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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

AZAR

A intervenção deverá estar concluída "dentro de duas a três semanas", sendo que a Marinha "apenas irá suportar os custos da mão-de-obra"


O Comandante do Navio da República Portuguesa (NRP) Figueira da Foz foi exonerado de funções na sequência da investigação às causas do acidente à saída do porto de Viana do Castelo, disse hoje à Lusa fonte da Marinha.
De acordo com o capitão-de-fragata Vicente Rodrigues, porta-voz da Marinha, o relatório preliminar da comissão de inquérito nomeada para averiguar as causas do acidente concluiu ter existido "erro humano" durante as manobras realizadas na noite de sexta-feira passada, à saída do porto de Viana do Castelo.
Adiantou que na sequência daquela conclusão a Marinha portuguesa decidiu "exonerar de funções o comandante do navio", adiantando que "será nomeado outro comandante" para a embarcação.
Segundo aquele responsável, o acidente ocorreu porque o "navio se aproximou demasiado de terra para realizar o transbordo de pessoal", tendo ficado descartada a hipótese avançada segunda- feira à Lusa de erro na Carta Hidrográfica daquela zona.
"A Comissão de Inquérito constituída por técnicos altamente especializados e por elementos do Instituto Hidrográfico constatou que a Carta Hidrográfica assinala como zona perigosa o local onde ocorreu o acidente", explicou.
De acordo com o porta-voz da Marinha, a "tripulação não tinha noção de que se encontrava em zona perigosa e embateu", adiantou.
No entanto, realçou que as "condições de mar eram adversas" devido à "forte ondulação que se fazia sentir na altura" e que "contribuiu, ainda mais, para que o navio se aproximasse demasiado de terra".
"Do relatório da comissão de inquérito surgem lições que vão ser aplicadas no treino de todos os navios da Esquadra", adiantou Vicente Rodrigues.
Do acidente resultaram apenas "danos materiais" no sistema de propulsão que começaram a ser reparados segunda-feira nos estaleiros da West Sea, em Viana do Castelo.
De acordo com o responsável vão ser substituídos "os dois hélices, um dos dois veios e vão ser recuperados os dois lemes", material que "já existia nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) no âmbito da encomenda de oito daqueles navios feita em 2004 pelo Ministério da Defesa, então liderado por Paulo Portas".
A intervenção deverá estar concluída "dentro de duas a três semanas", sendo que a Marinha "apenas irá suportar os custos da mão-de-obra".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

RENDIÇÃO



O navio-patrulha  N.R.P. 'Cuanza', comandado pelo primeiro-tenente Borges Lopes,  chega amanhã à Madeira para substituir o N.R.P. 'Cacine', no dispositivo do Comando da Zona Marítima da Madeira (ZMM).
"O N.R.P. 'Cacine', comandado pelo primeiro-tenente Dias de Oliveira, largou a 23 de Julho para Lisboa, tendo efetuado durante a sua comissão na Região Autónoma da Madeira diversas tarefas, designadamente a fiscalização da pesca e o apoio ao Parque Natural da Madeira nas deslocações às Ilhas Desertas e Selvagens. Durante a sua estadia, o N.R.P. 'Cacine' assegurou uma prontidão de duas horas para salvaguarda da vida humana no mar (SAR – Search and Rescue)", informa o Comamndade da ZMM,  capitão de mar e guerra, Fernando Féliz Mata, em comunicado.
O N.R.P. 'Cuanza. (P1144) pertence à classe Cacine, e foi construído nos Estaleiros Navais do Mondego e aumentado ao efetivo dos Navios da Armada em 4 de junho de 1970.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A RODA DO LEME

A Roda do leme da Sagres, já com as inscrições em alemão recentemente desvendadas , pois estariam encobertas com várias camadas de tinta , durante muitos anos.

Fotos de F.A.S

terça-feira, 20 de maio de 2014

SAUDADES DOS NOSSOS

Un groupe de guerre des mines musclé pour l’OTAN en Baltique

Dossier(s) : Marine nationale
Huit chasseurs de mines et un bâtiment de commandement. C’est la composition de la force de guerre des mines de l’OTAN actuellement déployée en mer Baltique. Ces unités constituent le Standing Nato Mine Counter-Measures Group One, une flottille normalement permanente mais qui avait été mise en sommeil faute de bâtiment de commandement. La voilà donc réactivée à l’occasion d’un exercice annuel en mer Baltique, mais avec des moyens bien plus conséquents que d’ordinaire, puisque le SNMCM 1 compte au mieux, d’habitude, une demi-douzaine de navires.
Cette situation est, évidemment, directement liée aux tensions entre la Russie et les Occidentaux autour de la crise ukrainienne. Alors que les moyens de l’OTAN ont été renforcés dans les pays d’Europe de l’Est (avec par exemple l’envoi de quatre Rafale français, fin avril, sur la base polonaise de Malbork), l’Alliance atlantique se montrent également sur mer. Avec, pour ce qui est du SNMCM 1 en Baltique, un objectif clairement affiché : rappeler à la Russie que l’OTAN est aussi chez lui dans cette zone et rassurer certains de ses alliés, notamment les pays baltes, qui craignent l’attitude de Moscou.


