvegues, desobstruindo canais. E vi a serra verdejante; a água cristalina deslizar lentamente pelos relvados, saltitando pelos córregos enchendo levadas. Voltei a ouvir os cantares dolentes dos regantes pelos socalcos ubérrimos das vertentes. Foram dois sonhos. Nenhum deles era real; felizmente para o primeiro; infelizmente para o segundo.
Os grandes aluviões são cíclicos na Madeira. Basta lembrar o da Ribeira da Madalena e mais recentemente o da Ribeira de Machico. Aqui, porém, já não é uma ribeira, mas três, qualquer delas com bacias hidrográficas mais amplas e totalmente desarborizadas. Os canais de dejecção praticamente não existem nestas ribeiras e os cones de dejecção etão a níveis mais elevados do que a baixa da cidade. As margens estão obstruídas por vegetação e nalguns troços estão cobertas por arames e trepadeiras. Agradável à vista mas preocupante se as águas as atingirem. Estão criadas todas as condições, a montante e a jusante para uma tragédia de dimensões imprevisíveis (só em sonhos).
Não sei como me classificaria Freud se ouvisse este sonho. Apenas posso afirmar sem necessidade de demonstrações matemáticas que 1 mais 1 são 2, com ou sem computador. O que me deprime, porém, é pensar que o segundo sonho é menos provável de acontecer do que o primeiro.
Dei o alarme – pensem nele
Lisboa, 11 de Dezembro de 1984
(*) Engenheiro Silvicultor
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
DURO de DIZER
"Quando há uma tragédia em quem pensamos? Primeiro nos familiares, depois nos amigos, depois nos vizinhos e nos conhecidos. Foi assim no passado é assim no presente e será assim no futuro. Nestes momentos a imediata preocupação dos cidadãos é salvar, ajudar, reconstruir, recomeçar. Não há espaço para mais nada. Indefesas, inseguras, intranquilas, incrédulas, as pessoas ficam alheias e distantes de discursos, de declarações, de polémicas. É ainda nestes momentos que as ondas de solidariedade se erguem e que os adversários fazem tréguas. Dir – se – ia que o egoísmo desaparece e que o mundo de concórdia e de inter – ajuda surge. A política e o seu combate ficam para segundo plano, sendo quase um crime falar ou erguer a voz sobre questões que não digam exclusivamente respeito ao salvamento de pessoas e bens, à reconstrução de casas, de empresas e de infra – estruturas.
Mas na verdade há quem conhecendo este estado de espírito proceda com aparente parcimónia, e muita inteligência, em sentido contrário. Quem diz não haver lugar nestes momentos para fazer política está simplesmente a fazê – la. A inibição que pretende criar nos seus adversários é apenas o salvo-conduto para poder estar tranquilo, e só, no campo político.
Assistimos a isto mesmo na Madeira, não deixando aliás de ser curioso que Alberto João Jardim atacando os que agora “fazem política”, anuncie ao mesmo tempo ter – se aberto um novo ciclo político para a Região. Percebe – se a sua “jogada”. Por ironia do destino a catástrofe foi o melhor que lhe podia ter sucedido. Estava sem dinheiro, desesperado, sem saber como contentar a clientela, isolado politicamente e ainda sem soluções para o futuro. Os seus problemas desapareceram. Vai receber o que nunca pensou agora ter e vai querer surgir como o “marquês de pombal madeirense”. Não é por acaso que fala de um “novo ciclo político”. Para trás ficarão as centenas de casas clandestinas que permitiu e patrocinou, muitas das quais agora caíram; para trás ficarão as obras que deixou fazer em nome dos votos, em espaços onde nunca deveriam ter sido construídas; para trás ficarão os atentados urbanísticos que cultivou colocando em causa a segurança dos solos; para trás ficará a desflorestação feita sem critério e que agora deixou as águas ainda mais livres para seguirem o seu curso. Para trás ficam, apagadas pela lama, as acções e omissões de um dirigente incapaz, impreparado e incompetente. É uma triste realidade aquela que pode transformar o futuro da Madeira, num desastroso regresso ao passado."
Com a devida vénia não resisto a transcrever o post de Manuel Monteiro no blog" www.arevoltapt.blogspot.com" , tremendamente duro e não sei se justo ou injusto.
Mas mais gente vai falar disto .....
domingo, 7 de fevereiro de 2010
CONFERÊNCIA

