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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

sábado, 20 de dezembro de 2014

POIS

Um bom Natal

E que seja o último com o habitante e a D. Bertha na nossa tutela

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A IR


IN MEMÓRIA


CAP-TEN MANUEL INACIO GODINHO NOVAIS LEITE
Oh Manel , então tu vais assim embora, num repente de pressa, sem te despedires , nem dizeres nada a ninguém?

Precisamente agora  quando se aproxima a resolução, e parece que positiva, do teu último combate, o processo referente á revisão da tua carreira naval e o seu abrupto termo por razões interferentes com a situação política de então, e que te promoveria ao posto a que consideravas, e bem, a que terias direito. Tu foste um dos Homens de primeira linha nesse combate, com idas ao Parlamento, ao Ministro, aos Doutores de direito e até aos Juízes e a tua luta ía, ao fim de não sei quantos anos de impasses , finalmente ser ganha.

Oh, Manel devias ter esperado pela honra, pela justiça, pela victória.

Entramos no Colégio, este Colégio Militar que já não é bem o nosso ,no mesmo ano , tu já com 10 anos feitos e eu ainda com imberbes 9 , ambos nascidos na Invicta cidade do Porto, ambos com a família longe , ambos com um irmão mais velho, e protector, ainda no colégio .Ficamos na mesma turma e lá fomos navegando por esse rio fora , ano após ano conseguindo, sem reprovar , chegar á foz, ao nosso 7º ano, ao nosso início de vida própria. Aí ainda me lembro que te escrevi os versos , brejeirotes, para o nosso livro de curso e , com o Zé Subtil, o João Freire, o Paulo, o Barbosa, o Costa e Sousa começamos a imaginar o mar, a sua liberdade, a sua audácia e a ver os cadetes da Escola naval a perfilarem a sua linda farda na baixa de lisboa e no nosso baile de finalistas.Decidimos então que navegaríamos para sul, o Alfeite e daí construiríamos a nossa nau e nel , desfraldadas as velas da audácia começaríamos a vida.

Por sortes do destino, ou malandrices de Mestres ou, o mais natural, percalços meus , não te pude acompanhar nesse ano e vestir a farda azul do nosso sonho, mas lá te vi ingressar na Escola naval e acompanhei essa tua vida de perto , até á promoção a guarda-marinha .Aí soube, com alguma estupefação que seguiste logo para Vale de Zebro a tirar o curso de Fuzileiro Especial e mal adivinhava eu, que 2 anos depois me sucedia o mesmo e te apanhava como Instrutor. E de Educação física, imagina tu, em que nos obrigavas a fazer crosses , logo ás 7 da manhã , em jejum e abstinência, estradas de coina acima e abaixo.

Logo de seguida partiste para Angola, numa Companhia de Fuzileiros e, imagina lá tu outra vez, que te segui, um ano depois , num Destacamento de Fuzileiros Especiais, tu no norte e eu a leste.

Regressado mandaram-te para aquela escola única, e infelizmente desfeita e enterrada sem hipótese de ressurreição, dos" navios de madeira com Homens de ferro", os Draga -minas onde navegaste no Ribeira grande(o navio escola do nosso curso naval) e o S.Roque, o navio suporte dos mergulhadores. Quando eu cheguei lá .já te não encontrei e perdi-te o rasto.

Regressado ao Ultramar, e desta vez à Guiné, tiveste a honra de comandar  a LDG,  a grande lancha de desembarque. Montante, que tão empolgante , destemido, imprescindível e perigoso empenho teve na guerra de então.

Vindo desses 2 cansados e desgastantes anos, ainda sulcaste os mares nas Fragatas operacionais "americanas", embrenhaste-te na luta política do post revolução defendendo as tuas próprias ideias e guardando os valores que consideravas dever guardar, e apareceste de novo nos Fuzileiros.

Desturvadas as águas em 1976 partiste calmamente para Macau onde, em 4 anos de canícula sadia, te conservaste como Comandante dos serviços de marinha e, nas doces tardes de nirvana foste lembrando o teu passado e  pensando o teu futuro.

Acabado o banho de sol nascente entendeste sair da Armada ou, como frequentemente me disseste depois , não te quiseram lá mais e tiveste assim de enfrentar o desconhecido da vida fora do colete militar, a sociedade civil.Conheceste bem empresas privadas, incluindo terminais portuários e , uns bons anitos depois , resolves, passando por uma formação em Londres, dedicar os teus conhecimentos e a tua argúcia ao seguro marítimo de carga (aliás uma invenção portuguesa), o que te permitiu uma agitada vida de ausências e viagens e algumas preocupações.

Reformado da Marinha desde 1991, seguias a tua nova rota, por vezes com mar um pouco agitado e alguma nebulosidade.

Por fim chegou a bonança, ou alguma bonança, nomeadamente com a recuperação de parte de bens de tua família numerosa e conhecida na Estremadura lusitana que, ignobilmente, haviam sido arrebatados pelo Estado meio louco de então, e , no repensar da sonolenta esperança do fim da actividade, esperavas que te dessem a promoção devida, aprovada , aliás, pela comissão competente, mas desaprovada por um ignaro ministro.

Já no fim , quase , da luta assististe à partida de tua Mulher, companheira desde os velhos tempos de Angola , Mãe de teus Filhos e Avó de teus netos, que tanto acompanhavas.

Estivemos juntos , outra vez , nesse momento difícil, e tu, como nos tempos do Colégio, não tiveste vergonha de chorar.

Quando te fui ver, Manel , agora e pela última vez, na capela de São Roque, também eu chorei.

