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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

ADORO OS MILITARES


Transcreve-se o mail de cobertura do comunicado para os órgãos de comunicação social:

“Exmas./Exmos. Senhoras/Senhores Jornalistas
Na passada quinta-feira as Associações Profissionais de Militares (APM) foram convocadas pela Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional (SEADN) para lhes ser dado conhecimento de um projecto de diploma que fixa a forma como os militares vão descontar para que os cônjuges passam beneficiar da ADM.
Antes de mais, cumpre recordar que, contrariamente ao estabelecido na Lei Orgânica nº 3/2001, de 29 de Agosto, as APM não foram integradas no Grupo de Trabalho que tratou a elaboração do projecto.
Incumprimento da lei por parte do MDN que vem, aliás, na lógica de outro: neste caso do que estabelece a Lei nº 11/89, de 1 de Junho, “Bases gerais do estatuto da condição militar”.
O que se passou na reunião com a SEADN (Berta Cabral) mereceu a indignação das APM, que a retratam e sustentam no comunicado que anexo."

 

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

POIS

A Autoridade Nacional de Segurança  (ANS) é a entidade que dirige o Gabinete Nacional de Segurança (GNS)
e exerce, em exclusivo, a proteção e a salvaguarda da
informação classificada.
A par desta intervenção, a ANS, de acordo com o disposto no artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 116-A/2006 , de 16
de junho, alterado pelos Decretos-Leis n.os 88/2009, de 9
de abril, e 161/2012, de 31 de julho, é também a autoridade
competente para o registo, credenciação e fiscalização
das entidades certificadores compreendidas no Sistema
de Certificação Eletrónica do Estado -- Infraestruturas
de Chaves Públicas (SCEE), bem como das que emitam
certificados qualificados no âmbito do regime jurídico dos
documentos eletrónicos e da assinatura digital, aprovado
pelo Decreto-Lei n.º 290-D/99 , de 2 de agosto.
Tanto o referido regime jurídico, como o Decreto-Lei
n.º 3/2012, de 16 de janeiro, alterado pelos Decretos-Leis
n.os 162/2013, de 4 de dezembro, e 69/2014, de 9 de maio,
que aprovou a orgânica do GNS, preveem que este serviço
possa cobrar taxas pelos serviços que preste no âmbito das
suas atribuições.
Com a presente portaria pretende-se proceder à introdução de novos serviços a sujeitar à cobrança de taxas, em
decorrência da nova legislação em vigor, bem como, com
base na experiência obtida, ajustar alguns valores iniciais
de taxas que se encontram desatualizados relativamente
aos fatores associados ao serviço prestado.
A presente portaria regulamenta essas disposições, adotando um sistema de taxas que permite ao GNS cobrar
pelos serviços que preste, fazendo com que parte substantiva do seu financiamento seja assegurada por quem
beneficie da sua atividade e dos seus serviços. Trata-se,
pois, de uma opção que reduz a dependência do GNS face
ao Orçamento do Estado.
Os valores das taxas fixados estão de acordo com os custos e tarefas tipo que os serviços prestados envolvem. Não
obstante, em alguns serviços, atenta a sua especificidade,
além dos valores fixados no anexo à presente portaria, pode
haver lugar, quando justificado, à imputação de despesas
suplementares envolvidas na sua realização, a determinar
de acordo com a legislação em vigor.
Sem prejuízo da eventual aplicação, quando justificada,
de custos suplementares, a presente portaria prevê uma
redução de 25 % dos montantes das taxas, quando estejam em causa micro, pequenas e médias empresas, e uma
redução de 50 %, quando esteja em causa a credenciação,
renovação e elevação, por marca, de pessoal do Ministério
da Defesa Nacional, das Forças Armadas ou das forças e
serviços de segurança. Trata-se, por um lado, de assegurar
a existência de fatores de competitividade às referidas
empresas e, por outro, atender à especial colaboração das
referidas entidades com o GNS.
Assim:
Ao abrigo do disposto no n.º 3 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 290-D/99 , de 2 de agosto, alterado pelos Decretos-Leis n.os 62/2003, de 3 de abril, 165/2004, de 6 de julho,
116-A/2006, de 16 de junho, e 88/2009, de 9 de abril, e

