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segunda-feira, 13 de outubro de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
UMA OPINIÃO
UMA REPARAÇÃO HISTÓRICA
Andam alguns dos "iluminados" da nossa
praça apoquentadíssimos porque a Guiné Equatorial vai pertencer à Comunidade dos
Povos de Lingua Portuguesa (CPLP), muito incomodados por ser uma ditadura. Não
se incomodaram nada quando as ditaduras cleptocráticas angolana e moçambicana
entraram para a Comunidade, mas, claro, a gente sabe que há ditaduras boas e há
ditaduras más...
Se nós tivessemos estadistas e não "políticos" e se os
comentadores não se enleassem na micropolítica e tivessem um mínimo de
conhecimento histórico, talvez vissem essa entrada de outro modo.
Sem
alardear grandes sabedorias e revelações - despropositadas aqui e agora - sempre
direi o seguinte: parte substancial do estado que vai entrar é constituído
historicamente por territórios(ilhas de Fernando Pó e Ano Bom) que foram
portugueses cerca de trezentos anos... Descobertas por Fernando Pó em 1471,
foram cedidas à Espanha em 1778.
Trocadas por território no Brasil, a
troca foi tida como traição pelos habitantes, que se revoltaram, e de tal modo,
que os espanhóis só no final do século XIX, conseguiram ocupar efectivamente as
ilhas, aceitando que os revoltados "portuguesistas" se mantivessem praticamente
independentes, elegendo um conselho de cinco membros que os governou ao longo
dos anos...
Nestes mesmos territórios, os habitantes têm a "Fá de
Anbó" - fala de Ano Bom, crioulo português - como meio de comunicação. Além de
outras tradições arreigadamente portuguesas.
Sabemos bem que as ditaduras vão e vêm, os povos ficam para além das
contigências e dos acidentes. Se os opinadores soubessem um mínimo de história,
seriam mais comedidos nas suas opiniões.
Assim, ao contrário do Professor Rebelo de Sousa e de outros, tenho muito
orgulho que os de Ano Bom e Fernando Pó reentrem na Comunidade da Língua do País
que há trezentos anos os abandonou e traíu...
José Valle de Figueiredo
UMA POSIÇÃO
A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento anunciou nesta sexta-feira a suspensão das funções de observadora consultiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), na sequência da adesão da Guiné Equatorial.
Em carta dirigida ao secretário executivo da CPLP, com conhecimento do secretário de Estado da Cooperação, dos embaixadores dos Estados-membros da CPLP e dos restantes observadores consultivos, a Plataforma comunica ainda que, na próxima assembleia-geral, "será levada a votação a proposta de exclusão definitiva como observadora consultiva" da organização lusófona.
"A CPLP não é – nem pode converter-se – num clube de negócios, em que os interesses estritamente económicos de uma elite se sobrepõem aos direitos humanos e à dignidade de muitos", considera a Plataforma, presidida por Pedro Krupenski e que integra várias organizações.
A Plataforma "lamenta profundamente a deliberação unânime sobre a adesão da Guiné Equatorial como membro de pleno direito na CPLP", que, em seu entender, viola os estatutos da organização, regidos pelos princípios do primado da paz, da democracia, do Estado de Direito, dos direitos humanos e da justiça social.
Ora, "os objectivos e princípios orientadores da CPLP são agora – na prática – outros, para os quais não estamos dispostos a contribuir", asseveram os signatários da carta.
Esses princípios "são outros" porque – enumeram – a Guiné Equatorial "mantém a pena de morte no seu ordenamento jurídico"; "executa arbitrariamente os seus cidadãos"; "tem um presidente que cumula o poder presidencial, o executivo, o judicial e o militar"; "encontra-se no topo da lista dos países mais corruptos do mundo, concentrando a riqueza nas suas mãos do presidente, da família e da elite que o rodeia"; e "não tem qualquer abertura à dissidência de opinião, à liberdade de manifestação e associação".
Ao mesmo tempo, e apesar de ser o "terceiro maior produtor de petróleo e o país com o maior PIB per capita do continente africano", a Guiné Equatorial permite que "cerca de 80 por cento da sua população viva abaixo da pobreza", denuncia a Plataforma.
quarta-feira, 5 de março de 2014
NEW MAN
Carlos Pereira Marques é o novo representante permanente de Portugal junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e irá apresentar as cartas credenciais ao secretário-executivo.
O primeiro representante permanente de Portugal na CPLP foi o embaixador António Russo Dias, entre 2009 e 2012, seguindo-se a embaixadora Maria Clara Borja de Freitas, que foi agora substituída pelo Governo português por se encontrar doente.
