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terça-feira, 27 de julho de 2010

SINISTRO

Ministro alerta que promoções de oficiais terão em conta "especiais condições de restrição orçamental"
O ministro da Defesa adiantou hoje estar a trabalhar com o ministério das Finanças no despacho sobre os efectivos dos quadros permanentes, advertindo que este processo "tem de ter em conta as especiais condições de restrição orçamental".
"Estamos a trabalhar na definição do despacho relativo aos efectivos nos quadros permanentes das Forças Armadas, é um trabalho que demora, complexo, que tem de ter em conta as especiais condições de restrição orçamental em que Portugal e toda a Europa se encontram, mas é um trabalho que está em curso e que chegará a bom resultado", afirmou Augusto Santos Silva.

O responsável pela pasta da Defesa falava à agência Lusa no final de uma visita ao Museu Militar, depois de ter sido questionado sobre as promoções no Exército, que a Associação de Oficiais (AOFA) diz estarem em atraso.

Num comunicado divulgado na semana passada, a AOFA refere que "desde 1 de Janeiro de 2010 não ocorreu ainda uma única promoção, nomeadamente, dos mais de 300 tenentes-coronéis com condições para tal, agravando-se as desigualdades na progressão face aos outros ramos".

"Eu não me queria pronunciar sobre essa matéria em concreto, queria apenas dizer que tem havido promoções mas em consequência da aprovação do decreto lei 261/2009, é necessário agora, por despacho conjunto do ministro das Finanças e do ministro da Defesa, determinar o quadro dos efectivos para os quadros permanentes, estamos a trabalhar nisso", referiu Santos Silva.


2 comentários:

Anónimo disse...

…”impávidos e serenos”, vão refinando a “lide” perante um público abúlico, insciente e incônscio!

Mas… TUDO bem, desde que não seja posto em causa "O INTERESSE ESTRATÉGICO NACIONAL" !

CS disse...

Realmente esta não deixa de ser só… MAIS UMA!

Sendo um pouco mais contido na expressão do que o “Anónimo” do “…INTERESSE ESTRATÉGICO NACIONAL”, diria que, com este MDN “cada cavadela sua minhoca” e, se ainda não “matou”, já conseguiu desmoralizar muito!…

Mas numa coisa dou inteira razão ao referido “Anónimo”: Tudo isto vem sendo feito (socraticamente) de modo insidioso e “perante um público abúlico, insciente e incônscio!”. Mas não só, pois está-me a parecer que também aqueles que alguma coisa ainda poderiam fazer, já também abúlicos, inscientes e incônscios estão!

Ditosa Pátria que tais filhos… TEVE!