do n.º 3 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 3/2012 , de 16 de
janeiro, alterado pelos Decretos-Leis n.os 162/2013, de 4
de dezembro, e 69/2014, de 9 de maio, manda o Governo,
pela Ministra de Estado e das Finanças e pelo Ministro da
Presidência e dos Assuntos Parlamentares, o seguinte:
Artigo 1.º
Objeto

A presente portaria aprova as taxas a cobrar pelos serviços prestados pelo Gabinete Nacional de Segurança (GNS).
Artigo 2.º
Taxas

São aprovadas as taxas a cobrar pelos serviços prestados pelo GNS, doravante designadas por taxas, as quais
constam do anexo à presente portaria e que dela faz parte
integrante.
Artigo 3.º
Montantes, publicitação e pagamento

1 -- Os montantes das taxas incluem os atos necessários à prestação do serviço e, sempre que este implique
a realização de despesas com ajudas de custo, deslocações e alojamento, àqueles montantes acrescem custos
suplementares, determinados de acordo com a legislação
aplicável.
2 -- As taxas são publicitadas no sítio na Internet do
GNS (www.gns.gov.pt), no portal do cidadão (www.portaldocidadao.pt) e no portal da empresa (www.portaldaempresa.pt).
3 -- O pagamento das taxas é efetuado no momento da
apresentação do pedido de prestação do serviço, preferencialmente por multibanco ou home banking.
Artigo 4.º
Micro, pequenas e médias empresas

1 -- Os serviços prestados pelo GNS a micro, pequenas
e médias empresas (PME) têm uma redução de 25 % sobre
o montante das taxas aplicáveis.
2 -- A verificação da qualidade de PME é efetuada pelo
GNS através da consulta simples da certificação PME, no
sítio na Internet do IAPMEI -- Agência para a Competitividade e Inovação, I. P., nos termos do artigo 11.º do
Decreto-Lei n.º 372/2007 , de 6 de novembro, alterado pelo
Decreto-Lei n.º 143/2009 , de 16 de junho.
Artigo 5.º
Ministério da Defesa Nacional, Forças Armadas
e forças e serviços de segurança

O montante da taxa relativa à prestação do serviço de
credenciação, renovação e elevação de pessoas singulares
(por marca), tem uma redução de 50 %, sempre que o
mesmo seja prestado ao Ministério da Defesa Nacional, às
Forças Armadas ou às forças e serviços de segurança.
Artigo 6.º
Destino das receitas

As taxas cobradas constituem receita do GNS.

6434

Diário da República, 1.ª série -- N.º 252 -- 31 de dezembro de 2014
Artigo 7.º
Serviço

Atualização de valores

Os valores das taxas são periodicamente atualizados, em
função da variação média do índice de preços no consumidor, publicada pelo Instituto Nacional de Estatística, I. P.,
no ano anterior, arredondando-se o resultado obtido para
a unidade monetária (euro) imediatamente superior, sendo
os respetivos valores divulgados pelo GNS.
Artigo 8.º
Norma revogatória

É revogada a Portaria n.º 1183/2010 , de 17 de novembro.

Taxa
(em )

Formação
17 -- Curso sobre certificação digital e assinatura eletrónica

300,00

Inspeções/Auditorias
18 -- Ação de limpeza eletrónica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 000,00
19 -- Ação de zoning (medição e análise de radiação eletromagnética de equipamentos) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 000,00
20 -- Inspeção, abertura ou encerramento de órgãos de
segurança, em território nacional, que detenham informação classificada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500,00
21 -- Auditoria a sistemas de informação . . . . . . . . . . . . . 500,00/dia
(1) Este montante não inclui a inspeção do respetivo órgão de segurança, que está associada ao processo de credenciação.

