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terça-feira, 1 de abril de 2014

ASSINARAM ...

Na maioria do Exército (sete tenentes-generais e quatro majores-generais), estes subscritores contam também com cinco vice-almirantes e dois contra-almirantes. Existem ainda mais seis coronéis e um major.
A petição já foi subscrita por cerca de 17 mil pessoas, bem acima das quatro mil necessárias para ser discutida no parlamento, mas ainda não há data para ser entregue na Assembleia da República, disse hoje à Lusa um dos subscritores, João Cravinho.
Disponibilizado na sexta-feira pelo movimento Manifesto 74, o documento reúne assinaturas de personalidades de todos os quadrantes da sociedade portuguesa.
O antigo ministro socialista das Obras Públicas João Cravinho, uma das 70 personalidades que assinou o manifesto a apelar para a reestruturação da dívida pública, disse à Lusa não estar surpreendido com a adesão, considerando que tal demonstra que "os portugueses querem tratar com seriedade e com bastante determinação os problemas fundamentais do país, como é o caso da dívida".
A petição visa conseguir que os deputados aprovem "uma resolução recomendando ao Governo o desenvolvimento de um processo preparatório tendente à reestruturação honrada e responsável da dívida", como se salienta na página oficial do Manifesto 74.
"O abaixamento significativo da taxa média de juro do 'stock' da dívida, a extensão de maturidades da dívida para 40 ou mais anos e a reestruturação, pelo menos, de dívida acima dos 60% do Produto Interno Bruto (PIB), tendo na base a dívida oficial", são as condições preconizadas pelos signatários.
A iniciativa do Manifesto 74 pretende ainda que a Assembleia da República desencadeie "um processo parlamentar de audição pública de personalidades relevantes" sobre a reestruturação da dívida de Portugal, contraída no âmbito do programa de reajustamento.
Dois dos subscritores, Sevinate Pinto e Vítor Martins, consultores do Presidente da República, foram exonerados por Cavaco Silva.

Nota  :A CACINE limita-se a registar

3 comentários:

Anónimo disse...

Este manifesto,exige que os que se declaram a favor respondam a algumas destas questões:
Quem são os credores e os seus montantes da actual dívida do Estado Português?
Qual a percentagem dos credores que são Instituições de Crédito Nacionais?
Como poderão os manifestantes assumir responsabilidades na gestão da dívida?
Transformarem-se num partido político? Concorrerem às próximas eleições legislativas?
Apoiarem o PS, que já assumiu hoje, 1 de Abril,que irá adaptar o manifesto a uma proposta de resolução na AR?
Como poderão influenciar a postura dos mercados financeiros , para baixarem os juros e alargarem a maturidade?
Será que vislumbram continuar-mos a negociar nos próximos 35 anos, com o FMI , BCE e UE?
Fico ansioso por ver algumas respostas neste blog.
Grande abraço
JL Gonçalves Cardoso

Anónimo disse...

Excelente este comentário anterior.

Muito bem

Artur

Anónimo disse...

Se por hipótese também tivesse sido convidado a assinar o doc., iria também demorar algum tempo a vir a terreiro, preparando uma respossta doutrinária ou esperando que os mais graduados se pronunciassem.
Como não é o caso, recomendo a audição do Prof. Media Carreira, ontem na TVI, uma vez que «ele» se dirigiu directamente aos 70 ou 80, ou lá quantos são, conforme disse ...