Será que o nosso camarada que foi julgado e condenado a prisão efectiva (7 anos, se nos não falha a memória) por , pensamos, corrupção , ainda se encontra a cumprir a pena? e onde? e receberá visitas de camaradas, mesmo que não conheça pessoalmente, nem que seja para apoio moral?
Algum amigo nos poderá elucidar?
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sábado, 3 de janeiro de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
POIS
Estos son algunos de los artículos de esta
legislación bancaria:
El 13 de febrero de 1300 se estableció que cualquier banquero que
se declarara en bancarrota sería humillado por todo el pueblo, por un voceador
público y forzado a vivir en una estricta dieta de pan y agua hasta que
devolviese a sus acreedores la cantidad completa de sus depósitos.
El 16 de mayo de 1301 se decidió que los
banqueros estarían obligados a obtener fianzas y garantías de terceras partes
para poder operar, y a aquellos que no lo hicieran no se les permitiría
extender un mantel sobre sus cuentas de trabajo. El propósito de ello era
señalar a todo el mundo que estos banqueros no eran tan solventes como aquellos
que usaban manteles, es decir, que estaban respaldados por fianzas. Cualquier
banquero que rompiera esta regla (por ejemplo, que operase con un mantel, pero
sin fianza) sería declarado culpable de fraude.
Sin embargo, a
pesar de todo, los banqueros pronto empezaron a engañar a sus clientes.
Debido a esos engaños, el 14 de Agosto de
1321 se estableció que aquellos banqueros que no cumpliesen inmediatamente sus
compromisos, se les declararía en bancarrota, y si no pagasen sus deudas en el
plazo de un año, caerían en desgracia pública, lo que sería pregonado por
voceros por toda el pueblo. Inmediatamente después, el banquero sería
decapitado directamente enfrente de su mostrador, y sus propiedades vendidas
localmente para pagar a sus acreedores.
Existen evidencias documentales de que esto se cumplía.
Por
ejemplo, el banquero catalán Francesc Castelló, fue decapitado directamente
frente a su mostrador en 1360, en estricto cumplimiento de la ley.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Tenente-coronel aviador absolvido do crime de difamação contra Manuel Alegre
O tenente-coronel aviador (na reforma) Brandão Ferreira e o director do semanário O Diabo, Esteves Pinto, foram hoje absolvidos do crime de difamação contra o histórico dirigente socialista Manuel Alegre.
PAÍS

Lusa
18:20 - 12 de Setembro de 2014 | Por Lusa
O tenente-coronel João José Brandão Ferreira foi julgado por difamação por causa de artigos publicados em blogues, tendo o arguido reiterado em julgamento a tese que Manuel Alegre cometeu, aos microfones da rádio Voz da Liberdade, em Argel, traição à pátria, ao incitar os militares portugueses a desertar, ao conviver com os líderes dos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné e ao ajudá-los na guerrilha contra as tropas portuguesas no Ultramar.Aça.
Miguel Teixeira, chefe de redação do jornal também à data dos factos, esteve ausente deste julgamento e foi declarado contumaz pelo tribunal, sabendo-se que o mesmo se encontra ausente no estrangeiro.
Um outro arguido do processo, o general Fernando Paula Vicente, assumiu na primeira sessão em ata de julgamento que foi em "estado de erro" que chamou "desertor" a Manuel Alegre, num ´post´ colocado num blogue, tendo, perante tais explicações, Manuel Alegre desistido da queixa e do pedido de indemnização cível contra este militar. Saiu assim do processo.
No final do veredicto, Manuel Alegre considerou a sentença "algo surpreendente", porque "a liberdade de expressão não permite tudo", designadamente que uma pessoa seja "difamada" ou seja alvo das "insinuações" em causa.
Manuel Alegre adiantou à Lusa que vai recorrer da decisão por uma "questão de dignidade e de princípio", insistindo que a "liberdade de expressão não permite tudo, não permite o atentado ao bom nome e à dignidade das pessoas".
Os factos e artigos alegadamente difamatórios foram divulgados antes das eleições para a Presidência da República, em janeiro de 2011, nas quais Manuel Alegre foi candidato a Belém.
Alexandre Lafayete, advogado de Brandão Ferreira, disse estar "satisfeito" com a absolvição do seu constituinte, observando que em Portugal há "muitas ideias feitas", por políticos e por alguma comunicação social, que é "incómodo saber a verdade do que realmente se passou antes do 25 de Abril e o que certas pessoas, que hoje são notáveis, fizeram antes do 25 de Abril".
O causídico admitiu que a juíza considerou que que o mais importante é a "salvaguarda da liberdade de expressão", designadamente sobre o que se passou na guerra África, aludindo a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Na primeira sessão de julgamento, Nuno Godinho de Matos, advogado de Manuel Alegre, insurgiu-se contra a "agressão de caráter" ao histórico socialista, realçando a "coragem, o patriotismo e o dever cívico" do poeta e político socialista em combater um regime "tirano" e "cadavérico" que violava sistematicamente os direitos humanos, subjugando, pelas armas e com a ajuda da polícia política (PIDE), os naturais de Angola, Moçambique e Guiné.
