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sexta-feira, 9 de julho de 2010

POIS....

"Iniciado ontem, o processo de demolição da casa da mulher do secretário de Estado José Magalhães foi hoje suspenso por falta de condições para executar o abate

O camartelo e a maquinaria de grande porte não conseguem chegar à habitação existente no Parque Natural da Arrábida, sobre a qual existe dada ordem judicial de demolição.
Em causa está a inexistência de um plano de demolição que deveria ter sido elaborado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), antes de avançar com os meios para a execução da ordem judicial.
"Incompetência total", acusa o arquitecto Rui Passos. O membro da Associação pela Arrábida e amigo da proprietária da casa revelou ao Expresso que "o ICNB não elaborou um plano de obra com preocupações ambientais para a avançar com a demolição. Não foi feito um plano para reaproveitamento de resíduos, nem colocado um carro de bombeiros com autobomba para evitar a poeira levantada".
Dificuldades "resolvidas no terreno"
O presidente do ICNB, Tito Rosa, argumenta que "existem contratos com empreiteiros que incluem critérios de obra" e que há empresas para retirar o entulho e enviá-lo para as entidades certificadas. E, acrescenta, "estas operações não são estudadas ao milímetro e as dificuldades vão sendo resolvidas no terreno". 
Para que a maquinaria pesada entre na propriedade de Ana Merelo, "os vizinhos têm de autorizar a sua passagem e, provavelmente, a destruição de muros e caminhos. E os vizinhos não autorizam", explica Rui Passos.
A oficial de Justiça que acompanha os trabalhos no terreno mandou, entretanto, suspender a obra."

Nota:Verdadeiramente fabuloso

2 comentários:

Anónimo disse...

De facto.Preciso SFF,que alguém,
insento;conhecedor e justo?,que me
explique,como se eu tivesse quatro
anos.Está mal,pior vai ficar com
entulho por recolher,caminhos e mu_
ros danificados.Vai pior a Emenda
que o Soneto?.Minha "pobre"Arrábida
O meu conterrâneo Sebastião da Gama
que tão bem a"cantou",se fosse vivo
morria de desgosto.
CN

Anónimo disse...

Acho graça à etiqueta