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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

VIGILIA


As associações de militares nunca foram recebidas pelo actual Presidente da República (PR), mas esperam, com a vigília de hoje junto ao Palácio de Belém para que Cavaco Silva actue para preservar a família militar" dos cortes impostos pelo Orçamento do Estado de 2012.
                "Esperamos fazer que o PR, como Comandante Supremo das Forças Armadas, fique mais sensível aos problemas dos militares e possa exercer a sua influência, não promulgando o orçamento ou pedindo a sua fiscalização preventiva" pelo Tribunal Constitucional, afirmou ontem ao DN o presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), Manuel Cracel.
                Para o presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, "não se trata apenas das associações, mas do universo da família militar" - em nome da qual foi feita uma manifestação no passado dia 12, em Lisboa, que terminou com os milhares de participantes a assobiarem fortemente Cavaco Silva.
               
                Uma semana depois desse protesto e no dia seguinte ao seu regresso dos EUA, Cavaco Silva recebeu em Belém o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo - numa audiência divulgada publicamente, o que causou uma dupla surpresa em diferentes fontes ouvidas pelo DN: o anúncio em si mesmo e o facto de essa ser a primeira vez que Cavaco Silva recebia o seu principal chefe militar, a quem deu posse em Fevereiro passado.
                Como "o Presidente tem tido tanta preocupação em convidar a família militar para cerimónias públicas como o 10 de Junho, dando visibilidade aos ex combatentes e aos deficientes das Forças Armadas, agora não faz sentido que fique insensível aos apelos desse universo a que dá atenção nos dias festivos", sustentou o sargento-chefe Lima Coelho.
                Segundo o coronel Manuel Cracel, o facto de Cavaco Silva nunca ter recebido os dirigentes associativos reflecte "a postura de alguma ausência do PR face à realidade militar em geral. No caso das associações, olha-as como um elemento que julga desnecessário ouvir"; acrescentou.
                Lima Coelho mostrou-se mais cáustico perante a recusa de Cavaco Silva em ouvir as associações, frisando que há "uma leitura com várias vertentes" para uma atitude que rompe totalmente com a prática dos antecessores - particularmente de Jorge Sampaio - e dos restantes órgãos de soberania.
                De acordo com o líder dos sargentos, "ou o Presidente está mal informado ou está mal assessorado sobre as associações" e os seus objectivos. Outra hipótese, admitiu Lima Coelho, é Cavaco Silva "ter um qualquer preconceito que não faz sentido, pois há uma lei que suporta a existência das associações e o PR sabe que  a legislação deve ser cumprida". Note-se que nem o chefe da Casa Militar do Presidente ouviu as associações sobre os problemas socioprofissionais dos militares.

    

A IR


VER A LUZ


A Marinha - Autoridade Marítima Nacional abre ao público vários faróis às quartas-feiras, das 14H00 às 17H00, de forma grátis, numa iniciativa destinada a dar a conhecer a missão dos faróis e as funções dos faroleiros. 
Esta iniciativa, que se iniciou no Dia Nacional do Mar, comemorado a 16 de Novembro, permite ao público visitar a mítica torre do farol e observar o mar de uma perspectiva única, em três visitas guiadas pelos respectivos faroleiros, que ocorrem às 14H00,15H00 e 16H00, sem necessidade de marcação prévia. 
na foto o original Farol de cacilhas