"Manuel Alegre não é um traidor à pátria, é, sim, um cidadão exemplar, digno de respeito por todos os que não se reconheceram no estado nepotista que geriu Portugal entre 1926 e o 25 de Abril de 1974", disse então Nuno Godinho de Matos.
Miguel Teixeira, chefe de redação do jornal também à data dos factos, esteve ausente deste julgamento e foi declarado contumaz pelo tribunal, sabendo-se que o mesmo se encontra ausente no estrangeiro.
Um outro arguido do processo, o general Fernando Paula Vicente, assumiu na primeira sessão em ata de julgamento que foi em "estado de erro" que chamou "desertor" a Manuel Alegre, num ´post´ colocado num blogue, tendo, perante tais explicações, Manuel Alegre desistido da queixa e do pedido de indemnização cível contra este militar. Saiu assim do processo.
No final do veredicto, Manuel Alegre considerou a sentença "algo surpreendente", porque "a liberdade de expressão não permite tudo", designadamente que uma pessoa seja "difamada" ou seja alvo das "insinuações" em causa.
Manuel Alegre adiantou à Lusa que vai recorrer da decisão por uma "questão de dignidade e de princípio", insistindo que a "liberdade de expressão não permite tudo, não permite o atentado ao bom nome e à dignidade das pessoas".
Os factos e artigos alegadamente difamatórios foram divulgados antes das eleições para a Presidência da República, em janeiro de 2011, nas quais Manuel Alegre foi candidato a Belém.
Alexandre Lafayete, advogado de Brandão Ferreira, disse estar "satisfeito" com a absolvição do seu constituinte, observando que em Portugal há "muitas ideias feitas", por políticos e por alguma comunicação social, que é "incómodo saber a verdade do que realmente se passou antes do 25 de Abril e o que certas pessoas, que hoje são notáveis, fizeram antes do 25 de Abril".
O causídico admitiu que a juíza considerou que que o mais importante é a "salvaguarda da liberdade de expressão", designadamente sobre o que se passou na guerra África, aludindo a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Na primeira sessão de julgamento, Nuno Godinho de Matos, advogado de Manuel Alegre, insurgiu-se contra a "agressão de caráter" ao histórico socialista, realçando a "coragem, o patriotismo e o dever cívico" do poeta e político socialista em combater um regime "tirano" e "cadavérico" que violava sistematicamente os direitos humanos, subjugando, pelas armas e com a ajuda da polícia política (PIDE), os naturais de Angola, Moçambique e Guiné.
"Manuel Alegre não é um traidor à pátria, é, sim, um cidadão exemplar, digno de respeito por todos os que não se reconheceram no estado nepotista que geriu Portugal entre 1926 e o 25 de Abril de 1974", disse então Nuno Godinho de Matos.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
POIS É...
O ex-presidente da Câmara de Faro,
Macário Correia (PSD), perdeu o processo judicial contra dois oficiais da
Marinha, a quem acusou de difamação, por o terem apelidado de “ pacóvio
provinciano” que, na qualidade de representante do povo, usou a “sua estúpida e
insultuosa verborreia de escroque e tendencioso” para tecer comentários sobre a
instituição militar.
A principal “ofensa” de que se queixou o
antigo autarca de Faro, que também passou pela presidência da Câmara de Tavora,
foi a do uso da palavra “pocilga”, numa carta aberta divulgada pelo blog A
Voz da Abita. “Deveria limitar-se à pocilga que lhe destinaram e à sua pia
de lavagem, deixando o prado para as outras espécies”, escreveu Belarmino da
Silva Lopes, referindo-se ao facto de Macário ter criticado os militares por
viverem na “ociosidade e no descanso dos quartéis, ganhando aos milhares e
sentados à sombra sem fazer nada”
A decisão do Tribunal Judicial
de Faro é de 19 de Junho, tendo absolvido o oficial da Marinha, Belarmino da
Silva Lopes, autor da “carta aberta ao Sr. Macário Correia", e também o
vice-almirante Botelho Leal, arguido e julgado por difundir o texto em causa,
num blogue. O antigo autarca pedia uma indemnização de dez mil euros aos dois
oficiais reformados, a título de reparação pelo “desgaste, choque,
irritabilidade, stress e revolta” que sofrera.
O conflito desenrolou-se a
seguir a uma entrevista, na Rádio Renascença, a 13 de Setembro de 2011. Macário
Correia, na altura presidente da Câmara de Faro e presidente da Associação de
Municípios do Algarve – Amal, abordou vários assuntos da actualidade politica e
social, referindo-se à necessidade de proceder a” cortes” no sector militar.
“Quantos são oficiais generais e militares superiores que não fazem praticamente
nada e que nós temos de alimentar?", questionou, opinando: “Os militares vivem
na ociosidade e no descanso dos quartéis, ganhando aos milhares e sentados à
sombra sem fazer nada.”
A resposta veio na tal carta
aberta. “Que excelsa competência julga que possui, para ousar sequer fazer
comentários sobre os militares e a instituição militar?”, perguntou Silva Lopes,
recordando que foram “também os militares “ que criaram as condições para ele
proferir as “baboseiras, para educadamente não lhe chamar alarvidades, que
vomitou naquela entrevista”. O oficial da armada, depois de referir que não tem
“qualquer consideração pela política nem pelos seus agentes”, disse que em nome
da democracia e de uma carreira militar de 40 anos, não pode “permitir que um
qualquer pacóvio provinciano invoque a sua qualidade de representante do povo,
ainda que legitimamente eleito, para passar impunemente, a sua estúpida e
insultuosa verborreia de escroque arrogante e tendencioso”.
