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sexta-feira, 4 de maio de 2012

ESTRANHO


Depois do interregno de cerca de um ano, a AOFA reuniu com o Director-Geral do Pessoal e Recrutamento Militar do MDN (DGPRM/MDN) com a finalidade genérica de proceder ao acompanhamento das matérias que estão no âmbito da sua esfera de ação associativa, conforme teor de convocatória para o efeito.Considerando o tempo que mediou desde a última reunião (em 2011MAI19) e os acontecimentos entretanto verificados, com graves repercussões para os militares e as Forças Armadas, a AOFA relembrou e reforçou as suas preocupações relativamente ao que se passa com as promoções, a Saúde Militar, o sistema retributivo, a reestruturação das Forças Armadas, o complemento de pensão de reforma, o RC, etc. Preocupações que são sobejamente conhecidas da DGPRM, pois vêm sendo sucessivamente apresentadas.E, porque, à DGPRM, compete apoiar tecnicamente a definição e execução das políticas de recursos humanos necessários à Defesa Nacional, a AOFA pretendeu saber, concretamente, o que vem sendo feito por parte da Direcção, relacionado com as diferentes matérias alvo das suas preocupações.Contrariamente ao que seria expectável, a DGPRM não dispunha de qualquer informação que pudesse ser transmitida à AOFA, pois, segundo foi afirmado, não tem sido solicitada a acompanhar os diferentes dossiers, tendo dado conta de que era sua incumbência, tão só, auscultar a Associação. Mais foi adiantado pelo DGPRM que, no âmbito de reuniões a realizar, a partir de agora, com uma periodicidade de dois meses, seria procurada em sede própria, resposta para o conjunto das questões suscitadas pela AOFA


Nota:Um pouco estranho isto. Ou então está mal contado!!!!

3 comentários:

António Costa Mota (Tenente-Coronel) disse...

O título está perfeito! ESTRANHO! Seja como for não é nada a que não estejamos habituados. O habitual embuste (umas vezes finge-se que se convoca a AOFA, outras vezes convoca-se mas infelizmente os propósitos são apenas o de "apalpar o pulso" e absolutamente mais nada fazer). Tudo isto nem sequer é uma questão de "boa-vontade". A AOFA, tal como legalmente estabelecido, TEM DE ser ouvida e participar nas reuniões de trabalho sobre todo e qualquer tema que diga respeito a questões sócio-profissionais militares. Está legalmente previsto. Será que estes senhores andam a querer "brincar com a tropa"? É que tentar armar ciladas a profissionais normalmente dá MUITO MAU resultado! O que talvez ainda não se tenham apercebido é que realmente num ano TUDO mudou, inclusivamente a AOFA e as pessoas que hoje compõe os Órgãos Sociais, diria, são "comandos, paraquedistas, fuzileiros e rangers" muito experientes. Que se cuidem os brincalhões!

J.N.Barbosa disse...

Um director-geral que não dirige nada, nem nunca dirigiu e não se percebe por que razão se eterniza no cargo. Melhor, porque é que lhe deram este cargo.

José Sousa e Silva disse...

Tenho defendido que aos militares não compete fazer revoluções ou golpes de Estado mas também tenho afirmado publicamente que aos militares compete estarem do lado do povo.
E, na minha opinião, já falta pouco para que o povo "faminto" saia para a rua e aí vai ser o "oh da guarda !".
Os poderes constituídos irão chamar as Polícias e GNR's mas estes "borram-se" de medo dos militares.
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