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quarta-feira, 31 de março de 2010

A GREVE


Será que para o ano se quererão equiparar a Doutor?
E , no próximo a Professor Doutor?

BOA PASCOA

Uma Santa Pascoa para todos os Amigos , que são bons , da CACINE , é o que esta guarnição vos deseja , aqui das águas profundas do sul.

domingo, 28 de março de 2010

ODE À PATRIA

Há mais vida do que o PEC

PASCOA

Vamos navegar , lentamente , para sul , com regime de "radio silence smooth" .

Vamos ver só mar, pois a terra , pelo menos por aqui , está mesmo muito barracenta.

Que tristeza.

Nos dias Santos faremos o recolhimento de quem acredita , e acreditem que é bom Acreditar

sábado, 27 de março de 2010

ERA UMA VEZ

Com venia do Publico de 27 Março

Acreditam que localizaram uma vala comum, nas margens verdes do rio Corubal, que guarda há 41 anos os ossos de militares portugueses ali naufragados durante a guerra colonial, e é atrás dessa pista que três jipes deixam a capital da Guiné-Bissau. Esperam todos que a viagem marque a descoberta daqueles que ficaram tantos anos para trás.

Quase quatro horas de caminho, de Bissau a Gabú, a antiga Nova Lamego, por uma estrada de alcatrão e um calor seco, forte. Pela berma, sucedem-se campos de arroz, plantações de caju, vacas, burros anões a puxar carroças, sacos de carvão à venda, tijolos de barro a secar ao sol, feixes de lenha, mesquitas, termiteiras com as suas pirâmides de terra gigantes, uma paisagem plana sem fim, seca e arborizada, povoações tradicionais com cubatas, as casas redondas feitas de paredes de terra e telhados de colmo, mulheres a caminhar pela estrada com o que calha à cabeça ou a bombear água dos poços, homens que conversam à sombra de árvores, crianças que brincam, gente que se move em bicicletas ou nos toca-toca, as carrinhas azuis e amarelas de transporte colectivo onde não cabe nem mais um alfinete, pequenas lareiras na rua ao entardecer. E sucedem-se cidades, como Bafatá, a terra natal de Amílcar Cabral, com dois monumentos ao líder histórico da Guiné e a casa de pedra onde nasceu, na parte mais portuguesa, abandonada e a convidar qualquer um a entrar pelas portas degradadas. Entremos por instantes. As paredes claras, despidas por completo e que noutras circunstâncias albergariam um museu, abrigam um intruso que se refugiou num colchão estendido no chão; e através daquelas portadas altas entrevê-se o largo onde um Amílcar Cabral terá brincado em criança.

Como será o Corubal agora, rio trágico para os portugueses?

Testemunho local

Uma tarde inteira nisto e Gabú, uma das principais cidades da Guiné, a cerca de 200 quilómetros de Bissau, surge ao entardecer aos viajantes, corpos moídos pelo calor. Tem aquele caos africano. Ruas esburacadas, lixo amontoado em qualquer canto ou mesmo no meio das estradas, barracas onde se vende todo o tipo de produtos, de relógios a sabão, laranjas ou amendoins. "Aqui vende-se bibida fresca e sumu", escreveram numa parede. Mulheres que percorrem as ruas, cada uma exibindo um vestido mais colorido do que a outra; e na antiga estação portuguesa dos correios, já sem todas as letras da sigla CTT, vislumbram-se os traços de um passado, 36 anos após a saída de Portugal da Guiné. Luz eléctrica, só nos sítios com gerador próprio e o resto é uma cidade às escuras, iluminada só pelo luar, tal como a capital.

Mussa Djaló, da etnia fula, vive aqui. Amanhã ele vai juntar-se aos viajantes portugueses, numa missão da Liga dos Combatentes, chefiada pelo major-general Fernando Aguda e acompanhada pela equipa de antropólogos forenses de Eugénia Cunha, da Universidade de Coimbra e colaboradora do Instituto Nacional de Medicina Legal. A partida para a última etapa da viagem, 40 quilómetros de Gabú a Cheche, a aldeia mais próxima do local do naufrágio, faz-se bem cedo, ainda o dia não clareou.

Terá chegado o momento ansiado por muitos, quer militares que estiveram em África, quer familiares dos que morreram? Estarão certas as pistas para a localização da vala comum e os restos mortais repousam realmente no local previamente identificado? Ajudará a missão, a primeira a procurar os mortos de Cheche, a sarar mágoas antigas ou acicatará os críticos destas missões?

De cabeça toda rapada, Mussa Djaló mantém o ar franzino aos 60 e tal anos. Na guerra colonial, integrou as Forças Armadas portuguesas: pertencia à companhia de Caçadores 5, em Nova Lamego, que tinha pelotões perto de Cheche, em Canjadude. Era aqui que estava destacado quando diz que viu o que viu nas margens do Corubal, fez em Fevereiro 41 anos.

Naquele dia caçava na floresta, entre Canjadude e a margem norte (ou direita) do rio. Cheche fica do lado de lá, logo atrás da vegetação. "Vim caçar para comer. Búfalo, antílope, gazela...", diz num português que, com esforço, se compreende. "Já tinha ouvido falar do acidente."

O desastre de Cheche

O acidente, dez dias a duas semanas antes dos eventos que Mussa Djaló iria testemunhar, é dos episódios mais marcantes do lado português da guerra colonial na Guiné.