CPLP


Mais do mesmo" significa para os presentes na reunião de Santa Maria, na ilha cabo-verdiana do Sal, a manutenção da cooperação técnico-militar tradicional: exercícios conjuntos, formação e cooperação institucional.
"Para fazer mais com menos" sustenta-se na criação de centros de excelência para formação de formadores em Luanda (Força Aérea e Operações Especiais), Maputo (Fuzileiros) e Cidade da Praia (Polícia Militar) e na escolha de um responsável para presidir o Centro de Análise Estratégica (CAE).
A racionalização dos custos, disse o porta-voz da 13.ª reunião dos ministros da Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o tenente-coronel cabo-verdiano Pedro Brito, é a palavra de ordem, em que a mensagem de solidariedade para com a Guiné-Bissau surge também como reflexo da crise.
Segundo Pedro Brito, também diretor de Política de Defesa do ministério homónimo de Cabo Verde, o pedido de ajuda financeira da Guiné-Bissau, para cobrir as despesas de reforma da Defesa e da Segurança não tiveram qualquer correspondência concreta na reunião.
A "forte mensagem política" que a CPLP pretendia dar, deu-a, mas sem qualquer Estado avançar com ajuda para o fundo de pensões (são necessários 63 milhões de dólares), limitando-se, todos, a reiterar a continuação de esforços internacionais para que outros Estados e organizações contribuam.
"Tem de se pôr cobro ao círculo vicioso que empata a reforma: não há reforma sem ajuda e sem ajuda não há reforma" - a frase foi unânime e repetida pelos sete ministros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe) e um secretário de Estado (Timor-Leste) presentes na reunião de Santa Maria.
Sobre a cooperação militar entre os "Oito", são muitas as recomendações, mas o essencial, apesar de preservado - mantém-se a periodicidade anual dos exercícios Felino -, acabou por ser adiado para "uma fase posterior", sem data anunciada, tal como a criação do Centro de Saúde Militar.
É o caso do CAE, o centro que tem estado na origem do reivindicado "excelente nível de cooperação" existente na área da Defesa, que, criado há vários anos em Maputo, só agora deverá ser assumido como elemento estratégico nas relações entre os "Oito".
A única candidatura ao cargo foi apresentada por Portugal, mas os ministros decidiram "prorrogar o prazo" até 31 de janeiro de 2012, para que outros países possam, se assim o entenderem, concorrerem à chefia do CAE.
Os oito titulares da pasta da Defesa da CPLP decidiram marcar a 14.ª reunião para novembro de 2012 na Guiné-Bissau, onde decorrerão, também, os próximos exercícios militares conjuntos integrados no Programa Felino.
Outra questão que ficou definitivamente adiada foi a possibilidade de criação de uma força de manutenção de paz conjunta, com todos a seguirem as teses brasileira - melhorar, primeiro, e ao longo de vários anos, a eficiência e eficácia dos exercícios - e portuguesa - caminhar, progressivamente, para a assistência militar de cariz humanitário.

Nota:O que nasce torto dificilmente se endireita




terça-feira, 29 de novembro de 2011

ESTREIA


Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional participa no Conselho dos Negócios Estrangeiros – Defesa da UE que se realiza amanhã, dia 30 de Novembro, em Bruxelas.

Programa

14h30 Comité Director da Agência Europeia de Defesa
16h00 Sessão Formal: Operações
18h00 Sessão Formal: Parcerias
19h00 Jantar de trabalho: Capacidades e Operações

Jantarada

Nota:Talvez outro fatito ficasse melhor, não???

E o MDN? Esse estará no Parlamento .....

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TRANSPORTES


José Pedro Aguiar-Branco confirmou ontem a intenção do Ministério da Defesa de rever os acordos celebrados com os governos das Regiões Autónomas, no
                sentido de estes ajudarem a suportar as despesas resultantes do transporte de emergência e de doentes entre as ilhas, efectuado pelos aparelhos da Força Aérea.
               
                "Quer nos Açores, quer em relação à Madeira, vão ser avaliados todos os protocolos existentes, de modo a podermos verificar de que forma é possível
                continuar a prestar missões com partilha de encargos", afirmou ontem Aguiar-Branco. O ministro da Defesa entende que a medida impõe-se, face ao momento
                 de "contenção, austeridade e emergência social, em que é necessário termos um grande espírito de solidariedade, também na partilha dos encargos".
                Aguiar-Branco não quantificou valores, nem especificou os termos da provável futura comparticipação nas despesas por parte dos governos regionais.
                Salientou que o assunto está a ser analisado.
                Confrontado sobre o assunto, o Governo dos Açores não faz comentários para já. Fonte da Secretaria Regional da Saúde adianta que esta só tomará posição
                quando souber formalmente de que forma o ministério pretende rever o acordo actualmente em vigor.
                Aposição do ministro da Defesa, convergente com a do general José Pinheiro, contraria os objectivos de um protocolo assinado no ano passado entre a Força
                Aérea (FA) e a tutela da Saúde nos Açores. Ao abrigo desse protocolo, com os novos helicópteros Merlin, as evacuações médicas e de emergência por via aérea
                 entre as ilhas seriam gratuitas. Em contrapartida, as unidades de saúde dos Açores prestariam assistência aos militares, sem custos acrescidos para o subsistema
                de saúde da FA.
                Conforme já noticiou o DN, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea defendeu que estes custos sejam repartidos, justificando com as dificuldades financeiras
                da FA e a redução de 30% nas horas de voo impostas pelo Orçamento de Estado 2012.

