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domingo, 27 de fevereiro de 2011

LÁ VAI ELE




O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, desloca-se a Moçambique, de 1 a 3 de Março, em visita oficial. 

No programa da visita destaca-se a cerimónia de entrega de uma aeronave “Cessna” , no âmbito da Cooperação Técnico-Militar . Trata-se de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa que foi recuperada e passará doravante a fazer parte do dispositivo da Força Aérea Moçambicana para as missões de treino e transporte. Está igualmente previsto um encontro do ministro  português com o Ministro da Defesa Nacional de Moçambique e uma visita à Residência da Cooperação Técnico-Militar Portuguesa, em Maputo, onde serão apresentados os projectos de cooperação actualmente em curso. O ministro  deslocar-se-á ainda a Nampula para uma visita à Academia Militar Marechal Samora Machel, onde fará uma intervenção sobre “Operações de Paz: a Defesa e as Forças Armadas como Instrumento da Segurança e Paz”. Do programa consta também uma visita à Escola Portuguesa, onde terá um encontro com os alunos. Uma Conferência que proferirá, na Universidade Eduardo Mondlane, subordinada ao tema “Factores de União e Novas Áreas de Cooperação na CPLP”, encerrará o programa da visita.

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, acompanhará o ministro .

Nota:Será que o ministro foi no Cessna?




sábado, 26 de fevereiro de 2011

SABIA QUE?



Conheci hoje uma rapariga que não conseguiu entrar na Marinha porque ........ tinha uma tatuagem no pé:::::

A tatuagem não era o nome do namorado , nem o dela , nem um desenho do Bordalo Pinheiro. Era simples ...

Via-se com a farda de saia!!!!!!!

Pois.....

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

E VIVA O SOCIALISMO

Divida externa

Nota: Um bom Amigo da CACINE, ARC, sugeriu, e muito bem, que se pusesse a fonte destes gráficos.


Pois vamos procurar, e desde já as desculpas


Fonte: Eurostat

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E VIVA O SOCIALISMO

Dívida pública de Portugal

Fonte: Eurostat

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CEMGFA a BORDO


A visita iniciou-se com um embarque no NRP "Corte Real" no Cais de Honra, onde foi efectuado um Briefing sobre a Marinha apresentado pelo Contra-Almirante SUBCEMA, uma breve visita pelo navio. De seguida, a comitiva, dirigiu-se à Esquadrilha de Submarinos, onde visitaram o NRP "Tridente".
Por fim deslocaram-se à Base de Fuzileiros onde visitaram uma pequena amostra do dispositivo estático dos Fuzileiros e uma mostra do Instituto Hidrográfico.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

VALENTES!!!!

Porque é que vai o avião Hércules , já velho e incómodo, e desarmado como os outros , buscar os emigrantes Portugueses em lugares dificeis e não vai um da TAP, com aqueles valentões pilotos que ganham milhões e fazem greves para ganhar outros mais?

PRÉMIO


PRÉMIO ALMIRANTE SARMENTO RODRIGUES 2011

1. O Prémio Almirante Sarmento Rodrigues destina-se a impulsionar e dinamizar a
pesquisa, a investigação científica e o estudo da história das actividades
marítimas dos Portugueses.
2. O referido Prémio, a conceder pela Academia de Marinha (AM) em anos
alternados, é constituído por um diploma e por uma quantia pecuniária no valor
de € 5000 (cinco mil euros).
3. Podem concorrer a este Prémio os cidadãos nacionais e estrangeiros que
apresentem trabalhos originais nos domínios referidos.
Consideram-se originais os trabalhos não publicados ou cuja publicação tenha
sido concluída no ano a que se refere o concurso ou no ano anterior.
4. Os trabalhos concorrentes devem corresponder na extensão e sistematização ao
exigido tradicionalmente para as dissertações universitárias ou prémios de
outras Academias.
5. Os concorrentes deverão entregar quatro exemplares do trabalho,
dactilografado ou impresso, numa das línguas: português, espanhol, francês ou
inglês, acompanhados do seu Curriculum Vitae, podendo dois exemplares ser
devolvidos ao seu autor desde que levantados até 4 meses depois do anúncio do
prémio.
6. Os trabalhos apresentados a Concurso devem dar entrada na AM até ao dia 30
de Setembro do ano do Concurso.
7. Para apreciação e classificação dos trabalhos será constituído um Júri com a
seguinte composição:
Presidente: Presidente da Academia de Marinha;
Vogais: Vice-Presidentes da Academia de Marinha;
Representante da Academia de Ciências de Lisboa;
Representante da Academia Portuguesa da História;
Dois membros efectivos da Academia de Marinha;
Secretário-Geral da Academia de Marinha que desempenhará as
funções de Secretário do Júri;
...........



Nota: Que concorram muitos e ganhe o melhor  

domingo, 20 de fevereiro de 2011

E VIVA O SOCIALISMO

Taxa de poupança dos portugueses

E VIVA O SOCIALISMO


Armando Vara lançou o caos num centro de saúde de Lisboa nesta quinta-feira. O ex-ministro socialista entrou no centro, passou à frente de todos os outros utentes e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado rapidamente porque tinha de apanhar um avião.
Perante a indignação dos que assistiam a toda a situação, um dos doentes apresentou mesmo uma reclamação no centro. A directora do centro de saúde disse que o centro não tem culpa do «abuso» de Armando Vara e que a responsabilidade é toda do próprio que irrompeu pelo consultório da médica sem respeitar os restantes doentes.
«O senhor Armando Vara entrou aí como qualquer utente e passou à frente de toda a gente. Entrou no gabinete da médica sem avisar e sem que a médica percebesse que não estava na sua vez. Foi uma situação de abuso absolutamente inconfundível», respondeu à TVI a directora, Manuela Peleteiro

sábado, 19 de fevereiro de 2011

ZANGAM-SE AS COMADRES


José Magalhães, secretário de Estado Adjunto da Justiça, foi intimado judicialmente pelo seu colega de Governo e de ministério, o ex-secretário de Estado João Correia, a dar uma justificação pela recusa em pagar-lhe os duodécimos relativos aos subsídio de férias e de Natal de 2010, ano em que Correia se demitiu do executivo.

          Nota: Este é fresco!!!!! E já vem de longe

EM HONRA

Voz amiga informou-nos que ontem se reuniram no Club Militar Naval os primeiros 3 Comandantes da CACINE , ou seja os únicos que estiveram com o navio em águas do sul , nomeadamente em Angola.
O encontro foi proporcionado pelo Presidente do Grupo de Amigos do Museu de Marinha, não se sabendo ainda a razão, embora já se confirme que haverá novo encontro no fim da primavera

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

ADEUS AMIGO

Dá-me lá , Zé, dá-me lá noticias desse bom Porto que finalmente te acolheu, depois da terrível travessia.

