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terça-feira, 17 de setembro de 2013

E ESTA?

Hasta el pasado mes de junio, viajar en tren de Vigo a Oporto, las dos ciudades más pobladas del noroeste peninsular, separadas por apenas 150 kilómetros, suponía pasarse tres horas a bordo de un vetusto tren con dos decenas de paradas intermedias. Los gobiernos de España y Portugal decidieron hace tres meses mejorar progresivamente el servicio y, aunque sigue habiendo solo dos trenes al día por sentido, ahora tardan una hora menos.
Para seguir reduciendo el tiempo de viaje, se quiere que los maquinistas españoles conduzcan hasta Oporto y los portugueses hasta Vigo, en vez de sustituirse a los mandos del tren al pasar la frontera del río Miño. Pero la rama ferroviaria de la Confederación General del Trabajo (CGT) considera que eso supone “una reducción considerable de los estándares de seguridad” por las dificultades de los maquinistas españoles para entender el idioma portugués y de los lusos con el español en un registro tan técnico. Los problemas con el idioma, que ya han expresado varios maquinistas a sus jefes y que ha llevado a Renfe a organizarles cursos de portugués, cobran mayor relevancia si se tiene en cuenta que el control del tráfico ferroviario en la mitad del recorrido entre Vigo y Oporto se hace de forma telefónica y no con sistemas automáticos.
En el tramo español, de unos 40 kilómetros entre Vigo y Tui, junto a la frontera del río Miño, el tráfico de trenes está regulado por sistemas electrónicos que evitan que dos convoyes puedan chocar. Lo mismo sucede en los 40 kilómetros más próximos a Oporto, donde hay una moderna vía doble. Pero entre la frontera de Tui y la localidad de Nine, junto a Braga, en unos 90 kilómetros, el control del tráfico en la vía única existente se hace de forma telefónica, comunicándose de una estación a otra que determinado tramo está libre de trenes antes de autorizar a circular por él a otro convoy. Y si un tren debe detenerse por algún motivo técnico, el maquinista debe ponerse en contacto con un operador ferroviario del otro país antes de reanudar la marcha. “Depende toda la seguridad en la circulación del maquinista y de los trabajadores portugueses que regulan la circulación”, concluye la CGT, que considera “necesario tener una fluidez en el dominio del portugués que difícilmente se puede aprender en un curso formativo limitado”. Según el sindicato, “la plantilla de personal afectado estaría compuesta por 36 maquinistas y 28 interventores”.

domingo, 11 de novembro de 2012

A IR ?


O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa tem a honra de convidar V. Ex.ª e Exma. Família a assistirem ao Colóquio “Transformação do Estuário do Tejo no maior centro Náutico da Europa” promovida pela Secção de Transportes, que terá lugar no dia 22 de Novembro de 2012 pelas 17h00, na Sala Algarve.

PROGRAMA

17h00 - Abertura – Alm. António Balcão Reis - Presidente da Secção de Transportes.
17h10 - Introdução pelo Eng. Gonçalves Viana, sobre: “Sotavento Algarvio” “Transformação do estuário do Tejo no maior centro náutico da Europa”.
17h25 - Apresentação pela Engª Lucília Luís, sobre: “Potencial de Desenvolvimento das infraestruturas de recreio Náutico no Continente no Contexto de Promoção da Economia do Mar”

17h40 Debate com o seguinte painel:
Alm. António Balcão Reis - SGL
Eng. Gonçalves Viana - SGL
Engª. Lucília Luís - Consulmar
Eng. Almeida Faria – EPUL
Eng. Martinho Fortunato - Marina de Lagos
Eng. Tiago Marcelino  - Marina de Troia
Eng. Marco Wallenstein – W.Investimentos
Prof. Carvalho Rodrigues – Marinha do Tejo

Encerramento e Conclusões pelo Eng. Gonçalves Viana

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TRANSPORTES


José Pedro Aguiar-Branco confirmou ontem a intenção do Ministério da Defesa de rever os acordos celebrados com os governos das Regiões Autónomas, no
                sentido de estes ajudarem a suportar as despesas resultantes do transporte de emergência e de doentes entre as ilhas, efectuado pelos aparelhos da Força Aérea.
               