SERÁ QUE TEM RAZÃO?



O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) recusou hoje a ideia de que se possa promover militares sem actualizar o respectivo vencimento, advertindo que no Estatuto dos Militares (EMFAR) "um posto corresponde a um vencimento".
Em declarações aos jornalistas à saída do Instituto de Defesa Nacional (IDN), onde participou numa conferência sobre partilha de equipamento militar na Europa, o general Luís Araújo disse que "só transitoriamente" é que as Forças Armadas se poderão adaptar ao congelamento das promoções que vigora actualmente.
O CEMGFA assinalou que o EMFAR "é lei" e não apenas um decreto e que, por isso, sem que seja alterado, promover militares sem actualizar o vencimento não é possível.
"A um posto corresponde um vencimento", notou, reforçando que as Forças Armadas se baseiam "na hierarquia" e que os postos têm "conteúdo funcional". 
Questionado sobre até quando é que os ramos poderão assegurar esta situação, o CEMGFA disse não saber, mas lembrou que nas suas declarações, o ministro da Defesa se referiu a uma solução a ser encontrada durante o mandato do Governo PSD/CDS-PP.

A VER


Lisbon Atlantic Conference / Conferência do Atlântico, irá ser transmitida directamente através da internet, no link

POIS.....


O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, afirmou hoje que a redução de quatro feriados anuais «não resolve o problema do País» e «é um absurdo», considerando que a medida faz parte de um projecto que é um desastre.
«Esta ideia de que sairmos da situação de bloqueio é uma questão de pôr as pessoas a trabalhar mais dias e mais horas é um absurdo», afirmou hoje Carvalho da Silva, à margem do ciclo 'Grandes Debates do Regime', da Câmara Municipal de Porto.
Em declarações aos jornalistas, o dirigente sindical criticou a insistência do Governo «numa linha que apenas elimina os direitos de quem trabalha enquanto diminui a retribuição do trabalho», fazendo a analogia com «um cavador que pode ser o melhor do mundo, mas nem que fique 24 horas a cavar consegue competir com um tractor».
Para Carvalho da Silva, «há margem de manobra» no Orçamento do Estado para 2012, «desde que a especulação bolsista e a riqueza fossem taxadas», mas «transformar o empobrecimento numa perspectiva estratégica de solução para um País que precisa de mais riqueza é um absurdo».
O Governo anunciou hoje que irá propor aos parceiros sociais e à Igreja a redução de quatro feriados anuais, dois civis e dois religiosos, afirmou o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
O governante, na sua primeira intervenção no Parlamento durante a discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2012, enunciava as medidas que o seu Ministério está a pôr em curso, dizendo que o País não pode ter tantos feriados.
«Estamos também a discutir em sede de concertação social uma redução das paragens laborais. Não podemos ter tantos feriados e tantas pontes. Assim, o Governo irá propor aos parceiros sociais e à Igreja a redução de quatro feriados, dois civis e dois religiosos», disse Álvaro Santos Pereira.

FORÇA,FORÇA COMPANHEIRO


A conceituada revista britânica «The Economist» alerta este fim-de-semana que «o risco de a moeda única se desintegrar dentro de semanas é altamente alarmante».

Num artigo intitulado «É realmente o fim», a publicação escreve que «a crise na zona euro está a provocar o pânico» e lembra que «mês após mês», esta crise alastrou «da periferia vulnerável da zona euro», como Grécia, Irlanda e Portugal, «para os países do núcleo», como a Espanha e a Itália.

A juntar às dificuldades internas de cada país, somam-se as evidências de que a economia da zona euro está «a caminhar para uma recessão, se é que já não está nessa situação».

«Agora, é provável uma calamidade ainda maior. A intensificação das pressões financeiras aumenta as probabilidades de um default desordeiro de um país, uma corrida aos depósitos dos bancos ou uma revolta contra a austeridade, que marcaria o início do fim da zona euro», conclui.

