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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

AGUENTA MARUJO


Aguiar-Branco considera que não há no OE/2013 nenhuma medida que penalize só os militares.
Na véspera da concentração de militares - marcada para as 10 horas de sábado em frente à Praça do Município, o ministro da Defesa diz, em entrevista ao Diário Económico, que não há no Orçamento do Estado para 2013 qualquer medida que penalize mais os militares do que o resto da população e diz esperar que o protesto se faça "no quadro constitucional e com urbanidade que é reconhecida às Forças Armadas".
José Pedro Aguiar-Branco insiste na certeza de que, apesar das queixas que as associações de militares têm dado eco, "não há nas Forças Armadas uma situação que justifique uma preocupação especial" e reitera a ideia de que "há um clima de serenidade e de estabilidade" nos vários ramos. O ministro lembra, inclusive, que foram efectuadas as promoções previstas, transporta a tabela remuneratória por forma a minimizar os riscos, "tal como se fez nas questões da passagem à reserva". "sei que o espirito patriótico, de sentido de serviço e de estar na primeira trincheira para ultrapassar as dificuldades dando exemplo é um referencial das Forças Armadas", sublinha o ministro em tom de mensagem.
A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), a Associação Nacional de Sargentos (ANS) e a Associação de Praças (AP), que organizam a manifestação de amanhã, que termina nos Restauradores, têm como objectivo solicitar ao Presidente da República, na qualidade de Chefe Supremo das Forças Armadas, a fiscalização preventiva do Orçamento do Estado para 2013. Mas Cavaco já foi muito claro ao dizer publicamente que não aceita nenhuma pressão sobre este assunto e que se está a munir de pareceres aprofundados para analisar as contas que a Assembleia lhe enviar após a aprovação do documento. Sobre este assunto, Aguiar-Branco escusa-se também a manifestar qualquer posição, não querendo pressionar de "nenhuma forma" qualquer outro órgão de soberania. No entanto, garante que o Governo quanto entrega um Orçamento "o faz na certeza de que ele é constitucional". 

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