Le Makkum et le Bellis (© OTAN)
Le Makkum et le Bellis (© OTAN)


Concernant le SNMCM 1, il se compose du bâtiment base Valkyrien et du bâtiment anti-mine à effet de surface Otra. Ces deux unités de la marine norvégienne évoluent avec les chasseurs de mines Aigle et Cassiopée (France), Bellis (Belgique), Makkum (Pays-Bas), Admiral Cowan (Estonie), Skalvis (Lituanie) et Viesturs (Lettonie). Il est intéressant de noter que la marine française est actuellement l’une des toutes premières contributrices au sein du SNMCM 1. De plus, et c’est encore plus notoire, la France a confié à l’OTAN, via son commandement maritime (MARCOM) basé à Northwood, au Royaume-Uni, le contrôle opérationnel de ses deux chasseurs de mines. Or, si dans le cadre de manœuvres interalliés le commandement tactique (ou le contrôle tactique) est régulièrement donné à une entité supranationale, le contrôle opérationnel ne l’est, pour la France, qu’exceptionnellement. Il s’agit d’ailleurs du dernier niveau prévu en temps de paix, le stade supérieur au contrôle opérationnel étant le commandement opérationnel, que Paris ne confierait éventuellement à l’OTAN qu’en cas de guerre.
Côté mission, le SNMCM 1 est déployé au large des pays baltes depuis le début du mois et jusqu'à la fin de la semaine pour, notamment, traiter des mines historiques présentes dans la zone.

terça-feira, 6 de maio de 2014

GLORIA

6 de Maio de 1969

O navio Patrulha Cacine é aumentado ao efectivo dos navios da Armada .

Depois parte para Angola , onde permanece até Fevereiro de 1975 .

Foi o 1º da classe, a que deu o nome, e será o último a abater

sábado, 26 de abril de 2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

GRANDE CACINE

Navio patrulha 'Cacine' está amanhã aberto para visitas | DNOTICIAS.PT

O navio patrulheiro da Marinha 'Cacine' estará amanhã aberto a visitas, no âmbito das comemorações do 40.º anivserário do 25 de Abril na Região Autónoma da Madeira.
O público pode subir a bordo da unidade naval acostada no cais norte do porto do Funchal amanhã entre as 10 horas e o meio-dia e as 14 e as 17 horas.
O N.R.P. 'Cacine' é o mais antigo navio patrulha da sua classe e está atribuído ao dispositivo naval da Zona Marítima da Madeira até final de Julho de 2014, tendo rendido o patrulha oceânico 'Viana do Castelo'. 
Foi construído no Arsenal do Alfeite e aumentado ao efectivo dos navios da Armada a 6 de Maio de 1969.
O navio é actualmente comandado pelo primeiro-tenente Dias de Oliveira, tem uma guarnição de 33 militares e foi o primeiro de dez navios tendo dado o nome a esta classe (Cacine).

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

QUEM A CONVIDOU????

"A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional foi a madrinha de batismo do NRP Figueira da Foz, numa cerimónia que decorreu na tarde desta quinta-feira na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
Acompanhada do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso, Berta Cabral proferiu palavras da praxe – “Batizo este navio com o nome de ‘Figueira da Foz’ e desejo à guarnição as maiores felicidades. Faço votos para que navegue sempre em águas safas, servindo a Marinha e Portugal, e que regresse sempre em segurança à sua base” – antes de proceder ao tradicional lançamento da garrafa.
Na visita a bordo que se seguiu, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional assinou o Livro de Honra na Camarinha do Comandante, o Capitão-tenente Ricardo Manuel Correia Guerreiro.
“Este novo sentinela é um grande reforço para a Marinha e para as Forças Armadas e uma prova da modernização que se pretende, através de investimentos corretos e necessários. Espero que este navio-patrulha oceânico dê um grande contributo para a defesa, a segurança, a investigação e o desenvolvimento do extenso mar português e das águas a nós confiadas”, escreveu Berta Cabral na sua mensagem à guarnição do NRP Figueira da Foz, constituída por 38 militares.
O novo navio-patrulha oceânico da classe Viana do Castelo – à semelhança do NRP Viana do Castelo, entregue à Marinha em 2010 –, está vocacionado sobretudo para a busca e salvamento no mar, a fiscalização da pesca, a prevenção e combate à poluição marinha e o controlo da navegação, em particular no que se refere aos esquemas de separação de tráfego, da prevenção e combate a atividades ilegais, como o narcotráfico, a imigração ilegal e o tráfico de armas, missões que serão cumpridas em colaboração e apoio a outras autoridades nacionais."


