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segunda-feira, 17 de março de 2014

UMA OPINIÃO

O ex-Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), Gen.
Luís Araújo, violou a lei para tornear uma dificuldade que o afectava
pessoalmente, permanecendo em funções durante um mês e uma semana
apesar de se encontrar na situação de reforma. Classificou a
eliminação da cláusula de salvaguarda que lhe permitiria auferir uma
pensão de reforma pela tabela de 2013 como "uma decisão absolutamente
leviana e aleatória".
 Foi a primeira vez que o ouvi utilizar uma linguagem tão vigorosa contra o Governo, o que nunca aconteceu
enquanto esteve ao serviço e foi cúmplice passivo, para não dizer
activo, de todas as medidas que têm afectado gravemente as Forças
Armadas nos planos operacional (navios e aviões parados por falta de
combustível), social (diminuição do apoio prestado pelo Instituto de
Acção Social das Forças Armadas), pessoal (promoções a conta-gotas,
por exemplo) e na saúde (vergonha em que se transformou a integração dos hospitais militares). Por outro lado, se estava informado sobre a
eliminação da cláusula de salvaguarda, por que razão não antecipou a
passagem à reforma? Milhares de funcionários do Estado o fizeram antes
dele por razões idênticas.

José Augusto Valente de Oliveira Simões
Ten. General Pilav
R. do Recife, 3 - 8º Dto
2780-034 OEIRAS



NÃO FOI PUBLICADO PELO DN, PARA ONDE FOI ENVIADO O ARTIGO ASSINADO PELO AUTOR,  amigo do ex-CEMGFA.

2 comentários:

Anónimo disse...

Fogo

FSM

Anónimo disse...

Mas que grande amigo, caramba...

4037/8