Estava-se à espera que a senhora embaixadora pudesse recuperar mais cedo, o que não aconteceu, embora esteja a melhorar», acrescentou o ministro, que falava no parlamento, em resposta ao deputado socialista Pedro Silva Pereira, que o questionara sobre a ausência, «que se arrasta há meses», de uma representação diplomática portuguesa junto da comunidade lusófona.
Os estatutos da CPLP preveem que os Estados-membros possam, se assim o entenderem, estabelecer missões permanentes junto da organização, como acontece noutras instituições internacionais.
Carlos José de Pinho e Melo Pereira Marques iniciou a carreira diplomática em 1986 e ocupou diversos cargos nas representações de Portugal em Berna, Luanda e Viena de Áustria, foi cônsul-geral em Joanesburgo e foi nomeado em janeiro de 2012 subdiretor geral de Política Externa no Ministério dos Negócios Estrangeiros.
quarta-feira, 6 de março de 2013
SE CALHAR ERA BOM...
"O secretário executivo da CPLP defendeu hoje que a organização lusófona deve enviar um representante para a Guiné-Bissau, depois de a comunidade dos países da África ocidental ter mostrado "abertura total" para trabalhar com os parceiros.
Murade Murargy, que falava à Lusa à margem da apresentação dos Green Project Awards na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, referia-se à última cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), na qual ficou decidido prolongar até ao fim do ano o período de transição na Guiné-Bissau.
"O que há de positivo nesta cimeira é que as cinco organizações parceiras da Guiné-Bissau [CEDEAO, CPLP, ONU, União Africana e União Europeia] já se entendem", disse o secretário executivo da CPLP, que esteve presente na reunião, no final de fevereiro em Yamoussoukro, Costa do Marfim.
A própria CEDEAO, que antes "se punha na posição de quem está a dirigir o processo", já mostrou "abertura total para trabalhar com todas as outras" organizações, sublinhou Murargy.
"Chegámos à conclusão de que é necessária a conjugação de todos os esforços, apesar de a CPLP não estar no terreno", afirmou ainda o secretário executivo, para quem é importante alterar essa situação: "Vou ver se consigo convencer os Estados-membros a colocarmos alguém no terreno, mas mesmo não estando lá já reconheceram a nossa importância".
A CEDEAO mantém uma missão internacional militar na Guiné-Bissau, com mais de 600 efetivos, para apoiar o período de transição.
A Guiné-Bissau está a ser administrada por um Governo de transição, apoiado pela CEDEAO, desde o golpe militar de 12 de abril do ano passado, mas a maior parte da comunidade internacional, incluindo a CPLP, não reconhece as novas autoridades de Bissau.
Na sequência do golpe de Estado, as autoridades regionais tinham instituído um período de um ano para que a Guiné-Bissau organizasse eleições, previstas para abril.
No entanto, várias personalidades já reconheceram que ainda não estão reunidas as condições para a realização de eleições, pelo que o período de transição foi agora prolongado pela CEDEAO até 31 de dezembro de 2013.
Sobre esse prolongamento, Murargy explicou à Lusa que havia várias propostas em cima da mesa, entre as quais a do principal partido da Guiné-Bissau, o PAIGC, que defendia um prolongamento por seis meses, e outra dos militares guineenses, que pretendiam prolongar a transição por três anos.
"Tinha de se encontrar um equilíbrio, e o equilíbrio foi o meio-termo", disse Murargy.
Questionado se ficou satisfeito, o secretário executivo respondeu: "satisfeito não estou, mas é razoável".
FPA // MLL
segunda-feira, 4 de março de 2013
O SEU A SEU....
Caro José Ribeiro: (Director do Jornal de Angola)
Tomo a liberdade de lhe dirigir esta carta aberta na sequência do artigo que assinou no espaço "Palavra do director", do "Jornal de Angola", na edição de 27 de Fevereiro, intitulado "Alvos selectivos", precisamente na sua qualidade de director.
E tomo esta liberdade porque o referido artigo me provocou uma profunda perplexidade, tanto nos termos como no conteúdo. Antes de mais, deixe-me que lhe diga que há um ponto em que estou em perfeito acordo consigo. A revelação pública de que altos dignitários angolanos, o último dos quais o PGR, estão a ser investigados pela justiça portuguesa, por suspeita de fraude e branqueamento de capitais, constitui uma lamentável violação do segredo de justiça. Uma violação que deve ser dirimida, tanto pela justiça dos dois países como através dos canais diplomáticos. Uma violação que deve ser também investigada, para se perceber se por trás dela se esconde alguma estratégia insidiosa que visa atentar contra o bom nome dos visados.