Artigo 9.º
Entrada em vigor

A presente portaria entra em vigor no dia 1 de janeiro
de 2015.
Pela Ministra de Estado e das Finanças, Hélder Manuel
Gomes dos Reis, Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, em 29 de dezembro de 2014. -- O Ministro da
Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Maria de
Barros Serra Marques Guedes, em 9 de dezembro de 2014.
ANEXO
(a que se refere o artigo 2.º)

Serviço

Taxa
(em )

Acreditações/Credenciações
1 -- Acreditação de segurança de redes e/ou sistemas de
informação:
Até 10 terminais, inclusive . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Mais de 10 terminais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2 -- Acreditação de centros de comunicações ou de centros
de dados (segurança física e zoning) . . . . . . . . . . . . . . .
3 -- Acreditação de sites no âmbito do Projeto Galileo . . .
4 -- Acreditação de empresas no âmbito do serviço PRS
do Projeto Galileo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5 -- Credenciação, renovação e elevação de pessoas coletivas (por marca) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6 -- Credenciação (ou renovação da credenciação) de segurança nacional para efeito da Lei n.º 49/2009 , de 5 de agosto
7 -- Credenciação, renovação e elevação de pessoas singulares (por marca) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
8 -- Avaliação de produtos ou sistemas de segurança da
informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2 000,00
4 000,00
1 500,00
1 000,00
500,00
350,00 (1)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

OBCECADO

" ministro da Defesa,  Aguiar-Branco, reconheceu nesta segunda-feira que o nível de participação das mulheres nas Forças Armadas ainda não atingiu o desejável e que ainda "há muito para fazer".
"Há 3500 mulheres nas Forças Armadas e o nível de participação nas forças destacadas tem sido de 7 a 10 %. Há muito ainda para fazer no sentido de proporcionarmos que haja uma possibilidade das mulheres poderem ter o seu nível de participação ainda mais satisfatório", disse José Pedro Aguiar-Branco, na cerimónia de apresentação do II Plano de Acção das Nações Unidas sobre as mulheres na Defesa.
Contudo, acrescentou, apesar destes números e do sector da Defesa ser "facilmente rotulável como sendo de uma afirmação masculina mais forte do que no feminino", no terreno essa realidade é menos evidente do que aquilo que é a percepção que é dada pelo exterior.
Numa intervenção centrada na questão da igualdade entre homens e mulheres, o ministro da Defesa são se limitou a fazer a análise da questão no sector que tutela, admitindo que a sociedade portuguesa ainda "não se estruturou e organizou" para que "cuidando da diferença que há de género, permita que as regras deem a igualdade para existir o mesmo acesso às oportunidades".
"Tem havido evolução ao longo do tempo, a nossa sociedade vai dando mais oportunidades, mas acho que ainda hoje para se obter a mesma coisa, para se chegar ao mesmo espaço de intervenção, ainda hoje esse esforço e essa exigência ainda é em benefício do homem e não em benefício da mulher. Quando é para fazer algo que o homem já faz, a mulher tem de fazer isso e mais qualquer coisa", disse.
Por isso, há que combater o "preconceito clandestino" de dar uma efectiva igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, defendeu.
José Pedro Aguiar-Branco recusou ainda a ideia que a existência de planos de acção sobre esta questão "reduz a dignidade da mulher", porque a realidade é que se que tem de "dar um empurrão".
Teresa Morais insatisfeita
Na cerimónia esteve ainda presente a secretária de Estado da Igualdade, Teresa Morais, que confessou que apesar do caminho que já tem sido feito, pessoalmente ainda não está satisfeita com a realidade existente em termos de igualdade de género. "Quem acredita na igualdade entre homens e mulheres só ficará satisfeito com a paridade", vincou.
A elaboração do II Plano Nacional de Acção para a Implementação da resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre mulheres, paz e segurança está previsto no V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não-discriminação 2014-2017.
A resolução das Nações Unidas alerta para "o impacto desigual que os conflitos armados têm sobre mulheres e homens, apelando a uma maior participação das mulheres e à plena integração da dimensão da igualdade de género na prevenção, gestão e resolução de conflitos armados, não só em países em conflito armado, mas também em países em situação de paz".

o ministro aguiar hifen branco anda a sonhar com frequência com o paraíso....coitado.Mas o certo é que nos vai lixando, até ao último dia de funções (que teima em chegar)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

E DA DEFESA?