Um abraço grande e até sempre

Manuel Maria M. Pinto Machado (92/1953)
 
*Texto publicado na revista ZACATRAZ, da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar, com a devida vénia

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

BOA

Os investigadores Joaquim Alves Gaspar e Henrique Leitão
Os investigadores Joaquim Alves Gaspar e Henrique Leitão Fotografia © Reinaldo Rodrigues / Global Imagens
Cartógrafo português Luís Teixeira desenhou a carta em 1585, mais de um século antes da que era até agora referenciada como a primeira, da autoria de um inglês.
A carta náutica não estava escondida, nem nada que se pareça. Faz parte do acervo do Museu da Marinha e Armando Cortesão reproduziu-a no seu monumental Portugaliae Monumenta Cartographica, de 1960. O investigador Henrique Leitão, no entanto, nunca a tinha visto - até há meia dúzia de meses. Nessa altura, quase teve um sobressalto. Desenhada pelo cartógrafo português Luís Teixeira, por volta de 1585, aquela é a primeira carta que assinala, muito antes de qualquer outra, as linhas do magnetismo terrestre.
Foi isso que revelou a análise do mapa pelo físico e historiador de ciência Henrique Leitão e por Joaquim Alves Gaspar, especialista em cartografia do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
"Quando vi o documento, numa conferência do comandante Nuno Costa Canas, diretor do Museu da Marinha, pensei de imediato: tenho de estudar esta carta", recorda. As tais linhas (têm um traçado curvo, no mapa aqui reproduzido), chamaram-lhe a atenção. E o trabalho feito pelos dois investigadores confirmou que representam o magnetismo terrestre, ou a declinação magnética, tal como era na época. "Até agora, a carta mais antiga conhecida com a representação destas linhas isogónicas, ou de igual declinação magnética, que representam portanto o magnetismo terrestre, era a do inglês Edmund Halley, de 1702", explica Henrique Leitão. "Agora temos esta, desenhada por um cartógrafo português, que já tem essa representação quase 120 anos antes", sublinha, satisfeito.

OBCECADO

" ministro da Defesa,  Aguiar-Branco, reconheceu nesta segunda-feira que o nível de participação das mulheres nas Forças Armadas ainda não atingiu o desejável e que ainda "há muito para fazer".
"Há 3500 mulheres nas Forças Armadas e o nível de participação nas forças destacadas tem sido de 7 a 10 %. Há muito ainda para fazer no sentido de proporcionarmos que haja uma possibilidade das mulheres poderem ter o seu nível de participação ainda mais satisfatório", disse José Pedro Aguiar-Branco, na cerimónia de apresentação do II Plano de Acção das Nações Unidas sobre as mulheres na Defesa.
Contudo, acrescentou, apesar destes números e do sector da Defesa ser "facilmente rotulável como sendo de uma afirmação masculina mais forte do que no feminino", no terreno essa realidade é menos evidente do que aquilo que é a percepção que é dada pelo exterior.
Numa intervenção centrada na questão da igualdade entre homens e mulheres, o ministro da Defesa são se limitou a fazer a análise da questão no sector que tutela, admitindo que a sociedade portuguesa ainda "não se estruturou e organizou" para que "cuidando da diferença que há de género, permita que as regras deem a igualdade para existir o mesmo acesso às oportunidades".
"Tem havido evolução ao longo do tempo, a nossa sociedade vai dando mais oportunidades, mas acho que ainda hoje para se obter a mesma coisa, para se chegar ao mesmo espaço de intervenção, ainda hoje esse esforço e essa exigência ainda é em benefício do homem e não em benefício da mulher. Quando é para fazer algo que o homem já faz, a mulher tem de fazer isso e mais qualquer coisa", disse.
Por isso, há que combater o "preconceito clandestino" de dar uma efectiva igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, defendeu.
José Pedro Aguiar-Branco recusou ainda a ideia que a existência de planos de acção sobre esta questão "reduz a dignidade da mulher", porque a realidade é que se que tem de "dar um empurrão".
Teresa Morais insatisfeita
Na cerimónia esteve ainda presente a secretária de Estado da Igualdade, Teresa Morais, que confessou que apesar do caminho que já tem sido feito, pessoalmente ainda não está satisfeita com a realidade existente em termos de igualdade de género. "Quem acredita na igualdade entre homens e mulheres só ficará satisfeito com a paridade", vincou.
A elaboração do II Plano Nacional de Acção para a Implementação da resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre mulheres, paz e segurança está previsto no V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não-discriminação 2014-2017.
A resolução das Nações Unidas alerta para "o impacto desigual que os conflitos armados têm sobre mulheres e homens, apelando a uma maior participação das mulheres e à plena integração da dimensão da igualdade de género na prevenção, gestão e resolução de conflitos armados, não só em países em conflito armado, mas também em países em situação de paz".

o ministro aguiar hifen branco anda a sonhar com frequência com o paraíso....coitado.Mas o certo é que nos vai lixando, até ao último dia de funções (que teima em chegar)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

IN MEMORIA

Em homenagem ao Comandante Carlos Coelho Campos, a CACINE descobriu esta histórica foto , da mesa de finalistas da Escola naval, vinda já de anos anteriores, conhecida como a mesa do "Sindicato", onde , ao jantar , era convidado permanente Artur Santos Silva, que fazia o serviço militar como Cadete.
Esta foto, única, passa-se perto de 40 anos depois de todos terem abandonado o Alfeite.

ADEUS IRMÃO

"A semana passada partiu mais um amigo. Não era só um amigo: era um mentor, um protector, uma espécie de pai emprestado. Que me escolheu como filha adicional há muitos anos e tinha a minha fotografia em casa ao lado das fotografias dos filhos. E um coração tão grande que tratava como filhos os filhos de quem amava. O Carlinhos adorava conversar e era um cozinheiro espectacular. Gostava de dar conselhos que eram sempre pertinentes e generosos. Preocupava-se comigo. Preocupou-se sempre, ao longo de mais de 30 anos de amizade. Era um dos pilares da minha vida.
A sua partida deixou-me mais desorientada do que triste. Todas as mulheres precisam de protecção e o Carlinhos era a imagem personificada dessa protecção. Como era o meu tio João que partiu em 2013 e o meu querido Manuel Forjaz que nos deixou este ano. A sua ausência tem provocado cambiantes a cada dia que passa; posso acordar a rir-me das piadas dele ou com vontade de chorar por saber que não vamos voltar a sentar-nos à mesa. Ou então oiço-lhe a voz grave e feliz a perguntar-me. Então Maggie, quando apareces? E eu aparecia sempre porque a casa dele era uma segunda casa para mim.
Há meses e meses que o Carlinhos estava doente e já aprendi a preparar-me para a partida daqueles que amo quando a sua morte me é anunciada. Vou-me despedindo um bocadinho todos os dias. Até ao dia em que sei que já não me posso despedir. Agora, ficam as melhores memórias de alguém que sem laços de sangue, os criou comigo para sempre.
Rest in peace querido Carlinhos. Comandante para os amigos, incansável empresário, anfitrião, bom pai, bom marido, bom padrasto e grande amigo.  Aqueles que viveram e conviveram contigo adoram-te para sempre."