Dito isto, caro José Ribeiro, a sua "Palavra do director" parece-me manifestamente exagerada e mais talhada para promover o ódio. Quando defende retaliações, terá a perfeita consciência de que está a vulnerabilizar os elos mais fracos desta cadeia – os portugueses que vivem em Angola e os angolanos que vivem em Portugal.
Como viveu em Portugal e foi adido de imprensa da embaixada de Angola em Lisboa, tem o dever de consciência de saber distinguir as coisas. Tal como tem o dever de saber que a imprensa é livre, que os jornalistas têm as suas fontes e que a notícia do "Expresso" sobre o PGR é verdadeira, ou seja, que o Ministério Público promoveu mesmo essa investigação.
Depois, caro José Ribeiro, sugere o fim dos investimentos angolanos em Portugal. E fá-lo de uma forma acintosa: "um país que valoriza lixo humano como se fosse oiro de lei não tem condições para receber um euro sequer de investimento. Quem promove bandidos a heróis não é de confiança." Ora, parte do pressuposto, que estes investimentos emanam de um decisão colectiva, em vez de terem subjacente uma lógica empresarial. Parece-me errado e a este propósito permita que lhe cite o discurso feito por José Eduardo dos Santos a 25 de Janeiro deste ano, na 6.ª sessão ordinária do comité central do MPLA. "Numa altura em que no nosso país se consolida a economia de mercado e se afirmam, cada vez mais, grandes proprietários e detentores de capital, alguns dos quais membros do nosso partido, é importante que se clarifique o nosso pensamento político", afirmou o Chefe de Estado. Ou seja, deixe que seja a economia de mercado e os seus protagonistas a decidirem se querem, ou não, investir em Portugal.
Caro José Ribeiro. Uma última nota. O seu artigo azedo serve mais a estratégia dos ortodoxos, tanto em Portugal como em Angola. E estes ortodoxos julgam que ganham com a divisão e os atritos. Por isso, peço-lhe, não os alimente com as suas palavras. Afinal, basta seguir o ponto de vista que o próprio "Jornal de Angola" subscreveu a 6 de Fevereiro deste ano, num editorial não assinado: o que está em jogo nas relações entre os dois países "é tão grandioso que os pequenos acidentes de percurso, as atitudes disparadas com acrimónia por sectores da política portuguesa, as faltas de respeito e as deslealdades que prosperam em Lisboa contra Angola e magoam, não vão conseguir destruir a nova relação que nasceu com o 25 de Abril de 1974".
Atenciosamente,
Celso Filipe(subdirector do Jornal de Negocios)
A QUEM INTERESSAR
Professores
para Maputo/Dili 2013 -
Recrutamos professores
lusófonos para o ano lectivo de 2013/14 em regime
temporário e com permanência de pelo menos 6 meses.
As candidaturas podem ser feitas aqui, sendo que os profissionais serão requisitados para ensino superior, em cursos de bacharelato e licenciatura.
Podem igualmente candidatar-se docentes Doutorados ou com Mestrado e que tenham, preferencialmente, dois anos de experiência docente comprovada na área em que se candidatam.
Os professores receberão uma mensalidade de 4500€.
Será paga também a passagem aérea, em classe económica, de ida e volta do Porto / lisboa para Luanda / Maputo / Dilí, assim como o regresso.
Iniciar Processo de candidaturas através do endereço:
world_recruitment@teachers.org
Mónica Azevedo
Coordenadora Equipa Comunitária
Programa K'CIDADE
Rua Luís Piçarra, nº 6A |
1750-101 Lisboa
Tm: 96.8630101
monica.azevedo@kcidade.com
As candidaturas podem ser feitas aqui, sendo que os profissionais serão requisitados para ensino superior, em cursos de bacharelato e licenciatura.
Podem igualmente candidatar-se docentes Doutorados ou com Mestrado e que tenham, preferencialmente, dois anos de experiência docente comprovada na área em que se candidatam.
Os professores receberão uma mensalidade de 4500€.
Será paga também a passagem aérea, em classe económica, de ida e volta do Porto / lisboa para Luanda / Maputo / Dilí, assim como o regresso.
Iniciar Processo de candidaturas através do endereço:
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Mónica Azevedo
Coordenadora Equipa Comunitária
Programa K'CIDADE
Rua Luís Piçarra, nº 6A |
1750-101 Lisboa
Tm: 96.8630101
monica.azevedo@kcidade.com
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
INTERESSADOS?
A Comissão Europeia abriu vagas para o seu
programa de estágios remunerados que vai ter início a partir de Outubro.A partir
de 1 de Outubro, 650 estagiários vão ter o privilégio de começar a colaborar
numa organização que serve mais de 500 milhões de habitantes em 27 países.