— A nomeação, para o mandato 2012 -2015 do Conselho Superior

de Estatística (CSE), dos seguintes membros:

a) Em representação do Instituto Nacional de Estatística, I.P.:

Membro suplente do CSE: Dr. Carlos Manuel Matias Coimbra;

b) Em representação da Direção Regional de Estatística da Madeira:

Membro do CSE: Dra. Emília de Fátima Fernandes Alves, em substituição

do Dr. Carlos Alberto Cabaça de Almeida Estudante;

Membro suplente do CSE: Dr. Paulo Jorge Batista Vieira, em substituição

da Dra. Emília de Fátima Fernandes Alves;

c) Em representação da Presidência do Conselho de Ministros:

Membro suplente do CSE: Dra. Fernanda Duarte Sousa Soares Cruz,

em substituição do Dr. Ricardo António Beato de Carvalho;

d) Em representação do Ministério das Finanças:

Membro do CSE: Prof. Doutor Álvaro António Calado Afonso Matias,

em substituição do Mestre Hélder Manuel Gomes dos Reis;

Membro suplente do CSE: Prof. Doutor José Carlos Fernandes Azevedo

Pereira;

e) Em representação da Confederação dos Agricultores de Portugal:

Membro suplente do CSE: Dr. António Custódio de Sousa Alpalhão,

em substituição do Eng.º João Maciel de Soveral;

f) Em representação da Confederação do Turismo Português:

Membro do CSE: Dr. Francisco Maria Malheiro Calheiros e Menezes,

em substituição do Eng.º José Carlos Pinto Coelho

g) Em representação da Associação Nacional de Municípios Portugueses:

Membro do CSE: Eng. Tomé Alexandre Martins Pires, em substituição

da Prof.ª Doutora Sílvia Arminda Calado Frazão;

h) Em representação da Direção -Geral da Política de Justiça, do

Ministério da Justiça:

Membro do CSE: Prof.ª Doutora Susana Antas Fernandes Videira

Branco;

Membro suplente do CSE: Dra. Maria João Gomes Morgado Costa;

i) Em representação da Direção -Geral de Energia e Geologia, do

Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia:

Membro do CSE: Eng.º Pedro Henriques Gomes Cabral;

Membro suplente do CSE: Eng.ª Maria Luísa Trindade Nunes Portugal

Basílio;

j) Em representação da Direção -Geral de Recursos Naturais, Segurança

e Serviços Marítimos, do Ministério da Agricultura e do Mar:

Membro do CSE: Eng.º Miguel Perez de Jesus Sequeira;

Membro suplente do CSE: Dr. Carlos Jorge Tacão Moura;

k) Em representação da Direção -Geral de Estatísticas da Educação e

Ciência, do Ministério da Educação e Ciência:

Membro do CSE: Prof.ª Doutora Luísa da Conceição dos Santos de

Canto e Castro de Loura;

Membro suplente do CSE: Dr. Nuno Miguel Correia Neto Rodrigues;

l) Enquanto personalidade de reconhecida reputação de mérito científico

e independência:

Membro do CSE: Prof. Doutor Pedro Pita Barros, em substituição do

Prof. Doutor João Confraria


SERÁ BOM?

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL


Conselho de Chefes de Estado-Maior

Deliberação n.º 2261/2014


Aprovado por deliberação de 22 de setembro de 2014, nos termos do

artigo 19.º, n.º 3, alínea i), da Lei Orgânica de Bases da Organização das



Forças Armadas aprovada pela Lei Orgânica n.º 1 -A/2009, de 7 de julho,

alterada e republicada pela Lei Orgânica n.º 6/2014, de 1 de setembro.