Nota: A CACINE acha este convite vergonhoso para a Marinha e suas tradições

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A VER

COMEMORAÇÃO DO DIA DO PORTO DA FIGUEIRA DA FOZ

«Santa Maria Manuela» aberto a visitas nos dias 7 e 8 de Novembro

O navio «Santa Maria Manuela» vai estar aberto a visitas este fim de semana, dias 9 e 10 de Novembro, numa acção integrada no programa comemorativo do 47.º aniversário do Porto da Figueira da Foz.
HORÁRIO DE VISITAS:
10.00-12.00 e 13.00-19.00 h.

domingo, 3 de novembro de 2013

A VER O QUE POR LÁ SE PASSAVA

1961.

Neptuno, nos mares dos Açores.

Que me desculpe o autor, magnífico , da foto em não estar certo  em o citar.

Será do nosso amigo "Crocodilo" ?

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

LINDA

Agora mesmo, aproximando a saída da barra, lindíssima, lá vai a nossa Sagres para o seu mar.

Ainda é das poucas coisas que nos restam . Maravilha

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

THE LAST ONE



  1. Dia 20 de Setembro
    Inauguração do Núcleo do Parque Subaquático de Portimão.
    18h30, no Museu de Portimão
    Dia 21 de Setembro
    Afundamento do EX-NRP Hidrográfico Almeida Carvalho
    12h00 – Receção dos Convidados
    13h00 – Imersão do EX-NRP Hidrográfico Almeida Carvalho

segunda-feira, 29 de julho de 2013

TANDEM

O NRP Figueira da Foz vai iniciar provas de mar

sábado, 15 de junho de 2013

À ESPERA DO ministro

NRP Álvares Cabral no Índico.comandando a  Operação "Atalanta"

"A Fragata  tem vindo a operar no Golfo de Áden e ao largo da costa Este da Somália, em missão de patrulha e vigilância dessas áreas, e a exercer uma presença efectiva e dissuasora junto dos campos piratas com maior actividade."

ADEUS CAPELO

Hoje em Portimão

quarta-feira, 6 de março de 2013

RECUERDO

Óleo de Eduardo Carlos Camilo , que fez parte da guarnição do NRP VELAS em 1971/72

Magnífico

domingo, 3 de março de 2013

UM SÉCULO




100 anos de Submarinos em Portugal

Há uma Comissão de honra , que para mim .....enfim!!!!!

Mas estão todos os ex-CEMA´s , e muito bem claro, excepto o Almirante Ribeiro Pacheco!!!!

Vá lá saber-se....

Nota:Foto ,creio, do saudoso Comandante Sousa Machado , e publicada pelo seu Filho algures na net, e que, com a devida vénia e respeito reproduzimos.Trata-se de um nosso submersível, o Neptuno(?), nos mares dos Açores


terça-feira, 20 de novembro de 2012

ORA TOMA

Os submarinos garantem a soberania e a autoridade do Estado

O jornal inglês The Guardian destaca hoje em primeira página as preocupações britânicas quanto ao novo submarino nuclear HMS Astute, que se previa ser a mais sofisticada unidade alguma vez construída para a Royal Navy, mas que está a revelar muitas falhas de construção e a levantar dúvidas quanto aos seus futuros desempenho e segurança, para além de não atingir a velocidade contratada, exibir muitas corrosões e ter demasiadas infiltrações de água. Os submarinos são um meio de defesa e de dissuasão das grandes potências marítimas, mas também são frequentemente considerados como a “arma dos pobres”.
Nesta perspectiva, a posse de submarinos não é um luxo, mas um factor de dissuasão e de afirmação do Estado. Porém, enquanto em Portugal se discute muitas vezes a necessidade de haver dois submarinos que custaram 500 milhões de euros cada um - todas as nações marítimas da Europa de média dimensão têm frotas de submarinos bem mais numerosas - no Reino Unido discute-se se o primeiro dos sete submarinos nucleares da classe Astute satisfazem ou não as especificações de uma encomenda no valor de 9,75 mil milhões de libras (12,15 mil milhões de euros), ao preço unitário de 1,75 mil milhões de euros.
No caso de Portugal, cujas águas jurisdicionais são a 11ª área marítima mais extensa do mundo e a maior da Europa, maior por exemplo do que as da Índia ou as da China, é a Marinha que assegura a autoridade do Estado, a defesa militar, a segurança e o apoio à exploração económica e científica do mar, através das suas estruturas e dos seus meios, entre os quais estão apenas dois submarinos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MAGNÍFICO