O período de candidatura vai ter lugar até ao dia 31 de Janeiro, com a pré-selecção a decorrer em Março e Abril, e a selecção em Maio.
O período de candidatura vai ter lugar até ao dia 31 de Janeiro, com a pré-selecção a decorrer em Março e Abril, e a selecção em Maio.
Os estágios vão ter lugar em
Bruxelas e na cidade do Luxemburgo, e a Comissão Europeia pede os seguintes
requisitos mínimos:
- Possuir uma licenciatura;
- ter um bom conhecimento de inglês, francês ou alemão;
- ter um bom conhecimento de uma segunda língua oficial da União Europeia.
A experiência profissional
vai ter a duração de cinco meses e os estagiários vão receber uma remuneração
mensal de 1000 euros e o reembolso das despesas de viagem, assim como seguros de
saúde e de acidente. A Comissão Europeia recebe todos os anos mais de 1300
estagiários com os estágios a terem início em Março e em Outubro.
Para mais informações sobre como se candidatar consulte o site: http://ec.europa.eu/stages/index_en.htm
Para mais informações sobre como se candidatar consulte o site: http://ec.europa.eu/stages/index_en.htm
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
A LER
Custa 8 € , mas parece que vale a pena.
Pelo menos há Senhores Almirantes que a compram e , particularmente, este último número é importante pois é dedicado aos Países Lusófonos.
Também é excelente para empresários...ou deve ser.Eles não iriam dedicar-nos um nº especial se não o fosse.
Pelo menos há Senhores Almirantes que a compram e , particularmente, este último número é importante pois é dedicado aos Países Lusófonos.
Também é excelente para empresários...ou deve ser.Eles não iriam dedicar-nos um nº especial se não o fosse.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
GUINÉ,UÉ
Guiné-Bissau: CPLP e União Europeia «financiam projectos» do Governo de Transição
| 2012-09-28 18:41:55 |
Bissau - Artur Sanha, Presidente da Câmara Municipal de Bissau, revelou que, tanto a União Europeia (UE) como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), já anunciaram acordos de princípios com a finalidade de prestar apoios financeiros ao Governo de Transição, no poder desde golpe de Estado de 12 de Abril.
O Presidente da Autarquia de Bissau não avançou nenhum dos países que manifestou esta intenção.
O ex-secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS) falou esta quarta-feira, 27 de Setembro, em exclusivo à PNN, e sublinhou que a Transição em curso na Guiné-Bissau veio para ficar.
«Que todos saibam que, seja a UE ou a CPLP, existem acordos com o país, pelo que é necessário esquecer condenações ou intervenções, que não nos vão ajudar em nada», disse Artur Sanha.
Interrogado sobre os moldes como estes acordos vão ser implementados após o golpe, Artur Sanha explicou que os referidos documentos são multi-sectoriais, no que diz respeito à concessão de créditos financeiros, projectos de desenvolvimento de diferentes sectores, na segurança alimentar, agricultura e pescas e pistas rurais.
«São ainda os acordos por parte da BAD, BOAD isto tudo adicionado a solicitações que são feitas por empresários estrangeiros de diferentes tipos. Trata-se de um conjunto de projectos, incluindo a construção de 80 casas pré-fabricadas, que dentro de 60 dias deverão iniciar os trabalhos», revelou Artur Sanha.
A nível da Câmara Municipal de Bissau, O Presidente revelou que está em curso o projecto de construção do matadouro na capital guineense, e anunciou acabar com as práticas de venda ao ar livre de pão e construções clandestinas.
A ideia da construção de mercados nos diferentes bairros da capital e também a suspensão de licenças de concessão de terrenos e de construção de casas foram, entre outros, aspectos abordados durante a entrevista com Artur Sanha.
O Presidente da Câmara falou à PNN no âmbito da tomada de posse de novo Director da Polícia da Câmara Municipal de Bissau.
O ex-secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS) falou esta quarta-feira, 27 de Setembro, em exclusivo à PNN, e sublinhou que a Transição em curso na Guiné-Bissau veio para ficar.
«Que todos saibam que, seja a UE ou a CPLP, existem acordos com o país, pelo que é necessário esquecer condenações ou intervenções, que não nos vão ajudar em nada», disse Artur Sanha.
Interrogado sobre os moldes como estes acordos vão ser implementados após o golpe, Artur Sanha explicou que os referidos documentos são multi-sectoriais, no que diz respeito à concessão de créditos financeiros, projectos de desenvolvimento de diferentes sectores, na segurança alimentar, agricultura e pescas e pistas rurais.