Margarida Rebelo Pinto

*Com a devida vénia
 
 
                                    

 

REPASTO

Ontem, repetindo-se a "tradição" iniciada poucos anos atrás, o Almirante CEMA convidou todos os Oficiais generais, do activo, reserva e reforma , para um almoço de natal , no Farol da guia,

Evento sempre muito interessante e cremos que útil, honrando os pergaminhos da marinha , até porque deve ser o único  onde quem ja abandonou as fileiras , é chamado e considerado , para conviver com os camaradas.

Excepção, sim, mas muito válida

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ÉVORA

Recordamos , mas com respeito,o Sr General Pires Veloso, aquando do acidente de heli que sofreu.

Todos , todo o mundo da publica e da publicada, o foi visitar. Era "in", politicamente correcto e, quiçá, um bom investimento...

Era no Porto

domingo, 14 de dezembro de 2014

INENARRAVEL

COMUNICADO SOBRE AS DECLARAÇÕES DA PROCURADORA GERAL DA REPÚBLICA AO JORNAL “PÚBLICO” DE 13 DE DEZEMBRO DE 2014

A Senhora Procuradora Geral da República (PGR) declarou ao PÚBLICO que o “surgimento” de crimes é mais provável em instituições “opacas” como as escolas militares, que a organização destas instituições constitui “um obstáculo ao controlo da comunidade” e que “infelizmente, nestes espaços é mais fácil ocorrerem factos suscetíveis de constituir crime”. Sobre esta matéria a PGR ressalvou também que não comenta casos concretos.
Neste contexto, a Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar vem repudiar as declarações da Senhora Procuradora Geral da República, pelas seguintes razões:
1) Embora afirmando não comentar casos concretos, as declarações da PGR constituem um anátema sobre as escolas militares, em geral, que é obviamente lesivo do seu bom nome, denigre sem fundamento a educação cívica e militar nelas ministrada e é susceptível de alarmar, injustificadamente, os encarregados de educação de centenas de jovens que as frequentam. O cargo que ocupa exigir-lhe-ia, pois, muito maior recato ao pronunciar-se sobre o funcionamento de escolas que, claramente, revela desconhecer.
2) Não existe nenhuma evidência que no Colégio Militar exista um ambiente que favoreça o “crime”, sendo esta uma afirmação contrariada pelos factos. Pelo contrário, trata-se de uma instituição cujos regulamentos e práticas geram um ambiente seguro e disciplinado, contrariamente ao que infelizmente se passa em muitas escolas do país.
3) A Senhora Procuradora Geral da República generaliza casos pontuais, que são e sempre foram tratados no âmbito dos regulamentos internos do Colégio Militar, como é desejável que aconteça. Quando generaliza, a PGR não está a tratar de crimes em concreto, mas a fazer uma apreciação que tem tanto de subjetiva como de inadequada.
4) O Colégio Militar não é opaco, sendo tão transparente quanto o são outras instituições que não comunicam em contínuo, vinte e quatro horas por dia, tudo o que nelas ocorre. O Colégio Militar não é menos transparente do que, por exemplo, a Procuradoria Geral da República.
5) A Senhora Procuradora Geral da República pretende evitar e reprimir a violência nas escolas, ação importantíssima que, no limite, também lhe compete. Porém, prejudicar a imagem do Colégio Militar, ainda que inadvertidamente, onde essa violência é e sempre foi transparentemente controlada, não contribui em nada para esse objetivo.
Lisboa, Luz, 13 de Dezembro de 2014
Direção da AAACM

sábado, 13 de dezembro de 2014

A NÃO ESQUECER

Fez-nos muito mal

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

E DA DEFESA?

— A nomeação, para o mandato 2012 -2015 do Conselho Superior

de Estatística (CSE), dos seguintes membros:

a) Em representação do Instituto Nacional de Estatística, I.P.:

Membro suplente do CSE: Dr. Carlos Manuel Matias Coimbra;

b) Em representação da Direção Regional de Estatística da Madeira:

Membro do CSE: Dra. Emília de Fátima Fernandes Alves, em substituição

do Dr. Carlos Alberto Cabaça de Almeida Estudante;

Membro suplente do CSE: Dr. Paulo Jorge Batista Vieira, em substituição

da Dra. Emília de Fátima Fernandes Alves;

c) Em representação da Presidência do Conselho de Ministros:

Membro suplente do CSE: Dra. Fernanda Duarte Sousa Soares Cruz,

em substituição do Dr. Ricardo António Beato de Carvalho;

d) Em representação do Ministério das Finanças:

Membro do CSE: Prof. Doutor Álvaro António Calado Afonso Matias,

em substituição do Mestre Hélder Manuel Gomes dos Reis;

Membro suplente do CSE: Prof. Doutor José Carlos Fernandes Azevedo

Pereira;

e) Em representação da Confederação dos Agricultores de Portugal:

Membro suplente do CSE: Dr. António Custódio de Sousa Alpalhão,

em substituição do Eng.º João Maciel de Soveral;

f) Em representação da Confederação do Turismo Português:

Membro do CSE: Dr. Francisco Maria Malheiro Calheiros e Menezes,

em substituição do Eng.º José Carlos Pinto Coelho

g) Em representação da Associação Nacional de Municípios Portugueses:

Membro do CSE: Eng. Tomé Alexandre Martins Pires, em substituição

da Prof.ª Doutora Sílvia Arminda Calado Frazão;

h) Em representação da Direção -Geral da Política de Justiça, do

Ministério da Justiça:

Membro do CSE: Prof.ª Doutora Susana Antas Fernandes Videira

Branco;

Membro suplente do CSE: Dra. Maria João Gomes Morgado Costa;

i) Em representação da Direção -Geral de Energia e Geologia, do

Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia:

Membro do CSE: Eng.º Pedro Henriques Gomes Cabral;

