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sábado, 10 de julho de 2010

MAS É ELE?


Em declarações à Lusa no fim de uma sessão sobre a estratégia para o mar profundo no âmbito do Encontro com a Ciência e a Tecnologia, Augusto Santos Silva afirmou que é preciso "mobilizar os diferentes atores que podem fazer sua" a estratégia para o mar.
Elegendo o "pilar" da investigação científica como "absolutamente crucial", Santos Silva afirmou que além dos cientistas são precisos "empresários e trabalhadores, porque o mar é uma das novas fronteiras da economia ", os ambientalistas porque "é preciso defender a biodiversidade" e "também as pessoas da educação e da cultura", porque também se trata de "proporcionar um regresso de Portugal aquela que já foi historicamente a sua natureza, a ligação ao oceano".
Quanto às Forças Armadas que tutela, Santos Silva destacou que os "equipamentos, capacidades, meios e recursos" que são precisos para os militares cumprirem a sua missão de "defesa da República" são "muito sofisticados e custam muito ao esforço dos contribuintes", por isso "é muito importante que eles possam ser e devfam ser utilizados em funções civis".
O ministro frisou que precisa de haver "uma plena articulação entre a componente militar da defesa nacional e os outros elementos e dimensões onde também fazemos valer a nossa soberania, incluindo as dimensões do desenvolvimento".
A utilização dos navios da Marinha vocacionados para a exploração oceânica, o trabalho do Laboratório Hidrográfico - tutelado pela Defesa Nacional e pelo Ministério da Ciência -, a utilização dos veículos submarinos robotizados da Marinha são alguns dos aspetos onde essa articulação já funciona, indicou o ministro.

NOTA: Mas o senhor é ministro do Mar?

1 comentário:

Manel disse...

Se calhar é , do mar profundo e negro de Adamastor