«São ainda os acordos por parte da BAD, BOAD isto tudo adicionado a solicitações que são feitas por empresários estrangeiros de diferentes tipos. Trata-se de um conjunto de projectos, incluindo a construção de 80 casas pré-fabricadas, que dentro de 60 dias deverão iniciar os trabalhos», revelou Artur Sanha.
A nível da Câmara Municipal de Bissau, O Presidente revelou que está em curso o projecto de construção do matadouro na capital guineense, e anunciou acabar com as práticas de venda ao ar livre de pão e construções clandestinas.
A ideia da construção de mercados nos diferentes bairros da capital e também a suspensão de licenças de concessão de terrenos e de construção de casas foram, entre outros, aspectos abordados durante a entrevista com Artur Sanha.
O Presidente da Câmara falou à PNN no âmbito da tomada de posse de novo Director da Polícia da Câmara Municipal de Bissau.
(c) PNN Portuguese News Network
sábado, 22 de setembro de 2012
CPLP
O Embaixador moçambicano Murade Isaac Miguigy Murargy assumiu funções na CPLP a 18 de Setembro de 2012. Isaac Murargy foi eleito Secretário Executivo da CPLP pela IX Conferência de Chefes de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que se realizou em Maputo, no dia 20 de Julho de 2012, sucedendo no cargo ao guineense Domingos Simões Pereira.
Embaixador de carreira diplomática, Murade Isaac Murargy, de 65 anos, foi durante dez anos Secretário-Geral da Presidência de Moçambique. Chefiou a missão diplomática moçambicana em Paris, França. A partir da capital francesa esteve acreditado como embaixador extraordinário e plenipotenciário na Alemanha, Suiça, Tunísia, Gabão, Mali, Costa do Marfim, Senegal e Irão, tendo sido também delegado permanente de Moçambique na UNESCO. Isaac Murargy era, até ao momento da sua eleição para Secretário Executivo da CPLP, Embaixador de Moçambique em Brasília.
Embaixador de carreira diplomática, Murade Isaac Murargy, de 65 anos, foi durante dez anos Secretário-Geral da Presidência de Moçambique. Chefiou a missão diplomática moçambicana em Paris, França. A partir da capital francesa esteve acreditado como embaixador extraordinário e plenipotenciário na Alemanha, Suiça, Tunísia, Gabão, Mali, Costa do Marfim, Senegal e Irão, tendo sido também delegado permanente de Moçambique na UNESCO. Isaac Murargy era, até ao momento da sua eleição para Secretário Executivo da CPLP, Embaixador de Moçambique em Brasília.
sábado, 14 de julho de 2012
QUEM QUER IR?
SOLIDARIEDADE COM A GUINÉ-BISSAU
Segunda edição do Projecto Rota Ingoré em 2013
O projecto Rota Ingoré vai ter nova edição em 2013, pretendendo, uma vez mais, reforçar os laços de amizade e cooperação com a Guiné-Bissau, "seguramente a nação lusófona mais pobre, mais instável e mais ignorada de todo este universo".
O projecto consiste em percorrer a Guiné-Bissau, de norte a sul, visitando pequenas aldeias isoladas e missões religiosas, que se dedicam ao apoio local comunitário.
Dar visibilidade ao ignorado esforço destas populações pelo progresso económico, social e cultural; dar testemunho do contributo de Portugal para o diálogo entre culturas, em zona de intensíssimo contacto com a África francófona, são alguns dos objectivos que presidem à iniciativa, não sendo de somenos importância a promoção da Língua Portuguesa, como factor de união entre todos os povos da CPLP.
A oferta de conjuntos de livros de instrução primária in
A oferta de conjuntos de livros de instrução primária in
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
CPLP
Mais do mesmo" significa para os presentes na reunião de Santa Maria, na ilha cabo-verdiana do Sal, a manutenção da cooperação técnico-militar tradicional: exercícios conjuntos, formação e cooperação institucional.
"Para fazer mais com menos" sustenta-se na criação de centros de excelência para formação de formadores em Luanda (Força Aérea e Operações Especiais), Maputo (Fuzileiros) e Cidade da Praia (Polícia Militar) e na escolha de um responsável para presidir o Centro de Análise Estratégica (CAE).
A racionalização dos custos, disse o porta-voz da 13.ª reunião dos ministros da Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o tenente-coronel cabo-verdiano Pedro Brito, é a palavra de ordem, em que a mensagem de solidariedade para com a Guiné-Bissau surge também como reflexo da crise.
Segundo Pedro Brito, também diretor de Política de Defesa do ministério homónimo de Cabo Verde, o pedido de ajuda financeira da Guiné-Bissau, para cobrir as despesas de reforma da Defesa e da Segurança não tiveram qualquer correspondência concreta na reunião.
