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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

POIS É

com os cortes que a ameaçam, a marinha britânica arrisca-se a ficar, em navios de superfície, uma coisa como a marinha portuguesa, a recente afirmação de um alto responsável britânico dá a ideia da percepção que um observador externo pode formar da nossa (pobre) realidade. É importante ter a ideia de como os outros nos vêem, quer sejam amigos, aliados, adversários ou inimigos. O responsável citado vê como um pesadelo a perspectiva de a sua marinha vir a ficar parecida com a “poortuguesa”. Esta lusitana pobreza, bem visível nos escassíssimos recursos de que dispõe, revela, porém, uma outra coisa. E bem interessante e a merecer destaque e relevo. A inteligência superior dos responsáveis, ao longo das últimas décadas, da nossa marinha, que os levou a ser capazes de fazer omoletes com pouco mais que as cascas dos ovos… Isso mesmo é destacado em recente análise de especialistas franceses que passaram a pente fino a nossa ‘Navy’ e a consideram “um modelo de força naval menor”.

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