Nota:Os senhores dos sindicatos que façam mais greves, para isto acabar mais depressa ainda

sábado, 26 de novembro de 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

HOJE

Hoje, 25 de Novembro

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PREC

Há por aí quem queira que volte

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

GOOD NEWS


DECLARAÇÃO DO ALGARVE 
Mar Português: Conhecimento – Valorização – Desenvolvimento
Elementos para a valorização das Ciências e Tecnologias do Mar 
1. Preâmbulo 
As Universidades foram desde sempre pilares da criação de conhecimento e 
competências na sociedade. Nas sociedades modernas e nos últimos anos, essas 
funções têm ganho relevância devido a uma mudança de paradigma na denominada 
sociedade do conhecimento. Hoje, as Universidades além de formarem recursos 
humanos de capital intelectual elevado (em busca do melhor conhecimento), têm que 
atender às necessidades do sistema produtivo, das políticas públicas e da 
sustentabilidade ambiental. 
É neste contexto, assente numa tradição nacional de ligação aos Mares e Oceano, 
que as Universidades portuguesas têm, cada vez mais, apostado na formação e 
criação de conhecimento multidisciplinar em Ciências e Tecnologias do Mar, em 
colaboração com Centros de Investigação, Laboratórios do Estado e outras 
instituições. Esta prática, promovida e apoiada pela Administração através de 
documentos estratégicos, legislação e programas específicos, verifica-se também a 
nível europeu e internacional. É o reconhecimento do papel crucial do Oceano como 
alforge de recursos e de serviços, como regulador do clima, com influência central nos 
processos naturais do planeta e que encerra um elevado potencial económico e social, 
desde que gerido de forma integrada com vista a um desenvolvimento sustentável.
Em linha com as grandes orientações estratégicas nacionais incluídas na Estratégia 
Nacional para o Mar (e tendo em conta as recomendações do Relatório da Comissão 
Estratégica para os Oceanos) e Europeias (Política Marítima Europeia Integrada, 
Diretiva‐Quadro Estratégia Marinha; Estratégia Europeia para a Investigação Marinha 
e Marítima; e a iniciativa HORIZON 2020), as Universidades e a comunidade científica 
nacional da área Ciências e Tecnologias do Mar, reafirmam a vontade, como parceiro 
social responsável, de contribuir ativamente para a implementação da Estratégia 
Nacional para o Mar, através da sua capacidade de investigar, formar, fornecer 
serviços, promover a inovação e o conhecimento ao serviço do país.
2. Pontos estratégicos a prosseguir 
Tendo em conta o papel determinante das Ciências e Tecnologias do Mar como fontes 
de conhecimento e inovação, fatores de progresso e bem estar, numa perspetiva de 
desenvolvimento sustentável, a comunidade científica nacional inserida nas Ciências e 
Tecnologias do Mar chama a atenção para os seguintes fatores essenciais à 
manutenção e reforço da capacidade de formação especializada, de investigação, de 
transferência de conhecimento e de cooperação internacional (com base nos trabalhos do Encontro “Mar Português: Conhecimento – Valorização – Desenvolvimento” 
Universidade do Algarve, 17 e 18 de Novembro 2011): 
a. Assumir as Ciências e Tecnologias do Mar, incluindo a componente social, como 
pilar essencial do desenvolvimento estratégico e sustentável dos espaços marítimos 
nacionais; 
b. Assegurar as condições para o reforço da capacidade de investigação em áreas 
nucleares para a implementação das políticas públicas com incidência no Mar, para o 
avanço do conhecimento fundamental e para o desenvolvimento económico na área 
do mar, incluindo a valorização dos recursos biológicos, minerais e energéticos 
marinhos; garantir o acesso a infraestruturas e a equipamentos adequados 
nomeadamente a plataformas de investigação (estações e laboratórios costeiros, 
navios, veículos de operação remota, sistemas de observação e monitorização, 
incluindo observatórios em mar profundo), bem como a estruturação e acesso a 
sistemas de gestão de dados e informação; 
c. Reforçar a formação continuada de recursos humanos especializados em Ciências 
e Tecnologias do Mar, alargando esta ação aos países da CPLP; 
d. Reforçar a participação dos cientistas, instituições nacionais (públicas e privadas) 
em redes de infraestruturas, de investigação e de inovação internacionais, como forma 
de potenciar a capacidade do país nesta área do conhecimento e de afirmar o seu 
papel no contexto internacional; 
e. Assegurar processos de decisão transparentes e baseados no melhor 
conhecimento científico através da implementação, a todos os níveis da 
administração, de mecanismos de consulta à comunidade científica, para além de 
assessoria técnica, com vista ao desenvolvimento e gestão sustentável dos recursos e 
ambiente marinho; 
f. Aprofundar a cooperação entre as entidades produtoras de conhecimento (unidades 
de investigação das universidades, laboratórios associados e do Estado e outros 
organismos de I&D) e o sector empresarial (enquanto promotores de emprego, 
investimento e inovação); 
g. Aproximar as Universidades e a Ciência à Sociedade Civil, como forma de 
assegurar a ligação entre a produção de conhecimento e as necessidades e ambições 
dos Cidadãos (promovendo o triálogo da sustentabilidade: Estado/Administração 
Pública, Empresas/Sector Privado, Sociedade Civil). 
3. Considerações Finais 
Com base nos trabalhos do Encontro e tendo em conta os tópicos acima referidos, a 
Conferência reconhece a necessidade de se elaborar um Roteiro para o 
“Conhecimento, Desenvolvimento e Governação do Mar”, solicitando ao Reitor da 
Universidade do Algarve com a colaboração dos moderadores, relatores e outros 
membros do painel final “Ciência e Mar: Investigar, Habilitar, Cooperar e Comunicar”, a elaboração de propostas para o efeito (a desenvolver em 2012) mobilizadoras das 
universidades e dos laboratórios de Estado com I&D na área das Ciências e 
Tecnologias do Mar e mediante um processo aberto e participado. 
Este processo deverá considerar a constituição de uma plataforma aberta à 
comunidade científica em Ciências e Tecnologias do Mar, que promova e facilite o 
diálogo interno à comunidade e a sua interação, enquanto parceiro social, com outros 
sectores da sociedade e partes interessadas em assuntos do mar, nomeadamente: 
administração pública, empresas, sociedade civil.