A "forte mensagem política" que a CPLP pretendia dar, deu-a, mas sem qualquer Estado avançar com ajuda para o fundo de pensões (são necessários 63 milhões de dólares), limitando-se, todos, a reiterar a continuação de esforços internacionais para que outros Estados e organizações contribuam.
"Tem de se pôr cobro ao círculo vicioso que empata a reforma: não há reforma sem ajuda e sem ajuda não há reforma" - a frase foi unânime e repetida pelos sete ministros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe) e um secretário de Estado (Timor-Leste) presentes na reunião de Santa Maria.
Sobre a cooperação militar entre os "Oito", são muitas as recomendações, mas o essencial, apesar de preservado - mantém-se a periodicidade anual dos exercícios Felino -, acabou por ser adiado para "uma fase posterior", sem data anunciada, tal como a criação do Centro de Saúde Militar.
É o caso do CAE, o centro que tem estado na origem do reivindicado "excelente nível de cooperação" existente na área da Defesa, que, criado há vários anos em Maputo, só agora deverá ser assumido como elemento estratégico nas relações entre os "Oito".
A única candidatura ao cargo foi apresentada por Portugal, mas os ministros decidiram "prorrogar o prazo" até 31 de janeiro de 2012, para que outros países possam, se assim o entenderem, concorrerem à chefia do CAE.
Os oito titulares da pasta da Defesa da CPLP decidiram marcar a 14.ª reunião para novembro de 2012 na Guiné-Bissau, onde decorrerão, também, os próximos exercícios militares conjuntos integrados no Programa Felino.
Outra questão que ficou definitivamente adiada foi a possibilidade de criação de uma força de manutenção de paz conjunta, com todos a seguirem as teses brasileira - melhorar, primeiro, e ao longo de vários anos, a eficiência e eficácia dos exercícios - e portuguesa - caminhar, progressivamente, para a assistência militar de cariz humanitário.
Nota:O que nasce torto dificilmente se endireita
Mais do mesmo" significa para os presentes na reunião de Santa Maria, na ilha cabo-verdiana do Sal, a manutenção da cooperação técnico-militar tradicional: exercícios conjuntos, formação e cooperação institucional.
"Para fazer mais com menos" sustenta-se na criação de centros de excelência para formação de formadores em Luanda (Força Aérea e Operações Especiais), Maputo (Fuzileiros) e Cidade da Praia (Polícia Militar) e na escolha de um responsável para presidir o Centro de Análise Estratégica (CAE).
A racionalização dos custos, disse o porta-voz da 13.ª reunião dos ministros da Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o tenente-coronel cabo-verdiano Pedro Brito, é a palavra de ordem, em que a mensagem de solidariedade para com a Guiné-Bissau surge também como reflexo da crise.
Segundo Pedro Brito, também diretor de Política de Defesa do ministério homónimo de Cabo Verde, o pedido de ajuda financeira da Guiné-Bissau, para cobrir as despesas de reforma da Defesa e da Segurança não tiveram qualquer correspondência concreta na reunião.
A "forte mensagem política" que a CPLP pretendia dar, deu-a, mas sem qualquer Estado avançar com ajuda para o fundo de pensões (são necessários 63 milhões de dólares), limitando-se, todos, a reiterar a continuação de esforços internacionais para que outros Estados e organizações contribuam.
"Tem de se pôr cobro ao círculo vicioso que empata a reforma: não há reforma sem ajuda e sem ajuda não há reforma" - a frase foi unânime e repetida pelos sete ministros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe) e um secretário de Estado (Timor-Leste) presentes na reunião de Santa Maria.
Sobre a cooperação militar entre os "Oito", são muitas as recomendações, mas o essencial, apesar de preservado - mantém-se a periodicidade anual dos exercícios Felino -, acabou por ser adiado para "uma fase posterior", sem data anunciada, tal como a criação do Centro de Saúde Militar.
É o caso do CAE, o centro que tem estado na origem do reivindicado "excelente nível de cooperação" existente na área da Defesa, que, criado há vários anos em Maputo, só agora deverá ser assumido como elemento estratégico nas relações entre os "Oito".
A única candidatura ao cargo foi apresentada por Portugal, mas os ministros decidiram "prorrogar o prazo" até 31 de janeiro de 2012, para que outros países possam, se assim o entenderem, concorrerem à chefia do CAE.
Os oito titulares da pasta da Defesa da CPLP decidiram marcar a 14.ª reunião para novembro de 2012 na Guiné-Bissau, onde decorrerão, também, os próximos exercícios militares conjuntos integrados no Programa Felino.