Membro suplente do CSE: Eng.ª Maria Luísa Trindade Nunes Portugal

Basílio;

j) Em representação da Direção -Geral de Recursos Naturais, Segurança

e Serviços Marítimos, do Ministério da Agricultura e do Mar:

Membro do CSE: Eng.º Miguel Perez de Jesus Sequeira;

Membro suplente do CSE: Dr. Carlos Jorge Tacão Moura;

k) Em representação da Direção -Geral de Estatísticas da Educação e

Ciência, do Ministério da Educação e Ciência:

Membro do CSE: Prof.ª Doutora Luísa da Conceição dos Santos de

Canto e Castro de Loura;

Membro suplente do CSE: Dr. Nuno Miguel Correia Neto Rodrigues;

l) Enquanto personalidade de reconhecida reputação de mérito científico

e independência:

Membro do CSE: Prof. Doutor Pedro Pita Barros, em substituição do

Prof. Doutor João Confraria


DÁ QUE PENSAR


Em cumprimento de ordens das Forças Americanas ( ainda ocupantes da Alemanha) criou-se agora na RFA uma força de 3.500 homens ( requisitados à BUNDESWEHR da RFA) denominada “ CROWD RIOT CONTROLE” (CRC) . Fizeram manobras que mostram que estão muito bem equipados. Sabe-se que se prevê a sua utilização ( com dever de atirar sobre a população) caso haja “ distúrbios da ordem pública”.

Uma versão US-ALEMÃ da “ EUROGENDFOR”.

http://www.mzw-widerstand.de/blog/MZWTV/bundeswehr_probt_einsatz_gegen_volksaufstand-484332.html

SERÁ BOM?

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL


Conselho de Chefes de Estado-Maior

Deliberação n.º 2261/2014


Aprovado por deliberação de 22 de setembro de 2014, nos termos do

artigo 19.º, n.º 3, alínea i), da Lei Orgânica de Bases da Organização das



Forças Armadas aprovada pela Lei Orgânica n.º 1 -A/2009, de 7 de julho,

alterada e republicada pela Lei Orgânica n.º 6/2014, de 1 de setembro.

Artigo 1.º

Definição


O Conselho de Chefes de Estado -Maior (CCEM) é o principal órgão

militar de carácter coordenador e tem as competências administrativas

estabelecidas na lei, constituindo também o órgão de consulta do Chefe

do Estado -Maior -General das Forças Armadas sobre as matérias relativas

às Forças Armadas no âmbito das suas competências.

Artigo 2.º

Composição


1 — O CCEM tem a seguinte composição:

a) O Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas (CEMGFA);

b) Os Chefes de Estado -Maior dos três ramos das Forças Armadas



(CEM).

2 — O CCEM é presidido pelo CEMGFA.

3 — O CEMGFA, por sua iniciativa, mediante proposta de qualquer

dos restantes membros do CCEM, ou por deliberação deste órgão, pode

convidar outras entidades militares a participar, sem direito a voto, nas

reuniões deste órgão.

Artigo 3.º

Mandato


Os membros do CCEM mantêm -se em funções enquanto exercerem

os respetivos cargos.

Artigo 4.º

Interinidade de funções


No caso de vacatura dos cargos de CEMGFA ou de CEM, bem como

nos de ausência ou impedimento temporário dos seus titulares, assumirão

interinamente as respetivas funções no CCEM os seus substitutos

legais.

Artigo 5.º

Acumulação de funções


O CEMGFA interino exerce cumulativamente no CCEM as funções

de CEM do respetivo ramo, dispondo só de um voto.

Artigo 6.º

Competência


1 — Compete ao CCEM deliberar sobre:

a) A elaboração do conceito estratégico militar;

b) A elaboração dos projetos de definição das missões específicas das



Forças Armadas, do sistema de forças e do dispositivo de forças;

c) Os planos e relatórios de atividades de informações e segurança



militares nas Forças Armadas;

d) Os anteprojetos das propostas de lei de programação militar e de



lei de programação de infraestruturas militares;

e) Os critérios para o funcionamento do ensino superior militar integrado,



no sentido de promover a doutrina e a formação militar conjunta

dos oficiais


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

NÃO ESQUECER

Fez-nos muito, muito mal

A IR


 

12º Passeio dos Ingleses do ACP Clássicos




Este ano optamos por visitar a Região de Torres Vedras. O almoço e ponto alto do nosso passeio será na Quinta da Grilla em Vale Benfeito - Alenquer.

O almoço será servido com o apoio dos vinhos Fiuza que poderão adquirir no local. Consulte a gama dos vinhos Fiuza.

 

Os participantes que optem pelo Grupo Turistico irão visitar alguns Fortes das Linhas de Torres, que integraram a linha de defesa de Lisboa durante as invasões napoleónicas, a partir de Torres Vedras e o Grupo Desportivo irá poder acelerar como habitualmente num dos Kartódromos proximos, Lourinhã ou Bombarral ainda a definir.

 

Não perca esta oportunidade e envie-nos com a maior urgência o respectivo Boletim de Inscrição (que poderá obter AQUI) com o comprovativo da transferência bancária para o email acpclassicos@acp.pt.


A partida de Lisboa, está prevista para a Praça de Londres com concentração entre as 08H30 e as 09H00 e partida às 09H30.

A partida do Porto, está prevista para a Área de Serviço da BP de Ovar, na A29 ao Km 27 no sentido Norte/Sul, com concentração às 09H00 e partida às 09H30.