domingo, 20 de novembro de 2011

NÃO ACREDITO


A maioria dos deputados da comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local recusou uma proposta para que, nas suas reuniões, seja servida água da torneira.
A proposta baseava-se no facto de, entre Janeiro e Novembro de 2010, se terem consumido 35 mil litros de água mineral no Parlamento. Nestes período, foram para o lixo 45 mil garrafas de 330 ml, 2.000 garrafas de litro e meio e 78 mil copos de plástico. Segundo o jornalista Ricardo Garcia, do Público, a comissão pediu “um estudo para atestar o benefício ambiental de substituir este festim polímero por jarros de água e copos de vidro”.
Ainda segundo o jornalista, a Assembleia da República terá gasto 8.000 euros com a água engarrafada, quando a da torneia custaria 56 euros.
“A EPAL cobra ao Estado 1,4 euros por cada mil litros de água. Por este preço, compram-se apenas seis garrafas de litro e meio no supermercado. É difícil vislumbrar que argumentos mais, além de ornamentos retóricos, se encontrarão para encher as páginas do tal estudo financeiro”, explicou ainda o jornalista do Público.
Finalmente, Ricardo Garcia escreve que “optar por água da torneira deveria ser um acto administrativo, de bom senso na gestão, sem necessidade de estudos, propostas e respectivas aprovações”. E revelou-se ainda surpreendido “que tudo se passe na comissão parlamentar do ambiente”.


Nome Grupo Parlamentar Tipo Cargo
Ramos Preto PS Efectivo Presidente
Fernando Marques PSD Efectivo Vice-Presidente
Paulo Sá PCP Efectivo Vice-Presidente
Ângela Guerra PSD Efectivo
António Leitão Amaro PSD Efectivo
António Prôa PSD Efectivo
Bruno Coimbra PSD Efectivo
Bruno Vitorino PSD Efectivo
Carlos Abreu Amorim PSD Efectivo
Emília Santos PSD Efectivo
Jorge Paulo Oliveira PSD Efectivo
Mário Magalhães PSD Efectivo
Maurício Marques PSD Efectivo
Eurídice Pereira PS Efectivo
José Junqueiro PS Efectivo
Miguel Coelho PS Efectivo
Mota Andrade PS Efectivo
Pedro Farmhouse PS Efectivo
Renato Sampaio PS Efectivo
Altino Bessa CDS-PP Efectivo
Margarida Neto CDS-PP Efectivo
Luís Fazenda BE Efectivo
Heloísa Apolónia PEV Efectivo
  

sábado, 19 de novembro de 2011

FINI

Acabou-se o tacho.

Não me esqueço da JAE, da CP , das SCUT e de muitas outras coisas.

Não esqueço, e é pena as pessoas esquecerem....