O então brigadeiro António de Spínola, chegado à Guiné em 1968 como novo governador e comandante-chefe, decidiu avançar na estratégia de retirar as tropas do Leste do país, pouco povoado e, no seu entender, com pouco para defender. Para a retirada do quartel de Madina do Boé, uma tabanca, ou aldeia, com pouco mais de meia dúzia de cubatas, perto da fronteira com a Guiné-Conacri e constantemente sob ataque do PAIGC de Amílcar Cabral, foi desencadeada a operação "Mabecos Bravios" (cães selvagens).

Era a companhia de Caçadores 1790 que estava em retirada de Madina do Boé, e homens de outras companhias tinham vindo em apoio desta grande operação. Tropas, viaturas e todo o material de guerra percorreram os 22 quilómetros da picada entre Madina do Boé e Cheche, já na margem do rio.

Chegados ali, começaram a transpor os 200 metros de uma margem à outra em duas jangadas, na tarde de 5 de Fevereiro de 1969. Fizeram-no vezes sem conta, passando 28 viaturas pesadas, mais 100 toneladas de munições e equipamentos, três auto-metralhadoras Daimler e cerca de 500 homens. Ao início da manhã de 6 de Fevereiro, só restava na margem sul um grupo de homens: dois pelotões da companhia de apoio 2405, outros dois da que estava em retirada. Seriam 100 a 120 homens.

Entraram todos na mesma jangada, que passou a levar o dobro da sua capacidade de segurança. A meio do rio, a jangada adornou para um lado e atirou vários homens à água, balançou para o outro e cuspiu outros tantos. Carregados com a espingarda, a cartucheira à cintura, as botas, muitos afundaram-se como pregos no rio, pacífico na estação seca, de Novembro a Maio. Sem gritos, sem esbracejares. Naquele momento, a dimensão do acidente passou despercebida.

Só quando a jangada chegou à outra margem se percebeu a tragédia. Faltavam cerca de 50 homens (quase todos da metrópole). Este acontecimento ficou conhecido como o desastre de Cheche.

Quando a coluna em retirada tinha alcançado Cheche, antes da travessia do rio, os homens da companhia 1790 devem ter sentido alívio. Tinham aguentado 13 meses debaixo de fogo dos independentistas do PAIGC, que se escondia nas colinas em redor de Madina do Boé, e todos tinham escapado com vida. No fim dos 22 quilómetros de estrada de terra, que nos dias actuais, pedregosa, aos solavancos, consome hora e meia de viagem, Cheche significava o adeus a um pesadelo. Na época das chuvas, a estrada ficava intransitável, pelo que só de avião podia abastecer-se o quartel, agora pouco mais do que umas paredes em ruína.

Ainda hoje na aldeia de Cheche as casas são quase todas tradicionais e habitadas por famílias alargadas e não falta um campo de futebol, que se resume às balizas de paus num descampado. Entre os 300 habitantes, da etnia fula, encontram-se alguns que se viram no meio dos acontecimentos de 6 de Fevereiro de 1969. Alfa Umaro Djaló, muçulmano com três mulheres, nove filhos, seis netos, era soldado do Exército português em Madina do Boé. Na retirada, ia à frente a picar o terreno, não fosse haver minas, e na travessia do Corubal seguia na última jangada. Caiu à água. "Isso não vai apagar-se da memória. Morreram cinco africanos." Quando se senta com os filhos e os netos à noite, às vezes falam daquele momento: "Os netos reclamam por que não fui a Lisboa buscar os meus direitos. Não temos meios para ir." Os direitos ambicionados são uma pensão por ter combatido por Portugal.

Também Mamadu Bari, outro habitante de Cheche, conta como enfrentou o Corubal naquele dia. Tal como Alfa Umaro Djaló, foi atirado ao rio. "Faltou pouco para morrer. Despi a roupa e nadei." Ironia da vida: tornou-se depois jangadeiro de profissão na travessia do Corubal, mas há cerca de uma década, como atestam os calos, que vive do cultivo de arroz e milho.

Cerca de duas semanas depois do acidente, fuzileiros e mergulhadores da Marinha organizaram uma operação de recolha dos corpos, já em estado avançado de decomposição. Muitos tinham desaparecido. Na série de documentários A Guerra - Colonial, do Ultramar, de Libertação, de Joaquim Furtado, podem ver-se imagens aéreas de alguns corpos a boiar, recolhidas pelo então tenente (agora general) José Nico, piloto da Força Aérea. Joaquim Furtado relata que os corpos recuperados foram sepultados nas margens do rio, com as honras militares próprias. Antes, o jornalista mostrou imagens dos sobreviventes na jangada, também recolhidas por José Nico, e alguns dos companheiros nas margens a tentar ajudá-los.

Aquela jangada, um estrado de madeira assente em canoas e bidões de gasóleo vazios, era puxada por um pequeno barco com motor fora de borda. E agora, como se fará a travessia?

No dia em que Mussa Djaló caçava, a sede conduziu-o até ao Corubal e foi então que se deparou com a operação de recolha dos corpos. "Eu vi e não disse nada." O que diz ter visto foi um buraco perto da margem norte e um helicóptero a transportar os corpos até um descampado.