HOLLANDISTÃO

Não há pachorra
O sobretudo cazaque de Hollande embaraça o Eliseu

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

sábado, 6 de dezembro de 2014

ADEUS AMIGO

Ainda com a emoção da notícia de ontem e com todas as suas consequências , acabamos de saber que o Comandante Carlos Marques Henriques foi chamado para a grande e última viagem.
Após longo tempo de sofrimento e em muito precárias condições de vida, chegou a sua hora de nos dizer adeus.
Quem o conheceu nunca deixará de recordar aquela sua constante alegria, aquela sua enorme vontade de aproveitar todos os momentos da vida e aquela radiosa simpatia e camaradagem.
Até sempre Comandante

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

ADEUS IRMAO

De longe a terrível noticia da partida do Carlos , o Comandante Coelho de Campos.
Desconhecemos ainda quaisquer pormenores, mas já sentimos o vazio. Um vazio cheio, por se perder uma amizade dada com tudo que se tem, por se perder o braço que se estende quando se precisa, por se perder o poço onde se pode ir deitar a confidência, por se perder o espelho onde se vai buscar a coragem,
O vazio de se perder um Irmão
Ficas cá, Carlos, sempre connosco.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

MUY BIEN,in canarin

Madeira Alberto João Jardim demite-se a 12 de janeiro

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, informou numa carta enviada aos seis candidatos à liderança do PSD/M, que pretende apresentar a demissão do cargo ao Representante da República a 12 de janeiro.
Política
Alberto João Jardim demite-se a 12 de janeiroAlberto João Jardim demite-se a 12 de janeiro Alberto João Jardim demite-se a 12 de janeiro

ENFARDAR DO BOM 2015

Duas estrelas:
Ocean (Armação de Pêra), Hans Neuner
Vila Joya (Albufeira), Dieter Koshina
Belcanto (Lisboa), José Avillez
Uma estrela:
Casa da Calçada (Amarante), Vítor Matos
Eleven (Lisboa), Joachim Koerper
Feitoria (Lisboa), João Rodrigues
Fortaleza do Guincho (Cascais), Vincent Farges
Henrique Leis (Almancil), Henrique Leis
Il Gallo d’Oro (Funchal), Benoît Sinthon
L'And Vineyards (Montemor-o-Novo), Miguel Laffan
Pedro Lemos (Porto), Pedro Lemos
São Gabriel (Almancil), Leonel Pereira
Willie’s (Vilamoura), Willie Wurger
Yeatman (Vila Nova de Gaia), Ricardo Costa

O SECRETARIADO DE COSTA

Fernando Medina, Bernardo Trindade, Fernando Rocha Andrade, Graça Fonseca, Isilda Gomes, João Galamba, Sérgio Sousa Pinto, Jorge Gomes, Luís Patrão, Manuel Pizarro, Mária do Céu Albuquerque, Maria da Luz Rosinha, Pedro Bacelar, Porfírio Silva e Wanda Guimarães são os escolhidos para o secretariado.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

WE PAY

O habitante anunciou, pomposamente, que em sacrifício de cargo, vai visitar e dar alento aos Militares portugueses que prestam serviço no Kosovo.
Mas este habitante nunca andou nem na guerra nem na terra para saber o que é o perigo e o sacrifício, e vai dar alento de quê?
Aqui na CACINE apostamos que não há um único Militar no Kosovo que se preocupe minimamente com a visita do habitante e que, para eles, a ÚNICA vantagem que porventura trará é haver Rancho Melhorado.
Todos os Militares, ou quase vá lá, detestam a criatura e a sua adjunta Bertha. O mínimo que se pede será que estejam no gabinete e não chateiem

AQUI ASSINAMOS

Recolha de Assinaturas de Militares das Forças Armadas

No ENCONTRO DE MILITARES realizado no ISCTE no passado dia 22NOV, as APM’s foram incumbidas de requerer junto do Exmo. Provedor de Justiça que diligencie para que seja dado cumprimento ao determinado pela Lei Orgânica nº 03/2001, de 29AGO, a qual obriga à audição das APM’s sobre questões relacionadas com o estatuto profissional e a integrar conselhos consultivos, comissões de estudo e grupos de trabalho constituídos para proceder à análise de assuntos de relevante interesse para a instituição, na área da sua competência específica.
Para o efeito, as APM’s entenderam recolher assinaturas junto dos militares que considerem imperioso o cumprimento da Lei, e o consequente envolvimento das APM´s em matérias que se relacionem com a defesa da dignidade que assiste a todos os militares, decorrente da sua Condição Militar. E, em particular, em tudo o que se refere à revisão do EMFAR, com alterações ostensivamente sonegadas do conhecimento, não só das APM’s, mas também e, porventura, mais grave ainda, dos militares em geral.
É imperioso fazer valer princípios e valores de entre os quais se destaca a promoção da COESÃO entre todos os militares (mais novos e mais antigos), exigindo que as alterações que, eventualmente se produzam, não venham a consagrar normativos que promovam a distinção entre grupos de militares, situação que a Condição Militar, a todos aplicada de igual modo, em nenhuma circunstância pode consentir!
Não está em causa apenas uma ou outra cláusula de salvaguarda, que o Governo utiliza para dividir os militares, mas sim a recuperação, para todos, de inalienáveis direitos, entre eles, os que as cláusulas asseguram somente para uma parte!OS MILITARES ABAIXO ASSINADOS

    Imagem sem legendas
    Esta é uma pergunta obrigatória
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

PARA TERMINAR


A PARTIR DO MIN. 8


ORA AÍ ESTÁ


REMEMBERANCE

25 anos depois
A chamada «queda do muro de Berlim»
A pretexto da passagem de 25 anos sobre a chamada «queda do muro de Berlim» está a ser levada a cabo uma campanha anticomunista de intoxicação da opinião pública.

