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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

PEREGRINAÇÃO DE SETEMBRO





O responsável DIOCESANO DAS FORÇAS ARMADAS E SEGURANÇA está preocupado com o que chamou de “fenómenos de fundamentalismo” e pediu a intervenção da comunidade internacional.
“Esta complexidade supõe que todas as forças/dimensões - diplomática, política, religiosa, de diálogo inter-religioso - e porventura também a força de persuasão, que são as forças armadas, deem as mãos para defender aquilo que é mais nobre, mais sagrado que é a própria vida humana exercida em liberdade”, destacou D. Manuel Linda.A União Europeia aprovou sanções económicas contra a Rússia pelo conflito no leste da Ucrânia, mas adiou-as pelo cessar-fogo alcançado entre os dois países, uma posição que para D. Manuel Linda não é mais forte pela ausência de “uma política externa comum” que torna “muito difícil falar a uma única voz”.D. Manuel Linda disse à sala de imprensa do Santuário de Fátima que vai rezar pelos militares que lhe estão confiados, “para que Deus lhes conceda todo o bem, a felicidade e a alegria que nasce da fé”.
Ao manifestar a “grande honra” com que recebeu o convite para presidir à peregrinação militar e da familia militar em setembro, “atendendo ao que Fátima representa para Portugal e para o mundo”, o bispo do Ordinariato Castrense de Portugal destaca também a “responsabilidade” de presidir à peregrinação, “devido aos tempos conturbados que vivemos e à função iluminadora que a Igreja é chamada a realizar, como faz o muito querido Papa Francisco”.
HM/LDS/OC

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