Há uns meses, Mussa Djaló e a Liga dos Combatentes cruzaram-se em Gabú. Mal souberam que a Liga andava no terreno, a palavra foi passada entre os antigos soldados guineenses das Forças Armadas portuguesas, que têm uma associação na Guiné. Eles aparecem e prestam informações, que podem ajudar a localizar os restos mortais de militares portugueses espalhados pela Guiné, para identificação e concentração no cemitério de Bissau (nas quatro intervenções anteriores, iniciadas em 2008, exumaram-se 50 combatentes da metrópole, nove dos quais foram trasladados para Portugal por vontade das famílias). Em Novembro do ano passado, Mussa Djaló levou o general Fernando Aguda, vice-presidente da Liga, e os tenentes-coronéis Álvaro Diogo e Carlos Correia, da mesma instituição, até ao local onde afirma ter visto a vala em Fevereiro de 1969.

Com eles ia o geofísico Hélder Tareco, da Universidade de Aveiro, que entrou em acção com a sua máquina de prospecção do subsolo. Precisamente no sítio indicado por Mussa Djaló, o geo-radar de Hélder Tareco sugeria uma diferença de densidade no solo, compatível com terra remexida e a presença de ossos. Portanto, os testemunhos locais e a prospecção geofísica coincidiam: ali deveriam estar sepultados alguns dos náufragos do desastre de Cheche. As coordenadas geográficas referidas num relatório da Marinha, consultado pela Liga, apontavam igualmente para aquela zona.

Quatro décadas depois, continua a existir uma jangada em frente a Cheche. É agora moderna, tem motor próprio e serve para a travessia de carros apenas. O resto, pessoas, bicicletas, motas, vai de piroga, e há várias. Imperturbável, o Corubal é tranquilo nesta época do ano, a mesma do acidente, e a água, um tanto esverdeada, é ladeada por margens íngremes cobertas por árvores e vegetação densa. Ao sítio da travessia, com Cheche do lado de lá, chega-se por uma estrada larga, depois de uma sucessão de tabancas na berma de um caminho de terra, ponto de encontro de quem está à pesca, de quem lava a roupa e a estende no chão, de quem toma banho ou de quem simplesmente passa por ali.

Agulha na floresta

O momento da verdade aproxima-se. Ainda mais cinco minutos num barco a motor ao correr da margem direita, a subida a pique por uma escada de bambu construída para a missão, uma pequena caminhada através da vegetação, e eis que se chega ao local, finalmente.

Encontra-se mesmo em cima da margem do rio, que corre seis metros abaixo, e ficou delimitado por fios no chão na missão de reconhecimento da Liga em Novembro. As árvores deixam-no à sombra. O silêncio seria absoluto, se as aves não chilreassem ao longe e os recém-chegados não viessem para uma actividade ruidosa. Descalço, Mussa Djaló, de faca à cintura, camisola branca de alças, começa a cavar, com um grupo de guineenses seus conhecidos contratados para este trabalho.

"Mais um Inverno e não havia hipóteses", diz Fernando Aguda, que temia que as chuvadas levassem mais um bocado da margem, derrubando a vala lá para baixo. "Eles têm a certeza que é aqui!", lembra Carlos Correia. "Ainda bem, para me animarem", comenta Eugénia Cunha.

Os guineenses cavam à vez, ora atirando-se à terra dura com uma enxada, ora atirando-a lá para baixo às pazadas. A cova que vai surgindo a pulso é o centro das atenções. Há quem se sente à sua roda no chão e vá trocando impressões, à espera de que, removidas as camadas superficiais, os antropólogos entrem em acção.

"Os marinheiros é que abriram o buraco. Os corpos foram todos [embrulhados] numa grande lona", lembra Mussa Djaló, que amontoa folhas secas no chão, simbolizando os corpos. "Esta terra é do buraco", e aponta para um monte antigo ao lado. "Pode não ser fácil distinguir as raízes dos ossos", vai dizendo Eugénia Cunha. "Tem crocodilo aqui?", quer ela saber a certa altura. "Tem."

Entre quem cava, relembram-se histórias paralelas ao desastre. Galé Djaló, de Cheche, também antigo soldado português em Canjadude, conta o que encontrou mais tarde: "Quando brincávamos na água, vimos as armas no fundo do rio. Entreguei-as à polícia."

Como numa cirurgia

Volta e meia, param de cavar e os antropólogos entram na cova, de colherim e pincel na mão. Raspadela aqui, outra ali, discutem se a coloração da terra é compatível com uma vala antiga, se há alterações de densidade ou como aqueles carvões que acabaram de encontrar são sinal de solo remexido...

"Isto é como as cirurgias: é preciso abrir para ver o que está lá", diz Sónia Codinha, também antropóloga forense. "Não sei como podem ter a certeza ao fim de tantos anos", questiona-se Gonçalo Carnim, outro antropólogo, que também pega na enxada.

Mas Mussa Djaló insiste. É ali, afinal ele conhece a geografia da floresta, onde hoje vai fazer os seus cultivos, tal como um citadino conhece os recantos da cidade onde vive há anos.

Algumas horas nisto, já o buraco vai nos 90 centímetros de profundidade, e nada. "O Hélder dizia que se via bem lá na maquineta", recorda outra antropóloga, Teresa Ferreira. "O geo-radar pode enganar-se assim tanto? Não parecia, mas...", interroga-se Eugénia Cunha.