Image 17040

Perante a campanha anticomunista de intoxicação da opinião pública desencadeada a pretexto da passagem de 25 anos sobre a chamada «queda do muro de Berlim», o PCP considera necessário afirmar o seguinte:
1. Mais do que a «queda do muro de Berlim» o que as forças da reacção e da social-democracia celebram é o fim da República Democrática Alemã (RDA), é a anexação (a que chamam de «unificação») da RDA pela República Federal Alemã (RFA) com a formação de uma «grande Alemanha» imperialista, é a derrota do socialismo no primeiro Estado alemão antifascista e demais países do Leste da Europa e, posteriormente, a derrota do socialismo na URSS.
2. A criação da RDA socialista, herdeira das heróicas tradições revolucionárias do movimento operário e comunista alemão (de que, na sequência de Marx e Engels, são símbolos Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht e Ernest Thalmann) é inseparável da vitória sobre o nazi-fascismo na 2.ª Guerra Mundial e produto das aspirações do martirizado povo alemão à liberdade, à paz e ao progresso social.
A responsabilidade da divisão da Alemanha, a que desde o primeiro momento a URSS se opôs, cabe inteiramente às potências imperialistas (Estados Unidos, Grã-Bretanha e França) que nas respectivas zonas de ocupação, e ao contrário do que aconteceu na zona de ocupação soviética, não só não desmantelaram completamente as estruturas hitlerianas como protegeram os nazis e os monopólios alemães (Krupp, Siemens, e outros) responsáveis pela carnificina da guerra e criaram em 23 de Maio de 1949, contra os próprios Acordos de Ialta (Fevereiro de 1945) e de Potsdam (Julho/Agosto de 1945), uma RFA capitalista amarrada ao imperialismo norte-americano e à NATO, fundada aliás nesse mesmo ano, seis anos antes da resposta dos países socialistas do Leste da Europa com a criação do Tratado de Varsóvia em 1955, na sequência da entrada da RFA na NATO.
3. Hostilizada e caluniada pela reacção internacional, a RDA, pelas suas notáveis realizações nos planos económico, social e cultural e pela sua política antifascista e de paz, impôs-se e fez-se respeitar no concerto das nações como Estado independente e soberano e tornando-se depois de anos de duro combate membro de pleno direito da ONU (1973) em simultâneo com a RFA. Mas o imperialismo nunca desistiu das suas tentativas de liquidar a RDA socialista acabando em 1989 por alcançar a vitória, conseguindo que manifestações, nomeadamente em Leipzig, que na sua essência reclamavam o aperfeiçoamento do socialismo e não a sua destruição, ganhassem a dinâmica contra-revolucionária que conduziu à precipitação dos acontecimentos e à anexação forçada da RDA pelo governo de Helmut Kohl.
4. É necessário desmascarar a hipocrisia daqueles que, clamando contra o muro erguido em Berlim pelas autoridades da RDA, têm construido e continuam a construir barreiras do mais variado tipo (sociais, raciais, religiosas e outras) por esse mundo fora, incluindo muros físicos, intransponíveis de que o exemplo mais brutal é o muro erguido por Israel para cercar e aprisionar o povo palestiniano na sua própria pátria, a que se juntam os muros erguidos pela Coreia do Sul na Península da Coreia dividida, por Marrocos contra a luta libertadora do povo sahauri, pelos EUA na fronteira com o México e outros.
5. A construção do muro de Berlim em 1961, com carácter defensivo, é um episódio histórico que se situa num tempo de agudíssima confrontação anticomunista, visando, de acordo aliás com a estratégia de «contenção do comunismo» proclamada pelo presidente dos EUA HarryTruman, a subversão dos países socialistas.
É um produto da «guerra fria» – desencadeada pelo imperialismo ainda em plena 2.ª Guerra Mundial com o criminoso lançamento da bomba atómica sobre Hiroshima e Nagazaqui – e da criação no Centro da Europa onde se confrontavam os dois poderosos blocos político-militares (a NATO e o Tratado de Varsóvia) um dos mais perigosos focos de tensão internacional.
É a resposta a constantes provocações na linha de demarcação entre a parte Leste e Ocidental da cidade e reiteradas violações de soberania da RDA, no coração de cujo território se encontrava Berlim, num incontestável acto de segurança e de soberania.
Independentemente da opinião que se tenha sobre a construção do muro de Berlim, a verdade é que este, se não contribuiu, pelo menos não impediu que a RDA fosse internacionalmente reconhecida como Estado independente e soberano, o Acordo Quadripartido sobre Berlim, o reconhecimento mútuo e a normalização das relações entre a RFA e a RDA e todo o processo de coexistência pacífica e desanuviamento na Europa que conduziu em 1975 à Conferência de Helsínquia sobre a Segurança e a Cooperação na Europa.
6. É importante não esquecer que a competição entre os dois sistemas sociais opostos, o capitalismo e o socialismo, teve em solo alemão uma das suas mais importantes e perigosas expressões. O esforço do imperialismo para apresentar a RFA e Berlim Ocidental como «montra do capitalismo» foi colossal. Um tal contexto confere ainda mais significado às realizações e ao prestígio mundial da RDA socialista, e à sua activa política de paz e de solidariedade internacionalista.
O PCP não esquece que o povo português encontrou sempre na RDA e no Partido Socialista Unificado da Alemanha (PSUA) solidariedade para com a sua luta contra o fascismo e para com a Revolução de Abril.
7. Ao contrário do que então foi apregoado por um capitalismo triunfante, a «queda do muro de Berlim», a anexação da RDA, as derrotas do socialismo no Leste da Europa, não contribuíram para a segurança e a paz na Europa e no mundo. Pelo contrário.
Aquilo a que assistimos no território da ex-RDA foi à destruição forçada das realizações económicas, sociais e culturais de mais de quarenta anos de poder dos trabalhadores e, no plano internacional, à tentativa de impor, tal como proclamado por Bush durante a Guerra do Golfo, «uma nova ordem mundial» contra os trabalhadores e contra os povos. A aliança agressiva da NATO, em lugar de dissolver-se como aconteceu com o Tratado de Varsóvia, reforça-se e estende a sua esfera de intervenção a todo o planeta e a CEE, transformada em União Europeia com o Tratado de Maastricht, afirma sem lugar para dúvidas a sua natureza de bloco imperialista dando um novo salto nas suas políticas neoliberais, federalistas e militaristas e na sua articulação com os EUA e a NATO. A Alemanha, manifestando as suas ambições de grande potência económica e militar, estende a sua esfera de influência para o Leste do continente europeu e lança-se na destruição da Jugoslávia tornando-se responsável pela primeira guerra na Europa depois da 2.ª Guerra Mundial. A situação que hoje se vive na Ucrânia, nomeadamente com a ascensão ao poder de forças fascistas, a perseguição anticomunista e a escalada de confrontação com a Rússia é o desenvolvimento lógico da «cavalgada» do imperialismo para Leste que se seguiu às derrotas do socialismo na RDA e noutros países socialistas.
8. O sistema capitalista que na viragem dos anos oitenta/noventa do século passado se apresentava a si mesmo como o melhor dos mundos possível em matéria de democracia, direitos humanos, desenvolvimento económico e progresso social, não só se revela incapaz de resolver os problemas dos trabalhadores e dos povos como tende a agravá-los cada vez mais, ao ponto de pôr em causa a própria existência da Humanidade. As derrotas do socialismo não mudaram a essência do capitalismo, antes tornaram mais evidente a sua natureza injusta e desumana. A violenta ofensiva exploradora com que os trabalhadores hoje estão confrontados e que ameaça o mundo com uma regressão social de dimensão civilizacional, a desestabilização e destruição de países e regiões inteiras, o avanço do fascismo, o perigo de uma nova guerra de catastróficas proporções, tudo isso é consequência das tentativas do imperialismo de tirar partido da «queda do muro de Berlim», ou seja, da destruição da RDA e do campo socialista como sistema mundial, para recuperar as posições que lhe foram arrancadas ao longo do século XX pela luta libertadora dos trabalhadores e dos povos, luta em que o movimento operário e os comunistas alemães desempenharam um papel que nenhuma campanha de reescrita e falsificação da História conseguirá apagar.
9. A chamada «queda do muro de Berlim» foi transformada pelos seus apologistas num símbolo do triunfo definitivo do capitalismo sobre o socialismo. Mas a evolução da situação internacional nos últimos 25 anos não só desmente as teses delirantes sobre o «fim da luta de classes» e sobre a «morte do comunismo», como mostram que o socialismo é mais actual e necessário do que nunca e que os trabalhadores e os povos de todo o mundo resistem e lutam para se libertar das cadeias da exploração e opressão imperialista.
Num processo acidentado, feito de avanços e recuos, de vitórias e derrotas, o futuro da Humanidade não é o capitalismo mas o socialismo e o comunismo.
fONTE : idl