Diz-me que estás já a descansar e a recuperar a felicidade e a força , diz-me que já sorris , outra vez, com aquele ar maroto , diz-me que já elevas a voz, fingindo de zangado , na fala do desacordo.

Esta tempestade brutal se calhar não te devia ter apanhado e seria para outros mares , mas não conseguindo escapar , ainda te viraste a ela em amura cerrada , tentando vencer onda por onda.

Agora a luta acabou . O sal do mar passou para os nossos olhos , neste adeus que te estamos , todos os marinheiros e mil amigos , a dar.

Até breve Zé Heitor. Dá cá o velho abraço de sempre

FORA


A administração da CP Carga foi demitida pelo "acionista principal", a holding CP, confirmaram à Lusa fontes da CP Carga e do Ministério das Obras Públicas.
De acordo com fonte oficial da tutela, a administração da CP Carga "foi demitida pela holding da CP", devido ao "não cumprimento dos cortes salariais decretados pelo Governo na função pública". A tutela diz ainda que esta foi uma decisão da qual "teve conhecimento".
Fonte da CP Carga também confirma o despedimento da administração da empresa, adiantando, no entanto, "desconhecer" os motivos
E quem são os ditos cujos?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

LÁ VAI ELE

 O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, acompanhado pelo Chefe do Estado Maior do Exército e pelo Director do Instituto da Defesa Nacional (IDN), desloca-se esta quarta-feira, dia 16 de Fevereiro, à Madeira, a fim de proferir a conferência de abertura do Curso Intensivo de Segurança e Defesa, sobre Política de Defesa Nacional, uma iniciativa do IDN, e visitar os trabalhos de segurança, reflorestação e plantio realizados pelo Exército Português, em apoio à Direcção Regional das Florestas da Região Autónoma da Madeira. O ministro aproveitará também para se inteirar da finalização dos trabalhos de construção de habitações, processo apoiado pela Cruz Vermelha Portuguesa na sequência da catástrofe ocorrida na Região em Fevereiro de 2010.


 
Programa:
Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

09h00 – Palácio de São Lourenço, apresentação de cumprimentos ao Representante da República
09h30 – Briefing na Sala de Operações do Comando da Zona Militar da Madeira
10h00 – Visita aos trabalhos de segurança, reflorestação e plantio
12h00 – Chegada ao Regimento de Guarnição nº3
12h10 – Ponto de Imprensa no Regimento *
12h20 – Almoço no Regimento
13h20 - Visita à construção de habitações (local a definir)
14h30 – Início da Conferência sobre Política de Defesa Nacional, no Centro de Estudos de História do Atlântico no Funchal
16h00 – Ponto de Imprensa no final da Conferência*

*Logo 2 "pontos de imprensa" para falar de ......

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

TOMATES

In RA: Set 2010

Resposta de Gago Coutinho à lei "Machado Santos"

Fabuloso

domingo, 13 de fevereiro de 2011

14 de FEVEREIRO



1782 Criação da Real Companhia de Guarda marinhas

"Até 1761, não existia um sistema regularizado para recrutamento dos oficiais da Armada Real Portuguesa. Estes eram oriundos de várias proveniências e incluíam nobres que se alistavam voluntariamente, mestres e pilotos da Armada promovidos a oficiais, antigos oficiais do Exército e antigos oficiais da marinha mercante. Para regularizar o recrutamento e a formação dos oficiais da Armada, pelo Decreto de 2 de julho de 1761, foi criada a classe dos guardas-marinhas, composta por 24 jovens que receberiam instrução prática a bordo dos navios de guerra. O recrutamento e as condições de serviço dos guardas-marinhas eram equivalentes às dos cadetes das tropas de terra, mas tinham uma graduação equiparada à de alferes de infantaria. Os guarda-marinhas tinham assim que ser de origem nobre ou filhos de oficiais militares de patente superior à de sargento-mor. Aparentemente, não foi então criado nenhum corpo militar que enquadrasse os guardas-marinhas.
Em 1762, foram providos mais 18 guardas-marinhas destinados a servirem nos navios de guerra que protegiam as costas e o comércio marítimo da cidade do Porto. Estes guardas-marinhas deveriam residir e ter a sua formação no Porto.
O nível de formação prática e teórica, bem como o aproveitamento dos guardas-marinhas ficou, no entanto, aquém do que seria esperado e, em 1774, a classe foi abolida. A formação para oficiais a bordo dos navios de guerra passou a ser dada a rapazes com idades entre os 12 e os 16 anos designados "voluntários exercitantes". Se obtivessem aproveitamentos, os voluntários exercitantes poderiam passar a sargentos de mar e guerra e daí a tenentes do mar.
Por Decreto de 14 de dezembro de 1782, no entanto, a classe dos guarda-marinhas foi restaurada nos moldes de 1761. Desta vez, existiriam 48 guardas marinhas que ficariam enquadrados na Companhia dos Guardas-Marinhas. A formação teórica dos guardas-marinhas seria realizada na Academia Real de Marinha.
Em 1788, a Companhia dos Guardas-Marinhas foi reorganizada e aumentada passando a ser constituída por 60 guardas-marinhas e 24 aspirantes guardas-marinhas. Com a criação da Academia Real dos Guardas-Marinhas, em 1796, a Companhia dos Guardas-Marinhas é nela integrada, passando a constituir o seu corpo de alunos.
Em 1807, a Companhia dos Guarda-Marinhas embarca na nau Conde Dom Henrique, acompanhando a transferência da corte portuguesa para o Brasil. Chegada ao Brasil, instala-se no Rio de Janeiro, onde também passa a funcionar a Academia dos Guardas Marinhas.
Com a independência do Brasil em 1822, a Companhia dos Guardas-Marinhas divide-se em duas, uma portuguesa e outra brasileira. Os membros da companhia que não adoptaram a nacionalidade brasileira regressam a Portugal em 1825.
Em 1845, a Academia Real dos Guardas-Marinhas de Portugal passa a designar-se "Escola Naval" mantendo-se a Companhia dos Guardas-Marinhas como seu corpo de alunos. Em 1887, a Companhia dos Guardas-Marinhas passou a designar-se "Corpo de Alunos da Escola Naval".