"Cheira mal", informa a certa altura, de dentro do buraco, Sónia Codinha. "Cheirar mal é bom sinal?", indaga Fernando Aguda. "Sim", responde-lhe Eugénia Cunha.

"Senhor Mussa, isto é muito duro! Não será antes aqui?" Sónia Codinha aponta então para o tal monte de terra antigo. Nesse monte, começam a abrir outro buraco. Todos estão cientes de que a memória é fluida depois de 41 anos, que, nesses tempos, a precisão das coordenadas geográficas não era bem como agora, na era do GPS, e que basta cavar uns metros ao lado para não encontrar nada.

"A antropologia tem destas surpresas", comenta Gonçalo Carnim. "Um resultado negativo é um resultado", diz Eugénia Cunha.

A esperança de dar com a vala é adiada para o dia seguinte, o último das escavações. Logo pela manhã, Eugénia Cunha quer inspeccionar a margem do rio lá de baixo, no barco. Pode ter-se dado o caso de a vala ter desmoronado e restarem vestígios disso na encosta. Gonçalo Carnim procura-os empoleirado na margem quase a pique. "O solo é todo profundo. Se havia aqui qualquer coisa, já foi", grita lá de cima.

Nada na encosta, portanto. E continua a cavar-se. Na parte mais funda, o primeiro buraco tem 1,8 metros. Abrem-se à volta vários buracos mais pequenos. Tudo em vão.

O que detectou afinal o geo-radar? Apanhou uma grande densidade de raízes, algumas com o calibre de ossos. "Este local tinha sempre de ser prospectado. Há um resultado negativo, mas agora temos a certeza que neste local não há nada", remata Eugénia Cunha.

As dúvidas mantêm-se. A vala está por ali? Ou já foi rio abaixo, por anos de erosão das margens? Ao lado do chão esburacado, Fernando Aguda dá a operação por terminada e, em jeito de tributo, diz: "Esta parte da missão cumpriu-se com o sucesso do rio. Desta vez, não nos foi possível combatê-lo. Ao Corubal, uma reverência."

POIS....

sexta-feira, 26 de março de 2010

100 ANOS

6 de Abril , comemoração centenário.

Um grande Português e um Homem de bem

JOBS FOR THE BOYS

O PS no seu melhor

quinta-feira, 25 de março de 2010

NÃO ENTENDI

Nenhum dos putativos candidatos a líder do PSD, com o devido respeito , se compara a esta Senhora.
Em tudo , digo eu.
E não é preciso ser bruxo , porque a Senhora disse tudo durante este seu curto consulado, e tudo aconteceu.
Excepto o erro clamoroso de não colocar Passos Coelho nas listas .....Pagar-se-á caro.
O pessoal do PSD aqui da CACINE está macambuzio,,,,,

SE FUÉ

E lá se vai o homem embora , cheio de massa e de vento.

Não fica nada bem no rol das exportações portuguesas

quarta-feira, 24 de março de 2010

ALGUMA COISINHA

Será que se deve demitir só da " Liga dos Clubes"?
Os seus Munícipes poderão confiar nele?

UNUSUAL

terça-feira, 23 de março de 2010

AINDA LÁ ESTÁ

O cavalheiro hoje falou e , imaginem , fez um apelo!!!!!

É claro que o País parou para o ouvir e seguir o seu douto e imparcial conselho e a sua sempre oportuna e sábia opinião

SIM ACREDITO

Claro que acredito que os pilotos da TAP recuaram por considerarem os altos interesses nacionais , por terem pena das pessoas que não podiam passar a Páscoa fora , pelos turistas que ajudariam a Madeira e ...por terem lido aqui na CACINE que eram uns...
Claro que acredito que o governo não cedeu em nada e que vai disso dar conta aos Portugueses

COISAS BOAS

A Associação de Comandos tem o prazer de convidar Vª. Exª. para o lançamento da obra:
 
"GUINEENSE, COMANDO, PORTUGUÊS"
1º volume

Comandos Africanos 1964-1974


de Amadú Bailo Djaló, qque se realizará nas "Caves Manuelinas", do Museu Militar, no dia 15 de Abril, pelas 18H00.
A obra será apresentada pelo Dr. Nuno Rogeiro e pelo Coronel Manuel bernardo, sendo também interveniente no acto o Coronel "Comando" Raúl Folques.
Museu Militar
Rua Museu da Artilharia - Lisboa

NAVEGAR É PRECISO

Para "eles" , NÓS , os militares , quase só servimos de chauffeur.

Todo o gato que se desloca quer ir no avião militar.

Porque não alugam um ao Hipólito Pires , em Tires?

segunda-feira, 22 de março de 2010

PEC

Nós , Portugal

POIS

Em Julho de 1995, durante a guerra da Bósnia, as forças sérvias bósnias surpreenderam e dominaram as forças holandesas da missão da NATO que estavam mobilizadas naquele enclave: mais de 7000 homens e rapazes muçulmanos foram mortos. Foi o maior assassínio em massa na Europa desde a Segunda Guerra e traumatizou os holandeses, para os quais o tema continua a ser sensível.