ATENÇÃO


 Auditório do Porto de Sines recebeu esta segunda-feira a 1.ª Conferência da Comunidade Portuária de Sines, subordinada ao tema “O impacto do novo canal do Panamá nos Portos Portugueses”.
O evento contou com intervenções de vários oradores ligados ao sector marítimo-portuário e ainda com a participação de Carlos Pais Montes, professor do Instituto Universitário de Estudos Marítimos da Universidade da Corunha e de Federico Richa Humbert, Embaixador do Panamá.
Carlos Vasconcelos, presidente da CPSI, classificou o novo Canal do Panamá como «uma oportunidade de particular importância para o desenvolvimento e crescimento dos Portos portugueses», opinião partilhada por todos os oradores.
Lídia Sequeira, presidente do porto de Sines, que acolheu o evento, destacou a posição geoestratégica dos portos portugueses, sublinhou que todos vão beneficiar "das mudanças nas rotas marítimas mundiais" e salientou que "o Porto de Sines, pelas suas características, tem aqui uma oportunidade única".
A presidente da Administração do Porto de Lisboa, Natércia Cabral, também realçou a "oportunidade para os portos portugueses, em particular para Sines que tem vantagens competitivas que lhe permitem lutar com principais portos do sul da Europa".
Por seu lado, Amadeu Rocha, da Administração do Porto de Leixões, declarou que "a APDL vê o Canal do Panamá como uma grande oportunidade".
Já Francisco Sá, presidente-executivo da aicep Global Parques, identificou as oportunidades que o novo Canal do Panamá abre aos Portos Portugueses e sublinhou que, “neste momento, o mais importante é definir que produto os portos nacionais e os stakeholders da logística querem vender e quem são os parceiros indicados”.
Carlos Pais Montes, da Universidade da Corunha, apresentou um estudo onde divulga o crescimento revelado pelo Porto de Sines no tráfego contentorizado comparativamente com os restantes Portos Ibéricos e a taxa de conectividade dos Portos mundiais onde Sines tem vindo a destacar-se. Enquanto o Embaixador do Panamá em Portugal se focou na importância das obras que estão a decorrer no Canal do Panamá para a economia mundial.
 

LAMEGO


 Bento XVI nomeou hoje como novo bispo de Lamego D. António Couto, até agora auxiliar de Braga, revelou a Nunciatura Apostólica [embaixada da Santa Sé] em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
O prelado, de 59 anos, substitui no cargo D. Jacinto Botelho, bispo de Lamego desde o ano 2000, que apresentara a sua renúncia ao Papa por ter atingido o limite de idade imposto pelo direito canónico (75 anos), em 2010.
“Saúdo e abraço a bela, antiga e ilustre Diocese de Lamego, todos os filhos e filhas de Deus que nela levantam as mãos e o coração para Deus, desde os mais pequeninos até aos mais idosos, todos e todas as comunidades e paróquias, com os/as seus/suas catequistas, cantores, acólitos, leitores, zeladoras, confrarias, movimentos, ministros da comunhão, animadores da caridade, seminaristas, institutos religiosos e seculares, diáconos, presbíteros, serviços e secretariados, colégio de consultores e cabido da Sé Catedral, e o meu querido amigo e irmão no episcopado, D. Jacinto Tomás de Carvalho Botelho, a quem saúdo com particular afeto”, assinala o novo bispo, na mensagem que endereçou à diocese.
D. António Couto vai marcar presença, este domingo, na celebração do Dia da Igreja Diocesana, em Lamego, e a tomada de posse está marcada para 29 de janeiro de 2012.
O prelado deixa uma palavra de “afeto e gratidão” à diocese de Braga, em particular ao arcebispo D. Jorge Ortiga e a D. Manuel Linda, bispo auxiliar.
D. António José da Rocha Couto nasceu a 18 de abril de 1952 em Vila Boa do Bispo, concelho de Marco de Canaveses, distrito e diocese do Porto.
A 2 de outubro de 1963 entrou no Seminário de Tomar, da Sociedade Portuguesa das Missões Ultramarinas, hoje Sociedade Missionária da Boa Nova, na qual foi ordenado padre, em 1980.
Em Roma, na Pontifícia Universidade Urbaniana, obteve a licenciatura canónica em Teologia Bíblica, em 1986, e em 1989 o respetivo doutoramento, depois da permanência de cerca de um ano em Jerusalém, no ‘Studium Biblicum Franciscanum’.
No ano letivo de 1989-1990 foi professor de Sagrada Escritura no Seminário Maior de Luanda, antes de regressar a Portugal, onde é professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.
O novo bispo de Lamego foi reitor do Seminário do Seminário da Boa Nova, de Valadares, de 1996 a 2002, ano em que foi eleito Superior Geral Sociedade Missionária da Boa Nova.
D. António Couto ocupou este cargo até à data da sua ordenação episcopal, em 23 de setembro de 2007, após ter sido nomeado, por Bento XVI, bispo auxiliar de Braga.
Membro da Congregação para a Evangelização dos Povos desde 2004, o prelado é presidente da Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização.
O bispo de Lamego é também colaborador regular do Programa ECCLESIA (RTP2), da Igreja Católica, desde 2003, na sua qualidade de biblista.
Com uma população de 144 mil pessoas e mais de 143 mil católicos, a diocese de Lamego, no distrito de Viseu, conta com mais de 220 paróquias e tem uma história que remonta ao século VI.
OC