Artigo 1.º

Definição


O Conselho de Chefes de Estado -Maior (CCEM) é o principal órgão

militar de carácter coordenador e tem as competências administrativas

estabelecidas na lei, constituindo também o órgão de consulta do Chefe

do Estado -Maior -General das Forças Armadas sobre as matérias relativas

às Forças Armadas no âmbito das suas competências.

Artigo 2.º

Composição


1 — O CCEM tem a seguinte composição:

a) O Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas (CEMGFA);

b) Os Chefes de Estado -Maior dos três ramos das Forças Armadas



(CEM).

2 — O CCEM é presidido pelo CEMGFA.

3 — O CEMGFA, por sua iniciativa, mediante proposta de qualquer

dos restantes membros do CCEM, ou por deliberação deste órgão, pode

convidar outras entidades militares a participar, sem direito a voto, nas

reuniões deste órgão.

Artigo 3.º

Mandato


Os membros do CCEM mantêm -se em funções enquanto exercerem

os respetivos cargos.

Artigo 4.º

Interinidade de funções


No caso de vacatura dos cargos de CEMGFA ou de CEM, bem como

nos de ausência ou impedimento temporário dos seus titulares, assumirão

interinamente as respetivas funções no CCEM os seus substitutos

legais.

Artigo 5.º

Acumulação de funções


O CEMGFA interino exerce cumulativamente no CCEM as funções

de CEM do respetivo ramo, dispondo só de um voto.

Artigo 6.º

Competência


1 — Compete ao CCEM deliberar sobre:

a) A elaboração do conceito estratégico militar;

b) A elaboração dos projetos de definição das missões específicas das



Forças Armadas, do sistema de forças e do dispositivo de forças;

c) Os planos e relatórios de atividades de informações e segurança



militares nas Forças Armadas;

d) Os anteprojetos das propostas de lei de programação militar e de



lei de programação de infraestruturas militares;

e) Os critérios para o funcionamento do ensino superior militar integrado,



no sentido de promover a doutrina e a formação militar conjunta

dos oficiais


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

NÃO ESQUECER

 
Muito mal nos fizeram

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

WE PAY

O habitante anunciou, pomposamente, que em sacrifício de cargo, vai visitar e dar alento aos Militares portugueses que prestam serviço no Kosovo.
Mas este habitante nunca andou nem na guerra nem na terra para saber o que é o perigo e o sacrifício, e vai dar alento de quê?
Aqui na CACINE apostamos que não há um único Militar no Kosovo que se preocupe minimamente com a visita do habitante e que, para eles, a ÚNICA vantagem que porventura trará é haver Rancho Melhorado.
Todos os Militares, ou quase vá lá, detestam a criatura e a sua adjunta Bertha. O mínimo que se pede será que estejam no gabinete e não chateiem

AQUI ASSINAMOS

Recolha de Assinaturas de Militares das Forças Armadas

No ENCONTRO DE MILITARES realizado no ISCTE no passado dia 22NOV, as APM’s foram incumbidas de requerer junto do Exmo. Provedor de Justiça que diligencie para que seja dado cumprimento ao determinado pela Lei Orgânica nº 03/2001, de 29AGO, a qual obriga à audição das APM’s sobre questões relacionadas com o estatuto profissional e a integrar conselhos consultivos, comissões de estudo e grupos de trabalho constituídos para proceder à análise de assuntos de relevante interesse para a instituição, na área da sua competência específica.
Para o efeito, as APM’s entenderam recolher assinaturas junto dos militares que considerem imperioso o cumprimento da Lei, e o consequente envolvimento das APM´s em matérias que se relacionem com a defesa da dignidade que assiste a todos os militares, decorrente da sua Condição Militar. E, em particular, em tudo o que se refere à revisão do EMFAR, com alterações ostensivamente sonegadas do conhecimento, não só das APM’s, mas também e, porventura, mais grave ainda, dos militares em geral.
É imperioso fazer valer princípios e valores de entre os quais se destaca a promoção da COESÃO entre todos os militares (mais novos e mais antigos), exigindo que as alterações que, eventualmente se produzam, não venham a consagrar normativos que promovam a distinção entre grupos de militares, situação que a Condição Militar, a todos aplicada de igual modo, em nenhuma circunstância pode consentir!
Não está em causa apenas uma ou outra cláusula de salvaguarda, que o Governo utiliza para dividir os militares, mas sim a recuperação, para todos, de inalienáveis direitos, entre eles, os que as cláusulas asseguram somente para uma parte!OS MILITARES ABAIXO ASSINADOS