O Tribunal Judicial de Faro entendeu que não se trata de "um
ataque pessoal gratuito, mas sim uma crítica, incisiva, dura e polémica às
declarações" de Macário Correia”. O acórdão, citando a jurisprudência,
sublinha: “ O homem politico expõe-se inevitável e conscientemente a um
controlo atento dos seus actos e gestos, tanto por parte dos jornalistas como
pela massa dos cidadãos, e deve mostrar uma maior tolerância sobretudo quando
ele próprio produz declarações públicas que se prestam à crítica”.
A este propósito, é invocada a primeira condenação de Portugal
no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH), tendo como advogado Francisco
Teixeira da Mota, sobre o caso que envolveu um antigo director do PÚBLICO,
Vicente Jorge Silva, e Silva Resende, advogado e director do jornal O
Dia. Ao contrário do que decidiu o Tribunal da Relação de Lisboa, o TEDH
considerou que as expressões “alarve, grotesca, boçal e beata”, usadas por
Vicente Jorge Silva para descrever o perfil do então anunciado candidato à
Câmara de Lisboa, “podiam ser consideradas polémicas, mas não tinham um ataque
pessoal gratuito”, porque o autor dá uma “explicação objectiva” da opinião que
emite.
Por seu lado, Macário Correia condenado a pagar as custas do
processo, disse ao PÚBLICO que estava a “ponderar” recorrer da decisão, dispondo
de um prazo de 20 dias. “Se a juíza que proferiu a sentença passar na rua e
ouvir as expressões que foram escritas em relação a mim, presumo que,
eventualmente, vai sentir-se elogiada e lisonjeada”, ironizou
quinta-feira, 19 de junho de 2014
GANHOU
Hoje a verdade, a justiça , o bom senso e a liberdade venceram
Num acórdão histórico a Juíza do tribunal de Faro , considerou ilibados o Senhor Almirante José Botelho Leal e o Senhor Comandante Silva Lopes , das acusações que lhes foram , através do Ministério Público, postas pelo Senhor Engº Macário Correia, então Presidente da Câmara de Faro.
Terminou este pesadelo, esta injustiça e esta tremenda incomodidade .
Ganhamos todos, também , com isto , sobretudo os imensos visitantes do blogue "A voz da Abita...na reforma ", sem duvida o melhor na área castrense , exactamente onde se verificou a voz de rebelião de um camarada contra o que ouviu dizer sobre os Militares.
O nosso camarada escreveu o que lhe veio na alma no blogue , o Senhor Engº Macário Correia fê-lo na Radio Renascença. Convenhamos que, pelo menos por enquanto, ainda há uma grande diferença..
A CACINE, que acompanhou de muito perto este processo, muito se congratula com a noticia de hoje e felicita vivamente os Camaradas mencionados, sobretudo o Senhor Almirante que , a partir de agora, certamente, e com maior empenho e vigor, retornará ao leme da Voz da Abita
Num acórdão histórico a Juíza do tribunal de Faro , considerou ilibados o Senhor Almirante José Botelho Leal e o Senhor Comandante Silva Lopes , das acusações que lhes foram , através do Ministério Público, postas pelo Senhor Engº Macário Correia, então Presidente da Câmara de Faro.
Terminou este pesadelo, esta injustiça e esta tremenda incomodidade .
Ganhamos todos, também , com isto , sobretudo os imensos visitantes do blogue "A voz da Abita...na reforma ", sem duvida o melhor na área castrense , exactamente onde se verificou a voz de rebelião de um camarada contra o que ouviu dizer sobre os Militares.
O nosso camarada escreveu o que lhe veio na alma no blogue , o Senhor Engº Macário Correia fê-lo na Radio Renascença. Convenhamos que, pelo menos por enquanto, ainda há uma grande diferença..
A CACINE, que acompanhou de muito perto este processo, muito se congratula com a noticia de hoje e felicita vivamente os Camaradas mencionados, sobretudo o Senhor Almirante que , a partir de agora, certamente, e com maior empenho e vigor, retornará ao leme da Voz da Abita
sexta-feira, 21 de março de 2014
A NOSSA JUSTIÇA
A Ministra da Justiça nomeou um diretor para um cargo que faz a gestão financeira do Ministério da Justiça sabendo que este estava envolvido num processo de… má gestão financeira.
A Câmara Municipal de Lisboa encomendou um estudo no valor de 27 mil euros, estudo esse que não se encontra na Câmara Municipal de Lisboa.
A situação foi investigada pela Unidade Nacional de Corrupção, deduzindo acusação contra Rui Pereira.
Na altura, foi atribuído o estudo a uma sociedade de advogados da qual Rui Pereira tinha ligações familiares com, pelo menos, uma das sócias da referida sociedade.
A situação foi investigada pela Unidade Nacional de Corrupção, deduzindo acusação contra Rui Pereira.
Na altura, foi atribuído o estudo a uma sociedade de advogados da qual Rui Pereira tinha ligações familiares com, pelo menos, uma das sócias da referida sociedade.