Numa audiência no Congresso sobre o fim nos EUA da política Dont’t Ask, Don’t Tell (de acordo com a qual os homossexuais poderiam ser militares se não revelassem a sua orientação sexual), o general John Sheehan, antigo comandante supremo da NATO, defendeu que houve um esforço dos europeus para “integrar” as suas forças militares, permitindo, por exemplo, que nelas servissem homossexuais. Isso, sustentou, “conduziu a uma força mal preparada para a guerra”. E continuou: “O caso a que me refiro é aquele em que os holandeses foram chamados a defender Srebrenica contra os sérvios. O batalhão estava sob pressão, tinha uma liderança pobre, e os sérvios chegaram, amarraram os soldados aos postes de telefone, marcharam até aos muçulmanos e executaram-nos”.

Depois destas primeiras declarações do general, o presidente do comité das Forças Armadas do Senado, Carl Levin, perguntou-lhe: “Mas os líderes holandeses disseram-lhe que isso aconteceu porque havia ali soldados gays?” “Sim, disseram. Incluíram isso como parte do problema”, respondeu Sheehan.

“As declarações são um ultraje, são erradas e para lá de desprezíveis”, afirmou o primeiro-ministro Balkenende. O Ministério da Defesa holandês já tinha descrito as palavras de Sheehan como “absolutamente sem sentido” e afirmou que os soldados homossexuais holandeses cooperam frequentemente com o Exército dos EUA e com a Aliança Atlântica em missões no Afeganistão. Para o chefe da diplomacia, Maxime Verhagen, relacionar Srebrenica com a existência de soldados homossexuais “é a opinião privada bizarra de alguém sem funções públicas”.

Os sindicatos militares também reagiram, assim como os grupos de militares gays.

Na Holanda, o massacre de Srebrenica levou à abertura de uma investigação que se prolongou por seis anos e terminou em 2002 com a queda do Governo.


domingo, 21 de março de 2010

PEC

Amanhã ,3ª feira , dia 23 , pela tarde , não se incomodem a procurar este cavalheiro.

Estará na Comissão Parlamentar de Defesa a explicar os cortes de $$$$$ nas Forças Armadas , provenientes do PEC.

Não sei se explicará também o que fizeram ao património militar que foi vendido

Anda tudo a brincar com a malta. Estamos abaixo de Guarda-Freio, com o devido respeito.Ao menos ele pode fazer greve , faltar no dia do aniversário e tem os remédios completamente à borla.

ALGUÉM CUMPRE?

O Hospital da Luz exigiu 2000€ a uma pessoa para ser internada de urgência!

Foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:
Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Nota: E o "pessoal" quer lá saber da lei 

ILS SONT LÁ

Não esquecer avisar os Drs Judice e Cadilhe , para eles avaliarem estes estupidos dos Franceses, que compram isto para quê?

quinta-feira, 18 de março de 2010

PARTIU

António Nobre morreu na Figueira da Foz faz hoje 110 anos.

A minha mãe, ao meu Pai

Aquele que partiu no brigue Boa Nova
E na barca Oliveira, anos depois, voltou;
Aquele santo (que é velhinho e lá corcova)
Uma vez, uma vez, linda menina amou:
Tempos depois, por uma certa lua-nova,
Nasci eu... O velhinho ainda cá ficou,
Mas ela disse: – «Vou, ali adiante, à Cova,
António, e volto já...» E ainda não voltou!
António é vosso. Tomai lá a vossa obra!
«Só» é o poeta-nato, a lua, o santo, o cobra!
Trouxe-o dum ventre: não fiz mais do que o escrever...
Lede-o e vereis surgir do Poente as idas mágoas,
Como quem vê o Sol sumir-se, pelas águas,
E sobe aos alcantis para o tornar a ver!

COISAS BOAS

Farol da Ponta da Barca comemora 80 anos

A Marinha Portuguesa assinala domingo os 80 anos de funcionamento do Farol da Ponta da Barca, na Graciosa, que possui a torre mais alta entre todos os faróis existentes no arquipélago dos Açores.

O Farol da Ponta da Barca, situado na costa noroeste da Graciosa, é constituído por um edifício simétrico de um só piso, de onde se eleva uma torre cilíndrica central com 23 metros de altura.

A sua localização, a que se deve acrescentar a altura da falésia onde se encontra, coloca a sua luz a 71 metros acima do nível médio do mar, sendo visível a 20 milhas náuticas (cerca de 37 quilómetros).

Este farol, apesar de estar incluído no Plano Geral de Balizagem de 1883 e de a sua localização ter sido aprovada em 1902, apenas foi inaugurado a 1 de Fevereiro de 1930.

O seu equipamento de relojoaria, a óptica e a lanterna foram adquiridos em França, envolvendo um investimento de cerca de 72 mil escudos (cerca de 362 euros).

O Farol da Ponta da Barca foi electrificado em 1958 com a instalação de dois grupos heterogéneos e, a partir de 1999, passou a ser abastecido com energia eléctrica da rede pública e foi também automatizado.

O programa das comemorações dos 80 anos de funcionamento deste farol inclui, além da cerimónia oficial, passeios de bicicleta, a cavalo e de moto pelos faróis e farolins existentes na Graciosa.

Nesta ilha do Grupo Central dos Açores, além do Farol da Ponta da Barca, existe o Farol do Carapacho e os farolins do Porto da Praia e da Calheta.

O Farol da Ponta da Barca estará disponível para visitas escolares entre 24 de Março e 24 de Abril, podendo ser visitado pelo público a 27 e 28 de Abril.

por: Luís Costa

POIS....