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

VAI-SE EMBORA......TARDE, MAS VAI

O Governo vai propor um sistema de avaliação comum nas Forças Armadas para privilegiar o mérito como fator de progressão na carreira e tornar mais flexível o regime de reserva, anunciou hoje o ministro da Defesa, Aguiar-Branco.
País
Governo propõe progressão na carreira militar por mérito
Lusa
"O ministro anunciou que "muito em breve" o Governo estará em condições de concluir a revisão do Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) cujo princípio subjacente disse ser "a valorização da carreira militar".
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José Pedro Aguiar-Branco destacou algumas das alterações da revisão em curso no final do seu discurso na abertura solene do ano letivo no Instituto de Estudos Superiores Militares, Lisboa, cerimónia na qual participou também o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro.
"Em relação à progressão na carreira, iremos viabilizar um sistema de avaliação comum às Forças Armadas privilegiando o mérito como fator base para a progressão na carreira", afirmou.
Para "clarificar alguns dados" que disse estarem a ser difundidos "de forma alarmista" no seio das FA, Aguiar-Branco referiu-se especificamente às normas previstas quer no Orçamento do Estado para 2015 quer no orçamento do ano corrente sobre a suspensão da passagem à reserva.
Estas normas, disse, "preveem com total clareza que as condições ou pressupostos de passagem à reserva ao abrigo de regimes transitórios estão devidamente salvaguardados".
Por outro lado, "sem alterar o período de cinco anos de vigência, iremos alterar a filosofia da situação de reserva, tornando-o mais flexível e adequado às necessidades".
"Iremos aprovar igualmente um conjunto de medidas transitórias para que as situações sejam tratadas com equidade, pelo que está previsto um período de dois anos para que garantir que cada um possa avaliar e decidir", acrescentou.
Aguiar-Branco disse estar convencido de que a revisão do EMFAR "no enquadramento geral da reforma em curso permitirá carreiras mais aliciantes aos militares" e "militares mais motivados" e mais bem preparados.
"Pretende-se com esta revisão normalizar os fluxos das carreiras, tendo em conta as necessidades do serviço efetivo", disse Aguiar-Branco.
Segundo o ministro, "garantir a progressão coerente na carreira tendo em conta a formação inicial e continuada dos militares, otimizar a utilização dos recursos disponíveis das Forças Armadas e salvaguardar as especificidades próprias da carreira militar", são os objetivos gerais da revisão em curso.
O governante adiantou ainda que o documento irá prever um conjunto de medidas transitórias e um "período de dois anos para que cada um possa avaliar e decidir".
"Devem os ministros impor as reformas, ou devem ser as associações a impor as suas reformas ? Até nesse sentido, a reforma 2020 apresentou algo de diferente. Participaram no processo todos os que quiserem participar", frisou.
O ministro sublinhou que a reforma 2020, no âmbito da qual disse estarem a ser revistos todos os instrumentos legislativos no setor da Defesa, "foi feita com as Forças Armadas e para as Forças Armadas", não deixando de criticar "o poder da capelinha".
Aguiar-Branco começou a sua intervenção antecipando que no próximo ano letivo já não participará enquanto ministro da Defesa na cerimónia: "No próximo ano estará aqui outro ministro, deste ou daquele partido", disse, fazendo depois um breve balanço dos "últimos 4 ou 5 anos, que foram terríveis".
"Tudo foi posto em causa" e "pela primeira vez o Estado esteve na iminência de não pagar o soldo aos seus soldados", disse, sublinhando no entanto que as maiores dificuldades não vieram "do FMI ou da intransigência de um ou outro governo europeu".
"As maiores dificuldades e obstáculos vieram das instituições, das nossas corporações, do poder de capelinha que bem pratica o nosso povo. Temos uma relação complicada com as mudanças", disse."