F:Wikipedia

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

LÁ VAI ELE


 O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, participa este Sábado, 12 de Fevereiro, a partir das 14h30, na Academia Militar na Amadora, na cerimónia do 146º Aniversário da Cruz Vermelha Portuguesa e de Homenagem ao Voluntário no âmbito do Ano Internacional dos Voluntários e do Voluntariado – 2011.

Nota: Mas porque raio, cá em Portugal, a Cruz Vermelha depende do MDM (estando só com civis nas estruturas principais) e faz a cerimónia na Academia?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O QUE É ISTO?

Houve eleições agora.

Ninguém de Marinha aparece nos Corpos Sociais, ou estamos errados?

E já não há Oficiais Generais , nem sequer Superiores , ou estamos enganados ?

Que se passa?

THE MAN

O Homem das greves....
Arménio Carlos , funcionário da Carris , mas que está sentado vai para 30 anos da Inter , a trabalhar pouco, pensamos nós.(isto porque o chefe da Intersindical desde que para lá foi , sabe-se lá há quantos anos , teve tempo para se licenciar, tirar o mestrado e doutorar)
Mas o facto é que quando o homem está doente somos nós que lhe pagamos os remédios, e á familia!!!!(os remédios dos funcionários da Carris são grátis, paga a empresa, ou seja nós , contribuintes..Imagino que este senhor não abdique de um direitinho que tenha)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

LÁ VAI ELE

 O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, estará presente esta sexta-feira, 11 de Fevereiro, pelas 18h00, na inauguração de três exposições: Programa Afonso Henriques, As Três Frentes em África e A Guerra do Ultramar. Trata-se de uma iniciativa da Liga dos Combatentes, no Museu do Combatente – Forte do Bom Sucesso (junto à Torre de Belém)

GREVE

Estes ,os funcionários  da Carris,estão em greve.
E se nós, os contribuintes , que os sustentamos , incluindo pagamento de consultas, exames , internamentos, intervenções e até remédios completamente grátis (incluindo os reformados) , também fizéssemos greve e lhes cortássemos a colecta?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FORA


MORREU O CEMGFA, VIVA O CEMGFA!...*


6/2/11

            Dia 7 de Fevereiro foi data de mudança de inquilino no sexto piso do edifício que alberga o Estado-Maior-General das FAs. Ou seja do respectivo chefe (CEMGFA). Sai o General Valença Pinto (VP) entra o General Luís Araújo.
            O CEMGFA é a autoridade militar de maior graduação que preside a um de dois órgãos fundamentais definidos na actual legislação enformadora das relações político-militares: o Conselho de Chefes de Estado-Maior (cCEMs). O outro é o Conselho Superior Militar, onde se reúnem os quatro chefes militares com o Ministro da Defesa (MDN), que preside.
            Estes dois órgãos são fundamentais para o bom funcionamento das Forças Armadas e para a correcta articulação com o poder executivo, em funções.
            No primeiro órgão discutem-se, analisam-se, aprovam-se e fazem-se executar as principais linhas de orientação, para os três ramos sem prejuízo das competências próprias dos respectivos chefes; no segundo órgão encontra-se o nível estratégico e o conselho militar com a ideia política.
            Sem querer entrar nas vantagens/inconvenientes e consequências da actual organização, pretendemos apenas fazer sobressair a importância e responsabilidade das funções das pessoas que ocupam os respectivos cargos. Porquê?
            Por causa do modo como decorreu a cerimónia de despedida do general VP no passado dia 4/2, no Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM), em Pedrouços.
            Das notícias que vieram a público – e são essas que mais marcam a opinião publicada – ressaltou o carácter “informal” da cerimónia.
            Ora não parece curial que se convide a nata da hierarquia militar para um IESM, para marcar oficialmente a despedida de um CEMGFA e se transforme o acto numa “informalidade”.
            Para isso seria preferível marcar uma qualquer “happy hour” na messe. Mas o mais espantoso foram alguns dos termos usados pelo senhor ministro e a desenvoltura do tratamento com que mimoseou o homenageado, tratando-o pelo nome próprio, quase a roçar o “tu cá tu lá”. Parece que fizeram a recruta juntos!
             No elogio, porém, o que realçou como qualidades, foram a “impaciência e a frontalidade”. A frontalidade é própria dos militares (ou deve ser), agora a impaciência? Impaciência quer dizer “pressa”, ”sofreguidão”, “inquietação”, “frenesim” e impaciente é aquele que é “falho de paciência”, “frenético”, “apressado”, “precipitado”. Ou seja tudo aquilo que nós não queremos que um chefe militar seja.       
            Terá o senhor ministro tido um “lapsus lingue”, estava no gozo, ou passado mal a noite? É que a seguir ainda referiu um “tique” do general que só a intimidade consente: “… um sinal físico que é a perna direita a começar a agitar-se”. E chamou “eloquente” a esse sinal. Informalidade?
            O MDN referiu, aliás, que a “paciência” era um defeito do povo português. Esta afirmação é espantosa, sobretudo vindo de um possuidor de um doutoramento em sociologia (ainda por cima não obtida numa qualquer universidade independente).
            A paciência só será um defeito quando confundida com “resignação” ou “conformismo”, não como significando “calma”, “conformidade” ou “perseverança tranquila”.
            De facto já não há é paciência para ouvir tanto dislate…
            Por último ficámos a saber que o Sr. MDN encara o agora ex – CEMGFA como a encarnação da concepção “moderna”, “democrática” e “cosmopolita”, com que quis caracterizar a Instituição FAs.
            Estou elucidado: moderna, não quer em si dizer nada; democráticas as FAs não podem ser, pois não há eleições na tropa nem as decisões são obtidas através de votos; e espero que o termo “cosmopolita” não queira significar que os militares portugueses andam espalhados pelo mundo, deleteriamente, para verem e serem vistos…
            Das palavras do general VP – também elas “informais” – quando nos congratulávamos em ouvir dizer a honra que tinha em pertencer ao Exército e a consciência do dever cumprido, topámos com a confissão de ainda estar à espera do despacho a um requerimento que fez, em 1973, quando era capitão, em que pedia a demissão de oficial do Exército “por querer um Portugal melhor”.
            Afinal, sorte sua e azar nosso: se lhe tivessem deferido o papel não teria sido CEMGFA, mas talvez hoje o país estivesse, de facto, melhor, dadas as vicissitudes vividas.
            É costume nestas ocasiões saudar quem sai e quem entra. Não levem a mal não o fazer mas vou esperar melhores dias. Dias em que as FAs, como Instituição, se voltem a dar ao respeito.

                                                                                  João José Brandão Ferreira
                                                                                              TCor/Pilav (Ref.)