sábado, 29 de novembro de 2014

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ultimo giorno di pace - Il Silenzio, Portogallo


SACERDOTES MILITARES NA 1ª GUERRA


BEM BOM

Os interessados em trabalhar na Comissão Europeia devem ser nacionais de um Estado-membro da União Europeia, possuir licenciatura concluída, ser fluentes numa das línguas oficiais da UE e demonstrar conhecimento satisfatório de alemão, inglês ou francês, assim como, no mínimo, 6 anos de experiência profissional na área a que se candidatam.
Os candidatos podem submeter inscrição, até 25 de novembro (12 horas de Bruxelas), a apenas um dos domínios a concurso:
Direito da concorrência (27 vagas);
Financiamento das empresas (14 vagas);
Economia financeira (25 vagas);
Economia industrial (15 vagas);
Macroeconomia (30 vagas).
Consulte os requisitos específicos para cada um dos domínios e submeta candidatura aqui.

SE CALHAR TEM RAZÃO


A IR


FIM DO IMPÉRIO

 
 
Os presidentes da Câmara Municipal de Oeiras, dr. Paulo Vistas, da Direção

Central da Liga dos Combatentes, t.-general Chito Rodrigues, do Núcleo de Oeiras

e Cascais da Liga dos Combatentes, superintendente Isaías Teles, e o director

do CASOeiras, cor. João Marquito, têm a honra de convidar a participar no 12.º
ciclo da tertúlia Fim do Império, Fim do Império versus Império da Alma, a


realizar no IASFA/CASOeiras, Auditório Princesa Benedita, às 15h00.
25 de Novembro 2014, no IASFA/CASOeiras, Auditório Princesa Benedita: lançamento

do 15.º livro da colecção FI: O General Ramalho Eanes e a História Recente de

Portugal, inédito do dr. M. Vieira Pinto, com colaboração de: generais Loureiro dos Santos,



Chito Rodrigues, Tomé Pinto, Sousa Pinto, Rocha Vieira e cor. Costa Ferreira.

IASFA/CASOeiras, Rua D. Duarte n.º 2, Oeiras (Rita Garoupa, casoeiras@iasfa.pt, 214464249)

Acessibilidades: CASOeiras - próximo da Estação da CP de Oeiras e da Esc. Secundári


VAI-SE EMBORA......TARDE, MAS VAI

O Governo vai propor um sistema de avaliação comum nas Forças Armadas para privilegiar o mérito como fator de progressão na carreira e tornar mais flexível o regime de reserva, anunciou hoje o ministro da Defesa, Aguiar-Branco.
País
Governo propõe progressão na carreira militar por mérito
Lusa
"O ministro anunciou que "muito em breve" o Governo estará em condições de concluir a revisão do Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) cujo princípio subjacente disse ser "a valorização da carreira militar".
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José Pedro Aguiar-Branco destacou algumas das alterações da revisão em curso no final do seu discurso na abertura solene do ano letivo no Instituto de Estudos Superiores Militares, Lisboa, cerimónia na qual participou também o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro.
"Em relação à progressão na carreira, iremos viabilizar um sistema de avaliação comum às Forças Armadas privilegiando o mérito como fator base para a progressão na carreira", afirmou.
Para "clarificar alguns dados" que disse estarem a ser difundidos "de forma alarmista" no seio das FA, Aguiar-Branco referiu-se especificamente às normas previstas quer no Orçamento do Estado para 2015 quer no orçamento do ano corrente sobre a suspensão da passagem à reserva.
Estas normas, disse, "preveem com total clareza que as condições ou pressupostos de passagem à reserva ao abrigo de regimes transitórios estão devidamente salvaguardados".
Por outro lado, "sem alterar o período de cinco anos de vigência, iremos alterar a filosofia da situação de reserva, tornando-o mais flexível e adequado às necessidades".
"Iremos aprovar igualmente um conjunto de medidas transitórias para que as situações sejam tratadas com equidade, pelo que está previsto um período de dois anos para que garantir que cada um possa avaliar e decidir", acrescentou.
Aguiar-Branco disse estar convencido de que a revisão do EMFAR "no enquadramento geral da reforma em curso permitirá carreiras mais aliciantes aos militares" e "militares mais motivados" e mais bem preparados.
"Pretende-se com esta revisão normalizar os fluxos das carreiras, tendo em conta as necessidades do serviço efetivo", disse Aguiar-Branco.
Segundo o ministro, "garantir a progressão coerente na carreira tendo em conta a formação inicial e continuada dos militares, otimizar a utilização dos recursos disponíveis das Forças Armadas e salvaguardar as especificidades próprias da carreira militar", são os objetivos gerais da revisão em curso.
O governante adiantou ainda que o documento irá prever um conjunto de medidas transitórias e um "período de dois anos para que cada um possa avaliar e decidir".
"Devem os ministros impor as reformas, ou devem ser as associações a impor as suas reformas ? Até nesse sentido, a reforma 2020 apresentou algo de diferente. Participaram no processo todos os que quiserem participar", frisou.
O ministro sublinhou que a reforma 2020, no âmbito da qual disse estarem a ser revistos todos os instrumentos legislativos no setor da Defesa, "foi feita com as Forças Armadas e para as Forças Armadas", não deixando de criticar "o poder da capelinha".
Aguiar-Branco começou a sua intervenção antecipando que no próximo ano letivo já não participará enquanto ministro da Defesa na cerimónia: "No próximo ano estará aqui outro ministro, deste ou daquele partido", disse, fazendo depois um breve balanço dos "últimos 4 ou 5 anos, que foram terríveis".
"Tudo foi posto em causa" e "pela primeira vez o Estado esteve na iminência de não pagar o soldo aos seus soldados", disse, sublinhando no entanto que as maiores dificuldades não vieram "do FMI ou da intransigência de um ou outro governo europeu".
"As maiores dificuldades e obstáculos vieram das instituições, das nossas corporações, do poder de capelinha que bem pratica o nosso povo. Temos uma relação complicada com as mudanças", disse."

