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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

E ESTA?

Esta CACINE precisa de "docar". Já não o faz vai para mais de 5 anos , apesar das diligencias do Comando e de toda a estrutura, mas vá lá que tem sorte porque parece que há navios bem maiores que o não fazem há 8 anos.
Isto é o descalabro completo, se fôr verdade. Nos "velhos " tempos era de 2 em 2 anos....
Mas o pior é que tem de se fazer a docagem, e qualquer outro fabrico no Arsenal do Alfeite, agora fora da Marinha, que tem a exclusividade dos serviços e é muitissimo mais caro que no exterior.Parece, aliás , que é tão caro que não tem clientes, para além de nós.
Isto merece a etiqueta deste post

2 comentários:

1677/78 disse...

Pois é, e em perdendo a exclusividade da Marinha afunda, fecha os portões para sempre, a não ser que volte à esfera da Marinha, o que duvido, até porque o mal já foi feito, mão de obra especializada desapareceu, técnicos a quem foram dados cursos no estrangeiro no âmbito dos novos meios, zarparam para outras aguas, alguns felizmente para os quadros da marinha.
Reduziram pessoal, mas os custos indirectos continuam altos, os cortes foram quase na sua totalidade na mão-de-obra directa, a administração passou de um administrador, como toda a vida funcionou bem, para três, com os gastos acrescidos que isso implica em staff de apoio, viaturas, etc.
O que devia ter sido investido em renovação foi investido em viaturas topo de gama para directores e chefes de divisão( até consta que em Almada esta gam de veículos esgotou), uma incongruência numa gestão realista.
Por outro lado continuou-se a orçamentar as obras como antigamente, (valor real da obra X 5 )para poder sustentar a mão de obra indirecta.
Com todo este leque de atitudes, o AA sa, orgulho de tantos e tantos arsenalistas e da marinha, caminha a passos largos para a insolvência, pois não consegue competir no mercado civil e a marinha possivelmente quando deixar de ser obrigada a contratar com o AA sa também zarpará para outros estaleiros.
É triste, mas é a realidade.

Anónimo disse...

Acho graça à etiqueta