Segurança e economia do mar" debatidos em Aveiro dia 11
Com entrada livre, o seminário é organizado e patrocinado pela Empordef e pela revista "Segurança e Defesa", entre outros, contando com a colaboração no local da Universidade de Aveiro, da Administração do Porto de Aveiro e do novo Observatório de Segurança Marítima. Esta estrutura inaugurada recentemente pelo ministro da Administração Interna (!!!???...) , Rui Pereira, surgiu agora em Aveiro dados os esforços do Departamento de Tecnologias do Mar do Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração (Iscia), onde se leccionam licenciaturas em gestão das actividades marítimas e portuárias e segurança comunitária, bem como mestrados em gestão portuária e em segurança, defesa e resolução de conflitos.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
CABINDA, UÉ
domingo, 10 de janeiro de 2010
CABINDA, UÉ

COMMUNIQUÉ DE PRESSE N° 198
Au nom du Front de Libération de l’Etat du Cabinda, le président Nzita Tiago Henriques présente tous ses voeux de prospérité et de paix au peuple Cabindais. En lui souhaitant plus de courage et de mobilisation contre l’armée angolaise qui ne cesse de transgresser les droits de tous les cabindais qui sont colonisés par l’Angola depuis plus de 32 ans.La terre du Cabinda appartient au peuple cabindais qui tient à sa souverraineté et surtout à son indépendance. le CABINDA reste militairement occupé par l'ANGOLA qui continue à appliquer sans scrupule une politique de paupérisation, d'extermination et de purification ethnique du peuple Cabindais, à l'indifférence quasi générale de l'opinion internationale. Malgré ses énormes richesses minières, notamment le pétrole (qui rapporte 4 milliards de dollars par an, pillés par les compagnies CHEVRON, TEXACO, Total, A
GIPP….avec la complicité de l'occupant Angolais), le peuple Cabindais continue à vivre dans une misère atroce.Le peuple cabindais a sacrifié plusieurs milliers de ses enfants les plus chers pour sa dignité, sa liberté, pour la souverraineté de son territoire afin que tout cabindais puisse vivre libre, avoir droit à l’éducation, construire leur pays et coopérer avec les pays voisins dans la paix. Certains pays africains vont participer le 10 janvier 2010 à la coupe d’Afrique des Nations organisé en Angola et au Cabinda. Les pays africains et la communauté internationale sont au courant de la situation catastrophique qui sévit au Cabinda, qui va accueillir une partie des jeux. Le FLEC informe ne pas être responsable de tout acte rentrant dans le cadre de la lutte contre le colon angolais qui pourrait avoir lieu durant les jeux . Comme vous le savez il y a toujours eu des actions militaires de la part de l’Armée de Libération du Cabinda (FACU) qui ont fait des morts angolais, chinois, brésiliens, cubains etc…
Les pays africains participants à la CAN2010 doivent savoir que le Cabinda est en guerre depuis 1975 et la lutte ne s’arrêtera pas ni avant ni après la CAN… Le peuple a besoin d’être libre et indépendant comme tous les pays qui ont eu droit à leur indépendance. Messieurs les responsables africains le FLEC vous avertit de la situation afin que vous ne soyez pas surpris par l’ambiance de guerre qui sévit au Cabinda et en Angola depuis l’invasion du Cabinda par l’Angola qui n’a aucune frontière avec le Cabinda… L’Angola destabilise et menace toute la région de l’Afrique Centrale à cause de la présence de ses troupes militaires au Cabinda afin d’exploiter son pétrole et ses richesses naturelles. L’Indépendance du Cabinda est l’objectif du peuple et nul ne pourra l’en empêcher afin qu’il soit libre. Le président Nzita salut le courage du peuple cabindais et lui demande de continuer la lutte pour libérer Cabinda du Colon angolais.
Fait au Cabinda le 6 Janvier 2010
a)Nzita Henriques Tiago-Président du FLEC
nota: Pois , mas o ataque assassino não tem perdão
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
BOM EXEMPLO
"DOGS, not recession or unemployment, are the biggest problem facing Denmark this summer, or so you would think from all the fuss about them. At his Liberal party’s summertime get-together on the Faroe Islands, the prime minister, Lars Lokke Rasmussen, solemnly promised a new law to ban aggressive breeds of dog. "We don’t want a society", he said with furrowed brow, "where you cannot go walking with your child or your poodle without risking an attack."[...]"
terça-feira, 12 de maio de 2009
PIRATARIA

Um cansado abraço
Fernando Peixeiro