*Com a devida vénia

NOTA:Ficou-se a saber afinal, e infelizmente só agora, que o Engº Ex-CEMGFA era um "anti-fascista" e dos primeiros, já desde 73.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

FORA

Um já foi. Só falta o outro.

Rapidamente e em força .......

POSSE



Ao ser empossado como Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, assume o Senhor General Luís Araújo o mais elevado cargo da hierarquia militar, sendo-lhe conferidas as mais altas responsabilidades a nível do comando operacional das forças e do aconselhamento militar aos órgãos de soberania com competência na área da Defesa Nacional.
Uma palavra de profundo reconhecimento é devida ao General Valença Pinto, que termina o seu mandato. É da maior justiça salientar a elevada competência e o apurado sentido do interesse nacional com que desenvolveu o processo de transformação das nossas Forças Armadas, bem como a forma altamente dignificante como representou Portugal nas organizações internacionais de que fazemos parte, prestigiando o País e as suas instituições militares.
Assume o Senhor General Luís Araújo as suas funções numa conjuntura externa complexa e objecto de profundas mudanças.
A NATO aprovou, em Lisboa, um novo conceito estratégico, a fim de se adequar aos desafios e ameaças que enfrentamos. É com sentido de responsabilidade que Portugal reitera o seu empenhamento no âmbito desta Organização, adaptando e aprontando as suas forças para a nova tipologia de missões que nos é solicitada.
O novo conceito comporta também uma maior concertação estratégica e de capacidades entre a NATO e a União Europeia, já perspectivada, aliás, no Tratado de Lisboa e que se revela essencial para a racionalização dos esforços e dos meios postos à disposição das duas organizações, na promoção da segurança e defesa colectivas.
Por outro lado, o fortalecimento da lusofonia e da Comunidade de Países de Língua Portuguesa é um desafio a vencer e uma oportunidade a explorar. Partilhamos de um conjunto de valores, de uma história e de uma língua comuns que temos obrigação de defender e de difundir, em respeito pelo nosso passado e como investimento no nosso futuro. De entre as múltiplas frentes envolvidas, destacaria aqui, naturalmente, a cooperação técnico-militar com os países de expressão portuguesa.
No plano interno, o apoio das Forças Armadas à população e a cooperação com as forças e serviços de segurança revelam-se cada vez mais necessários, em função das ameaças transnacionais e dos próprios riscos associados a um ecossistema instável.
O desempenho das missões não pode, bem entendido, ser desligado dos constrangimentos financeiros que caracterizam a actual situação do País. Importa actuar com equilíbrio e racionalidade, por forma a atenuar o impacto das restrições orçamentais no reequipamento, na gestão dos efectivos e no produto operacional das Forças Armadas.
E há, desde logo, que estabelecer criteriosamente um conjunto de prioridades na afectação de recursos e no redimensionamento de estruturas, num quadro de dificuldades que os militares compreendem.
Senhor General Araújo,
Entre as áreas de esforço que se perfilam no mandato de Vossa Excelência, encontram-se certamente a consolidação e o desenvolvimento das reformas em curso, na sequência da legislação aprovada nos últimos dois anos.
Destacarei, por um lado, o desenvolvimento dos processos de racionalização e integração de estruturas nas Forças Armadas, em particular nas áreas do comando conjunto e do ensino superior militar e, por outro, a conclusão da instalação do Hospital das Forças Armadas, em cuja sede caberá encontrar as soluções que melhor se adaptem aos objectivos definidos.
Não será de todo compreensível que outros interesses, que não os da instituição, se sobreponham à operacionalidade e à qualidade do serviço prestado aos elementos das Forças Armadas e à família militar.
A integração e partilha de outros serviços e capacidades militares afigura-se também como um caminho que a actual conjuntura geopolítica permite e que a situação económica que enfrentamos aconselha.
Impõe-se, ainda, proceder à análise do impacto das restrições orçamentais na Lei de Programação Militar, restabelecendo prioridades de modo a garantir, em primeira instância, o cumprimento das missões que nos estão cometidas no âmbito dos compromissos actualmente assumidos.
A nossa segurança e a nossa afirmação como Estado têm, cada vez mais, de ser prosseguidas longe do território nacional, exigindo, no quadro das alianças internacionais, uma aposta crescente na segurança cooperativa e na repartição solidária de esforços, recursos e capacidades.
As Forças Armadas constituem-se, neste quadro, como instrumento indispensável da política externa do Estado e factor preponderante para o sucesso das missões humanitárias e de apoio à paz.
A coordenação da participação e emprego das Forças Nacionais Destacadas no exterior do Território Nacional merecerá, certamente, a melhor atenção de Vossa Excelência, assim como a cooperação entre as Forças Armadas e os serviços de protecção civil, para o apoio às populações em situações de risco e emergência.
Os Portugueses confiam e reconhecem-se nas suas Forças Armadas.
O reconhecimento do desempenho das nossas Forças Armadas tem sido consequência da coesão reforçada que manifestam, das referências e valores em que a sua organização mostra assentar e do elevado grau de preparação evidenciado no cumprimento de missões complexas e de risco, nos mais diversos teatros de operações, o que lhe tem granjeado justo prestígio além-fronteiras.
Senhor General Luís Araújo,
A longa e bem-sucedida carreira de Vossa Excelência confere-lhe a experiência e as competências necessárias para o exercício das altas funções em que está investido, assim como a autoridade para congregar os esforços e as dinâmicas da Instituição Militar na prossecução dos objectivos superiormente definidos e para proporcionar ao poder político os melhores fundamentos para a tomada de decisão.
Vossa Excelência saberá, certamente, encontrar a forma mais adequada de cumprir a exigente missão que agora lhe é confiada, a bem de Portugal e das suas Forças Armadas. Contará, para tanto, com o apoio e a solidariedade institucional do Presidente da República e Comandante Supremo.
Obrigado.
  • Nota:Esperemos que Vexa se bem bem com a CACINE

WELLCOME


MENSAGEM DO GENERAL CHEFE DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS
(07 DE FEVEREIRO DE 2011)