Embora Rui Pereira tenha indicado, em interrogatório, que tinha deixado “o estudo em cima da mesa”, tal facto não convenceu a procuradora do Ministério Público, que enviou o caso para julgamento.
Actualmente, o director do IGFEJ está acusado de participação económica em negócio e falsificação de documentos.
Actualmente, o director do IGFEJ está acusado de participação económica em negócio e falsificação de documentos.
Paula Teixeira da Cruz, Ministra da Justiça @ Diário Digital
Mas, enquanto todo este processo decorria, e depois de sair da Câmara Municipal de Lisboa, a Ministra da Justiça nomeou-o para um cargo de gestão financeira ao mesmo tempo que era arguido num processo de má gestão financeira.
“Eu quando fui chamado para prestar declarações (…) isto não me pareceu incómodo”, diz Rui Pereira quando questionado, em fase de interrogatório, sobre se esta nomeação lhe parecia incómoda.
Sobre a sua nomeação, indicando que “eu sempre defendi que titulares de lugares público, políticos, ou de alta administração pública, desde que seja feita a acusação, deve de imediato cessar funções, sempre defendi isso e sempre defenderei”.
Questionado de seguida “porque é que não se demitiu?”, Rui Pereira disse, naturalmente, que “porque eu acredito que vou ficar inocente“.
Questionado de seguida “porque é que não se demitiu?”, Rui Pereira disse, naturalmente, que “porque eu acredito que vou ficar inocente“.
Ministra da Justiça conivente com nomeação
Rui Ferreira, actual director do IGFEJ com funções suspensas, diz que combinou com a Ministra da Justiça que, pontualmente irá verificar se a sua ausência do seu cargo prejudicada o IGFEJ.
O agora acusado, suspendeu funções e não se demitiu. Questionado sobre esse facto, afirmou que “existe uma conversa entre mim e a Ministra da Justiça (…) onde eu estabeleci um tempo, e estabeleci também, que se a Sra Ministra da Justiça ou eu acharmos que está prejudicada a gestão do IGFEJ, serei exonerado ou pedirei a exoneração“, ou seja, mesmo sabendo tendo informação de que a investigação ter dado numa acusação, a Ministra da Justiça continuou e confirmou a confiança política em Rui Pereira.
O agora acusado, suspendeu funções e não se demitiu. Questionado sobre esse facto, afirmou que “existe uma conversa entre mim e a Ministra da Justiça (…) onde eu estabeleci um tempo, e estabeleci também, que se a Sra Ministra da Justiça ou eu acharmos que está prejudicada a gestão do IGFEJ, serei exonerado ou pedirei a exoneração“, ou seja, mesmo sabendo tendo informação de que a investigação ter dado numa acusação, a Ministra da Justiça continuou e confirmou a confiança política em Rui Pereira.
Sobre este facto, o Gabinete de Imprensa da Ministra da Justiça não pretendeu fazer comentários.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
????????
"Propomos a criação de um tribunal com uma competência especializada para apreciar os conflitos emergentes das relações contratuais onde está envolvido investimento estrangeiro", anunciou António José Seguro durante uma sessão das conferências "Novo Rumo" dedicada à Justiça e à Segurança, num hotel lisboeta.
Seguro precisou que a futura instituição também deveria dedicar-se a julgar processos com empresas portuguesas, dependendo das verbas envolvidas, algo que seria definido consoante o contexto económico, por exemplo anualmente.
"Damos a garantia de que há um prazo máximo para resolver conflitos, proporcionando assim um ambiente mais propício, mais amigo, do investimento estrangeiro no nosso país, instrumento indispensável para criar mais emprego, mais oportunidades de trabalho", declarou.
O líder socialista reiterou as críticas ao Governo da maioria PSD/CDS-PP por "dizer uma coisa antes de eleições e fazer outra, completamente diferente, após eleições", antecipando que o adiado corte retroativo das pensões está a ser preparado.
Nota:Com o devido respeito :Então voltam os Tribunais especias?
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
VAMOS VER
"Manuel Alegre desistiu hoje do processo por difamação contra o general Fernando Paula Vicente, após receber um pedido de desculpas, mas o tenente-coronel Brandão Ferreira quis ser julgado por imputar traição à pátria ao histórico socialista.
Os restantes dois arguidos deste processo, o director e um jornalista do semanário "O Diabo", não compareceram na primeira sessão de julgamento nos Juízos Criminais de Lisboa, o primeiro dos quais alegando motivo de doença.
No início do julgamento, o general Fernando Paula Vicente assumiu em acta de julgamento que foi em "estado de erro" que chamou "desertor" a Manuel Alegre, num post colocado num blogue, tendo, perante o pedido de desculpas, Manuel Alegre desistido da queixa e do pedido cível (75 mil euros) contra este militar.
Manuel Alegre disse, na presença da juíza, aceitar as "explicações" do general, considerando a atitude "digna" e "decente".
O tenente-coronel Brandão Ferreira, acusado de dois crimes de difamação por artigos publicados em blogues, reiterou em tribunal a tese que Manuel Alegre cometeu, aos microfones da rádio Voz da Liberdade, em Argel, um crime de traição à pátria, ao incitar os militares portugueses a desertar, ao conviver com os líderes dos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné e ao ajudar a emboscar as tropas lusas que combatiam no Ultramar.
