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terça-feira, 3 de maio de 2011

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Aviões e submarinos não tripulados "essenciais" para desempenho das forças armadas, diz ministro
O ministro da Defesa, augusto ernesto santos silva, enalteceu hoje os projectos de aviões e submarinos não tripulados, "essenciais" para as forças armadas, para a economia da defesa e para o desenvolvimento tecnológico e científico nacional.

O ministro, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura de um protocolo com a Universidade do Porto (U. Porto) para o desenvolvimento destes veículos não tripulados, afirmou que os projectos têm um "financiamento público assegurado pelo Ministério da Defesa de cerca de 2,5 milhões de euros".

O protocolo hoje assinado pelo ministério, referiu santos silva, consolida os projectos de cooperação que estão já no terreno, designadamente o Pitvant (aviões não tripulados) e o Seacon (submarinos não tripulados).


Este protocolo "é muito útil para o desenvolvimento das capacidades das forças armadas e, portanto, a capacidade do país em afirmar e defender a sua soberania", disse, "mas também do ponto de vista económico".


santos silva referiu também a importância destes projectos para o "desenvolvimento científico e tecnológico nacional", salientando o envolvimento de uma universidade pública.

Os aviões não tripulados assumem especial importância em "missões militares de reconhecimento e vigilância", mas também podem ser usados em missões civis, no âmbito da protecção civil.

o projecto dos submarinos não tripulados, disse, "é importante por razões de autoridade do Estado e soberania", para acções de fiscalização da área oceânica e portos portugueses.

"São projectos essenciais para que o país se capacite com os meios necessários para desenvolver responsabilidades crescentes", sublinhou, acrescentando que caso seja aprovada a extensão da plataforma continental, o país terá "uma responsabilidade directa sobre uma área de cerca de 3,5 milhões de quilómetros quadrados".

Para o ministro da Defesa, Portugal "precisa disto do ponto de vista das missões militares e de segurança".


"Temos capacidades nacionais que podemos desenvolver" e "estes projectos que podem tornar-nos país líder neste domínio", disse.


O reitor da Universidade do Porto, Marques dos Santos, afirmou que, com estes projectos, a instituição "está a cumprir a sua missão", afirmando-se como "pilar que contribui para o desenvolvimento económico e social do país".

Estes projectos são também um sinal de "abertura da Universidade do Porto ao exterior", frisou o responsável, que reafirmou 

4 comentários:

CS disse...

Então não se percebe que se trata de mais uma medida inserida na implementação das políticas “Simplex”?

Logo que estes assets estejam operacionais, deixam de ser necessárias quer a Escola Naval quer a Academia da Força Aérea.

Basta, nas “Novas Oportunidades, incluirmos a “formação” de especialistas quer do “VSTEP Ship Simulator” quer do “Microsoft Flight Simulator”para que se “resolvam” os problemas dos efectivos destes dois Ramos da FA’s.

De momento, só não fica esclarecido como será implementada a “substituição “ dos actuais efectivos do Exército. Será através de cursinhos de “especialização” no novo “M4 Tank Platoon”?

Pedro Serradas disse...

Tretas!! ... é uma forma de dar dinheiro para um grupo brincar ao aeromodelismos. Alguem se lembra do famoso missil anti-tank desenvolvido pela Universidade(IST?)que tinha um alcance fabuloso de 300 metros? Desculpa mas a etiqueta deveria ser Zimbabwé

Manel disse...

Sugestão aceite e agradecida.

Só não posso é transmitir verbalmente ao Sr. a.e.

Allen disse...

O ministro SS agora brinca ao aeromodelismo ?