AO ASSUMIR O CARGO DE CHEFE DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS, DIRIJO AS MINHAS PRIMEIRAS PALAVRAS AOS MILITARES, MILITARIZADOS E FUNCIONÁRIOS CIVIS QUE SERVEM PORTUGAL NAS FORÇAS ARMADAS.
SAÚDO, ESPECIALMENTE, OS MILITARES DA ARMADA, DO EXÉRCITO E DA FORÇA AÉREA QUE CUMPREM MISSÕES DIVERSIFICADAS AO SERVIÇO E NO INTERESSE DE PORTUGAL, FAZENDO JUS À NOSSA CONDUTA DE SERVIR COM HONRA E TOTAL DEDICAÇÃO, QUANDO E ONDE A NAÇÃO DETERMINA.
AS NOSSAS FORÇAS ARMADAS, DISCIPLINADAS, TREINADAS, PRONTAS E DISCRETAS, SÃO UM DOS PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DO ESPAÇO DE SOBERANIA QUE NOS DEFINE COMO NAÇÃO, CONSTITUINDO UM INILUDÍVEL INDICADOR DE DEMOCRACIA CONSOLIDADA, DE DESENVOLVIMENTO DO PAÍS, E NO AMBIENTE ESTRATÉGICO PREVALECENTE E PREVISÍVEL, UM VECTOR CRUCIAL PARA A PROJECÇÃO INTERNACIONAL DE PORTUGAL.
O GRAU DE CREDIBILIDADE ATRIBUÍDO ÀS FORÇAS ARMADAS, NO PLANO INTERNO E EXTERNO, IRÁ CONTINUAR A SER AVALIADO EM FUNÇÃO DO EMPENHAMENTO, TENACIDADE E SENTIDO DE MISSÃO QUE OS HOMENS E MULHERES QUE SERVEM PORTUGAL NAS FORÇAS ARMADAS MANIFESTAREM NA EXECUÇÃO DAS ACÇÕES QUE LHES SÃO COMETIDAS. RAZÃO PORQUE CONSIDERO FUNDAMENTAL RECONHECER QUE TUDO O QUE SE FAZ NAS FORÇAS ARMADAS É FUNÇÃO DA QUALIDADE E DO VALOR INDIVIDUAL E COLECTIVO DAS PESSOAS QUE NELAS SERVEM E POR ISSO CONSIDERÁ-LAS COMO O ELEMENTO MAIS IMPORTANTE NA VIDA E NO DESEMPENHO DA INSTITUIÇÃO MILITAR, CONSTITUÍNDO O SEU MAIS VALIOSO BEM.
É GRAÇAS AO PATRIOTISMO, ABNEGAÇÃO, PROFISSIONALISMO, DEDICAÇÃO, SENTIDO DE MISSÃO E DE DISCIPLINA POR TODOS CULTIVADO, QUE AS FORÇAS ARMADAS TÊM SABIDO RESPONDER, EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS, COM PRONTIDÃO E EFICIÊNCIA, MERECENDO O APREÇO DE PAÍSES ALIADOS E AMIGOS E O RESPEITO DOS SEUS CONCIDADÃOS.
OS COMPLEXOS DESAFIOS COM QUE, NOS DIAS DE HOJE, TEMOS DE NOS CONFRONTAR NÃO SÃO MAIORES QUE AS VIRTUDES QUE CARACTERIZAM A NOSSA CULTURA INSTITUCIONAL, QUE TODOS OS DIAS PRATICAMOS E APROFUNDAMOS NO ESCRUPULOSO CUMPRIMENTO DAS MISSÕES IMPOSTAS AOS TRÊS RAMOS DAS FORÇAS ARMADAS, QUER NO SEU DESEMPENHO ESPECÍFICO, QUER NA ACÇÃO CONJUNTA OU COMBINADA.
COM UMA INABALÁVEL CONFIANÇA EM TODOS VÓS, ESTOU CONVICTO QUE PROSSEGUIREMOS A NOSSA MISSÃO PATRIÓTICA SEMPRE AO SERVIÇO DE PORTUGAL E DOS PORTUGUESES.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS

LUÍS EVANGELISTA ESTEVES DE ARAÚJO



domingo, 6 de fevereiro de 2011

COM DEVIDA VÉNIA


A FORÇA AÉREA E O ESTADO DO SÍTIO

2/2/11
  Soubemos, por uma notícia da agência “lusa” que o Sr. Ministro da Defesa (MDN) afirmou que a Força Aérea Portuguesa (FA) “está disponível para repatriar todos os portugueses que desejem abandonar o Egipto” e que os “meios da FA estão, evidentemente, como é sua obrigação, empenhados nessa operação de repatriamento” (sublinhados nossos) e, ainda, que a “operação é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros” (MNE) o que não se sabe muito bem o que tal quer dizer, já que o MNE não comanda qualquer força militar.
            Finalmente, que “nunca as FAs faltaram às suas obrigações no que diz respeito a uma das suas missões constitucionais …”.
            O que o Sr. ministro não disse é que as missões estão a ser feitas no fio da espada e que está tudo preso por arames, cada vez mais finos. E não referiu também que não lembraria a nenhum Estado-Maior, deixar partir turistas para uma área de conflito perigoso (para depois os ter que repatriar...), numa demonstração grosseira de falta de informação estratégica e, ou, capacidade de análise e decisão. Já bastaria ter que ir buscar os que lá foram apanhados desprevenidos!
            E está tudo preso por fios (ou “pinças”) porque a desmontagem das capacidades militares efectuada nos últimos 25 anos, tem desmantelado de tudo um pouco e as carências em pessoal, material e financeiras são gritantes. E isto não tem nada a ver com a actual crise económico/financeira de que, aliás, as FAs são completamente alheias.
            No caso em apreço a FA dispõe de seis aeronaves C-130, com cerca de 30 anos de serviço, cada vez mais difíceis de manter e a necessitar modernizações urgentes, e cuja substituição já deveria estar a ser equacionada e processada há meia dúzia de anos. A prontidão é, assim, baixa e um dos aviões destacados para esta operação foi confrontado com uma avaria em Creta.
            Quanto a pessoal a situação ainda é mais crítica, já que a Esquadra só dispõe de quatro tripulações (a média dos últimos 10 anos deve rondar as quatro - ou seja é um problema crónico), quando para uma exploração adequada da frota, devia dispor de 12 (julgo que na FA ainda haverá alguns oficiais capazes de explicar ao Sr. MDN o porquê). A situação é de tal modo crítica que já se chegou ao ponto de ter um Oficial General no Estado-Maior a cumprir missões regulares na esquadra e para se cumprir o actual repatriamento, teve que se ir buscar um ex-comandante de base, a frequentar o curso de promoção a Oficial General, em Pedrouços. E tiveram que o colocar de Falcon. Vejam por quanto ficou a hora de voo…
            E tudo isto porque não mais se parou de menorizar a condição militar, a partir de 1982 (fim do Conselho da Revolução e entrada em vigor da Lei da Defesa Nacional e das FAs), e de se tentar reduzir a Instituição Militar à expressão mais simples, tendendo para “zero”.
            No caso particular dos pilotos (e outras especialidades críticas), a causa principal – além dos “dourados” da farda, já não terem brilho – é a disparidade pornográfica com que o mesmo patrão, isto é o Estado, trata dos seus “servidores” em termos de vencimentos e regalias sociais. No caso vertente focamo-nos nas empresas públicas de transporte aéreo, com destaque para a TAP. É impossível reter pessoal navegante, quando um co-piloto entra na TAP a ganhar o mesmo que o Chefe de Estado-Maior do Ramo, ou quando um comandante na vida civil (a quem nem sequer é exigido uma licenciatura), ganha três vezes mais do que um Coronel (ou mesmo mais), e quando os pilotos de longo curso fazem, em média, um voo, vírgula qualquer coisa (leram bem?) por mês! Isto porque em vez de terem sete tripulações por avião, têm cerca de 12, quando seis já lhes dariam uma vida confortável. Mas mesmo tendo gente a mais (ou aviões e ligações a menos), acabaram de abrir mais um concurso para pilotos que vai levar mais uns quantos oriundos da FA isto, claro, se as vagas não forem todas preenchidas por filhos de funcionários da “casa”, dadas as “tradições monárquicas” de longa data, existentes. Mas quando é preciso ir arriscar a vida e, ou, cumprir missões difíceis e arriscadas vai a FA, pois é sua “obrigação”.
            A FA não tem obrigação, mas sim o dever de cumprir as missões que lhes estão consignadas, e tem-no feito com eficácia, apesar dos constrangimentos apontados. O governo é que tem a obrigação de lhe proporcionar os meios necessários e consentâneos com essas mesmas missões e prover à equidade social dos seus mais fiéis servidores. E pôr na ordem quem exorbita, ou não cumpre o que lhe é devido, ajoelhar constantemente quando o sindicato dos pilotos, vírgula, da TAP, ponto, ameaça fazer greve; ser incapaz de sanear as contas de uma companhia que desde 1974 não dá lucros e que acumulou um passivo de cerca de 2,3 biliões de euros (segundo o relatório e contas de 2009, com tendência para aumentar…) – como é que dizem que a querem privatizar?
           E pagam a um estrangeiro para servir tal empresa mais de duas vezes o vencimento do presidente dos EUA. O que, incrivelmente, ou não, só foi dado conta, há uns dias, pelo directório de um partido da oposição! A TAP está tecnicamente falida e em situação ilegal, pois está com os capitais próprios negativos o que não é permitido pelo código das sociedades comerciais (artº 35).
            Não consta, porém, que toda esta situação incomode qualquer jornalista ou comentador, ou tire o sono a nenhum general ou almirante (já nem vale a pena falar em políticos…).
            No fim disto tudo não se vai resolver coisa nenhuma e o abaixo-assinado é que vai passar por ser o “chato” da fita. Além de ter acabado de ganhar mais uns quantos inimigos.