                "Quer nos Açores, quer em relação à Madeira, vão ser avaliados todos os protocolos existentes, de modo a podermos verificar de que forma é possível
                continuar a prestar missões com partilha de encargos", afirmou ontem Aguiar-Branco. O ministro da Defesa entende que a medida impõe-se, face ao momento
                 de "contenção, austeridade e emergência social, em que é necessário termos um grande espírito de solidariedade, também na partilha dos encargos".
                Aguiar-Branco não quantificou valores, nem especificou os termos da provável futura comparticipação nas despesas por parte dos governos regionais.
                Salientou que o assunto está a ser analisado.
                Confrontado sobre o assunto, o Governo dos Açores não faz comentários para já. Fonte da Secretaria Regional da Saúde adianta que esta só tomará posição
                quando souber formalmente de que forma o ministério pretende rever o acordo actualmente em vigor.
                Aposição do ministro da Defesa, convergente com a do general José Pinheiro, contraria os objectivos de um protocolo assinado no ano passado entre a Força
                Aérea (FA) e a tutela da Saúde nos Açores. Ao abrigo desse protocolo, com os novos helicópteros Merlin, as evacuações médicas e de emergência por via aérea
                 entre as ilhas seriam gratuitas. Em contrapartida, as unidades de saúde dos Açores prestariam assistência aos militares, sem custos acrescidos para o subsistema
                de saúde da FA.
                Conforme já noticiou o DN, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea defendeu que estes custos sejam repartidos, justificando com as dificuldades financeiras
                da FA e a redução de 30% nas horas de voo impostas pelo Orçamento de Estado 2012.

terça-feira, 21 de junho de 2011

ATTENZIONE

  • Sempre que exista grande intensidade de trânsito, o condutor deve circular com velocidade especialmente moderada. Caso não o faça cometerá uma contra-ordenação grave. ( Art.ºs 25.º e 145.º )
  • A velocidade mínima nas auto-estradas passa de 40 para 50 km/h . (Art.º 27.º )
  • A sanção pelo excesso de velocidade é agravada e distinta quando ocorra dentro ou fora da localidade.
  • Assim:
Automóveis ligeiros, motociclos
    
 
Excesso de velocidade
Coima
Contra-Ordenação
    
Dentro
das
Localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
    
Fora 
das
Localidades
Até 30 km/h60 a 300 eurosLeve
30 a 60 km/h120 a 600 eurosGrave
60 a 80 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 80 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave

Automóveis pesados
    
 
Excesso de velocidade
Coima
Contra-Ordenação
    
Dentro 
das
 
Localidades
Até 10 km/h60 a 300 eurosLeve
10 a 20 km/h120 a 600 eurosGrave
20 a 40 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 40 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave
    
Fora
das
Localidades
Até 20 km/h60 a 300 eurosLeve
20 a 40 km/h120 a 600 eurosGrave
40 a 60 km/h300 a 1.500 eurosMuito Grave
Mais de 60 km/h500 a 2.500 eurosMuito Grave


terça-feira, 6 de abril de 2010

COISAS BOAS

Nos termos e para os efeitos previstos no artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 66/92, de 23 de Abril, torna-se público que a TAP Portugal requereu uma licença para exploração de serviços de transporte aéreo regular na rota Lisboa/Marraquexe/Lisboa.
Qualquer entidade que, legitimamente, pretenda pronunciar-se sobre o requerido pela TAP Portugal ou apresentar candidatura alternativa deverá fazê-lo junto do Instituto Nacional de Aviação Civil, I. P., no prazo de 15 dias úteis, a contar da data de publicação deste aviso.
Isto se o sindicato dos pilotos não quiser mais ma$$a