"Passou-se para o lado do inimigo e isso configura um acto de traição", justificou o militar da Força Aérea já reformado, acrescentando que Manuel Alegre participou na "guerra psicológica" contra as tropas portuguesas, na altura feita através da rádio.
Respondendo a perguntas de Alexandre Lafayette, Brandão Ferreira reiterou que, nessas intervenções radiofónicas, Manuel Alegre incitou à deserção das tropas portuguesas, regozijou-se com os pretensos êxitos dos inimigos, relatou mortes de militares portugueses que efectivamente não ocorreram e divulgou outras notícias falsas, que abalaram o moral das tropas e prejudicaram as populações.
O arguido considerou ainda inadmissível que, depois disto tudo, Manuel Alegre se tenha candidatado a Presidente da República, que acumula as funções de chefe supremo das Forças Armadas.
Nuno Godinho de Matos, advogado de Manuel Alegre, insurgiu-se contra a "agressão de carácter" ao histórico socialista, realçando a "coragem, o patriotismo e o dever cívico" do poeta e político socialista em combater um regime "tirano" e "cadavérico" que violava sistematicamente os direitos humanos, subjugando, pelas armas e com a ajuda da polícia política (PIDE), os naturais de Angola, Moçambique e Guiné.
"Manuel Alegre não é um traidor à pátria, é, sim, um cidadão exemplar, digno de respeito por todos os que não se reconheceram no estado nepotista que geriu Portugal entre 1926 e o 25 de Abril de 1974", concluiu Godinho de Matos.
Neste julgamento, Mário Soares, Ramalho Eanes, Jorge Sampaio, António Arnauth e Alberto Martins, entre outros, vão depor a favor de Manuel Alegre, enquanto o general Alpoim Calvão, o general Lemos Ferreira e outros militares estão arrolados como testemunhas de Brandão Ferreira.
Os factos e artigos alegadamente difamatórios verificaram-se antes das eleições para a Presidência da República, em Janeiro de 2011, nas quais Manuel Alegre foi candidato a Belém."
in:Lusa/SOL
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
VAMOS VER
Começa amanhã, no Campus da Justiça, em Lisboa, a primeira sessão do julgamento de um militar na reforma que acusou Manuel Alegre de “traição à Pátria” pela sua actuação durante a guerra colonial. O socialista considerou-se difamado e arrolou como testemunhas de acusação três conselheiros de Estado: Mário Soares, Ramalho Eanes e Jorge Sampaio, revelou ao SOL o advogado Nuno Godinho Matos. Os dois primeiros vão depor por escrito, o terceiro pediu autorização ao Conselho de Estado para depor presencialmente.O Ministério Público aderiu em parte à tese de acusação particular apresentada por Manuel Alegre, considerando que o arguido “tinha obrigação de saber” que o socialista não desertou nem traiu a Pátria. A acusação particular alegava também “conluio e intenção de prejudicar a candidatura presidencial” de Alegre.
A polémica foi desencadeada na pré-campanha das eleições presidenciais em 2010, num debate sobre a guerra colonial, organizado na Gulbenkian.
Logo na altura, o tenente-coronel Brandão Ferreira questionou Alegre sobre a sua conduta enquanto militar na guerra de Angola. Alegre explicou que não desertou, pois foi preso pela Polícia Militar e mais tarde passou à disponibilidade,
Dias depois, o tenente-coronel escreveu mesmo um artigo de opinião no jornal O Diabo sobre isso e é nessa altura que Manuel Alegre decide processá-lo pelo crime de difamação. “O cidadão Manuel Alegre quando foi para Argel não se limitou a combater o regime, consubstanciado nos órgãos do Estado, mas a ajudar objectivamente as forças políticas que nos emboscavam as tropas. A não ser que considerassem essas tropas como fiéis apaniguados do regime, coisa que até hoje sempre desmentiu”, lê-se no texto de Brandão Ferreira, intitulado “Manuel Alegre ‘combatente’, por quem?”, em que aquele militar na reforma considera que o ex-candidato presidencial traiu a Pátria por ter passado informações ao inimigo que puseram em risco a vida de outros militares portugueses. "Devemos ver, em primeiro lugar, que o crime de traição é considerado em relação à Pátria, não em relação a governos ou regimes. Não há traidores 'democráticos' ou traidores a ditaduras, ou outra coisa qualquer. A traição é sempre relativa a uma causa, um juramento, uma crença."
Alegre reagiu a estas palavras, em 2010, divulgando o registo de cumprimento do seu serviço militar e anunciando que iria processar judicialmente quem levantava dúvidas sobre esta matéria.
A polémica em 2010 foi grande e o ex-chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Vieira Matias, também se pronunciou sobre o assunto: "Tecnicamente pode não ter sido desertor, mas isso é o que menos importa. Estar ao lado do inimigo é uma atitude que tem um nome. Para mim, foi bastante pior que a deserção”.
Em nota enviada ao SOL, Brandão Ferreira salienta que "os agentes da justiça portuguesa já deram provas, ao longo dos tempos, de que muitos prezam a verdade e a independência dos tribunais e não estão diminuídos pelo politicamente correcto de cada época. E, também, que prezam mais a justiça do que o simples exercício deletério do Direito”.