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

ÁS ARMAS

Dizem-me que a D. Bertha vai estar escondida numa janela a assistir, provavelmente acompanhada pelo fantasma da Soror Paula Teresa da Silva

sábado, 8 de novembro de 2014

LOMAR

Parece que estes dias foi aprovado no nosso gigantesco(230) Parlamento , uma coisa proposta por este habitante chamada LOMAR.
O habitante, com todo o seu saber e experiência, agora com as viagens por esse mundo fora ainda mais cimentada , diz que é a Lei Orgânica da Marinha.
Nós não poderemos criticar , nem chamar nomes , a Lomar(embora merecesse) , pois trata-se, para nós e os restantes Portugueses, de uma antiga e querida Freguesia do Distrito de Braga, com minhotas e minhotos amigos.
Haja , ao menos, senso.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

F 16 PORTUGUESES

Russia 'steps up' military flights

Nato reports an "unusual" increase in Russian military aircraft
conducting manoeuvres over European airspace over the last two days.
Identificar e interceptar os Bombardeiros russos no Atlântico Norte.

Se os Militares não servem para nada, porque não vai o Dr. Sousa Tavares, montado numa trotineta voadora?
Ou o ministro hifen não envia os Air bus da TAP, se os Pilotos não estiverem em greve? Ou se os aviões funcionarem?
E vá lá que ainda estes caças ficaram cá e não foram vendidos!!!!

sábado, 25 de outubro de 2014

E ISTO?

Será que o ministro aguiar hifen branco usa isto? Ou conhece, sequer?

domingo, 12 de outubro de 2014

E ISTO?

https://www.dropbox.com/s/7ynwa0pmz2f32y9/declaracoes_general_gil.mp4?dl=0


Como não sabemos a razão porque o Senhor General concordou com o ministro aguiar hifen branco, não poderemos óbviamente comentar.
Mas deixamos este documento, na Vila de Mira, registado, por ser insólito!!!

Tenente general António carlos de Sá Campos Gil

Vice-CEME

sábado, 4 de outubro de 2014

GESTÃO HORRENDA

Luís Marques Mendes arrasou. hoje na SIC

A "gestão" do ministério pelo habitante aguiar hifen branco é desastrosa, pelo menos no que toca às Industrias de defesa.

Há "tachos" sobre "tachos", empresas sob empresas ...um desastre e modelo de extrema despesa para o estado que se resolveria num ápice...se bem gerido.

