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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

COMO?


Militares dizem que não serão «instrumento de repressão» em caso de «justos protestos»

Por Redação


A Associação de Oficiais das Forças Armadas advertiu, em comunicado, para «o mal-estar transversal à sociedade», garantindo «inteira solidariedade para com todos os portugueses que sofrem o peso dos enormes sacrifícios» impostos pelo Estado», falando em «medidas com trágicos efeitos».

«Estamos cientes de que tudo o que vai sendo concretizado, num crescendo em que os próprios alicerces do Estado se pretende colocar em causa, nomeadamente as Forças Armadas portuguesas e os seus militares, obedece à mesma estratégia, enganando e brandindo o medo, apresentar promessas que não se cumprem», é possível ler-se.

Assim, os militares reconhecem que «o momento de extrema gravidade e as tensões sociais podem culminar em protestos», que apelidam de «justos», mas garantem ainda que «no que de si depender, incumbidos do cumprimento da Constituição, os militares não serão, nunca, instrumento de repressão sobre os seus concidadãos que um dia juraram defender».

Saído no jornal " A Bola"!!!!!!!!

Independentemente do conteúdo, será que a AOFA já pode falar assim????

4 comentários:

Manuel Saraiva disse...

Ao que vou ouvindo dizer, parece que cada vez mais quem tem o poder nas unidades são os sargentos, pelo que, a ser assim, poderá dizer-se que a AOFA não deve fazer declarações que só a Associação de Sargentos tem autoridade para fazer!

Manuel Saraiva disse...

Ao que vou ouvindo dizer, parece que cada vez mais quem tem o poder nas unidades são os sargentos, pelo que, a ser assim, poderá dizer-se que a AOFA não deve fazer declarações que só a Associação de Sargentos tem autoridade para fazer!

Manuel Leonardo disse...

O que e' a AOFA ?
Vamos brincar aos rapazes das vacas ?Manuel Joaquim Leonardo
Peniche Vancouver Canada fielamigodepeniche.blogspot.com

MORAES SOARES disse...

A AOFA não pode dizer isto. É ilegal.
Não pode falar pelos militares. Apenas pelos que são sócios.
Não deve lutar, agora, pela "condição militar". É imoral, face à situação dos desempregados e reformados.