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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

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As Forças Armadas estão a contratar empresas privadas para serviços de vigilância e segurança das suas instalações. Segundo apurou o CM, a Marinha, por exemplo, já pagou quase meio milhão de euros à empresa Grupo 8 por “ausência de recursos próprios”.
Segundo o portal dos contratos públicos, a Direção-Geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa fez 3 contratos com a empresa Grupo 8 para segurança e vigilância do depósito Pol NATO em Almada: em Agosto de 2013, no valor de 221 938 euros, em Fevereiro de 2014 no valor de 61 058 euros, e em Junho último por 171 mil euros. No total foram gastos 453 996 euros.
O CM sabe ainda que o Depósito Geral de Material do Exército (DGME) também fez contratos com privados. 
Para o presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, a situação é “absurda”, porque vigilância e segurança “faz parte da missão das forças armadas”. E lembra que “quem está por detrás destas empresas são ex-militares e ex-políticos”. “Isto, acrescenta,  é o resultado da sede dos sucessivos governo em reduzir efectivo militar”. 
Também para Luis Reis da Associação de Praças, os contratos com privados são o resultados, de “uma politica de redução de efectivos, e vai haver altura de ruturas”.
O Ministério da Defesa, recusou-se a divulgar o número de contratos, e limitou-se a declarar que “todas as entidades do ministério no âmbito das suas competências, contratam os serviços de Segurança e Vigilância de acordo com as suas necessidades. E os preços são negociados e definidos no âmbito da centralização de compras”.
Actualmente, há mais Seguranças Privados do que militares, 37 mil (efectivo que será reduzido para 32 mil), contra mais de 50 mil.
O volume de negócios da segurança privada é de 800 milhões de euros por ano.

1 comentário:

Anónimo disse...

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