                                                                                              João José Brandão Ferreira
                                                                                                          TCor/Pilav (Ref.)
                                                                                                          Cmd. Linha Aérea

sábado, 5 de fevereiro de 2011

RECUERDO


A Fundação Gil Eannes celebra hoje o 13.º aniversário do regresso do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo. A comemoração do aniversário começa pelas 21h30 com uma ilustração teatral pelo Centro Dramático de Viana denominada ?Vindos dos Mares do Fim do Mundo?, seguindo-se a palestra ?Bernardo Santareno, entre o Céu e o Inferno? proferida por Vicente Batalha, presidente do Instituto Bernardo Santareno. A finalizar, são abertas as exposições ?Bernardo Santareno pseudónimo e antónimo Martinho do Rosário: vida e obra? e ?A Pesca do Bacalhau: navios bacalhoeiros de Viana do Castelo ? Santa Maria Manuela?. O Navio Gil Eannes foi construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, tendo como missão apoiar a frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova e Gronelândia. Embora a sua principal função fosse prestar assistência hospitalar a pescadores e tripulantes, o Gil Eannes foi também navio capitania, navio correio, navio rebocador e quebra-gelos, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

OS 230

Estou aí , Pá. Desta vez , e por uma vez , concordo inteiramente consigo.

Ser Deputado da Nação (ou República como vocês lhe chamam) hoje em dia tornou-se uma profissão.Estão lá , alguns sempre calados e com faltas, e vão ficando. Outros passam o tempo no estrangeiro , em Países de nome indecifrável , a fazer não se sabe bem o quê.

E ainda arranjam o "biscate" de comentadores das televisões , onde ganham mais uns cobres , para nos virem "ensinar" dizendo o que ouviram nas sessão do dia.

E reduzir para 180 é o mínimo que a Constituição permite, Há que a rever!!!!

FORMAÇÃO



 O Instituto da Defesa Nacional vai realizar o Curso de Gestão Civil de Crises 2011 , decorrendo os três módulos nas seguintes datas: 

módulo 1, “A União Europeia e a Gestão Civil de Crises”, de 28 de Fevereiro a 04 de Março de 2011;

 módulo 2 “As crises e os organismos europeus, interlocutores nacionais e relações com OI e ONG”, de 04 a 08 de Abril de 201

; módulo 3, “O Planeamento de uma operação de gestão de crises”, de 30 de Maio a 03 de Junho de 2011. O objectivo geral do curso é promover o conhecimento aprofundado para uma reflexão mais esclarecida sobre a gestão civil de crises em ambiente multilateral. As candidaturas para a frequência do CGCC 2011 estão abertas no período de 18 de Janeiro a 15 de Fevereiro de 2011 e poderão ser feitas no site do IDN.

Nota: O IDN já não depende do engenheiro




O QUE É ISTO?


Marinha participa na Nauticampo
Embarcações da Marinha do Tejo em Exposição na Marina do Parque das Nações
Marinha participa na Nauticampo <br>
Embarcações da Marinha do Tejo em Exposição na Marina do Parque das NaçõesO stand da MARINHA, A MARINHA DOS PORTUGUESES, na NAUTICAMPO, uma presença, já este fim de semana, dias 4,5 e 6 de Fevereiro.

As embarcações da Marinha do Tejo, estão em Exposição, na Marina do Parque das Nações, durante a Nauticampo 2011.
Fica o convite visite o stand da MARINHA, A MARINHA DOS PORTUGUESES, na NAUTICAMPO, ja este fim de semana, dias 4,5 e 6 de Fevereiro.

E, entretanto, passe pela Marina do Parque das Nacoes e pode ser que consiga dar um passeio, tanto no sabado como no domingo, numa das tres canoas da Marinha do Tejo - "ANA PAULA, "QUIM ZE", "SALVARAM-ME" - que lá estão em exposicão.