Além de Brandão Ferreira, que está acusado de dois crimes de difamação, está também acusado o militar Fernando Paula Vicente, por um texto publicado num blogue, e dois jornalistas do Diabo.
O julgamento arranca agora, quase quatro anos depois.
(Notícia actualizada às 19H33)
helena.pereira@sol.pt
A polémica foi desencadeada na pré-campanha das eleições presidenciais em 2010, num debate sobre a guerra colonial, organizado na Gulbenkian.
Logo na altura, o tenente-coronel Brandão Ferreira questionou Alegre sobre a sua conduta enquanto militar na guerra de Angola. Alegre explicou que não desertou, pois foi preso pela Polícia Militar e mais tarde passou à disponibilidade,
Dias depois, o tenente-coronel escreveu mesmo um artigo de opinião no jornal O Diabo sobre isso e é nessa altura que Manuel Alegre decide processá-lo pelo crime de difamação. “O cidadão Manuel Alegre quando foi para Argel não se limitou a combater o regime, consubstanciado nos órgãos do Estado, mas a ajudar objectivamente as forças políticas que nos emboscavam as tropas. A não ser que considerassem essas tropas como fiéis apaniguados do regime, coisa que até hoje sempre desmentiu”, lê-se no texto de Brandão Ferreira, intitulado “Manuel Alegre ‘combatente’, por quem?”, em que aquele militar na reforma considera que o ex-candidato presidencial traiu a Pátria por ter passado informações ao inimigo que puseram em risco a vida de outros militares portugueses. "Devemos ver, em primeiro lugar, que o crime de traição é considerado em relação à Pátria, não em relação a governos ou regimes. Não há traidores 'democráticos' ou traidores a ditaduras, ou outra coisa qualquer. A traição é sempre relativa a uma causa, um juramento, uma crença."
Alegre reagiu a estas palavras, em 2010, divulgando o registo de cumprimento do seu serviço militar e anunciando que iria processar judicialmente quem levantava dúvidas sobre esta matéria.
A polémica em 2010 foi grande e o ex-chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Vieira Matias, também se pronunciou sobre o assunto: "Tecnicamente pode não ter sido desertor, mas isso é o que menos importa. Estar ao lado do inimigo é uma atitude que tem um nome. Para mim, foi bastante pior que a deserção”.
Em nota enviada ao SOL, Brandão Ferreira salienta que "os agentes da justiça portuguesa já deram provas, ao longo dos tempos, de que muitos prezam a verdade e a independência dos tribunais e não estão diminuídos pelo politicamente correcto de cada época. E, também, que prezam mais a justiça do que o simples exercício deletério do Direito”.
Além de Brandão Ferreira, que está acusado de dois crimes de difamação, está também acusado o militar Fernando Paula Vicente, por um texto publicado num blogue, e dois jornalistas do Diabo.
O julgamento arranca agora, quase quatro anos depois.
(Notícia actualizada às 19H33)
helena.pereira@sol.pt
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
ASSIM ???!!!!
|
GNR punido com três anos de prisão por matar
fugitivo
Pedro Sales Dias
Público,
06/11/2013
Tribunal da Relação do Porto inverte decisão de primeira
instância.
Depois de absolvido duas vezes, o Tribunal da Relação
do Porto (TRP) decidiu recentemente condenar, a três anos de prisão com pena
suspensa, um militar da GNR pelo homicídio de um jovem de 21 anos que seguia
dentro de um carro em fuga, em 2006.
O TRP critica as absolvições, que
assim anula, considerando que as Varas Criminais do Porto erraram e confundiram
“a legitimidade das forças policiais para utilizar a arma de serviço com a
ilicitude da conduta”, refere o acórdão ao qual o PÚBLICO teve
acesso.
As Varas Criminais do Porto haviam considerado que o
militar usou a arma como último recurso para deter o veículo que estaria a
colocar em causa a segurança de outras pessoas na via. Mas o
TRP avisa que este
“entendimento simplista” deixaria a “porta aberta para que as forças policiais”
tivessem “a cobertura legal para disparar indiscriminadamente”.
O caso remonta a Outubro de 2006. A perseguição
começou nas Guardeiras, Maia — onde o veículo desobedeceu à ordem de paragem
fugindo — e acabou no Porto. Já nesta cidade, o militar usou uma
pistola-metralhadora, assente na janela da porta do carro, e disparou. Alegou
ter usado todos os meios antes, que fez mira nos pneus e que não tinha visto
pessoas no banco de trás. Vítor foi atingindo por duas balas no tórax e morreu.
O companheiro do lado levou com uma bala.
O TRP, que decidiu condenar o guarda por homicídio
por negligência, sublinha que a sua actuação foi “excessiva”. Em Janeiro, o
mesmo guarda será julgado por tentativa de homicídio sobre outros ocupantes do
mesmo carro. Os juízes chamam a atenção para o facto de as regras de uso de
armas pelas forças policiais terem sido
violadas.
