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sexta-feira, 5 de março de 2010

AGUENTA MARUJO

Estudo da actual ministra da Saúde aponta instalações da Força Aérea como as mais indicadas para o futuro hospital único das Forças Armadas
O Hospital da Força Aérea, no Lumiar, em Lisboa, é apontado como o local mais indicado para a instalação do futuro hospital das Forças Armadas. Segundo apurou o CM, o estudo sobre a reforma da saúde militar, coordenado pela actual ministra da Saúde, Ana Jorge, considera aquele hospital o mais moderno e apetrechado.
O facto de possuir um heliporto, acordos com a ADSE e espaço suficiente para a construção, se necessário, de novos edifícios, são outras das vantagens apontadas ao Hospital da Força Aérea. Mas a construção de raiz de um novo hospital não está fora de questão. Para já, o Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho, liderado pelo major-general Nunes Marques, para proceder ao "estudo da racionalização e concentração de valências hospitalares e de recursos", que terá de ser apresentado em Abril.
O objectivo é avançar, numa primeira fase, com a concentração de algumas valências hospitalares, "incluindo um serviço de urgência único", permitindo a constituição de serviços de utilização comum aos militares dos três ramos enquanto o hospital das Forças Armadas não entra em funcionamento. O CM questionou o Ministério da Defesa sobre o assunto, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição.
A criação de um hospital único das Forcas Armadas contou com a resistência dos próprios chefes militares e, dois anos após a sua aprovação no Conselho de Ministros, o Governo pretende agora tentar concluir a reforma da saúde militar.
Para o presidente da Associação Nacional de Sargentos, António Lima Coelho, é "natural" que o Hospital da Força Aérea seja apontado como favorito: "É o mais recente e moderno. Tem sido alvo de obras, além de possuir espaço para crescer", afirmou. Mas sublinhou que mais importante do que o espaço físico é "concentrar tudo num serviço e salvaguardar a assistência a todos os militares em todo o País, incluindo as regiões autónomas".

De facada em facada até ao momento final .

Acabem com os militares de uma só vez, que sempre foi o que estes socialistas quiseram 

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