É sempre fantástico visitar a "Última Nau da Índia" , a D. Fernando e Glória, que D. João VI mandou construir e o nosso saudoso e Amigo Almirante António Andrade e Silva conseguiu restaurar, aproveitando as madeiras dos fundos que restaram do incêndio e abandono.
Para além do mais, esta velha e única relíquia tem a felicidade de manter como Timoneiro um Marinheiro que sabe , como ninguém até agora , da sua história e das histórias que ela contem. Trata-se do Cap.m.g FZE Rocha e Abreu, um estudioso compulsivo e um interessantíssimo comunicador.
Mas como a História se faz do que fica, seria bom que o Comandante iniciasse , e desde já, a escrita da história deste Navio, para que não se perca nos baús dos inúteis.
Estou certo que a Marinha concordará e colaborará, assim como todos os Marinheiros e apreciadores destas coisas tão nobres.
Por mim fico esperando

Fotos de José Maria Dias Costa

domingo, 22 de julho de 2012

LARGADA DO TEJO


Que bonito que foi o nosso desfile!
Bom, estou ainda com as pernas a tremer! Mas foi lindo de morrer o NOSSO DESFILE . Ao longo da minha vida assisti a tantos eventos destes que nem sou capaz de me lembrar quantos.
O de N. Y. por exemplo, foi, embora com mais barcos que aqui, Tall Ships ( ai se o meu marido me apanha a dizer estrangeirices!!!) Veleiros Grandes em Lisboa foram 49 e em N.Y foram muito mais, além disso contaram com a Pinta e Niña, com a presença do Príncipe Filipe de Espanha , mas o desfile deles não foi, nem de longe, tão bonito quanto o nosso.
O de Quebec foi muito emocionante porque entre os navios apareceram canoas de Índios, a protestar, e os comandantes suaram as estopinhas para não os afundarem.
O de Amesterdão foi talvez o mais animado de todos a que até hoje assisti e o de Bremhaven foi muito organizado e lindo....Mas nada que ver com o nosso de hoje.
O nosso estuário é absolutamente ideal para um evento destes. O vento proporcionou , mesmo aos grandes veleiros , navegarem à bolina, e o facto de não terem imposto regras, permitiu que a frota de iates acompanhantes se misturasse com os grandes veleiros sem aquela paranóia que aconteceu em 92 em que a polícia Marítima entrou forte, a esbravejar, e claro, cortou a graça ao desfile.
Sendo a Sagres o navio anfitrião foi-lhe dada a dianteira. Parabéns ao Comte Sardinha que mandou içar o pano todo, incluíndo os sobres, o que foi uma temeridade , mas que resultou de uma beleza ímpar.
O Sebastian El Cano que a seguiu, não querendo ficar atrás, fez o mesmo e antes da zona do quebra - mastros , viu-se grego para conseguir ferrar pano. Nós estávamos mesmo ao lado deles e foi muito impressionante, com rajadas de 30 nós, ver os moços lá no alto das vergas a lutar com pano que insistia em lhes fugir das mãos e que os fustigava sem remorços. Receei muito que algum viesse parar cá abaixo. Se eu ainda estou de pernas a termrer imagino esses gageiros.
A bordo do navio Polaco as coisas íam dando para o torto. Inclinou-se tanto, que eu dei logo ínicio a uma novena!!!
Vi um dos iates acompanhantes rasgar uma vela, vi muitos quase a fazer da quilha portaló .
A bordo do Madrugada levei os três netos mais novos que quase íam voando com o vento. Tinha também uns amigos , ele almirante de Cadiz , e que desde aí velejou chegando ontem , com o veleiro dele absolutamente batido pelo vento. No Espichel acabou por perder duas velas devido à violência da nortada. Mas estas minhas visitas espanholas não pouparam elogios a tudo o que hoje no Tejo viram.
A imponência destes grandes veleiros, especialmente quando vistos de bordo de um iate, ou seja, olhados de quase do nível do mar, é de tirar a respiração. São de uma grandeza que nos esmaga.
Foi um dia fenomenal no nosso Tejo , foi um evento de que muito nos podemos orgulhar.
O nosso povo compareceu em peso o que por certo deu muita alegria a quem do rio os osbservou.
Parabéns a todos os organizadores.
E embora eu tenha adorada cada minuto, dou graças a Deus por já estar em casa, quase a ir para uma cama que não balança, numa casa onde quase não oiço os uivos do vento. Coitados dos garotos que vão passar a noite na demanda de Sagres, depois a velejar todo o restante dia para só na madrugada seguinte chegarem a Cadiz. Votos de Bons Ventos e mar chão. Voltem sempre.

Não resistimos , com a devida vénia, a transcrever a excelente, mas sintética , crónica que a Ex.ma Sra D. Cristina Malhão Pereira publicou hoje no Facebook.
Acompanhando de muito perto as manobras dos Tall Ships, consegue dar esta excelente panorâmica
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