Outra questão que ficou definitivamente adiada foi a possibilidade de criação de uma força de manutenção de paz conjunta, com todos a seguirem as teses brasileira - melhorar, primeiro, e ao longo de vários anos, a eficiência e eficácia dos exercícios - e portuguesa - caminhar, progressivamente, para a assistência militar de cariz humanitário.
Nota:O que nasce torto dificilmente se endireita
sábado, 22 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
LÁ VAI ELE
ministro da Defesa Nacional na Recepção de Ano Novo dos Bolseiros dos PALOP e Timor
O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, preside esta quarta-feira, 19 de Janeiro, pelas 18h30, no Forte de São Julião da Barra, à cerimónia de recepção de ano novo dos alunos bolseiros dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e de Timor-Leste, que frequentam cursos em instituições ligadas à Defesa Nacional e às Forças Armadas Portuguesas, no quadro da Cooperação Técnico-Militar.Nota: Os Militares ficam de fora, como sempre.
Pergunta: Como é que os rapazes vão ter ao Forte?
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
COISAS BOAS
Las llamadas por el móvil entre España y Portugal podrán tener el
mismo coste que una llamada nacional. España y Portugal debatirán en la
próxima cumbre hispano-lusa que tendrá lugar en Elvas a principios del
próximo año la eliminación de las tarifas de roaming, los cargos extras que se cobran cuando un ciudadano recibe o realiza llamadas o mensajes de textos cuando viaja al extranjero
La propuesta parte del Gobierno extremeño y ha sido tratada ya por el
embajador de España en Portugal, Alberto Navarro, con el fin de
incluirlo en la agenda del encuentro al máximo nivel. De hecho, la
noticia fue adelantada la pasada semana por la consejera portavoz de la
Junta de Extremadura, Dolores Pallero. No obstante, fuentes del
Ministerio de Industria señalaron que "aún no se ha elaborado esa
agenda", por lo que el tema está aún pendiente, saliendo al paso del
revuelo causado por una información de la agencia Europa Press publicada
hoy que apunta a que será uno de los temas de la cumbre para la que no
hay todavía fecha.
La eliminación del roaming es una vieja
reivindicación de la Comisión Europea y, en particular, de la anterior
comisaria europea supervisora de telecomunicaciones, Neelie Kroes. De
hecho, en 2007, la Comisión aprobó una normativa que obligaba a una
rebaja del 70% en las tarifas de roaming que cobraban las
operadoras de móvil. Las compañías llevaron el asunto al Tribunal de
Justicia Europeo que rechazó el recurso. Ahora el máximo órgano de
gobierno comunitario quiere impulsar una reforma para eliminar
completamente estos recargos en un plazo de cinco años.
Fonte "El País"
Fonte "El País"
domingo, 19 de setembro de 2010
YES WE CAN
Estes marinheiros, de Timor Leste, tiveram formação na nossa gloriosa Armada e , agora, embarcaram na SAGRES , lá nos mares do oriente.
Vale mais isto , embora digam o contrário, do que 10 discursos do sr.Silva e 20 do Sr.Amado
Nós sabemos , senhores , o que é a Pátria , coisa que uns chamam Republica e outros "este País"
Vale mais isto , embora digam o contrário, do que 10 discursos do sr.Silva e 20 do Sr.Amado
Nós sabemos , senhores , o que é a Pátria , coisa que uns chamam Republica e outros "este País"
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cooperação,
marinha,
marinha estrangeira
terça-feira, 14 de setembro de 2010
CEMA EM TIMOR
O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Melo Gomes,
afirmou hoje a disponibilidade portuguesa para reforçar as relações com a
componente naval das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL).
“Tenho muito gosto em estar aqui em Timor-Leste e visitar a componente naval das F-FDTL e o meu objetivo é incrementar as relações da Marinha Portuguesa com a componente naval”, afirmou, à chegada a Díli.
A visita do Chefe do Estado-Maior da Armada coincide com o fim do primeiro curso de fuzileiros navais e do terceiro curso de especialidades da Marinha, ministrados ao abrigo da cooperação bilateral.
“A aposta na formação é uma aposta estrutural. São as coisas que ficam: as ligações que os homens estabelecem, os meios que ficam operacionais, toda a componente técnica que se apoia. Mais importante do que simplesmente estar, é permanecer”, comentou, a propósito do apoio que a Marinha Portuguesa tem dado à formação dos efetivos da componente naval das F-FDTL.
O diálogo com as autoridades timorenses para reforçar a cooperação tem ainda a seu favor o conhecimento mútuo, conforme referiu.
“Tenho ligações há muitos anos com o comandante da componente naval, Donaciano Gomes, e conhecemo-nos bem”, explicou.
