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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

TOCA A REUNIR

A Associação de Oficiais de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) anunciou esta quinta-feira que convocou um encontro para o próximo dia 22 de fevereiro, para discutir "a calamitosa situação" que os militares estão a viver.
"Tudo será feito para que efectivamente façamos reverter o caminho para que vão conduzindo o País", afirmou o presidente da AOFA, Manuel Cracel, após ler uma declaração aos jornalistas em que acabou a relembrar Salgueiro Maia para "pôr fim ao estado a que chegámos".
"Este não é o destino que os portugueses escolheram nem o que os militares juraram defender!", sustentou Manuel Cracel.
"Estamos fartos!", exclamou o presidente da AOFA, a terminar a leitura de uma declaração onde foram elencadas as medidas consideradas "injustas, iníquas, inadequadas e desproporcionadas" e que revelam "desrespeito pelo quadro legal em que se inserem" os militares.
Questionado sobre a indignação poder evoluir para outras formas de protesto, a propósito das alusões a Salgueiro Maia, o presidente da AOFA respondeu: "Revoluções não se anunciam, fazem-se e fazem-se de muitas maneiras", estando "mais próxima" a sua eclosão.
Manuel Cracel insurgiu-se contra "as mentiras" do Governo, argumentando que "esta gente já não tem escrúpulos".
Sobre a proposta do general Pina Monteiro para chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Manuel Cracel disse esperar dele, como dos restantes chefes militares, "é que exerça o seu dever de tutela e olhe com outros olhos para aquilo que vai acontecendo nas FA e aos militares".

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