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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

LÁ VAI ELE


Na comemoração dos 50 anos do navio escola Sagres com a bandeira portuguesa, José Pedro Aguiar-Branco defendeu que não se deve confundir os militares com as associações que os representam e garantiu qualquer polémica no seio das Forças Armadas.
"A simples leitura dessa carta mostra que há quem queira instrumentalizar uma associação, digna respeitada e que tem o seu papel nas reformas que são precisas fazer nas Forças Armadas, para fazer política", afirmou.
Para o governante, a carta mostra que há "vocação para política e não vocação para a dinâmica militar, até de BPN se fala" e por isso recusa-se a dar "protagonismo a quem quer instrumentalizar cerca de 1.500 associados para fins de natureza política".  
De acordo com a edição de hoje do Diário de Notícias, a AOFA escreveu uma carta aberta ao titular da pasta da Defesa considerando que "nada obriga" os oficiais das Forças Armadas a "serem submissos, acomodados (...) ignorantes e apolíticos".
A bordo do navio escola, o ministro garantiu não ter "receio" de uma revolta e que "não há nenhuma polémica nas Forças Armadas".
"Convém não confundir associações com as Forças Armadas", resumiu.
Aguiar-Branco também referiu não fazer política "à custa das Forças Armadas" e recusou "jogos de palavras" com expressões de determinada "terminologia", respondendo a uma questão se a carta era "fumaça".

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