O Tribunal de Loures condenou outro guarda a nove
anos de cadeia por ter morto a tiro um menor que circulava numa carrinha em
fuga. É a pena mais pesada até agora aplicada em situações semelhantes e já
levou milhares pessoas a assinarem uma petição a pedir a absolvição do
militar.
|
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
CADEIA
MINISTRO DA DEFESA 22 ANOS PRISÃO
Tsohatzopoulos, 73 anos, um dos fundadores do Pasok e destacada figura da vida política helénica dos últimos 30 anos, foi ministro da Defesa entre 1996 e 2001.
A procuradora Georgia Adilini acusou-o de branqueamento de seis milhões de euros, utilizados em subornos durante a compra de veículos blindados, quatro submarinos e mísseis antiaéreos russos, quando ocupava a pasta da Defesa.
“Foram tantos os subornos que nem podemos calcular o seu valor total”, disse, a referir-se a somas de dinheiro transferidos “em sacos, malas, cheques, contas bancárias, negócios”.
O tribunal também condenou outras 16 pessoas por cumplicidade, incluindo a mulher de Tsohatzopoulos, e absolveu dois indiciados.
No entanto, e devido à sua idade, apenas deverá cumprir um quinto da sua pena e sair em liberdade dentro de dois anos, segundo fonte judicial citada pela agência noticiosa AFP.
Primeiro responsável político a ser julgado por corrupção desde há longos anos, Tsohatzopoulos tornou-se para a opinião pública grega no símbolo da corrupção da classe política, considera responsável pela grave crise que atinge o país desde 2010.
Após a sua detenção em 2012, Tsohatzopoulos foi colocado em detenção provisória numa prisão de alta segurança nos subúrbios de Atenas.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
AFINAL!!!!!
Detectives conducting a review of the case have produced a list of people who
they say are of “interest to the inquiry” and should be questioned.
Detective Chief Superintendent Hamish Campbell, the head of Scotland Yard’s
Homicide and Serious Crime Command, said the Portuguese authorities should now
reopen its investigation into Madeleine’s disappearance six years ago.
He said the Met’s review, dubbed Operation Grange, had identified "both
investigative and forensic opportunities" and said the people of interest could
be explored further, if only to be eliminated.
Kate and Gerry McCann expressed their gratitude to the British police and
said they were encouraged by the developments.
Their spokesman Clarence Mitchell said: "Kate and Gerry remain very, very
pleased with the work that Scotland Yard are doing and have been encouraged by
Operation Grange from the day it began.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
E ESTA?
| 124011 | |
| Date: | 2007-09-28 15:36:00 |
| Origin: | 07LISBON2527 |
| Source: | Embassy Lisbon |
| Classification: | CONFIDENTIAL |
| Dunno: | |
| Destination: | VZCZCXRO1258 RR RUEHDBU RUEHFL RUEHKW RUEHLA RUEHROV RUEHSR DE RUEHLI #2527/01 2711536 ZNY CCCCC ZZH R 281536Z SEP 07 FM AMEMBASSY LISBON TO RUEHC/SECSTATE WASHDC 6308 INFO RUEHZL/EUROPEAN POLITICAL COLLECTIVE |
C O N F I D E N T I A L SECTION 01 OF 02 LISBON 002527 SIPDIS SIPDIS STATE FOR EUR/WE KEVIN OPSTRUP E.O. 12958: DECL: 09/25/2017 TAGS: PGOV, PREL, OFDP, PO SUBJECT: PORTUGAL: UK AMBASSADOR ON ENERGY SECURITY, RUSSIA, EU-AFRICA SUMMIT, AND MCCANN CASE Classified By: POL/ECON TIFFANY MCGRIFF FOR REASONS 1.4 (B),(D) SUMMARY ------- 1. (C) On September 21, newly-arrived British Ambassador Alexander Wykeham Ellis informed Ambassador Hoffman that European concerns over Russia's aggressive energy policies and the need for market competition were the driving forces behind the third EU energy liberalization package. He suggested that Russia's position with its neighbors was guided by a self-proclaimed right to do "what it wants, when it wants" in its own neighborhood. Regarding Robert Mugabe's participation in the proposed EU-Africa Summit, Ellis said the UK would not discourage other member states from participating if PM Brown stayed away. He doubted, however, if the Dutch, Irish, or Swedish would attend in Brown's absence. Ellis also noted that it was the British police that developed the current evidence against Madeleine McCann's parents in the high-profile case that has captured international attention. He informed the Ambassador that former British Ambassador John Buck had accepted a private-sector position at a UK gas company and that his departure had nothing to do with bilateral issues. END SUMMARY | |
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
LEI 25/2000
Como muitos Militares saberão esta lei, que trata de vários temas muito importantes para nós , nomeadamente os complementos de pensão e as contagens de tempo na Reserva e passagem à reforma, foi aprovada , na Assembleia da Republica, POR UNANIMIDADE, e promulgada pelo PR.
O Senhor Ministro da Defesa , da altura, Dr. Júlio Castro Caldas, à boa maneira portuguesa e tratando os Militares como os políticos se habituaram a fazer, entendeu NÃO CUMPRIR A LEI.
Vai daí houve vários Camaradas e recorreram à Justiça, que por vezes funciona, embora nunca com rapidez , antes pelo contrário.