Consulado São Paulo penhorado
MNE a dever não é coxo!
"Por não respeitar a legislação brasileira sobre segurança social, o consulado-geral em São Paulo, com a natural conivência das Necessidades, vem perdendo sucessivos processos junto dos tribunais locais. E de nada lhe vale a suposta extra-territorialidade, já que o Brasil entende ser soberano em questões sociais e laborais.

Acontece que os trabalhadores do consulado processam, os tribunais aceitam, julgam, condenam e, para a execução das sentenças, penhoram a conta bancária do consulado...

Nas circunstâncas da última sentença só havia 130.000 reais na dita conta consular, quando o valor da ação é de 700.000 reais (o MNE a dever não é coxo!), daí que o juiz tenha acatado o pedido de penhora dos dois veículos do consulado-geral (ou especial?) em São Paulo.

Claro que, se o consulado não pagar o valor da ação, lá se vão os 130.000 reais mais os dois carros (um dos quais blindado pois os bandoleiros brasileiros são doidinhos por cônsules portugueses, de modo que há que ter cuidado)."

Mas haverá que penhorar mais coisas (as pratas?), pois ainda se não chegou ao valor total."

quarta-feira, 17 de março de 2010

GAFFEUR TERRIBLE

HOJE

         Projecto de Lei n30/XI – Altera a lei da Nacionalidade, estendendo a nacionalidade portuguesa originária aos netos de portugueses
·         Projecto de Lei nº77/XI – Apoio ao Associativismo Português no estrangeiro
·         Projecto de Lei nº 78/XI – Apoio à Comunicação Social em Língua Portuguesa no estrangeiro
·         Projecto de Resolução nº 21/XI – Sobre a problemática da mulher emigrante
·         Projecto de Resolução nº22/XI – Acompanhamento dos Fluxos Migratórios portugueses para o estrangeiro

terça-feira, 16 de março de 2010

FÁTIMA

Visita do Papa
Secretário de Estado do Vaticano preside à Eucaristia em Fátima
O Secretário de Estado do Vaticano preside à Eucaristia de 12 de Maio, à noite, em Fátima. Papa preside ao Rosário e procissão de velas
Tarcísio Bertone já esteve em Fátima anteriormente. Foi ele que presidiu, como enviado do Santo Padre à dedicação da nova igreja da santíssima Trindade, a 12 de Outubro de 2007. Foi ele o celebrante da peregrinação internacional aniversária do dia seguinte, 13 de Outubro. Agora, o cardeal Bertone, número dois do Vaticano, acompanhará o Pontífice, com a restante comitiva de 90 pessoas, na primeira visita apostólica de Bento XVI a Portugal.

58 grupos organizados de peregrinos já anunciaram no Serviço de Peregrinos do Santuário de Fátima a sua intenção de participação nestas celebrações da noite de 12 de Maio. São 6 grupos da Alemanha, 1 da Austrália, 1 de Cabo Verde, 1 da Costa do Marfim, 7 de Espana, 5 dos Estados Unidos, 1 das Filipinas, 5 França, 1 do Gana, 2 de Gibraltar, 1 do Haiti, 1 da Hungria, 1 Indonésia, 1 da Irlanda, 8 de Itália, 5 da Polónia, 1 de Portugal, 2 do Reino Unido, 1 da República Democrática do Congo, 1 do Senegal, 4 da Suíça e 1 do Vietname. Um dos grupos registados tem carácter internacional, com peregrinos de várias nacionalidades. Trata-se do grupo da associação internacional Apostolado Mundial de Fátima.

COISAS BOAS


Mãe de água das Amoreiras

O QUE É ISTO?


Prorrogação da comissão do capitão-de-mar-e-guerra M Joaquim António Areias Figueira, no desempenho das funções de director técnico do Projecto nº 4 - Formação da Guarda Costeira

segunda-feira, 15 de março de 2010

PEC

Reduz


O numero de Deputados
O numero de Ministros
O número de Conselhos
O número de Freguesias
O número de empresa municipais
O número de empresas públicas
O número de Institutos públicos
O número de indivíduos com direito a viatura e motorista
O número de Assessores, Vereadores, Assistentes,Adjuntos
+++++++++++?????????????????????? 0000000%%%%%%%%%%% 6666$$$$$$$$$$#########





domingo, 14 de março de 2010

PERGUNTA

Alguém já viu os dentes a este senhor? i.e. já alguém o viu a rir , pelo menos cá dentro do País?

Parece que se riu uma vez , diz o Pai de um nosso Grumete de manobra que é Sargento reformado do Exercito : Riu-se quando era ministro da defesa e tirou aos reformados militares os medicamentos!!!!

MARCHA DOS FUZILEIROS

Letra de Diogo Pacheco de Amorim e musica de José Campos e Sousa. Nenhum foi Fuzo , mas está linda

TAL QUAL COMO CÁ

Nicolas Sarkozy, président de la République et chef des armées, a présidé à l'Hôtel national des Invalides la cérémonie d'adieu aux armes du général d'armée Jean-Louis Georgelin, chef d'état-major des armées depuis octobre 2006. Mettant en exergue les qualités de chef militaire, de réformateur et d'organisateur du général, le président a rappelé l'implication du CEMA dans la conduite des opérations, la préparation de l'avenir et l'adaptation des armées aux exigences du monde actuel. Soulignant « l'admiration et l'attachement que lui portent les militaires qu'il a commandés », le chef de l'Etat a présenté le général Georgelin en « chef juste, exigeant, attaché à faire progresser ses subordonnés et à partager avec eux la haute idée qu'il se fait du métier de soldat ».

