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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A LER


Carlos Monjardino pretende publicar um livro sobre os anos em que trabalhou em Macau. Conta, para isso, com o trabalho do jornalista Fernando Correia de Oliveira.
O primeiro correspondente da Lusa em Pequim (na década de 1980) foi desafiado a escrever a obra, que terá concluído nos últimos meses, pelo menos numa primeira versão. Cabe agora a Carlos Monjardino a última palavra sobre a edição da obra.
Tanto quanto o PONTO FINAL apurou, o livro, ainda sem título, trata dos tempos em que Carlos Monjardino foi secretário-adjunto em Macau com responsabilidades na Economia, Finanças e Turismo e Encarregado do Governo, entre a demissão de Pinto Machado e a chegada de Carlos Melancia. Entre os assuntos que decidiu está a renovação do contrato de jogo e a criação da própria Fundação Oriente.
Monjardino pode aproveitar a oportunidade para responder às acusações que Rocha Vieira lhefez no seu livro, nomeadamente a associação da Fundação a um ‘saco azul’: Rocha Vieira conta que Stanley Ho lhe explicou que, “à margem da cláusula do contrato de jogo que previa a criação de uma fundação, fizera com Carlos Monjardino um ‘gentlemen agreement’ para o estabelecimento de um ‘excess fund’ (…), a STDM disponibilizaria anualmente 60 milhões de patacas para apoio de actividades que ambos considerassem de interesse, sem passar pelos trâmites convencionais”.
Fernando Correia de Oliveira publicou em 1998 o livro 500 Anos de Contactos Luso-Chineses, com edição do jornal Público, onde trabalhou, e apoio da Fundação Oriente.
J.P.M.

1 comentário:

José Sousa e Silva disse...

Foi uma altura da minha vida em que ia muitas vezes a Macau enquanto co-organizador do 1º Festival de Música de Macau.
Assisti a muitas estórias mas realço a presença do então Governador de Macau - Professor Pinto Machado, um Grande Senhor de quem fiquei amigo.
E fiquei amigo por uma razão muito simples : Macau era sinónimo de muito dinheiro e corrupção e o então Senhor Governador era a expressão mais perfeita do melhor que há contra o dinheiro e a corrupção.
Claro que tal postura desagradou a muita gente que prefiro não citar.