D DAY



Rua, Fora , Out
Finalmente

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

LÁ VAI ELE


O ministro da Defesa Nacional, augusto ernesto santos silva, preside, no dia 4 de Fevereiro, a partir das 10h40, à cerimónia solene de despedida do engenheiro Valença Pinto, Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Local:
Anfiteatro General Ivens Ferraz, Instituto de Estudos Superiores Militares, em Pedrouços.


Nota: Uma delegação da CACINE vai espreitar cá fora , para ver se o homem vai mesmo embora e de vez



FORA

It will be tomorrow,

FABULOSO

Depuis plusieurs années, les Constructions Mécaniques de Normandie ont développé une capacité d'ingénierie en matière de furtivité, renforcée par différents partenariats. De ces travaux résultent un nouveau concept de bâtiment, dont la maquette va être présentée pour la première fois au salon IDEX d'Abu Dhabi. Baptisée Combattante 65S, cette corvette, faisant actuellement l'objet d'étude de faisabilité et de pré-développement, mesure 65 mètres de long et présente un design conçu pour répondre à des exigences de furtivité très fortes. Le navire bénéficie notamment des travaux réalisés par les ingénieurs et architectes des CMN, ainsi que des études menées par l'entreprise cherbourgeoise en partenariat avec Ineo Defene pour les structures composites des mâts, Chelton Cobham pour le développement d'antennes HF intégrées dans les ponts et les superstructures, ainsi que Cassidian (ex-EDAS Defense & Security) pour les mâtures intégrées compactes. Dans ce dernier cas, les CMN et Cassidian ont signé à l'occasion du salon Euronaval 2010 un accord portant sur le Cmast. Les travaux actuels visent l'intégration des radars, des intercepteurs de radars et les communications ; l'optimisation des performances des senseurs dans des structures composites sélectives en fréquences, la prise en compte des contraintes physiques d'installation, les études d'accessibilité, ainsi que le développement des outillages nécessaires aux interventions pour des opérations de maintenance préventives et correctives. 

BRAVO ZULU


Concedidos los Premios de Investigación Julián Marías y Miguel Catalán 2010
La Comunidad de Madrid ha concedido los Premios de Investigación Julián Marías y Miguel Catalán 2010 al filólogo Ignacio Bosque y al químico Miguel Ángel Alario en reconocimiento a sus trayectorias profesionales en la investigación humanística y científica, respectivamente. En la categoría de investigación para jóvenes de menos de 40 años, los distinguidos han sido la experta en alimentación Concepción Sánchez-Moreno y el economista Nuno Garoupa. 

El Premio de Investigación Julián Marías a investigadores de menos de 40 años ha distinguido al economista Nuno Garoupa (Lisboa. 1970). Doctor en Economía por la University of York, es desde 2007 catedrático en la University of Illinois Collage of Law, donde ha sido el primer economista europeo contratado por un centro educativo estadounidense de esta especialidad. Con este galardón se reconoce la calidad de sus trabajos y sus aportaciones sobre dos ámbitos de las ciencias sociales como son la Economía y el Derecho.
Nota:O Doutor Nuno Garoupa é filho de um distinto Oficial do Exercito Português e sobrinho de um não menos distinto Oficial da Nossa Armada

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

E VIVA O SOCIALISMO

"O ministro ministra o que entende ministrar e o governo governa como julga que deve governar, mas há ministérios que não se percebem e governanças incompreensíveis. Tudo isto por aquilo que se sabia mas só agora vem confirmado em folha oficial: o Inspetor Francisco José Guerra Tavares, da Inspeção-Geral de Finanças, e que tem desempenhado as funçõ esde director do Departamento Geral de Administração da Secretaria-Geral do MNE, em vez de regressar ao lugar de onde partiu nas Finanças, é nomeado, em comissão de serviço de três anos, Conselheiro Técnico na Embaixada de Portugal em Rabat.


Um inspetor de finanças em Rabat como conselheiro técnico, onde já está um conselheiro económico... Vai fazer o quê? Precisa a embaixada em Rabat de um "conselheiro técnico" sem especificação em que técnica, quando a REPER (Bruxelas) ou mesmo Madrid disso está tão carecida?"


Nota: "In Notas Verbais"


Por despacho do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de
24 de Janeiro de 2011