domingo, 23 de novembro de 2014

MOSTRAR AO HIFEN


UMA OPINIÃO VÁLIDA

'Independentemente do julgamento judicial, o país deve fazer um julgamento político de Sócrates'
 FOTO TIAGO MIRANDA
Nunca um ex-primeiro-ministro tinha sido detido em Portugal. Mas este ano houve outras "estreias" judiciais. As condenações dos ex-ministros Maria de Lurdes Rodrigues e Armando Vara, a detenção de Ricardo Salgado ou a prisão domiciliária do diretor de uma polícia também não tinham paralelo. A justiça está a mudar?A justiça vem mudando há anos. Digamos que agora começamos a ver alguns resultados. Há uma nova geração de magistrados muito mais sensível à opinião pública. O poder político está muito fragilizado e descredibilizado. A crise financeira tornou os operadores judiciários e a opinião pública em geral mais exigente em relação à corrupção e abusos de poder (económico e político). E, não podemos esquecer, há um contexto europeu de legislação recente e práticas judiciárias internacionais que convocam a uma maior intervenção do poder judicial em Portugal. Certamente esta mudança da justiça é independente da titular do Ministério da Justiça, que, infelizmente e de forma desastrada, reclama na comunicação social méritos que não tem neste processo. 
A detenção de um ex-primeiro-ministro deve ser igual à de qualquer outra pessoa ou tem de haver um cuidado especial das autoridades por ser um antigo chefe de Governo e poder também estar em causa a imagem do país e da democracia? Um ex-primeiro-ministro não é igual a qualquer outra pessoa, como diz o populismo justicialista. As repercussões internacionais e o dano causado à imagem do país e à credibilidade das instituições são enormes. Consequentemente,  precisamente para que a lei seja igual para todos quando esses todos não são iguais, deverá haver um cuidado especial das autoridades. 
Sócrates é detido quando estava a chegar ao país, não a sair do país. Ricardo Salgado é detido em casa quando se tinha disponibilizado a ir, por si, prestar declarações. Em vários casos mediáticos, a atuação tem sido deter para interrogar. Esta deve ser a norma?Uma coisa é o que deve ser do ponto de vista legal (e sobre isso pronunciam-se os penalistas e os processualistas), outra coisa é o que deve ser do ponto de vista social. Socialmente, estas detenções são importantes para a imagem e credibilidade da justiça, sempre e quando correspondam, mais tarde, a acusações fundamentadas e provadas em tribunal. Caso todos estes processos terminem sem condenações, seja por falta de provas, seja for tecnicismos legais como a prescrição, então a atuação das autoridades judiciárias é muito negativa. 
Muitas destas detenções são precedidas de fugas de informação para a comunicação social e filmadas em direto. A justiça está a transformar-se num circo mediático?Não. Nós é que vivemos num mundo mediático, em Portugal como em qualquer parte do mundo. Temos sido testemunhas de imensos circos mediáticos semelhantes em Espanha, França e Itália, sem que os comentadores do costume se queixem. Porque o mundo do século XXI é assim. Querer aplicar em 2014 regras e considerações processuais de há 50 anos não vai funcionar. E não funciona. 
A detenção para interrogatório e a divulgação dessas imagens pode contribuir para um julgamento popular dos envolvidos?Ainda bem. A opinião pública pode e deve fazer um julgamento político, independentemente do julgamento legal e judicial. A política e a justiça não são a mesma coisa. Assim como a justiça deve fazer o seu julgamento sem interferência da política, a política - o governo da polis - deve fazer o seu julgamento. O maior disparate que existiu em Portugal nos últimos anos, e não o ouvi nem em Espanha nem em Itália, é tentar que o julgamento político siga ou esteja sujeito aos mesmos critérios do julgamento penal. Se o julgamento político é populista e irresponsável isso revela umas instituições políticas e sociais fracas e descredibilizadas. Será certamente um problema político e social, até cultural, mas não um problema legal como se pretende em muitas análises que se fazem em Portugal. A presunção de inocência e o 'in dubio pro reo' são princípios jurídicos - não são, não devem ser e não podem ser princípios políticos. 
Passar a ideia que os poderosos afinal não estão acima da lei vai mudar a imagem da justiça em Portugal e recuperar algum prestígio perdido dos magistrados, cujo reconhecimento junto dos portugueses tem vindo a cair, como revelam os barómetros de opinião?Se derem lugar a condenações exemplares, sim. Caso não tenham efeitos práticos, não. Se as recentes condenações em primeira instância de ex-titulares de cargos políticos resultarem de um justicialismo perigoso e logo forem revogadas pelos tribunais superiores, como devem ser se assim for, então a imagem da justiça ficará ainda pior. 
Os recentes processos judiciais envolvendo altas figuras da administração do Estado, banqueiros e ex-governantes são reflexo de uma democracia forte, que trata todos por igual, independentemente do poder, ou de uma democracia minada pela corrupção e pelo tráfico de influências, generalizados na sociedade?Infelizmente são reflexo de umas elites económicas e políticas putrificadas pela corrupção e pela impunidade


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