Assim, e para os interessados, o processo é o 1752/08.5BELSB, do TAC de Lisboa
Petição inicial 5 de Novembro de 2008
Como o Advogado não pode questionar o Juiz do processo ou da Secretaria do tribunal relativamente a eventuais atrasos destes , está tudo na mesma.
Ou seja, uma vez mais , o Militar desempenhará , pacíficamente, o papel de Mexilhão
O Senhor Ministro da Defesa , da altura, Dr. Júlio Castro Caldas, à boa maneira portuguesa e tratando os Militares como os políticos se habituaram a fazer, entendeu NÃO CUMPRIR A LEI.
Vai daí houve vários Camaradas e recorreram à Justiça, que por vezes funciona, embora nunca com rapidez , antes pelo contrário.
Assim, e para os interessados, o processo é o 1752/08.5BELSB, do TAC de Lisboa
Petição inicial 5 de Novembro de 2008
Como o Advogado não pode questionar o Juiz do processo ou da Secretaria do tribunal relativamente a eventuais atrasos destes , está tudo na mesma.
Ou seja, uma vez mais , o Militar desempenhará , pacíficamente, o papel de Mexilhão
domingo, 1 de setembro de 2013
PARA QUE SE SAIBA
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
ABAIXO ASSINADO
DIGNIDADE
DAS FORÇAS ARMADAS E DOS MILITARES
Solidariedade
com os Valm Botelho Leal e Cte Silva Lopes
1. No dia 13 de Setembro de 2011 o Eng.º Macário Correia, em entrevista à Rádio Renascença, na sua qualidade Presidente da Câmara Municipal de Faro, proferiu declarações assaz contundentes ao referir as Forças Armadas como “uma estrutura militar altamente cara e despesista” e ofendendo directamente os seus elementos com as afirmações: “estamos a alimentar generais e oficiais superiores que não fazem praticamente nada”, acrescentando que “ o mundo militar vive de mordomias e privilégios que devem acabar”;
2. Uma vez reproduzidas na imprensa do dia seguinte estas declarações provocaram, da parte do CEMGFA e do MDN, posições de rejeição. Igualmente, tanto a Liga dos Combatentes como o Presidente da AOFA expressaram veemente desagrado, mas a sua indignação não obteve a divulgação devida nos órgãos de comunicação social;
3. Em 14 de Setembro, imediatamente a seguir, o VAlm. Botelho Leal colocou no “blog” “A Voz da Abita na Reforma” um comentário onde repudiava e rebatia as declarações de MC, o que ocasionou um elevado número de apoios de militares e que endereçou, poucos dias depois, numa carta-email ao Presidente da AOFA e a alguns outros camaradas das suas relações;
4. Ainda em resposta às provocatórias declarações, o VAlm. Carmo Duro dirigiu, em 18 de Setembro, uma carta-email ao Eng.º Macário Correia, declarando a intenção de lhe dar a divulgação que julgasse adequada; paralelamente, o TCor. PilAv. Brandão Ferreira publicou, em 19 de Setembro, no seu “blog” Adamastor, um texto de indignação e repúdio às mesmas declarações;
5. Entretanto, um Oficial da Armada na Reserva, CTen. Silva Lopes, escreveu um assertivo e metafórico texto resposta àquilo que ele considerou como ofensas à sua dignidade, publicando-o no “blog” do seu Curso VAlm. Baptista de Andrade, em 19 de Setembro;
6. Estes textos escritos foram, entretanto, referenciados em “A Voz da Abita”.
7. O Eng. Macário Correia permitiu-se atingir e ofender milhares de pessoas que não conhece e, não sabendo suportar a resposta de alguns dos atingidos, queixou-se à justiça, decidindo processar o VAlm. Botelho Leal e o CTen. Silva Lopes, por injúria nos seus escritos;
8. A acusação acabou por chegar aos supracitados no dia 6 de Novembro de 2012, provinda do Ministério Público de Faro, deduzida por “publicidade e difamação agravada”, o que enforma a qualidade de um crime semipúblico, portanto dotado de uma gravidade que nos parece inadequada à situação presente;
9. Perante estes factos, generalizou-se não apenas um sentimento de vivo repúdio em relação às declarações iniciais de MC, como de total apoio às reacções escritas que elas provocaram e, posteriormente, de profunda solidariedade para com os oficiais processados;
10. Acontece que, entretanto e muito recentemente, o Eng.º Macário Correia se viu afastado do seu mandato de autarca à frente do executivo da Câmara Municipal de Faro, por decisão judicial que, em última instância, deu como provados factos que o incapacitavam para o exercício de tais funções.
Pelo exposto, tendo em consideração a dignidade e ética da Instituição Militar e dos seus elementos, os militares abaixo assinados consideram ser seu dever cívico e de consciência repudiar as declarações em tempo proferidas contra as FFAA e os seus quadros, bem como apoiar os camaradas acusados na sequência da sua denúncia, pelo que subscrevem este documento de indignação perante o ocorrido e de solidariedade para com os camaradas processados.
A CACINE assina já
Nota:Este abaixo assinado , da autoria do Chefe do Curso OC, encontra-se, ao que a CACINE pensa, em poder do próprio Sr. Almirante JNC
Nota:Este abaixo assinado , da autoria do Chefe do Curso OC, encontra-se, ao que a CACINE pensa, em poder do próprio Sr. Almirante JNC
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