NÃO ENTENDI

Francisco Balsemão é " O BARÃO do PSD" , ou melhor , deveria de ser.
A realidade, e temos de ser justos , é que é o único vivo dos 3 Fundadores de excelência , o militante nº 1 , ex-Primeiro Ministro , mas nunca se serviu do PSD e , muito menos do seu lugar cativo.
Nunca andou pelas empresas públicas , nem pelos tachos internacionais e manteve sempre uma enorme , senão total independência.
Por isso não percebi a sua ausência ontem no conclave social democrata .
Para além de terem lá ido os outros Presidentes , a hora era de tocar a reunir de emergência , chamando o espírito e a alma de Sá Carneiro , e quem melhor que Balsemão para tocar esse clarim?
Perdeu uma grande oportunidade de ser muito útil e , quiçá , ter a maior ovação da sua vida .

sexta-feira, 12 de março de 2010

CARTA


Exmo Senhor

Por que isto do "diz-se" e "consta"  é muito sério, na medida em que se pode caluniar quem o não merece, e por que o velho aforismo do "caluniai, caluniai que sempre fica algo" é uma realidade insofismavel, antes de fazer qualquer juizo de valor, não só por quem executa mas, muito especialmente, por quem, tendo o poder de tal interditar, o consente, agradeço me mande  esclarecer sobre estes 2 pontos que
passo a enumerar:

1. É verdade que o sr Rui Soares após ter renunciado ao cargo de administrador da PT, além de ficar com um lugar de director, tem direito a uma indemnização de 600.000 € ?
2. É verdade que o sr José Penedos tem direito a receber (ou já recebeu)  da REN uma indemnização de 244.000 € ?

Peço desculpa pelo tempo tomado e pelos inconvenientes levantados, mas sabe, isto de um reformado militar que passou vários anos em comissões em Africa ao serviço do País, com todas as respectivas consequências nomeadamente no âmbito da saúde, e vê nos seus impostos (IRS) ser absurdamente diminuída a dedução específica da sua pensão (que não se encontra indexada ao vencimento do activo, como,  sucede , pelo menos em 2 profissões)  com respaldo em falacioso argumento de equidade com o pessoal ao serviço, não se sente rigorosamente nada agradado com semelhante situação, para não referir, o vómito que lhe causa ,os prémios e não  só ,autorizados em empresas públicas, comparados com o congelamento de pensões obtidas por anos de trabalho e comprovada  dedicação à causa pública e à Nação.

Com os melhores cumprimentos

Eduardo Matos Guerra - Coronel de Cavalaria ( reformado )
Av.D.Pedro V nº 31 - 6º Dto
2795-151  Linda-a-Velha
Tel/fax 214143134


POIS........

QUE MERDAS

Estes senhores (que viajam com a família ,e não só, à borla para todo o lado e que ganham uma pipa-com um cursozeco!) vão ficar a dever-me uma data de euros.36 M€

Alheios ao que se passa no País , e ao que o nosso povo vai sofrer , forçam uma porta que não deve ser forçada e que nos pode conduzir a descer bem mais fundo.

Bem fez o falecido Manuel Ferreira Lima , quando Presidente , que publicou na imprensa os vencimentos deste cavalheiros , mas esqueceu-se das outras regalias. Já que é a populaça que os paga talvez devesse saber quanto , não?

Talvez mandá-los procurar emprego noutro sitio e noutro País não fosse mau de todo.

quinta-feira, 11 de março de 2010

POIS.....

A conclusão foi expressa, em declarações à agência Lusa, pelo antigo capitão de Abril Vasco Lourenço, para quem o 11 de Março de 1975 - cujo 35º aniversário hoje se comemora - constituiu um momento decisivo da «radicalização» do processo político por acção de Spínola.
«Estivemos muito perto de uma guerra civil, com uma ruptura violenta no meio do povo português», disse Vasco Lourenço, considerando que a tentativa falhada de «golpe contra o processo que estava em curso» protagonizada por Spínola há 35 anos abriu «espaço para um salto qualitativo à esquerda, o chamado contra-golpe, que permitiu uma radicalização muito maior».
«Perdeu e abriu espaço para um salto qualitativo à esquerda, o chamado contra-golpe, que permitiu uma radicalização muito maior. Na altura o MFA consegue manter o essencial, as eleições para a Assembleia Constituinte, mas depois com a aceleração do processo, a fuga dos capitalistas e de outros que fugiram do país com o receio da radicalização, com a necessidade de nacionalizações que houve na altura dá-se um acentuado caminhar para soluções mais à esquerda», advogou.
A «tentativa do grupo spinolista», «empurrado pela extrema-direita», levou a uma radicalização que «que ia fazendo perder tudo».
«Considero menos responsáveis os que depois radicalizaram do que os que, ao tentarem inviabilizar o prosseguimento da situação democrática que se estava a realizar, ao tentarem um golpe à direita, criaram condições para o salto dos outros», afirmou.
E exemplificou: «Pouco antes do 11 de Março tínhamos acabado de aprovar o plano económico e social, também conhecido por plano Melo Antunes, que era muito mais moderado do que o que acabou por se decidir a seguir ao 11 de Março. Por exemplo, o máximo que se previa era a nacionalização de 51 por cento da banca. O próprio Partido Comunista nessa altura não defendia a nacionalização da banca».
De resto, Vasco Lourenço identificou «tentativas sucessivas por parte de Spínola e do seu grupo», desde o 25 de Abril de 1974, para «alterar o que era o programa do MFA, fundamentalmente no seu objectivo principal que era eleições livres para uma Assembleia constituinte no espaço de um ano».
«Se não fossem as tentativas sistemáticas que houve da parte do Spínola e deles para inviabilizarem o decorrer normal do programa tudo teria sido mais rápido e mais fácil (…) e entrar-se-ia muito mais rapidamente numa situação democrática», acentuou.
Lusa / SOL