GROUNDHOG DAY

Quando a candelária chora o Inverno vai embora

Quando a candelária rir o Verão não está pra vir

GROUNDHOG DAY  2 de Fevereiro

ALELUIA


Mensagem de despedida 

       
         DENTRO DE DIAS E DE ACORDO COM O LEGALMENTE PRECEITUADO, CESSAREI O EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES DE CHEFE DO ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS.
         É NESSA CIRCUNSTÂNCIA QUE ME DIRIJO AOS MILITARES, MILITARIZADOS E FUNCIONÁRIOS CIVIS DAS FORÇAS ARMADAS, NAS SITUAÇÕES DE ACTIVO, RESERVA E REFORMA, BEM COMO AOS DEFICIENTES DAS FORÇAS ARMADAS.
         A TODOS PRETENDO TESTEMUNHAR O MEU MUITO RECONHECIMENTO E APREÇO. A TODOS QUERO DEIXAR O SINAL DA MINHA CAMARADAGEM DE ARMAS, O MEU ESTÍMULO E A MINHA ABSOLUTA CONFIANÇA NO FUTURO DA NOSSA INSTITUIÇÃO.
         AO MESMO TEMPO DECLARO ORGULHO E SENTIMENTO DE DEVER CUMPRIDO, PERANTE O QUE AS FORÇAS ARMADAS HOJE SÃO E VALEM PARA PORTUGAL E QUE ENTENDO AVALIÁVEL POR SETE PARÂMETROS ESSENCIAIS.
         EM PRIMEIRO LUGAR A CONVICÇÃO E A PERSISTÊNCIA NUM MUITO GENERALIZADO CULTO DOS VALORES E PRINCÍPIOS QUE, NÃO NOS SENDO EXCLUSIVOS, NOS SÃO PRÓPRIOS E MUITO CAROS.
EM SEGUNDO LUGAR OS DESEMPENHOS ABSOLUTAMENTE EXCEPCIONAIS EM TODAS AS MISSÕES DE ÂMBITO EXTERNO E INTERNO A QUE AS FORÇAS ARMADAS TÊM SIDO CHAMADAS, QUASE SEMPRE EM SITUAÇÕES DE RISCO, DIFÍCEIS E LIGADAS A EMERGÊNCIAS. DESEMPENHOS DE QUE TEM DECORRIDO PARA VÁRIAS REGIÕES DE CONFLITO OS RESULTADOS SABIDOS E RECONHECIDOS DE MAIS PAZ, MAIS SEGURANÇA, MAIS RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS E MAIS DESENVOLVIMENTO SOCIAL E, PARA PORTUGAL, MAIOR AFIRMAÇÃO, MAIOR CREDIBILIDADE, MAIOR SOBERANIA E MELHOR SALVAGUARDA DAS PESSOAS, VIDAS E BENS DOS PORTUGUESES.
         EM TERCEIRO LUGAR UMAS FORÇAS ARMADAS ORGANIZADAS DE MODO MUITO MAIS CONFORME ÀS REALIDADES DA CONJUNTURA GEOPOLÍTICA, ESTRATÉGICA E ECONÓMICA, E POR ISSO COM UM MODELO MODERNO, TENDENCIALMENTE CONVERGENTE COM O DOS NOSSOS CONGÉNERES EUROPEUS. UMAS FORÇAS ARMADAS QUE ASSIM ESTÃO INTEIRAMENTE PREPARADAS PARA O IMPERATIVO DE CRESCENTE APROFUNDAMENTO DAS DIMENSÕES DE INTEGRAÇÃO, PARTILHA E RACIONALIDADE DOS SEUS DIFERENTES COMPONENTES.
         EM QUARTO LUGAR UMAS FORÇAS ARMADAS EM QUE, MAU GRADO DIFICULDADES E RESTRIÇÕES, NÃO FORAM INTERROMPIDAS PERSPECTIVAS FUNDAMENTAIS NOS DOMÍNIOS DA QUALIFICAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS, DO REEQUIPAMENTO E DA REQUALIFICAÇÃO DAS INFRAESTRUTURAS.
         EM QUINTO LUGAR UMAS FORÇAS ARMADAS A QUE, NO CONJUNTO DAS NAÇÕES, CORRESPONDE UMA VOZ ESCUTADA, AUTORIZADA E RESPEITADA NAS MAIS ALTAS SEDES MILITARES DA NATO E DA UNIÃO EUROPEIA E QUE, COM UMA EXPRESSÃO SEM PRECEDENTE OU SEMELHANÇA COM O PASSADO, DETÊM NESSAS ORGANIZAÇÕES UM CONJUNTO DE CARGOS DE COMANDO, DIRECÇÃO E ESTADO MAIOR DE MUITO DESTACADAS RESPONSABILIDADES E RELEVÂNCIA.
EM SEXTO LUGAR UMAS FORÇAS ARMADAS VERDADEIRAMENTE COSMOPOLITAS E MUNDIVIDENTES, INTERNACIONALMENTE ABERTAS E EXPOSTAS COMO POUCAS OUTRAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE PORTUGUESA CONTEMPORÂNEA, E COM OS EXCELENTES RESULTADOS CONHECIDOS.
         EM SÉTIMO, MAS CIMEIRO LUGAR, UMAS FORÇAS ARMADAS QUE SE REVÊEM NO PAÍS E NOS CIDADÃOS DE QUEM SÃO E QUE SERVEM E EM QUE O PAÍS E OS CIDADÃOS SE REVÊEM COM CONFIANÇA.
         ESTA É A REALIDADE DE HOJE, UMA REALIDADE QUE SE ALICERÇA NO NOSSO PERCURSO DE NOVE SÉCULOS, UMA REALIDADE COERENTE COM O CARÁCTER INSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS, TRADUZIDO NA CONSTÂNCIA E NA INTEMPORALIDADE DA SUA RAZÃO DE SER, SERVIR PORTUGAL E OS PORTUGUESES.
         ... UMA LINHA DE CONTINUIDADE QUE DEVEMOS OBSERVAR E HONRAR.
         TERMINO A CARREIRA MILITAR ACTIVA AO FIM DE MAIS DE QUARENTA E SETE ANOS DE CONTÍNUO SERVIÇO EM MUITO DIVERSIFICADAS ÉPOCAS, CIRCUNSTÂNCIAS, SITUAÇÕES E MISSÕES.
         SEMPRE ENTENDI QUE, PELO CARÁCTER ESSENCIAL E PATRIÓTICO DA SUA MISSÃO, AS FORÇAS ARMADAS NUNCA DEVEM SERVIÇOS OU GRATIDÕES A NENHUM PORTUGUÊS. MILITAR OU CIVIL.
POR MIM DEVO MUITO ÀS FORÇAS ARMADAS. PARA SER SIMPLES, DEVO UMA FELIZ E MUITO ENRIQUECEDORA E INTENSA VIDA PROFISSIONAL. O QUE NADA TEM QUE VER COM POSTOS E FUNÇÕES E TUDO TEM QUE VER COM A OPORTUNIDADE PARA PROCURAR SERVIR DE MODO ÚTIL O MEU PAÍS.
UMA VIDA DE QUE ME FICAM MUITOS E MUITOS AMIGOS. E A RECORDAÇÃO DE UM SEM NÚMERO DE CAMARADAS.
         DEIXO O SERVIÇO ACTIVO NAS FORÇAS ARMADAS COMO SEMPRE NELE PRETENDI ESTAR E ME SENTI. REMETIDO À MINHA CONDIÇÃO DE PORTUGUÊS, DE CIDADÃO E DE SOLDADO. QUE CONTINUAREI SEMPRE A SER. COM MUITO ORGULHO. COM UMA ILIMITADA HONRA.
         DESEJO AO MEU SUCESSOR OS MAIORES ÊXITOS INSTITUCIONAIS. PORTUGAL E AS FORÇAS ARMADAS MERECEM-NOS E NÃO OS PODEM DISPENSAR.
         CONHECENDO A REALIDADE, A GENTE E OS SABERES QUE EXISTEM NAS FORÇAS ARMADAS TENHO ESSES ÊXITOS COMO CERTOS. SABEREI OBSERVÁ-LOS À DISTÂNCIA. COM O RESPEITO E A CONFIANÇA DEVIDOS AOS CHEFES MILITARES.


LUÍS VALENÇA PINTO
GENERAL


POIS


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ULTIMO CARTUCHO

 Realiza-se amanhã 2 de Fevereiro, pelas 10h00, 2 dias antes do engº CEMGFA dar o fora , a Conferência A NATO no Pós-Lisboa, na Sala do Senado da Assembleia da República. O evento terá como oradores o Supreme Allied Commander Europe  (SACEUR), Almirante James G. Stavridis, o Presidente da Assembleia Parlamentar da NATO, Karl Lammers, e o  Engº Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas General Valença Pinto. 





VAI LONGE