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ASSIM ESTAMOS MAL

Aguiar Branco quer mandar nas tropas e já assumiu o Comando da Polícia Marítima.

Deve estar a preparar os Amigos para os ir nomeando Capitães de Porto......

É OU NÃO É???

Afinal os Deputados têm ou não têm subsidios de ferias e Natal para o ano??????

AND NEXT?


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

É ASSIM



  

Carta da Marisa Moura à administração da Carris

Exmos. Senhores  José Manuel Silva Rodrigues, Fernando Jorge Moreira
da Silva, Maria Isabel Antunes, Joaquim José Zeferino e Maria Adelina
Rocha,

Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº 215860101
da República Portuguesa. Venho por este meio colocar-vos, a cada um de
vós, algumas perguntas:

Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total
extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura
em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de
776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a
figura de gestão danosa?

Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas
desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o
senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de
luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os
contribuintes?

A dívida do país está acima dos 150 mil milhões de euros, o que
significa que eu estou endividada em 15 mil euros. Paguei em impostos
no ano passado 10 mil euros. Não chega nem para a minha parte da
dívida colectiva. E com pessoas como o senhor(a) a esbanjar desta
forma o meu dinheiro, os impostos dos contribuintes não vão chegar
nunca para pagar o que realmente devem pagar: o bem-estar colectivo.

A sua cara está publicada no site da empresa. Todos os portugueses
sabem, portanto, quem é. Hoje, quando parar num semáforo vermelho,
conseguirá enfentar o olhar do condutor ao lado estando o senhor(a) ao
volante de uma viatura paga com dinheiro que a sua empresa não tem e
que é paga às custas da fome de milhares de pessoas, velhos, adultos,
jovens e crianças?

Para o senhor auferir do seu vencimento, agora aumentado ilegalmente,
e demais regalias, há 900 mil pessoas a trabalhar (inclusive em
empresas estatais como a "sua") sem sequer terem direito a Baixa se
ficarem doentes, porque trabalham a recibos verdes. Alguma vez pensou
nisso? Acha genuinamente que o trabalho que desempenha tem de ser
tamanhamente bem remunerado ao ponto de se sobrepôr às mais
elementares necessidades de outros seres humanos?

Despeço-me sem grande consideração, mas com alguma pena da sua pessoa
e com esperança que consiga reativar alguns genes da espécie humana
que terá com certeza perdido algures no decorrer da sua vida.

Marisa

AND SO?

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, apresenta hoje, o Orçamento do Ministério da Defesa Nacional à Comissão de Defesa, na Assembleia da República, pelas 20h00.


Nota:E eles bem se estão ginjando.É cortar e ponto final.Ainda por cima depois do declaratório do Otelo