Quanto a novas áreas de cooperação, o almirante português sublinhou que cabe a Timor-Leste, como país independente e soberano, decidir.
“Estamos dispostos a considerar, pelos canais próprios, tudo aquilo em que as autoridades, ao nível político, queiram e a Marinha depois terá todo o gosto em cooperar”, disse.
No âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países, decorre desde maio o 3.º Curso de Formação de Especialidades da Componente Naval e o 1.º Curso de Fuzileiros, para o que têm permanecido em Timor-Leste equipas de formadores da Marinha Portuguesa.
As duas primeiras embarcações da Componente Naval da Força de Defesa de Timor-Leste, que recentemente se reapetrechou com dois navios-patrulha encomendados à China, foram as duas lanchas de fiscalização 'Albatroz' e 'Açor', cujo processo de abate havia sido iniciado em 2001.
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“Tenho muito gosto em estar aqui em Timor-Leste e visitar a componente naval das F-FDTL e o meu objetivo é incrementar as relações da Marinha Portuguesa com a componente naval”, afirmou, à chegada a Díli.
A visita do Chefe do Estado-Maior da Armada coincide com o fim do primeiro curso de fuzileiros navais e do terceiro curso de especialidades da Marinha, ministrados ao abrigo da cooperação bilateral.
“A aposta na formação é uma aposta estrutural. São as coisas que ficam: as ligações que os homens estabelecem, os meios que ficam operacionais, toda a componente técnica que se apoia. Mais importante do que simplesmente estar, é permanecer”, comentou, a propósito do apoio que a Marinha Portuguesa tem dado à formação dos efetivos da componente naval das F-FDTL.
O diálogo com as autoridades timorenses para reforçar a cooperação tem ainda a seu favor o conhecimento mútuo, conforme referiu.
“Tenho ligações há muitos anos com o comandante da componente naval, Donaciano Gomes, e conhecemo-nos bem”, explicou.
Quanto a novas áreas de cooperação, o almirante português sublinhou que cabe a Timor-Leste, como país independente e soberano, decidir.
“Estamos dispostos a considerar, pelos canais próprios, tudo aquilo em que as autoridades, ao nível político, queiram e a Marinha depois terá todo o gosto em cooperar”, disse.
No âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países, decorre desde maio o 3.º Curso de Formação de Especialidades da Componente Naval e o 1.º Curso de Fuzileiros, para o que têm permanecido em Timor-Leste equipas de formadores da Marinha Portuguesa.
As duas primeiras embarcações da Componente Naval da Força de Defesa de Timor-Leste, que recentemente se reapetrechou com dois navios-patrulha encomendados à China, foram as duas lanchas de fiscalização 'Albatroz' e 'Açor', cujo processo de abate havia sido iniciado em 2001.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ET VOILÁ
| Angola
vai enviar, proximamente, uma equipa técnica militar e de segurança à
Guiné-Bissau para apoiar a implementação do programa de reforma das
forças armadas daquele país.
Para o efeito, assinaram esta quarta-feira, em Luanda, um acordo, os chefes de Estado Maiores das Forças Armadas dos dois países, nomeadamente, general Francisco Pereira Furtado, por Angola, e António Injai, pela Guiné-Bissau. Segundo o comunicado final das conversações entre as delegações militares dos dois Estados, as Forças Armadas Angolanas enviarão á Guiné Bissau uma equipa técnica de especialistas militares para, em conjunto com os especialistas guineenses, procederem à avaliação das necessidades reais para implementação dos programas a definir. Em declarações à imprensa o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, Francisco Pereira Furtado, disse que esta equipa será constituída por oficiais das FAA e da Polícia Nacional. “É preciso compreender melhor as necessidades da reforma e da desmobilização, o que deve-se fazer no quadro dos programas concretos de formação sócio-profissional para uma administração condigna", sublinhou. Francisco Pereira Furtado mostrou-se satisfeito pela forma corajosa, transparente e de confiança como decorreram as conversações, o que contribuiu para o reforço das relações entre as duas instituições. Antes das conversações, a delegação guineense visitou o Instituto Superior Técnico militar e a Escola Superior de Guerra do Grafanil, onde estudam militares da Guiné Bissau. As conversações decorreram no quadro da visita que o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, Tenente-General António Indjai, efectua desde o dia 4 de Setembro a Luanda. A mesma se insere nas acções desenvolvidas pelo Comité Restrito da CPLP para a Guiné-Bissau e no excelente relacionamento existente entre os governos de ambos os países, visando o alcance da estabilidade naquele país. António Injai deixa o país esta quinta-feira. |
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