domingo, 28 de setembro de 2014

POIS

Berta Cabral, que hoje termina uma visita de três dias a Maputo, representou Portugal nas celebrações, na quinta-feira, dos 50 anos das Forças Armadas e de Defesa de Moçambique (FADM) e do início da luta de libertação contra a potência colonial, e reuniu-se com o ministro da Defesa moçambicano, Agostinho Mondlane, na qual foram decididos avanços ao nível técnico da cooperação militar entre os dois países.Segundo a secretária de Estado, ficaram acertadas visitas de militares moçambicanos a Portugal para conhecer os navios de patrulha oceânica ao serviço da armada portuguesa, dois dos quais novos, e que deixaram Agostinho Mondlane "bem impressionado" numa das suas visitas recentes a Portugal.
"Queremos que conheçam de perto esses meios para podermos colaborar numa lógica de projeto, não numa logica de vender, e criar condições de formação, operação, manutenção e de meios", adiantou, acrescentando que "tudo isto significa projetar uma capacidade oceânica em que Portugal tem todas as condições para ter um papel ativo".
Berta Cabral lembrou que Moçambique tem uma costa muito extensa para fiscalizar e precisa de meios que ainda não possui e já existentes em Portugal, bem como "indústrias nessa área que podem também cooperar".
A governante destacou que a colaboração no domínio militar deve ter dois sentidos e beneficiar ambas as partes, alegando que "as empresas de defesa portuguesas são importantes e devem ter uma oportunidade nos países onde existe cooperação".
Além da reunião com Mondlane, realizada na sexta-feira, a secretária de Estado visitou também o Instituto Superior de Estudos Militares de Moçambique, que este ano "nasceu do nada e é já um projeto de cooperação muito bem-sucedido" entre as forças armadas portuguesas e moçambicanas", formando ao nível académico oficiais do país africano e também aberto à sociedade civil, atraindo ainda alunos de países vizinhos.
A visita de Berta Cabral termina hoje com um programa dirigido à área social, focado nos ex-combatentes e deficientes das Forças Armadas de Moçambique, que envolvem "uma logística muito complexa relacionada com tratamentos em Portugal e com a própria qualificação como deficiente das Forças Armadas".
A Moçambique, informou a secretária de Estado, chegarão em breve os militares portugueses que vão integrar a missão de observação internacional do acordo de cessação de hostilidades entre o Governo moçambicano e a Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), ao fim de mais de um ano e meio de confrontações na região centro do país e que deixaram um número indeterminado de mortos e prejuízos materiais.
"Os observadores estão a aguardar que toda estrutura esteja montada", disse Berta Cabral, adiantando que Portugal vai ter um oficial no comando da missão de observação em Nampula, norte de Moçambique, e outro que vai integrar o comando em Sofala, centro.
Os primeiros observadores já começaram a chegar a Moçambique com o objetivo de monitorizar o desarmamento das forças da Renamo e integração dos guerrilheiros da oposição nas forças regulares, numa missão internacional que, além de Portugal, inclui Estados unidos, Reino Unido, Itália, África do Sul, Cabo Verde, Botsuana, Quénia e Zimbabué.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

GÉNIO

DESP 11399/2014 - Directiva para a revisão da Lei de Programação Militar:
DESP 11400/2014 - Directiva Ministerial de Planeamento de Defesa Militar:



O nosso querido e bem amado lider, em quem tanto confiamos, é um génio



sábado, 26 de julho de 2014

FOI POUCO

"A proposta do PS revoga o artigo 8 da atual Lei de Defesa Nacional, que previa que nas situações em que o militar eleito exerça o mandato em regime de permanência e a tempo inteiro "pode requerer, no prazo de 30 dias, a transição voluntária para a situação de reserva, a qual é obrigatoriamente deferida".
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A maioria PSD/CDS-PP deixou cair a proposta inicial do Governo para que os militares eleitos para cargos políticos sejam abatidos ao quadro, um dos artigos mais polémicos que, segundo o PS, não tinha justificação.
Mantém-se, como na lei atual, que os militares ficam obrigados a indemnizar o Estado caso não tenham cumprido o tempo mínimo de serviço efetivo.
O PS conseguiu ainda ver aprovadas alterações importantes à Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas (LOBOFA) prevendo, no artigo 15º, que o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas [CEMGFA) pode colocar na "sua dependência direta os comandos de componente operacional" dos ramos mas inclui os chefes dos ramos respetivos no processo.
Uma outra alteração proposta pelo PS e aprovada pela maioria PSD/CDS-PP prevê que o ministro da Defesa Nacional "coordena" o Planeamento Civil de Emergência, que não estava previsto na lei atual.
Por outro lado, também por proposta socialista, mantém-se na competência do Conselho de chefes de Estado-Maior a elaboração dos anteprojetos dos orçamentos respetivos."



sexta-feira, 18 de julho de 2014

ENGANO

E a gente a pensar que não podia haver pior!!!!!