ANGOLA UÉ


En el telediario del bar de al lado la cara de Silvio Berlusconi ilustra los datos de la imparable deuda italiana; entretanto, la cola de entrada alConsulado General de Angola en Lisboa, al sur de la ciudad, se estira y se encoge a un ritmo constante. Las noticias son malas: Italia se hunde, y Francia y Alemania parecen negociar casi en secreto la formación de una Europa de dos velocidades en la que Portugal figurará, con seguridad, en la segunda división. En la cola hay dos jóvenes misioneras, varios empleados de empresas constructoras que llevan y traen papeles y, entre otros ejecutivos, un tipo echado para adelante armado con un sombrero borsalino y sonrisa anticrisis.Se llama António Fernandes, tiene 36 años, habla varios idiomas, ha viajado últimamente a 50 países diferentes y se dispone a liderar en Luanda la base africana de su empresa, la multinacional Cummins, especializada en material energético. Fernandes reclutará un equipo de una cuarentena de personas, entre los que se cuentan varios portugueses. Con su español exquisito, su inglés impecable y sus maneras educadas, simboliza un prototipo de joven portugués preparado, inteligente, valiente y ambicioso que emigra para dejar atrás un país cada vez más ahogado por los malos datos y la depresión colectiva. “Supongo que volveré aquí dentro de 15 años, cuando ya haya adquirido más experiencia. Ahora mismo, Portugal solo da oportunidades pequeñas”.El presidente de la asociación empresarial portuguesa AIP-CCI, José Eduardo Marcelino Carvalho, cifra en un 10% de la población activa el porcentaje que emigra al extranjero. Todos jóvenes y sobradamente preparados. Muchos de ellos eligen Angola, donde ya residen más de 130.000 portugueses, la mayoría en la capital, Luanda.Angola, antigua colonia portuguesa con enormes yacimientos de petróleo que impulsan un crecimiento económico cercano al 10%, precisa con urgencia de ingenieros, abogados, economistas o profesores que hablen portugués. Por eso, estepaís africano se ha transformado en una suerte de El Dorado para los portugueses cualificados que no encuentran en Europa la salida. “Cuando me los encuentro por el mundo, sé reconocer a los trabajadores portugueses por lo que valen”, explica Fernandes: “Somos laboriosos, tenemos facilidad para los idiomas, honestos, callados y poco conflictivos: ideales para un empresario”. Y añade, con un tono a medio camino entre la ironía y la amargura: “Ahora mismo, tal y como está todo, la principal y más rentable actividad económica del país es esa: la exportación de personas”El profesor de Economía en el Instituto Superior de Economía y Gestión de la Universidad Técnica de Lisboa, Manuel Ennes Ferreira, no se extraña nada del fenómeno: “Es una nueva generación abierta al mundo que, además, no encuentra oportunidades aquí. Y en Angola hay dinero, hay financiación y está todo por hacer”. No cree que esto signifique necesariamente un empobrecimiento de por vida de Portugal: “Es cierto que se van. Pero volverán en cuanto aquí vuelva a haber oportunidades. No es aquella generación de inmigrantes de los años cincuenta o sesenta, aquellos que se iban a Fráncfort o a París, a trabajar de obreros o de camareros y que volvían muchos años después solo para jubilarse”.Las malas noticias sobre Portugal se suceden esta mañana lluviosa y desapacible: la UE cree que el PIB portugués caerá un 3% en 2012, los diputados discuten en la Asamblea de Lisboa un presupuesto durísimo que recortará por todos lados y que, según muchos, ni siquiera bastará para contener la sangría financiera en la que se deshace el país. Mientras, Isabel Ferreira, economista de 34 años, obtiene el último de los trámites para reunirse con su marido, un ingeniero de 30 que lleva un año en Luanda. Ella no ha estado nunca allí. No sabe si le gustará ni cuántos años vivirán fuera de Lisboa. Solo tiene clara una cosa: “Aquí la vida es difícill.
Yo gano 600 euros y allí dan el triple. Portugal se ha quedado pequeño”.Hay 7.000 empresas lusas radicadas en Angola, que pronto se convertirá en el cuarto destino de las exportaciones de Portugal. Pero Luanda no es un paraíso. Nunca las ciudades alcanzadas por la fiebre del oro lo son. Es, por el contrario, una ciudad extraña, cara, pobre a trechos e insegura, impulsada por un crecimiento engordado por el petróleo pero rodeada de miseria, con una población que, en su gran mayoría, no se beneficia de las riquezas que brotan del subsuelo. Esto lo sabe el decidido António Fernandes, que ya ha estado allí: “Hay quien llega y se deprime a la semana porque no soporta las calles llenas de basura, el miedo a salir de noche, los atascos de tres horas, la corrupción de algunas instituciones. No es un país para nenas”.Tal vez es cierto. Pero también lo es que muchas veces no hay dónde elegir. A un paso de llegar a la ventanilla de acceso, Carlos Macedo, de 35 años, explica en un puñado de frases rápidas su papel de buscador de pepitas de oro en esta historia, sin entrar en detalles: “Soy comercial, estoy en paro desde hace meses, y hay clientes instalados allí que me han aconsejado que me vaya. Me voy a la aventura. No sé qué me voy a encontrar. Me voy solo; tal vez después me lleve a la familia”.