quarta-feira, 10 de março de 2010

ORA TOMA!

Los docentes serán autoridad pública en la Comunidad de Madrid. 
Es una de las medidas que introducirá la futura Ley de Autoridad del Profesor que la presidenta madrileña, Esperanza Aguirre, va a anunciar mañana en la cámara regional, según fuentes de su Ejecutivo, y cuyo texto llevará al hemiciclo en las próximas semanas. La iniciativa de elevar el rango de los maestros ya la asumió el año pasado la Comunidad Valenciana y existe también, aunque sólo para los directores de los centros escolares, en Cataluña, desde hace unos meses. En el caso de Madrid persigue el objetivo de reforzar la figura del maestro. Al ser reconocidos como autoridad pública, los profesores - al igual que jueces, policías, médicos o los pilotos y marinos al mando de una
nave- cuentan con una protección especial. La agresión a uno de ellos está tipificada por el Código Penal como atentado contra la autoridad en los artículos 550 a 553, que recogen penas de prisión de dos a cuatro años.(...)"

O RAPAZ LÁ SABE

agora, Sr.Ministro?

Março 10th, 2010 in Jornal das Caldas. Edição On-line Sem Comentários

Foi, sem dúvida, com choque e perplexidade que Portugal e o Mundo assistiram à catástrofe que se abateu sobre a Madeira, ceifando mais de 40 vidas e deixando centenas de cidadãos nacionais sem casa, sem trabalho ou, pior, sem um familiar, amigo ou conhecido.
É, em todo o caso, independentemente do sofrimento e posterior inspiradora recuperação dos madeirenses, factual que esta catástrofe, tendo sido natural, não poderia de modo algum ter sido evitada, tampouco, obviamente, adiada. Não ponho, evidentemente, isso em causa.
Porém, apesar do acontecimento não poder ter sido impedido, o mesmo não sucede com a prevenção, que podia ter sido feita, não fosse a atroz falta de meios, e, após o infortúnio, o socorro às vítimas, que, apesar de um desempenho que honrou, indubitavelmente, as Forças Armadas e, através da Marinha, a longa tradição marítima dos portugueses, foi em muitos casos, e novamente devido aos meios utilizados, algo ridícula, totalmente distinta do que teria sido feito em caso de tragédia semelhante num país como o Reino Unido, a França, Espanha ou até mesmo os pequenos Países Baixos, cuja Marinha tem ao serviço a “Classe Rotterdam”, classe de desenho inovador que levou vários estados europeus a copiar o modelo e a construir derivados da classe para as suas armadas, como é o caso de Espanha com a “Classe Galicia” ou, futuramente, ainda que com constantes adiamentos, Portugal com os “NavPol”.
Sucede no entanto que todos estes países, acima listados, dispõem, nas suas marinhas de guerra, de embarcações próprias ao apoio a populações num cenário de catástrofe como o que ocorreu na Madeira.
A aquisição destes navios logísticos, ou polivalentes (NavPol), para a Armada Portuguesa tem, no entanto, sido sujeita a uma série de atrasos, complicações e mudanças de prioridades, já inerentes e quase tradicionais da forma de agir dos sucessivos governos.
Estes navios, que podiam, ao contrário da fragata da Classe Vasco da Gama enviada para uma missão para a qual não foi construída, ter sido de importância fulcral e ter prestado um apoio inequivocamente significativo nos esforços de salvamento e reconstrução da Ilha e em especial do Funchal, não só não se encontravam, por total e absoluta inércia política, ao serviço da marinha como ainda nem tampouco estão a ser construídos.
Esta falta de interesse do poder político pelas Forças Armadas, que se revelou agora de relevância maior devido aos trágicos acontecimentos na Madeira, que, pelo menos por algum tempo, deixou de ser a “Pérola do Atlântico”, traduz-se, em última análise, não apenas no orçamento diminuto mas também, e cada vez mais, na notória e total obsolescência dos meios por elas utilizados, facto que provou agora, em caso de catástrofe, custar vidas.
No entanto, quem sabe, talvez agora, que a necessidade de modernização das FA, e, em particular, da aquisição dos “NavPol” se tornou evidente, o Governo, e especialmente o Ministério da Defesa mudem de procedimento.
E agora, Sr. Santos Silva?
Continuação da estratégia temerária ou reconhecimento da missão e das necessidades das Forças Armadas?

 Rafael Borges
Aluno do 10ºano da Escola Secundária Raul Proença
Tags: Opinião